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5. A Nova Julieta


Fic: Forças do Destino I - Romeu e Julieta


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-Ai, ai... Que noite magnífica – disse Hermione, alegre, ao acordar no dia seguinte, sentando-se em sua cama e espreguiçando-se. – Quem sabe hoje, eu não descubro que tudo não passou de um pesadelo? E que nada aconteceu... Seria tão bom se isso fosse possível! – enquanto esfregava os olhos, Hermione colocou as pernas para fora da cama e, perplexa, falou – Ih... Eu dormi sem coberta! Devia estar cansadinha demais pra dormir assim... – levantando-se da cama, Hermione espreguiçou as pernas e, após agitar os braços para cima, ela os abaixou e sorriu.
Ela desceu as escadas do dormitório e, no salão comunal, desceu as escadas que davam para o banheiro do salão. Chegando lá viu várias garotas de vários anos entrando, tomando e saindo do banho. Entrou em um dos vários Box do banheiro, fechou a porta dele, despiu-se de pouco a pouco, cada vez mais feliz pelo dia perfeito que ela pensava que viria pela frente. Com as roupas no braço, ela usou a varinha para manda-las para a lavanderia e depois abriu o chuveiro. Depois de esperar que a água estivesse numa temperatura agradável, ela entrou em baixo do chuveiro e deixou que a água limpasse todo aquele pesadelo do seu corpo. Sentiu a água molhar cada parte de seu corpo. Pegou o sabonete do Box e passou-o pelo corpo. Depois, deixou que a água levasse o sabão que ela havia passado em seu corpo e junto todas as impurezas. Pegou um shampoo dois em um (shampoo e condicionador juntos) e passou em seu cabelo. Massageou bem o cabelo, tentando relaxar e esquecer de tudo. Terminando de massageá-lo, Hermione tirou o shampoo do cabelo com a água que caia do chuveiro e depois, de banho tomado, desligou o chuveiro e tirou o excesso de água do seu cabelo. Conjurou uma toalha e com ela na mão, começou a secar-se. Seca, ela abriu a porta, saiu do Box e foi para outro, que estava na frente do que ela estava, mas, que não tinha chuveiro, feito para que as garotas pudessem se trocar sem molhar as suas vestes. Lá dentro, com a porta fechada, ela conjugou suas roupas e mandou a toalha para a lavanderia. Vestiu-se rapidamente e, pronta, saiu do Boxsubiu as escadas e foi direto para seu dormitório.
No dormitório, ela foi até seu criado mudo e passou seu perfume, feliz da vida. Depois, colocou meia e sapato. Pronta, ela desceu as escadas saltitando. Havia alguns alunos no salão comunal. Muito feliz Mione deu bom dia a todos, que estranharam a felicidade da garota. Mas Mione não ligou para o que estavam dizendo. Passou pelo retrato da Mulher Gorda que chiou pra ela. Como estava de muito bom humor, Hermione falou para que não ficasse se remoendo.
-Ficar se remoendo, minha querida Mulher Gorda, é o mesmo que tomar veneno e desejar que outra pessoa morra. – disse Mione, saltitando para lá e para cá.
Ela desceu as escadas cantando, dançando, saltitando, dando bom dia a todos que ela via, até mesmo aos sonserianos, alunos para quem ela geralmente viraria a cara.
No saguão de entrada, viu Draco Malfoy indo para o salão principal tomar café, de costas, olhando fixo para ela. Hermione sorriu. Abriu a boca para dar bom dia, mas, a voz dela não saiu. Ela não conseguiu emitir nenhum som. Preocupada, ela colocou as mãos em sua garganta. Mas depois que Draco desapareceu de vista, ela conseguiu emitir sons com suas cordas vocais.
Hermione se despreocupou, voltou a saltitar e foi para o salão principal.
Quando chegou no salão principal, Hermione caiu em si e voltou para a realidade. Harry e Rony estavam longe um do outro (com cara feia), vários grifinorianos olharam feio para Mione pelo que ela havia feito com Rony e, para o total e completo sofrimento de Hermione (apesar dela não saber) , Draco estava conversando com Jenny com um sorriso abobalhado.
A garota colocou as mãos no rosto e abaixou a cabeça, entristecida. Por mais que ela realmente quisesse e desejasse, tudo o que havia acontecido não havia sido um sonho e, mesmo que parecesse, ela nunca iria mudar a realidade.
Ainda com as mãos no rosto e com a cabeça baixa, Hermione virou-se e saiu correndo, chorando pelo que estava acontecendo com ela. Como estava com a mão no rosto, a mão impedia Hermione de ver qualquer coisa que estivesse em sua frente. Sendo assim, Hermione acabou dando um encontrão em Aaron no saguão de entrada. Ela só não caiu porque o garoto a segurou pelo braço esquerdo quando ela estava começando a cair.
Soltando-se de Aaron, Hermione, colocou a mão esquerda na cabeça, tentando se recompor. Olhando fixo para os olhos de Mione, Aaron viu-os cheios de lágrimas. Realmente preocupado, ele perguntou se estava tudo bem.
-Por que isso tem que acontecer comigo?
-O que?
-Está tudo de pernas pro ar. Tá tudo errado!
-Calma Hermione. Você quer conversar?
A garota não disse nada. Olhou para Aaron e pensou que ele até poderia vir a ser um grande amigo. Ainda olhando para Aaron, ela apenas balançou a cabeça afirmativamente. Por um momento, ela esqueceu das suas tristezas e foi com Aaron para fora do castelo. Eles caminharam pelo jardim da escola, conversando sobre a vida. Enquanto conversava, Hermione percebeu que Aaron tomou todo cuidado para não tocar em assuntos delicados antes da hora.
Cansados de andar, eles sentaram em frente ao lago. Pensativa, Hermione falou para si mesma:
-Tudo que muda minha vida acontece aqui, em frente ao lago... Por que será?
-O quê?
-Nada, não... Eu estava apenas pensando com meus botões.
-Ãh?
-É uma expressão... O povinho sem cultura!
-Bebeu foi?
