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5. Capítulo 5


Fic: BgBand - SM JL RD ED


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 5: 1.001 maneiras de acabar com a Carly.


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Narrado por: Marlene McKinnon
Humor: sai daqui se não ‘cê vai ver Jesus.
Pensando em: 1.001 maneiras de liquidar a Carly.


Ai que fome, ai que sono, ai que dor de cabeça, ai que torcicolo na garganta, ai que diarréia (?), ai que bosta de mundo que me faz sentir dor aonde não é pra sentir. Eu definitivamente estou podre, podem indo separando dinheiro para comprar um buquê de flores, de preferência daquelas que você enfia o nariz e verdadeiramente pode sentir o perfume, e não daquelas que você enfia o nariz e a única coisa que você sente é uma folinha cutucando suas napas, para o meu enterro, porque eu estou com o pé na cova. Hallelujah (?).

A gente tá na casa do James. Quando eu digo a gente, eu me refiro ao bando de pé-rapados que me seguem feito um bando de formigas em busca de um barata morta que você jogou inseticida. Tá legal, eu realmente tô precisando levar um pé na bunda de uma cara bem gato pra eu poder parar de me achar e me perder (?).

- Seu ignorante, você realmente não tem uma casa pra morar. – disse o James enquanto dava um tapa na cabeça do Duda. Isso mesmo mano brown (?). Meu irmã precisa ser reeducado, mas vendo por outro ângulo, se ele não tem uma casa eu também não tenho. Jamie, repita o que você disse caso você queira morrer. Infeliz, eu te dei de mamar e te fiz arrotar azedo e é assim que você agradece? Bom saber, se morra num poço de lama com vermes entrando pela sua boca.

- EI! Não fala assim dele. – disse eu enquanto pegava minha bolsa e via se a chave de casa ainda estava no recinto com zíper, afinal, eu vivo perdendo a chave de casa, feito a Dorcas. Um dias vocês ainda verão um museu com as chaves perdidas de Dorcas e Marlene. Ou talvez, ainda, um cara me siga e depois corte meu pescoço com a chave e ninguém se lembre de mim. Parei com o surto emo, eu prometo nunca mais cortar meus pulsos.

- Desde quando você defende o Duda? – perguntou a Dorcas enquanto desmontava o microfone e colocava ele na caixa. Eu não sei pra que guardar utudo se daqui mais ou menos maionese (?) umas 18 horas a gente vai tá fazendo as mesmas coisas. Isso é perca de tempo, ou talvez eu seja folgada.

- Eu não tô defendendo ele. Acontece que ele é meu irmão e toda praga jogada nele reverte em mim de alguma forma (?). – disse eu enquanto ajudava a Emy a enrolar os fios, antes que ela se enforcasse ou então eles fossem parar em lugares indesejados. Deus, porque não fizeste amigas morenas pra mim? Desculpa se você é loira, mas minha amiga Emmeline é uma prova que a piada da loira tem um fundo de verdade.

- Você precisa parar de ler livro de macumba. – disse a Lily enquanto olhava pra minha cara como se eu fosse uma abobrinha no meio de beterrabas maduras e bem roxas, daquelas de fazer o xixi ficar xoxo, digo, roxo. Eu realmente preciso parar de pensar em coisas tão substanciais feito coliformes fecais.

- Só pra constatar, indigente é quem não tem casa, James. O ignorante energúmeno é vocês, dãr. – disse o Sirius enquanto dava uma última batida na bateria não pertencente a ele, e não me pergunte aonde ele conseguiu ela, e muito menos ainda como. Eis o mistério da fé (?).

- Tá vendo? O Sirius ainda é o único que pensa ainda aqui. Não mexe, imbecil. – disse o Remus enquanto dava um tapa na mão do Sirius, pois o dito cujo começou a tocar a bateria, e talvez nossos tímpanos fossem atingidos por um turbilhão caso ele continuasse. – Retiro o que eu disse.

- Nossa, gente se esconde, É TERREMOTO! – gritou a Lily do nada se escondendo atrás da cortina que tem na garagem que eu não sei bem pra que serve, já que aqui não tem janela. Talvez seja pra limpar a bunda em sinal de emergência (?). O terremoto é o meu estômago, que puta vergonha. Cavem minha cova, de novo, assim eu deito e levanto quantas vezes eu quero e ainda tomo sorvete de abacaxi.

- O máximo que vai acontecer é você morrer sufocada de pó. – disse o James enquanto abria a cortina e fazia aparecer uma Lily coberta de poeira branca. Uau, James podia ser mágico gente, ele fez uma oura Lily aparecer. Tá, parei. – Mas, sério, que barulho foi esse?

- Ao julgar o tempo que eu conheço essa pessoa, eu diria que foi o estômago da Marlene. – disse o Duda enquanto apontava aquele dedo cabeçudo e encravado pra mim. Enfia esse dedo no cú. Eu já disse que eu odeio meu irmão? COMO UMA SER DENUNCIA MEU ESTÔMAGO? E agora eu me enfio aonde, na cortina? É uma boa idéia de sufocamento, repitam isso em casa.

- Nunca mais te defendo, e te mete neguinho, chegando em casa a louça é sua. – disse eu enquanto jogava uma coisa que eu não vi o que era, no meu irmão. Supostamente uma bolinha de hóquei que por pouco não bateu nos olhos azuis cor de âmbar dele (?). Podia ter pegado, assim ele ficava surdo e não falava do meu estômago.

- Lene, você tá grávida? Ao julgar o barulho, eu diria que sim. – disse o James. PORQUE TODO MUNDO ACHA QUE EU TO GRÁVDIA? Eu tenho cara de quem sai dando pra todo mundo? Eu tô tão gorda que to usando manequim de grávida 50 e tô cheia de estrias? Eu realmente devo me encaixar nessas qualificações, favor me contratar querido marido que troca fralda.

