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Visualizando o capítulo:

1. Cruzando caminhos


Fic: Zona de Risco


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: A fic era pra ser uma comédia, mas acho que eu transformei num drama Nc! HAUhau... Eu tava com medo de fazer alguma coisa que ficasse meio vulgar demais, então saiu isso. O Primeiro Capítulo ainda não é Nc!!! Só os próximos.... AHua... mas encarem a fic como um Drama! HAHUAUA bjs

Considerações importantes (que são explicadas na fic):

• Draco e Hermione estão no sétimo ano

• Draco agora faz parte da Ordem e luta contra Voldemort

• Hermione namora Harry oficialmente

• Draco namora Pansy oficialmente

• Se passa numa tarde em que Hogwarts é invadida por comensais

• Pensamentos do Draco em negrito , da Hermione em itálico.

OPÇÃO DE MÚSICA

- Evanescence - Bring to my life


CAPÍTULO 1 - Cruzando Caminhos


Hermione corria depressa pelos corredores, sua saia escolar de pregas esvoaçava com o vento gelado que colidia agressivo contra seu corpo, os cabelos encaracolados, por vezes, impedindo-lhe a visão do caminho que seguia. Sua gravata grifinória agora esvoaçava também e batia-lhe na face ferozmente, mas ela não diminuía o passo por absolutamente razão alguma. Era quase final de tarde e o sol já se punha, de forma que aquele corredor estava cada vez mais sombrio e difícil de se manter uma caminhada segura. Por vezes, Hermione tropeçava em seus próprios pés, mas mantinha o equilíbrio, empunhando cada vez mais segura a varinha em sua mão, apontada sempre para frente, como se por alguma razão fosse encontrar alguém que pudesse representar perigo por seu caminho.

Definitivamente, agora havia muitas pessoas naquele castelo, que representavam perigo para ela. E era por essas pessoas que Hermione estava procurando, cada vez mais certa de que as encontraria muito em breve. E esse pensamento simplesmente bloqueou sua mente por alguns instantes, e logo sentiu um nó se formando no fundo de sua garganta e quase lhe tirando o ar. Estava ofegante pela corrida, mas o nó era um puro sentimento de medo que estava invadindo cada parte de seu corpo. Estava, sim, muito amedrontada. Não era o sentimento que gostaria de desfrutar naquele momento, mas era um dos únicos que estavam dominando-a naquele momento.

Hermione temia, afinal, era sua própria vida, e a de todos os seus amigos Temia a vida, principalmente, de seu namorado,Harry. Estaria ele correndo perigo nesse momento? Ele saberia cuidar de si mesmo? Ele seria mesmo capaz disso? Ou não teria chance alguma quando cruzasse o caminho com Voldemort? Todos esses pensamentos estavam a inebriando de medo.

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Hermione Granger

Eu não entendo, não consigo entender como posso estar temendo todos esses comensais estúpidos! Eu não deveria me sentir assim, medrosa... Não quando eu tenho um namorado e dois melhores amigos para proteger. Como se eu fosse capaz de proteger a mim mesma. Eu sei que não sou, eu tive provas suficientes disto hoje, e uma delas está me enojando até a última gota de sangue. Sim, tem sangue escorrendo por minha face, e esse cheiro não está sendo nada agradável. Eu sei o que Harry diria disso, mas eu prefiro não confessar a mim mesma que estava sendo, realmente, irresponsável. Eu simplesmente nunca vi tantos comensais juntos, e tão raivosos. É Harry que Ele quer, e eu tenho uma nítida sensação de que Ele conseguirá. Isso não está me fazendo bem, não mesmo, e é por isso que eu preciso ser rápida, preciso chegar até Harry antes que aquele monstro estúpido o faça primeiro.

Eu senti minhas pernas falharem por alguns instantes, meus joelhos estavam fazendo menção de me atirar de encontro ao chão de mármore. Mas eu não podia parar, eu simplesmente precisava continuar, era minha missão e eu não poderia falhar como meus joelhos estavam desejando.