-Não... É que minha família não é bruxa e, eu cresci entre não-bruxos... E aprendi expressões que eles falam e, por sinal, que eu também falo.
-Que gozado!
-Ei!
-Desculpa...
Os dois ficaram em silêncio por uns cinco minutos, observando o lago e os seres que habitavam nele e vinham para a superfície ver os alunos da escola.
-Por que você estava chorando?
-Por que eu sou idiota, só isso!
-Não seja boba...
-Eu sou boba, tá?
Silêncio novamente. Porém este foi mais curto, pois logo Hermione continuou a conversa.
-Você escolheu uma péssima hora para me encontrar!
-Acho que foi você que escolheu a hora! Você que estava correndo na minha direção e não eu!
-Oh! Jura? Eu não sabia...
-Agora você sabe!
-E você acha que sabe muito, né?
-Sei... Sei até que você a... – antes de terminar a frase, Aaron parou de falar, pois estava entrando em assuntos que não o interessava.
-Vamos... Fale logo o que você pensa que sabe!
-Eu sei que você ama o Malfoy!
-O QUÊ? – Hermione deu um pulo e se levantou do chão, perplexa com o que Aaron havia dito – VOCÊ PIROU? – Hermione estava praticamente gritando com Aaron, que ria. – Eu... Eu... ODEIO O MALFOY, viu? E... E... E... E sendo assim, eu... Eu não poderia... Er... Ama-lo, pois eu odeio aquela praga!
Ainda rindo, Aaron levantou-se e ficou frente a frente com Hermione.
-Você gosta dele sim...
Hermione ficou com raiva. Ia fazer aquilo de novo. Ela tentou se segurar. Tentou, tentou, tentou e, por fim, estava conseguindo.
-E não negue.
Agora fora a gota d’água que transbordou o copo de Hermione. Com raiva e entristecida, Hermione, juntou toda sua força na mão direita e soltou a mão no rosto de Aaron, que após receber o tapa, colocou a mão esquerda no lado esquerdo do rosto e olhou assustado para Hermione.
-EU NÃO AMO O MALFOY! EU O ODEIO! Nunca se esqueça disso ou também vou odiá-lo. – após terminar de falar, Hermione virou-se e foi correndo para dentro do castelo. Lá dentro, no saguão de entrada, olhou para o seu relógio e viu que ainda dava tempo de fazer o que queria. Correndo, ela subiu todas as escadas e foi a o sétimo andar. Lá, disse a senha para a Mulher Gorda, que além de abrir passagem rapidamente e sem reclamar, sorriu ao ver a garota.
Hermione agradeceu a Mulher Gorda, entrou rapidamente no salão comunal e subiu correndo para seu dormitório. Ao chegar lá, viu que não tinha ninguém, foi em direção do seu criado mudo, abriu a gaveta, tirou de lá o diário que havia ganhado de Rony e fechou a gaveta. Pegou uma de suas penas e começou a escrever um poema no diário. Só conseguiu escrever duas frases, pois logo seu despertador tocou (ela o deixava ligado para quando ela estivesse no dormitório, não se atrasasse). Rapidamente, Hermione fechou o diário, colocou-o em baixo da cama, desligou o despertador, pegou seu material e, correndo, desceu as escadas. Passando pelo retrato da Mulher Gorda, Hermione disse tchau para a “porteira” e desceu correndo as escadas. Naquele dia, sua primeira aula era Runas Antigas. Sendo assim, ela desceu até o quinto andar e lá, entrou a na terceira sala do corredor à esquerda.
Dentro da sala, viu que somente seis alunos haviam chegado além do professor. Sentou-se no lugar que costumava sentar, na primeira carteira do meio, em frente à mesa do professor, colocou o material em cima da mesa e esperou que a aula começasse.
Não demorou muito, todos os alunos já estavam na sala e o professor começou a aula.
Embora gostasse muito da aula e da matéria de Runas Antigas, naquela manhã Hermione não estava nem um pouco interessada na aula. Tudo em sua vida estava mudando e tudo a estava a transtornando. Por mais que tentasse, a angústia não deixava que as aulas valessem algo. Tudo que o professor falava entrava por um ouvido, dava uma volta pelo cérebro brilhante de Hermione e saia pelo outro, impossibilitando-a de se lembrar de qualquer coisa. Tanta era a distração em seus pensamentos que havia coisas que ela não ouvia ou não entendia. Cansada, ela decidiu que iria pedir matéria para um de seus colegas de classe ao final da aula, assim, não iria ficar atrasada com a matéria.
Ela pegou um pergaminho e uma pena. Molhou a pena no tinteiro que ela havia posto sobre sua mesa e começou a escrever. Escreveu durante quase toda a aula. Quando o professor passava para ver se os alunos estavam fazendo a lição passada, ela abaixava a cabeça, de um jeito com que ela pudesse escrever sem que o professor visse o que ela escrevia.
Hermione terminou de escrever o que queria pontualmente quando tocou o sinal do final da aula. Ela passou os olhos pelo que havia escrito. Vendo tudo certo, tampou o tinteiro e guardou-o em sua maleta junto com a pena e o pergaminho que havia utilizado. Pegou seu horário para ver que aula tinha a seguir e depois de ver que era Transfiguração, guardou-o de volta em sua maleta. Ela levantou-se da carteira e saiu da sala, seguida de outros alunos que também se atrasaram um pouco vendo qual seria a próxima aula deles. Rapidamente, ela correu para as escadas e desceu para o terceiro andar. Correu pelo corredor e chegou a frente da sala de Transfiguração. Respirou aliviada: havia chegado antes da aula começar.
Entrou na sala e procurou Harry e Rony. Eles já haviam chegado, mas cada um ocupava uma carteira, longe um do outro. Rony estava sentado com Dino Thomas e Harry, com Neville. Hermione sentou-se no fundo da sala, sozinha, enquanto entravam alunos e mais alunos na sala. Em menos de três minutos, todos estavam na sala.