- Retardado, tô sim, e o pai é você. – disse eu enquanto tacava mais alguma coisa no James, dono da casa. Eu vou me inscrever nas Olimpíadas. Eu me daria bem na categoria de lançamentos e ainda podia quebrar a casa dos outros. Pensa bem, uma mulher tem um marido pão-duro e ela quer reformar a casa. Ela me contrata e aí o marido dela é obrigado a fazer uma reforma. EU PRESTO PRA SERVIÇOS DOMÉSTICOS (?).

- Uau, James pegador. – disse o Remus enquanto pegava uma coisa quadrada que eu julgaria como um carteira. Não carteira de sentar a bunda, daquelas da escola que você fica com torcicolo na bunda e depois nem consegue mais se movimentar de tanta câimbra no bumbum. Eu preciso parar de falar em bundas.

- Idiotas. – disse o Sirius enquanto dava uma puxada na calça jeans, que já estava pra lá da metade da bunda. Sim, eu olhei dá licença (?). O que é bonito é pra ser admirado e a bunda dele realmente deveria ser posta em exposição se vocês querem saber. E LÁ VOU EU FALANDO DE NOVO DE BUNDA! Eu preciso de uma bunda urgente (?).

- Estressado. O Six tá precisando de afogar numa bacia de chocolate. – disse a Dorcas. Há algum tempo atrás minha fantasia sexual era ter relações (?) numa banheira de chocolate, mas acho que isso não faz parte do quadro interativo da fic.

- Com chantilly e bastante cereja em cima. – disse a Emy enquanto passava a língua nos lábios (?). Tá legal, eu to achando melhor mudar o conteúdo dessa fic pra maiores de 18 anos, daqui pouco todo mundo tá se comendo publicamente. E outra coisa, a Emy não pode comer o Sirius, porque...não pode.

- Vocês tão querendo me comer? – perguntou o Sirius olhando pra gente como se nós fossemos lagartixas grudadas com gelatina em noite de ceia de Natal. Esse menino deve tá começando a fica assustado com a gente. E falo, eu preciso dar um jeito de mudar minhas companhias, eu acho que vou sufoca-las com saquinho de supermercado que estoura no meio da rua e cai todos os produtos e depois defeca-las por aí.

- Vocês não sabem do que elas sã capazes. Até muro de presídio elas já pularam. – disse meu irmão filho de uma puta. Ele realmente quer que todo mundo pense que eu saio dando pra tudo quanto é coisa, até pros armários. Tudo bem que eu tenho uma cera tara por eles e de vez em quando sempre eu começo dançar perto deles, mas isso é uma coisa tão normal quanto o papa dizer que vai se casar.

- Foi um acidente, como a gente ia saber que a gente tava pulando o presídio? – disse a Lily enquanto catava a mochila dela e jogava nas costas, como uma alpinista que nunca alpinou (?). Nunca entendi porque o chocolate alpino se chama alpino. Nunca tive nenhuma viajem imaginária quando comi ele.

- Talvez se vocês soubessem ler a placa na cerca elétrica vocês saberiam, dãr. – disse o meu irmão de novo. Ele realmente ama a gente, sério. Eu acho que ele morre tesão por nós, não é possível. Daqui a pouco vocês vão ver no jornal:DUDA MCKINNON SUBMETIDO A PESQUISA! Podiam tratar meu irmão como aqueles ratos de laboratório, pelo menos lá ele poderia servir como um animal selvagem e carnívoro (?).

- Qualé, eu li sabia? Só que ao invés de eu ler prisão, eu interpretei como pisão, e achei que tava em obras. Era um ótimo lugar pra se esconder dos maloqueiros que assolavam minha sombra (?). – disse a Dorcas enquanto fazia alguma coisa. Pois é, a lista de coisas de fazer acabaram, porque todo mundo tava fazendo alguma coisa desde que o capítulo começou, agora tudo arrumado, porque nós somos faxineiros de bem.

- Vocês precisam tomar sopa de letras, talvez assim vocês consigam parar com esse hábito de fazer coisas indecentes. – disse o James enquanto apagava a luz da garagem e deixava todo mundo se cagando de medo. Ótima técnica que esvaziamento, o único problema é que nós corremos o risco de sentir maus odores, como defecar nas calças.

- Se eu engordar mais, a culpa é de vocês que ficam falando de comida. – disse a Emy enquanto quase me fazia quebrar os dentes no degrau da escada. QUAL É O PROBLEMA DELA? Apressada da porra. Mas, realmente, essa história toda de Jardim de Infância tá me deixando com mais fome. Eu tô acabada de tanto cantar.

Ultimamente, nessa última semana a gente tem ensaiado muito. Todos nós temos dado duro, minha garganta reclama 5 vezes ao dia e eu passei a roncar feito um submarino em terra firme à noite, dá pra escutar meus roncos do corredor. Eu preciso melhorar esse vício se um dia eu quero ter um marido pra dormir comigo. Os meninos tão ficando quase sem unha de tanto tocar guitarra, e o Remie tá ficando com a mão tão inchada que eu acho que comeria a mão dele achando que era um brownie.

- O que vocês acham da gente ir pro Monroe’s comer alguma coisa? A gente marcou com um pessoal lá. – disse o James enquanto fechava a porta da garagem e quase lavava meu dedo junto. Esse povo precisa de óculos, ou talvez eu precise parar de me meter em lugar apertados, a não ser que me convidem (?). O Monroe’s é um lugar legal, é uma lanchonete que tem comida também, pra quem tá esfomeado, mas vende mais lanche, milkshake, essas coisas que só acrescentam banhas e estrias na gente. A decoração é toda branca, preta e vermelha com um monte de fotos antigas.

