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6. A (Falsa) Ajuda de Pansy e O C


Fic: Forças do Destino I - Romeu e Julieta


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione acordou no dia seguinte sonolenta, cansada, triste e devagar. Vagarosamente, a garota esfregou os olhos com a mão esquerda e depois se sentou na cama, ainda enrolada nas cobertas. Ela olhou para sua mão direita: estava suja de tinta.
Suspirando, a garota se descobriu e levantou-se da cama. Colocou um chinelo, desceu as escadas e foi para o banheiro do dormitório numa lerdeza que só vendo. Lá, tomou banho e depois trocou de roupa. Um pouco mais acorda, a garota voltou para o dormitório um pouco mais rápido do que na ida ao banheiro.
Chegando no dormitório, foi até seu criado-mudo, pegou sua escova que estava em cima dele e penteou seu cabelo. Com o cabelo penteado, colocou a escova de volta ao seu lugar e passou o perfume que costumava usar.
Deixou o chinelo do lado da cama, pegou um par de meias em sua mala e seus sapatos, sentou-se em sua cama, colocou nos pés as meias, calçou os sapatos e depois se levantou.
Desceu as escadas do dormitório novamente e saiu do salão comunal.
Vendo o rostinho de tristeza de Hermione, a Mulher Gorda disse, carinhosamente: “Não fique triste, Srta. Ontem foi ontem. Hoje é um novo dia. E que dia lindo é esse! Não amargure seu dia com as tristezas passadas”. Nada conseguiu então, continuou: “Levante esse rosto. Olhe para frente. Pois, assim você vai longe!” Ainda assim, nada conseguiu, mas, não desistiu: “Não deixe que eles te abalem. Mostre quem você é! Mostre que você é forte! Mostre que você é um leão! Mostre que você é uma grifinoriana!”.
Ao ouvir as últimas quatro frases que a Mulher Gorda falava com grande entonação, Hermione abriu um sorriso tímido, depois deu tchau à porteira, desceu as escadas e foi para o salão principal tomar café da manhã.
Sentou-se na mesa de sua casa e se viu feliz por não ter visto Draco nem Jenny durante café e por ter tomado o seu café da manhã com Harry e Rony, que haviam voltado a se falar.
Nas aulas que teve durante a manhã, Hermione não encontrou muito interesse, mas mesmo assim, prestou atenção nas aulas, fazendo suas normais anotações. Viu Draco e Jenny sentados um longe do outro em duas aulas (Transfiguração e Feitiços), mas fingiu que não os viu.
Durante o almoço, também não viu Draco e Jenny juntos, o que a animou um pouco mais, fazendo-a encontrar um pouco mais de interesse nas aulas da parte da tarde. A cada minuto que se passava, ela ficava mais animada. Mesmo que a aula fosse com a Sonserina e ela tivesse que ver o casal de pombinhos, ela ficava cada vez mais animada. Tanto é que na hora do jantar, ela era a aluna mais animada da Grifinória e de toda a escola, mesmo com toda aquela tristeza dos dias anteriores, o que surpreendeu a muitos alunos. O mais surpreso de todos foi Draco Malfoy.
Hermione estava sentada a frente de Harry e Rony, conversando alegremente, como se ela fosse uma menininha feliz de cinco anos que acabara de ganhar o pônei que tanto queria desde que vira o brinquedo na televisão. Cada movimento de seus lábios, cada movimento de seus braços, cada movimento de sua cabeça, enfim, cada movimento da garota estava sendo observado por um ser loiro, de olhos claros, que sorria fingidamente para Jenny Granger, enquanto olhava, pelo cantinho do olho, a garota que ele havia ferido.
Normalmente Hermione sentiria o olhar e se irritaria, mas, naquele momento, estava tão alegre, tão feliz, que nem ligou para se alguém a estava olhando e observando o que ela estava fazendo. Problema da pessoa que estivesse perdendo o tempo olhando para a garota, pois ela estava ocupada demais sendo feliz.
Quando acabou o jantar, Hermione levantou-se do banco onde estava sentada, despediu-se de Harry e Rony com um beijo na bochecha de cada um, que coraram, saiu do salão, subiu as escadas do saguão e, quando estava indo para a escadaria, algo, ou melhor, alguém, a chamou carinhosamente. Mas, não era qualquer pessoa, era Pansy, uma sonseriana que sempre a zoava por ela não ser inteiramente bruxa.
-Mione – chamou Pansy
-Siiim. – disse Hermione, em voz de deboche.
-Eu precisava falar com você!
-E já está falando... Hahahah
-É sério!
-Sério? O que você tem para falar sério comigo? A gente nem conversa amigavelmente... Que assunto nós vamos conversar sério? Vamos! Diga!
-Draco Malfoy.
-Eu não tenho nada a ver com esse ser desprezível. – disse Hermione, mais do que rápido.
-Você diz isso da boca para fora! Mas eu sinto que o que você diz é mentira. Você pode manipular a todos, dizendo que o odeia. Mas não a mim. Eu sei que você o ama.
-OLHA AQUI, PARKISON!
-Pansy...
-OLHA AQUI, PANSY! QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA CHEGAR AQUI E DIZER COISAS QUE NÃO FAZEM O MENOR SENTIDO! Ou melhor, coisas que nunca serão verdadeiras.
-Eu só vim aqui para te ajudar, Hermione...
-Você? Ajudar-me? Até parece! Hahahah.
-Eu descobri uma coisa sobre você. E, quando descobri, vi que devo desculpas. Mas, só desculpa não vão apagar meus erros, então decidi te ajudar com Draco.
