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14. Surpresa!


Fic: Um Mal ou um Bem Necessário


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Snape apareceu de joelhos na frente de Voldemort.
- Meus parabéns, Severo, chegamos bem a tempo – disse ele. - Estou muito feliz com você. A Weasley escapou, mas pegamos a sangue-ruim.
Snape não conseguiu entender a razão dos parabéns, mas não manifestou nada a respeito disso.
- Eu vi quando a Weasley chegou e logo depois vim para cá. Estamos com a sangue-ruim aqui?
- Sim, ela está na sala escura – disse Voldemort calmamente. O sangue de Snape congelou. – Sabe, Severo, você conseguiu saber muito rápido a missão delas; estou feliz que tenha me mandado aquela mensagem.
Snape trincou os dentes. Dumbledore, seu filho de uma puta, aproveite muito bem o dia de hoje, porque será o último, pensou ele, tentando controlar os nervos.
- Pois é. Ela comentou comigo antes de sair; eu havia acabado de chegar da minha casa.
- Louvável, Severo – disse ele. – Você poderá pedir qualquer coisa que quiser, lhe será dado.
Snape tentou controlar o suor que lhe escorria, enquanto ainda mantinha a cabeça baixa.
- Quantos já estiveram com ela, milorde? – perguntou ele sobriamente.
- Hum... possessivo sobre seu brinquedinho, Severo?
- Não. Eu pretendia lhe pedir uma vez com ela, mas não vou tocá-la se já estiver suja.
- Entendo. Bom, você está com sorte – disse Voldemort calmamente. – Porque estou achando esse romancezinho dela com você muito útil para mim.
Snape ousou olhar para ele e expressar curiosidade.
- O que ela disse para a Weasley antes de ativar a chave de portal e ficar foi lindo – esclareceu Voldemort com um sorriso irônico. – Ela tem certeza de que você irá querer salvá-la, mas não vai arriscar a perda da posição de espião. Você é o herói dela, Severo. Eu mandei os Malfoy, o McNair, o Crabble e o Goyle baterem nela um pouco e apenas a tocarem com as mãos, sabe, só para assustar. E você vai aparecer lá e vai fazer o seu trabalho com ela. E vai salvá-la e levá-la de volta para a Ordem. E eu vou torturar você por tê-la deixado escapar, mas você vai conseguir me convencer de que foi acidente, então vou deixar você vivo. E ela vai cuidar de você quando você chegar na Ordem. E ela vai contar tudo o que souber para você.
Snape deu um sorrisinho cafajeste.
- Como quiser, milorde.
- Vá vê-la e faça o que achar melhor. E tire-a daqui. Não, melhor, vá vê-la agora e fale sobre alguma reunião de comensais que você vai aproveitar para tirá-la daqui. Ela tem que pensar que você teve sérios problemas para salvá-la.
Snape sorriu de novo.
- Ouso dizer que milorde está se divertindo com a situação.
- Mas você não faz idéia, Severo! A menina é uma estúpida.
- Mas é gostosa que você não faz idéia, milorde – ponderou Snape levantando-se.
Voldemort sorriu e assentiu.
- Pode ir, Severo.
Snape fez uma reverência e, com o coração apertado, andou altivamente até a sala escura, o lugar onde se cuidava de prisioneiros importantes.
Ele abriu a porta e entrou. A luz foi o suficiente para encontrar Hermione vendada, despida, sangrando em algumas partes, e com alguns hematomas. O lábio inferior sangrava. O desespero na voz dela cortou o coração dele:
- Quem está aí?
Ele não respondeu, apenas se aproximou devagar. A sala estava escura, mas ele conseguia ver as formas e as silhuetas.
- Pelo amor de Deus, quem está aí?
Snape envolveu a cintura dela delicadamente e aproximou o corpo do dela num abraço. As mãos acorrentadas ainda lhe permitiam devolver o abraço. Ela soluçou quando encostou a cabeça no peito dele.
- Severo... Eu sinto muito.
- Você entende agora, Hermione? – ele suspirou e apertou o abraço.
- Aquilo foi planejado... Alguém os avisou, Severo. Como os comensais saberiam que estaríamos lá bem àquela hora?
Snape trincou os dentes.
- Ainda não sei quem foi o informante, mas ele estará morto antes da meia-noite de hoje.
Ele acariciou o rosto dela de leve e beijou o topo da cabeça dela. E as mãos dele correram para cima e para baixo na cintura dela. Ela estremeceu.
- Você tem que fazer um papel, não tem? Era para você que eles estavam me guardando?
A voz dela saíra num sussurro.
- Eu não preciso fingir estar violentando você, se é o que você teme. Mas, sim, você é meu prêmio.
- Mas que sorte a minha – sussurrou ela de volta.
Snape sentiu o coração apertar.
- O que eles fizeram com você?
- Eu tenho que falar?
- Item por item.
- Eles... ahn... me... bateram no rosto... Um deles mordeu meu seio... Nossa, doeu tanto... Outro... ele... – ela soluçou.
- Você prefere que eu entre na sua mente?
- Por favor – sussurrou ela abraçando-o apertado.
Snape respirou fundo e entrou na mente dela. Ela foi arrastada para a sala, já vendada, e acorrentada às paredes, como estava agora. Haviam lhe tirado sua varinha. Ela chorava baixinho. Temia por Gina.