- Que horas são? – perguntou a Lily enquanto tentava achar um relógio naquela mansão que o James chama de casa. Se eu morasse numa casa dessa eu precisaria de um mapa, e daria festa todo final de semana. Se mijassem na piscina iam ficar aleijados pro resto da vida. EU TENHO CARA DE CLORO POR ACASO?

- Oito e meia. – disse o Sirius enquanto tirava o BlackBerry dele do bolso da calça e acendia o visor com aquelas mãos que Deus... é melhor parar por aqui. Uau, eu aqui catando moeda pra comprar um celularzinho qualquer e ele aí, usando o relógio dele como celular (?).

- Acho que nem, depois minha mãe come meu fígado. – disse a Lily enquanto fingia colocar alguma coisa no fígado dela. Comer fígado é normal. Eu como fígado uma vez por semana e você? QUAL É O PRECONCEITO? O rim é um órgão muito importante, ele libera adrenalina, ou bílis, alguma coisa dessas coisas (?) que ajuda nosso corpo ao sobreviver.

- Ah, por favor Lily, depois a gente fala com ela. O fígado nem é tão importante assim. – disse o Remus enquanto fingia implorar pra ela. Segura a Dorcas, a menina vai te rum colapso Calypso se essa situação voltar a acontecer (?). Prefiro não presenciar a cena, eu sou muito cagona, e isso afetaria meu psicológico.

- Tá legal, mas mesmo assim, nós, as meninas, nem temos dinheiro. – BRIGADA POR ME CHAMAR DE POBRE! Legal né? Imagina a cena, você na frente de quatro gatos, mais que tripegáveis, tá legal, eu vou se boazinha e incluir o dito cujo, e a sua amiga, que você descobre que nem é tão amiga a sua assim, diz que você não tem dinheiro. Isso é de humilhar qualquer um. Nota mental: bater na Lily quando chegar em casa.

- Sem problemas. – disse o Sirius. – E aí ‘vambora? É aqui do lado, e não é sempre que vocês têm a honra daminha companhia. – Tá legal, ele se acha. HIASDOHODIASHDIOASHIOSDA, mas ele fez uma cara tão engraçada que eu seria capaz de me afogar num aquário e prender a cabeça dentro dele só pra não exibir meus dentes amarelos (?). É irrecusável sair com Sirius Black.

- Você se acha o gostoso né? Vai, vambora então. – disse meu irmão enquanto me puxava e saíamos nos oito da casa do James. Quem visse de fora poderia pensar que nós estávamos fazendo outro tipo de coisa, ao julgar pela nossa alegria. A risada do Remus é um guincho, é meio estranha, mas ele faz a gente rir demais com ela.

Não sei, talvez vocês possa me chamar de biba boba, mas desde que eu conheci os meninos e agente formou a BgBand eu tenho me sentido mais segura, e cada momento que a gente passou até agora foram os mais engraçados que eu já vi. Tá legal, eu estou sendo um pouco melodramática, mas talvez eles tenham o dom de fazer a gente rir.

- Quantos anos vocês se conhecem? – perguntou o Remus enquanto apontava pra mim e pras meninas e eu quase caia, porque algum viado deixo uma casca de banana na rua. CADÊ A PREFIETURA DESSA CIDADE? Eu tenho cara de moeda pra ficar sendo produzida e depois colocada em caixa bancário e ninguém tomar providência? Eu pago meus impostos, tá legal? O mínimo que vocês fazem é zelar pela minha bunda. Na verdade, meus pais pagam meus impostos, mas isso é detalhe.

- Opa. Peguei – disse o Sirius enquanto segurava meu braço pra eu não cair por causa da dita cuja da banana nanica. Essas são as piores, é aquela que todo mundo não vê e te faz maior estrago. SIRIUS, MEU HERÓI (?). Tá legal, essa é a parte que a gente se beija e todo mundo chora de felicidade, mas isso não vai acontecer, creio eu.
- Pego o quê? – perguntou a Emy com os olhos assaltados feito uma pessoa que viu um parto normal e desistiu de ter filhos. Essa menina precisa começar a controlar os olhos dela, não é tudo que é mostrado que é pra ser visto (?).

- A Lene. – disse o Sirius. Tá legal, ele não entendeu o duplo sentido da piada, e agora tá todo mundo rindo feito cães sarnentos no cio do que ele falou, até eu tô rindo. Todo mundo dormiu com o Bozo aqui hoje. A noite deve ter sido muito boa, ao julgar pela felicidade. Ou eles dormiram com ele ou eles fumaram e não me avisaram. Não que eles realmente fossem avisar, mas eles tinham que avisar (?). Não sei, de fato.

- MARLENE TARADA! Mal conhece o menino e já sai pegando ele. – disse a Lily enquanto quase vomitava de tanto dar risada. Eu já estou até vendo uma poça de comida aqui no chão. Prefiro não comentar, eu realmente preciso trocar minhas companhias ou eu acabarei como a Brity. A Spears fazendo o favor, não a irmã do James, aquela menina é o que há gente.

- Não entendi. – disse o Sirius com a maior cara de atordoado enquanto a gente entrava no Monroe’s. Esse lugar realmente é lindo. A Emy acha ele meio catastrófico (?) mas eu acho que por causa do jornal, ele realmente me consome (?). O Sirius é lesado, é a única explicação pra esse desentendimento precoce. – Mas, sério quanto tempo vocês se conhecem?