-O QUÊ? O... O... O QUE VOCÊ DESCOBRIU?
-Para começar, eu não gosto da Jenny. Ela tem um jeito meio que... Nhá! Não tenho palavras. Ela é muito chata e ignorante. Eu não consigo mais aturar ela.
-E onde eu entro nisso?
-O Draco é namorado dela.
-E o que eu tenho a ver com isso?
-Se ele estivesse com você, eu não teria mais que andar com ela.
-E?
-E O QUE?
-O QUE VOCÊ QUER QUE EU FAÇA? QUE EU DÊ EM CIMA DELE? QUE EU CORRA ATRÁS DELE? NUNCA! ELE JÁ DISSE QUE ME AMAVA, MAS AGORA ESTÁ COM A JENNY! EU O AMO, MAS EU TENHO MEU ORGULHO! – percebendo o que disse, Hermione engoliu seco e levou as mãos na boca, como se quisesse abafar o que dissera.
-Eu posso juntar vocês dois.
-Ele não me ama mais! Ele ama a Jenny. Nunca ficaremos juntos... Nada que qualquer pessoa fizer, inclusive você, vai me ajudar.
-Isso é o que ele diz, é o que você pensa, é o que os dois acham que é verdade... Mas, eu sei que ele ainda te ama. Ele passou o jantar todo te observando!
-Grande coisa.
-Ai, Hermione, me escuta...
-Estou te escutando!
-Se você me ajudar, nós duas vamos sair ganhando! Você com o Draco e eu sem a Jenny. Imagine isso...
Hermione ficou em silêncio por um tempo e depois, medindo as palavras, perguntou:
-Você.Pode.Mesmo... Ajudar-me... A ficar com Draco?
Pansy nem respondeu. Só balançou a cabeça afirmativamente. Por impulso, sorrindo, Hermione abraçou Pansy, coisa que ela nunca pensou que faria.
-Ei, ei... Calma, Hermione. – disse Pansy, afastando-se do abraço da garota.
-Desculpa... Foi por impulso.
-Tudo bem... Sem problema. – Pansy esticou o dedo mindinho da mão direita e, olhando nos olhos de Hermione, perguntou – Amigas?
Hermione sorriu, esticou seu dedo mindinho da mão direita, entrelaçou-o no dedo de Pansy e, depois disse, ainda sorrindo:
-Amigas...
Rapidamente desentrelaçaram os dedos e seguiram juntas para a aula de teatro. Durante o caminho, Pansy foi contando o seu plano para Hermione. Ela disse também para Hermione que, na próxima vez que conversasse com Draco, teria que dizer os seus verdadeiros sentimentos para o rapaz.
Chegando na sala de teatro, a professora Trelawney avisou a Hermione que ela faria um papel pequeno.
-UMA CIDADÃ DA CIDADE QUE NÃO FALA NADA?
-Você é uma boa atriz, Srta. Granger.
-SE EU SOU UMA BOA ATRIZ POR QUE EU VOU FICAR COM UM PAPEL TÃO... TÃO... TÃO... PEQUENO! Ou melhor, MINÚSCULO.
-Calma, Hermione.
-CALMA NADA, PANSY! EU QUERO SABER O POR QUE DE EU TER QUE FICAR COM ESSE PAPEL MINÚSCULO.
-Por que todos os papéis estão definidos. Eu não vou mudar todo mundo de papel porque VOCÊ não conseguiu se concentrar no papel principal.
-Hunf!
-Fica calma, Hermione.
-Srta. Granger, você é uma grande atriz. Vai conseguir fazer do seu papel a grande atração da peça. Eu tenho total e completa confiança nisso.
-Está bem!
Hermione, por mais que estivesse irritada com a troca de papel, não pode contestar mais, pois a decisão, a professora já havia tomado, e não parecia que ela iria mudar de idéia.
Apesar de tudo, Hermione conseguiu enxergar uma coisa boa: pelo menos, durante os ensaios, poderia papear com Pansy. E, como ninguém mais sabia as falas de cor da Julieta, se acontecesse alguma coisa com Jenny, provavelmente, ela teria que fazer o papel. Até porque ela era a única personagem que não falava nada, sendo assim, ter ou não ter o personagem dela não faria a menor diferença.
A aula de teatro, para Hermione, aquele dia, por um lado, até que foi legal, pois ela ficou a aula toda conversando com Pansy, já que a cena que ela entrava não fora ensaiado naquele dia. Por outro, ela praticamente chorou quando viu Draco beijando Jenny na cena do primeiro beijo de Romeu e Julieta, que estava sendo passada para “a outra” aquele dia.
Terminando a aula, Hermione se despediu de Pansy e saiu andando da sala. Draco, vendo a garota sair da sala, despediu-se de Jenny com um selinho e saiu atrás da garota.
Hermione estava longe demais e andando rápido demais. Draco teve que correr um pouco para conseguir alcançar a garota.
-Granger. – disse Draco, segurando o braço de Hermione, quando a alcançou – Não me esperou por que?
Hermione soltou-se de Draco e, olhando furiosamente para o garoto, disse:
-Por que eu deveria te esperar?
-Porque devemos monitorar o castelo JUNTOS, coisa que não temos feito a um bom tempo.
-POR QUE SERÁ?
-É? POR QUE SERÁ?
-A CULPA É TODA SUA!
-MINHA?
-É! VOCÊ É QUE ESTÁ COM A JENNY E NÃO EU!