Hermione fora obrigada a sentar com Padma Patil, já que quando a corviana chegara, não havia mais nenhum lugar a não ser ao lado dela. Por sorte, Padma não perguntara nada sobre Aaron, Draco, Rony ou Harry. Para felicidade de Hermione, Padma se mostrou bastante preocupada com ela. Perguntou se estava tudo bem, se estava preocupada com algo, se precisava desabafar. Hermione simplesmente respondeu que precisava mais do que nunca de uma amiga que a ajudasse.
Sussurrando, as duas conversaram a aula toda, sem que a professora percebesse. Ao tocar o sinal, Hermione despediu-se de Padma e foi para sua aula de Aritmancia. Como estava um pouco melhor por ter desabafado com Padma, a garota conseguiu prestar atenção na aula e fez anotações, como sempre fazia, com todos os detalhes da explicação do professor. Até quando o professor expirava, Hermione anotava, para não esquecer nada.
Terminada a aula, Hermione foi para o salão principal para almoçar. Sentou-se no primeiro lugar vazio que viu, não ligando para os olhares frustrados e arrogantes que os grifinorianos davam para a garota. Ela comeu calmamente, com todo tempo do mundo, como não comia faz tempo. Conversou com o grifinorianos que estavam ao seu redor. A princípio, eles a respondiam com respostas curtas e secas, mas, depois, foram amolecendo com o doce sorriso de Hermione, e conversaram normalmente com a garota. Aos poucos, sem perceber, Hermione estava reconquistando a confiança que havia perdido em relação aos grifinorianos.
Nas aulas que se seguiram ao almoço, Hermione voltou a ser o que era. Naquele dia, ela ganhou mais pontos que em todos os outros dias, fazendo a Grifinória passar a frente de Sonserina e depois, Lufa-Lufa, ficando em primeiro lugar na Copa das Casas, o que fez que os grifinorianos voltassem a gostar um pouco mais dela.
-Parabéns, Mione. – disse Gina à garota, quando Hermione saiu da sua última aula do dia: Feitiços. Desde o dia em que Hermione fora beijada por Aaron, Gina não falava mais com ela, como se ela tivesse a traído.
-Obrigada Gina. – respondeu Mione para a ruiva, com um sorriso aberto no rosto, feliz por ter voltado a ser quem ela era, descendo as escadas. Hermione avistou Padma e, ainda sorrindo, disse para Gina – Se você não se importa, eu preciso falar com uma pessoa.
Gina balançou a cabeça afirmativamente uma vez, piscando e Hermione, desceu as escadas, com o passo um pouco mais rápido, praticamente correndo. Padma não estava muito longe, então, logo, Mione a alcançou.
-Padma! – falou Hermione, para chamar a atenção da garota para si. Padma virou-se para ela e sorriu ao ver Hermione.
-Oi... – ela disse, sorrindo.
-Eu... – começou Hermione, mas parou para respirar. – Eu queria te agradecer pelo apoio que você me deu quando eu mais precisava.
-Não seja por isso. Vamos jantar?
-Claro!
Terminando de falar, Hermione desceu as escadas com Padma e as duas foram para o salão principal. Lá, se despediram e foram cada uma para mesa de sua casa. Hermione sentou-se perto de Rony sem que ele percebesse, que, mesmo chateado, sorriu ao ver a garota perto de si. Hermione sorriu em retribuição e nada mais precisava ser dito. Rony balançou a cabeça afirmativamente, dizendo sem palavras que estava tudo bem, que ela não precisava se preocupar porque passado era passado. Eles deveriam viver o presente, somente o presente, esquecendo o passado e nem sequer pensando no futuro.
Naquele momento, mais do que nunca, sem o peso que nunca tivera na consciência, Hermione mudou para o lugar que estava à frente de Rony e jantou conversando com o garoto, como se nada tivesse acontecido e a amizade deles fosse a mesma de sempre.
Quando terminou o jantar, Hermione levantou-se do seu lugar, limpou as vestes e caminhou com Rony até o saguão de entrada. Juntos subiram as escadas até o quarto andar, onde Hermione se despediu do amigo e foi para a sala de teatro, enquanto Rony ia para o salão comunal da Grifinória.
Chegando lá, Hermione viu que vários alunos já estavam na sala, sentados, conversados ou ensaiando suas falas.
Com todos os alunos do curso na sala, a professora Trelawney começou a ensaiar a parte em que Romeu fazia juras de amor a Julieta, que estava em sua varanda.
[Draco]
No céu, o olhar de minha amada flutuaria pelo éter, tão brilhante que os pássaros começariam a cantar, pensando que era dia. Oh, como ela apóia o queixo na mão! Ah, se eu fosse uma luva, para vestir aquela mão, para tocar aquela face!
[Hermione]
Ai de mim!
[Draco]
Ela disse alguma coisa. Ah, fale outra vez, anjo de luz! Pois tu és tão gloriosa nesta noite, pairando sobre minha cabeça, como um mensageiro alado do paraíso, para quem se eleva os olhares espantados dos simples mortais que caem de costas só para contempla-lo quando ele monta em nuvens vagarosas e desliza sobre o coração do espaço.
[Hermione]
Ah, Romeu, Romeu! Por que tinhas de ser Romeu? Renega teu pai, rejeita teu nome; e, se assim não quiseres, jura então que me ama e deixarei de ser uma Capuleto.
[Draco] (à parte)
Devo escutar mais, ou devo falar agora?
[Hermione]
É só teu nome que é meu inimigo. Mas tu és tu mesmo, não um Montéquio. E o que é um Montéquio? Não é mão, nem pé, nem braço, nem rosto, nem qualquer outra parte de um homem. Ah, se fosses algum outro nome! O que significa um nome? Aquilo a que chamamos rosa, com qualquer outro nome teria o mesmo e doce perfume. E Romeu também, mesmo que não se chamasse Romeu, ainda assim teria a mesma amada perfeição que lhe é própria, sem esse título. Romeu livra-te de teu nome; em troca dele, que não é parte de ti, toma-me inteira para ti.
[Draco]
Tomo-te por tua palavra; chama-me de teu amor, e serei assim rebatizado; nunca mais serei Romeu.
Ouvindo Draco recitando a frase, Hermione viajou. Foi até Júpiter e só voltou porque Trelawney, docemente, a chamou.
-Srta. Granger.
-Ai! Desculpa. Distraí-me.
-Tudo bem. Vamos continuar.
