TRÊS
Atravesso a porta de nosso apartamento, Mione e olha para mim e diz logo:
— Denny and George! Becky, não pode ser verdade.
— Sim. — Sorrio de orelha a orelha. — Comprei uma echarpe para mim.
— Me mostra! — diz Mione, se levantando do sofá. — Me mostra-me-mostra-me-mostra!
— Ela se aproxima e começa a puxar as cordas da sacola. — Quero ver sua echarpe nova! Me mostra!
É por isto que adoro dividir apartamento com Mione. Julia, minha antiga companheira de apartamento, teria franzido a sobrancelha e dito: "Denny e quem?" ou "É muito dinheiro para uma echarpe." Mas Mione compreende perfeitamente. Se duvidar, ainda é pior que eu.
Mas ela pode. Apesar de ter vinte e cinco anos de idade como eu, seus pais ainda lhe dão dinheiro. Chamam de "mesada". Ao que parece, vem de alguma herança de família — mas até onde consigo perceber, é dinheiro vivo.
Seus pais também compraram-lhe um apartamento em Fulham de presente pelo seu vigésimo primeiro aniversário e, desde então, ela mora lá, metade trabalhando e metade dormindo.
Ela trabalhou como RP por (muito) pouco tempo, quando a conheci numa viagem a trabalho para Guernsey. Aliás, ela estava trabalhando para a Potter Communications. Não querendo ser rude (ela mesma admitiu), ela foi a pior RP que já conheci. Esqueceu completamente qual o banco que, supostamente, estava promovendo e começou a falar entusiasmada de um dos concorrentes. O homem do banco olhava cada vez mais torto para ela, enquanto todos os jornalistas riam até não poder mais. Mione ficou em má situação em razão disso. Na realidade, foi quando decidiu que RP não era uma carreira para ela. (A outra maneira de contar isto é dizer que Harry Potter se encheu dela logo que voltaram para Londres. Outra razão para eu não gostar dele.)
Mas nós duas nos divertimos a valer entornando vinho até a madrugada e, desde então, sempre mantivemos contato. Depois, quando Julia de repente fugiu com um professor, seu orientador no curso de doutorado (aquela era uma mulher cheia de surpresas), Mione sugeriu que eu fosse morar com ela. Tenho certeza de que me cobra muito pouco pelo aluguel, mas nunca insisti em pagar o valor de mercado porque não teria grana para isso. Do jeito que os preços vão, com meu salário, estou mais perto de morar em Elephant e Castle do que em Fulham. Como as pessoas normais conseguem morar nesses lugares tão caros? Nunca consegui entender.
— Gi, abre! — Mione implora. — Me deixa ver! — Ela segura a parte de dentro da sacola com longos dedos ansiosos, e eu puxo rápido antes que rasgue. Esta sacola vai para trás da porta, junto com minhas outras sacolas de lojas de prestígio, para ser usada de maneira informal quando eu tiver que impressionar. (Graças a Deus que eles não fizeram sacolas especiais se "Saldo". Odeio lojas que fazem isso. Qual é o sentido de ter uma sacola de uma loja boa com a palavra "Saldo” salpicado por toda ela? Seria melhor então salpicar logo o nome de uma loja barata.).
Muito lentamente, tiro a caixa verde-escura da sacola, retiro a tampa e desdobro o papel de seda. Depois, quase numa atitude reverencial, puxo a echarpe. É linda. É ainda mais bonita aqui do que na loja. Jogo-a em torno do meu pescoço e dou um sorriso meio blasé para Mione
— Ah, GI! — murmura ela. — É linda!
Por um momento nós duas ficamos em silêncio. Estamos comungando com um ser superior: o Deus da Compra.
Depois Mione estraga tudo.
— Pode usá-la para sair com James este fim de semana — diz ela.
— Não, não posso — digo, quase irritada, retirando-a novamente. — Não vou sair com ele.
— Por quê?