- Faz uns 13 anos mais ou menos. A gente fazia tudo juntas ... – começou a discursar a Dorcas. Eu não posso deixar ela concluir essa frase a não ser que eu queira declarar suicídio público desvinculado. Ninguém pode saber o que a gente fazia, não que fossem coisas feias, mas eram coisas das quais eu não me orgulho de dizer.

- ENTÃO GENTE! Aonde a gente vai sentar? – perguntei eu antes que a Dorcas acabasse com o fio de reputação que me resta. Essa menina precisa começar a controlar a boca dela, em todos os sentidos, literalmente. Ou ela pretende deixar todo mundo fazer da boca dela gato e sapato. E nunca entendi muito bem esse ditado, mas em todo caso, eu digo ele pra dar maior ênfase nas coisas. Ênfase é uma coisa tão linda gente.

- O povo tá sentado lá em cima, eles sempre sentam lá. – disse o Remus enquanto apontava pra uma escada redonda com degraus. Não Marlene, sem degraus sua anta, vocês ao subir por telepatia, ou quem sabe o Sirius te carregue no colo. Talvez ele caia e quebra a perna, já que eu sou um pouco acima do meu peso. Tá legal,é muito acima. FALEI! E DAÍ QUE EU SOU GORDA? VAI ENCARAR? EU tenho 50% mais banha que você!

- Não sei pra quê, depois é só mais exercício de barriga cheia pra fazer. – disse o Duda, enquanto enfiava um dos cadarços do tênis Adidas dele, dentro do tênis. Talvez isso explique o porque da minha obesidade mórbida, é genético. EU TENHO O GENE DA GORFURA TRANS (?). Mas, meu irmão não é gordo, e eu também não sou. GENTE EU NÃO SOU GORDA! Eu tenho 1,68 de altura distribuído por 62 quilos.

- Você vai virar uma lontra e vai casar com um leão-marinho se continuar desse jeito. – disse a Emy enquanto a gente subia os degraus de vidro. Coitado do leão-marinho, vai ficar.... prefiro não comentar. Eu odeio degraus de vidro, eu tenho impressão que eles não vão agüentar meu peso e vão estourar e aí eu vou cair e vou morrer. Talvez eu seja muito sedenta por sangue (?).

- Coitada da leoa-marinha. – disse o James enquanto a gente adentrava no piso superior, que tem a mesma decoração do piso de baixo. Coitado, o paisagista deve ter dado um golpe nele e ai ele ficou sem grana pra fazer outra decoração. Eu nunca entendi porque o Monroe’s tem tanta foto da Marilyn Monroe. [ N/B: é cada coisa que me aparece, HDIASOHIOADSHADS *o* ]

- Palhaço. – disse meu irmão enquanto tropeçava na máquina de ketchup, e quase beijava o chão com muito fervor. Eu nunca beijei o chão, mas um dia eu vi um menino passando a língua nele, foi realmente comprometedor. Depois daquele eu passei a evitar encontrar com o garoto, vai que ele quisesse me lamber? Eu ainda não estou preparada pra esse tipo de coisa, obrigada.

PUTA MERDA, CARALHO, QUE BOSTA É ESSA, SE METE, PORRA, MERDA! Eu não posso acreditar no que eu tô vendo. Tá legal, ou eu mato os meninos ou então eu mato os meninos (?). ELES NASCERAM COM DEFEITO? Por acaso a mãe deles não deu leite pra eles e isso afetou o desenvolvimento do cérebro deles? Eles querem que eu seja obrigada a dar uma de ninja aqui no meio da lanchonete e saia quebrando tudo e depois eles venham que nem formiguinhas trabalhadeiras com suas asinhas pra colher meus restos? Pêra ái, uma pausa aqui. Formigas têm asas? õ.o


Eu não estou ficando louca caso vocês queiram saber, muito menos eu tô a fim de ser internada por distúrbios sérios de direcionamento, mas se você estivesse no meu lugar você no mínimo iria querer jogar ketchup em você toda pra parecer que você morreu e assim ninguém mais saberia que um dia você existiu. Eu prometo começar a me controlar, principalmente minhas crises de sobrevivência na selva (?). Todo dia eu mato um leão. Talvez isso explique a situação do meu cabelo. Eu estou toda desarrumada, meia rouca por causa do ensaio e com dor de cabeça, ou seja, cavem minha sepultura. Para ajudar ainda mais a situação quem eu vejo sentada com seu grupinho de amigos, digamos assim, rindo que nem uma hiena no cio junto com seu mais fie capacho? Nem te conto, ou melhor conto sim: CARLY E O CAPACHO DAN!

Eu preciso de um balde pra me afogar com vento, de preferência, assim minha chapinha permanece no seu estado de repouso. Eu preciso dar um jeito de não brigar com a Carly, por mais que eu odeie ela e queria cortar o cabelo dela que nem no clipe Misery Business. Além do mais, eu preciso manter a Lily calma, antes que ela surte. A Lily não é tipo de pessoa que agüentaria ser pisada pela Carly mais uma vez. Não do mesmo jeito que foi na 5ª série. A melhor idéia é sair daqui, estou acatando opiniões, isso inclui assassinato múltiplo.

- Me diz que aquele não é o grupo de amigos de vocês. – disse eu pro Sirius engolindo ele com os olhos, como se eu fosse capaz de enfiar uma faca no fígado dele caso ele disesse que sim. Eu preciso ter aulas de controle do olhos também. Eu não posso sair arregalando o olho pra qualquer um (?). Sirius você tá na berlinda, ou você mente mais um vez pra mim e depois eu descubro e nunca mais falo com você ou você diz sim eu saio daqui correndo. As meninas tão quase parindo aqui do meu lado e os meninos estão formando uma pequena aglomeração, feito aquelas pra pedir autógrafo. GENTE, BGBAND JÁ É FAMOSA!