Eu só precisava acelerar meus passos mais, e mais. Eu simplesmente estava tentando não pensar se chegaria a tempo ou tarde demais. O cheiro do sangue que estava escorrendo por minha testa estava me causando náuseas. Se eu desmaiasse, agora, eu estaria arriscando minha própria vida Então, pensando nisso, eu decidi que ignoraria todos os meus obstáculos e simplesmente seguiria o caminho.

Mas estava sendo cada vez mais difícil, o ar estava me faltando e eu estava começando a perder as forças. E aqui estou eu, correndo como uma completa desesperada justo na direção em que mais ninguém ousaria seguir, e completamente decidida de que essa varinha em minhas mãos teria uma utilidade muito maior hoje do que em qualquer outro momento desses meus sete anos como bruxa.

Então eu senti o vento bater ligeiro contra minha face e carregar alguns cachos para longe do meu rosto. Agora podia sentir, pela primeira vez, a ardência no corte em minha testa e, automaticamente, fiz uma careta de dor. Como eu podia ser tão fraca quando meu namorado receberia um avada nas fuças? Não, eu tinha que ser mais forte que isso, eu podia, eu era capaz.

Eu senti o nó se formar novamente em minha garganta, e eu não estava gostando de me sentir assim. Eu só queria poder ter certeza de que todos eles estariam vivos, ainda. Harry, Gina, Rony e todos os outros. Eu os queria vivos, eu os queria lutando. Eu queria, mais do que tudo, lutar ao lado deles e vencer essa droga de guerra. Meus olhos começaram a lacrimejar com esses pensamentos. Eu lembrei, por alguns instantes, das experiências boas que vivi ao lado deles. Da nossa amizade perfeita, sobrevivente a todo o caos pessoal que eram nossas vidas. Foi quando senti que havia um sorriso se formando em meus lábios, mas eu não me repreenderia por isso. Meus pensamentos se focaram, subitamente, nas minhas melhores lembranças, as que eu havia vivido ao lado de Harry. Eu o amava, e ele correspondia a tudo. Eu estava prestes a perdê-lo.

Uma lágrima escorreu por minha bochecha e fez cócegas na mesma. Então eu percebi que estava sendo dominada por minhas fraquezas novamente.

Eu decidi que era melhor diminuir a velocidade com que eu corria pelos corredores, pois eu havia acabado de tropeçar em meus pés novamente e, com a vista embaçada pelas lágrimas, eu terminaria com uma contusão e um avada se fosse encontrada esparrama por aqui.


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Draco Malfoy era, de longe, o garoto mais popular de Hogwarts e o pretendente mais cobiçado que poderia haver ali. Mas ele era, na verdade, um pouco mais do que isso. Negativamente e positivamente, ao mesmo tempo. Draco Malfoy era filho de um dos comensais mais fiéis a Voldemort e simplesmente o único que poderia persuadí-lo a ir para o lado das trevas... Era isso que Lucios havia tentado durante todos aqueles anos: manipular seu próprio filho e trazê-lo para seu Lord. Mas Draco nunca permitiu que fosse usado dessa forma, nunca desejou ser como o pai que por algum tempo idolatrou cegamente.
Draco era agora consciente de seus atos e completamente responsável por eles. Tinha um lado sombrio como qualquer Malfoy e como qualquer filho de comensal. Era arrogante, por vezes estúpido, e ainda achava que seu status poderia mesmo levá-lo para algum ponto mais alto. Mas aquele loiro de olhos azuis acinzentados e pele muito pálida era um tipo raro, mas ninguém, além dele, tinha essa real certeza. Draco sabia esconder suas fraquezas e sua verdadeira personalidade, acreditava que elas não deveriam ser compartilhadas.

Draco caminhava a passos rápidos pelo corredor que o levaria para o lado leste do castelo, onde estavam os dormitórios e todo o restante dos alunos. Havia acabado de sair do caos que o Salão Principal havia se transformado, tinha a varinha em punhos e uma expressão de profunda irritação. Nenhuma marca negra em seu antebraço direito, isso já significava muito. Ele era, agora, membro da Ordem e lutava ao lado de quem durante anos detestou mais do que qualquer outra pessoa: Harry Potter.

