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8. O quadribol, a chuva e o beijo


Fic: Transformações


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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"Meu corpo está ansioso pra te abraçar
Tanto que até dói por dentro
O tempo é precioso e está indo embora
E eu tenho esperado por você toda a minha vida"


('Nobody Wants To Be Lonely', Ricky Martin feat. Christina Aguilera)


 


No último capítulo...


 


De repente viu que Luna olhava pro seu lado esquerdo, em direção ao Lago. Seguiu o olhar dela com o seu e sentiu o corpo ser invadido por uma raiva que desconhecia: viu Draco prensar Pansy contra o tronco de uma árvore grande, enquanto ela arranhava suas costas por cima da camisa. Só conseguiu pronunciar uma única palavra:


 


_ Desgraçado!_ exclamou, enquanto as lágrimas teimavam em escorrer pelo rosto, lívido.




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        Hermione deixou Luna sozinha e saiu correndo dali. Draco viu a situação na qual se metera e foi atrás dela. Sabia bem que o único lugar que a encontraria era na Sala dos Monitores, e foi correndo em seu encalço.


         A viu abrindo a porta e a batendo com toda a sua força, e entrou logo atrás dela. Ela olhou pra trás, e com os olhos marejados, o encarou, inexpressiva.


_ Hermione, eu...


_ Pra você _ ela apontou o dedo indicador em direção a ele, com visível repulsa _ eu sou Granger, Malfoy. _ Ela disse e se jogou no sofá, enterrando a cabeça entre as mãos.


_ Eu não estava tendo nada com a Pansy, foi só...


_ Uns amassos? _ ela o olhou, o rosto manchado pelas lágrimas, lágrimas essas que ele não merecia. _ Ora, faça-me o favor, Malfoy! Como eu podia ter me deixado enganar por uma mudança radical sua? Ou melhor, a falta dela. _ ela suspirou _ Mas isso não importa, você não me deve qualquer tipo de satisfações.


_ Herm...


_ EU JÁ DISSE QUE É GRANGER, ENTENDEU? _ ela berrou a plenos pulmões. _ GRANGER! SEU IMBECIL!


     Dito isso ela saiu dali sem dar chance a Draco de replicar.


_ Que merda! Eu não quero a Pansy, quando ela vai entender? _ ele reclamou pra si mesmo, passando uma das mãos nos cabelos muito finos.


&*&*&*&*&


    Gina estava lendo próxima à lareira, na intenção de se aquecer, quando viu Hermione passar feito furacão pelo quadro da Mulher Gorda.


_ IMBECIL, BABACA! É um babaca, como eu não percebi?! _ exclamava a castanha, sob o olhar aflito da ruiva.


_ Ei, ei! _ disse Gina se aproximando da amiga com cuidado, já que ela gesticulava exageradamente.


_ Eu sou uma idiota, não ele! _ ainda gritava Hermione, vermelha e sentido as têmporas pulsarem.


_ Você tá falando do Malfoy _ concluiu a ruiva, conjurando um copo d'água pra Hermione e estendendo pra ela. _ Toma, beba um pouco, pra ver se acalma. E me conte, com calma, o que houve entre vocês.


_ Ele e... Parkinson, eles... eles... ah, merda _ gaguejava a castanha, tamanho era seu nervosismo. Bebeu um grande gole de água. _ Eles estavam se pegando lá fora, e ele ainda foi atrás de mim pra se justificar de uma coisa que... ah, esquece, viu...


     Gina ficou calada por uns instantes. Ouviu uma barulheira vindo lá de fora, o som ficando cada vez mais alto, até que as duas avistaram o time de quadribol da Casa adentrando a Sala Comunal, em meio à risadas.


_ Oi meu amor _ cumprimentou Gina beijando Harry de leve. _ Qual o motivo da alegria?


_ Traçamos as últimas táticas, e tá tudo certo! Com um pouco de sorte ganharemos a Sonserina de lavada amanhã! _ exclamou o moreno, muito alegre, rodopiado a namorada pela sala, sob risadas dos amigos. Hermione observava, sorrindo levemente, mas ainda pensativa.


