FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

27. Proibições e permissões


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

A última semana de julho estava bastante caótica, mesmo para os padrões Weasley. Os membros da Ordem pareceram sumir no mapa e pela primeira vez, Rony, Gina e Hermione não foram excluídos de todas as conversas. Naturalmente que era devido, grande parte ao fato que a missão que estava sendo planejada, de forma nada secreta, era parcialmente ideia deles. Rony e Hermione, particularmente, estavam por dentro do assunto e a informação que forneciam não tinha preço. Ninguém conhecia o alvo melhor que eles, o que assegurava que a maioria dos planos iniciais passasse por eles em algum momento, pois poderiam predizer sua reação.

Ao contrário dos outros, eles não tinham nenhuma ilusão sobre como Harry reagiria a sua festa surpresa de aniversário. Ele detestaria. Se havia alguma coisa que ele odiava, era que fizessem estardalhaço. Mas não importava a quantidade de vezes que Rony disse isso a sua mãe, ela não quis escutá-lo. Apesar de todos os esforços de Rony e Hermione, ela transformou o que seria uma simples reunião familiar num imenso circo, que era completado por um trio de palhaços.

Os gêmeos, Rony já esperava. Eles eram amigos e de Harry e membros da família. A única objeção era quanto ao restante da lista de convidados. Membros da Ordem que Harry mal sabia que estariam lá por “razões de segurança”. Como esperavam que Harry relaxasse e apreciasse a festa com um grupo de bruxos seguindo-o desde a casa da sra. Figg como se esperassem ser atacados a todo o momento?

Feliz aniversário, Harry. Pegue um pedaço de bolo. Mamãe fez de chocolate, apenas para o caso de sermos atacados por Dementadores. Mas então, você gosta de chocolate, não gosta? Sim, Harry irá realmente apreciar sua festa, pensou Rony, ao olhar de relance sua mãe conversando profundamente com Mundongus Fletcher.

Rony não ajudou, mas sorriu quando percebeu o mau humor emplastrado na cara de sua mãe. Era agradável ver seu olhar ameaçador sendo dirigido para outra pessoa de vez em quando. O “Velho Dunga” era claramente a última pessoa com a qual ela falaria. Todos sabiam que a Sra. Weasley desaprovava as atitudes dele, incluindo ele mesmo, o que sem nenhuma dúvida explicava os olhares furtivos que o ladrão disparava para a porta da cozinha. Se não fosse para arranjar coisas com “Figgy,” Rony suspeitava que ele estaria bem longe naquele momento.

-Então. Gina disse, puxando uma cadeira e sentando-se ao lado de seu irmão. -Você acha que isso irá animá-lo?

-Você está brincando, certo? Rony perguntou, agitando sua cabeça descrente.

-É uma vergonha, realmente. Gina suspirou. -Mas eu suponho que nós teremos que apenas fazer o melhor. Ainda assim, será agradável vê-lo. Eu acho… Eu estou certa de que ele estará contente de ver você e Hermione. Isso irá animá-lo um pouco. Você não acha?

-Eu não sei, Rony disse, dando de ombros. -Eu suponho que sim. Ele completou, se desligando das palavras de sua irmã e olhando de relance sobre seu ombro para Hermione, que tinha se afastado de Gui e interceptou Mundongo no momento que ele caminhava diretamente para a porta. ‘O que ela está fazendo’? Quis saber, mas Gina continuava divagando.

-... sobre que nossos irmãos idiotas planejaram? Pessoalmente, eu espero que Harry puxe sua varinha e atinja-os com várias maldições antes que percebam. Isso seria bom. Imagine, honestamente, saltar dos cantos e gritar no momento em que ele começar a andar pela casa?

-O que? Rony disse, arrastando sua atenção de volta para sua irmã que tinha falado as palavras “maldição” e “Harry” na mesma frase. -Sobre o que você está falando?

-Sobre os planos de Fred e Jorge.

-Planos? Que planos? Rony perguntou ao mesmo tempo em que estreitou seus olhos e disparou em um brilho venenoso na direção de seus irmãos. -O que aqueles imbecis pretendem fazer ao Harry?

-Eu já falei o que eles pretendem. Gina respondeu irritada. -Você não estava escutando?

-Hum… Não, não realmente. Rony admitiu com seus olhos cravados em Fred e Jorge, que mantinham suas cabeças juntas e sussurrando furiosamente.

-Eu não sei por que eu desperdiço mesmo meu tempo falando com você. Gina disse, obviamente ofendida pela falta de atenção de Rony.

-Espere. Rony gritou no momento que sua irmã saltou de sua cadeira e começou a se afastar. -O que eles vão fazer? perguntou enquanto ia atrás dela.

-Você quer saber? Gina respondeu, soltando seu braço no mesmo instante em que ele agarrara-o. -Porque você apenas não vai até lá e pergunta você mesmo?