[Draco]
Nunca mais serei Romeu.
[Hermione]
Quem é esse homem que, assim envolto pela noite, tropeça em meu segredo?
[Draco]
Com um nome, não sei como te dizer quem sou. Meu nome, minha santa, é odioso a mim mesmo, porque é inimigo teu; se o tivesse escrito, rasgaria a palavra.
Novamente, Hermione desligou-se do mundo ouvindo Draco e, novamente, Trelawney chamou a atenção da garota.
-Não irá acontecer de novo, professora. Desculpe-me.
[Draco]
Se o tivesse escrito, rasgaria a palavra.
[Hermione]
Meus ouvidos ainda não saciaram a sede de uma centena de palavras articuladas por essa língua, e, no entanto conheço esse som; não és Romeu e um Montéquio?
[Draco]
Nem um, nem outro, bela santa, se te desagradam os dois.
Ao ouvir Draco falar “bela santa” Hermione suspirou e, distraída, perdeu a deixa.
-Srta. Granger – disse Trelawney, perdendo a paciência – Se você se distrair mais uma vez, terei que te substituir.
-E quem a senhora colocaria em meu lugar? – perguntou Hermione, em tom desafiador.
-Uma aluna que é tão capaz quanto à senhorita. E, nesse momento, parece ser melhor que você.
-E quem seria?
-Jenny Granger.
Ao ouvir o nome da “irmã”, Hermione passou os olhos pela classe e só então notou a presença da outra Granger. Vendo Jenny na sala, os nervos afloraram e ela, com raiva, disse.
-Ela não será a Julieta, pois eu sou a Julieta.
-Veremos. Continue Sr. Malfoy.
[Draco]
Se te desagradam os dois.
Prestando o máximo de atenção, Hermione disse suas falas com raiva.
[Hermione]
Como vieste parar aqui, conta-me, e por que razão? Os muros do pomar são altos e difíceis de escalar, e, considerando-se quem és, este lugar é sinônimo de morte no caso de um parente meu encontrar-te aqui.
[Draco]
Com as asas leves do amor superei estes muros, pois mesmo barreiras pétreas não são empecilho à entrada do amor. E aquilo que o amor pode fazer é exatamente o que o amor ousa tentar. Assim sendo, teus parentes não são obstáculos para mim.
Ouvindo a voz de Draco, Hermione acalmou-se um pouco, sem saber o porque.
[Hermione]
Se eles te vêem, vão matar-te.
[Draco]
Ai de mim! Teu olhar é mais perigoso que vinte das espadas de teus parentes. Basta que me olhes com doçura, e estou a salvo da inimizade deles.
[Hermione]
Por nada neste mundo quero que eles te vejam aqui.
[Draco]
Tenho o manto da noite para me ocultar dos olhos deles. E, se não me amas, deixa que eles me encontrem aqui. É melhor ter minha vida cercada pelo ódio de teus parentes que ter a morte prorrogada, carente de teu amor.
Hermione tentou evitar não conseguiu. Viajou novamente. E só voltou quando a professora Trelawney gritou, irritada.
-SRTA. GRANGER! JÁ CHEGA!
-Desculpa professora.
-Está desculpa, mas terei que te trocar de papel.
-Não professora, tudo menos isso!
-Não tenho escolha, Srta. Granger. E, vocês dois podem descer do palco. A aula está terminada. A classe toda está dispensada menos a Srta Granger e o Sr. Malfoy.
-O que foi agora? – perguntou Draco, aproximando-se da professora.
-Terei que afastar a Srta. Granger do papel.
-Não, professora. – suplicou Hermione.
-Eu já me decidi. Podem ir.
Hermione olhou para a professora e vendo que não era uma brincadeira, começou a correr, chorando, mas não correu muito, pois logo, Draco a segurou pelo braço e falou:
-Preciso falar com você.
Hermione olhou nos olhos do garoto e os dois seguiram juntos para fora da sala. Não havia mais ninguém no corredor. Poderiam conversar a vontade.
-Por que você se distraiu tanto?
-Não sei!
-Sabe sim...
-Não sei, não!
-Você me ama, mas não quer confessar.
-Olha aqui, Draco Malfoy. – Hermione começou a gritar
-OLHA AQUI VOCÊ, GRANGER. – Draco também começou a gritar e, como ficou bravo, apertou o braço esquerdo de Hermione. Ela gritou de dor e ele a soltou. – Desculpa.
-Pelo que?
-NADA!
-Hunf... Você é um idiota, sabia? – Hermione esfregou o lugar machucado.
-Presta atenção, Granger. Eu vou dizer só uma vez. – Hermione olhou nos olhos de Draco e ele nos dela. – Eu me apaixonei por você depois daquela noite, perto do lago, quando nos beijamos.
-Arg. – Hermione passou a mão esquerda na boca, como se fosse para tirar algo da boca – Você me beijou, você quer dizer.
-Cala a boca e escuta. – Hermione engoliu em seco. – Mas depois, você começou a namorar o Weasley e eu duvidei do seu sentimento por mim.
-EU NÃO SINTO NADA POR VOCÊ ALÉM DE ÓDIO!
-EU MANDEI VOCÊ CALAR A BOCA. – Draco apertou o braço de Hermione de novo.
-AI!
-Desculpa. – rapidamente, ele a soltou.
-Hunf... Continua.
-Er... Então, sua irmã, a J, entrou na escola.
-ELA NÃO É MINHA IRMÃ.
-EU JÁ MANDEI VOCÊ CALAR A BOCA!
-NINGUÉM ME MANDA CALAR A BOCA!
-AH É? SÓ AGORA QUE JÁ TE MANDEI CALAR A BOCA UMAS TRÊS VEZES.
-Hunf...
-Er... Sabendo que nunca iria ficar com você, me aproximei da Jenny. Mesmo sabendo que ela nunca iria te substituir, eu sabia que eu poderia ficar com ela até que eu consiga ficar com você.
-GALINHA!
Draco ignorou a interrupção de Hermione e continuou.
-E agora, estamos namorando.
-O QUÊ?
-ESTAMOS NAMORANDO.
-Não... Não... – Hermione murmurou, começando a chorar, sem saber o porque.
-JENNY! – berrou Draco.
De longe, começaram a surgir barulho de passos.
-Não... Não... É mentira. – Hermione continuou murmurando.
Quando Jenny chegou, Draco colocou sobre os ombros da recém-chegada o braço esquerdo e ela retribuiu, colocando o braço direito nas costas do garoto.
-Não... Não... – Hermione murmurou um pouco mais alto. Chorando cada vez mais, ela gritou. – É MENTIRA! – Hermione correu pra cima de Draco e começou a bater nele, com raiva. – VOCÊ ESTÁ MENTINDO. VOCÊ NÃO ESTÁ COM ELA! NÃO ESTÁ.
Draco afastou Hermione dele, com medo de se machucar e falou:
