NARRÇÃO 3º PESSOA
Missy estava deitada na cama já há algumas horas quando a porta se abre, era Voldemort que a fitava com um olhar maníaco, a elfa logo sentiu seus ossos congelarem e o medo tomar conta de todo o seu corpo. O Lord Negro de aproximou ainda sustentando aquele olhar e ainda por cima com um sorriso sádico brincando em seus lábios.
__Por favor! __ela começou a implorar ajoelhada na cama __Me deixe em paz por Merlin!
__Ora Missy! __ele disse a agarrando pela cintura e pondo-a de pé__ Pensei que havia gostado da nossa brincadeira de ontem! __o bruxo começou a lamber a curva entre o pescoço e o ombro de Missy enquanto ela chorava copiosamente.
__Por favor, Lord! __ela falou tentando se desvencilhar do aperto do homem, mas ao ouvir Missy o chamar de lorde, Voldemort perdeu completamente o controle.
O bruxo tirou um par de algemas de dentro das vestes e prendeu os pulsos da elfinha para que ela não se debatesse tanto. Voldemort deitou brutamente Missy na cama e começou a levantar a camisa para ver o sexo da elfa que era parcialmente coberto por finíssimos pelos vermelhos como sangue.
__Hum... __ele disse afastando os lábios vaginais rosados da menina e dando uma longa lambida __Parece que Severo fez um ótimo trabalho em você!
__Por que esta fazendo isso comigo? __ela perguntava assustada e enojada.
Cansado das mesmas perguntas e pedidos de misericórdia que a pobre elfinha fazia Voldemort a amordaçou com uma mordaça encantada que não deixava escapar um único ruído dos lábios delicados de Missy.
__Assim esta melhor!__disse o bruxo abrindo ainda mais as pernas de Missy.
A menina chorava desesperada, mas ninguém a ajudaria pelo contrario só fariam apoiar a maldade de Lord Voldemort. O bruxo puxou bruscamente os cabelos de Missy para expor o pescoço delicado da garota. A pobre elfa sentia a língua do Lord das Trevas passear pelo seu pescoço e descer em direção aos seus seios.
Com uma das mãos o Lord Negro abria a camisa que escondia o que ele tanto queria ver e com a outra ele penetrava dois dedos no ânus da menina que tentava gritar e espernear, mas nada adiantava. A boca que Missy considerava tão nojenta há essas horas tocava um de seus seios mordendo-o de maneira impiedosa e dolorosa.
O que restava a condenada elfa se não chorar, chorar de dor, medo e humilhação. Ela se contorceu de dor quando sentiu o pênis rijo de Voldemort a penetrar de uma única vez, Missy pode sentir a pequena entrada de sua vagina ser rasgada, a dor era lancinante, pois as elfas não foram feitas para serem penetradas por humanos, seus orifícios eram bem mais estreitos do de uma humana, mas era isso que atraia os homens além da beleza das Ljosalfr é claro!
Ele se enfiava com força dentro da menina que tentava se debater chorando e tentando gritar mesmo sabendo que não adiantava. Voldemort se retirou de dentro de Missy e se sentou a beira da cama e a puxou para si fazendo-a se sentar de uma única vez sobre seu membro.
A expressão de dor estampada na face da elfinha e as lagrimas que rolavam pelo rosto da menina excitavam ainda mais o Lord Negro em poucos minutos Missy ouviu o bruxo começar a gemer de maneira mais animal o Lord anunciava seu gozo, a garota sentiu quando algo quente e nojento a preencheu por dentro.
Missy foi jogada novamente na cama.
__Mais tarde eu volto! __disse Voldemort beijando os lábios da elfinha enquanto retirava as algemas e a mordaça __Para continuar a nossa brincadeira! __ele disse saindo deixando a menina jogada na cama como uma boneca.
A elfinha abraçou as próprias pernas e se lançou em um choro angustiante.
POV: Severo Snape.
No dia seguinte não consegui lecionar muito bem, a cena perturbadora daquela elfa adolescente violentada não saia da minha mente. E a noite ainda teria que me reunir com Dumbledore, aparentemente não havia motivo algum para o velho me requisitar, mas mesmo assim eu iria até seu gabinete.
