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18. A noite pt. 1


Fic: Jogo de sedução


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Mas que vitória espetacular da Holanda! Dominou o jogo inteiro e agora seu apanhador Ariston Pepinj capturou o pomo dessa maneira fenomenal! – gritava Ginever em plenos pulmões – A Holanda é a nova campeã de quadribol! – e gritou alguma coisa que as meninas não entenderam.

- Deve ser em holandês. – Gina disse batendo palmas freneticamente.

- Você sabe onde foi parar a Hermione? – Luna perguntou olhando em volta.

- Ah, esquece a Hermione por um momento. É isso aí Holanda! – era difícil saber se era Gina ou August que estava mais empolgado.

Luna ia replicar, mas, bem nesse momento, todas as luzes do estádio se viraram para o camarote delas.

- E ai vem a brilhante seleção da Croácia para ganhar suas medalhas por terem atingido bravamente o terceiro lugar ontem contra a seleção do Uruguai. Aplausos para eles.

Luna não teve mais oportunidade de pensar em Hermione. Um belíssimo croata acabara de entrar pela porta do camarote.

- - - - Mais uma NC... Já sabem as recomendações- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

O beijo de reconciliação dos dois a cada segundo que passava tornava-se mais do que um simples e perfeito beijo de reconciliação.

Eles ficaram trocando beijos cada vez mais intensos até ouvirem um barulho ensurdecedor vindo do estádio.

O jogo devia ter acabado. Foi quando Draco disse apenas um “Vamos sair daqui” e os dois foram andado, sabe-se lá como, ainda se beijando o tempo todo e, quando chegaram na frente da barraca do Malfoy, o zíper da blusinha dela já estava completamente aberto.

- E se chegar alguém? – ela perguntou sem fôlego, interrompendo por um instante o beijo.

Malfoy falou sem parar de beijá-la.

- Foda-se. Que cheguem, que nos vejam. Não to nem ai. Eu sinto falta de você, morena.

E segurou a cabeça dela puxando-a pra mais perto de si, se é que isso era possível.

Ela não conseguiu pensar em mais nada. Também sentia falta dele, também desejava ele assim como ela já sentia que ele a desejava.

Ainda se beijando muito eles entraram na barraca. Não mais estavam conscientes dos seus atos. Deixavam seus corpos agirem como quisessem.

As mãos grandes de Draco passeavam livremente pelo corpo dela: estavam em suas costas, apertando-lhe as nádegas macias, acariciando seus seios enrijecidos, puxando levemente seus cabelos encaracolados, puxando e acariciando-lhe o pescoço.

Ela também tinha acesso livre a qualquer parte do corpo perfeito dele. Ela espalhava beijos pelo rosto dele, descia-os para a nuca dele, para seu peito definido. Suas mãos moviam-se como se tivessem vida própria e passeavam pelos braços torneados do homem, por seu membro já completamente enrijecido.

E em meio disso tudo, eles retiravam rapidamente as peças de roupa e voltavam a se beijar imediatamente, como se cada segundo que passassem afastados fosse capaz de fazê-los perder a vida.

Ele foi empurrando-a devagar até o sofá da sala e eles se deitaram. Ele por cima dela. Ambos arfantes e desesperados para que seus corpos se encaixassem perfeitamente, como em todas as outras vezes.

Já estavam completamente nus e ele brincava com as mãos no sexo dela, fazendo-a delirar de prazer. Quando ela sentiu seu corpo começar a tremer, inverteu as posições e ficou por cima dele, ainda beijando-o com voracidade.

Desceu seus beijos, agora em uma lentidão dolorosa, primeiro pelo pescoço, depois pelo peito, pela barriga, pelo umbigo e o viu contrair-se num gesto de prazer. Ela desceu mais ainda os beijos, agora beijando carinhosamente o membro dele, ao mesmo tempo que estimulava-o com as mãos.

Ele não agüentou mais e virou-se novamente para ficar por cima.

- Você me deixa maluco, Granger.

Ele deu um pequeno sorriso com o canto dos lábios e voltou a beijá-la. Antes de penetrá-la, porém, ela disse, ainda sem ar.

- E a camisinha? Trouxe?

- É claro. – e deu mais um beijo nela antes de pegar numa gaveta uma cartelinha de camisinhas.

Enquanto ela colocava cuidadosamente nele o objeto, provocava-o.