-É verdade, Hermione. Você terá que aceitar.
Hermione olhou para Jenny e Draco abraçados.
-Não... Não é verdade. Não pode ser. – Hermione parou de chorar, pensando que tudo era só uma brincadeira.
-Aceite, Hermione.
-NÃO DRACO, VOCÊ NÃO ESTÁ COM ELA... VOCÊ NÃO PODE ESTAR COM ELA!
-Por que não?
-Porque... Porque... NÃO SEI! E TAMBÉM NÃO IMPORTA O PORQUE! O QUE IMPORTA É QUE VOCÊ NÃO PODE ESTAR COM ELA... PORQUE... PORque... Porque você não a ama... Você ama a...
-Não Hermione!
-VOCÊ ESTÁ MENTINDO! EU NÃO ACREDITO EM VOCÊ!
-Não estou mentindo.
-ESTÁ SIM!
-EU NÃO ESTOU MENTINDO, HERMIONE, PORQUE SEUS BEIJOS ME MATARAM. OU MELHOR, A FALTA DOS SEUS BEIJOS FOI O QUE ME MATOU. E seus sonhos também. E, com a minha morte, seus beijos e sonhos vão comigo. Assim, quem sabe, numa próxima vida, possamos ficar juntos.
-PARA! VOCÊ ESTÁ ME CONFUNDINDO! – Hermione passou as mãos pelos olhos, para enxuga-los – Você está mentindo. Eu sei!
-Não... Eu nunca falei tão sério! Eu te amei... Mas agora não te amo mais!
Ao terminar de falar, Draco virou-se para Jenny e a beijou. A garota retribuiu e fez o mesmo.
Hermione olhou para Jenny e Draco se beijando e abaixou a cabeça, entristecida. Lágrimas escorreram novamente pelo seu rosto. Ela colocou as mãos sobre o rosto e saiu correndo de cabeça baixa. “O que está acontecendo comigo? Por que eu me incomodo tanto com os dois?”, pensava. Ela parou de correr e chorar por um instante, e ainda com a cabeça baixa colocou a mão no peito e murmurou “Por que esta dor no meu peito agora? O que eu sinto por ele não é real!” Ela lembrou da cena de Jenny e Draco e novamente, começou a chorar, com mais tristeza que antes. “Eu não gosto dele! Eu tenho certeza disso...”, disse a garota para si mesmo. “Eu não posso estar gostando... Não posso! Oh, não. Eu gosto dele. E agora que perdi o papel de Julieta, não terei mais como ficar perto dele!”. Mione levantou a cabeça e voltou a correr, chorando pela dor que carregava no peito.
De repente, começou a ouvir uma música da sua banda favorita, que vinha do nada. Ela parou para ouvir o começo. Só ouviu o som dos instrumentos.
Vários acontecimentos dos dias anteriores passaram feito filme na cabeça de Hermione. Um flashback.
“Draco olhou para ela com um sorriso de deboche na cara”
“Ela se sentou, e abraçando seu travesseiro, pensou: ‘Hunf... Um dia eu ainda mato ele’ e, com raiva, socou seu travesseiro”.
“Ouvindo Draco fazer as falas de Romeu, os olhos de Hermione brilharam, ela esqueceu do mundo e disse para si mesmo: ‘Ele é um ótimo ator. E, realmente, muito bonito’”.
“Foi tudo muito rápido: Hermione estava andando quando deu um passo em falso, tropeçou e começou a cair. Draco a viu tropeçando e foi ajudar. Mione não caiu porque Draco a segurou e logo, Hermione estava nos aconchegantes braços de Draco”.
“Com os olhos cheios de água, Hermione olhou para Harry, que também tinha lágrimas em seus olhos”.
“Hermione ouviu um barulho e, assustada, correu para o lado de Draco”.
“Os dois olharam para suas mãos: a mão direita de Hermione estava sobre a mão esquerda de Draco. Ela tirou sua mão de lá o mais rápido que conseguiu e olhou para frente”.
“Hermione olhou para novamente para Draco e ele tomou coragem. Colocou a mão esquerda no rosto de Hermione e, com a mão direita, puxou-a para mais perto dela. Em retribuição, Hermione o abraçou e os se beijaram”.
“Hermione piscou, entendendo, naquele momento, o que sentia por Draco. Aquele sentimento era, para ela, tão estranho e tão lindo”.
“Rony colocou o embrulho nas mãos de Hermione”
“Hermione pulou nos braços de Rony, ele a girou e eles se beijaram”.
“O desejo deles era tanto que o beijo se prolongou por aproximadamente três, quatro minutos”.
“Draco também começou a gritar e, como ficou bravo, apertou o braço esquerdo de Hermione. Ela gritou de dor e ele a soltou”.
Palavras começaram a ser gritadas em sua cabeça. Quando a música parou, a garota colocou a mão nela e a balançou, tentando afastar os pensamentos.
“-Julieta”
“-Pode e vai!”.
“-Ela é a MINHA Julieta”
“-MINHA Julieta”
“-Eu não sou sua!”.
“-Mais uma vez você não resistiu”
“-Ué, você não é a sabe-tudo?”.
“-Você fica uma graça irritadinha”
“-Irritadinha”
“-Onde você estava?”.
“-É muito tarde”.
“-Você não é assim!”.
“-Talvez você não me conheça direito”
“-Ei, ei. Não chore!”.
“-Não chore”
“-Não chore”
“-Chore”
“-Hermione, quem te ama mais do que eu?”.
“-Eu gosto de você, Hermione”.
“-Jenny Granger”
“-Irmã de Hermione Granger”
“-Srta. Granger”.
“-Granger”
“-Granger”
“-Por que você está com o Weasley?”.
“-CALA A BOCA!”.
“-QUE VOCÊ É UMA GALINHA SANGUE-RUIM!”.
“-EU TE ODEIO MALFOY!”.
“-MALFOY”
“-MALFOY”
“-Eu gosto de você, Hermione”.
“-NÃO SE APROXIME”
“-HERMIONE!”.
“-HERMIONE!”.
“-HERMIONE!”.
“-GRANGER”
“-ESPERO QUE ESTEJA FELIZ!”.
“-FELIZ”
“-FELIZ”
“-Tá tudo errado”
“-Você quer conversar?”.
“-Não seja boba...”.
“-Boba”
“-Boba”
“-VOCÊ PIROU?”.
“-EU NÃO AMO O MALFOY! EU O ODEIO!”.
“-Eu queria te agradecer”
“-Não seja por isso. Vamos jantar?”.
“-Jantar”
“-Jantar”
“-Tudo bem. Vamos continuar”.
“-Se você se distrair mais uma vez, terei que te substituir”.
“-Não, professora”.
“-Não sei!”.
“-Você me ama, mas não quer confessar”.
“-Confessar”
“-Confessar”
“-EU JÁ MANDEI VOCÊ CALAR A BOCA!”.
“-ESTAMOS NAMORANDO”
“-VOCÊ ESTÁ MENTINDO”
“-Não Hermione! Eu te amei... Mas agora não te amo mais!”.
“-Agora não te amo mais!”.
“-Não te amo mais”
“-Não te amo mais”
“-Não te amo mais”
-NÃÃÃÃÃÃÃÃO – berrou Hermione. As palavras que estavam sendo gritadas em sua cabeça cessaram e a música começara novamente. Naquele momento ela conseguiu ouvir a letra da música. Para compreender melhor a letra, ela olhou para o teto.

