FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

26. Primeiros socorros


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Os pesadelos de Hermione continuaram, mas ela se recusou totalmente a beber mais um dos chás da Sra. Weasley. Na verdade, ela não bebeu qualquer coisa que a Sra. Weasley lhe deu. Não depois de um infeliz incidente em que Molly tentou colocar a poção no suco de abóbora de Hermione pela manhã. Claro que, sendo a garota que ela era brilhante, Hermione percebeu o que estava acontecendo no momento em que ela começou a sentir-se grogue. Ao invés de continuar a beber como se nada tivesse acontecido, Hermione esperou Molly dar as costas a ela e ,em seguida, trocou rapidamente seu copo com o de Fred para ver o que iria acontecer.


 


Dispensável será dizer que o resto da família tenha ficado mais do que um pouco chocada quando 15 minutos depois, Fred começou a oscilar como um bêbado beberrão e prontamente desmaiou em cima da mesa. As duas mulheres eram as únicas que não haviam se surpreendido quando Gui puxou com descrença Fred para fora de seus ovos. Nenhum deles disse uma palavra sobre o que havia feito, mas era bastante óbvio para todos, exceto para o pobre Fred, o que tinha acontecido.


 


Após ter deixado clara sua posição, Hermione esqueceu o assunto. Ela nunca mencionou na frente da mãe de Rony, embora ela tenha feito Gina dizer-lhe o que tinha acontecido, muito ao seu contentamento. Os dois irmãos não podiam ajudar em todo o incidente, mas acharam hilário, pois foi Fred que terminou dormindo com a cara em seus ovos. Foi realmente justiça poética, considerando todas as vezes que ele tinha enganado um ou ambos em uma de suas brincadeiras.


 


 Claro que Rony não estava exatamente feliz com a atitude de sua mãe. Ele sabia que o coração dela estava no lugar certo, mesmo se ela usa-se métodos um pouco dissimulados. Contudo, ele não poderia dizer que aquilo tudo o surpreende. Sua mãe não deixava que as pessoas ignorassem seus conselhos. Quando ela dizia a alguém para fazer alguma coisa, eles faziam isso. Hermione foi obviamente à exceção a essa regra não escrita.


 


 Hermione estava irredutível, o fato de ela não gostar de ser forcada a beber o chá a fez sentir toda a razão qual foi necessário para não toma-lo. Aparentemente sua mãe discordava. Mas sério, colocar escondido em seu suco de abóbora? O que ela queria fazer, de verdade? Claro, ela teria obtido um sono imperturbável, mas quando Hermione despertasse e percebesse o que havia acontecido, sua mãe teria começado uma guerra. Rony imaginou que provavelmente era melhor para todos que Hermione tenha percebido o que estava acontecendo e tomado àquela atitude passivo-agressiva. Merlin sabe que um pouco de tensão era preferível a uma rixa entre duas mulheres que acreditam que têm razão.


 


Sendo um hóspede, Hermione não era susceptível de se queixar e Rony sabia que ela não estava confortável discutindo com sua mãe. Mas só porque ela controlou a língua, não significava que ela estava deixando-se ser controlada. Ela disse à sua mãe, uma vez que ela não gostou do jeito que poção fez sentir e que era tudo que ela ia dizer sobre o assunto. E se isso significava que ela não iria beber qualquer coisa que não fosse servida por ela própria, então que assim seja. Foi simples o suficiente para educadamente recusar qualquer bebida que lhe foi oferecida durante as refeições em família. Ela periodicamente bebia do copo de Rony durante as refeições.


 


Rony não estava inteiramente certo se ela fez isso porque ela estava com sede, ou se ela estava tentando mostrar sutilmente sua posição. Ele suspeitava desta última. Não que tudo o que ela fizesse realmente importava muito para ele. Ele não se importava que ela bebesse do seu copo, enquanto ele pudesse fazer pouco sobre este assunto.


