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3. Preocupação


Fic: O preço do amor- Capítulos revisados-AGORA COM CAPA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Metade da família Weasley sentou-se aconchegada em volta da mesa da cozinha. Gina, a mais nova, estava chorando em silêncio em sua cadeira. A Sra. Weasley estava de pé atrás de sua filha, acariciando gentilmente seus cabelos, daquele jeito que só as mães fazem. Bastou sua presença para que Gina se sentisse levemente melhor. Mas levemente melhor não era o suficiente. O choque de ver o rosto desacordado de Rony e depois seu corpo caindo no chão como se estivesse morto, seguido pelas novidades de Fred e Jorge de que Hermione tinha sido pega pelos seguidores de Você-Sabe-Quem, foi horrível o bastante. Mas foram os olhos de Rony, quando sua mãe o despertou, que mais a assustaram. Ela já tinha visto Rony chorar quando era mais novo. Ela já tinha visto ele se machucar. Ela já tinha visto ele zangado. Ela já tinha visto ele com medo. Ela já o tinha visto sofrer. Mas nunca tinha visto tudo isso ao mesmo tempo. Gina nunca tinha visto tanta angústia dentro de uma pessoa antes.


 


Gina fungou alto, secando as lágrimas de seu rosto. Fred, que estava observando-a, se inclinou na mesa e entregou-lhe um lenço.


 


- Obrigada – Gina murmurou, assoando seu nariz em seguida.


 


Jorge ainda estava olhando pela janela, inexpressivo. Seus olhos tinham agora uma luminosa sombra roxa, com uma coloração amarela nos cantos. A Sra. Weasley se ofereceu para curar o machucado, mas Jorge se recusou. Com alguma frequência, Gina notou que ele tocava seu dedo na marca. Era quase como se ele estivesse tentando usar a dor física para mascarar a dor emocional que ele estava sentindo por dentro.


 


‘Ele não está tendo mais sorte do que eu, de qualquer forma. ’, Gina pensou. Seus pensamentos foram interrompidos por um barulho terrível, seguido pelo que seria claramente vidro quebrando. Gina estremeceu e então sentiu a mão da mãe a acalmando com um tapinha em seu ombro. Ela olhou pra cima e viu que sua mãe estava olhando o teto, seu rosto tenso.


 


- Ele está lá há horas – Jorge disse baixinho para seu irmão gêmeo – Eu não deixaria nada que pudesse ser quebrado naquele quarto.


 


- Talvez ele se mude para o nosso quarto – Fred tentou brincar.


 


- Eu queria que soubéssemos o que está acontecendo – Gina disse suavemente.


 


- Seu pai nos deixará saber quando tiver mais alguma informação – a Sra. Weasley garantiu à filha.


 


- O que vocês acham que vai acontecer ao Krum? – Gina perguntou aos irmãos.


 


- Acho que isso vai depender se vão ou não acreditar na história dele – Jorge disse.


 


- Papai parece acreditar nele – Gina respondeu – Ele disse que o Krum está realmente preocupado com o que aconteceu.


 


- Ele está preocupado com o que aconteceu ou está preocupado se vai ser pego? – Fred perguntou baixinho – Não é a primeira vez que ele diz que é controlado pela Maldição Imperius como uma desculpa.


 


- Funcionou uma vez, por que não usar de novo? – Jorge concordou.


 


- Isso não é justo – Gina interveio – Ele estava dizendo a verdade na primeira vez. Eu ouvi Harry dizer ao Rony que Crouch admitiu que usou a Maldição Imperius para controlar Krum durante a última tarefa do torneio. Você não acha realmente que ele machucaria Hermione de propósito, acha?


 


Fred deu de ombros.


 


- Eu tenho minhas dúvidas – Jorge finalmente admitiu – Mas eu não levaria em conta o que passou com aqueles idiotas do Ministério, para acusá-lo apenas para dizer que podem mandar qualquer um para Azkaban e fazer parecer que eles estão negociando com Você-Sabe-Quem.


 


- Rony ficou quieto de novo – Fred disse, olhando momentaneamente para o teto antes que a mancha branca que vinha surgindo pela janela aberta da cozinha tomasse sua atenção.


 


- Edwiges! – Gina chamou, quando o pássaro aterrissou com uma pancada na mesa em frente. Ela imediatamente acariciou as penas suaves da coruja enquanto removia a carta presa na sua perna – É para o Rony – Gina disse olhando para a mãe – Por que ela entregou pra gente?


 


- Acho que sabemos o que aconteceu – Jorge pensou alto.