Como poder recuperar tu amor
Como posso recuperar seu amor
Como sacar la tristeza
Com tirar a tristeza
De mi corazón
Do meu coração
Mi mundo solo gira por ti
Meu mundo só gira por ti

Sem forças e chorando cada vez mais, Hermione encostou-se na parede esquerda do corredor que estava e foi deslizando pela parede até chegar ao chão e sentar-se. Sentada, ela continuou a olhar para o teto, com lágrimas saindo de seus olhos, escorrendo pelas laterais de seu rosto e pingando no chão e na suas vestes.

Como sanar este profundo dolor
Como tirar essa profunda dor
Siento correr por mis venas
Sinto correr por minhas veias
Tu respiración
Tua respiração
Estoy tan conectada a ti
Estou tão conectada a ti
Que hasta en mis sueños te veo
Que até em meus sonhos te vejo
Sin ti yo me muero
Sem você eu morro

Hermione colocou a mão direita em seu peito esquerdo, como se sentisse uma dor no coração. Como se fosse um ataque cardíaco. Pediu a Deus que tudo fosse uma brincadeira de Draco e que ele viesse atrás dela pedindo desculpas e falando que a ama. Mas ele não veio e ela não ouviu o que queria ouvir naquele momento.

Y este corazón que te robaste
E este coração que te roubaram
Cuando te marchaste
Quando te machucaram
Y te marchaste con mis besos
Você se machucou com meus beijos
Con mis besos y mis sueños
Com meus beijos e meus sonhos

Hermione tentou lembrar dos momentos que passara com Draco. Tanto os que ela estava gritando com ele e os que ele a estava xingando quanto os momentos carinhosos. Mas não conseguiu. A imagem de Draco beijando Jenny Granger, aquela sujeitinha que todos consideravam ser irmã dela, que não era inteligente, nem muito bonita, que fazia sucesso entre os garotos, não saia de sua cabeça. Por mais que ela chacoalhasse a cabeça tentando esquecer a cena, ela não saia. Por mais que tentasse pensar em outras coisas, aquilo não saia de sua cabeça.

Y este corazón esta latiendo
VE este coração está batendo
Cada vez, mas lento.
Cada vez mais lento
Y estoy sintiendo en mis adentros
E eu estou sentindo dentro de mim
Como el fuego no se apago
Como o fogo que não se apagou
No se apago
Não se apagou

A garota deitou-se no chão, ainda com a mão no coração, fechou os olhos e continuou chorando. Aquela dor era insuportável demais para ela. Ela não agüentaria ver Draco com outra garota, mas não tinha forças para lutar por ele.

Como calmar esta profunda obsesión
Como acalmar esta profunda obsessão
Como le explico a mi alma
Como explico a minha alma
Que se termino
Que se termino
Me estoy volviendo loco por ti
Estou ficando louco por ti
Que hasta en mis sueños te veo
Que até em meus sonhos te vejo
Sin ti yo me muero
Sem você eu morro

Hermione tossiu e, decidida, sentou-se novamente. Aos poucos foi se recuperando. Aos poucos foi se levantando. Em pé, colocou a mão esquerda na parede e começou a andar de um lado para o outro, olhando para baixo, chorando.

