NARRAÇÃO EM 3ª PESSOA
Os dias e as semanas foram correndo na mesma rotina de sempre.... Toda vez que Voldemort passava dos limites com Missy, ele convocava Snape para fazer com que a garota se recuperasse.
Snape cada dia ficava mais enojado de si mesmo e adorava descontar isso nos alunos, principalmente no Trio de Ouro e em Helena Miller, que era sua aluna e de sua casa, além de ser "colega" de trabalho.
- Hey, Draco... - a garota estava chamando o primo.
- Que foi? - ele perguntou olhando-a meio nervoso, pois estavam na porta da masmorra.
- Você recebeu o aviso? - ela falou sem dar importância.
- Que aviso? - ele perguntou com certo medo.
- Do Lord... - ela sussurrou em seu ouvido.
- Não. Sobre o que é? - ele perguntou preocupado.
- Parece que ele irá dar uma festinha para você essa sexta feira, para comemorar a sua lealdade a ele. - ela falou sorrindo.
Draco não conseguiu responder, simplesmente ficou pálido. Ele já ouvira falar das festas que o Lorde costumava fazer e nunca eram boas coisas.
- Acho que você ainda receberá não se preocupe! - Helena falou sorrindo. - Se você quiser, podemos ir juntos!
- Sim, claro. Será bom uma companhia! - ele falou sem emoção nenhuma.
- Ok! Então depois a gente se fala? - ela falou sorrindo.
- Atrapalhando novamente a minha aula, Srta. Miller? - Snape aparecera bem diante da garota, fazendo-a quase tropeçar nele.
- Não senhor. - ela falou meio sem jeito. - Eu já estava de saída! - ela falou, desviou dele e saiu correndo.
Por mais que ela quisesse ser agradável com ele, ele não dava chance e isso às vezes a deixava com medo.
Sexta feira chegou e com ela, a festa de Voldemort para Draco também.
Helena nunca tinha ouvido nada a respeito, então ela achava que era uma festa normal, então se arrumou como o convite estava pedindo: traje social preto.
Ela colocou um vestido preto tomara que caia longo, com um decote não tão ousado, uma sandália da mesma com de salto alto, pulseiras e uma gargantilha com uns detalhes prata. Prendeu seu cabelo em uma trança e a colocou por cima do ombro.
Depois de pronta, ela tinha combinado com Draco, de se encontrarem na Sala Comunal.
Assim que ela chegou à Sala Comunal, Draco já estava à sua espera, apoiado no peitoril da janela (que era encantada).
- Huuum... vamos? - Helena falou chamando a atenção de Draco.
Assim que o garoto se virou para vê-la, ele perdeu o fôlego, afinal, era a primeira vez que ele a via sem as roupas de comensal e sem o uniforme ou as roupas que ela usava.
- Draco? Algum problema? - ela perguntou descendo os últimos degraus olhando meio preocupada para o garoto, que se encontrava com a boca aberta e uma cara de pasmo.
- Ahn? Tô, to bem sim. - ele falou se recuperando e indo ajudá-la.
- Então... que cara é essa? - ela perguntou sem entender.
- Nada é que... Uau Ell, você tá diferente.... - ele falou meio sem jeito. - Está bonita!
A menina corou e olhou para o chão sem jeito, mas falou:
- Obrigada! Vamos? - ela perguntou e os dois foram para fora do castelo.
Uma vez que chegaram ao portão, Helena, como era maior de idade, aparatou junto com Draco, fazendo Snape, que vinha logo atrás se perguntar se era realmente quem ele imaginava que fosse.
Ele também aparatou logo que passou o portão... Ele podia imaginar o que aconteceria nessa festa e sentiu pena da garota elfa que estava presa naquele quarto, à mercê de Voldemort. E sentiu mais nojo sabendo que talvez a tortura da garota não ocorresse só pelo Lord das Trevas e sim pelos vários convidados.
Snape chegou praticamente junto com Helena e Draco.
- Boa noite professor! - ela falou sorrindo olhando-o.
Assim como ela, ele também estava diferente, apesar de trajar roupas pretas e muito parecidas com sua roupa de Comensal, mas mesmo assim diferente.
Snape olhou para os dois sem muita atenção, mas quando viu quem era, olhou de novo sutilmente encarando Helena por um tempo, e então respondeu sério e continuou andando:
- Boa noite Srta. Miller.