Continuei a lecionar um tanto mecanicamente até a hora em que fora marcada minha reunião com Alvo. Subi as escadas até seu gabinete e bati na porta apenas duas vezes e logo ouvi um “entre.”
__O que quer Alvo? __eu perguntei demonstrando cansaço.
__Severo meu rapaz...__ele começou__ Algumas pessoas me disseram que você está um tanto distraído hoje, e até não prestando atenção em poções delicadas que tem que preparar para a nossa enfermaria. __ele disse me fitando paternalmente.
“Madame Ponfrey! Como pode ser tão linguaruda?” Eu pensei irritado, mas sem deixar transparecer.
__Esta tudo bem com você? __ ele perguntou me analisando.
__Não é nada Alvo! __falei impaciente __Precisa de mais alguma coisa? __mostrei irritabilidade em minha voz__ Está tudo bem Dumbledore. - eu respondi sério, começando a me irritar com suas perguntas.
- Tudo bem então... Pode ir. - ele disse finalmente. - Mas saiba que se precisar de alguma coisa... Qualquer coisa pode falar comigo!
- Hunf. - eu somente fiz e saí batendo a porta.
Não podia continuar a esconder de Dumbledore minha preocupação para com a garota, mas também não podia admitir que estava preocupado...
A semana passou lenta e pesarosa já era sexta-feira e para o meu deleite teria de dar aula para a turma do insuportável Potter e seus amigos...
Assim que eles chegaram, tentei me concentrar na aula, mas enquanto eles escreviam uma dissertação qualquer que eu havia mandado que fizessem em silêncio, me peguei pensando na garota indefesa e violentada a quilômetros de distância. Fui interrompido pela irritante sabe-tudo da Granger.
- Professor? - ela perguntava e parecia que já estava me questionando há algum tempo.
- Sim Srta. Granger. - eu respondi olhando-a com o meu desprezo de sempre.
- Depois de terminarmos, o que faremos? - ela perguntou receosa, mas me olhando atentamente.
- Deixem os pergaminhos em cima da minha mesa e saiam em silêncio. - eu falei sério, rude e quase que ameaçadoramente.
Somente Granger fez o que eu disse. Os outros foram saindo depois de um tempo.
Assim que a sala estava vazia, eu fui me preparar para corrigir os absurdos que eles prepararam, mas quando me sentei em minha cadeira, a Marca Negra queimou feito brasa em meu braço esquerdo e então, fazendo a porta adjacente de meus aposentos aparecer. Troquei-me rapidamente e fui saindo do castelo através de passagens secretas.
Chegando à Mansão dos Malfoy, a primeira pessoa que eu encontrei foi à garota que tinha sido obrigada pelo pai (que tinha morrido fazia pouco tempo) a se tornar Comensal, Helena Miller. Uma jovem bonita e simpática... Simpática e atenciosa de mais para o meu gosto. Seu pai deixou-a aos “cuidados” de Lúcio e Narcisa.
- Olá Severo! Boa tarde! - ela falou como sempre sorrindo gentilmente.
A olhei sem responder nada e continuei andando.
- Quanta educação! - ela falou alto atrás de mim, mas não parada, andando em minha direção.
Parei para olhá-la seriamente.
- Não precisa me olhar assim, senhor. Foi apenas uma brincadeira. Desculpe. - ela falou e passou por mim de cabeça baixa.
- Boa tarde Srta. Miller. - eu falei sério e rude, começando a andar atrás da garota.
E continuei andando serio até ela novamente dizer:
- Acho que ele quer falar com você sozinho. - ela falou parando na frente de uma porta de mogno toda entalhada. - Se precisar de algo, já sabe como me chamar! - ela falou dando um leve sorriso.
Não falei nada, só agradeci acenando com a cabeça e entrei na sala, onde o Lorde das Trevas me aguardava.
- Severo... Que bom revê-lo. - ele falou daquele seu jeito maníaco e psicótico de ser.
- Mi lorde! - eu falei fazendo uma reverência de quase beijar o chão.
Senti-me um lixo por fazer o que estava fazendo, mas eu tinha errado há vinte anos atrás, quando escolhi esse lado, hipnotizado por poder... Agora infelizmente, não podia mudar de lado... Só quando tudo isso finalmente acabasse.