Y este corazón que te robaste
E este coração que te roubaram
Cuando te marchaste
Quando te machucaram
Y te marchaste con mis besos
E você se machucou com meus beijos
Con mis besos y mis sueños
Com meus beijos e meus sonhos

De repente, desabou no chão. Não agüentava. A tristeza tomara posse dela. Ela sentou-se e colocou a cabeça nos joelhos, chorando por só ter se ligado naquele momento que amava Draco Malfoy, a pessoa que ela mais odiava naquele momento.

Y este corazón esta latiendo
E este coração está batendo
Cada vez, mas lento.
Cada vez mais lento
Y estoy sintiendo en mis adentros
Estou sentindo dentro de mim
Como el fuego no se apago
Como o fogo que não se apagou

Hermione encostou novamente a cabeça na parede e, ainda chorando, ficou pensando no porque de tudo de errado estar acontecendo com ela naquele ano. Perguntou a si mesma se ainda haviam coisas a serem descobertas. Dumbledore havia lhe dito que iria descobrir muitas outras coisas. Mas que coisas seriam essas?

Sigue ardiendo
Segue ardendo
Mientras exista el amor
Enquanto existir o amor
No se apago el amor
Não se apagou o amor
Y este corazón
E este coração

A garota, então, se decidiu. Ia lutar por Draco. Mas, o problema era que ela não sabia como que ela ia lutar por ele. Não tinha nenhum plano, nenhuma idéia.

Y este corazón que te robaste
E este coração que te roubaram
Cuando te marchaste
Quando te machucaram
Y te marchaste con mis besos
E você se machucou com meus beijos
Con mis besos y mis sueños
Com meus beijos e meus sonhos

Hermione perguntou a si mesma se a decisão tomada era a certa e, depois de concluir que era, enxugou os olhos.

Y este corazón esta latiendo
E este coração está batendo
Cada vez, mas lento.
Cada vez mais lento
Y estoy sintiendo en mis adentros
E estou sentido dentro de mim
Como el fuego no se apago
Como o fogo que não se apagou

Com a decisão e os olhos enxugados, Hermione começou a parar de chorar. Ainda escorriam algumas lágrimas por seu rosto, mas eram poucas. Ficou apenas soluçando por um longo tempo. Parou de soluçar exatamente na mesma hora que a música terminou.
Depois que parou de soluçar, ela levantou-se e, andando lentamente, ela foi à direção a escadaria. Subiu todas as escadas e, no sétimo andar, virou o corredor e foi andando por ele, até chegar a frente do retrato da Mulher Gorda.
Hermione disse a senha e a Mulher Gorda, vendo a cara de tristeza de Hermione, abriu a porta mais rápida do que qualquer outra vez que ela tenha aberto rápido.
Ela subiu direto para o dormitório. Trocou de roupa e jogou-se na cama.
Quando sua cabeça caiu em cima de seu travesseiro, a garota o sentiu duro. Espantada, a garota sentou-se na cama, pegou o travesseiro e colocou-o em seu colo. Ela então viu o que havia deixado o travesseiro dela tão duro: o diário que Rony havia lhe dado.
Hermione pegou-o e começou a escrever com uma pena e um tinteiro que estavam em cima de seu criado mudo.
Aos poucos, foi ficando cansada, até que, de tão cansada, dormiu em cima do diário, com a pena na mão.