— Não vou sair mais com ele. — Encolho os ombros tentando aparentar desinteresse.
— Verdade? — Os olhos de Mione arregalam-se. — Por que não? Você não me contou!
— Eu sei. — Fujo de seu olhar. — É um pouco... Estranho.
— Você rompeu com ele? Ainda nem tinha transado com ele! — A voz de Mione eleva-se de nervoso. Ela está desesperada para saber. Mas estaria eu desesperada para contar? Por um instante aventei a possibilidade de ser discreta. Depois pensei: ora, e daí?
— Eu sei — digo eu. — Esse era o problema.
— O que quer dizer com isso? — Mione se curva na minha direção. —GI, do que está falando?
Respiro fundo e me viro para encará-la.
— Ele não queria.
— Não achava você bonita?
— Não. Ele... — Fecho os olhos, quase sem acreditar eu mesma. — Ele é contra o sexo antes do casamento.
— Está brincando. — Abro os olhos e vejo Mione me fitando com uma expressão de horror, como se tivesse acabado de ouvir a pior profanação conhecida pela espécie humana.
— Você está brincando, Gina. — Na verdade ela está me contestando.
— Não estou. — Consigo dar um sorriso fraco. — Era um pouco embaraçoso, realmente. Eu de certa forma... o atacava, e ele tinha que me rechaçar.
A terrível lembrança perturbadora que eu conseguira apagar da minha cabeça começa a tomar meu corpo outra vez. Conheci James numa festa algumas semanas atrás, e aquele foi o terceiro encontro importante. Tínhamos saído para jantar fora, ele insistiu em pagar, voltamos para seu apartamento e terminamos nos beijando no sofá.
Bem, o que eu deveria pensar? Lá estávamos os dois — ele e eu — e, se não estou errada, enquanto sua mente dizia não, seu corpo dizia sim, sim, sim. Por isso, sendo uma garota moderna, levei a mão ao zíper de sua calça e comecei a abri-lo. Quando ele me empurrou, achei que estava fazendo alguma brincadeira e continuei mais entusiasmada ainda que antes.
Analisando a situação, talvez eu tenha levado mais tempo do que deveria para discernir que ele não estava brincando. Ele de fato precisou beliscar meu rosto para me afastar dele — apesar de pedir muitas desculpas depois.
Mione me olha incrédula. Depois cai num ataque de riso.
— Ele teve que empurrar você?Gina, sua devoradora de homens.
— Não diga isso! — protestei. — Ele foi realmente muito gentil a respeito. Perguntou se eu estaria preparada para esperar por ele.
— E você respondeu que de modo algum!
— Mais ou menos. — Desviei o olhar.
Na realidade, levada pela emoção do momento, lembro-me de tê-lo de certa forma desafiado. — Resista agora, James... — Recordo-me de ter dito numa voz rouca, fitando-o com o que acreditei serem olhos límpidos e sensuais. — Mas estará batendo à minha porta no decorrer da semana.
Bem, já se passou mais de uma semana e não ouvi nem um pio. O que, pensando bem, é muito pouco lisonjeiro.
— Mas é revoltante! — disse Mione. — E a compatibilidade sexual?
— Não sei. — Dou de ombros. — Acho que está querendo jogar com a sorte.
Mione dá uma risadinha inesperada.
— Você chegou a ver o...
— Não! Ele nem me deixava chegar perto!
— Mas conseguiu sentir? Era pequeno? — Os olhos de Mione brilham maliciosamente. — Aposto que é ínfimo. Ele está esperando convencer alguma pobre garota a se casar com ele e ficar presa a um brinquedinho a vida toda. Escapou por pouco,Gina! — Mione leva a mão ao maço de Silk Cut e acende um cigarro.
— Fique longe! — digo, irritada. — Não quero minha echarpe cheirando a cigarro!