- Se você não quer que ele diga eu digo. São eles. Mas, têm algum problema? – perguntou o James olhando pra todas nós e enquanto o Sirius olhava pra mim e via minha cara de desgosto profundo. Eu acho que lê ficou com medo de mim. Eu tô de braços cruzados e com uma cara não lá muito amigável, assim como as meninas. A gente podia ser segurança, com essas caras carrancudas, ia render uma boa grana. Pelo menos é melhor do que ter que brincar de Barbie com aquela menina que a gente toma conta. Tá legal, eu gosto de brincar com ela.

- Tirando o fato que a gente tem vontade de se matar, não tem problema, mas isso é detalhe. – disse a Emy enquanto dava um sorriso cínico. A Emy é a rainha do cinismo (?). Ela consegue quebrar as pernas de uma pessoa só lançando uma ironia, coisa que eu me enbanano e acabo me quebrando, isso inclui psicologicamente, obrigada.

- Pelo amor de Deus, elas vão destruir tudo. – disse meu irmão enquanto apontava pra gente como se a gente não tivesse aqui. Pêra aí, é isso mesmo que eu quero? Mostrar pra todo mundo que eu tenho medo da Carly e do que ela possa fazer comigo? Como eu posso ter medo de uma pessoa que nem ao menos sabe fazer a prova dos nove. Tá legal, eu também esqueci, mas isso foi um lapso o dela é contínuo, cristalina, por favor. Eu não vou sair daqui mesmo, esse lugar é público e não é um bando de patricinhas que vai me fazer desistir do que eu quero, que é curtir a noite com os meus amigos.

- Ninguém vai sair daqui, a gente vai sentar ali como se nada tivesse acontecendo. Se elas sabem ser falsas, a gente sabe ainda mais. – disse eu enquanto jogava meu chiclete no lixo e olhava pras meninas esperando um voto de apoio a minha politicagem (?). Eu realmente não sei convencer as pessoas, me chão Didu Rosa, vulgo novel das oito (?).

- Eu acho que você tá pirada, mas eu concordo com você. – disse a Dorcas, enquanto olhava pra minha cara, e eu podia perceber que ela realmente entendeu o significado da coisa. Eu tenho o dom gente, fala sério. Quantas pessoas conseguem arrastar suas amigas pra merda, junto com você? Marlene McKinnon. A Emy balançou a cabeça, isso é um sim, a não ser que ela esteja sem um parafuso no pescoço ou tenha engolido uma mola do microfone e ficou assim, aleijada (?).

- Lily, por favor. – disse eu. Eu sabia que a Lily seria a mais difícil de convencer, afinal, não se trata só da Carly, mas principalmente do Dan, e talvez esse não seja um dos assunto preferidos dela, como meninos ou Bob Esponja, porém se ela não passar por isso ela nunca vai conseguir esquecer esse cachorro, que a cadela da mãe dele deu o nome de Daniel.

- Tá legal. – disse a Lily num sorriso aberto. Alguma coisa me diz que ela em breve vai esquecer o Dan. EU realmente preciso parar de ler livros de macumba e ir uma vez por mês em cartomantes, ou então eu vou começar a ter paranóias e vou me tornar o Macaco Louco, e isso não é legal. Sabia que macacos comem suas necessidades fisiológicas? Eu jamais faria isso, nem mesmo se eu conhecesse o Jones. Não ia ser muito legal comer bosta na frente do Jones.

- Meninos!- gritou a Carly numa mesa encostada num canto do restaurante. Não, travestis Carly, seus irmãos! A partir de agora você irão presenciar várias cenas de pensamento agressivo não divulgados verbalmente, eu ainda não quero ser presa por alguma coisa que perturbe as pessoas. Estamos todos andando com aquela cara de paisagem, que todo mundo faz quando quer ir ao banheiro e não tem papel higiênico. Eu realmente quero ir ao banheiro, mas pra afogar a Carly no vaso sanitário.

SOCORRO! Uma mão gelada e bem forte arrancou minha calcinha (?). Mentira, uma mão gelada e bem forte, porém, puxou meu braço e agora eu estou de cara com o Sirius que está me olhando com uma cara que tá me dando medo. Não é cara de abuso sexual, se bem que não seria ruim. Eu só sei que foi ele que me puxou e ele é realmente muito lindo, os olhos dele são de um azul-piscina que eu seria capaz de mergulhar só de biquíni.

- Desculpa, eu não sabia que vocês tinham um problema tão sério. – disse o Sirius enquanto me segurava pela mão e eu sentia todo meu corpo ficar gelado. Esse menino tem o dom de me deixar sem ar, enquanto eu tenho o dom de levar os outros pra merda. É um bom casal pra tentativa de assassinato. Para maiores informações ligue pra minha mãe e diga que a filha dela é uma assassina em série.

- Eu que tenho que agradecer você, pela primeira vez eu tô enfrentando meu maior problema de frente. Brigada.– disse eu olhava pra Carly de longe. Eu realmente devo ser atordoada mentalmente. Sirius Black na minha frente eu olhando pra uma menina que eu tenho vontade de afogar. Ou talvez eu seja lésbica (?). Realiza Marlene, ele tem namorada, porém ela não se encontra no recinto. Isso só faz dele um cara comprometido sem a namorada no recinto, sua anta.

- Você é decidida, eu gosto disso. Você subiu uns vinte pontos no meu conceito hoje. – disse o Sirius enquanto continuava me olhando. Eu preciso dar um jeito de parar com essa troca de olhares, ou senão, eu vou acabar ficando sem olho, ele vai ficar seco. Pois bem, se ele sabe provocar eu sei também. Vamos ao jogo da sedução (?). Eu preciso fazer psicanálise.