_ Vamos todos torcer muito, Harry _ disse Hermione, indo abraçar o amigo.


_ Como sempre, né? _ o grifinório disse, sorrindo pra amiga.


      E então os olhos de Hermione encontraram os de Rony, que estava do outro lado da sala, observando a conversa. Ela foi até ele.


_ E então? Será que pode ficar tudo bem entre a gente? _ ela perguntou, cautelosa.


_ Só se voltarmos a ser como antes, Hermione _ respondeu o ruivo, seco. Se aproximou perigosamente dela, e sussurrou em seu ouvido: _ eu não desisti de você, acredite.


       Hermione sentiu os braços e nuca arrepiarem com o tom rouco de Rony em seu ouvido. E ela poderia se arrepender eternamente do que iria fazer, mas insanamente ela o fez: puxou o ruivo pela nuca e lhe beijou com vontade. Ele respondeu mudamente ao beijo: a enlaçou pela cintura e correspondeu à altura. Gina olhou sem entender nada, e Harry disse, maldoso:


_ Bem, pessoal, dispersando...


       Rony parou de beijá-la pra olhar em volta. Seus amigos eram eficientes: na sala, só os dois. Olhou bem nos olhos da castanha, que o encarava quase que hipnotizada. E então ele voltou a beijá-la, e foi conduzindo-a até o sofá, deitando por cima dela. Ela se sentia excitada, mas sabia que no fundo aquilo era uma vigança íntima a Draco Malfoy.


_ Para, Rony, chega! _ exclamou ela, o empurrando e se levantando.


_ Não tava gostando? _ ele perguntou, irônico.


_ Não era pra ser!


_ Mas quem me beijou foi você!


_ Foi um erro!


_ Sempre é um erro, não é, Hermione? Mas você piorou sua situação. Se você não estivesse afim de mim, não tinha me agarrado.


_ Quer saber? Não preciso ficar aqui discutindo com você _ ela disse encerrando o assunto e saindo para fora dali. Já era a segunda vez que arrumava encrenca em questão de poucas horas, parecia inacreditável. Mas ela sabia bem com quem estava se importando mais.


_ Você vai ser minha, Hermione _ ele disse alteando a voz, enquanto ela saia. _ Guarde essas palavras!


&*&*&*&*&


     Finalmente o dia do clássico Grifinória x Sonserina havia chegado. Era o jogo que abriria a temporada da Copa das Casas, e ambas as equipes estavam bem animadas e confiantes. Hermione fora tomar café junto com o restante do pessoal meio cambaleante de sono; quase não dormira naquela noite, pensando nas confusões que havia se metido. Olhou involuntariamente para a mesa da Sonserina, e viu Draco a encarando, mas ela logo desviou o olhar dali. Suspirou.


        Sentiu uma mãozinha segurar seu pulso, não com força, mas com firmeza.


_ Pode me dizer o que foi aquilo ontem lá na Sala, Hermione? _ perguntou Gina, muito séria.


_ Um erro, certamente _ ela lamentou, baixando a cabeça.


_ Você sabe que piorou as coisas _ a ruiva afirmou.


_ Sei, é, eu sei _ a morena suspirou.


_ Ok, depois resolvemos isso.


_ Vamos gente, tá na hora! _ gritou Neville, muito animado, da porta do Salão Principal.


      Hermione olhou Neville e depois olhou para a amiga, piscando pra ela, cúmplice.


_ E Neville cada vez mais gato, hein? _ comentou Hermione divertida.


_ Mione! Sossega, já tem encrenca o bastante! _ ralhou a ruiva, fazendo a amiga cair na risada.


    Seguiram todos para o campo, onde já se podia ouvir uma algazarra de ambas as torcidas. Harry começou a dar pulinhos, pra se aquecer. Gina, já com o uniforme de quadribol, pegou a vassoura que Dino havia lhe estendido. Antes de pôr as luvas, prendeu os longos cabelos em um rabo de cavalo alto, o que fez seu rosto se destacar mais.