Draco engoliu seco. De fato, um pouco da culpa era dele. Ele abaixou a cabeça e, com lágrimas nos olhos, olhando para chão, falou baixo, de forma que Hermione teve que se abaixar um pouco para ouvir o que ele dizia.
-Agora a culpa é minha, mas foi você quem estragou tudo. Você estragou tudo. Você que matou nosso amor.
-AMOR? – Hermione levantou a cabeça de Draco com raiva e viu lágrimas escorrerem pelo rosto do loiro. – AQUILO NÃO ERA AMOR!
-SE NÃO ERA AMOR ERA O QUE?
-ERA... ERa... Era... Era... ERA SÓ UMA ATRAÇÃO PASSAGEIRA, NADA MAIS!
-ATRAÇÃO PASSAGEIRA?
-É... TANTO ERA UMA ATRAÇÃO PASSAGEIRA, QUE EU JÁ NEM SINTO MAIS NADA POR VOCÊ! MAIS NADA! – ao terminar de falar, a garota percebeu o que havia dito por impulso e viu mais lágrimas escorrerem pelo rosto do garoto. – E você também... Não sente... Mais nada por mim. E essa é a verdade.
-É! EU TAMBÉM NÃO SINTO MAIS NADA POR VOCÊ! – agora foi pelo rosto de Hermione que escorreram lágrimas.
-IDIOTA! – Hermione juntou toda a sua força na mão direita e ia bater no rosto de Draco. Mas, daquela vez, o garoto fora mais rápido. Quando ela levantou o braço direito, ele o segurou com a mão esquerda e, rapidamente, deu um giro e começou a torcer o braço e o ombro de Hermione. – AI! PÁRA!
-POR QUE EU DEVERIA?
-POR QUE VOCÊ ESTÁ ME MACHUCANDO!
Draco olhou para os olhos de Hermione e soltou a mão do braço da garota. Mais lágrimas escorreram pelo rosto de Hermione.
-VOCÊ É UM IDIOTA! – ela disse, passando a mão esquerda no ombro machucado.
-VOCÊ FOI QUEM ESTRAGOU TUDO QUE HAVIA ENTRE NÓS E EU É QUE SOU UM IDIOTA?
-VOCÊ É QUEM ESTÁ NAMORANDO E NÃO EU!
-MAS VOCÊ COMEÇOU A NAMORAR O WEASLEY ANTES QUE EU COMESSACE A NAMORAR A SUA IRMÃ!
-ELA NÃO É MINHA IRMÃ!
-É SIM! E, POR SINAL, SABE MAIS DA SUA FAMÍLIA DO QUE VOCÊ MESMA!
-MENTIRA! VOCÊ ESTÁ MENTINDO DE NOVO!
-EU NÃO MINTO!
-CALA A BOCA!
-CALA A BOCA VOCÊ, SUA SANGUE-RUIM...
Hermione respirou alto e começou a chorar. Ela colocou a mão no rosto e abaixou a cabeça.
-Me... Me... Me desculpe, Hermione.
-Me deixa em paz, Malfoy! – falou a garota, ainda de cabeça baixa.
-Eu... Eu... Eu... Não pretendia te ofender!
Ao ouvir a frase que Draco havia acabado de falar, Hermione levantou a cabeça devagar e olhando nos olhos do garoto, perguntou:
-É... É verdade?
-O-O que?
-O que você disse...
-O que eu disse?
-Que você não quis me ofender!...
-Ah! Lógico que eu não quis...
-E por que não?
-Porque... Er... Porque... Er... Er... Sei lá! Tudo tem que ter uma explicação lógica? Eu não quis te ofender e ponto!
-Mas tem que ter um motivo!
-Mas não tem... Cabo!
Os dois abaixaram a cabeça e ficaram em silêncio por uns dois minutos.
Depois de um tempo, Hermione levantou a cabeça e, olhando para Draco, disse:
-E-Eu... Nã... – começou ela, gaguejando. Ouvindo a garota, Draco também levantou a cabeça e olhou nos olhos dela, que olhava nos olhos dele. – Eu não falava sério.
-Quando?
-Quando disse que não sentia mais nada por você... Fo-Foi por impulso.
-Eu também disse da boca para fora quando disse que não te amava mais.
-Mas não podemos ficar juntos.
-Por que não?
-Porque você está com a Jenny.
-Por você, eu largo tudo. Basta você dizer que me ama, que eu deixo a Jenny.
-NÃO! – a garota gritou, virando o rosto.
Draco olhou furioso para Hermione e apertou o braço dela, como sempre fazia.
-Ninguém nunca me diz não!
-Agora as coisas mudaram, Malfoy.
Draco soltou a garota, que esfregou o lugar machucado.
-É... Que maravilha! Eu aqui, me declarando para você e você diz que não!
-Como posso ter certeza que você vai mesmo terminar com a Jenny? Como posso ter certeza que você não está brincando comigo? Como posso ter certeza que você realmente me ama? Como posso ter certeza de que depois que você terminar com a Jenny você vai ficar comigo? Como pos...
-Confiando em mim. – Draco cortou a frase de Hermione colocando o dedo indicador da mão esquerda nos lábios da garota – Se você confiar em mim, tudo ficará bem! – ele tirou o dedo de cima dos lábios de Hermione.
-Confiar em você é uma coisa que, infelizmente, eu não posso fazer.
-Tente confiar em mim, Granger!
-PÁRA! – ao falar isso, Hermione virou o rosto para o lado esquerdo e colocou a mão esquerda para cima, como se fosse para manter distância de Draco.