— Então o que você vai fazer no fim de semana? — pergunta ela, dando uma tragada. — Vai estar bem? Quer ir comigo para o campo?
É assim que Mione sempre se refere à segunda casa de sua família em Hampshire. O campo. Como se seus pais tivessem alguma nação pequena, independente, que ninguém mais conhecesse.
— Não, está tudo bem — respondo, pegando morosamente a revista da TV. — Vou visitar meus pais.
— Ah, bem — diz Mione. — Dê um abraço em sua mãe por mim.
— Claro — digo eu. — E você mande lembranças a Pepper.
Pepper é o cavalo de Mione. Ela o monta mais ou menos três vezes por ano, se tanto. Mas quando seus pais sugerem vendê-lo fica histérica. Parece que custa 15.000 libras por ano. Quinze mil libras. E o que faz para receber essa quantia? Só fica num estábulo e come maçãs. Eu não acharia ruim ser um cavalo.
— Ah, sim, isto me lembra — diz Mione. — A conta do imposto predial chegou. É trezentos para cada uma.
— Trezentas libras? — Olho para ela assombrada. — Quer dizer, para pagar agora?
— É. Na verdade está atrasada. Só me faça um cheque ou outra coisa.
— Tudo bem — digo, meio aérea. Trezentas libras chegando.
Pego minha bolsa e faço logo um cheque. Mione é tão generosa com o aluguel que sempre pago minha parte das contas, às vezes acrescento um pouco mais. Mesmo assim, sinto um calafrio quando entrego. Trezentas libras se foram, num piscar de olhos. E ainda tenho aquela terrível conta do VISA para pensar. O mês não é dos melhores.
— Ah, e alguém ligou — acrescenta Mione e dirige o olhar para uma folha de papel. — Erica Parsnip. É assim?
— Erica Parsnip? — Às vezes penso que a mente de Mione foi expandida com uma freqüencia exagerada.
— Parnell. Erica Parnell, do Endwich Bank. Pede que você telefone para ela.
Olho fixamente para Mione, petrificada de pavor.
— Ela telefonou para cá? Chamou este número?
— Foi. Esta tarde.
— Ah, merda. — Ouço meu coração bater. — O que você disse? Disse que estou com febre ganglionar?
— O quê? — É a vez de Mione se virar e me fitar espantada. — Claro que não disse que você está com febre ganglionar!
— Ela perguntou sobre minha perna? Alguma coisa sobre minha saúde?
— Não! Só perguntou onde você estava e respondi que estava no trabalho.
— Mione! — digo, num lamento de pavor.
— Bem, o que eu deveria dizer?
— Deveria dizer que eu estava na cama com febre ganglionar e a perna quebrada!
— Bem, obrigada pelo aviso! — Mione me encara com os olhos apertados e cruza as pernas na posição de lótus. Ela tem as pernas mais longas, finas e flexíveis que já vi. Quando veste uma legging preta parece uma aranha. — Qual é o problema afinal? — pergunta. — Sua conta está sem fundos?
Se está sem fundos?
— Só um pouquinho. — Dou de ombros. — Vai se resolver.
Dá-se um silêncio, volto meu olhar para Mione e vejo-a rasgar meu cheque.
— Mione! Não faça essa bobagem!
— Pague-me quando sair do vermelho — diz ela com voz firme.
— Obrigada, Mione — respondo e dou-lhe um abraço apertado. — Não é à toa que é a melhor amiga que já tive.
Mas uma sensação desagradável no estômago me acompanha durante toda aquela noite e ainda está presente quando acordo na manhã seguinte. Uma sensação que não consigo mudar, nem mesmo pensando na minha echarpe Denny and George. Fico deitada na cama olhando para o teto e, pela primeira vez em meses, calculo quanto devo a todo mundo. O banco o VISA, meu cartão Harvey Nichols, meu cartão Debenhams, meu cartão Fenwicks... E agora Mione também.
É mais ou menos... vamos pensar... mais ou menos 6.000 libras.