N/A: Nhááá! Quatorze páginas para esse capítulo! E não é que fico bom? Eu gostei... Não é o meu favorito, mas eu gostei...
EM PRIMEIRO LUGAR, QUERO ME DESCULPAR PELA DEMORA DO CAPÍTULO 4! EU JÁ TENHO ATÉ O CAPÍTULO 7 PRONTO, MAS, EU MANDO CAPÍTULO POR CAPÍTULO, POR QUE ANTES DE ENVIAR EU VO REVISANDO...
Agora, quero agradecer a vocês que votaram na minha fic! ELA ESTÁ EM 2º LUGAR DE NOVO!
TRAJETÓRIA DA MINHA FIC NO 3V:
12/02 > Publicação do 1º capítulo
19/02 > 2º lugar
26/02 > 3º lugar
12/03 > 8º lugar
19/03 > Fora do Ranking
26/03 > 7º lugar
09/04 > 2º lugar
16/04 > 2º lugar
GENTE, BRIGADA MESMO!
Hum... A “Música Tema” desse capítulo: Este Corazón – RBD... Quando eu ouvi essa música eu estava começando a escrever esse capítulo. Ai eu pensei: “Eu tenho que colocar essa música nesse capítulo”.Well, eu recomendo que ouçam a música enquanto lêem a parte que tem a música. Eu fiz isso quando fui revisar o texto e juro que me emocionei...
Outra coisa: até hoje eu não expliquei os comentários que vem entre parênteses na maioria dos capítulos publicados. Quando estiver assim: (blábláblá) é um comentário do PRÓPRIO TEXTO, ou seja, detalhes que eu não consigo colocar no enredo, se é que vocês me entendem. Agora, se estiver assim: (blábláblá) é um comentário MEU, ou seja, não tem nada a ver com o enredo escrito. São apenas comentários que eu faço para que o leitor entenda um pouco mais o que eu escrevo, ou seja, leia nas entrelinhas. Capithi?
Agora, explicando para quem não entendeu esse capítulo:
A DECISÃO DA HERMIONE: vocês terão que descobrir! Eu não conto... Até porque, logo, logo, vai aparecer o PORQUE do “DIÁRIO” dado por Rony, O QUE a Hermione escreveu naquele pergaminho, O QUE ela escreveu no diário e O QUE FOI que ela decidiu. Então, não percam os próximos capítulos. XP
Sobre as views que eu não respondi no capítulo anterior, é que, quando vocês mandaram a view, eu já tinha mandando o capítulo para o 3V...
Agora, respondendo as views, que SUPERARAM todas as outras vezes que eu recebi views... BRIGADA!
[3V]
Rafael Potter: Olha ai! Escrevo sim! Espero que você tenha gostado desse capítulo e que leia os próximos. Beijos
Debi: Nhááá... É. A atualização do Capítulo 4 demorou, né? Mas, essa vez não demorou tanto... Você gostou tanto assim da minha fic para reler duas vezes? O.O! Estou espantadérrima. De qualquer forma, ta ai o capítulo, né? A propósito, eu gosto de deixar os outros na curiosidade porque eu sou MÁ! Muáááááááááááááá... *apanha* Ta bom, já parei! EI, ei... Já atualizei! Não precisa chorar. E, falando nisso, você já tinha esse capítulo, não tinha? Beijocas no seu coração...
Mhia: Oi! Que legal que você gosta tanto da minha fic. Mas, eu acho que ela ainda vai ficar melhor. Como você pediu-me “POR FAVOR” eu atualizei, viu? Mas, não se acostuma! Quer saber o que vai acontecer? EU NÃO CONTOOO! VAI TER QUE ESPERAR OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS! Eu sou MÁ! Muáááááááááááááá... *apedrejada* Ta bom... Não faço mais isso! Nhááá... Brigada pelo elogio... Quer dizer... Aquilo foi um elogio, né? Beijos lotados de gloss
Pa: PAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Você de novo por aqui. Que saudades de você, garota... Só porque você pediu, eu não vou judiar EXAGERADAMENTE do nosso shipper. Eu só vou judiar DEMASEADAMENTE. Certo? Ei! Gostou desse capítulo? Você falou que estava ansiosa. Espero que tenha gostado. BEIJOS ESTALADÉRRIMOS.
Rafael Potter: Eu não atualizei de novo? Você é que comento de novo! Que saco, ter que ficar respondendo suas views, moleque... Brincadeira, amigo! Agradeço por você gostar tanto da minha fic. E VOTA NA MINHA FIC, VIU? JÁ FICAMOS TRÊS VEZES EM 2º LUGAR, MAS, 1º LUGAR, ATÉ AGORA, NADA! Beijinho
Carol Hufflepuff: Ai, ai, ai... Cadê aquele príncipe encantado que eu pedi? Hauhau. Brincadeira, amiga! Espero que tenha gostado do capítulo... E que volte sempre. Beijos
Nat Lovegood: JÁ ATUALIZEI! Ei, eu tenho uma fã? NOSSA! Eu não sabia dessa! Brigada por ser minha fã. Espero que tenha gostado do capítulo. Beijocas
Paola: VOTA EM MIM! VOTA EM MIM! VOTA EM MIM!
Raquel: Calma, calma, Raquel. Já atualizei. Não precisa sair distribuindo tapas para todo mundo. Pode deixar que o capítulo ta ai. Beijos... E VÊ SE ACALMA ESSES NERVOS.
Dani¹: Mas que fofo. Brigada pelos elogios. Também te amo por você existir!
Dani²: Era você no outro view? Nossa! Nem percebi! Hauhau. Também te amo, prima. Espero que tenha gostado do capítulo.
Rafael Potter: Aff, muita brecha sua não votar em mim.
Anataly: UAU! Mais uma pessoa gostou da minha fic! Que legal... Sim, senhoura. Vou atualizar sim, ta? Não precisa ficar brava!
Simone: Hey, Sisi (posso te chamar de Sisi, né?), que bom que você está gostando da minha fic! Estou tendo que dormir mais para ter mais e mais idéias para a fic. E olha, dormir cansa, viu? Hauhau! O Aaron? O Deus grego? Sim, sim... Vai aparecer sim! Se você notar, ele apareceu nesse capítulo. E vai aparecer em mais... Sobre a idéia do baile: eu tenho a fic “Forças do Destino” toda “preparada” com uma seqüência e não deu para encaixar a sua idéia na seqüência... PORÉM, eu vou fazer a fic “Forças do Destino 2” e, para sua felicidade, terá um baile. Beijoquinhas e brigada pela idéia.
Patricia: PAAA! Oies, moreco... Eu também gosto mais do capítulo 3... Não sei porque! Talvez porque o capítulo 4 seja meio sem sal, ou seja, sem muita ação. Mas, o capítulo 5 é melhor que o capítulo 3, não é? E o que está por vir, muito melhor! Beijinhos
Patricia: Oies PattyPunk... Gosteiii... Hauhau! Eu prefiro PA, mas, se você gosta mais do PATTYPUNK, chamarei você, alternadamente de PA e PATTYPUNK... Beijos e VOTE EM FORÇAS DO DESTINO!
Para não matar ninguém de curiosidade, um pedacinho do próximo capítulo (Que já está pronto. Na verdade, o capítulo 6 e o capítulo 7 estão prontos! Mas eu não mando todos porque eu sou MÁ! Muáááááááá... Hunf! Risada maléfica, nada legal).
“O som dos passos de Hermione ecoava pela Ala Hospitalar toda. Quem sabe, pelo castelo todo. Estava tudo muito silêncio. Dava até para ouvir as gotas de orvalho escorregando das folhas e caindo no chão dos jardins das terras de Hogwarts. Hermione nem ligou para o tamanho do silêncio. Continuou andando até a cama e quando chegou lá, sentou-se. Passou-se cinco minutos e nada da enfermeira. Dez minutos, quinze, vinte, trinta, cinqüenta... Madame Promfrey estava demorando. Será que ela havia esquecido da garota? Talvez. Quem sabe? Hermione não sabia. Tudo indicava que sim. Chateada, ela jogou-se na cama e ficou olhando para o teto. Seus olhos estavam tão cansados que Hermione acabou cedendo e dormindo na cama da Ala Hospitalar em que estava deita, mesmo com dor de cabeça e querendo sua cama”.
Beijos para todos e obrigada pelo carinho.
Luísa C. Weasley!

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