Seus cabelos loiros platinados esvoaçavam ferozmente conforme o vento batia contra eles, assim como sua gravata sonserina e sua camisa branca escolar de mangas compridas e desabotoada até boa parte de seu peito. Seus pensamentos estavam dispersos, sua expressão era de raiva e um misto de sentimentos grosseiros.

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Draco Malfoy

Eu queria entender por que as coisas tinham que ser assim? Por que essa guerra maldita e por que eu tinha ter que provar para todos que eu estava ao lado deles, do lado de Dumbledore? Eu havia acabado de escapar de um grupo de alunos do sexto ano da Corvinal, uma luta injusta e que me rendeu minutos preciosos. Eles haviam me confundido com um comensal, era isso que Hogwarts pensava de mim. Um aprendiz de comensal, hoje, um comensal. Eu não seria tolo o suficiente para me juntar a eles, não sabendo que eu não venceria essa guerra. Eu tinha essa certeza, por alguma razão maior, que o santo Potter venceria a guerra.

Eu senti meu pulso fragilizado latejar, o mesmo que eu usei para esbofetear a cara de uma dúzia de comensais estúpidos. Eu precisava deixar esse inferno o mais depressa possível, precisava procurar abrigo, precisava achá-los antes que fosse tarde demais. Eu sabia que meu pai ousaria de artifícios sujos para me obrigar a ajudar seu Lord a vencer essa droga de guerra, mas eu não o deixaria me usar dessa forma. Eu precisava encontrar Pansy e meu melhor amigo Blás, precisava retirá-los de vista dos comensais o mais depressa possível, eu precisava impedir que meu pai os usasse, os maltratasse.

Minha vida não era a mais perfeita ou a que os outros invejariam. Eu invejava a vida de muitas pessoas, mas a minha própria, eu sabia que ninguém ousaria invejar. Eu tinha um pai assassino, eu tinha uma mãe amedrontada sobre a mira de um marido inescrupuloso, eu tinha uma namorada quase perfeita (eu a amava, não tinha medo de confessar isso, mas às vezes desejava que ela não fizesse parte da minha vida), eu pertencia a uma casa sonserina que era repudiada por todos, e eu estava sendo confundido com comensais.

Aonde estariam Pansy e Blás? Eu tinha que protegê-los, meu pai poderia tê-los em mãos quando eu menos esperasse. Ele não iria poupá-los.


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Hermione estava assustada, o corredor estava cada vez mais sombrio e estava se tornando cada vez mais difícil enxergar alguma coisa. Finalmente havia conseguido controlar suas lagrimas e agora só desejava chegar a seu destino o mais depressa possível. Foi quando a castanha pensou ter ouvido passos rápidos e estrondosos, vindos da direção para qual ela estava seguindo. Empunhou sua varinha mais forte e diminuiu seus passos de corrida, transformando-os em passos rápidos, porém cautelosos.

Draco não tinha certeza, mas estava pressentindo que cruzaria com alguém naquele corredor, e não sabia ao certo quem. Se fosse confundido por um comensal novamente, teria que pensar depressa e garantir sua proteção o mais rápido que pudesse. Se fosse um comensal, teria de esquecer o latejo em seu pulso e empunhar a varinha com mais força para destruí-lo antes que ele fizesse o mesmo com ele. Se fosse seu pai, teria quee esquecer os laços de sangue e, por si só, vingar o ódio que estava sentindo. Se fosse Pansy, a abraçaria o mais forte que pudesse, se certificando de que todos os ossos dela estavam no lugar certo e de que ela não estaria correndo riscos. E se fosse seu melhor amigo, Blás, o jogaria contra a parede e ameaçaria um crucios se ele não lhe desse uma boa razão para aquele sumiço repentino.

Mas não era nenhum deles, a silhueta ao longe demonstrava isso. Era uma garota, Draco podia constatar isto pela cintura perfeitamente modelada e os cabelos encaracolados que pendiam sobre os ombros da mesma.