- Só hoje? – perguntei eu enquanto olhava fixamente pra ele. A AGEL É CORNA E O CHIFRE DELA SE CHAMA MARLENE! Tá legal, ele não me beijou, mas ele tá com um olhar que seria capaz de jurar que tá dando até pra ver a cor da minha calcinha com ele. Ou ele vai me achar atirada e vai dar risada da minha cara ou então... ele vai me achar atirada e dar risada de minha cara.

- Não. – disse ele enquanto dava um sorriso de canto de boca e quase me fazia virar gelatina ainda não esfriada a menos vinte graus. EU preciso de um ar condicionado aqui, fazendo o favor. TÁ UM CALOR, GENTE! Vocês não sentem a áurea efervescente subindo pro cérebro de vocês (?). Eu sinto um calor pro debaixo da saia, ou melhor calça.

- Sirius você vai vir ou não? - gritou a vadia da Carly. Alguém já percebeu que ela vive atrapalhando os momentos mais... mais das pessoas dessa história? Ela é mal amada, fato. O Dan não deve dar testosterona suficiente pra ela. Mas um dia eu ainda vou interromper um momento muito importante da vida dela, eu garanto.

- Vamo? – perguntei eu depois de soltar um suspiro. Ele ficou segurando minha mão o tempo todo que a gente conversou. Vai ver ele achou que eu teria um surto e acharia que ele estava tentando abusar sexualmente de mim e sairia gritando e nada disso teria acontecido. Em parte eu faria isso com qualquer outro garoto, menos com ele. CRISTALINA! É Sirius Black que esclareceu situações comigo e não nenhum vendedor de verduras que veio me cobrar um pacote de couve. Não que isso não seja um trabalho descente, mas é uma tomação de exemplo (?).

- Oi pessoal. – disse o Sirius quando encostou na mesa comigo e puxou uma cadeira pra eu sentar, enquanto eu ficava roxa de vergonha na frente da escola toda. Ah se todos os meninos puxassem a cadeira talvez eu não tivesse a bunda tão amassada, seria um bem pra humanidade. – Lene, acho que você já conhece eles.

- Oi, Marlene. A Angel sabe que você tá com ela? – perguntou a Carly como se eu não tivesse ocupando uma cadeira na mesa. Eu realmente odeio quando os outros me ignoram, é como você fosse um vácuo aonde qualquer um pode penetrar (?). Penetrar é uma palavra tão erótica. Se eu tô com o Sirius ou não, o que não é o caso, é problema meu e não dela.

- Não, e nem precisa ficar sabendo, não tem nada demais eu sair com ela e com meus amigos. – disse o Sirius enquanto olhava pra Carly. GENTE, SIRIUS BLACK ME DEFENDEU, ELE É LINDO NÃO? A Carly tá com cara de ovo mexido encharcado de óleo vegetal, daqueles bem engordurados. Alguém sabe se ovo mexido vai óleo?

- Então tá, desculpa aí. – disse a Carly enquanto comia beijava o Dan. Tenho certeza que ela tá fazendo isso só porque a Lily tá sentada na diagonal deles e tá sendo orbigada a ver esse tipo de cena. Sorte que o James tá do lado dela, e eu duvido que a Carly fale alguma bosta pra ela, a não ser que ela queira ser nocauteada pelos músculos do James e depois ficar tetraplégica.

- O que vocês vão querer? – perguntou o garçom enquanto tirava uma caneta da orelha e depois colocava ela eroticamente na boca. Esse lugar precisa ser melhor freqüentado. Marlene, detalhe, você se encontra no recinto, sua anta. Talvez eu seja uma delinqüente?

- Um suco de laranja e uma bata frita. – disse a Lily olhando para a cara do garçom como pra quem olha quando faz três dias que não come cachorro-quente prensado pela aquelas barraquinhas de rua. A Lily come menos do caramujo, eu na me conformo. Enquanto eu tento emagrecer míseras 200 gramas em um mês, ela emagrece isso em uma hora.

- A gente quer o mesmo. – disse a Emy pro cara, que anotou tudo como se nós fossemos os únicos clientes do restaurante, sendo que devem ter mais umas seis ou sete mesas ocupadas. Por isso eu odeio o capitalismo, quanto mias come, mais você tem vontade de comer. Ou talvez seja a lei da reprodução (?).

- Hum, me vê um hambúrguer normal mesmo e uma Coca-Cola. – O JAMES É DOS MEUS! É daqueles de devorar a geladeira e ainda arrotar o parafuso, pra você ver como eu tenho estômago de avestruz. Coitados, digo, os avestruzes (?). Eles são tão grandes, e ao mesmo tempo tem uns ovos e estômago gigantes.

- A mesma coisa só que com batatas, pra nós dois. – disse o Remus apontando pra ele, pro Duda e pro Sirius, que tava do meu lado. Alguém já percebeu que o pedido só aumenta, cada vez mais? Espero não consumir o restaurante inteiro.

- O que você vai querer Lene? – perguntou meu irmão, que depois de anos luz resolveu se preocupar com a minha consciência mental. Seu eu pedir a mesma coisa que ele vão achar que eu sou obesa e eu literalmente perdi a fome depois que eu vi a Carly se atracando com o Dan.

- Um copo de água. – disse eu enquanto tentava ignorar o pessoal que me olhava como se eu fosse um E.T que sobrevive nicotina na superfície da Terra enquanto eles comem arroz e feijão. As meninas tão achando que eu vomitei no meio do caminho e elas não ficaram sabendo, ao julgar que eu estava morrendo de até 15 minutos atrás.