Uma sensação gelada percorre meu corpo quando penso no número. Como vou achar 6.000 libras? Eu poderia economizar seis libras por semana durante mil semanas. Ou 12 libras por semana durante quinhentas semanas. Ou... ou 60 libras durante cem semanas. Seria mais isto. Mas onde vou encontrar 60 libras por semana para economizar?
Ou então eu poderia estudar conhecimentos gerais e ir a um desses programas de perguntas e ser premiada. Ou inventar alguma coisa realmente inteligente. Ou poderia... ganhar na loteria. Quando penso nisto, um calor agradável toma conta do meu corpo. Fecho os olhos e volto a aconchegar-me na cama. A loteria é de longe a melhor solução.
Claro que eu não ia pretender ganhar o prêmio principal — isto é inteiramente improvável. Mas um dos prêmios menores. Parece haver um monte deles por aí. Digamos — 100.000 libras. Isto bastaria. Eu poderia pagar todas as minhas dívidas, comprar um carro, comprar um apartamento...
Na verdade — é melhor ser 200.000 libras. Ou um quarto de um milhão.
Ou, melhor ainda, um desses prêmios partilhados. "Cada um dos cinco ganhadores receberá um vírgula três milhão de libras." (Adoro a maneira como eles dizem isso. "Um ponto três." Como se essas 300.000 libras extras fossem uma quantia insignificante. Como se agente não fosse perceber se existem ou não.)
Uma vírgula três milhão me serviriam bem. E não é ganância querer dividir seu grande prêmio com os outros, não é mesmo? "Por favor, Deus" penso "permita-me ganhar na loteria e prometo dividir o dinheiro direitinho.
Assim, no caminho para a casa de meus pais, paro num posto de gasolina para comprar dois bilhetes de loteria. Levo meia hora escolhendo os números. Sei que 44 sempre sai bem, e 42 também. Mas e o resto? Escrevo algumas séries de números num pedaço de papel e dou uma olhada de lado, procurando imaginá-los na televisão.
1 6 9 16 23 44
Não! Horrível! O que estou pensando? O 1 nunca vem na frente, para começar. E o 6 e 9 parecem errados também.
3 14 21 25 36 44
Assim está um pouco melhor. Preencho os números no bilhete.
5 11 18 27 28 42
Estou razoavelmente impressionada com esta seqüência. Tem cara de vencedora. Já posso imaginar Moira Stewart lendo-a alto no jornal da TV. "Um vencedor, aparentemente morador do sudoeste de Londres, ganhou um prêmio estimado em dez milhões de libras."
Por um momento sinto que vou desmaiar. O que farei com dez milhões de libras? Por onde vou começar?
Bem, para início de conversa, por uma grande festa. Em algum lugar elegante mas legal, com muito champanhe, muita dança e um serviço de táxis para ninguém precisar dirigir. E presentes para os convidados levarem para casa, como um banho de espuma muito bom ou algo assim. (Será que Calvin Klein faz espuma de banho? Anoto mentalmente para verificar na próxima vez que for à Boots.)
Depois comprarei uma casa para toda a minha família e meus amigos, claro. Inclino-me no balcão da loteria e fecho os olhos para me concentrar. Suponha que eu compre vinte casas por 250.000 libras cada uma. Ainda me sobram... cinco milhões. Mais uma 50.000 libras da festa. E depois levarei todos para viajar num feriado, para Barbados ou algum lugar desses. Isto irá custar mais ou menos... 100.000 libras, se todos voarmos de classe econômica.
Então são quatro milhões, oitocentos e cinqüenta mil. Ah! Eu preciso de seis mil para pagar todas as minhas dívidas com os cartões de crédito e com contas no vermelho. Mais trezentas para Mione. Digamos que sejam sete mil. Isto me deixa com... quatro milhões, oitocentos e quarenta e três mil.