Hermione notou a aproximação de alguém e, por isso, interrompeu sua caminhada, esperando que o seu convidado se aproximasse. Sua varinha firme em sua mão e os olhares atentos a qualquer movimento. Quem seria ele? Hermione temia que pudesse ser algum comensal, apesar de estar procurando por eles. Mas, agora, temia não ser capaz o suficiente de destruí-lo, como havia previsto. Seria Harry? E se fosse? Ela correria para seus braços e afundaria seu rosto no peito másculo do namorado. Mas não era Harry, ele a teria reconhecido.

É Draco Malfoy!

Hermione soltou um grito abafado de surpresa e medo, ao mesmo tempo em que tentava recuar alguns passos. Estava tentando criar coragem e prever o que ele tentaria. Draco ainda não estava certo de quem estava há uma distância razoável dele. A escuridão do corredor estava cegando-o, apenas uma claridade da Lua ao longe das janelas não estava sendo suficiente.

Quem é ela? Por que está recuando? Eu não sou um comensal, que droga.

Draco ergueu sua outra mão em que não estava a varinha, como se estivesse tentando sinalizar que não representava risco algum, mas antes que a mão atingisse pelo menos alguns centímetros acima de sua posição inicial, fora atingido por um feixe de luz forte. Na verdade, o sonserino havia sido capaz de desviar a tempo de receber o feitiço. Ela o estava confundindo com um comensal, mas ele não era. Sua única reação de proteção foi correr o mais depressa que pôde e quebrar a distâncias que havia entre eles, antes mesmo que Hermione pudesse lançar mais alguns de seus feitiços na direção do seu “predador”.

O sonserino lançou seus pés a frente de seu corpo o mais depressa que pôde e a agarrou pela cintura com força sentindo seu pulso protestar contra o ato.Com sua outra mão perfeitamente saudável foi capaz de puxar o braço de Hermione para trás evitando que ela atirasse mais feitiços em sua direção. Draco estava ofegante, aquela havia sido uma reação de defesa.

Seu maldito, está me machucando. Me largue!! Eu não vou deixar que me destrua antes que eu mesma possa fazer isso com você.

- Largue a varinha, eu não sou nenhum comensal sua estúpida. – Draco dissera, entre dentes.

Estava irritado, sentindo seu pulso fraquejar entrelaçando a cintura da garota que ainda não tivera oportunidade de fitar a face. Hermione abafava seus gritos de dor pelo braço contorcido em suas costas e a varinha que pendia de sua mão. Estava sem defesas, mas não se renderia.

- Me largue, Malfoy. Está me machucando.

Eu senti que meus joelhos estavam pendendo para o chão, de forma que eu estava me desequilibrando cada vez mais. E essa reação havia sido espontânea, quando eu ouvi a voz dela, em meus ouvidos. Era Hermione Granger quem eu estava segurando firme pela cintura e mantendo seu braço preso as suas costas, de forma que ela não pudesse usar a varinha contra mim. Era Hermione Granger que havia tentado me matar, e eu não podia estar mais contente que fosse ela.

- Eu disse pra me largar!!!

Hermione gritou em alto e bom som, esperando que dessa vez ele entendesse e desfizesse aquele silêncio. A castanha precisava mais do que tudo se soltar por si própria. Foi quando Hermione puxou seu braço de trás de suas costas e sentiu estar caindo para trás de forma que não havia como impedir a queda. Draco caia sobre ela e, em questões de segundos, todo o seu peso sonserino já estava a esmagando no chão de mármore, enquanto a varinha de Draco escapava de sua mão e o deixava vulnerável.

- Granger. – a voz de Draco saíra sofrida naquele momento. – Sai de cima da minha mão! Depressa.

Hermione não tinha como fazer isso, o peso dele a estava esmagando. Draco, de repente, saiu de cima dela e tinha expressões contorcidas de dor. Ela realmente estava caída sobre a mão dele, a mesma que a havia segurado firme pela cintura e imprensado seu corpo ao dele, impedindo-a de qualquer reação. A castanha percebeu o que estava acontecendo e retirou seu corpo de cima do pulso de Draco, tratando de erguer-se do chão o mais rápida possível, empunhando a varinha na direção do sonserino.