- Eu só vou deixar você sair daqui quando aquela cartela acabar todinha. – ela sussurrava – E só vai sair pra poder comprar mais.

- Isso é um desafio? – ele disse com cara de tarado, já se posicionando novamente sobre ela, beijando-a na orelha e no pescoço.

- Não. É uma promessa. – ela sussurrou no ouvido dele, afastando lentamente as coxas.

Ele então a penetrou com força. Ela já estava completamente pronta pra isso, por isso não sentou dor com o movimento brusco.

Os corpos suados se moviam com em um ritmo alucinado, numa mistura de desejo e de saudades, num sexo de reconciliação e de reencontro.

Ele acariciava os seios dela, apertava-os, mordiscava-os. Ela num momento de muito prazer, arranhou as costas do homem.

As estocadas eram fortes e ficavam cada vez mais rápidas. Eles gemiam, respiravam com dificuldade, falavam frases sem sentido, soltavam palavras desconexas. Não pensavam, simplesmente deixavam seus corpos agirem por conta própria.

Hermione começou então a gemer mais alto. Ela sabia que chegaria logo no orgasmo e ele também percebeu. Isso o excitou ainda mais.

Chegariam juntos. Draco falava com a voz falhada.

- Vem comigo, vem comigo.

Mione gritava de prazer. Sem falsidades nem fingimentos. Gritava por nunca ter sentido tanto prazer em sua vida. Ele sabia exatamente como e onde estimulá-la.

Os dois atingiram juntos o melhor orgasmo de suas vidas.

Simplesmente sentiram que fizeram o melhor sexo de suas vidas.

Draco deixou seu corpo cair sobre o dela. Ambos estavam exaustos, porém extremamente satisfeitos.

Hermione sorriu, cansada, enquanto olhava o rosto dele sobre seu colo. Definitivamente ela amava aquele homem. Ela tirou uma mexa que caia sobre a testa dele e ele a encarou. Seus olhos, geralmente frios e inexpressivos, brilhavam num azul intenso no qual ela se perdeu durante um tempo.

Eles ficaram ali, deitados, se encarando, por um segundo ou uma eternidade, não se importavam.

Naquele silêncio e naqueles sorrisos se encontravam todas as juras de amor que poderiam ser feitas e se esvaia toda a saudade e o rancor que eles um dia tiveram.

Naquela ausência de palavras, predominava o amor.

- - - - - -FIM DA NC... será que realmente tem alguém que não lê essa parte? - - - - - - - - - -

- E essa foi a seleção da Rússia. Agora, levantem-se todos para receber a seleção campeã do mundo. Façam muito barulho, porque ai vem o time da HOLANDA! – Ginever anunciou, para delírio de mais da metade das pessoas presentes no estádio.

Uma onda de gritos e palmas se espalhou de uma maneira emocionante, deixando Gina com os cabelos arrepiados.

Um a um, os membros da seleção holandesa entravam pela porta do camarote. Suados, cansados, sujos. Nada disso os incomodava, a alegria da vitória superava tudo.

Gina observava tudo com os olhos brilhando de alegria. Na verdade não sabia o porquê de estar tão feliz, mas não podia controlar-se. Batia palmas alegremente enquanto cada um dos jogadores pegava a taça.

Depois dos refletores terem se apagado, August Ginever fez questão de cumprimentar todos os jogadores. Em holandês.

- Humpf. – Gina bufou olhando a cena – Exibido. Fazendo isso só pra mostrar que sabe falar.

Mas Luna nem prestou atenção no comentário da amiga. Estava com a cabeça em outro lugar. Mais exatamente em um certo croata.

O comentário da ruiva não foi ignorado por todos, entretanto.

- E a holandês dele non é muito pom. – disse um belíssimo jogador com um sotaque carregado.

Ele era branco e tinha os cabelos negros bastante bagunçados pela ação do vento. Tinha um belíssimo par de olhos cor de mel, era alto e tinha um porte atlético: ombros largos, braços fortes. O sorriso dele era o mais lindo que Gina já tinha visto. No braço uma tatuagem preta de um dragão norueguês.

Gina riu.

- Parabéns pelo jogo. A Junta de Yalor que você fez pra pegar o pomo foi simplesmente perfeita.

- Ah, obrrigado. Você conhecer aquela movimento? – ele perguntou meio surpreso, meio admirado.