Farei muita caridade, claro. Na verdade é provável que eu crie uma fundação. Sustentarei todas essas casas de caridade feias que são ignoradas, como de doenças de pele e asilo para velhos. E mandarei um grande cheque para minha velha professora de inglês, a Sra. James, para que possa equipar a biblioteca da escola. Talvez eles até mudem o nome da biblioteca em minha homenagem. A Biblioteca Weasley.
Ah, e trezentas para aquele casaco estonteante da Whistles que eu preciso comprar antes que todos eles sejam comprados. Então quanto resta depois disso? Quatro milhões, oitocentos e quarenta e três mil, menos...
— Dá licença. — Uma voz me interrompe e olho meio confusa. A mulher atrás de mim está tentando chegar ao caixa da loteria.
— Desculpe-me — digo eu, e educadamente deixo-a passar. Porém a interrupção deixa-me um pouco perdida nos cálculos. Eram quatro ou cinco milhões?
Depois, quando vejo a mulher olhando para um pedaço de papel coberto de números rabiscados, um pensamento horrível toma conta de mim. E se der uma das seqüências de números que eu rejeitei? E se der esta noite 1 6 9 16 23 44 e eu não marquei? Eu me odiaria, não é? Por toda a minha vida, eu nunca me perdoaria. Seria como o cara que cometeu suicídio porque esquecera de colocar seu bilhete no correio.
Rapidamente preencho bilhetes com todas as combinações de números escritos no meu pedaço de papel. São nove bilhetes ao todo. Nove libras — um bocado de dinheiro realmente. Quase me sinto mal por gastá-lo. Mas então, são nove chances de ganhar, não é?
E agora a sensação que tenho quanto à série 1 6 9 16 23 44 é boa. Por que esse conjunto específico de números entrou na minha mente sem mais nem menos e ficou ali? Talvez alguém, em algum lugar, esteja tentando me dizer alguma coisa.
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1 Brompton Street
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Srta. Ginevra Weasley
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2 de março de 2000
Prezada Srta. Weasley
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Por tempo limitado, estamos oferecendo PONTOS EXTRAS em todas as compras acima de 50 libras feitas com o Cartão Brompton Gilt* — portanto aproveite a oportunidade agora pra somar mais pontos ao seu total e usufrua alguns de nosso Presentes aos Pontuadores.
Dentre os fantásticos presentes que estamos oferecendo incluem-se:
Uma bolsa de couro italiana 1.000 pontos
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(Seu total atual é: 35 pontos)
E lembre-se, durante este período de oferta especial, você ganhará dois pontos por cada 5 libras gastas. Esperamos recebê-la em nossa loja dentro em breve para aproveitar esta oferta única.
Atenciosamente
Adrian Smith
Gerente de Serviços ao Cliente
*Não inclui compras em restaurantes, farmácias, bancas de jornais e cabeleireiros
**com algumas restrições — ver folheto anexo
Oi galera espero que vocês se divrirtam com esse e os demais livros que comecarei a postar aqui ( pode deixar não esqueci a minha fic não HP e as Esferas do Poder - continua firme forte e com mais surpresas) bjs galera fiquem com JESUS
Anny W. P. Oi anny migaaaaaaaaa
claro sempre HG na veia rsrsrsrsrs nosso casal preferido sempre junto rsrs
bjs miga fica coM JESUS
Thamis No mundo ........ Oi Thamis em mais uma fic juntas rsrsrs pode deixar vou estar postando logo tanto aqui como lá , então está gostando ?? bjs guria fica com JESUS
Fl4v1nh4 Tb adoro esse livro simplesmete é um dos meus favoritos espero que continue acopanhando gostou das participações do Harry até agora rs bjs guria fica com JESUS
Day Pereira dAY!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Migaaaaaaaaaa rsrsrsr não acredito vc descontrolada com um cartão de crédito rsrsr não se esqueça de chamar as amigas viu bjs guria fica com JESUS
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