Helena só deu uma risada discreta quando o homem continuou andando, fazendo Draco perguntar:
- O que foi? Qual é a graça?
- Nada não Draco... Coisas de minha cabeça e mente criativa! - ela falou rindo e continuando a andar.
Eles entraram no salão de festas da Mansão Malfoy e se depararam com várias pessoas de preto já bebendo champagne e comendo alguns aperitivos. Voldemort ainda não tinha chegado, deixando Helena menos tensa.
Pelo o que ela notou, ela era a menina/mulher mais bem vestida de lá, recebendo olhares das outras um tanto quanto mortal, principalmente de Bella, que ao ver que ela chegou de braço dado com o sobrinho, foi direto falar com eles.
- Olá Draco... - ela falou cumprimentando o sobrinho com uma voz terrivelmente infantil. - Olá garota. - ela se dirigiu mais seca para Helena, que nem se deu o trabalho de responder. - Venha comigo Draco, vamos nos enturmar com as pessoas certas! - ela falou novamente com sua voz enjoativa e levou Draco para longe de Helena, que se sentiu profundamente mal por estar ali sozinha.
Helena, depois de ter sido brutalmente abandonada, foi para um canto meio escuro do salão e ficou lá, bebericando champagne e se servindo de alguns canapés.
Enquanto ela estava lá, viu que um vulto negro se aproximou dela, fazendo-a levantar o olhar e ver que era Snape.
- Sozinha? O que houve? - ele perguntou sério olhando para frente.
- Acho que a Bella não gostou de me ver com o Draco e... achou engraçado me deixar sozinha e deslocada! - Helena respondeu meio irônica, mas não mal-educada, arrancando um leve sorriso de canto de Snape.
O homem ao seu lado achou que de tanto ele a tratar com ironias, a garota tinha adquirido sua habilidade.
- E você? Sozinho por quê? - Helena perguntou olhando-o sorrindo.
Ele apenas a olhou sério, sem falar nada, mas com cara de que a resposta seria: "Não é da sua conta."
- Tá, não precisa responder, já sei: Não é da minha conta! - ela falou sorrindo e terminando de tomar sua champagne.
- Exatamente. - ele falou sério.
E logo em seguida Voldemort chegou, fazendo com que todos fizessem reverências. E fazendo Helena se encolher o máximo que pode, pois ela sentiu que ele a olharia e faria comentários, então, para evitar desconfortos, ela meio que se escondeu atrás de Snape, que apenas deu uma leve risada da garota, mas não fez nada, a deixou se esconder.
POV: Missy LaFey.
Eu estava apreensiva e muito assustada com essa tal festa, algo me dizia que eu seria o centro das atenções. Entrei na banheira para tomar meu banho, mas antes me olhei no espelho gigante que havia na parede. O Sr Snape não deixou uma única marca das agressões que eu havia sofrido. Eu tinha que me lembrar de agradecê-lo.
Enquanto eu me enxugava no banheiro ouvi a porta da minha “prisão” se abrir imediatamente senti minhas pernas bambearem, o medo tomou conta de mim.
__Q... quem esta aí? __eu perguntei temendo ouvir aquela voz sibilante.
__Sou eu Narcisa Malfoy! __disse uma voz empertigada __Vim lhe ajudar a se arrumar para o Lord das Trevas.
Sai enrolada na toalha olhando um tanto apreensiva para humana loira que estava com duas caixas grandes em mãos. Ela me ajudou a colocar um vestido curtíssimo todo rendado e rodado, em seguida me ajudou com as amarrações do espartilho que fez meus seios ficarem quase todos de fora, na verdade eu estava sendo vestida como uma boneca. Era isso que eu era! Uma boneca! Um brinquedo! Engoli o choro e continuei imóvel enquanto a Sra. Malfoy me arrumava.
A mulher antes de sair me entregou um sapato preto como os que as bonecas de porcelana usam e saiu. Coloquei as meias compridas e com babados em seguida calcei os sapatos. Fiquei me olhando no espelho por alguns segundos. Foi então que ouvi a porta se abrir novamente, mas dessa vez não era a Sra. Malfoy e sim o meu pior pesadelo! O demônio que fazia de minha vida um inferno!
Engoli em seco quando o vi parado na porta me olhando de maneira maníaca, meus olhos já queriam derramar lagrimas e minhas mãos começaram a tremer de maneira descontrolada.