Por um momento Rony apenas ficou lá e olhou fixamente para sua irmã se afastando. Meninas, pensou, agitando sua cabeça em descrença. Não tinha nenhuma ideia do que tinha feito para irritá-la, não que isso realmente importasse. Seus irmãos e o esquema que eles estavam tramando eram tudo que importava agora. A pergunta era, o que eles estavam planejando? Tem só um jeito de descobrir, Rony disse a si mesmo, atravessando o cômodo para exigir algumas respostas.

-Você não supõe que ele realmente está nos delatando. Jorge perguntou a seu irmão gêmeo em uma voz baixa, atento ao fato Rony estava agora diretamente atrás deles.

-Talvez nós estejamos ficando paranoicos. Fred sugeriu esperançosamente. -Eu acho que, ela pôde apenas ter falado com ele sobre Harry ou algo assim.

-Está bem. Jorge gemeu. -Olhe para ele, companheiro. Ele completou, quando Mundongo olhou de relance para longe de Hermione apenas o suficiente para disparar um olhar culpado. -Está tremendo nas calças. Ela o está obviamente ameaçando dizer a mamãe sobre….

Infelizmente a voz de Jorge foi ficando cada vez mais baixa impedindo Rony de ouvir o resto da frase.

-Não há nenhuma maneira dela saber sobre isso. Fred respondeu calmamente. -Nós tivemos cuidados.

-Se fôssemos assim tão cuidadosos Harry não teria nos pegado. Jorge lembrou seu irmão.

-Isso foi há quase um ano. Fred protestou. -Você não imagina que ela diria algo justo agora, se ela tivesse visto aquilo?

-Porque Hermione não joga fora informações úteis que poderá usar contra você mais tarde, não é?

-Sim, mas nós somos da família. Ela não iria nos ferrar.

-Ela não parece, contudo, ter nenhum escrúpulo de ir atrás Dunga, não é? Jorge disse baixo.

-Você está começando a admirar a forma dela pensar. Fred respondeu, a admiração evidente em sua voz apesar de seu tom abafado. -Não é todo dia que você vê uma bruxa adolescente intimidar um velho criminoso.

-Impressionante, não é? Rony disse, finalmente fazendo-se notar. Estava muito satisfeito vendo seus irmãos gêmeos saltarem e girarem ao redor para olhá-lo fixamente com algo perto de tremor em seus olhos.

-O que você está fazendo? Fred exigiu saber.

-Quanto tempo você estava aí? Jorge completou.

-O suficiente. Rony respondeu com um sorriso afetado.

-Por que seu pequeno…

-Tut, tut. Rony interrompeu, agitando seu dedo para Fred de uma maneira desaprovadora. -Melhor ver bem o que você diz. Ao contrário de Hermione, eu não tenho nenhum escrúpulo em chantagear meus familiares.

-Vá em frente e conte a ela seu merdinha! Fred respondeu, aceitando as palavras do irmão como um blefe.

-OI! Mãeeeee…

-Cale a boca. Jorge sibilou, cobrindo a boca de Rony com sua mão e parando-o antes que pudesse chamar a atenção da sua mãe. -O que você quer? pediu, olhando seu irmão com hostilidade enquanto liberava sua boca.

-O que quer que você esteja planejando em fazer a Harry, não faça. Rony insistiu. -Ou eu direi a mamãe apenas o que eu ouvi.

-Nós não estamos pretendendo fazer qualquer coisa a Harry. Fred disparou imediatamente.

-Não foi o que Gina falou.

-Gina? Isso tudo é sobre algo que ela falou? Jorge perguntou, fazendo uma varredura do cômodo atrás do longo cabelo vermelho de sua irmã. -Ela ainda está falando nesse assunto da “surpresa”?

-Certo. Fred respondeu, antes que Rony pudesse mudar de ideia. -Para mim parece como um desperdício de bom material para chantagem, mas que seja. Você tem seu acordo. Nós não surpreenderemos Harry com nossos gritos e em troca você mantém essa sua grande boca fechada sobre nós e Dunga.
-É isso? Rony perguntou cético. -Isso era o que vocês estavam planejando?

-Sim. Fred respondeu com seu próprio sorriso afetado. -Mas negócio é negócio, irmãozinho.

-É assim? Hermione disse ao deslizar para o lado dos três irmãos. -Exatamente que tipo de negócios é que você faz?

-Como se você já não soubesse. Jorge respondeu asperamente. -Eu não me surpreenderia se fosse sua ideia em primeiro lugar.
-Desculpe. Ela respondeu. -Eu não tenho nenhuma ideia sobre o que você está falando.

-Oh, sério? E o que exatamente você falava com Dunga tão atentamente? Fred questionou.

-Nada que seja da sua conta. Hermione mandou em seguida.

-É da nossa conta, Fred continuou. -Se você está ameaçando nosso fornecedor, isso se torna definitivamente da nossa conta.