_ Gi, vou pra arquibancada _ sussurrou pra amiga, que se aquecia. Vitou-se pra todos _Boa sorte, pessoal! Vamos ganhar essa!


_ Sempre _ gritou Harry, indo pra concentração.


    Luna corria em direção a eles.


_ Oi Mione _ cumprmentou a loira, ainda ofegante. _ O tempo tá instável, provável que vá chover... Tá tudo ok com você? Digo... depois de ontem?


_ Acho que piorei ainda mais as coisas, Luna _ disse a outra, séria. _ Mas vamos, vou te contando no caminho...


     O jogo começara havia meia hora e a Grifinória, nem tão surpreendentemente assim, já ganhava da Sonserina com bastante pontos de vantagem, devido aos vários gols feitos por Gina e as ótimas defesas de Rony. Draco, Hermione reparou, parecia perdido quanto à localização do pomo e quando deu por si viu Harry já atrás da pequena bola dourada, pronto para capturá-la. O loiro traçou uma reta como um foguete, para alcançar Harry, mas foi tarde: quando conseguiu se aproximar e a bolinha já estava ao alcance da sua visão, o grifinório a pegou, fazendo com que Madame Hooch apitasse de imediato, estendendo o braço em direção ao campo da Grifinória, em menção à vitória da Casa. A arquibancada vermelha e dourada vinha abaixo tamanha alegria dos estudantes, ao mesmo tempo que um trovão anunciava um temporal a qualquer momento.


     Hermione, Luna e Lilá correram para baixo, para ir cumprimentar a equipe, que abriu o campeonato arrasando nas técnicas bem trabalhadas. A loira abraçou Neville, e ambos se olharam, sem jeito. Hermione fora falar com os amigos, que estavam já se encaminhando pra provável festa que os aguardava na Torre da Grifinória.


_ Parabéns, pessoal _ disse ela, abraçando e beijando o rosto de Harry, e em seguida se desvencilhando dele pra abraçar Gina e os outros _ foi uma excelente partida!


_ Deixamos Sonserina no chinelo! _ exclamou o moreno feliz, abraçando Gina pela cintura. _ Como me sinto bem de volta a Hogwarts, e de volta ao time...


_ Todos nós estamos muito bem aqui, graças a Merlin _ disse Neville, sorrindo pra eles. _ Agora vamos comemorar, gente!


    O grande grupo já se encaminhava pro castelo quando Rony chamou Hermione.


_ Ei, não vai me cumprimentar também? _ ele perguntou, provocador.


_ Rony... _ ela titubeou, parando de andar.


      Ele não disse nada; puxou a garota pelo pulso e a beijou com fervor. Ela mal teve tempo de esboçar qualquer reação: Draco passava com sua equipe naquele mesmo instante e vira a cena. Não pensou duas vezes: avançou como uma fera pra cima deles e puxou Rony dela, lhe desferindo um soco que fez sangrar o nariz do ruivo.


_ Seu filho da mãe, isso é pra você aprender a não sair agarrando quem não te quer _ esbravejou o loiro, vermelho de raiva e dando outro soco em Rony.


_ Tá louco, Malfoy? _ gritou Rony, indo pra cima dele, mas sendo impedindo por Harry, que saíra correndo em socorro de Hermione e o segurava com força.


_ Parem vocês dois, agora! _ gritou Hermione, nervosa, e empurrando Draco pra longe. _ Vá embora, Malfoy!


_ Vamos, Rony, anda _ disse Harry apreensivo, e junto com os outros meninos, foi levando o amigo para o castelo. Na mesma hora ouviu-se outro trovão, seguido por uma chuva intensa caindo sobre eles.


     Hermione saiu correndo dali, e Draco foi em seu encalço. Iria tirar satisfações de uma vez por todas com ela.


_ Granger, espera! _ gritou Draco, correndo o mais depressa que conseguia, mas ela era bastante ligeira. Por fim conseguiu alcançá-la, e a puxou pelo pulso. A chuva caía incessantemente sobre eles, logo já estavam encharcados.


_ O que você quer, hein? Num dia beija Parkinson, no outro soca Rony por estar me beijando? _ ela perguntou, louca da vida, e gesticulando sem parar.


