FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

7. Capítulo 07


Fic: Proposta Indecente


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________


No verão, Sydney traz a promessa de clima quen­te com dias ensolarados, temperaturas ame­nas e uma brisa agradável que vem do mar.

É uma cidade ampla, com extensas zonas residenciais que margeiam um centro dominado por arranha-céus. A arquitetura moderna reflete-se nos edifícios de escritórios, nos vários hotéis e prédios residenciais, e as ruas fervilham com um trânsito intenso.

Ali vive uma população cosmopolita, onde asiáticos e euro­peus se misturam com os australianos nativos.

Hermione amava chamar Sydney de sua casa. Afinal, ali nas­cera, fora criada, estudara e trabalhava.

A vontade de viajar para outros continentes sempre foi gran­de e, apesar de já ter se aventurado com os amigos para as ilhas Fiji e a Nova Zelândia, o tempo gasto com os estudos a impedira de ir mais longe.

Por isso, a idéia de viajar para Nova York era instigante e seria uma ótima oportunidade de quebrar sua rotina extenuan­te de labuta, seguida das visitas ao pai no final da tarde.

De noite, havia Harry.

Recusava-se a dizer que eles faziam amor. Apenas duas pes­soas que se importam uma com a outra fazem amor. Então, qual era sua relação, afinal?

Um trato, disse uma voz miúda dentro dela. "Você tem um trato, Hermione. Ponto final."

Nova York era demais. Hermione adorava seu ritmo acelerado, junto com o barulho das ruas que lhe invadia os ouvidos.

O hotel luxuoso tinha uma suíte magnífica e o serviço era impecável.

— Estarei em reunião até o final da tarde — informou-lhe Harry, enquanto conferia seus e-mails.

— Vou visitar os arredores — Hermione decidiu.

Poderia se distrair durante todo o dia. Havia museus e di­versos outros pontos turísticos, sem falar nas imensas lojas de departamentos.

— Leve este celular, e me ligue. — Harry a olhou, pensativo. — Sempre que precisar. Tome táxi e não pegue o metro. Entendido?

— Vivi em uma cidade grande a vida inteira.

— Nova York não é Sydney — ele avisou, sério. Apanhou a carteira e ofereceu-lhe um maço de notas. — Pegue isto.

— Eu tenho dinheiro. — Hermione convertera o salário da loja em dólares americanos.

— Eu insisto.

Hermione olhava para Harry e para as cédulas, pensando na tentação da proposta.

— Eu não preciso.

— Mãe de Deus, por que tem sempre de discutir?! — Harry devolveu, exasperado.

— Por que você precisa insistir? Não sou idiota, e não sairia sem dinheiro para comida e para o táxi. — Respirou fundo para se acalmar. — Se eu ficar sem recursos, aviso você.

Então Harry guardou o dinheiro no cofre, trancou-o e deu a chave para Hermione.

— Assim fica mais fácil.

— Obrigada — agradeceu, apesar de não concordar. — Eu preciso ir. Você vai sair agora?

— Sim.

— Até mais, então.

Hermione iniciou seu passeio pelo museu.

Por volta do meio-dia, ela comia um cachorro-quente com mostarda e maionese quando Harry ligou.

Havia muito o que conhecer, e ela não queria perder tempo em um restaurante.

— Voltarei lá pelas cinco e meia, Mione. Vamos sair para jantar.

— Está bem.

— Onde você está?

— Em um carrinho de cachorro-quente.

Houve um instante de silêncio.

— Onde exatamente?

— Agora você me pegou... — disse, com senso de humor. — Não consigo ver o nome da rua.

— Hermione... — advertiu-a com entonação suave, e ela o in­terrompeu antes que continuasse.

— Eu tenho um mapa. Só que ainda não o olhei. — Quase podia ouvi-lo suspirar. — Se me perder, tudo o que tenho de fazer é perguntar para alguém. — E desligou o aparelho.

Harry guardou seu celular no bolso do paletó, balançou a cabeça, e tornou à conversa com seus colegas de almoço, lutando contra o desejo de trocar o vinho e a comida fina por um ca­chorro-quente na rua, na companhia de uma linda moça morena.

Hermione se divertiu. Passeou pelo Central Park, olhou vitri­nes, tomou um drinque gelado e andou de metrô. O dia ainda estava claro. Ninguém a abordou, nem ela se sentiu ameaçada, e desceu do trem algumas estações adiante.

Quando chegou ao nível da rua, reparou que o lugar não era tão agradável. A atmosfera era diferente, e ela se assustou. Pensou logo em chamar um táxi e sair dali, mas não viu nenhum. Resolveu retornar para o metrô e tomar o trem de volta.

Até que seria fácil, se não errasse de estação. Quando saiu para a rua, seu celular tocou.

