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6. Menina teimosa


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- O que você acha? – Lupin perguntou à Sra. Weasley do canto onde ele estava.


 


- A pobre menina tem passado por muita coisa. Ela está com medo.


 


- E não é pra menos. Eles estão certos sobre Bode. Aliás, como eles sabiam sobre isso?


 


- Como eles sabem sobre metade das coisas que sabem? – a Sra. Weasley perguntou num tom exasperado.


 


- Você podia trazer um curandeiro para casa – Lupin sugeriu.


 


- Eu me sentiria melhor se ela fosse ao St. Mungus.


 


- Molly, ela não vai de boa vontade. Não hoje. Talvez seja melhor assim. Dumbledore vai querer fazer perguntas depois que ele se encontrar com os pais dela. Acho que é melhor se ele fizer isso aqui. Talvez seja mais conveniente apenas curar suas costelas, e a colocar na cama até...


 


- E se tiver algo de errado com ela?


 


- Sem chance. Ela é esperta demais pro seu próprio bem. Sinceramente, as coisas que aquela garota faz quando coloca a mente pra funcionar são... bem, são incríveis. Você sabia que – ele riu baixinho – ela percebeu que Rita Skeeter é um animago não registrado e então a prendeu num pote, e a manteve prisioneira pra que parasse de publicar mentiras sobre o Harry?


 


- NÃO! – a Sra. Weasley engasgou.


 


- Ah, sim – ele riu – Harry deixou isso escapar para o Sirius, que estava, claro, impressionado. Quem imaginaria que a doce Hermione seria tão... cruel?


 


- Mas... certamente ela não está mais no pote? – a Sra. Weasley perguntou, horrorizada pela ideia.


 


- Ah, não, ela a libertou logo que as aulas terminaram. Mas não antes de chantageá-la... Bem, você viu aquela matéria que a Skeeter escreveu sobre o Harry há poucos meses no Pasquim. Ela é a ‘porta-voz da Hermione’ agora.


 


A conversa foi interrompida quando Olho-Tonto Moody inesperadamente aparatou na cozinha e apontou sua varinha direto para Hermione.


 


- Por que você se recusou a ir ao hospital? – Moody rosnou, assim que se materializou.


 


Rony e Hermione olharam para Olho-Tonto, as bocas abertas em choque, mas nenhum dos dois respondeu.


 


- Como você fugiu? – Moody perguntou.


 


- Tire essa coisa do rosto dela – Rony disse se levantando da cadeira e se colocando na frente de Hermione.


 


- Eu... eu aparatei – Hermione respondeu insegura.


 


- OH! – Moody gritou como se ele tivesse pego ela na mentira – Bruxos de 15 anos não podem aparatar.


 


- Bruxos de 15 anos também não podem produzir um patrono corpóreo – Hermione respondeu seus olhos recuperando um pouco do fogo.


 


Rony viu quando um lado da boca de Moody se crispou. Era um sorriso ou seria desprezo? Ele não estava muito certo de qual era.


 


- Alastor, já chega – a Sra. Weasley interveio, cruzando a cozinha.


 


- Ela poderia ser uma impostora usando uma poção Polissuco – Moody rosnou para Sra. Weasley, sem tirar seus olhos de Hermione.


 


- Ah, que profundo – Rony retrucou com raiva – vindo que um homem que passou uma boa parte de um ano dentro do próprio baú. Hermione não é...


 


- RONY! – a Sra. Weasley censurou.


 


- Então porque ela não quer ser examinada? – Moody reclamou.


 


- Rony – a Sra. Weasley disse calmamente, ignorando a pergunta de Olho-Tonto – Por que você não leva Hermione para o quarto de Percy e a deixa descansar?


 


- Essa garota não vai a lugar nenhum até que eu tenha respostas – Moody rosnou – Como você fez aquilo? – ele perguntou à Hermione.


 


- Fiz o quê? – ela respondeu, estreitando seus olhos para ele porque parecia que ele estava tentando levá-la a uma armadilha.


 


- Como você aparatou?


 


- Eu li como se fazia em...