 


 Uma noite no jantar, ele sugeriu a Hermione pegar emprestado um dos detectores de segredos de Moody, mas mesmo com todos os seus esforços ele só recebeu uma bronca sua mãe. Ela era muito mais sensível à piadas do que Hermione, que parecia indiferente a elas. Mesmo assim, as piadas realmente não perdem o seu recurso até que ele apanhou Hermione observando cada alimento em seu prato de forma suspeita. Ou ela realmente estava se tornando tão paranoica quanto Moody, ou sua mãe tinha contaminado seu jantar, indo além do que era aceitável.


 


 Rony confrontou sua mãe no minuto em que ele encontrou-a sozinha e pediu-lhe para não acrescentar nada "especial" nas refeições de Hermione. Foi um pouco estranho no início, mas ele não tinha escolha. Não beber chá ou suco de abóbora era uma coisa, mas ele não poderia deixar sua mãe impedi-la de comer. Demorou algum tempo para explicar, mas finalmente ele conseguiu convencê-la de desistir.


 


Após a conversa, ele recorreu a Hermione, em nome da Sra. Weasley, mas foi apenas uma tentativa hesitante. Rony sabia que não havia como mudar seu raciocínio, uma vez que ela colocou algo em sua cabeça. Ela era extremamente teimosa. Ela iria até a exaustão e não aceitaria qualquer outra razão que além da própria. Mas a falta de sono estava começando a fazer efeito. Ele sabia que ela já estava irritada e ele não viu qualquer razão para tentar provocar a fera. Argumentando com ela não iria conseguir nada, então ele esperou até ela ficar irritada e resolveu cuidar da situação do seu próprio jeito.


 


                                ***


 


Rony estava deitado sobre as costas da cama, sem sono, apesar da situação embaraçosa em que se meteria ele se levantou, agarrou seu travesseiro e foi em direção ao quarto das meninas. Rony nunca havia pensado que o sofá era curto demais para se deitar confortavelmente. Ele só estava pensando em Hermione e se ele conseguiria ou não ser capaz de ouvi-la quando ela tivesse outro pesadelo. Se fosse algo como Harry ou Gina, ele suspeita que conseguiria, desde que deixasse as portas abertas. E se não, ele ainda estaria lá, esperando por ela. Ela quase sempre vinha estudar, quando não podia dormir. Pelo menos era o que Gina tinha dito a ele.


 


Mas não foi Hermione que o acordou, e sim seu gato incômodo. Claro que acordar Rony quando dormia profundamente não era uma tarefa fácil. Empurrar seu tabuleiro de xadrez no chão não teve efeito algum. Barulho obviamente não era a solução. Rony dormia em baixo de um vampiro particularmente forte e barulhento acima de tudo. Havia apenas uma maneira de fazê-lo, e estava perto e pessoal.


 


 Obviamente Bichento foi suficientemente inteligente para perceber que os riscos envolvidos. O relacionamento que tinha com esse homem era tumultuado, na melhor das hipóteses. Eles se toleravam mutuamente, quando Hermione estava presente, porque não tinham escolha.  Quando ela não estava por perto, ambos estavam livres para agir do modo que quisessem e demonstravam o ressentimento mútuo que tinham um pelo outro.


 


Teria sido muito mais fácil se Hermione tivesse apenas escolhido o outro rapaz. Mas ela queria esse. Queria o garoto com temperamento. O cabeça de fósforo que estava sempre gritando com ela. Ela chamava por ele durante o sono. Ele era um conforto para ela.


 


 


 Com ágil graça, o grande gato pulou fora da mesa e caiu no meio do tórax do ruivo. Bichento continuou com seu macio corpo esticado sobre ele até o momento em que o rapaz apresentava sinais de vida.


 


"Maldita bola de pelos!" Rony gritou, sentado na posição vertical quando viu que o gato já estava de pé na porta. "Fez isso de propósito!" rosnou ele agarrando o seu travesseiro e olhando exigente para a porta. "O quê? Não foi possível encontrar nenhuma aranha para atirar em mim, assim que você pensou que iria simplesmente jogar-se em cima de mim?" ele perguntou quando colocou seus pés descalços no chão.