Só poderia ser uma pessoa.

— Harry?

— Onde você está?!

— Bem, eu diria que...

— Pegue um táxi, Hermione.

Nesse instante, um táxi passou, e ela acenou desesperada, e agradeceu aos céus quando o automóvel encostou junto ao meio-fio.

— Estou entrando em um agora. Logo estarei no hotel.

Após meia hora no trânsito pesado, acompanhado de gestos lacônicos do motorista, e às vezes de alguns palavrões, Hermione chegou a seu destino.

Atravessou o saguão, adentrou o elevador, e em minutos abria a porta da suíte.

Harry a esperava, e ela prendeu a respiração ao ver o olhar sombrio que ele lhe lançava.

— Tem idéia de que horas são?

A voz dele era tão serena... Seria menos cruel se esbravejasse.

— Desculpe-me.

Aquele pedido não amenizara a raiva dele.

— Não vai me contar por que chegou tão tarde?

— Peguei o metrô, com a intenção de saltar em uma estação e depois pegar um táxi para cá. Mas me enganei e passei do ponto.

— Apesar de eu ter lhe falado para não andar no metrô sozinha — censurou-a, com a perigosa entonação suave, mal contendo o desejo de torcer-lhe o pescoço ao saber que ela se perdera por descuido. — Será que em algum momento lhe ocor­reu que eu poderia estar preocupado? Não havia nenhum re­cado na recepção, nem em meu celular, e você tampouco atendia ao telefone.

— Eu não escutei.

— Isso não me surpreende.

— Está bem, Harry. Daqui para a frente, vou andar só em táxis.

— Daqui para a frente... — Alfonso sorriu sem vontade. — ...você terá uma limusine alugada para levá-la aonde quiser ir.

— Isso é ridículo!

Ele enfiou as mãos nos bolsos da calça.

— Ou é assim, ou não sairá do hotel.

— Não acredito nisso! Que direito você tem...

— O direito do homem que paga por seus serviços.

Hermione se sentiu esbofeteada e foi tomada por uma onda de pânico.

— Mas é claro... Como pude esquecer? — Foi ao banheiro abrir o chuveiro, separou uma lingerie, e depois virou-se para ele. — Não demoro para me arrumar.

Naquele momento, Hermione não conseguia pensar no jantar, mas qualquer coisa seria melhor do que ficar enfurnada na suíte.

Quando Hermione saiu do banheiro, quinze minutos mais tar­de, já estava maquiada, tinha feito um coque, e foi até o guar­da-roupa, onde apanhou uma calça de seda preta, uma blusa preta leve e uma jaqueta vermelha. Calçou os sapatos e apa­nhou a bolsa.

Harry a elogiou, reparou em sua expressão tensa, e imagi­nou se Hermione tinha idéia de como ele ficara andando de um lado para o outro, esperando que ela chegasse ou ligasse. Hermione foi até a porta e voltou-se para ele.

— Vamos?

Calados, tomaram o elevador. Harry conduziu-a para o res­taurante do hotel, onde o maître arranjou-lhes uma mesa, e em seguida chamou o garçom de bebidas.

Harry pediu um excelente pinot noir e passou a examinar o cardápio. Hermione quis uma sopa de entrada e uma ceasar salad de prato principal, e reparou o olhar sério dele ao fazer o pedido ao garçom.

— Sem fome, Mione?

— Não.

Ele levou a taça aos lábios e sorveu um pequeno gole.

— Pretende restringir a conversa a monossílabos?

Hermione brindou-o com um sorriso forçado.

— Como foi seu dia? — Ela saboreou o delicioso vinho. — A reunião correu bem?

Harry reclinou-se na cadeira. — Está exagerando, Hermione.

— É mesmo? Achei que você quisesse uma conversa agradável.

— Vamos resolver esse assunto, está bem?

— Refere-se a quê?

Harry ergueu a taça em brinde silencioso.

— À discussão que teremos agora.

— Não gosto de discussões em público — afirmou, receosa.

— Acho que podemos conversar de maneira civilizada.

— Não temos nada para discutir, Harry..

— Temos, sim.

O garçom serviu a sopa, depositou um prato de petiscos na frente de Alfonso e se foi.

— Não, Harry. Estou ciente dos seus direitos. — Apanhou a colher e ignorou o olhar fulminante dele. — Vamos comer?

— Foi você quem me ofereceu seus serviços, lembra?

— Sim, é lógico. Peço desculpas por ter esquecido minha função. No futuro eu avisarei se for me atrasar e, como já ex­perimentei o metrô nova-iorquino, prometo não repetir a dose. Está bem assim?

— Agora você está sendo cínica!

— Quanta perspicácia!