__Simplesmente lindíssima! __ele disse beijando meus lábios com aquela boca repugnante __Venha comigo! Você é nossa convidada de honra! __disse o Lord me puxando pela mão para fora do quarto.
Andamos pelos corredores daquela casa imensa, eu nunca havia visto parte alguma daquela casa alem daquele cômodo onde acordei e do quarto onde estou presa. Logo chegamos a uma sala ampla cheia de pessoas a maioria homens.
NARRAÇÃO EM 3ª PESSOA
Voldemort entrou primeiro no salão fazendo com que todos se calassem com sua simples presença em seguida ele tirou das sombras uma criatura que parecia emanar luminosidade. Uma elfa Ljosalfr de longos cabelos vermelhos (não como o dos Weasleys, mas sim cor de sangue) seus olhos eram cor de mel e estavam assustados, seu rosto era o puro medo. Todos os olhares se voltaram para a elfinha, os homens a olhavam com desejo e isso a deixou ainda mais amedrontada.
__Vejam meus ilustres convidados... __disse Voldemort puxando Missy para um beijo molhado e nojento __Hoje ela servira como divertimento a vocês.
Missy não pode acreditar no que ouvia, ela seria... de todos eles?
__Aproveitem meus amigos! __disse Voldemort maníaco __Pois só hoje darei esse privilégio a vocês.
Missy sentiu as mãos do Lord das Trevas tocarem suas costas e desamarrar o seu espartilho. E com um Evanesco fez o vestido de Missy desaparecer juntamente com a calcinha. A elfa entra em desespero e começa a tentar se tampar com as próprias mãos enquanto alguns homens avançam para cima da garota como lobos famintos.
O primeiro a chegar perto da garota foi Avery, seguido de Greyback, Dolohov e Mulciber. Avery segurava a pobre elfinha por traz apertando os seios da menina enquanto Greyback a farejava de maneira doentia, Dolohov beijava os lábios da garota enquanto Mulciber lambia vorazmente o sexo de Missy.
A garota se debatia e chorava desesperadamente enquanto os quatro a deitavam de lado sobre a mesa. Pela frente Dolohov penetrava sua vagina e por trás Avery penetrava o ânus da menina.
__Nossa eu já ouvi dizerem que elfas eram gostosas, mas nunca imaginei que fosse tanto! __disse Dolohov dando fortes estocadas que faziam Missy gritar, chorar e implorar para que parassem.
__É tão apertadinha!!! __Avery se enfiou inteiro dentro da garota __Meu pau nem cabe direito!
O desespero de Missy aumentava cada vez mais. Agora Amico Carrow se aproximou baixando o zíper da calça e obrigando Missy a engolir quase todo o comprimento de seu pênis fazendo-a engasgar.
POV: Severo Snape.
Aquilo era pura crueldade eu tive de me esforçar para me manter impassível vendo aquela cena, a garota Miller ficou horrorizada e nem se atrevia a olhar. Pobre elfa! Meu estomago revirava enquanto eu observava aquela orgia. Missy chorava por muitas vezes mordia o pênis de Carrow, mas isso não adiantava.
Amico Carrow estapeava a cara da elfa de maneira violenta cada vez que a menina tentava morde-lo para se livrar, Dolohov já estava gozando, Avery já estava quase lá, mas o que me fez quase devolver o jantar foi quando Carrow começou a ejacular dentro da boca da garota e ainda a obrigou a engolir.
__Engole elfinha! __ele dizia tapando a boca da garota para impedi-la de cuspir __Engole tudo!
Missy tinha os olhos vermelhos de tanto chorar. Sua pele estava toda marcada de arranhões e chupões e seus orifícios sangravam. Mas a pobre elfinha ainda não havia visto nada.
NARRAÇÃO EM 3ª PESSOA
Voldemort suspendeu Missy no ar com um feitiço de levitação em seguida Mulciber e Greyback se aproximaram um chupando cada mamilo da elfa.
__Sem morder ela ouviu Greyback? __disse o Lord Negro sorrindo e se aproximando para assistir mais um estupro agora duplo da pobre garota.
__Eu imploro Lord!__ ela dizia com a voz rouca e embargada devido ao choro __Chega!!! Po... __ela não pode terminar a frase o Lord das Trevas com um gesto de sua varinha fez surgir uma mordaça sobre os lábios de Missy. Os olhos mel da menina despejavam lagrimas e mais lagrimas de desespero.