Draco, que até aquele momento estava longe, abaixou a mão da garota, agarrou os dois braços de Hermione com as mãos e, olhando nos olhos da garota que estavam cheios de lágrimas, disse:
-Pára você, Hermione! Pára com isso! Deixa esse orgulho de lado.
-EU SOU ORGULHOSA SIM E NÃO VAI SER VOCÊ QUE VAI MUDAR ISSO!
-Se for preciso, mudarei o universo para poder te mudar.
-Então, pode começar com você mesmo! Mude seu jeito de ser e depois venha falar comigo.
-Desde o nosso primeiro beijo, eu já mudei.
Hermione olhou nos olhos de Draco, que também estavam cheios de lágrimas e olhavam fundo nos olhos dela.
-É! Você mudou! Está mais idiota do que antes.
Draco soltou Hermione, empurrando-a contra a parede.
-AI – berrou a garota quando bateu a cabeça na parede. Ela escorregou pela parede com a mão na cabeça, chorando de dor.
Draco correu em direção da garota e agachou-se perto dela.
-De-Desculpa.
-IDIOTA – ela disse, olhando para Draco com raiva – Você consegue estragar qualquer momento romântico. Se bem que aquilo nem era um momento romântico. – ela começou a se levantar, meio tonta. Draco levantou-se e se ofereceu para ajuda-la, mas Hermione o empurrou para longe dela. – Me deixa em paz. – Hermione falou quando Draco veio para perto dela novamente.
-Promete que vai confiar em mim?
-Ta, ta! Eu confio em você! Mas, me deixa em paz. – ela respondeu, andando em direção da escadaria, ainda com a mão na cabeça. Na escadaria, viu que estava com Draco no quinto andar. Rapidamente, começou a descer as escadas e parou no primeiro andar. Andou pelo corredor até o final e lá, abriu a porta da Ala Hospitalar. – Olá! – ela falou ao empurrar a porta e colocar a cabeça dentro da Ala. Ela ouviu o eco de sua voz, mas não ouviu nenhuma resposta. Abobalhada pela batida da cabeça, ela olhou para o teto, e como não ouviu nada, balançou os ombros, entrou na sala e encostou a porta. Caminhou devagar até uma sala que ficava em um dos lados da enfermaria. Chegando lá, bateu na porta de leve. Ela ouviu um som de algo caindo no chão vir detrás da porta e depois ouviu passos. Logo, alguém abriu a porta com cara de sono: Madame Pomfrey.
-Sim, minha querida. – disse a enfermeira, tonta de sono.
-Eu bati a cabeça e queria saber se tem algo que possa diminuir a dor.
-Oh! Sim, claro. – Madame Pomfrey indicou uma das camas para Hermione e pediu que a garota aguardasse lá. Ela entrou em seu dormitório novamente enquanto Hermione caminhava em direção da cama indicada.
O som dos passos de Hermione ecoaram pela Ala Hospitalar toda. Quem sabe, pelo castelo todo. Estava tudo muito silêncio. Dava até para ouvir as gotas de orvalho escorregando das folhas e caindo no chão dos jardins das terras de Hogwarts. Hermione nem ligou para o tamanho do silêncio. Continuou andando até a cama e quando chegou lá, sentou-se. Passou-se cinco minutos e nada da enfermeira. Dez minutos, quinze, vinte, trinta, cinqüenta... Madame Pomfrey estava demorando. Será que ela havia esquecido da garota? Talvez. Quem sabe? Hermione não sabia. Tudo indicava que sim. Chateada, ela jogou-se na cama e ficou olhando para o teto. Seus olhos estavam tão cansados que Hermione acabou cedendo e dormindo na cama da Ala Hospitalar em que estava deita, mesmo com dor de cabeça e querendo sua cama.

*-*-*

Hermione acordou no dia seguinte com o canto dos passarinhos e quando se viu na Ala Hospitalar perguntou a si mesma o que estava fazendo lá.
Uns instantes depois, Madame Pomfrey saiu de seu dormitório carregando uma bandeja e levou até a cama de Hermione, que ainda estava abobalhada pela batida da cabeça na parede da noite anterior e olhava para o teto.
-Bom dia, minha querida. Está se sentindo melhor?
-O que eu estou fazendo aqui?
-Enquanto eu estava preparando uma poção para sua dor de cabeça, você acabou dormindo aqui. Quando a poção ficou pronta, eu a trouxe, mas você estava dormindo, e eu fiquei com pena de te acordar. Cobri-te e fui dormir. Eu acordei há duas horas atrás e vim ver se estava tudo bem com você. Percebi que você estava doente e fui preparar uma poção. Voltei agora com seu café da manhã e o remédio.
-Eu dei muito trabalho?
-Fica calma, minha querida. Não tem nenhum problema! Eu estou aqui para cuidar de todos vocês.
Hermione sorriu e Madame Pomfrey sorriu em retribuição. Hermione ficou meio que perplexa: nunca havia visto Madame Pomfrey sorrir. A enfermeira de Hogwarts era sempre tão séria e antipática. Era estranho para a garota vê-la sorrir.
-Bom, eu acho melhor a Srta tomar o remédio, comer o café da manhã, ir para seu dormitório e descansar. – ouvindo Madame Pomfrey falar, Hermione pegou um copo com um líquido verde espesso dentro e tomou, tampando o nariz, com uma cara de nojo. Quando colocou o líquido na boca, viu que o remédio era docinho, parecia uma bala líquida. Então, pegou o prato e a colher que estavam na bandeira e começou a comer o mingau que a enfermeira trouxera para ela – Acabei de enviar ao Professor Dumbledore um coruja te dispensando das aulas até que você esteja melhor.