No momento em que ele estava na vertical, Bichento saiu correndo da sala.


 


 "Sua ameaça peluda", Rony resmungava sob sua respiração enquanto ele seguia seu caminho por toda a sala e saia no corredor. "Não tem nada melhor para fazer do que - covarde", ele xingou no instante em que ele avistou o gato com a cabeça para fora da porta do quarto das meninas. "Primeiro você me ataca enquanto eu estou dormindo”, disse ele acusadoramente, enquanto ele avançava sobre o gato “, e então você galopa desligado e esconde-se, porque você achou que eu não viria atrás de você."


 


Mas, para sua surpresa, Bichento não correu. Ele estava em seu terreno e somente quando Rony chegou até a porta ele colocou sua cabeça para dentro. Por um minuto, Rony considerou simplesmente esquecer aquilo e voltar para cama, mas ele deixou uma parte da porta aberta por uma razão. Se ele a fechasse agora, ele não seria capaz de ouvir Hermione se ela precisasse dele.


 


 Gato estúpido, Rony pensou, enquanto ele empurrou a porta para abrir um pouco mais e entrar. Eu posso verificar seu sono, enquanto eu estou aqui.


 


 Como ele esperava, Bichento estava empoleirado no final da cama de Hermione, mas ele não estava fazendo isso para provocá-lo. O gato não estava fazendo sentido para ele. Seus ouvidos não se mexeram. Sua presença não foi anunciada. Sua cauda não estava em movimento. Não havia absolutamente nada que indicasse provocação em sua postura. Ele simplesmente olhou-o inquieto, e com razão. A cama estava uma bagunça e as folhas estavam emaranhadas em torno dos pés de Hermione. Ela ainda estava dormindo, mas ela tinha sido, obviamente, se mexido e girado por algum tempo.


 


 Ignorando o gato, Rony aproximou da cama para acordá-la. Mas de alguma maneira, ela parecia ter sentido a presença dele e seus olhos se abriram quando ele se inclinou para toca-la.


 


Hermione suspirou em voz alta e imediatamente foi para longe da forma escura que pairava ameaçadoramente sobre sua cama.


 


-Sou eu, Rony sussurrou em uma tentativa de ser reconhecido antes que ela pudesse puxar a varinha para ele. -Desculpe. Eu não queria te assustar.


 


-Rony? Hermione perguntou incerta, quando ela tentou desacelerar as batidas de seu coração. -O que você estava fazendo?


 


 -Você estava tendo um pesadelo. “Ele respondeu, agarrando as folhas de papel jogadas nos seus pés, arrumando-as e colocando-as onde deveriam estar: - Muito melhor”, acrescentou ele, subindo em sua cama e deitando ao seu lado.


 


 -Algo que eu possa fazer por você? Rony perguntou, no momento que viu a sua irmã se virar na cama e olhar fixamente para eles.


 


-N-não, respondeu Gina, deixando eles pra lá e voltando a dormir.


 


-Você não deveria estar aqui. Protestou Hermione calmamente.


 


-E você não deveria recusar o chá da mamãe, Rony retrucou,, se ajeitou na cama estreita e repousou seu braço sobre ela. -Agora fica quieta e volte a dormir, ele acrescentou, segurou a mão dela e repousou sobre seu estômago.


 


 -Sabe por que eu não vou tomá-lo.


 


-Não vamos ser atacados aqui.


 


-E o que acontece quando eu me tornar dependente dele?


 


-Eu não vim aqui para brigar com você, amor, disse Rony, pressionando o corpo dele contra o dela.  -Só pra dormir.