Então uma voz que era bastante reconhecível por Malfoy disse que ela era uma vadia e iria ter o que merecia. Ele bateu no rosto dela várias vezes e correu as mãos pelo corpo dela. Snape engoliu em seco quando viu Malfoy tocar as áreas mais íntimas dela com a velha grosseria que ele bem conhecia. E depois Draco. E depois Goyle. E depois Crabble. E depois McNair. Cada um deles bateu nela e a tocou de alguma forma.
Snape suava frio quando saiu da mente dela. Hermione chorava abraçada a ele.
- Eu deveria trancar você no seu quarto para sempre agora. Eu queria saber para onde foram suas habilidades de duelar.
- Gina tinha caído. Os comensais apareceram... e eu ativei a chave de portal dela antes que ela tentasse me ajudar. Não ia dar certo.
- Ela me disse o que você falou – a voz de Snape soou grave. – Que eu não faria nenhuma idiotice por você como o maldito Potter faria por ela.
- Severo, eu sei que você me ama, mas você tem um papel a cumprir nessa guerra.
- Você também tem. E na minha cama também, aí fica difícil dividir você com todos aqueles imbecis.
Hermione deu uma risadinha entre as lágrimas. Snape suspirou.
- Eu vou tirar você daqui, mas não pode ser agora. Haverá uma reunião entre os comensais que o Lorde das Trevas convocou, mas é só mais tarde. Eu poderei tirar você daqui nessa hora.
- Mas você não estará na reunião?
- Logo antes eu estarei aqui com você, então creio que o Lorde das Trevas entenderá se eu me atrasar um pouco.
Hermione o abraçou mais forte.
- O que vai acontecer com você?
- Eu não sei, sinceramente. Depende do que eu conseguir inventar para ele.
- Severo, me deixe aqui.
- O que?
- Se eu sou seu prêmio, talvez eu apanhe um pouco... Talvez mais alguém tente alguma coisa... Mas... eu não quero que você morra.
- Deixe de ser estúpida, menina – Snape estava furioso, de repente. – Você conhece Malfoy? Sabe em que dia ele vai respeitar que algo é meu e não pode ser dele? Dia 30 de fevereiro, com sorte.
- Eu... eu não me importo – sussurrou ela.
Snape teve dificuldades de ignorar a dor forte em seu peito.
- Hermione... Você não tem escolha. Eu vou tirar você daqui. Da próxima vez que aceitar alguma missão daquele velho idiota pense nisso, tudo bem?
Ela voltou a chorar com mais força.
- Severo, eu sinto muito.
- Não sinta. Não sinta. Vai ficar tudo bem.
Ele virou o rosto dela para cima e a beijou carinhosamente. Ela o beijou de volta e suspirou no meio do beijo.
- Você é tão gostoso, sr. Mestre de Poções – ela murmurou, e ele deu um sorrisinho enquanto brincava com os cachos dela.
- Acho melhor você se preparar para esperar agora, srta. Granger.
Ela sorriu de leve ante o vocativo. Ele deu um beijo na testa dela.
- Esperar muito?
- Um pouco. Vou ver algumas poções para curar suas feridas.
- Obrigada, Severo.
Ele suspirou e virou-se para sair. Sabia que haveria alguém do lado de fora. Sabia com certeza que alguém assistira à cena.
Ao abrir a porta, encontrou Voldemort, Malfoy e uma jovem que ele não conhecia. Ele revirou os olhos.
- Pelo amor de Merlin, eu não sei se agüento isso por muito tempo – disse Snape indicando a porta, agora fechada. – Milorde, você viu o que ela disse? Eu sei que você me ama. Céus, eu não tenho estômago para isso.
- Você quase me convenceu – disse Voldermort.
- Bem, eu adoraria fazer algo interessante com ela agora, mas eu devo parecer sensível aos problemas da pobre menininha...
Voldemort entregou uma varinha a ele e disse:
- É a varinha dela, como você deve saber. Diga a ela que você a roubou.
- Sim, mestre.
- Agora, vá descansar um pouco – disse Voldemort, e se retirou.
- Bravo, Severo – disse Malfoy. – Bem, esta é Lizzy Adams, de quem eu e McNair lhe falamos semana passada.
Snape olhou para a menina de alto a baixo. Ela corou, e ele estava certo de que ela esperava aprovação.
- Srta. Adams – Snape estendeu a mão para ela. Quando ela pegou a mão, ele a beijou cortesmente. – Eu sou um grande bastardo. Se você quiser se arriscar...
Ela tinha seus vinte anos, era pálida e tinha olhos azuis e cabelos negros. Era mesmo lindíssima. Ela abriu um sorriso enorme e disse:
- Sim. Sim, sr. Snape.
- Como já disse, meu amigo, não sei o que ela viu em você – disse Malfoy, e os deixou.
- Eu... o senhor está ocupado agora?
Snape deu um sorrisinho no canto da boca e se aproximou dela e a imprensou na parede. E forçou os quadris contra os dela. Ela arregalou os olhos para ele. Ele sentiu o coração acelerado dela.
- Bem, veja você, srta. Adams, estou tendo que me concentrar em ser um idiota apaixonado desesperado em salvar sua donzela. Por mais que eu adore a idéia de – ele sussurrou no ouvido dela – comer você inteirinha – ela estremeceu – eu terei dificuldades de me manter no meu papel se eu puder ser eu mesmo por alguns... deliciosos... momentos.