-Fornecedor? Rony perguntou, olhando de relance dos gêmeos para Hermione. -O que é que Dunga fornece para vocês?

-Oh, o que? Hermione riu.

-Espere um minuto. Jorge gritou, com sua sobrancelha erguida em descrença. -Você não sabia?

-Apenas algumas substâncias da classe C não comerciais. Hermione continuou.

-Agora eu sei. Rony disse entre risos.

-Inferno Sangrento!

-Oh relaxe. Hermione respondeu, abaixando sua voz para que ninguém além dos gêmeos e Rony pudessem ouvi-la. -Eu não me importo com onde você consiga suas sementes de Tentáculas Venenosas ou qualquer outra coisa do gênero. Mas desde que vocês são assim tão interessados em fazer acordos, eu tenho um para vocês. Vocês permanecem fora do nosso negócio. Disse, pegando Rony pela mão e puxando-o para longe de seus irmãos. -E nós permaneceremos fora do seu.
***

-Desde quando você sabe do pequeno arranjo deles com Dunga? Rony perguntou a Hermione quando ela puxou-o da cozinha e começou a subir as escadas.

-Quase um ano. Ela respondeu soltando sua mão. -Desde a festa que sua mãe deu quando viramos monitores.

-Tanto assim? Rony resmungou. -E você nunca me contou sobre isso?

Se ele estava esperando uma resposta, ficou bastante desapontado, pois Hermione simplesmente deu de ombros e continuou subindo as escadas até o primeiro andar.

-Eu poderia ter usado essa informação. Ele grunhiu. -Eu teria feito bom uso, você sabia?

-Você a teria gasto com algo simplesmente estúpido. Hermione lamentou.

-Não teria.

-Você teria.

-Não teria. Ele protestou. -Eu não sabia de nada quando fiz aquele acordo com eles. Eu estava blefando.

-Não é esse o ponto. Hermione replicou, arrastando Rony para dentro do quarto dela e fechando a porta atrás deles.

-É sim.

-Não é.

-É sim.

-Não. Hermione insistiu, trancando a porta. -Não é. Isto é. Ela continuou, puxando um pequeno recipiente de vidro para fora de seu bolso e mantendo-o levantado para que Rony o visse.

-O que diabos é isso? Rony perguntou, inclinando-se para a frente e olhando fixamente a substância de um azul vívido que flutuava como uma nuvem dentro do frasco.

O assunto agora estava claro como cristal. Hermione não queria descobrir nada sobre as coisas que Mundongo fornecia a seus irmãos, porque ele fornecia coisas pra ela também. Coisas como aquele vapor azul, o que quer que aquilo fosse.

-Isso, Hermione disse, abrindo seu malão com um estalo e colocando o frasco lá dentro. -É uma substância classe B Não comercial. É também a razão de você e Harry fazerem planos no último Natal. Isso me custou grande parte do ano para pagá-lo, portanto não crie confusão com isso.

-Mas o que é isso? Rony perguntou outra vez, olhando o frasco como se fosse uma bomba prestes a explodir. Todos sabiam que a classe B Não comercial era perigosa, e por causa disso era restrita.

Hermione estudou Rony atentamente enquanto fechava seu malão e trancava-o. Era hora de testar o clima e ver como ele reagiria se ela compartilhasse de sua pesquisa com ele. -Escamas de Botrytis. Ela respondeu de uma maneira tão casual, que você poderia até pensar que aquilo fazia parte do kit de poções dos estudantes do 6° ano. Somente o fato de ela ter tirado a chave de seu malão discretamente e escondido dentro de seu bolso dianteiro, traia sua resposta blasé.

-Escamas de Botrytis? Rony gritou, no momento em que toda cor sumia de sua cara. -Mas… as Escamas de Botrytis são tóxicas. Se você não as segurar direito… se começarem a se desprender e você respirá-las…

-Oh relaxe. Hermione interrompeu-o. Há um feitiço inquebrável no frasco. E elas não estão se desprendendo. Você é tão mau quanto Mundongo. Todo esse tempo ele tem fugido e me evitado com aquelas desculpas absurdas. Você pensaria que estava para cair morto se o tocasse, pelo modo como agia. Bem, ele deve ter pensado sobre isso antes de me tirar todos os galeões.

-Hermione. Rony rosnou. -Isso não é uma piada. Essas coisas podem matar você… ou Gina.

-Você não acha que está sendo excessivamente dramático? Hermione perguntou rolando os olhos para ele.

-EXCESSIVAMENTE DRAMÁTICO? Rony gritou. -Esse malão está cheio de livros. Livros PESADOS.

-Eu já disse, há um feitiço inquebrável no frasco. Ela retorquiu. -E mesmo se não houvesse, lá dentro não tem escamas o bastante para matar qualquer um. Nós podemos ficar um pouco doentes, mas…

-Para que inferno você precisa de Escamas de Botrytis, em todo o caso? Rony exigiu. -Isto tem algo a ver com tudo que você tem pesquisado, não tem? E de que forma você conseguiu trabalhar nele no último ano?”