Eles terminaram suas entradas, e poucos minutos depois o garçom trouxe o prato principal.

— Sabendo como você é teimosa, nunca deveria tê-la deixado sair sozinha por aí.

— Não sou teimosa. — As pupilas de Hermione faiscavam.

— Sim, você é.

— Não, não sou!

Harry ergueu uma sobrancelha, e falou, entediado:

— Vamos continuar com esse jogo verbal?

— Pare de me tratar como uma idiota, pelo amor de Deus!

— Será que eu tenho culpa disso?

— Está me tratando como uma criança, Harry.

— Hermione, todas as noites eu agradeço por você não ser uma criança...

Ela entendeu o recado e enrubesceu, embora mantivesse uma expressão séria.

— Não vai falar nada, Mione?

— Ainda não sei se é um elogio ou uma crítica.

— Talvez você devesse se concentrar em sua refeição — con­cluiu, divertido.

— Perdi o apetite. — Hermione ajeitou os talheres e bebeu o conteúdo de seu copo de um só gole.

Harry cortou um pedaço do suculento filé mignon, acrescen­tou um champignon e ofereceu a ela:

— Experimente um pouco disto.

Hermione deu uma olhada no garfo, encarou-o e fez que não.

Eram quase onze horas quando eles voltaram para a suíte, e ambos começaram a despir-se ao mesmo tempo.

Sem hesitar, ela virou-se e andou até ele.

— Deixe-me ajudá-lo. — Hermione sentia que não podia va­cilar nesse momento.

Primeiro, afrouxou a gravata e abriu o botão superior da camisa.

— O que está fazendo?

— Surpreende-me que você pergunte. — E terminou de de­sabotoar. Procurou a fivela do cinto com as mãos e a segurou. — Não é assim que uma amante faz?

— Agradando seu... — fez uma pausa eloqüente. — benfeitor?

Hermione o encarou.

— Sim.

Uma sombra atravessou o olhar de Harry, e ela captou algo indefinido nele, mas que logo desapareceu.

— Fique à vontade.

Harry usava de certa frieza, e Hermione resolveu pôr em prá­tica o acordo fechado três semanas antes.

Com movimentos espontâneos, tirou a blusa e em seguida a calça. Agora vestia apenas calcinha, sutiã e os sapatos muito altos.

Os calçados eram um truque seu que a deixava sexy e sofis­ticada. Hermione precisava estar o mais sedutora possível.

— Está usando roupas demais, Harry.

Hermione ouviu um grunhido rouco como resposta.

— Imagino que você queira tirá-las...

— Ah, sim...

— Sapatos e meias.

Harry ergueu um pé após o outro. O resto seguiu com na­turalidade: tão logo ela abriu o zíper, a bonita calça caiu ao chão. Então, só foi preciso puxar a cueca de seda para baixo para que ele estivesse diante dela, nu e... excitado.

Harry a observava beijando seu corpo, e seus olhos brilha­ram. Se Hermione queria jogar, ele ficava felicíssimo em deixá-la no comando.

Ela começou devagar, acariciando-lhe o peito com as pontas dos dedos, escorregando-as ao longo de seu tórax, e descendo pelo abdome, concentrando seu carinho nos pêlos do baixo-ventre.

Harry enrijeceu os músculos quando Hermione afagou-lhe a virilha e passou as mãos na parte interna de suas coxas, e sentiu a respiração acelerar com o ritmo dos afagos.

Viu-se sem fôlego à medida que as mãos dela subiam, de um jeito tão delicado que quase o fez perder o controle.

Meu Deus, ela pensou, trêmula, ousaria dar-lhe o mais ín­timo de todos os beijos? Afinal, Harry não havia lhe proporcionado o mesmo prazer? Por que então não deveria retribuir?

Hermione pretendia leva-lo ao mais profundo êxtase, fazê-lo gemer com seu toque, perder o controle e transformar-se num ser selvagem... assim como ele fizera com ela.

Não era esse o dever de uma amante? Atender a todos os caprichos de um homem e dar-lhe todo tipo de deleite?

Em uma mistura de instinto e imaginação, movido por um ímpeto primitivo, Harry a puxou para um beijo ardente. Em seguida, levou-a até a cama, girou com ela em seus braços, po­sicionou-se por cima, e sentiu como Hermione se contorcia à me­dida que a penetrava. Então, pôs-se a mover-se rápido e com vigor, até que ela se arqueou ao máximo e tudo pareceu explodir. Para ambos.

Hermione sentiu que Harry estremeceu, levantou um pouco o corpo para poupá-la de todo seu peso, e ambos procuravam controlar suas respirações ofegantes.

Harry procurou a nuca de Hermione com a boca, e beijou até senti-Ia arrepiar-se com a carícia. Em seguida, percorreu o ca­minho do pescoço até a boca com a língua, e roçou-lhe os lábios quentes.

