FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

3. O Bruxo que Veio me Curar.


Fic: A Bonequinha de Lord Voldemort


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

 


POV: Severo Snape.


 


O Lord das Trevas entra na sala de reuniões da mansão dos Malfoy um tanto suado e levemente ofegante, mas ninguém ali ousou perguntar o que houve. Lentamente o Lord caminhou até mim me encarando com um leve sorriso.


__Severo! __ele disse animadamente __Peço que cuide dos ferimentos que causei em nossa linda hospede! __ Ele me olhou maliciosamente __Hoje pude comprovar o que muitos me disseram.


__Sim mi lorde! __eu disse sem entender muito bem o que ele queria dizer com a ultima frase.


Fui até o estoque de poções e peguei variados tipos de frascos contendo diferentes tipos de poções para curar ferimentos. Afinal eu não sabia como o Lord das Trevas havia torturado a elfa.


Cheguei à porta do quarto que fora descrito pelo Lord e lentamente abri a porta.


__Por favor! __a menina disse __Chega! Eu não agüento mais! __ela estava presa a cama por uma corrente e completamente nua, era claro que a menina havia sido estuprada.


Fiquei com pena da garota, mas me mantive impassível e falei sério:


- Acalme-se garota. Não vou lhe machucar.


Ela mal conseguia se virar, devido à posição que se encontrava.


- O que vai fazer comigo? - ela perguntou com medo da resposta.


- Cuidar de seus ferimentos. - eu respondi sério e me aproximei mais da cama.


Percebi que mesmo amarrada, ela se encolheu ao perceber que eu andava em sua direção.


- Já falei que não vou lhe machucar. - eu disse impaciente, ao ver a garota se encolher assustada.


Comecei desamarrando as pernas dela e logo em seguida os braços. Assim que se viu livre, ela tentou correr, mas estava sem forças e quase foi ao chão, se eu não a tivesse amparado.


Coloquei-a de volta à cama e me sentei ao seu lado falando:


- Agora, se me der licença, cuidarei desses ferimentos. - eu falei sério e peguei um frasco com uma poção meio esverdeada.


- O que vai fazer? - ela perguntou se encolhendo o máximo que pôde na cama.


Estava começando a ficar impaciente com ela... Só sabia fazer perguntas, se esquivar....


"Acalme-se homem... Ela acabou de ser violentada, como você queria que ela agisse?" - ralhei comigo mesmo e me voltei para a garota dizendo sério:


- Essa é uma poção que vai ajudar nas cicatrizações. Só que você não pode ter medo de mim.


Percebi que ela não ficou com medo.... Mas com vergonha, de se mostrar para mim.


- Tudo bem garota, relaxe! - eu falei meio que achando engraçada a situação.


Ela se aproximou de mim, mas ainda assim com vergonha se deitou na cama de maneira acanhada e assustada, eu não me movi apenas observei a menina delicadamente separar as pernas com os olhos molhados por novas lagrimas que brotavam.


Lentamente passei a poção em sua vagina tocando-a de leve, pois ela estava cheia de cortes e em seguida repeti o mesmo com seu ânus fazendo-o parar de sangrar.


- Agora beba isso, vai se acalmar! - eu falei lhe entregando outro frasquinho com uma poção transparente.


Ela bebeu sem nem perguntar o que era... Aos poucos eu vi a garota se aconchegar na cama e dormir profundamente.


Eu a cobri com os lençóis ali perto e fui embora, lançando um último olhar à garota inocente, bonita e solitária que ali estava.


Logo que saí de seu quarto, Voldemort veio me perguntar como ela estava.


- Sinto muito Mi lorde, mas ela não está pronta para mais nenhuma aventura. - eu falei fazendo uma reverência.


- Tudo bem então. Espero até amanhã. - ele falou - Está dispensado.


- Sim Mi lorde. - eu falei e logo fui para Hogwarts.


Chegando à escola, fui direto para a sala de Dumbledore. Chegando lá, nem precisei bater, ele já dissera:


- Entre, meu caro.


Entrei e sentei em uma cadeira reservada a mim na frente de sua escrivaninha.


- O que há com você Severo? Parece meio perturbado. - Dumbledore falou me esquadrinhando com seus olhos azuis.


- E estou Alvo. - eu falei sério.


- Conte-me, o que te preocupa?


Contei para ele sobre o vilarejo, cada vez que eu falava alguma coisa, ele parecia tão chocado quanto eu.


- E o pior ainda está por vir Alvo. - eu falei. - Ele sequestrou uma elfa Ljosalfr, uma quase criança. E a estuprou. - eu falei aquilo com asco. - E depois me mandou cuidar dela, como se fosse um objeto, um brinquedo quebrado.


Dumbledore me esquadrinhou novamente e perguntou me olhando sério:


- Você está bem, meu caro?


- Eu tenho pena da garota Alvo. E além do mais, nojo ao Lord das Trevas. Como ele pode? Ela é só uma garota! - eu falei indignado com tamanha crueldade.


- Acalme-se meu amigo. Logo isso tudo irá acabar e você se verá livre de Tom e de suas maldades. - Dumbledore falou pensativo.


- Que Merlin o escute! - eu falei e me levantei, precisava de um banho para relaxar e tentar esquecer aquelas cenas terríveis que presenciei.