-Mas, – disse Hermione, engasgando – Cof! Cof! Mas, eu não posso perder aula!
-Mas, nada! Você precisa descansar. E depois, o Professor Dumbledore já providenciou que após cada aula que perder, a Srta receba a matéria toda, com todos os detalhes.
-Certo! Mas, porque eu não posso ficar aqui na Ala Hospitalar? – após perguntar, Hermione voltou a comer o mingau, que estava realmente delicioso.
-Isso, a Srta terá que perguntar ao Professor Dumbledore. Eu não sei o porque também. Eu só sigo as orientações que ele me passa, certo?
Hermione balançou a cabeça afirmativamente, passando a mensagem de que estava tudo bem. Apesar do que havia dito, ela ainda sim queria saber o motivo, porém, continuou comendo o mingau em meio de goles de suco de manga, que também estava delicioso.
Quando terminou de comer, ela levantou-se da cama com ajuda da Madame Pomfrey que ficara observando a garota comer. Enquanto a Madame Pomfrey ia até o seu dormitório fazer alguma coisa (o que Hermione não conseguiu ouvir), a garota arrumou a cama em que havia dormido aquela noite e ficou esperando a enfermeira voltar.
Cinco minutos depois, Madame Pomfrey voltou com um pote de vidro de tamanho médio com o remédio verde que Hermione tomara e recomendou que a garota tomasse uma colher em cada uma hora enquanto ela estivesse acordada. A enfermeira entregou o pote de remédio e a colher que deveria ser usada.
Ao receber a colher, Hermione guardou-a em suas vestes. A garota agradeceu a enfermeira e saiu da Ala Hospitalar, meio tonta. Ela caminhou até a escadaria e começou a subir. Tonta, esbarrou em Draco Malfoy, tropeçou e caiu. Com a queda, a colher caiu no chão e Draco a pegou.
-Ora, ora... Quem nós vemos aqui? – disse o garoto, jogando a colher para cima e pegando-a quando ela chegava perto de sua mão. Mesmo tonta, a garota percebeu que ele estava acompanhado de Crabbe e Goyle. – Hermione, Hermione... Andando por ai desse jeito... Isso não vai dar certo!
-Me devolve isso, Malfoy! – disse Mione, levantando, cada vez mais tonta. – Se eu estou desse jeito é por culpa sua...
-Oh! Quer dizer que por minha culpa você nasceu tonta?
Hermione observava a colher subir, descer, parar na mão de Draco, subir, descer, parar na mão de Draco e assim sucessivamente e se distraiu.
-Granger... – chamou Draco, docemente.
-AH! – gritou Hermione, assustada – Devolve isso, por favor...
-Por que eu deveria?
-Porque eu estou doente! E se você me ama, me devolverá...
-Há, há, há... É aí que você se engana... Só te devolvo se você confiar em mim novamente!
-Não vamos começar com isso de novo!
-Ah, vamos sim! Você confia em mim?
-Draco, para com isso e me devolve a colher! Eu to doente... Será que nem me amando você me deixa em paz?
-Você confi... – Draco parou de falar quando se tocou de uma coisa – Você me chamou de Draco?
-Não!
-Eu tenho certeza que chamou!
-NÃO, EU TE CHAMEI DE DRACO! Agora me devolve a colher...
-Você confia em mim? – ele perguntou novamente
-Por favor!
-SIM OU NÃO? – Draco perguntou de novo, já perdendo a paciência...
-Ta, ta... Eu confio. Mas, me devolve a colher.
Com um sorriso de triunfo nos lábios, Draco jogou a colher para Hermione. Ela foi tentar pegar a colher, mas, como estava tonta, tropeçou e, de novo, caiu. E, de novo, Draco correu para não deixar que ela se machucasse. E, de novo, Hermione estava nos braços de Draco.
-Quantas outras vezes você ainda vai tropeçar para que eu te pegue?
-AH! CALA A BOCA! – gritou Hermione, se soltando de Draco. Ela pegou a colher do chão e subiu as escadas, sendo seguida com os olhos por Malfoy.
Quando chegou no sétimo andar, saiu da escadaria e andou pelo corredor na direção em que o retrato da Mulher Gorda estava. Chegando lá, disse a senha e a Mulher Gorda abriu a porta para a garota e estimou melhoras para a grifinoriana.
Já no Salão Comunal, Hermione olhou em todos os cantos e não achou ninguém, então subiu para seu dormitório. Quando chegou lá, abriu a porta, entrou, foi até seu criado-mudo, colocou o pote do remédio e a colher em cima do criado-mudo, se jogou na cama, se cobriu com a coberta e dormiu.