 


- Você não acha... – a Sra. Weasley começou.


 


- Que ele tentou atirá-la da janela? – Fred respondeu – Eu acho que ele atiraria até a Gina pela janela se ela fosse àquele quarto.


 


Gina continuou acariciando as penas de Edwiges, procurando um estranho conforto – Tente não culpá-lo – ela sussurrou para o pássaro, seus olhos se enchendo de água – Ele está tendo um momento difícil.


 


- Devemos abrir? – Jorge perguntou à mãe, olhando a carta.


 


- Está endereçada ao Rony – a Sra. Weasley respondeu, como se a questão estivesse resolvida.


 


- E se for importante? – Fred se meteu.


 


- E se ele estiver preocupado com alguma coisa? – Fred acrescentou.


 


- E se ele... saiu de casa e estiver tentando levar Rony para ajudá-lo a ir à procura dela? – Gina perguntou.


 


A Sra. Weasley pegou a carta das mãos de Gina e a abriu com um rasgo. Seus olhos examinaram-na rapidamente e depois ela deixou o pergaminho cair na mesa, enquanto lágrimas começavam a cair de seus olhos.


 


Fred pegou a carta imediatamente e Jorge se inclinou para ler com ele. Fechando seus olhos com uma expressão de dor, Fred colocou a carta sobre a mesa e baixou sua cabeça. Gina imediatamente a alcançou.


 


- Não, Gina – Jorge disse, cobrindo a carta com a mão – Não.


 


Gina olhou nos seus olhos e empurrou sua mão, tomando o pedaço de pergaminho. Ela respirou fundo, firmou-se e então levantou a carta pra ler:


 


“Eles estão torturando-a. Ela sabe que eu estou vendo. Ela me olhou diretamente e disse ‘NÃO SE ATREVA A DAR UM PASSO PRA FORA DAQUELA CASA, HARRY!!!.’ Ele não queria que ela falasse comigo. Perdi o contato. Se eu ficar aqui, ele a manterá viva. Diga aos outros para se apressarem. Ele está ficando zangado. Eu não sei mais o quanto ela pode aguentar.”


 


Gina deixou a carta cair com um gemido e depois despencou na mesa, enterrando a cabeça nos braços.


 


- Não podemos contar ao Rony – Fred disse baixo.


 


- Não, não podemos – sua mãe concordou, sabendo muito bem que ele deixaria a segurança de sua casa para se tornar o alvo. Ela olhou para o teto, tentando decidir se Rony ainda estava no quarto e imaginando se era mais confortável quando ele quebrava o lugar e ela sabia exatamente o que ele estava fazendo.


 


Cruzando a cozinha em apenas poucos passos, a Sra. Weasley abriu a porta e deu uma espiada no relógio da sala. Seus olhos rapidamente procuraram o ponteiro com o nome do filho mais novo. Um suspiro de alívio passou pelos seus lábios quando ela notou que ainda apontava para ‘Casa’ e não para ‘Perigo Mortal’. ‘Está muito quieto lá em cima’, ela pensou ao fechar a porta e voltar para a mesa, entre os gêmeos.


 


- Eu... Eu devo escrever de volta? – Gina perguntou à mãe com a voz trêmula – Edwiges ainda está aqui. Ela deve estar esperando uma resposta.


 


- Sim, querida, talvez você deva – respondeu a Sra. Weasley – Accio – ela disse apontando sua varinha para a gaveta perto da pia. A gaveta abriu e um vidro de tinta e uma pena voaram pela cozinha, pousando em frente à Gina.


 


Gina virou a carta e estava prestes a rabiscar uma mensagem na parte de trás quando uma bolsa de penas marrons pousou com uma pancada alta ao lado. Edwiges recuou com um pio indignado, abriu suas asas e saltou para o espaldar da cadeira de Gina.


 


A Sra. Weasley retirou a carta da perna da coruja. Com a carga removida, ela pulou para a ponta da mesa e voou pela janela.


 


- É do papai? – Fred perguntou esperançosamente.


 


- Não, é do... Departamento de Transporte Mágico – A Sra. Weasley respondeu, desconcertada. Para surpresa dos filhos, ela engasgou e inesperadamente desaparatou da cozinha.


 


Gina correu para pegar a carta que flutuava no chão.


 


- O QUÊ!? – Fred e Jorge gritaram juntos, enquanto Gina a apanhava e fitava a carta de boca aberta.


 


- Está... está endereçada à Hermione – Gina murmurou, entregando a carta a eles.

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