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11. Chamar seu nome


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os próximos vinte minutos foram um borrão para Hermione. O que começou como terno e gentil rapidamente irrompeu em um furor de beijos apaixonados que, literalmente, a deixaram se sentindo fraca e sem fôlego. Era como se seu mero toque, sua presença, fosse tudo de algum jeito... mágico. Era a única palavra que ela poderia usar para explicar como ele a fazia se sentir. Ele a tinha enfeitiçado. Hermione estava assustada em descobrir que de alguma forma Rony tinha o talento de levar embora todo o pensamento racional de sua cabeça. E, ao mesmo tempo, ela sabia que ele estava tão perdido nisso quanto ela. O mundo poderia explodir em torno deles que naquele momento nenhum dos dois teria se importado ou sequer percebido. Isso não importava. Nada mais importava. Ela tinha tudo o que sempre precisou bem ali. Contanto que ela pudesse sentir seu corpo firme pressionando contra o dela, contanto que ela continuasse sentindo suas mãos fortes correndo por todo seu corpo, contanto que ele continuasse a carregar toda a razão de sua mente com seus beijos calorosos, nada mais importava.


 


Em algum momento durante isso tudo, Hermione percebeu que estava esparramada em cima de Rony, o que era esquisito, considerando-se que ela não se recordava de como tinha ido parar lá, nem há quanto tempo eles estavam daquele jeito. Foi o toque da mão dele deslizando pela parte de trás de sua perna e agarrando sua bunda que puxou sua mente do abismo. Ela só teve tempo de registrar o fato que a única coisa que impedia o contato pele com pele, que ela tão desesperadamente desejava, era o fino tecido de sua calcinha, quando sentiu seu mundo se mover. Inesperadamente, Hermione se encontrou deitada de costas, segurando firmemente o colchão, com o peso do corpo de Ron quando ele se comprimiu em cima dela e a beijou com toda força que tinha. Ela podia sentir a paixão e a necessidade por trás de cada beijo. O corpo dele estava, literalmente, estremecendo com isso.


 


Incapaz de se conter, ela gemeu suavemente dentro da boca dele. Hermione sentiu Rony correr sua língua pelo lábio inferior dela antes de se afastar e se endireitar por precisar tanto de ar.


 


Respirando com dificuldade - o coração dela batia como se ela tivesse passado meia hora correndo a toda velocidade pela Floresta Proibida, e não deitada numa cama - Hermione se forçou a abrir os olhos. Quando o quarto e o atraente ruivo que ainda estava deitado em cima dela entraram e foco, Hermione passou as costas da mão em sua boca.


 


- Estava... tudo bem? – Rony perguntou ansiosamente depois de ver a reação dela aos seus beijos. Até aquele momento, ele estava imensamente feliz, mas agora... ele estava tentando desesperadamente não interpretar o que viu como um sinal de aversão.


 


- Sim, estava... bom – Hermione garantiu a ele com um sorriso sincero – Só um pouco... mais molhado do que eu esperava – ela deu um risinho.


 


‘BOM?’, Rony lamentou interiormente. ‘Foi só... bom? Eu achei que foi fantástico e ela só achou bom. Pelo menos eu não a repeli. Suponho que isso seja alguma coisa, de qualquer forma. ’


 


- MMMmmm – Hermione gemeu suavemente ao deixar sua cabeça cair no travesseiro. Seus olhos fitando o espaço quando tentou (e falhou) segurar o riso – Na verdade, foi mais do que bom... foi... – ela gaguejava ainda incapaz de achar uma palavra que explicasse perfeitamente como Rony a fazia sentir – Você tira meu fôlego – ela admitiu quando seus olhos pousaram nos dele e brilharam com o reflexo da lua – Vamos dar mais um? – ela perguntou, agarrando a blusa dele e puxando seu rosto em direção ao dela.


 


Rony não podia deixar de sorrir ante a ânsia dela. O entusiasmo com que ela o beijou instantaneamente curou seu ego recentemente magoado. Dessa vez foi Hermione que aprofundou o beijo primeiro. Ela aprendia rápido, o que não deveria ser surpresa para Rony se ele fosse capaz de pensar com clareza. Mas como não era ele ficou um pouco surpreso quando a sentiu pressionar a língua em sua boca e imitou o que ele tinha feito momentos atrás. Ele gemeu suavemente ao sentir ela pressionando sua língua contra a dele e depois se afastando, para provocá-lo.