Noves dias se passaram. Para Hermione foram dias idênticos uns aos outros. Todo dia de manhã, Hermione acordava com o som do despertador indicando que já era hora da garota se levantar. Esfregava os olhos e olhava para o relógio, para marcar o tempo do remédio. Depois, pegava a colher, abria o pote com o remédio verde, pega uma colherada e levava a boca. Após tomar o remédio, sentava em sua cama e esperava que Fawkes, a fênix de Dumbledore, trouxesse o café da manhã da garota. Depois que Fawkes entregava a ela o café, Hermione dava a ave um pedaço de bolacha e ela, depois de comer, levantava vôo e voltava ao gabinete do diretor. Durante o horário das aulas da manhã, Hermione tomava banho e depois ficava fazendo as lições pedidas pelos professores nas aulas da noite anterior. Na hora do almoço, Fawkes sempre trazia o almoço de Hermione e a matéria das aulas matinais. Após receber algo para comer, ela voltava voando por fora do castelo para a sala do diretor. Hermione comia a comida trazida por Fawkes e depois mandava para a cozinha o prato e os restos. Durante as aulas da tarde, fazia a lição das aulas matinais, sempre se lembrando de tomar de hora em hora o remédio. De noite, na hora do jantar, Madame Promfrey levava um prato de sopa e aproveitava para verificar se a garota estava melhorando e se já podia voltar à convivência com os outros alunos. E a resposta era sempre a mesma: Hermione tinha que ficar mais um tempo para melhor.
Na nona noite, porém, após verificar se Hermione estava melhor, Madame Promfrey falou para a garota, sorrindo:
-Acho que você já pode voltar amanhã mesmo.
-Sério?
-Ahan! Sua doença já foi embora...
-O que eu tinha?
-Dumbledore pediu para que não lhe dissesse. Mas, posso lhe informar que você não foi a única pessoa que pegou essa doença. Uma outra garota também pegou, mas, a sua foi muito forte. A dela foi mais fraca.
-Quem?
-Jenny Granger?
-O QUÊ?
-Deve ser de família...
-ELA NÃO É MINHA IRMÃ!
-Fique calma, querida... – disse a enfermeira, mandando, com a varinha, o prato de sopa vazio para a cozinha, se levantando e pegando o pote de remédio – Acho melhor a Srta descansar um pouco. Amanhã será um dia difícil para a Srta. – ela caminhou até a porta e abriu-a. Antes de sair, virou-se para Hermione e disse – Há muitas coisas que você, minha querida, irá descobrir. – e saiu do quarto, mas, colocou a cabeça para dentro de novo – Só mais uma coisa: BOA SORTE!
Após ouvir a última frase de Madame Promfrey, Hermione ficou curiosa: o que ela iria descobrir? Por que parecia que todo mundo sabia mais que ela? Mas, seguiu o conselho da enfermeira, deitou e dormiu.

*-*-*

Hermione acordou na manhã seguinte com o despertador tocando. Percebeu que era quarta-feira, e que teria muita matéria naquele dia. Apesar de estar com um pouco de sono, estava feliz: após nove dias, iria finalmente voltar a ter aulas. Apesar de receber a matéria todos os dias, ela gostava de ter a aula e fazer suas próprias anotações. Também estava feliz porque iria voltar para o curso de teatro: durante os nove dias que ficara de repouso, não pode ira para o curso e, com certeza, a professora Trelawney deve ter ficado uma fera com ela.
Rapidamente, Hermione desceu as escadas do dormitório e foi para o banheiro. Tomou banho, trocou de roupa e subiu de novo para o dormitório. No dormitório, penteou o cabelo que estava molhado e o prendeu. Depois, separou o rabo de cavalo em várias pequenas mexas e fez uma trança com cada mexa, prendendo-a com um elástico de silicone: a partir daquele dia iria fazer os mais diversos penteados.
Colocou a meia e os sapatos e desceu para o salão comunal. Lá, encontrou Harry e Rony que a aguardavam em pé, um do lado outro, sorrindo, com, cada um deles, uma rosa na mão direita. Vendo os dois amigos, Hermione correu em direção deles e os abraçou.
-HERMIONE! – disseram os dois, em coro, quando ela os abraçou.
Soltando os dois, ela sorriu e disse:
-Estava com saudade!
-Pra você! – os dois garotos disseram, novamente em coro, e entregando cada um a rosa que estava na mão deles.
-AH! Brigada! – ela disse sorrindo. Com a varinha, ela mandou as duas rosas vermelhas para o quarto e colocou-as no vaso que estava em seu criado-mudo. – Quero saber cada detalhe do que aconteceu durante esses nove dias em que eu fiquei de cama.
-Depois a gente te conta tudo. – falou Harry
-É! Aconteceu muita coisa. – disse Rony, quase que em seguida.
-NOSSA! É só que eu desapareça por uma semana e pouco e já acontece uma pá de coisas.
-Uma pá de coisas? – perguntou Rony – O que significa isso?
-É uma expressão, Rony. – explicou Harry
-Expressão? O que é isso?
-Eu já descobri, Harry, que os bruxos são um povo sem cultura.
-Hahahah... É, tá parecendo, Hermione!
-Vocês dois podem fazer o favor de me explicar o que é uma expressão?
-Depois, Rony. – falou Hermione – Agora, vamos tomar café!
E os três saíram do salão comunal, desceram as escadas e foram para o salão principal conversando e sorrindo. Hermione estava praticamente saltitando e, quando os três amigos chegaram no salão principal e sentaram-se à mesa para comer, a todo momento que eles ficavam em silêncio, Hermione começava a cantar uma música e os garotos ficaram encantados com o número de músicas que a garota conhecia.
-Eu sei, eu não canto bem, mas, vocês podem fazer o favor de falar alguma coisa? – perguntou Hermione, ao parar de cantar a décima segunda música.
-O que você quer que a gente fale? – perguntou Harry, sorrindo mais abobalhado do que nunca.
-Alguma coisa... – falou Rony, que também sorria abobalhado.
-Ai Meu Deus! Vocês não mudam mesmo, viu? – disse Hermione e começou a cantar outra música. Parava às vezes para mastigar, mas logo voltava a cantar.