Greyback segurou Missy pelos braços e Mulciber segurou firmemente as coxas da menina e abriu bem as pernas da garota. Os dois a penetraram de uma única vez, Missy não pode gritar tentou se livrar de seus agressores, mas o feitiço de Voldemort a deixava imóvel.
Chorar era sua única escolha, alem de ser estuprada de maneira extremamente dolorosa. Curiosamente o bruxo das trevas olhava com muito desejo os orifícios da elfa sendo arrombados pelos covardes comensais. Ele se excitava com aquilo a dor da elfinha era algo erótico e sedutor para Voldemort.
O lobisomem arranhava a cintura da menina enquanto penetrava o ânus da elfa de maneira animal (Nada difícil para ele). Mulciber penetrava a vagina da garota de maneira violenta. As lagrimas de Missy excitavam ainda mais seus agressores.
Greyback atingiu o ápice primeiro e inundou o ânus de Missy de esperma, em seguida Mulciber faz o mesmo com a vagina da menina. Voldemort liberou a elfa do encantamento logo depois do fim da violência, Missy caiu de joelhos no chão não tendo forças para se levantar.
O Lord Negro pegou a garota pelos cabelos e a arrastou até próximo de uma cadeira. O bruxo se sentou e abriu as calças expondo seu membro enrijecido e obrigando Missy a colocá-lo na boca. A menina relutou e só cedeu depois de levar varias bofetadas em seu rosto deixando-o com as marcas dos dedos de Voldemort.
O bruxo puxava a cabeça da garota obrigando-a engolir todo o comprimento de seu membro enquanto ela sentia ancia de vomito e por vezes até engasgava. Seus olhos lagrimas incessantes, sua pele, marcada por ferimentos e sua alma marcada pela dor de ser uma marionete, uma boneca, um brinquedo nas mãos de um monstro sádico e cruel.
O Lord Negro divertia-se com o sofrimento da elfa, por vezes introduzia seu pênis até a garganta da menina só para vê-la se afogar. O silencio dentro daquele salão chegava aferir os ouvidos apenas os gemidos de Voldemort eram audíveis. Depois de algum tempo a elfinha sentiu os fluidos do bruxo inundarem sua boca e como Carrow ele a obrigou a engolir tudo.
POV: Severo Snape.
O Lord das Trevas jogou a garota para o lado no chão e veio até mim, tive de me recompor rapidamente, pois ele poderia perceber o quarto eu abominava aquelas atitudes.
__Cuide dela Severo! __ele falou tranquilamente como se nada houvesse acontecido.
__Sim mi lorde! __respondi fazendo uma reverencia.
Aproximei-me da garota que estava deitada no chão nua suja de sangue e esperma, me abaixei e olhei seus grandes olhos cor de mel, eles me pediam socorro, imploravam por piedade. Peguei a garota em meus braços e a levei para o quarto.
__Me leve até o banheiro por Merlin! __ela me pediu.
Coloquei a menina no chão do banheiro e sai, eu já tinha uma noção do que ela iria fazer. Missy vomitou muito até mesmo eu estava com ânsia de vomito com tudo aquilo que presenciei. Voltei a entrar no banheiro e a vi sentada no chão encolhida chorando desesperadamente.
__Venha! __eu disse estendo a mão para a garota __Você precisa de um banho! Eu te ajudo.
Ela segurou minha mão, mas não pode se manter de pé então a amparei até a banhei que já estava cheia de água quente. Ajudei a elfinha a entrar na água, ela gemeu de dor quando a pele ferida entrou em contato com água e sabão.
__Vou buscar as poções Srta LaFey! Eu volto num minuto. __eu disse ajudando-a a se sentar e em seguida indo até o estoque dos Malfoy.
Quando voltei com os vários fracos ouvi os gemidos de dor vindos do banheiro entrei para ver se a elfa estava bem, mas ela estava se arranhando esfolando a própria pele com as unhas. Ela estava com nojo de sim mesma e não posso culpá-la por isso!
__Pare com isso! __eu disse segurando firmemente os pulsos da menina __Você só vai se machucar ainda mais!__ela continuou a se debater e tentar se esfolar.
__Me solta eu... eu... eu.. __ela cedeu e parou de se debater porem se lançou em um choro silencioso e agonizante.
Diante daquela cena, não consegui me manter frio, abracei a garota e deixei que chorasse o quanto quisesse.