 


‘Isso é maravilhoso’, ele pensou, querendo que isso nunca acabasse.


 


Quando eles se beijaram famintos, Hermione deslizou uma mão por dentro da camisa de Rony e começou a correr levemente seus dedos pela espinha dele. Ela achou que os músculos das costas dele se retesaram quando os tocou de forma altamente estimulante. Só de saber que ele tinha músculos era estimulante, mas senti-los; sentir o quão duros eram; quão diferente o corpo dele era do dela, era embriagante. Sem saber por que, ela levemente correu suas unhas pela pele dele.


 


Rony arfou alto e sentiu seu corpo todo estremecer ante o prazer inesperado que ele sentiu. Ele achou inacreditável o quanto ele era sensível ao toque dela. Se ele reagiu tão fortemente ao leve carinho em suas costas, ele silenciosamente imaginou quanto prazer ele sentiria se ela tocasse outras partes dele. Quanto prazer ele sentiria se eles... levassem isso até o último nível. O quanto ele desejou sentir a pele dela contra a sua, sentir seu calor, sentir seu corpo se encaixar no dele ao se tornarem um e encontrarem o prazer juntos. ‘Mas... isso não pode acontecer’, ele lembrou a si mesmo pela centésima vez. Ele queria. Desesperadamente. Mas sabia que era muito cedo. Tudo estava acontecendo rápido demais. De certa forma, estava tudo fugindo do controle e Rony sabia que tinha que parar.


 


‘Essa é Hermione’, ele se fez lembrar, mesmo continuando a beijá-la. ‘Não é um sonho onde você pode agir como um safado e fazer o que quiser sem consequências. É real... ’ e no mundo real ele tem que colocar as necessidades de Hermione antes das dele, mesmo que isso o mate. ‘Ela merece algo melhor do que isso’, ele falou para si mesmo. ‘Não que ela esteja se opondo... mas certifique-se que você não vai dar uma razão para isso.’


 


‘É só um beijo’, ele falou para si mesmo numa tentativa de justificar o fato de que ele não tinha parado de beijá-la ainda. ‘Nós não estamos fazendo nada de errado’, ele pensou enquanto gentilmente corria suas mãos para baixo e para cima pelo corpo dela. Ele podia sentir seus seios escaparem para os lados quando o peso de seu próprio peito a pressionava por cima. Ao correr seus dedos levemente para frente e para trás por todo o fino tecido de sua blusa, Ron teve que lutar contra o desejo de colocar suas mãos por dentro para sentir suas curvas suaves com a ponta dos dedos.


 


Rony ouviu Hermione gemer suavemente de decepção quando ele afastou seus lábios dos dela. Quase instantaneamente ele recolocou-os na sua bochecha e continuou beijando-a até seu pescoço. Quando ele alcançou o ponto bem embaixo do lóbulo da orelha, Hermione arfou alto e sentiu seu corpo estremecer embaixo do dele.


 


- MMMMmmm, isso é maravilhoso – Hermione lamentou de um jeito tão sensual que fez o corpo todo dele formigar. Rony rapidamente fez uma anotação mental para se lembrar daquele ponto para que pudesse voltar logo que terminasse suas explorações. Agora ele só queria continuar a viagem de descoberta que sua boca e mãos estavam fazendo pelo corpo dela. Ele queria memorizar cada passo; mal podia esperar para descobrir que outras áreas sensíveis esperavam pelos seus lábios ou quantos outros sons eróticos ele poderia inspirá-la a fazer. Com um último beijo, Rony se afastou do seu pescoço e afastou a blusa dela para baixo, descobrindo uma parte de seu ombro. Ele estava prestes a continuar com os mesmos beijos delicados quando Hermione, inesperadamente, chamou um nome e Rony estava horrorizado em descobrir que não era o dele.


 


- HARRY!


 


- O QUÊ! – Rony gritou ao se sentar de repente e se afastar dela tão rápido que achou que fosse cair da cama.


 


- Eu... Eu... esqueci totalmente do Harry – Hermione gaguejou, seus olhos abertos de espanto – Eu não acredito que eu esqueci de escrever ao Harry. Ele deve estar fora de si, trancado naquele lugar sem ter ideia do que está acontecendo.