 


- Eu não quero saber como você aprendeu. Quero que explique como fez.


 


- Ah, bem... Eu fechei meus olhos, e me concentrei em quem eu queria...


 


- Quem? – Moody perguntou avidamente.


 


- Ron – Hermione disse, achando que ele estava perguntando em quem ela tinha pensado.


 


- Você se concentrou no Rony? – Lupin perguntou claramente desconcertado – E não... na Toca ou no quarto de Ron?


 


- Sim – Hermione respondeu incerta.


 


- O quê? – Rony perguntou, olhando para os rostos tensos em volta dele.


 


- Aparatação normalmente não funciona assim – Lupin explicou a Rony – Normalmente você se concentra no lugar para onde quer ir. Você antevê o lugar.


 


- Eu não sabia onde ele estava – Hermione disse na defensiva – Então eu só pensei nele.


 


- E isso funcionou, não é? – Moody resmungou, estudando-a de perto com seu olho mágico.


 


- Bem, isso é óbvio – Hermione respondeu de mau humor – Eu estou aqui, não estou?


 


- Isso é ridículo! – Rony bufou – Vamos – ele disse, oferecendo à Hermione sua mão para ajudá-la a levantar – Você não tem que suportar esse lixo.


 


- Ela não vai a lugar nenhum – Moody disse.


 


- Eu não sou uma comensal – Hermione disse sem rodeios, encarando o rosto contorcido de Olho-Tonto Moody – Mas já que não acredita em mim, fique à vontade para puxar uma cadeira e continuar a me olhar com raiva.


 


- Ah, eu estava planejando isso, mocinha – Moody respondeu.


 


- Não seja ridículo – Lupin se meteu – Há jeitos mais fáceis de provar quem ela é. Hermione, – ele disse, ajoelhando-se em frente a ela – como Sirius fugiu de Hogwarts?


 


Os olhos de Hermione se abriram em choque. Ela olhou para Rony, incerta por um minuto e depois olhou para a Sra. Weasley – Hum... – ela mordeu os lábios nervosamente.


 


- Ela não sabe – Moody resmungou triunfante.


 


- Ah, eu sei – Hermione disse seu olhar caindo na Sra. Weasley de novo. Ela suspirou e deixou seus olhos voltarem a Lupin mais uma vez – Harry e eu usamos meu vira-tempo para voltar no tempo e resgatá-lo – Seu rosto corou ao responder e fugiu do olhar da Sra. Weasley.


 


- E como vocês o tiraram da sala da Professora Trelawney? – Lupin espetou.


 


- Nós... nós apanhamos Bicuço debaixo do nariz do Ministro antes da execução, nos escondemos na Floresta Proibida, esperamos que nós saíssemos da Casa dos Gritos com você e os outros, e depois voamos com Bicuço para a janela da sala do Professor Flitwick e...


 


- Satisfeito? – Lupin perguntou a Moody, cortando-a.


 


- Você está? – ele respondeu.


 


- Foi exatamente isso que aconteceu – Remo disse.


 


Para surpresa de todos, Moody começou a rir.


 


- Um vira-tempo? – ele cacarejou – Como uma... – ele fez um rápido cálculo na cabeça – bruxa de 13 anos consegue ter em suas mãos um desses? – ele perguntou ainda estudando Hermione.


 


- Ela conseguiu com a McGonnagal – Rony disse como se isso fosse a coisa mais óbvia do mundo.


 


- McGonnagal? – Moody assoviou alto.


 


Rony fez uma careta quando foi pego pelos olhos de Hermione. Era quase como se ela pudesse ler as palavras que se formavam em sua mente. ‘Ele é retardado. ’


 


- McGonnagal? Contribuindo para... – Olho-Tonto continuava a rir – para a delinquência de uma menor? Não... três menores, porque quando um deles viola a lei, os outros dois...


 


- Ei, espera aí – Rony gritou, arriscando um rápido olhar para a mãe que ainda não tinha dado uma palavra – Eu não fiz nada. Eu estava na ala hospitalar... e... era uma ideia do Dumbledore.