-Eu disse que estive trabalhado nisso por um tempo. Hermione replicou. Ela já tinha visto o suficiente. Não havia nenhuma maneira de lhe dizer o que estava planejando. Não assim com tantos membros da Ordem na casa. No andar de baixo ou não, eles escutariam toda a discussão que inevitavelmente se seguiria. Teria apenas que esperar.

-O que você têm feito? Rony perguntou, em uma voz assustadoramente contida. -O que você vai fazer com aquelas escamas?

-Eu não contarei nada a você até que esteja calmo. Ela o informou.

-Eu estou calmo.

-Hum-um. Ela pigarreou. -Você parece o olho de um furacão procurando um local para atingir. Bem, você pode mirar outro lugar. Eu não vou ser a razão para todo seu tumulto e reclamação.

-Hermione. Rony grunhiu seu nome como um aviso.

-Que? perguntou, olhando fixamente em seus intensos olhos azuis. Como no mundo eu vou sair dessa agora?

-Porque você se meteu em tanta confusão para conseguir aquelas escamas?

-Porque eu preciso delas para uma poção que eu querendo preparar para proteger você, seu grande falador.

-A mim?

-Bem… nós. Hermione esclareceu.

-Oh. Rony respondeu, o fogo em seus olhos diminuindo. Ele supôs naturalmente que “nós” significasse eles mesmos e Harry. -De… Vol… Voldemort? Perguntou em um sussurro.

-Entre outros. Ela respondeu. -Mas eu não estou certa se o farei ainda. Eu continuo pesquisando-o. Eu não tenho possibilidade de conseguir tudo que necessito. Mas apenas no caso de conseguir os ingredientes restantes, eu quis tê-las à mão porque as escamas de Botrytis não são exatamente algo que nós podemos pedir a Snape. E não tente me dizer que eu não posso prepara-la. Hermione disse, jogando um olhar reprovador na direção dele. -Porque eu certamente posso. Eu não sou uma idiota. Eu sou perfeitamente capaz de usar as escamas de Botrytis sem aspirá-las e mesmo se eu fizer, eu teria que estar em um espaço confinado para que elas causem todos os danos reais, então você pode…

-Está certo. Rony disse, cortando-a antes que ela pudesse ir ainda mais longe naquela explosão. -Já entendi, tudo bem. Se você pôde preparar uma poção polissuco, eu sou certo que você pode preparar esta. O que quer que seja. adicionou-a em uma tentativa de acalmá-la. -Apenas… tenha cuidado, ok.

-Você não está sinceramente me censurando sobre os benefícios da cautela, não é?

-Eu não estou censurando. Rony disse, dando a ela um de seus sorrisos tortos. Era bem “Hermione” lembrá-lo que ele tinha um comportamento bastante descuidado. -Eu apenas não quero que nada lhe aconteça, isso é tudo.

-Nada vai acontecer. Ela assegurou-o, movendo-se mais perto e pegando as mãos dele nas dela. -Não se eu tiver algo a dizer sobre isto.

***

-Rony, Gina, seu pai e eu queremos falar com vocês por um momento. A senhora Weasley informou a seus dois filhos mais novos na noite seguinte após o jantar.

Como se as palavras dela fossem um sinal combinado, uma torrente de desculpas por parte do restante da família e de Lupin se iniciou quando estes se levantaram de seus lugares e saíram correndo como um bando de loucos da cozinha.

Pegos de surpresa, eles olharam de um para o outro e de volta para sua mãe.

-Sobre o que? Gina perguntou se sentando cautelosamente em sua cadeira.

Diferente de sua irmã, Rony permaneceu de pé, o prato vazio que ele ia levar para a pia ainda seguro em suas mãos.

‘Oh não’. Hermione pensou, ficando de pé como os outros, só para olhá-los saindo da cozinha como se estivessem somente esperando um pretexto. ‘Isso não é bom’.

Rony levou seus olhos para longe de sua mãe e olhou de relance para sua namorada, que parecia congelada ao lado de sua cadeira. Assim que seus olhos se encontraram, soube que ela pensava a mesma coisa que ele. De algum modo sua mãe devia ter descoberto que ele estava dormindo no quarto dela e estava a ponto de dizer-lhes para acabar com aquilo.

Oh... Se fosse assim tão simples.
***


-COMO ASSIM NÓS NÃO PODEMOS IR? A voz irritada de Rony ressonou em boa parte da casa.

-Parece que ela contou a eles. Gui falou para Remo Lupin, um instante antes das cortinas comidas por traças que cobriam o retrato da Sra. Black se abrirem.

-TRAIDOR DO SANGUE!! A velha bruxa na pintura gritou, enquanto o ruivo alto parou em frente, agarrou a tela, e a começou a tentar fechá-la. -ANIMAL IMUNDO!! gritou para Lupin, que tinha se postado do outro lado.