__O que deseja mestre? __eu já havia voltado a encará-lo.
__Bem Severo eu lhe chamei para que cuidasse da Srta Missy LaFey! Eu acho que eu exagerei com ela essa semana. __ele sorria como se comentasse sobre algo banal __E bem... Você é único em que eu confio para esse trabalho, pois os outros com certeza tentariam algo com a menina! E você ao contrario de muitos é um cavalheiro!
__Obrigado mi lorde! __eu agradeci fazendo mais uma reverencia e seguindo para quarto já imaginando em que situação a elfa se encontraria.
Andei com pesar pelo corredor até alcançar à porta do quarto onde a menina estava sendo mantida em cárcere. Girei a maçaneta e respirei fundo. Quando a porta se abriu havia apenas um ruído fraco de choro em meio à escuridão.
Acendi a luz e pude ver a razão do pranto da menina. As costas da Srta LaFey estavam simplesmente em carne viva parecia que a menina havia sido açoitada. Aproximei-me lentamente para não assustá-la.
__Por favor, senhor eu estou muito fraca! __ela disse de maneira fraca e chorosa se não houvesse tamanho silencio no cômodo eu nem a escutaria.
__Sou eu Severo Snape! __falei olhando pasmo para a menina ferida __Vim cuidar de seus ferimentos! __ não me contive e tive de perguntar__ O que houve com você Srta LaFey?
A voz veio novamente fraca e sussurrada:
__Cortei meus pulsos! Tentei me matar! __ela disse me mostrando as marcas dos cortes que provavelmente o Lord das Trevas deve ter curado afinal ele não perderia seu brinquedo por nada __O Lord ficou furioso e me castigou com a Cruciatus, e um feitiço que não conheço que me fez sentir como se eu fosse chicoteada... e depois... e depois... __ela se lançou em um choro angustiante __Ele me... ele me...
Ela não precisou terminar a frase eu havia compreendido perfeitamente.
Quanto mais eu chegava perto da garota, mais ela se encolhia... Não por medo.... Mas talvez por vergonha de se encontrar naquele estado.
- Tá tudo bem... Só vou cuidar desses ferimentos para você. - eu falei sentando-me na cama ao lado dela.
Ela, que estava deitada de lado, abraçando as próprias pernas, se virou de bruços, para que eu cuidasse de suas costas.
Peguei um fraco com a mesma poção esverdeada que tinha utilizado para estancar o sangramento em sua vagina e comecei a aplicar em suas costas.
Por mais que suas costas estivessem marcadas pelas chicotadas, pude perceber que sua pele era de uma suavidade imensa, quase podendo ser comparada ao toque suave da seda.... Por mais que me mantinha impassível, não tive nenhuma pressa em terminar de passar a poção em suas costas, que aos poucos voltava ao normal, ficando apenas com alguns leves vergões.
- Pronto. Suas costas já estão melhores. - eu falei e me levantei.
- Senhor. - ela falou ainda muito fraca.
- Sim. - eu respondi olhando-a sem nenhuma expressão aparente.
- O senhor poderia me dar àquela poção para dormir novamente? - ela perguntou me encarando nos olhos, com um nítido pedido de ajuda estampados em suas íris.
Não falei nada, simplesmente tirei o frasquinho de dentro de minhas vestes e entreguei à garota, que sorveu todo o líquido de um gole só e me devolveu o frasco vazio.
- Obrigada. - ela falou e voltou a deitar, já sentindo o efeito da poção.
Novamente, assim que ela adormeceu a cobri com os lençóis que ali estavam jogados.
Saí do quarto sem fazer nenhum ruído e fui andando pelo corredor com um peso na consciência terrível, quase que me sufocando.
- Nossa! Que cara horrível... O que houve? - era a Srta. Miller novamente.
- Não é da sua conta, Srta. Miller. Volte aos seus afazeres. - eu falei rudemente e continuei andando, dessa vez sem olhar para trás.
- Tá bom! - ouvi-a dizer.
Novamente cheguei à porta de mogno entalhada e dei leves batidas, já abrindo-a.