 


-Muito bem, Hermione se rendeu. Era muito duro se opor aos carinhos dele com ele, ainda mais quando a surpreendia assim. Bastava estar perto dele, e com o braço em torno dela, isso era suficiente para relaxar sua mente. Ela realmente não queria que ele fosse embora. Gina não parecia se opor, então qual era o problema? Afinal eles estavam apenas dormindo juntos, nada, além disso.


 


                              ***


 


-Tem certeza que você não se importa se ele dormir aqui comigo? Hermione perguntou a Gina novamente enquanto elas estavam se vestindo na manhã seguinte. -Se estiver te incomodando pode me falar. Eu vou entender se estiver.


 


-Você dormiu melhor com ele aqui, não é mesmo? Gina perguntou.


 


-Bem, sim, mas...


 


-E tudo o que vocês vão fazer é dormir, certo?


 


-Claro que é tudo que vamos fazer! Disse Hermione, sua voz se elevou com indignação. -Sinceramente.


 


-Então por que eu deveria me incomodar?


 


 -Eu não sei. Não é estranho o seu irmão dormindo no mesmo quarto que você?


 


-Não, Gina riu. -Nós dividimos um quarto por muitos anos.


 


-Dividiram? Hermione perguntou o choque evidente em sua voz. -Mas...


 


 -Eu não tive o meu próprio quarto até Gui e Carlinhos saírem de casa.


 


-Ah, respondeu Hermione. -Mas... bem, que era diferente, não é? Quero dizer, vocês eram pequenos. Eu não quero fazer o meu problema ser seu também. Eu posso ir para o quarto dele, sugeriu.


 


 -Você enlouqueceu? Gina exclamou. -Você tem alguma ideia do que minha mãe faria se ela te pegasse os dois juntos no quarto do Rony?


 


-Nós não estaríamos fazendo nada. Declarou Hermione defensivamente. -A única coisa que estaríamos fazendo seria dormir na mesma cama.


 


-É? Tenta explicar isso pra minha mãe! Gina riu.


 


-Isso realmente não é engraçado.


 


-Eu sei. Respondeu Gina. -Eu sinto muito. Olha, não é nada de mais ele dormir aqui. Rony e eu. .. bem ... você sabe como é. Disse ela rapidamente. -Somos os mais jovens e fomos deixados de fora de um monte de coisas quando éramos pequenos. Gui e Carlinhos sempre faziam as coisas juntos e Percy sempre preferiu ficar sozinho. Fred e Jorge sempre tiveram um ao outro... e bem... eu tinha Rony. Mesmo depois termos os nossos próprios quartos, estávamos ainda muito perto. Às vezes ... quando eu tinha pesadelos, eu subia e dormia com ele. Ele sempre foi legal, na verdade. O que é surpreendente considerando que ele é normalmente um trasgo. É provavelmente uma dessas coisas de irmão mais velho. Ele só quer cuidar de você.


 


 -Exceto que ele não é meu irmão. Disse Hermione calmamente.


 


-Ele também se preocupa muito com você. Afirmou Gina, enquanto as duas deixaram o quarto e desceram as escadas para tomar o café da manhã. -O que significa que ele será sempre muito protetor. Normalmente isso é um pé no saco, mas às vezes ... pode ser algo bom.


 


                               ***


 


 Quando Rony recuperou a consciência, ele começou a sentir a sensação de dormência em seu braço. Hermione gostava de se aconchegar e após algumas noites compartilhando a cama com ela, tornou-se evidente que ele era seu travesseiro favorito. Quando tinha sorte, ele dormia com as costas apoiadas na cama, o que tornava fácil ela se apoiar nele. Não que ele não gostasse daquela situação. Foi um prazer acordar com ela em seus braços, mesmo que eles não tenham feito nada juntos.


 


 Abrindo os olhos, Rony olhou pela janela em uma tentativa de ver como estava o tempo lá fora. Porra, ele pensou, quando ele reparou que o céu estava com um tom de azul escuro e não mais preto. O sol ainda não tinha saído, mas logo isso aconteceria.