-De qualquer modo eles estão conversando melhor do que eu suspeitaria, ou Molly teria protegido o quarto.

-Oh, ele ainda vai discutir muito. Gui assegurou olhando seu desconcertado companheiro. -E aposto que ele não vai ser o único.

***



Gui estava certo, naturalmente. Todo o inferno começou no momento em que a Sra. Weasley disse a Ron e Gina que não poderiam fazer a festa de Harry com o resto da família. A discussão que se seguiu abalou as estruturas da cozinha. Três Weasleys prestes a explodir eram uma visão intimidadora. Mesmo Hermione, que estava acostumada lidar com Rony, ficou desconcertada pela cena que viu a sua frente. Nunca em um milhão de anos ela sonharia em gritar com sua mãe da maneira que Ron e Gina estavam gritando com a deles.

Em algum lugar no fundo da sua mente, Hermione sabia que deveria estar se sentindo ultrajada como seus amigos. Sabia que lutavam por ela tanto quanto por eles mesmos, mas não poderia arrumar uma briga com a Sra. Weasley. O melhor que poderia fazer era estar lá e oferecer Rony e Gina seu apoio silencioso. O curioso era que assim, ela podia ver ambos os lados.

Sra. Weasley tinha alguma razão. Seria mais seguro para todos, incluindo Harry, se todos os convidados aparatassem em Surrey. Ela estava correta quando disse que a rede de Flu e o Noitebus poderiam ser monitorados. Não havia como dizer quantos espiões Voldemort tinha plantado no Ministério. A última coisa que necessitavam era que ele descobrisse que Harry estava longe da casa dos Dursley e da segurança que ela fornecia. Aquilo era implorar por problema.

Mas então, a ideia de Gina de que eles poderiam usar uma chave de portal teve o seu mérito, também. Hermione tinha uma profunda suspeita que o Sr. Weasley, pelo menos, havia concordado. Quando ela procurou seu olhar através do cômodo, ele suprimiu rapidamente seu sorriso. Felizmente, sua esposa não tinha observado sua reação. Ela estava bastante ocupada com seu contra-ataque.

-Dumbledore tem coisas mais importantes para fazer. Ele não pode ser incomodado para criar uma chave de portal, apenas para que você três possam dar uma festa.

-ESTÁ BEM! Rony respondeu a sua mãe. -Hermione pode fazer.

-O que? Hermione exclamou, fazendo sua voz ser ouvida pela primeira vez desde que a confusão começara.

-Não seja ridículo. A senhora Weasley respondeu.

-Você sabe o feitiço, não sabe? Rony perguntou enquanto girava e olhava Hermione fixamente.

-Sim, mas...

-Viu. Ele disse, voltando a olhar para sua mãe. -Você não precisa incomodar Dumbledore.

-Eu não posso fazer isso. Hermione falou baixo atrás dele.

-É claro que você pode. Rony insistiu. -Você pode fazer qualquer coisa que passar pela sua cabeça.

-Não foi isso que eu disse. Ela respondeu. -Eu disse que eu não vou fazer isso.

-O que? Ele rugiu, ofendido pela recusa. -Por que diabos você não irá fazer?

-Porque ela pode ser expulsa, seu idiota. Gina disse. -Ela já tem problemas com o Departamento de Transportes Mágicos por aparatar sem licença.

-Oh, sim, eu me esqueci disso. Rony admitiu, como uma desculpa. -Bom, o papai pode fazê-lo então.

-Oh sim, a Sra. Weasley cortou-o. -É uma ideia brilhante. Caso que você tenha se esquecido, seu pai trabalha para o Ministro. Você tem alguma ideia do que aconteceria se ele for pego por criar chaves de portal desautorizadas?

-Ele não será apanhado. Rony respondeu confiante.

-Eu aprecio o voto de confiança, filho, Sr. Weasley conduziu a conversa. mas eu receio que sua mãe esteja certa. Não há nenhum modo de eu fazer isso. Não com o Fudge procurando uma desculpa para me atingir.

-ISTO É UMA TREMENDA INJUSTIÇA! Gina gritou frustrada. -É a festa de Harry. Ele queria a gente lá.

-É. Rony concordou prontamente. A ideia da chave de portal não estava funcionando, talvez fosse hora de mudar o caminho e jogar em sua mãe um pouco de culpa. -Nós somos seus melhores amigos. Como ele se sentirá se nós não estivermos lá? Ele concluiu agitado. -O caso todo era para ajudá-lo a se animar. Se você for e lhe disser que era muito perigoso para nós irmos até lá, você irá justamente deprimi-lo ainda mais.

-Seja como for, vocês ainda não irão.

-Mas mãe... Gina pediu.

-Não. Sra. Weasley indicou firmemente, cortando sua filha. -Eu já tive bastante disso. Vocês três não vão e ponto final.