- Você não tava com fome? – perguntou a Docas pra mim com uma cara um tanto quanto preocupada, como se eu tivesse doente. Na verdade, eu tenho anemia e eu não posso ficar muitas horas sem comer, se não, eu fico com baixa resistência.

- Pois é, o que os olhos vêem, o estômago sente (?). – disse eu. Talvez eu tenha dito o ditado errado, mas era bem isso que eu queria demonstrar. Eu prefiro ficar com um copo dessa substância que tão bem faz à gente, antes que eu vomite em cima dessa mesa. Eu acho que a Carly se tocou, já que ela ta me olhando com uma cara de quem quer passar alvejante em mim.

- Ainda bem que você resolveu fazer regime. – VACA, VIADA, PORTA! Eu não sou gord, eu cheguei a essa conclusão, acontece que no passado eu tinha uns quilinhos à mais, literalmente, e por isso nem todo mundo consegue enxergar que eu sou magra atualmente. É a maldita taxação.

- É, pelo menos eu me toquei, ao contrário de você que continua com gordura acumulada. – disse eu enquanto me curvava pra frente pra olhar pra cara dela. Uma coisa que eu não suporto é falar as coisas sem olhar pra cara dos outros, a não ser quando eu não quero ver essa pessoa nuca mais na minha frente, ou por trás (?). É um hipótese, nunca se sabe quem vai chegando assim, de cantinho (?).

- Hãn-hãn, quando a gente pode retirar o pedido? – perguntou o James. O ruim daqui é que os pedidos tem que ser retirados lá embaixo, ou seja, agente tem gastar a sola do nosso rico e ruminante sapato e correr o risco de cair na escada com tudo em cima de você, como aconteceu uma vez comigo.

- Daqui uns sete minutos. – disse o garçom enquanto olhava pro pulso dele, que não tinha relógio algum. Esse restaurante precisa parar de contratar funcionários mongóis ou então essa praga vai se arrastar pela cidade. Talvez a Carly seja parente dele, isso explicaria muita coisa, de fato.

- Então, alguma de vocês tá namorando? – perguntou o Dan. Qual é o problema dele? Eu acho que ele e a Carly combinam e fazem um teatrinho em casa, caso a gente se encontre com eles, assim eles podem pisar na gente como gafanhotos que comem formigas desmioladas.

- Claro. A Emy tá namorando comigo. – disse meu irmão (?). DESDE QUANDO ELES TÃO NAMORANDO? Gente, eu acho que meu irmão bebeu e tá achando que cantar com a Emy é a mesma coisa que beijar ela num canto da escola e chamar ela de namorada. Ou talvez, ele percebeu a gravidade da situação e resolveu mentir, pra Carly não encher o saco. Ah, meu irmão é lindo, não?

- Tô? – perguntou a Emy enquanto olhava pra cara dele como se o que ele tivesse falado era que ela tinha feito cocô nas calças. – Ah é, tô. – disse a Emy quando percebeu a real intenção da afirmação de mentira do meu irmão.

- Já era de se esperar que vocês não namorassem. Principalmente você, não é Lily? – disse a Carly olhando pra Lily e fazendo ela ficar com a cara cada vez mais vermelha. Eu tô com uma vontade tão grande, mas tão grande de bater na cara dessa coisa que chamam de gente, que eu acho que seria capaz de fazer xixi nas calças.

- Não troque os papéis. – disse a Lily enquanto começava a amassar um guardanapo na mão. Isso é um sinal de raiva. Toda vez que a Lily começa a ficar com raiva, ela sai amassando alguma coisa, isso inclui meninos. Lily Amassadeira Amarrotada Evans. Eu preciso acabar com essa besteira de uma vez por todas.

- Escuta aqui Carly, eu tô tentando fazer o possível pra que nós consigamos passar esses minutos civilizadamente. Eu gostaria de pedir que você fizesse o favor de parar de insultar a gente porque eu não tô a fim de brigar com ninguém hoje, e não são as suas provocações que vão mudar isso. – disse eu enquanto levantava da cadeira e pegava a senha que tava em cima da mesa e ficava encarando ela, enquanto todo mundo da mesa, me encarava. No mínimo eles acharam que eu cabei bebendo no caminho, mas eu não tenho medo dessa coisa que chamam de Carly. – Alguém vai buscar o pedido comigo?

- Eu vou. – disseram a Dorcas e o Remus simultaneamente. Gente, eu tô falando bonito, palmas pra mim. Simultaneamente é uma palavra tão bonita. Nós três estamos descendo a escada e encostando no balcão. Nem sei ao menos em qual senha que está, eu só sei que eu tinha que descer antes que eu cometesse um homicídio triplo desqualificado, e eu ainda não quero ir pra cadeia porá causa disso.

- Mocréia. – anunciou o Remus depois de ter olhado pro painel de senha, os nosso hambugers eram os próximos a saírem do calor da chapa quente e se dirigirem as nossas imensas bocas (?). Digo, o hambuger deles, porque eu vivo de pão e água, sou Jesus Cristo. Tá, parei.

- Também te amo Remie. – disse a Dorcas enquanto dava três tapas no ombro do Remus. O REMUS CHAMOU A GENTE DE MOCRÉIA, É ISSO? Remus, você desceu 50 pontos na escala Hitler (?). Você vai ser condenado na guilhotina assim como Anne Boleyn foi, por trair seu marido. Tava certa ela, porém se fosse eu, fazia guerra de sexo.

- Eu tô falando da Carly. A gente só fala com ela por causa da Angel e da Jess. Eu tenho vontade de afogar ela. – O REMIE É DOS MEUS! Ele também tem fantasias sexuais (?) de afogar a Carly no vaso sanitário. Essa população, abaixo ao vaso sanitário está crescendo drasticamente e já atinge 5 membros (?).