 


- Ah... isso? – Ron disse sua raiva diminuindo um pouquinho, mas obviamente ainda extremamente irritado.


 


- Sim, isso. O que você achava que eu... – ela começou a perguntar.


 


- Normalmente só significa uma coisa quando você chama pelo nome de outro homem – Rony afirmou de mau humor.


 


- Você não está falando sério, está? – Hermione perguntou sem acreditar. ‘Ele não pode acreditar nisso, pode?’


 


- Você nunca chamou pelo meu nome – ele disse triste.


 


- Já sim – Hermione disse sem pensar – Você só nunca ouviu.


 


Levou um tempo para ela registrar o fato de que tinha dito essas palavras em voz alta. Ela percebeu quando viu a raiva sumir dos olhos dele, só para ser substituída por muitas outras emoções, todas elas lutando pelo controle. Primeiro, choque, quando seus olhos se arregalaram. Seguido de prazer, que ele rapidamente tentou esconder. Por um momento ele piscou de vergonha, e depois seus olhos escureceram para um azul cobalto enevoado. Hermione sentiu seu rosto corar ao ver seus olhos ardendo e pegando fogo. Ela sabia que dessa vez não tinha nada a ver com raiva. O que ela viu foi puro tesão e estava focado completamente nela. O calor do seu rosto estava tão intenso agora que ela sabia que devia estar tão vermelho quanto o cabelo de Rony. ‘AH, NÃO!’, ela lamentou, mortificada pelo que ela tinha admitido. ‘Eu não acredito que eu disse isso pra ele. ’


 


‘CARACA’, Rony pensou ao perceber que estava perigosamente perto de atacar sua melhor amiga como um monstro voraz, devorando-a até ouvi-la gritar seu nome. Mas isso não pararia aí, ele sabia. Ouvi-la arfar e chamar pelo seu nome cheia de prazer só o excitaria ainda mais. Ele não seria capaz de parar até achar um jeito de saciar a fome que queimava todo o seu corpo; ele não pararia até encontrar o prazer e gritar pelo nome dela também.


 


Sem confiar muito em si mesmo, Rony se afastou com um som gutural. Ele deu uma rápida espiada para ter certeza de que ainda estava enrolado no lençol para que Hermione não visse o efeito que suas palavras tiveram em seu corpo. Ele ficou horrorizado quando descobriu que nem mesmo o lençol era o bastante para esconder o quão excitado ele estava. Pelo menos não do jeito que ele estava sentado. Ele tentou reprimir um gemido ao se deitar nos pés da cama e rapidamente reposicionar o lençol.


 


- Eu já escrevi pra ele – Rony disse, tentando agir o mais normal possível – Enquanto você estava no banho. ‘CARACA’, ele pensou, as imagens do corpo nu dela em uma banheira de água quente inundou sua mente. ‘Essa não é a hora para pensar em coisas assim. Você precisa se livrar disso, antes que ela perceba. E ela vai perceber porque você não consegue se mover sem um maldito gemido. Pense em algo nojento. Snape... Snape beijando McGonagall. Não é perturbador o bastante. Snape beijando Hagrid... Eca, isso é muito nojento. ’


 


- Ron, você me ouviu? – Hermione perguntou alto.


 


- O quê? Ah... desculpe, minha mente se desviou por um momento. O que você estava dizendo? – ele respondeu.


 


- O que você disse a ele?


 


- Eu disse que você estava bem – Rony informou – Que mamãe estava tratando você... – Isso está funcionando bem, ele percebeu, as imagens das coisas que ele viu na penseira invadiram sua mente – Que... er... que Dumbledore ia falar com você depois disso. E que você escreveria para ele amanhã.


 


- O que você disse a ele sobre nós?


 


- Nós? – ‘Ela estreitou os olhos para mim? Oh-oh, eu acho que estou encrencado. Faça ALGUMA COISA! RÁPIDO! Antes de arruinar tudo. ’ – Bem... quer dizer... por favor, não vá entender errado, Hermione – Rony disse ao se sentar para que ela não subisse nele quando começasse a berrar – Eu... eu não contei nada a ele, mas não é o que você está pensando.


