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5. A chegada


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A Sra. Weasley se precipitou a Rony e Hermione e abriu a porta da cozinha, dando espaço.


 


- SAIAM DO CAMINHO! – gritou para os filhos assustados. Os três levantaram de um salto e recuaram da mesa. A surpresa pela exigência estranha da mãe não era nada comparada ao choque de ver Hermione entrar na cozinha, seguida de perto por Rony. Os três giraram os olhos para ela, quando a Sra. Weasley puxou uma cadeira e a ajudou a se sentar.


 


- Eu devo estar pior do que imaginava – Hermione disse baixinho para Rony, que agora estava parado atrás dela com as mãos em seus ombros.


 


- Her-Hermione? – Gina gaguejou – Como...?


 


- INACREDITÁVEL! – Jorge gritou – Metade da maldita Ordem está procurando por você e...


 


- E você escapou sozinha – Fred terminou.


 


- Como... como você fez isso? –Gina indagou.


 


- O que aconteceu com o seu rosto? – Hermione perguntou a Jorge, reparando no machucado roxo.


 


- Foi ele – Jorge respondeu, apontando para seu irmão mais novo.


 


- RON! – Hermione arfou.


 


- Ele estava tentando evitar que eu te ajudasse – Ron disse na defensiva.


 


- Na verdade, nós estávamos tentando AJUDAR você a salvá-la – Fred corrigiu – Nós já tentamos explicar.


 


- Os três. Nós três. Parecia muito boa a vantagem na hora – seu gêmeo concordou.


 


- Hermione? – Jorge continuou, quando se virou para ela novamente – Você nos viu chegando. Por que pegou aquela chave de portal?


 


Hermione olhou para o chão.


 


- Sim, eu os vi – ela admitiu – Mas vocês estavam muito longe. Eu sabia que eles alcançariam Rony antes de vocês.


 


- Rony, você recebeu uma carta do Harry – Gina disse, entregando-lhe.


 


- Você abriu? – Rony perguntou quando pegou a carta da mão da irmã.


 


- Nós achamos que devia ser importante – Gina respondeu a culpa evidente em sua voz – Eu estava prestes a escrever de volta quando...


 


- Me dá isso – Hermione ordenou, tirando a carta da mão de Rony e apanhando uma pena da mesa.


 


“Não se atreva a deixar aquela casa, Harry!!!” ela rabiscou em letras grandes e chamativas “Por nenhum motivo. Eu não me importo com o que ele te mostrar. É tudo mentira. Estou bem. Nós estamos. Você fica aí e…”


 


Ron puxou a pena da mão dela.


 


- Ei! Eu não terminei – Hermione gritou quando Ron girou o pedaço de pergaminho à sua frente.


 


“Hermione fugiu sozinha” ele escreveu. “Ela aparatou no meu quarto há mais ou menos cinco minutos. Ela também está com um bom temperamento, como você provavelmente pode perceber. Melhor fazer o que ela tá dizendo, cara. Se ela pode derrotar os Comensais sozinha, eu receio que ela faça o mesmo com você se você deixar.”


 


Terminado, Rony dobrou o pergaminho, foi até Edwiges, que agora estava pousada no batente da janela, e prendeu a carta em sua perna.


 


- RONY! – Hermione exclamou quando viu Edwiges levantar voo – Eu não tinha terminado, sabe?


 


- Sim, você tinha – Rony respondeu. Fred levantou uma sobrancelha. Jorge teria feito o mesmo se isso não doesse tanto – Ele entendeu o ponto – Rony continuou – Não há razão para continuar com isso.


 


- Talvez eu quisesse dizer mais alguma coisa.


 


- Talvez agora não seja a hora certa.


 


- Você não quer que ele saiba?


 


- Eu não disse isso – Rony disse, se ajoelhando em frente dela – Agora é mais importante ter certeza que você está bem.


 


- Eu estou ótima – Hermione protestou.


 


- Tudo bem, então deixe mamãe checar e quando ela disser que você está ótima, você pode escrever ao Harry uma carta tão longa quanto você quiser, e Pichi levará para ele. Lembre-se que Pichi é absolutamente pequena e provavelmente não poderá carregar uma daquelas cartas-livro gigantes que você costuma escrever.


 


- Ótimo – Hermione concordou, mas ela não parecia feliz com isso.


 


- Mamãe – Rony disse, se virando para descobrir que sua mãe estava com a cabeça na lareira.


 


- Sim, querido? – a Sra. Weasley perguntou, saindo das chamas verdes e limpando o pó de suas vestes ao se levantar.


 


O ar se rompeu com um estampido alto. Hermione que ainda estava um pouco nervosa soltou um grito agudo e teria caído da cadeira se Ron não estivesse ajoelhado ao seu lado para impedir. Gina também recuou, colidindo com Fred e Jorge.


 


- Hermione, você está bem? – Remo Lupin perguntou ao se aproximar, a voz preocupada.


 


- S-sim – ela gaguejou de volta, tentando deixar o coração mais lento.


 


- Moody já está posicionado, Molly – Lupin disse, se virando para a Sra. Weasley que ainda estava parada em frente à lareira – Estamos prontos quando você quiser.


 


- Prontos pra quê? – Jorge perguntou.