Ele olhou nos olhos dela. Ela estava bamba. Ele deu um sorrisinho no canto da boca e passou uma das mãos nos cabelos dela. Ela entreabriu os lábios com a respiração acelerada.
- Eu... eu posso esperar até você resolver o problema da sangue-ruim...
Snape deu um sorrisinho no canto da boca e separou as pernas dela com uma das suas.
- Mas que jovenzinha mais compreensiva... – sussurrou ele, ainda mexendo nos cabelos dela.
Ela guiou a outra mão dele para seu seio, por cima da blusa.
- Mas ainda assim... um pouco ansiosa... – ele brincou com o seio dela. Ela gemeu. – Diga-me, o que está esperando de mim, srta. Adams?
- A sua voz é tão sexy que você pode fazer o que quiser contanto que não pare de falar... – ela disse num sussurro, mas olhando diretamente para os olhos dele.
Ele arqueou a sobrancelha direita.
- O que eu quiser é uma oferta meio perigosa, considerando que eu tenho que me portar como um santo na presença da sangue-ruim – ele disse, descendo os lábios para roçar no pescoço dela.
Ela gemeu e arqueou.
- Estou falando sério, o que você quiser, do jeito que quiser – sussurrou ela.
Ele continuou brincando com o seio dela e roçando os lábios no pescoço dela.
- Me toque, Snape, por favor – ela pediu com uma voz manhosa, esfregando sua intimidade na perna dele.
- Estamos em um corredor comum, srta. Adams – ele disse. – O que você acha disso?
- Eu falei sério quando disse o que você quiser e do jeito que você quiser – gemeu ela, puxando a mão dele que estava em seu cabelo para o cós de sua calça.
Ele pôs a mão dentro da calcinha dela. Ela estava molhada. Ele se lembrava de Hermione pedindo para ele não fazer sexo com essa srta. Adams. Ele não faria. Mas era impossível dispensar rápido alguém que se oferecia a fazer qualquer coisa, se ele quisesse manter o papel de comensal.
Ele a acariciou.
- Severo Snape... – sibilou ela. – Até o seu nome é delicioso de falar.
Ele colocou um dedo dentro dela. As unhas dela cravaram em seus ombros. Ele colocou dois dedos dentro dela. Ela arqueou e gemeu.
- Você não está nem um pouco envergonhada? – ele sussurrou no ouvido dela.
- Não. Continua...
- Sua safada – disse ele, forçando os dedos para dentro dela. – Você é... uma vadia... – ela gemeu. – Uma puta... – ela arqueou mais. – Uma gostosa apertadinha...
- Sim! – ela gritou. – Não pare!
- Você vai gozar e dar um espetáculo não só para mim, senhorita – disse ele, forçando os quadris contra ela e movimentando os dedos mais rápido.
- Foda-se. Termine isso, por favor.
Snape deu um meio sorriso, daqueles de mestre de Poções.
- Vamos lá.
Ele mordeu o pescoço dela e gemeu enquanto continuava a trabalhar dentro dela. As unhas dela arranharam seus ombros com mais força. Ele logo sentiu os músculos dela o apertarem enquanto ela gritava. Ele tirou os dedos de dentro da calcinha dela e levantou à altura dos olhos.
- Olhe só isso... Temos uma moça bastante excitada que acabou de atingir um orgasmo só com dois dedos. Imagine só se eu a arreganhasse com meu pau e minha força? – ele disse, e olhou para ela.
Ela pegou os dedos dele e os pôs na boca. E os circulou com a língua e os chupou.
- É esse meu gosto? Hum... Não tão ruim. E qual será o seu, sr. Snape?
Snape suspirou. A respiração dele estava acelerada no pescoço dela.
- Srta. Adams, eu posso procurá-la num dia em que não precisar ser um herói maldito que terá de salvar uma menininha imbecil? – a respiração dele estava difícil, e ficou mais quando a mão dela desceu para acariciar o membro dele.
- Claro que pode... Mas as suas promessas me deixaram pior. Eu sou incansável, sabe. Talvez eu até matasse você.
- Eu sou insaciável também – disse ele. – Você se cansaria antes. Mas não estou planejando desapontar o Lorde das Trevas, e, acredite, ele vai ficar desapontado se eu não conseguir enganar a sangue-ruim hoje. Então, eu devo pedir que você pare as suas... deliciosas ministrações.
Ela sorriu e passou a língua nos lábios.
- Estarei esperando, sr. Snape.
Ela se desenlaçou dele e andou pelo corredor. As pernas dela estavam fracas, mas ele se obrigou a ficar olhando para a bunda dela, apenas para o caso de alguém estar olhando. Bingo.
- Você tem muito autocontrole, Severo.
Era Malfoy. Snape olhou para trás.
- Ah, você queria aprender a foder, certo? Não foi dessa vez. Mas se a srta. Adams concordar, creio que possamos colocar uma poltrona no quarto para você assistir e aprender como se faz.
- Eu sei fazer.
- Nunca vi a sua senhora tentar arrastá-lo para o quarto a qualquer preço, Lúcio – debochou Snape.
- Ela é uma mulher de família.
Snape fez uma careta.
- Essas são as piores de cama. Nada melhor que uma boa vadia. E essa srta. Adams parece bem adequada.
- Parece.
- Bem, se me dá licença, vou tentar me concentrar em ficar romântico. Onde encontro um chuveiro frio aqui?
- Terceira porta à direita.
Snape assentiu em agradecimento e andou pelo corredor.