 


- HAAAAA-HAAAAAA! – Moody se dobrou – Pare... Pare... Ideia de Dumbledore!


 


- Era um plano rápido – Alvo Dumbledore admitiu ao passar pela porta dos fundos e entrar na cozinha, seguido de perto por Arthur e Gui Weasley – Mas ainda assim eficiente. Agora, presumindo que tenha terminado de ser interrogada, senhorita Granger – Dumbledore disse, olhando sutilmente para Olho-Tonto Moody – talvez você queira deixar Molly levá-la para algum lugar um pouco mais privado e cuidar de suas feridas?


 


- Professor Dumbledore – Hermione começou – meus pais?


 


- Estão perfeitamente bem – ele a garantiu – Estavam preocupados com você, é claro, mas confiam nos Weasley para cuidarem de você. Devo dizer que me surpreendi como eles parecem saber tão pouco sobre... os acontecimentos recentes.


 


Incapaz de olhar nos olhos de Dumbledore, Hermione ficou olhando o chão.


 


- Eles são trouxas – ela disse baixo – Eles não entenderiam realmente e eu não quero preocupá-los.


 


- Eu expliquei a situação a eles o melhor que pude – o Sr. Weasley disse – Apesar de estarem preocupados, e com razão, eles concordaram que provavelmente seja melhor para você passar o resto do verão conosco.


 


- Molly – Dumbledore disse – se você puder curar os machucados de Hermione?


 


- Sim, claro que sim – a Sra. Weasley respondeu enquanto ia em direção de Hermione e a ajudava a se levantar da cadeira.


 


Sem querer deixar Hermione fora do seu alcance, mas incerto se seria ou não permitido segui-la, Rony olhou para sua mãe.


 


- Rony, querido – a Sra. Weasley disse, fazendo sinal para ele segui-las pra fora da cozinha – Encontre Gina para mim e diga a ela que preciso de ajuda. Peça a ela que prepare um banho quente e que encontre algo para Hermione vestir – sua mãe o instruiu enquanto levava Hermione para o corredor estreito que conduzia à escada.


 


- Tu-tudo bem – Rony respondeu quando se virou e correu na frente delas.


 


- Rony – sua mãe acrescentou, depois que ele começou a correr pela escada de espiral.


 


- Sim? – ele perguntou, se inclinando no corrimão do segundo andar para olhar para elas.


 


- Depois que você fizer isso, volte pra baixo. Eu vou precisar que você me ajude a levá-la para o banheiro.


 


- Eu posso fazer isso sozinha – Hermione disse, segurando o corrimão do primeiro andar para se apoiar e chegar aos primeiros dois degraus. Antes que ela alcançasse o quarto degrau, Ron estava parado em frente a ela, impedindo-a de subir.


 


- Pare de ser tão cabeça-dura – Rony disse num tom forte.


 


Hermione arqueou suas sobrancelhas para ele.


 


- Saia do meu caminho – ela se recuperou.


 


‘Tá, confronto não funciona’, Ron pensou. ‘Hora de tentar uma nova tática. ’


 


- Hermione – ele disse com a voz macia, tocando seu braço – Eu sei que você pode subir sozinha. Concordar com uma ajudinha não te faz frágil. Por favor – ele disse seu rosto com uma preocupação genuína – Deixe-me ajudar.


 


O fogo do desafio nos olhos dela se apagou quase instantaneamente. ‘Consegui. ’, ele pensou quando viu que o corpo dela havia relaxado.


 


- Tudo bem – Hermione suspirou – Eu espero.


 


Rony sorriu para ela. ‘Realmente funcionou. Eu consegui que ela fizesse o que eu queria sem brigar. ’


 


- Mas – Hermione acrescentou com um sorriso forçado, quando ele se virou para seguir as ordens de sua mãe – é melhor que você se lembre do que me disse, porque da próxima vez que você estiver em encrenca, vou jogar tudo na sua cara.


 


‘Como ela sempre consegue ficar um passo à minha frente?’ Ron desejou saber ao subir as escadas para o quarto de sua irmã.

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