-Mas… Rony aventurou.

-EU DISSE NÃO! Sra. Weasley gritou para seu filho. -É muito perigoso. Vocês dois estão sendo perseguidos por Comensais da Morte. Ela adicionou, apontando para Rony e Hermione. -Vocês não colocarão um pé fora desta casa, e este é o fim.

-Isso não é justo. Gina choramingou. -Não estão atrás de mim. Por que eu tenho que permanecer aqui?

-PORQUE EU ESTOU MANDANDO, AI ESTÁ O PORQUE!

Tudo foi por água abaixo depois daquilo. Rony e Gina tinham sido um time formidável, mas eles nunca tiveram chances realmente. Era óbvio para todos que a Sra. Weasley não iria voltar atrás em sua decisão. Não quando a segurança de suas crianças estava em jogo.

Hermione manteve o inesperado silêncio quando seguia Rony e Gina até o andar de cima depois que a discussão terminou. Ela estava desapontada, claro. Ela teria adorado visitar Harry e ver sua cara quando todos o surpreendessem, mas tinha uma parte dela que podia entender onde a Sra. Weasley queria chegar. Ela não queria admitir que Rony ou Gina, pensassem. Era mais fácil somente sentar e deixar que eles dessem livre curso a suas raivas sem se aproveitar disso.

E eles o fizeram. Gastaram o resto da noite na sala de desenho, difamando a própria mãe e sua infeliz decisão. Felizmente o resto da família teve o bom senso de dar a eles um pouco de espaço, o que foi um alívio. Eles estavam fazendo um bonito trabalho em animar um ao outro, e a última coisa que precisavam era de Fred e Jorge aparatando e cutucando suas feridas.

-AO INFERNO COM ELA! Rony declarou enquanto andava de um lado pro outro furioso. -Eu vou e ela não pode me impedir.

-Você nunca conseguirá atravessar as proteções que estão colocando em torno da casa da Sra. Figg. Hermione disse olhando-o andar para a frente e para trás na frente do sofá.

-MALDIÇÃO!

-Não diga isso.

-Como você conseguiu apenas se sentar lá daquele jeito? Gina perguntou incrédula. -Você não ficou chateada?

-Claro que fiquei. Hermione respondeu. -Mas ficar ao lado de vocês não iria ajudar. Lutar com ela não é a resposta. E nem sair sorrateiramente e voar até Surrey em sua vassoura. Adicionou, sabendo que era provavelmente o que Rony estava considerando.

-Então o que você sugere? Rony perguntou.

-Eu não tenho certeza ainda. Hermione admitiu. -A ideia da chave de portal parece a nossa melhor aposta. Mas eu não acho que nós encontraremos qualquer um que possa fazer esse feitiço sem se preocupar sobre as consequências. Dumbledore é único em que, eu imagino, o Ministro não consegue fazer nenhuma pressão.

-Você ajudou muito. Gina retorquiu irônica. -Tem que haver alguma outra pessoa que possa fazer. Nós apenas temos que pensar quem.

***

-McGonagall está aqui. Gina disse ao bater forte na porta parcialmente aberta do quarto e entrar. -Deixou nossas cartas de Hogwarts, ela continuou, mexendo na pilha de envelopes em sua mão e removendo o que era dirigido a ela. -E também os seus resultados dos NOMs.

-O QUE! Hermione guinchou, saltando de sua cadeira tão rapidamente que acabou derrubou o tabuleiro de xadrez. -Estão aqui? Já? perguntou olhando fixamente na mão esticada que Gina balançava.

Ignorando os gritos das peças de xadrez que tinham caído no chão e se espalhado, Rony levantou-se em câmera lenta do sofá para ir até sua irmã. Isso foi até que Bichento, que estava dormindo em uma cadeira vazia, chamou a atenção de todos quando começou a brincar e a se lançar sobre a peça mais próxima, que era apenas a rainha de Rony. -Oh não, você não. Rony disse, puxando o grande gato laranja de cima antes que ele pudesse fazer qualquer estrago.

-Bom? Gina perguntou, empurrando a pilha de cartas para Hermione. -Você não quer saber como você se saiu?

-Eu… Eu não posso. Hermione respondeu, sua voz um pouco mais do que um sussurro. -Você vê. Disse, girando para Rony com um olhar do horror máximo emplastrado em sua cara.

-Certo. Ele respondeu, passando o gato irrequieto para Hermione e examinando as cartas que estavam com sua irmã. -Eu sabia. Rony disse com sorrindo forçadamente, após olhar rapidamente os resultados de Hermione. -Você conseguiu NOM em tudo. Até… Estudos dos trouxas? Por que você fez esse exame? Você não faz mais essa aula mesmo.