_ Você não queria aquele beijo, eu sei _ disse ele pacientemente.


_ Claro que não! É óbvio! Mas não preciso de babá, eu sei me defender _ retrucou ela entre os dentes, tremendo, de raiva e também de frio.


_ Eu quero te dizer que...


_ Não me interessa nem um pouco o que você tenha a dizer, Malfoy _ ela o interrompeu bruscamente, ao mesmo tempo em que chovia mais e mais, e lhe virou as costas.


_ Mas você vai ouvir _ ele respondeu, tornando a puxá-la pelo braço. Eles se encararam. Os cabelos deixavam escorrer livremente a água da chuva que os encarcava, e a franja caía nos olhos de forma muito sensual, Hermione analisara. _ A Pansy disse que queria conversar comigo, eu fui na boa-fé, e então ela me agarrou ali, e tudo o que eu tava fazendo era lutar contra a força dela pra sair fora, caramba!


_ Ah, coitadinho _ desdenhou a castanha.


_ Eu tô falando sério, Hermione _ ele disse, e ela revirou os olhos ao ouví-lo pronunciar seu prmeiro nome. _ Por acaso você a viu perto de mim em algum momento?


_ Não _ ela disse, depois de refletir sobre a pergunta.


_ Claro que não, ontem quase saímos no tapa, e meia Sonserina foi testemunha!


     A ficha caiu pra ela. De fato, ele não parecia mentir, mas ao mesmo tempo se sentia magoada com ele. Analisou o loiro à sua frente: encharcado, sem o sobretudo do uniforme, só a camisa colada ao peitoral definido, e ela não conseguia parar de admirá-lo. Ele ficava extremamente sexy daquele jeito. O mesmo ele fazia com ela: os cabelos castanhos colados nas costas, o vestido floral junto ao corpo, delineando os seios dela e via que a castanha tremia. Só queria ficar bem outra vez com ela.


_ Eu não sei como é que eu passei tanto tempo sem me dar conta _ ele disse, se aproximando aos poucos de Hermione.


_ De quê? De que eu existo? _ ela perguntou, sem sair do lugar, apenas trêmula e o encarando fixamente.


_ Não... _ ele disse em um suspiro, olhando ora pros olhos, ora pra boca da morena. _ Mas de como você é importante pra mim _ ele deu mais um passo a frente.


_ Ah, Malfoy... isso é mais uma cantada? _ ela rebateu, cansada daquele jogo.


_ É claro que é _ ele lhe respondeu, displicente, e ambos soltaram um riso pelas narinas. Draco levou a mão direita em direção aos cabelos dela, acariciando devagar, e depois ao rosto. Já estava bem próximo a ela. _ Mas é a única verdade que realmente importa agora. _ eles se olharam, dessa vez com mais intensidade, totalmente desarmados. Ficaram em silêncio, e então ele disse: _ Acho que eu tô me apaixonando por você...


    Hermione sentiu como se tivesse levado um choque.


_ Não brinca com coisa séria, Draco... _ ela disse, virando a cabeça para o lado.


_ Não, eu não tô brincando... _ ele se apressou a dizer, respirando fraco, quase que com dificuldade. Ela voltou a encará-lo. _ Eu não falo assim tão sério com uma mulher... eu nunca falei uma coisa dessa pra nenhuma mulher, Hermione.


_ Tem certeza? _ a pergunta saíra quase inaudível, e Hermione sentia as pernas fraquejarem ao sentir o cheiro de Draco tão próximo, que tanto a inebriava.


   Ele não respondeu; já estava muito próximo dos lábios dela, e quando a olhou pela última vez a observou fechar os olhos, devagar, entregue. Ela entreabriu a boca e ele tocou os lábios dela de leve com os seus, em seguida experimentando um beijo delicado, como se quisessem provar um ao outro. Ela segurou sua nuca e ele a puxou firmemente pela cintura, os dois sentindo a chuva cair com cada vez mais força em cima deles. Aos poucos o beijo fora ganhando profundidade, quase que urgente. Ela parou.