- Eu já fui apanhadora há muito tempo atrás. E sou fascinada por Quadibol. – ela disse sorrindo.

- É mesma? Na Holanda não costumar ter mulher que gostar de Quadribol.

Gina sorriu.

- Essa ser sua amiga? – ele perguntou apontando pra Luna, que mordia levemente o lábio superior, enquanto olhava perdidamente para o estádio mal iluminado.

- Ah, é sim. – Gina respondeu educadamente – O nome dela é Luna.

- Ah, pon. Agorra eu já saber o nome da seu amiga. Só falta saber a seu. – ele disse rindo.

- Meu Merlim. Esqueci mesmo de me apresentar. Ginevra Weasley, mas, por favor, me chama de Gina.

- Gi-na. Gina. – ele repetiu – Meu nome ser Ariston Pepinj, mas você poder me chamar de sr. Pepinj.

Gina olhou meio desconcertada, com um sorrisinho amarelo.

- Eu estar brincando. – ele disse rindo – Poder me chamar de que você quiser, Gina.

- Certo, então, sr. Pepinj. – ela disse dando uma risadinha gostosa.

- A senhorita e seu amiga não querer ir para o festa de comemorraçao da meu time? Vamos ouvir um musica, beber algum coisa. Ir ser divertido.

- Eu não acho que...

- Todos os times vão estar lá? – Luna se manifestou pela primeira vez.

- Achar que time do Rússia não querer ir. Mas time do Crroacia ir com a gente.

- Ah, que beleza. – Luna disse sorridente – Então eu e minha amiga aqui – disse dando um tapinha no ombro da ruiva – aceitamos o seu convite.

- Ah que pom! – ele pareceu animado – Eu só falar com Ministra e podemos ir, certo?

- Tudo certíssimo! – a loira disse animada, e, virando-se para Gina, falou – É hoje, amiga. É hoje que nós vamos esquecer de vez todos os trastes do nosso passado.

- Eu não vim aqui caçar homem, Luna. – disse Gina meio irritada.

- Minha linda, você não veio caçar, mas se uma presa pára na sua frente, pega sua arma e dá um tiro em si própria e se coloca no seu carro, você tem que levar pra casa pra comer. – e deu uma piscadinha.

- Se ele se matou, como pode ter ido pro meu carro? – a ruiva perguntou.

- Deixa de ser retardada. Você sabe muito bem do que “eu estar falando, Gi-na”. – e deu outra piscadinha.

- Se você piscar pra mim de novo eu jogo você daqui de cima.

- Deixa de ser mal-humorada. Vamos pra uma festa e estamos na Austrália, amiga. Olha, lá vem o seu amigo Pepino sei-lá-das-quantas. Bota um sorriso nessa cara e seja simpática, porque essa noite promete!

- Podermos ir agorra. – ele disse com um belo sorriso, indicando a saída com o braço para as mulheres.

- Hum... Que cavalheiro. Mas vocês podem ir na frente. Eu vou conversar com o goleiro sobre o balaço que ele recebeu na cabeça. – Luna disse já se encaminhando em direção ao homem meio carrancudo que tinha um galo do tamanho de uma goles na cabeça.

Depois de um segundo de silencio, Ariston disse.

- Sabe que eu gostar muito dessa seu broxe?

Gina olhou para o redemoinho, girou a pazinha e o hino começou a tocar.

- Acho que já está parando de funcionar. Pelo menos eu tenho a sensação que a música era um pouco maior quando eu comprei isso.

- A hino estar pela metade. – ele disse concordando – Mas mesma assim é pom você estar usar isso. Mostrar que você estar torcer por Holanda desde a começo.

- Mais ou menos. Eu estava torcendo pra Inglaterra no começo. – ela disse sorrindo.

- Clarro, eu dever ter pensado nissa antes. – ele disse dando um tapinha na testa – Nós chegar.

Gina então parou de olhar para ele e olhou na direção para onde ele apontava.

O lugar parecia animado, com uma música que Gina nunca tinha ouvido e muita gente dançando.

Na porta, dois homens controlavam a entrada.

- Ela estar com mim. – Ariston disse para o segurança, que os deixou entrar.

A companhia dele estava sendo realmente bem agradável. Talvez Luna tivesse razão. Aquela noite realmente prometia muito.

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N/A: cap nao tao grande, mas com NC...
espero que voces tenham gostado ^^
nao esqueçam de comentar
bjos
TiTa^.^

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