-Eu ainda podia fazer o teste se eu quisesse. Ela respondeu defensivamente enquanto punha Bichento na cadeira mais próxima e corria para pegar seus resultados das mãos de Rony. -Eu... Eu tirei um E. Hermione reclamou, franzindo seu nariz e observando a marca ofensiva com desgosto. -Eu não acredito nisso! Eu tirei um E.

-Mas E é excelente. Gina falou com esperança de fazê-la ficar confiante.

-Não, não é não. Hermione concluiu, seus olhos grudados no pergaminho, incrédulos. -Eu poderia ter feito melhor. Eu devia ter feito melhor. Ela se repreendeu. Se eu não tivesse me distraído, eu poderia ter…

-É claro que você teve uma maldita distração. Rony falou, cortando-a. - Aquela vaca desgraçada atacou Hagrid justo no meio do exame. Nós todos nos distraímos.

-Eles não levaram isso em consideração, levaram? Hermione replicou aflita. Rony teve mais juízo para responder essa questão. Ela estava com raiva dela e de Umbridge, mas isso não significava que ela não iria querer que ele pedisse desculpas. Seria melhor para todos se ele somente mantesse sua boca fechada, especialmente no caso de não haver nada que ele pudesse dizer para fazê-la se sentir melhor. Tirando seus olhos de cima de Hermione, Rony se preocupou em abrir sua própria carta e observar seus resultados.

-Bem? Gina perguntou, ao ver o queixo de Rony cair.

-Oito. Ele respondeu, soando confuso, exatamente como Hermione fez quando olhou o E que recebeu em Astronomia. -Eu consegui NOM em tudo, menos História da Magia. Ele continuou, escaneando os conceitos novamente só para ter certeza que havia lido corretamente. -Eu passei em Adivinhação. Riu. -Eu nunca teria visto isso acontecer. Nem mesmo numa bola de cristal.

-OH RON! Hermione gritou, antes de se jogar sobre ele. -Eu estou tão orgulhosa de você. Ela murmurou, passando seus braços pelo pescoço dele e abraçando-o apertado.

-Vocês dois são revoltantes. Jorge falou ao se aproximar do corredor e olhar para o quarto. -O que está acontecendo com ela? Ele perguntou a sua irmã.

-Os resultados dos NOMs. Gina respondeu.

-MÃE!!!! Jorge gritou para o andar de baixo. -TEMOS RESULTADOS DE NOMs AQUI!

-Por que você tinha que fazer isso? Rony sibilou enquanto soltava-se de Hermione e ficava ao seu lado, alegre.

-Não preciso perguntar como você foi. Disse Jorge, focalizando Hermione e ignorando completamente a pergunta do seu irmão. -E você, Ron?

-Ele se limitou a fazer melhor do que você, não foi? Gina riu discretamente.

-Bem? A Sra. Weasley perguntou, entrando rapidamente no quarto e olhando ao redor excitada.

-Hermione conseguiu doze. Rony respondeu.

-Oh isso é maravilhoso, querida. Sra. Weasley gritou, colocando o cesto de roupa suja que estava carregando no sofá e lhe dando um abraço rápido. -Seus pais ficarão orgulhosos. E? Perguntou, liberando Hermione e girando para Rony. -Sobre você?

-Er. Rony calou-se, receoso de que sua resposta pudesse conduzir a um replay da cena que ocorreu um ano antes quando virou monitor. ‘Maldito seja, Jorge’.

-Oh deixe disso, Roniquinho. Jorge disse, arrebatando a carta da mão do seu irmão. -Não pode ser tão ruim. Eu faço isso. Ele adicionou, franzindo o rosto no momento em que viu os resultados de Rony. -Isto é espantoso. Gritou acenando o pergaminho no ar e então o empurrando para seu irmão como se pudesse se contaminar. -Oito? Você conseguiu oito malditos NOMs?

-OH, RON! Sra. Weasley gritou, jogando os braços em torno de seu filho e beijando-o no rosto. -Isso é maravilhoso.

-MÃE! Por favor. Rony implorou, afastando-a de sua cara que já estava vermelha. -Me solte.

-Naturalmente você terá que trabalhar mais duramente um bocado deste ano se você espera ser escolhido monitor chefe. Seus irmãos conseguiram 12 NOMs cada, apesar de tudo, e este ano é sua última possibilidade de impressionar.

O sorriso de Hermione transformou-se em uma careta no instante que a Sra. Weasley começou a comparar Rony a seus irmãos. -Isso tudo é sua culpa, você sabe? Jorge inclinou-se e sussurrou em sua orelha. -Você mantem este seu limite lá no alto e leva-o com você.

-Cale a boca. Hermione sibilou, empurrando-o através da entrada do salão antes que ele pudesse dizer qualquer outra coisa. -Não é a toa que a alto estima dele é assim tão baixa, com você dois colocando-o constantemente para baixo e sua mãe o comparando a todos mais.

-Não comece a espernear. Jorge respondeu, um pouco mais que surpreso pelo ataque inesperado. -Rony pode ser um idiota, mas conhece uma piada quando ouve uma.