Assim que estava na porta, Dumbledore fala me olhando por cima de seus óculos de meia-lua:


- Boa noite Severo! E tente não pensar no que houve! Isso só vai atrapalhar seu sono meu rapaz


Eu não falei nada apenas assenti e saí batendo a porta.


Fui para meus aposentos, tomar banho, relaxar e refletir em tudo.... Por mais eu tentasse não conseguia afastar a imagem daquela elfa de minha mente. “Pare homem! Você não pode passar mais uma noite em claro!” andei até meu armário de poções e peguei um frasco semelhante ao que dei para a menina tomar a algumas horas antes, sorvi o conteúdo e me encaminhei até minha cama.


 


POV: Missy LaFey.


 


O meu agressor saiu do quarto me largando do jeito que eu estava àquilo era humilhante de mais, nojento de mais! Fiquei alguns minutos daquele jeito sem nem ao menos poder me mexer quando ouvi alguém entrar novamente no quarto.


__Por favor! __eu disse assustada com medo que fosse mais uma sessão de estupro __Chega! Eu não agüento mais! __eu estava presa a cama e completamente nua, eu estava muito exposta e vulnerável.


O silencio da parte da pessoa logo foi quebrado, percebi que era um homem por sua voz grave e seria.


- Acalme-se garota. Não vou lhe machucar. __eu conhecia aquela voz! Era o comensal que me segurou para que matassem meu irmãozinho.


- O que vai fazer comigo? – eu perguntei com medo da resposta eu estava à mercê daquele homem.


- Cuidar de seus ferimentos. – ele respondeu sério e se aproximou mais da cama.


Tentei me encolher o maximo que pude ao perceber que ele andava em minha direção.


- Já falei que não vou lhe machucar. – ele disse impaciente, ao ver me ver encolhida e de toda a maneira tentado me esquivar.


O bruxo começou desamarrando as minhas pernas e logo em seguida meus braços. Assim que me vi livre, tentei correr, mas estava sem forças e quase fui ao chão, se ele não me tivesse amparado. Fiquei um tempo olhando o rosto de expressão austera, os cabelos negros e lisos que caiam até os ombros e a pele pálida que se destacava em meio ao breu de seus cabelos.


Ele me colocou de volta à cama e se sentou ao meu lado falando:


- Agora, se me der licença, cuidarei desses ferimentos. - ele disse sério e pegou um frasco com uma poção meio esverdeada.


- O que vai fazer? – perguntei me encolhendo o máximo que pude na cama.


“Será que ele quer me dopar para se aproveitar de mim?” eu pensei me assustando ainda mais.


- Essa é uma poção que vai ajudar nas cicatrizações. Só que você não pode ter medo de mim.


Já entendendo o que ele queria fazer senti ainda mais vergonha, eu teria que mostrar minhas partes intimas a ele e deixar que ele as tocasse.


- Tudo bem garota, relaxe! – ele disse me fitando com aqueles olhos negros.


Aproximei-me dele, mas ainda assim com vergonha me deitei na cama de maneira acanhada e assustada, ele me observava enquanto eu separava minhas pernas com os olhos molhados por novas lagrimas que brotavam devido à humilhação daquilo tudo.


Senti os dedos do bruxo tocarem lentamente minha vagina fazendo movimentos leves, pois ela estava muito dolorida e ainda sangrava e em seguida ele repetiu o mesmo com meu ânus fazendo-o parar de sangrar.


- Agora beba isso, vai se acalmar! – ele me entregou outro frasquinho com uma poção transparente.


Sorvi o liquido sem questionar o que era e aos poucos senti meus músculos relaxarem, senti-me sonolenta e acabei adormecendo.


Acordei sem dor alguma, mas não conseguia distinguir se era dia ou noite, lentamente me levantei eu ainda estava nua constatei isso, pois quando me levantei senti um arrepio. Fui até a janela, mas ela não se abria me deixando envolvida na escuridão apenas um abajur iluminava o cômodo.


Fui até o roupeiro ver se encontrava algo para vestir, mas apenas achei uma camisa branca masculina, eu precisava de um banho também, então segui para a outra porta que havia no quarto alem da que dava para fora daquele “inferno”.


Que bom que era o banheiro, achei alguns sais de banho e os despejei na banheira enquanto essa se enchia. Prendi meus cabelos em um coque alto e esperei a banheira se encher. Em seguida fechei o registro e entrei na banheira.


Minha mente me levou de volta ao meu vilarejo, meu irmão sendo assassinado na minha frente, um garoto de apenas nove anos! Eu iria sentir a falta dele e dos meus pais. Olhei para meu corpo e havia algumas marcas vermelhas, resquícios da violência que eu havia sofrido.


“O que eu fiz para merecer isso?” as lagrimas voltaram sem aviso prévio. Fiquei um bom tempo ali chorando me sentindo terrivelmente suja, suja pelo que aquele homem que se intitula Lord Voldemort me fez, suja por saber que terei que me submeter às vontades e caprichos perversos daquele bruxo.


Depois de um tempo voltei à cama já vestida com a camisa, cada ruído que eu ouvia do outro lado da porta cada passo e voz que me eram audíveis me assustavam.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.