- Largue essa droga, Granger. – Draco percebeu a varinha em sua direção. – Você acabou de quebrar meu pulso, sua estúpida.

- O que você está fazendo aqui, Malfoy? – Hermione estava ofegante.

Sua mão tremia com o medo que estava correndo por sua espinha, mas tinha Draco muito bem imunizado a sua frente.

- O que VOCÊ esta fazendo aqui? – Draco retribuiu com a mesma pergunta. – Surtou de vez ou o quê? Estava indo na direção errada.

- Onde eles estão, Malfoy? O que você fez com eles? – sua voz era firme, mas o nó prendia o ar em sua garganta.

- De quem está falando, garota? Você quase me matou e acabou de quebrar meu pulso, pode por favor tirar essa coisa da minha cara?

A varinha de Hermione estava cada vez mais próxima do rosto de Draco, mas ela tremia com aquela aproximação. Draco ainda estava sentado ao chão, com o pulso envolto em seu peito e os olhares atentos à varinha. Hermione poderia tentar matá-lo novamente?

Pela primeira vez, eu acho que não vou morrer.

- Direção errada, Granger. Está querendo se matar, por acaso? Você não tem noção da quantidade de comensais ali...

E apontou para a direção de onde ele vinha, a direção em que Hermione seguia. Mas ela não estava preocupada com isso, tudo o que queria era saber se Harry ainda estava vivo, se seus amigos ainda estavam vivos.

- Devolva minha varinha, por favor? – Draco quebrou o silêncio mais uma vez.

Hermione o fitava, mas não que estivesse realmente atenta ao que ele estava dizendo. Seus olhares estavam perdidos em seus pensamentos, em suas lamentações por não ter sido eficiente e protegido seus amigos. Draco a fitava com o cenho franzido, tentando entender aquele silêncio. Podia notar a varinha tremendo na mão de Hermione e deixou escapar um sorriso divertido por isso.

- Aqui não é lugar pra você, Granger, volte e fique em segurança.

Hermione ainda não o estava escutando, sua mão tremendo cada vez mais e seus olhos começavam a lacrimejar. Draco não entendia, mas ainda temia o que a grifinoria seria capaz. Foi quando notou sua varinha, próxima dali, caída ao lado dos pés de Hermione e ainda inteira. Draco esticou sua mão saudável em direção a sua varinha, e notou um dos pés da castanha se movimentar depressa em direção a sua mão. Muito desesperado, retirou a mão dali e a trouxe em segurança para seu corpo.

- Se tentar me mutilar dessa forma eu vou pedir que me jogue um avada antes. – Draco estava furioso.

Hermione estava atenta, sim, a tudo o que ele fazia.

- Pode me devolver a varinha, Granger. Estamos nos arriscando aqui, se não percebeu isso.

- Eu é que estou me arriscando, Malfoy. Eu deveria acabar com você.

- Não faça isso, ok? – agora sua voz era quase uma súplica. – Vamos sair daqui depressa.

Dito isto, Draco ainda dera uma última fitada em Hermione, antes de esticar sua mão rápida e alcançar sua varinha, trazendo-a para seu peito depois disso. Hermione percebeu o vacilo, mas antes que pudesse tentar qualquer coisa, sentiu o chão sumir de seus pés e uma leve pontada em suas têmporas, seguida de uma dor de cabeça que ainda lhe renderia muito.

*CONTINUA

N/a: tipo assiim... opinião sincera hien gente!! HUAhua....
As cenas Nc vão demorar um pouquinho... mas a fic é bonitinha! heheh...
se comentarem bastante eu posto o dois rapidinhooo... ele jah tah betado e comigo!
\o/

bjss...

e valeu Ju.. por betar essa fic tbm! =)

O QUE ACHARAM DA CAPA HÃÃÃ???

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 25/12/2013

Curiosaaaa!

Nota: 5

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