-Você não percebe mesmo o que vocês estão fazendo com ele, não é? Ela disparou, mesmo enquanto tentava lutar para manter sua boca sob controle. Não era com Jorge que estava brava. Não realmente. Era com a mãe dele. -Por favor, deixe-o apenas ter isso. Ela intercedeu. -Ele trabalhou duro para conseguir aqueles resultados e deve se orgulhar disso. Não minimize o que ele conseguiu fazendo-o se envergonhar por ter se saído bem.

-OH GINA! ISSO É FABULOSO! A voz da Sra. Weasley foi ouvida pelo salão.

-Por favor, Jorge. Não pegue pesado com ele sobre isso.

-Pode ficar tranquila. Jorge respondeu desconfortável. -Ele sabe que nós estamos somente brincando. Isso não é nada demais.

-Isso é sim. Hermione protestou. -Você pensa que eu iria implorar se não fosse?

-O QUE? VOCÊ NÃO PODE ESTAR FALANDO SÉRIO! O urro raivoso de Rony ressonou do outro quarto. -SE ELA FOR, EU TAMBÉM VOU!

Jorge e Hermione pararam a conversa imediatamente e retornaram ao quarto em tempo ver a Sra. Weasley colocar as mãos nos quadris e voltar-se para seu filho mais novo. -Absolutamente não! Ela disparou, a indignação estampada em sua face.

-O que está acontecendo? Hermione perguntou, olhando Gina a espera de uma resposta.

-Gina apenas está enganando a mamãe para deixá-la ir a festa de Harry. Rony gritou, ultrajado, seu rosto passando do vermelho diretamente ao roxo.

-Eu não a enganei. Gina protestou. -Ela disse que eu poderia ter qualquer coisa que quisesse, por ter me tornado monitora e isso foi o que eu quis.

-SE ALGUÉM AQUI ESTÁ APTO A IR SOU EU E HERMIONE! NÓS TAMBÉM SOMOS MONITORES, E JUNTOS CONSEGUIMOS 20 NOMs ONDE ESTÁ NOSSA MALDITA RECOMPENSA? ELE É NOSSO MELHOR AMIGO, NÃO SEU! Ele gritou para sua irmã.

-RON! Hermione gritou, chocada por seu ataque de raiva. Mas ela poderia ter esperado um pouco antes de achar que já tinha terminado.

-VOCÊ CONSEGUIU SUA MALDITA VASSOURA, ENTÃO CALE A BOCA!

-VOCÊS DOIS, PAREM AGORA! A Sra. Weasley rugiu sobre suas crianças alteradas. O embate de Rony e Gina parou imediatamente, mas eles continuaram encarando-se com raiva.

-Se ela pode ir no Noitebus, por que eu não posso? Rony perguntou, girando seu olhar ameaçador para sua mãe.

-Eu já disse. Seu pai e eu discutimos sobre isso e é muito perigoso para você e Hermione deixarem a casa neste momento.

-Mas Gina…

-Não foram atrás da sua irmã. Sua mãe interrompeu antes que ele pudesse começar outra discussão. -Eles foram atrás de vocês dois e Harry. Se qualquer um de vocês pegar esse ônibus, todos que estiverem nele se transformarão num alvo. É isso o que você quer? Inquiriu. -Você quer realmente pôr todas aquelas pessoas em perigo?

-Não. Rony rosnou, a raiva radiando dele em ondas invisíveis que todos no quarto poderiam sentir. -Mas…

-Sem, mas. Sua mãe disse firmemente. -Você dois não irão e isso é a última palavra. Declarou, pegando sua cesta da lavanderia e marchando para a porta. -E só para seu conhecimento, seu irmão e Tonks se ofereceram para permanecer aqui quando o resto de nós formos, assim não se preocupe em tentar arrumar um jeito de sair sorrateiramente. As portas e as janelas serão seladas magicamente e se você chegar perto delas, Gui irá trancá-lo em seu quarto.

Hermione viu a palavra se formar nos lábios de Rony e agonizou, sabendo que escaparia ainda no alcance dos ouvidos da Sra. Weasley.

-MALDIÇÃO!

A Sra. Weasley congelou na entrada, voltou ao quarto e escutou a série de maldições que saíram da boca de seu filho. -Isso não é nada bom… Voluntariado sangrento… Fique aqui e me observe… Trancar-me no quarto, o caralho! Eu gostaria de vê-lo se fuder tentando.

-Ron. Hermione sibilou, mas seu aviso não teve nenhum efeito. Felizmente a Sra. Weasley decidiu que era melhor apenas deixá-lo por para fora toda sua raiva. Soltando a respiração que tinha prendido, Molly marchou para fora no salão e para fora da vista. No momento que ela saiu, Gina e Jorge rumaram para a porta e se dirigiram para o lado oposto, deixando Hermione sozinha para acalmar Rony.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.