 


- E o que eu estou pensando? – Hermione exigiu.


 


- Que isso não significa nada para mim, ou que eu sou muito envergonhado para falar isso com ele, ou qualquer outra conclusão irracional que as mulheres tiram.


 


- Eu sou irracional, sou? – ela disse calmamente.


 


- NÃO! – Rony gritou – Eu não quis dizer isso, de maneira nenhuma – ‘IMBECIL!’ – Eu realmente estraguei as coisas, né?


 


- Não, não estragou – Hermione respondeu ao se inclinar e beijá-lo docemente, baixando totalmente a guarda dele – Por que você não me diz por que você não contou a ele? Assim eu não tirarei ‘conclusões irracionais’.


 


- Eu só acho que essa não é a hora certa, é isso – Rony disse ao observá-la com cautela, esperando que ela se enfurecesse.


 


- Aham, e?


 


- E o que?


 


- Quando é a hora certa? Existe? Honestamente, – Hermione perguntou, encarando seus olhos – você pretende contar a ele?


 


- Er... Claro – ‘Um dia. ’


 


- Ron? – Hermione perguntou ao alcançar sua mão – Você não... tem medo que Harry fique chateado, tem? Quer dizer, você não está preocupado que ele reaja como... como você reagiria... com a Gina saindo com... bem, alguém?


 


- Er... sim, em parte – ele admitiu.


 


- Você não acha que o Harry vai ficar feliz por nós?


 


- Provavelmente depois que se acalmar um pouco.


 


- Harry não é assim. Ele não vai...


 


- Ah, vai sim – Rony disse definitivamente – Ele não vai reagir tão forte quanto se eu descobrisse que você está saindo com alguém, mas ele vai reagir. Acredite.


 


- Até agora, você entendeu incrivelmente bem – Hermione provocou.


 


- Você sabe o que eu quero dizer – Rony resmungou.


 


- Sim, eu sei – ela admitiu – Então você acha que o Harry vai ficar zangado?


 


- Eu não acho. Eu sei. Você se lembra do quão zangado ele ficou conosco no verão passado. Esse ano vai ser muito pior. Ele está simplesmente...


 


-... Preocupado comigo? – Hermione interrompeu.


 


- É, em parte – Rony admitiu.


 


- Preocupado com suas intenções? – ela perguntou.


 


- Não. Harry sabe que eu gosto de você esse tempo todo. Não é isso.


 


- Certamente você não acha... – ela perguntou ao estudar seu rosto – que Harry sentiria... ciúmes? – ‘AH MEU DEUS!’, Hermione pensou quando viu a careta que ele fez. ‘Ele sente. ’


 


- Na verdade... ele vai sentir ciúmes. Não do mesmo jeito que eu, veja bem. Só ciúmes no geral. Você sabe, nós estamos... juntos. Não juntos como num mesmo lugar, mas REALMENTE juntos. Ciúmes porque temos alguém... especial e ele não. Ciúmes porque estamos felizes quando ele está tão infeliz, e...


 


-... Sozinho – Hermione terminou o raciocínio por ele.


 


- Exatamente. Ele não está num bom lugar agora. Com a morte de Sirius e estando trancado com aqueles trouxas horríveis no verão. Ele está como numa prisão. Ele vai ser duro com ele mesmo por causa do que aconteceu a você, Hermione. Você sabe que vai. Ele vai se culpar.


 


- E você acha que ele vai nos apoiar mesmo mais adiante? – ela perguntou – Eu admito que estive mais do que um pouco preocupada comigo mesma. Nós só não vamos deixar ele sem saber.


 


- Mas, se ele souber sobre nós... sobre isso... vamos dar uma desculpa perfeita. Ele vai fingir que é porque ele se sente como um excluído. Ele vai jogar tudo pro alto e pôr a culpa no nosso rela... nisso. E ele vai se ressentir com a gente por isso.


 


- Certo – Hermione disse, se deixando cair de costas com um suspiro.


 


- Espere um minuto. Você não vai discutir comigo? Você não vai me falar que ele vai conseguir superar isso? Ou que ele vai se ofender mais se escondermos isso dele? Ou que ele vai...


 


- Não – Hermione disse. Rony olhou para ela completamente perplexo com a resposta – Eu cheguei a uma conclusão esta noite na cozinha – ela explicou – Eu percebei que preciso ouvir mais você.