Quando terminaram de tomar o café, subiram para o salão comunal, pegaram seus materiais e foram direto para a sala de aula de Feitiços, onde o professor Flitwick aguardava, na porta, aos alunos sorrindo.
-Oh, Srta Granger. Olá! Que prazer em revê-la! – disse o professor, ao ver a aluna passando ao seu lado e entrando na sala. – Espero que não fique doente novamente.
Hermione parou, virou-se para o professor e, mais radiante do que nunca, respondeu:
-Eu também espero. Perder aulas foi quase que uma morte para mim. – e, depois, foi andando para perto de Harry e Rony, que já estavam sentados na fileira do fundo esquerdo, colocou os livros sobre a mesa sentou-se entre os dois amigos.
Quando todos estavam na sala, o professor subiu nos livros que normalmente ficava para que os alunos pudessem vê-lo.
O professor iniciou a aula avisando o que eles fariam naquela aula. Eles iriam treinar mais um pouco o feitiço que haviam aprendido na aula passada.
Enquanto os outros alunos faziam o exercício dado pelo professor, Hermione e Jenny foram chamadas pelo mesmo para conversar.
-O que houve, professor? – perguntou Jenny antes que Hermione pudesse falar qualquer coisa. Ela olhou para Jenny e Jenny também olhou para ela. Por um instante, Hermione pensou estar na frente de um espelho: Jenny era idêntica a ela. Só lembrou que não estava perante a um espelho, pois viu o símbolo da Sonserina nas vestes da “irmã”. Então, ela olhou de volta para o professor e Jenny fez o mesmo.
-Apesar das duas terem perdido muitas aulas, o professor Dumbledore pediu que vocês fossem a sala dele. E a professora Minerva também pediu que fossem até a sala dela. Os dois precisam conversar com as Srtas.
-É algo de grave? – perguntou Hermione
-Eu não faço a menor idéia, Srta... Er... Srta... Srta Hermione. – o professor respondeu com uma enorme dificuldade de escolher do que chamar Hermione: chamá-la pelo próprio nome ou pelo sobrenome.
-Está bem. – disse a garota. Em seguida, ela começou a caminhar para fora da sala, seguida por Jenny e pelo professor. Com as duas fora da sala, Flitwick fechou a porta atrás delas.
-Então... – disse Jenny, virando-se para Hermione – Aonde nós vamos primeiro?
-Vamos à sala da professora Minerva. Acho que o assunto com ela deve ser mais rápido do que o com Dumbledore.
-Provavelmente – disse a outra Granger.
E, assim, as duas seguiram em silêncio até a sala da professora de Transfiguração, que as esperava de pé atrás da sua mesa.
-Sentem-se. – disse a professora, após as duas Granger baterem na porta e ela permitir que alunas entrassem em sua sala. McGonagall sentou-se e as duas irmãs sentaram-se em seguida, cada uma em sua cadeira. – Espero que as duas estejam melhores da doença que pegaram.
-Sim, estamos. – disse Jenny e em seguida agradeceu a preocupação.
-Professora, eu gostaria de saber o que exatamente nós pegamos. – falou Hermione
-Eu não tenho permissão para falar sobre isso.
-Por que não? – perguntou a garota, sentando-se na ponta da cadeira, tentando intimidar a professora McGonagall.
-Srta Hermione, Dumbledore deve ter seus motivos para não permitir que contemos a vocês duas o que houve com vocês. Assim como todos os outros professores, eu acho que as Srtas só descobrirão isso juntas.
-Certo. – disse Mione, percebendo que não ia arrancar nada da professora.
-Bom. O assunto que tenho para tratar com vocês é um assunto simples. Não há nada de mais nele. Porém, quando avisamos aos outros alunos sobre isso, vocês estavam doentes e eu suponho que a Srtas não ficaram sabendo.
-Não ficamos sabendo do que, professora? – perguntou Jenny, também se sentando na ponta da cadeira, assim como Hermione.
-Além do teatro, há outra novidade. – a professora falou
-Segredos, novidades... O que falta para ser descoberto? – disse Hermione para si mesma, bem baixo, para que ninguém pudesse ouvir e depois, em voz alta perguntou que novidade era aquela.
-Um caça-talento virá a Hogwarts para procurar uma nova voz bruxa.
-Sério? – perguntou Jenny
-Não acredito! – exclamou Hermione.
-Sim, senhoritas. Aqui está o pergaminho com as informações. Os testes serão amanhã, depois do jantar. Sendo assim, se vocês forem participar, vocês não tem muito tempo para ensaiar. Bom, no dia do teste, eles darão a vocês as informações necessárias. Vocês terão que escolher uma música para cantar e deverão canta-la inteira.
-Certo. – disseram as duas Granger, em coro.
-Agora, podem se retirar. A propósito, a senha para poderem entrar na sala de Dumbledore é Diabinhos de Pimenta.
As duas garotas se levantaram ao mesmo tempo, feito um espelho, e saíram da sala de Minerva ao mesmo tempo. Fora da sala, elas seguiram para a sala de Dumbledore.
Enquanto caminhavam em direção ao andar onde se situava a gárgula que ia para a sala de Dumbledore, Jenny perguntou a Hermione:
-Por que você não gosta de mim?
-Por que eu deveria gostar?
-Talvez porque somos irmãs?
-VOCÊ NÃO É MINHA IRMÃ!
-Sou sim, Hermione. Apesar de termos algumas diferenças, nós somos irmãs gêmeas.
-NÃO SOMOS!
-Em breve, você irá descobrir toda a verdade.