 


O que ele realmente queria fazer era fechar os olhos e voltar a dormir, mas ele sabia que teria de esperar até ele estar de volta em sua própria cama. Se ele era cuidadoso, ele até podia ser capaz de levantar sem acordar Hermione.


 


Ela pode ficar um pouco sozinha, ele pensava, enquanto deslizava cautelosamente o braço para tira-lo de baixo dela.


 


Ela estava dormindo muito melhor desde que ele passou a ir dormir junto com ela em seu quarto, mas ela raramente permanecia na cama, uma vez que ele levantava. Rony não estava certo se os pesadelos dela tinham terminado ou não. Ele suspeitava que tinham, mas ele não queria perguntar. Eles foram a razão pela qual ele podia dormir com ela. Se ela já não tinha mais eles, então ele realmente não tinha desculpa para dormir no quarto dela. Nem sua mãe aceitaria de qualquer maneira.


 


 Claro que no fundo ele realmente não sabia se ela iria aceitar pesadelos como uma desculpa qualquer, é por isso que, era sempre necessário que ele voltasse para seu próprio quarto antes que alguém estivesse acordado. Ele não queria pensar sobre o que sua mãe faria se ela o pegasse. Ele se preocupava com isso quando começou a dormir ali. Até então, ele ia apenas continuar fazendo o que ele tinha vindo fazer. Então, foi tornando-se mais difícil e mais difícil dormir ao lado de Hermione, sem pensar sobre as outras coisas que os dois poderiam fazer em uma cama. Ele podia pensar em tudo que ele queria, não podia?


 


Bem, não, ele não podia. Não sem que seu corpo reagisse ao pensamento. Cedo ou tarde, Hermione iria acordar e quando acontecesse ela iria perceber o estado em que ele estava.


 


Mas, isso não é minha culpa! Rony pensou quando ele assistiu Hermione se enrolar sobre ela mesma e se esticar para fora como um gato que tinha se enrolado em uma bola um pouco grande. Como supostamente eu não posso reagir a isso? Ele perguntou a si mesmo, quando ela se mexeu e sua camisa dos Canhões de Chudley subiu até o peito expondo seu diafragma.


 


A pele dela era perfeita, ao contrário da sua própria, que era coberta de sardas. Foi impossível resistir; sua barriga perfeitamente lisa e branca o fascinava. Sem pensar, Rony correu levemente a mão para baixo e a passou ao longo do seu estômago. Como ele admirava isso. ‘Ela é tão macia’, ele pensava, enquanto ele movia a mão por sua barriga.


 


Rony pulou no instante em que sentiu a mão dela pegar a dele. Ele não percebeu que ela estava acordada. Envergonhado pelo fato de ele ter sido pego acariciando ela, Rony tentou se distanciar, mas para sua surpresa, Hermione o segurou firmemente no lugar.


 


-Há algo que eu queria lhe ensinar. Ela disse suavemente, guiando a mão na sua barriga.


 


‘Oh Deus’, Rony pensou e gemeu ruidosamente. -Gina está ali! Ele sussurrou, e olhou para cama de sua irmã nervosamente.


 


 -Tudo bem, disse Hermione. -Eu vou ensinar a ela também.


 


-Hein? Rony perguntou, erguendo sua sobrancelha em confusão. -O que é que você vai me ensinar exatamente?


 


-Sente isso? Hermione perguntou, pegando a mão dele e correndo ela ao longo da caixa toráxica, parando logo abaixo o peito dela.


 


 -O quê? Rony questionou, olhando para seu peito.


 


-O local onde a minha caixa toráxica conecta com o meu esterno, Hermione respondeu. -Você pode sentir o fim do meu coração? ela perguntou, pressionando para baixo em sua mão, assim ele poderia senti-lo com as dicas de seus dedos. -Sente esse ponto aqui?


 


-Sim, Rony balbuciou, tentando descobrir onde ela queria chegar. Era algum tipo de zona erógena que ele não conhecia?