CONFORME PROMETIDO, ATUALIZADA HJ!

ROSY SS, EU SEI Q EU PEDI UMA SEMANA. ERA SÓ PRA VER O EFEITO DA MINHA MALDADE, PQ ESSE CAP JÁ TAVA PRONTO FAZIA É TEMPO, VIU

USHAUSHAUSHAUSHA

BOM,ESPERO NÃO TÊ-LAS DECEPCIONADO. ATÉ A CACAU ROSA, Q CONSTA COMO LEITORA DA FIC MAS NÃO ME DÁ O AR DE SUA GRAÇA. MAGOEI :(

MAS EU AMO VCS, LINDAS LEYLA POTH, ROSY SS, LUNA STRADIVARIUS, RENATA T, JAMILLY..;. OH, MEU DEUS, U SEI Q ESQUECI DE ALGUÉM. NÃO ME MATEM, APENAS ME AVISEM Q NO PRÓXIMO CAP EU PONHO VCS

OWWWW

ALIÁÁÁÁS

ONDE ESTÃO ERIKTCHA , VIVVI PRINCE... E TEM MAIS UM MONTE Q SUMIU DAQUI E Q NÃO ESTÁ ACOMPANHANDO PELO FFNET.

TRAIÇÃO!

EU TO ESCREVENDO UMA FIC COM MAIS DE DEZ CAPÍTULOS E UM MONTE DE GENTE SOME.

PARA AS AMIGAS Q TÃO ME DANDO UM APOIO MORAL :D:D:D:D EU DEDICO MEU SEVIE SEXY Q ACABOU DE TIRAR UMA CASQUINHA DA VACA, APESAR DE Q EU AINDA SOU MAIS A MIONE.

BJOKASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

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