-Você fala como se soubesse mais do que eu.
-Por enquanto, eu sei. Não sei tudo sobre a nossa família. Mas, sei que nós somos irmãs, coisa que você não sabia.
-Não! Você não sabe mais do que eu.
-Há coisas que nós ainda vamos descobrir.
-EU JÁ SEI DISSO! – então, a garota parou perante gárgula e disse a senha. A gárgula virou e uma escada começou a subir. As duas Granger subiram na escada e, quando estavam na frente da porta da sala de Dumbledore, as duas bateram levemente nela.
-ENTREM. – Dumbledore disse de dentro da sala.
Devagar, Hermione foi abrindo a porta e, delicadamente, colocou a cabeça dentro da sala. Vendo que não havia problemas em entrar, também colocou o resto do corpo dentro da sala. Jenny seguiu a irmã e logo as duas já estavam perante a mesa de Dumbledore, que estava vazia.
-AH! Hermione e Jenny Granger. – disse Dumbledore. As duas garotas procuraram Dumbledore pela sala toda. Só depois de um tempo viram que o diretor estava descendo a escada que havia em sua sala que dava para o segundo andar, onde estava o telescópio de Dumbledore. – Sentem-se – pediu o diretor, quando chegou em sua mesa. Após as duas garotas sentarem, cada uma em uma cadeira, Dumbledore sentou-se em sua cadeira.
-O que o senhor quer conversar com a gente? – perguntou Hermione.
-Está na hora de saber um pouco mais sobre a família Granger.

N/A: YEAH! AMEI ESSE FINAL! É final de novela. ACABA SEMPRE NA MELHOR PARTE. Hauhau. Eu não sei porque, mas eu cismei em colocar um suspense no final desse capítulo. Espero que vocês tenham gostado desse capítulo, porque eu simplesmente AMEI! Agora, as coisas vão mudar e muita coisa será explicada.
Nhá... Gente, eu to muito feliz! Forças do Destino, 1º lugar... Quando eu vi, praticamente comecei a saltitar de felicidade... Brigada mesmo gente... Estou muito feliz...
Bom, bom... Explicando o título! Eu sempre mando minha fic para umas amigas minhas (que não gostam de HP, mas adoram ler) para elas darem uma revisada. Uma delas me perguntou, como todas as outras, o porque do título: A (Falsa) Ajuda de Pansy (...)! Isso, só no próximo capítulo, que está SUPER LONGO, então, para enviar o próximo capítulo, pode demorar, pois EU ainda tenho que revisar o texto.
Bom, quero pedir de novo que leiam minha outra fic: Um Amor Para Relembrar, que eu vou atualizar na próxima vez. Também peço que leiam minhas novas fics, que foram publicadas, essa semana aqui no 3V: “Bilhetes” e “O Quinto Elemento”, que também são fics D/Hr.
Agora, respondendo a viwes.
[3V]
Pa: OIES, MOÇA! Que bom que você gostou do Capítulo 5. E desse capítulo, você gostou? Espero que sim. Esse não é um dos meus favoritos, eu gosto muito dele. Você não gosta de RBD? Nhá... Que coisa! Eu ia colocar mais algumas músicas do RBD na fic. Mas, se você não gosta, eu vo procurar outras, ok? Beijotes...
Debi: Muáááááááá... *apanha* Risada maléfica, nada legal. Nhááá... Não processa eu não! Você processar eu, você vai ficar sem o final da fic... LERO-LERO! E você não quer isso, não, né? Yeah! Curiosidade é phioda! E matou o gato xP! É! Eu sou malvada! Gosto de deixar as pessoas curiosas! Mas, o capítulo 7, tá gigantesco... Você vai demorar muito tempo para ler, então, não vai poder reclamar de estar curiosa. XP Mas (sempre tem um mas), o capítulo 7, eu só mando pra próxima atualização! ... Mas é claro! É muito gostoso ficar respondendo viwes dos fãs... Isso me inspira a escrever... Eu? Bad Girl? Nhááá... Deve ser por isso que eu não ganhei presente do Noel e nem ovo do coelhinho... BUÁÁÁ! EU QUERO OVO DE PÁSCOA! xP! Então, tá! Vamos falar da história... Jenny... Bom, eu to guardando a Jenny para os próximos capítulos. É que eu só posso falar mais da Jenny quando a Hermione estiver mais próxima dela. Mas, eu já falei que a Jenny é super popular entre os garotos, mas não é inteligente. De fato, às vezes é até um pouco irresponsável e “burra”. Mas, é popular. É! Coitada da Mione. Três gatos atrás dela e ela não faz nada. Na verdade, são 3 gatos e 1 meia boca: Harry, Aaron, Draco e Rony. XP... QUEM SERÁ O PRÓXIMO? Nhááá... Bligada pelo elogio... Só por causa disso, vou escrever um capítulo gigantesco só para matar sua curiosidade. Vo tentar não demora, tá? Bijuuu
Simone: Si... É que eu vou revisando os capítulos. E não dá para revisar dois, três capítulos gigantescos sem deixar erros, entendeu? Mas, eu acho que eu sou má mesma, mas na fic, porque adoro atrapalhar a vida do casal. xP! Beijocas procê!
Rafael: EU? MÁ? Eu sou super boazinha de mandar os capítulos sempre pro 3V! Beijinhos
Maga Fofa: Nhááá! Bligada pelos elogios... Bom, eu simplesmente, passo a tarde quebrando a cabeça e escrevendo os textos. Beijos glosseados.

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