Aquilo não podia continuar, eu tinha que pensar em um jeito de no mínimo fazer o Lord das Trevas não a querer mais.... Mas como o fazer?
A garota ficou chorando em meus braços por uns bons minutos, molhando minha camisa, após se acalmar, ela me olhou com seus olhos vermelhos e o rosto todo marcado pelas lágrimas.
- Por favor, me ajuda! – ela implorou se agarrando ainda mais em mim. – Me mata.
Ao ouvir a última sentença da garota, eu não consegui me manter frio, me assustei com o seu pedido e retruquei:
- Sinto muito. Não posso fazê-lo. – eu falei ainda sério.
Ao sentir o olhar dela de decepção (o mesmo que recebi de Lilian há vinte anos atrás...) não consegui deixar de completar:
- Mas prometo que farei algo para te tirar dessa situação. Eu prometo.
E com isso ela me lançou um olhar de esperança e confiança e me abraçou sussurrando:
- Obrigada. Muito obrigada senhor!
- Agora deixe-me curar seus ferimentos. – eu falei e a encostei na banheira, para poder passar a poção cicatrizante em sua vagina e em seu ânus.
Não pude deixar de perceber que assim que a toquei, ela estremeceu toda... seu corpo ainda estava dolorido e ela ainda estava com nojo de si mesma por não ter conseguido fazer nada para se livrar daquela situação.
Assim que terminei de curar os ferimentos íntimos da elfa, comecei a tratar do rosto dela, que estava tomando uma tonalidade arroxeada, além disso, os seios da menina estava com várias mordidas, que também estavam roxas e algumas chegavam até a estarem sangrando, tamanha a violência que a garota sofrera.
- Pronto. Daqui a pouco se sentirá melhor. – eu falei assim que terminei de curá-la... ou pelo menos de retirar os ferimentos visíveis.
- Obrigada. – ela falou ainda num sussurro.
- Agora tome seu banho e vá descansar. Vou deixar a poção calmante em baixo de seu travesseiro. – eu falei e me levantei indo para a porta do banheiro.
- Obrigada por tudo senhor. – ela falou assim que eu abri a porta e estava quase saindo.
Eu não respondi, somente a olhei e acenei com a cabeça.
Já no corredor da mansão, ouvi certa discussão... era um homem e uma mulher.
- Pelo amor de Deus, você podia ter no mínimo sei lá... ter dado outra idéia! – uma delas falava alterada e eu já sabia quem era: Miller.
“Ah ótimo... agora eu vou ter que tomar conta de outra criança irresponsável...” – eu pensei comigo mesmo enquanto caminhava e ouvia a discussão.
- Você viu o que houve tio... Coitada da menina... ela deve ter a minha idade! – ela falava horrorizada com o que tinha acontecido à elfa.
- Eu sei Helena, mas o que você queria que eu fizesse? Ele me perguntou se eu tinha alguma idéia de celebrar a união de Draco! – Lúcio respondera sério, mas arrependido.
- E não passou pela sua cabeça “brilhante” de que a atração da festa seria a elfa? – Miller já estava mais do que brava, estava fora de si, tamanha a crueldade com a elfinha.
- Infelizmente não Helena. – Lúcio falou arrependido.
- Hunf! – a garota bufou. – Tá bom! – ela ironizou.
- Eu juro Helena! Não foi essa minha intenção! – Lúcio falou, mas quando eu cheguei à sala, ele me olhou, chamando a atenção da garota que simplesmente falou:
- Bom, eu vou para o meu quarto, vomitar o resto da festa. Boa noite para vocês. – e com isso subiu as escadas.
- Que noite não? – Lúcio comentou, mas vendo que eu não responderia, ele completou – O Lord falou para você procurá-lo antes de ir.
Fiz um sim com a cabeça e me dirigi para a sala de reuniões.
- Entre. – ele falou quando ouviu a batida na porta.
Fiz a costumeira reverência e falei sem olhá-lo.
- Já cuidei da garota mi Lord.
- Excelente Severo. Excelente. – ele elogiou-me levantando-se da cadeira e indo em minha direção. – Está fazendo um excelente trabalho com a elfinha.
- Obrigado mi Lord. – eu falei ainda na posição de reverência.
- Pode ir meu caro. Creio que precisa descansar. – ele disse. – Amanhã nos veremos de novo.
- Sim Mi Lord. – eu falei e me retirei sem dar-lhe as costas.