 


- Fred, Jorge – a Sra. Weasley disse – Tomem conta da sua irmã. E vejam se podem arrumar o quarto de Rony.


 


- O QUÊ? – Fred gritou de volta indignado.


 


- Eu não sou um bebê. Eu posso me cuidar sozinha, sabe? – Gina se opôs.


 


- Pra onde vocês vão? – Jorge perguntou à mãe.


 


- Nós vamos levar Hermione para o St. Mungus.


 


- AH NÃO! – Hermione começou a se opor.


 


- Hermione, nós temos que ter certeza se você está bem – disse a Sra. Weasley num tom protetor.


 


- Você aparatou pra longe deles? – Fred perguntou, o pavor evidente na voz.


 


- Tão simples e ainda assim genial – Jorge acrescentou – Aposto que os caras nunca esperariam por isso. Quem já ouviu falar numa bruxa de 15 anos que consegue aparatar?


 


- Que varinha você usou? – Lupin perguntou para Hermione.


 


- Daquele rato fedorento, Pedro Pettigrew – Hermione assobiou, puxando-a do bolso da calça e entregando a Lupin. Ele pegou e a manteve ao alcance das mãos como se ela estivesse suja.


 


- Vamos, querida – a Sra. Weasley disse, tentando tirar Hermione da cadeira.


 


- NÃO – ela se opôs, se virando para longe da Sra. Weasley e olhando para Rony – Você lembra o que aconteceu ao Broderico Bode, né? – ela perguntou sutilmente a ele.


 


O rosto de Rony se enrijeceu imediatamente quando ele se levantou e se colocou entre sua mãe e Hermione.


 


- Absolutamente não – ele disse, cruzando os braços e olhando audaciosamente para ela.


 


- Moody já está lá. Nada vai acontecer... – começou a Sra. Weasley.


 


- Não! – Hermione e Rony disseram em uníssono.


 


- O que aconteceu com Broderico Bode? – Gina perguntou a Jorge.


 


- Voldemort queria silenciá-lo, então enviou ao Bode visgo do diabo no Natal e ele o estrangulou enquanto dormia – Rony disse irritado. Todos ficaram boquiabertos, até mesmo Hermione.


 


- Rony, você... você disse o nome dele – Hermione finalmente disse.


 


- É, bom, eu tenho amaldiçoado ele toda noite. Acho que me livrei disso.


 


- Hermione – Lupin começou calmamente – Nada vai acontecer a você. Nós só queremos que eles te examinem para termos certeza que não há nada errado com você internamente. Aparatar é perigoso. Milhões de coisas podem dar errado. Especialmente se você não é treinada.


 


- Ah, por favor – ela disse de volta – Se eles conseguem – Hermione gesticulou para Fred e Jorge – não deve ser tão difícil.


 


- Ei!!!!! – os gêmeos protestaram juntos.


 


- O que isso quer dizer? – Fred espumou.


 


- Significa que eu sei aparatar. Não me machuquei e NÃO vou ao St. Mungus.


 


CRACK


 


- Por que essa demora? – Gui reclamou ao se materializar na cozinha – Moody está gritando com todo mundo que se aproxima daquele corredor. Eles vão puxá-lo pela orelha se o suposto paciente que ele está protegendo não aparecer logo.


 


- Ela se recusa a ir – a Sra. Weasley disse, deixando as mãos caírem do lado do corpo, claramente irritada.


 


- Hermione – Gui disse, se virando para encará-la – Seus pais estão esperando...


 


- O QUÊ?! – Hermione gritou pulando da cadeira – Você... você... não os levou lá!


 


- Meu pai e eu estávamos com eles quando tivemos notícias de que você escapou. Ele pensou...


 


- TIRE-OS DE LÁ! TIRE-OS DE LÁ AGORA! – Hermione exigiu.


 


Gui recuou um passo e olhou para a mãe. Para seu horror, Hermione estava decidida. Os olhos dela reluziam e as lágrimas começaram a cair pelo seu rosto. Ela caiu na cadeira, jogando os braços na mesa, e enterrou o rosto se deixando cair num imenso choro.


 


A Sra. Weasley acenou para Gui e ele sumiu da cozinha.


 


- Tudo bem, querida. Não se preocupe com seus pais. Nós os manteremos a salvo. Vocês três – a Sra. Weasley disse, olhando para Fred, Jorge e Gina – FORA!


 


- O quê?


 


- Por quê?


 


- Eu disse fora! AGORA! – ela gritou de novo.


 


- Mas... – Gina protestou, arrastando os pés em direção à porta – Ah, ótimo – ela cuspiu a palavra, olhando para a mãe quando se irritou e saiu da cozinha, seguida de perto por Fred e Jorge.


 


A Sra. Weasley e Lupin foram para um canto para conversar calmamente e deixaram Rony ao lado de Hermione. Ele imediatamente puxou uma cadeira e se sentou, colocando seu braço em volta das costas dela. Ele se inclinou para murmurar em sua orelha:


 


- Vai ficar tudo bem. Papai e Gui vão tomar conta deles até Dumbledore achar um fiel do segredo. Eu serei se for preciso.


 


- Ah, Rony – Hermione lamentou, atirando-se nele. Ele deu um tapinha nas suas costas gentilmente e tentou lembrar que não podia abraçá-la muito forte.

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