 


-Vou deixar você tentar, disse Hermione, deslizando sua mão para baixo para o seu estômago e, em seguida, soltou a mão dele. -Eu quero que você encontre esse ponto novamente. Sozinho. Ela mandou.


 


Rony começou com incerteza em seus olhos por um instante, e então fez de acordo com as instruções.


 


-Bom, disse Hermione. Agora coloque dois dedos sobre o fim, ela instruiu ele, levantando sua camisa até o pescoço para expor a área entre seus seios.


 


‘Merda’, Rony pensou quando seus olhos congelados sobre a área que ela tinha exposto.


 


-Preste atenção, Rony. Hermione ordenou. -O que estou mostrando a você poderia salvar a minha vida ... ou a de Harry.


 


Isso definitivamente chamou a atenção dele. -O quê? perguntou, buscando seus olhos e vendo que era sério. -O que exatamente você está me ensinando?


 


-É uma técnica trouxa, ela respondeu. Usada para trazer os mortos de volta à vida.


 


-Não é possível, insistiu Rony. -Nem mesmo com magia.


 


-Às vezes é. Informou Hermione a ele. -Se uma pessoa para de respirar e seu coração para, esta técnica permite-lhe respirar para eles, e bombear seu coração manualmente. Médicos trouxas usam-na o tempo todo.


 


-Médicos trouxas são um bando de malucos, Rony insistiu. -Quero dizer, olhe para as coisas loucas que fazem. Eles cortam e costuram as pessoas como roupas, e só Merlin sabe o que mais.


 


-Esse é um procedimento muito eficaz usado por pessoas que não podem magicamente curar uma ferida, retrucou Hermione. -E esta técnica que vou lhe ensinar também é eficaz. Só porque não é mágica, não significa que não vai funcionar.


 


-Você não pode trazer os mortos de volta à vida, Hermione.


 


 -Às vezes você pode, ela persistiu. -Depende. Por exemplo, alguém se afoga e esse procedimento é utilizado de imediato sobre as mesmas, por vezes, é possível trazê-los de volta.


 


-Você está planejando empurrar Harry no lago ou algo assim?


 


-O que acontece quando alguém é atingido pela maldição Avada Kedavra? Hermione perguntou, ignorando a tentativa de Rony de fazer uma piada.


 


-Ele morre. Ele respondeu simplesmente.


 


 -Como?


 


-Não sei, disse Rony, dando de ombros. -Ele só está morto.


 


-Há alguma marca no corpo? Hermione perguntou a ele. -Qualquer trauma?


 


-Você sabe que não. Ele respondeu desconfortavelmente.


 


 -Então porque as pessoas morrem? Hermione perguntou.


 


 -Como eu poderia saber?


 


 -Ela para o seu coração, Gina respondeu baixo do outro lado do quarto.


 


Rony e Hermione instantaneamente se viraram e perceberam Gina sentada na cama assistindo-os.


 


 -Como é que sabe disso? Rony perguntou, estudando a irmã dele de perto. -Moody ... er ... quero dizer Crouch nunca nos ensinou como é que funciona.


 


 -Não sei, respondeu Gina, olhando para baixo e encarando os lençóis, para não ter de encarar o olhar de seu irmão. -Acabei de pensar nisso.


 


-Ela está certa, disse Hermione, dando um sorriso fraco a Gina. Ela suspeitava que o seu conhecimento fora resultado do seu contato prolongado com Tom Riddle, em vez de algo que ela tinha aprendido com um de seus muitos professores de DCAT. -Ela mata, parando seu coração. Estou planejando ensinar como fazer com que ele volte a bater.


 


 -Se fosse assim tão simples, não acha que curandeiros já teriam feito isso? Rony perguntou, cético.


 


-Eu nunca disse que seria simples, Hermione suspirou. Este é apenas o primeiro passo. Agora "tire sua camisa e deite no chão", disse ela, dando um empurrão em Rony. -Você será a primeira vítima.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.