HermioneAnahí tomou-lhe a cabeça nas mãos e deixou-se incendiar por seu beijo. Seus corpos moviam-se colados, e Harry, segu­rando as costas de Hermione, fez com que rolassem, invertendo a posição.

Mordiscou-lhe o bico do seio e sugou-o, primeiro devagar, depois com um toque de sensualidade que a fazia oscilar entre a dor e o prazer.

Os dedos hábeis envolviam os sentidos dela em um turbilhão, fazendo a quentura se transformar em fogo, até que Hermione perdesse todas as reservas. Tudo parecia despedaçar-se e, quan­do ela pensou não poder mais suportar, Harry a conduziu a prazeres ainda maiores.

Minutos depois, ela deixou-se ficar sobre ele, exausta, e sus­pirou com seu abraço.
A última coisa de que se lembrou foi dos lábios dele em sua testa, quando fechou os olhos e dormiu.

No dia seguinte, a reunião de Harry começaria só às duas da tarde. Após um saboroso desjejum, Hermione ligou para o hospital em Sydney a fim de inteirar-se do estado de seu pai. Ficou feliz em saber que John não piorara, e sua saúde permanecia estável.

Às nove horas, eles se dirigiram ao saguão, entraram na limusine alugada, e Harry instruiu o motorista para que desse uma volta pela cidade.

— Você morou aqui, não é? — Tinha que ser, Hermione de­duziu, devido à familiaridade que ele demonstrava ter.

— Sim.

— Em qual parte?

No Bronx, um bairro decadente, que estava longe de seu estilo atual, mas que Hermione nunca iria esquecer.

— Uma das menos atraentes. — Essas poucas palavras di­ziam tudo, mas ao mesmo tempo refletiam um vazio em sua alma.

Hermione o ouviu calada, e intuiu que Harry era um homem que vivera nas ruas.

— Vamos sair deste carro e andar a pé — ela pediu, querendo sentir o vento em seu rosto.

— Quinta Avenida, Central Park — Harry ordenou ao chofer.

Mais tarde, após almoçarem em um dos inúmeros cafés da região, a limusine deixou Harry em frente ao prédio onde se realizaria a reunião e levou Hermione até o Greenwich Village, onde ela pretendia comprar alguns pequenos presentes para os amigos.

Voltou para o hotel às cinco horas, tomou um banho e, en­quanto se vestia, Harry entrou no quarto.

No jantar, foram de novo ao Greenwich Village, onde existem diversos restaurantes e a vida noturna é alegre e animada. Hermione adorou a atmosfera do lugar à noite, e convenceu Harry a levá-la a uma peça de teatro antes de visitarem um café da vizinhança.

Tudo era mágico, e ela estava adorando aqueles momentos. Havia dias em que Harry tinha a manhã livre, e eles passearam de ferry-boat e visitaram o Jardim Botânico. Jantavam fora todas as noites e iam ao cinema ou ao teatro em seguida.
Seus momentos a sós no hotel eram um capítulo à parte, e Hermione sentia aflorar em si novas emoções e desejos.

Ela se via tomada por uma plenitude que nunca acreditara possível, e a sensualidade crescia em seu íntimo, transforman­do-lhe corpo e alma.

"Não entregue seu coração a ele" dizia uma voz interna que ela ignorava, imaginando saber controlar suas emoções..

Logo chegou o dia da partida, e eles voltaram para Sydney em um domingo de manhã.

Após tomar uma ducha e desfazer as malas, Hermione visitou o pai no hospital.

John lhe pareceu cansado e sua cor mudara... ou seria impressão, devida à semana em que não o vira?

A aparência dele a abalou. Resolveu dar uma passada no Rocks para visitar sua amiga Gina, onde permaneceu meia hora, e então voltou à mansão em Woollahra.

Encontrou Harry no estúdio passando algumas informações para o computador, e não pôde deixar de notar-lhe as olheiras e o cansaço.

— Acho que você precisa dormir — aconselhou, em voz baixa.

— Não estou cansada.

— Está, sim.

— Não estou.

Então ele a ergueu no colo com facilidade e levou-a para a suíte, onde a despiu e colocou na cama, cobrindo-a com os len­çóis. Tirou as próprias roupas em seguida, e deitou-se a seu lado.

— Durma — Harry ordenou, e ela obedeceu, aninhando o corpo cansado junto ao dele.

Hermione dormiu longa e profundamente e acordou um pouco antes da alvorada.

E foi só então que fizeram amor, devagar e com tanto carinho que quase a levou às lágrimas.

**
Gnt to att hj pq esse findi vou viajar e não vou poder!
Amo vocês..

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.