- Mi lorde... O serviço já foi feito. - eu informei o homem que estava sentado em sua cadeira fazendo uma reverência.
- Excelente meu caro. - ele falou com um sorriso perverso brincando em sua face ofídica. - E ela está pronta para outra brincadeira? - ele perguntou mais pervertidamente.
- Sinto muito, Mi lorde, mas temo que não. - eu respondi.
- Sinto algo estranho em sua voz Severo, o que houve? - ele perguntou me olhando atentamente.
- Mi lorde, sei que não é de minha conta, o que o senhor faz com suas vítimas, mas ela não durará por muito tempo, se o senhor continuar a tratá-la assim. - eu fui forçado a falar. - Afinal de contas Mi lorde, ela é uma elfa... E as elfas são conhecidas por sua fragilidade. - eu falei e fiz novamente uma reverência.
Ele não falou nada, apenas ficou me analisando seriamente.
- Sinto muito Mi lorde, sei que não é de minha conta, mas detestaria vê-lo sem nada para se divertir. - eu falei e imediatamente após, senti nojo de minhas palavras.
Ele ainda não tinha falado nada... Já estava começando a achar que receberia uma Cruciatus, por minha intromissão e ousadia. Mas quando achei que iria ser castigado ele falou:
- Tudo bem. Irei pensar no assunto. E obrigado por ter me alertado Severo. Agora pode ir, sei que ainda tem que ministrar aulas para aqueles fedelhos.
- Sim Mi lorde. - eu falei ainda em reverência. - Obrigado. - e com isso fui saindo, sem dar as costas ao homem que tinha se levantado de sua cadeira e ido olhar pela janela.
Assim que atravessei a sala de estar, vi a Srta. Miller com uma cara de apreensão e alívio ao mesmo tempo.
Apesar de não ter falado nada e nem ter feito barulho, ela simplesmente olhou para mim e saiu em direção às escadas subindo-as.
Saí da casa e aparatei para os portões de Hogwarts. Avisaria Dumbledore que não estava com estômago para dar as últimas aulas para os alunos do primeiro ano...
Já em seu escritório, Dumbledore me olhava atentamente, sem perder nenhum movimento ou expressão que se passasse em meu rosto.
- Alvo, não estou me sentindo bem para dar as últimas aulas para os fedelhos do primeiro ano. - eu falei de costas para o velho, que começava a me irritar por seu silêncio e pelo modo com que me olhava.
- O que houve hoje, Severo? Você nunca foi de faltar ás suas aulas! - ele perguntou calmamente.
- Só não estou com cabeça para dar aulas Alvo. - eu falei ainda de costas para ele e sério.
- É a garota novamente? - Dumbledore perguntou.
Não pude deixar de olhá-lo... Será que ele lera meus pensamentos? Nããão, impossível, melhor oclumente do que eu ainda estava para nascer.
- Como? - eu simplesmente perguntei sem mostrar nenhum tipo de sentimento.
- É a Srta. Miller novamente? - ele perguntou, achando que tinha sido a fedelha metida a boa samaritana que me tirava o sono.
- Não Alvo. O dia que aquela fedelha me tirar de meus compromissos, pode ter a certeza de que eu mesmo darei um jeito nela. - eu falei rude, chegando a ser meio agressivo, para não dar brechas para o velho falar dela novamente.
- Então... O que é meu caro? - ele insistiu novamente.
- Nada Alvo. Agora, se eu não puder faltar hoje, sem problemas, eu irei dar aulas para aqueles acéfalos do primeiro ano. - eu continuei no meu tom agressivo.
- Tudo bem meu caro. Pode descansar hoje, eu os avisarei que você não estava disposto a dar aulas. - o velho finalmente falou o que eu queria ouvir.
- Ótimo. Obrigado. - eu falei mal-humorado e saí de seu escritório, chegando em meus aposentos em menos de 1 minuto.
A primeira coisa que eu fiz ao entrar foi ir direto para o banheiro, tomar banho e tentar pensar no que eu poderia fazer para mudar aquela situação...
Acabou que adormeci dentro da banheira. Assim que eu acordei, me levantei, me sequei e fui direto para a cama, podia não estar com sono, mas meu estado físico não era um dos melhores. Adormeci logo em seguida.