_ Vamos entrar, vamos acabar gripados... _ ela sugeriu, rouca.


_ Claro que sim _ ele assentiu, e saíram correndo em direção ao castelo, de mãos dadas, procurando o melhor lugar que eles sabiam ter só pra eles naquele momento.


     Chegaram se beijando, aos tropeços, na Sala dos Monitores. Com um feitiço não-verbal, Hermione trancou a porta, impedindo que outra pessoa entrasse ali. Draco caminhou com dificuldade agarrado a ela até a mesa, e aprofundou o beijo. Ela afagava os cabelos do loiro com as mãos, as enterrando naquela maciez lisa. A mão dele deslizou com possessão da cintura em direção às nádegas da morena, apertando com força e desejo, e em seguida deslizou pra coxa, fazendo-a erguer a perna e a sentando ali, ficando entre suas pernas.


         Ela tentava desesperadamente arrancar a camisa dele, e ao mesmo tempo ele lutava pra desabotoar o vestido dela. A necessidade de ter um ao outro era enorme; os movimentos eram atrapalhados, queriam despir-se, sem conseguir, pois também queriam beijar, morder, lamber cada pedaço do corpo. Ela já estava deitada sobre a mesa, somente as pernas pra baixo, de como ele a havia sentado. Impaciente ele arrebentou alguns botões do vestido de Hermione, o que a fez gemer de prazer. Ficou extasiado em vê-la com um sutiã preto, aparentemente simples, mas com um bonito trabalho de renda. A beijou do pescoço até o vale dos seios, enquanto ela enterrava as unhas em suas costas, já livres da camisa.


       Draco a segurava pelos cabelos, puxando com um pouco de força, e ela lhe mordia e chupava o ombro dele com vontade e uma sensualidade que desconhecia ter. Ele foi puxando as alças do sutiã para os lados dos braços, e ela arqueou as costas, jogando a cabeça pra trás e sentindo a masculinidade do loiro pulsar contra sua intimidade, que estava exposta, apenas a calcinha, também preta, como barreira, já que a saia do vestido estava levantada até a cintura. Ela estava insanamente excitada.


_ Eu.. eu quero _ ela começou a dizer, com tanta dificulade que dóia o peito ao respirar _ eu...


_ O que, Hermione, me diz _ ele pediu, a olhando sem deixar de continuar com as carícias.


     Ela o olhou intensamente e ele parou, ansioso pro que ela ia dizer.


_ Eu.. ah... quero você. Eu quero você _ ela conseguiu dizer, totalmente decomposta. _ Agora.


 


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N/A: Aaaaaaaaaaaaaah, não me matem! hahaha


      Desculpa o atraso na postagem, mas tô numa loucura com a minha outra vida, hehe, e quase não consegui escrever esse cap. Well, o importante é que saiu, néam? uhul


        Vocês devem estar querendo me matar por terminar o cap desse jeito, e pôr uma GIF tão linda, rs. A do próximo cap é igual, mas com mais cenas... quem aposta? o/


         Será que esses dois vão se acertar de vez? Hein, gente? Só digo uma coisa:o ruivo falou sério quanto a dizer que não daria trégua. Ele vai lutar pela Mione, Draco que se cuide.


     Ah, e sobre o diálogo deles na chuva, parte dela foi inspirado no diálogo do último episódio da minissérie 'O Brado Retumbante', da Globo (que eu amei, por sinal), onde o presidente Paulo Ventura se declara pra deputada que é da equipe dele (da presidência) e eles têm uma - ótima - preliminar na mesa do gabiente dele, que termina bruscamente, dando a entender que 'foram aos finalmentes' ali mesmo. Tem coisa mais sexy? Me inspirei nessa cena também para nosso Dramione, acho que tem tudo a ver com os dois <3


   Bom, espero que gostem do cap, e please, comentem mais, seus lindos! Isso motiva pacas a gente!






   




  

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Comentários: 1

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Enviado por Landa MS em 31/03/2013

A nc foi linda e a frase final também. Quero um Draco desse pra mim também.

Nota: 1

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