 


Rony não tinha certeza se escutara certo. ‘Ela disse que vai ME ouvir mais?’, ele pensou de olhos arregalados para ela, em descrença.


 


- Principalmente quando diz respeito ao Harry – Hermione continuou – Você estava certo sobre Sirius. Você sabia o que Harry precisava quando eu não sabia. Você me impediu de forçá-lo a falar sobre isso quando ele não estava pronto. Você sabia que isso só o faria se sentir pior. Eu tenho certeza que você está certo sobre isso também. Se você acha que não devemos contar a ele, então não vamos.


 


- Sério? – Rony perguntou, ainda não muito capaz de acreditar nela.


 


- Sério – Hermione assegurou – Apesar de que... eu não vejo como nós podemos esconder isso dele, já que ele vem para cá. Quer dizer, Fred e Jorge não vão parar de nos provocar. Eles tornam qualquer coisa pior.


 


- Malditos.


 


- E eu tenho certeza que Gina vai entender bem rápido, se ela já não entendeu. Alguém com certeza vai contar a ele.


 


- Você fala com a Gina. Eu vou falar com Fred e Jorge – ele sugeriu – Eles vão me dar trabalho, mas uma vez que entenderem que é para o bem do Harry, eu tenho certeza que eles vão ficar quietos. Se isso não funcionar, eu vou pegar uma folha do seu livro e ameaçá-los.


 


- Com o quê?


 


- Ah, você sabe, o de sempre. Eu vou ameaçar contar a mamãe sobre os novos produtos que eles estão desenvolvendo e que, como agora eles não têm ninguém do primeiro ano para testar, estão tentando usar na Gina.


 


- Isso não é verdade, é?


 


- Bem, eles perguntaram à Gina se ela os ajudaria, mas ela não é tola.


 


- Você acha que isso vai funcionar?


 


- Acho que sim. Eles definitivamente não querem que mamãe saiba que testaram todos os seus produtos nos primeiro-anistas. Ela gritaria como uma maluca e provavelmente acabaria perseguindo-os pela loja de logros numa fúria frenética – Rony riu.


 


- E quanto aos seus pais? Ou Gui? Ou o Professor Lupin? Mesmo Olho-Tonto Moody poderia contar a ele. Todos sabem. Eu admiti como me sinto naquela memória. Tudo isso poderia explodir na nossa cara.


 


- Não vai. Eles não vão dizer nada – Rony respondeu – Mas, nesse caso, eu vou falar com o Gui e você fala com Lupin e Moody.


 


- Por que eu fico com o Moody?


 


- Porque ele gosta de você – Rony deu uma risada – Eu diria mais cedo, antes de ele tentar intimidar você e você ser prepotente com ele. Eu acho que ele te respeita por isso.


 


- Ah, cala boca – Hermione repreendeu – Eu não quero mais pensar nisso – ela disse, olhando para Rony e acenando para ele com o dedo indicador.


 


- E o que é que você quer fazer? – ele perguntou ao sair da cama e terminar deitado ao lado dela.


 


- Isso depende – ela respondeu, se virando para encará-lo.


 


- De que?


 


- Você disse que estávamos... nos ‘vendo’.


 


- Er... sim, eu acho que disse isso, não disse? – Rony admitiu.


 


- Você quis dizer exclusivamente, ou nós só estamos embromando aqui?


 


- O que você acha?


 


- Eu acho que você é muito medroso para me convidar pra sair propriamente – Hermione respondeu.


 


- Medroso? Eu te disse que te amo... três malditas vezes agora.


 


- Não me xingue enquanto diz que me ama – Hermione ralhou, mas ela não podia segurar o riso – E eu te amo também, então eu vou convidar. Ron, você...


 


- NÃO SE ATREVA! – Ron rosnou, atacando-a e silenciando-a com um beijo - Você me disse como se sentia sobre mim primeiro. Eu tenho que fazer isso. Mas... Eu não vou fazer isso agora, depois de ter me dado a dica. Eu vou fazer do meu jeito, na hora certa, então você sabe que eu vou pedir.


 


- Você nunca vai me pedir, vai? – Hermione sorriu pouco antes de cobrir os lábios dele com os seus.

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