- Eu que o diga. – disse eu enquanto carregava duas bandejas. Isso vai dar merda, pode ter certeza,e por favor, se isso realmente acontecer, não presencie a cena, ela é dramática o suficiente pra você ficar com enxaqueca por três dias. É realmente muito difícil subir as escadas com duas bandejas na mão. SIM, EU USO O CORRIMÃO, TEM ALGUM PROBLEMA? Eu tenho medo da minha mão ser boba e eu cair. É o que eu to prevendo agora.

- Você não é nada e nunca vai ser alguma coisa. Nem mesmo seu melhor amigo te quis. – eu ouvi a Carly dizer pra uma Lily levantada e muito, mas muito vermelha, como se fosse um camarão que tomou sol. Alguma coisa tá acontecendo, porque tá todo mundo levantado e o James tá segurando a Lily, pra impedir que ela atraque a Carly. Não tive dúvidas, sai correndo até a mesa.

- O que tá acontecendo? – perguntei eu enquanto adentrava pela multidão e jogava as duas bandejas irada em cima da mesa, deixando cair uma delas em cima do celular da Carly. Essa menina fez alguma coisa realmente muito braba pra Lily, ao julgar que ela tá ficando cada vez mais vermelha e com os olhos cheios da água. Ela não pode chorar, não aqui.

- Pede ajuda pra Marlene, agora, pede. Ela não é a defensora dos fracos e oprimidos? – COMO É QUE É? O QUE TÁ ACONTECENDO NESSA PORRA? Eu acho que o Sirius percebeu meu grau contínuo de irritação e se meteu na minha frente me empurrando de leve pra trás. Essa não é uma boa hora pra colocar a mão nos meus peitos (?).

- DÁ PRA PARAR CARLY? – disse o James enquanto dava um tapa na mesa daqueles que se pega em alguém racha a pessoa no meio. Coitada da mesa, ela tá sofrendo tanto com todo essa briga, imagina o psicológico dela. Tá todo mundo do restaurante olhando pra gente. Eu vou quebrar a cara dela, ela sabe muito bem que a Lily é extremamente sentimental quando se trata de alguns assuntos, e principalmente quando se trata do Dan.

- Já deu. – disse o Sirius enquanto virava de costas pra mim e fazia um sinal com as mãos, aquele que você faz quando vai cortar o pescoço (?). Talvez ele também tenha fantasias sexuais e queira afogar a Carly, só que numa poça de sangue (?).

- Que é? Vocês vão defender elas? – perguntou o Dan enquanto apontava pra gente, como se nos fossemos qualquer pessoa. Eu simplesmente não consigo acreditar que um dia eu fui amiga de um ser tão ridículo e incapaz feito ele. Mas antes que a gente pudesse dizer qualquer coisa a Lily pegou a bolsa dela e saiu correndo até escada.

- LILY! ESPERA, ESPERA! – gritei eu enquanto corria até a escada e só via um bando de cabelo ruivo dobrando o corrimão abaixo. A Lily é capaz de fazer qualquer besteira quando ela tá de cabeça quente, isso inclui passar a noite na rua enquanto todo mundo acha que ela tá se prostituindo por $0,99.

- Deixa que eu vou atrás dela. – disse o James enquanto descia de dois em dois degraus a escada e que também tinha saído atrás dela quando ela saiu correndo. Meus parabéns, essa noite foi melhor do que eu imaginava, finalmente eu vou poder quebrar a cara da Carly, com motivo.

- É melhor você ficar aqui, não vai adiantar você sair correndo atrás dela também. – disse o Sirius com as bochechas vermelhas também e o cabelo todo esvoaçado. – Pega sua bolsa, chama as meninas e vamo embora.

- Eu não vou embora antes de falar umas verdades pra Carly. – disse eu enquanto saia decidida em direção á Carly e fazia todo mundo da mesa parar de falar. Com certeza estavam falando mal de mim. Marlene McKinnon, tem o dom. Mas pouco me importa isso no momento.

- MARLENE, ESPERA! – eu ouvi meu irmão e a Emy dizerem ao mesmo tempo. Eles sabem muito bem que quando eu fico com raiva de uma pessoa eu acabo explodindo e falando tudo que eu tenho engasgado e muitas vezes, é preciso mais de duas pessoa pra me segurar, antes que eu voe feito uma gaivota no pescoço da dita cuja e prenda ela na parede.

- Qual é o seu problema? Porque você tem necessidade patológica de sair ofendendo a Lily. Ela nunca te fez nada, pelo contrário, ela sempre te respeitou. Você por acaso acha que ela tem ciúme de você e desse capacho seu que você chama da namorado? Você sabe muito bem que a Lily tem os problemas dela, e são mais do que suficiente, ela não precisa de nenhum piranha feito você pra criar maiores confusões na vida dela. Por que você não briga comigo? Porque você me xinga? Eu preferiria que você fizesse isso comigo do que com ela, sua besta. Eu não sei o que você disse pra ela, mas fica sabendo que quando eu souber você vai se arrepender amargamente de cada a que você disse. – berrei eu enquanto fazia o restaurante todo me olhar e o Sirius e o Remus se seguravam pra eu não voar no pescoço do tamanduá que se encontrava do outro lado da mesa.

- Chega Lene. – disse a Dorcas que tava do meu lado. Dorcas você é minha amiga, mas no momento quem controla minha mente insana sou eu.

- E quanto você, Daniel. Te prepara, porque seus dias de namorado da popular tá acabando. Um dia você vai levar um pé na bunda, e aí sim, você vai ver quem depende dos outros pra sobreviver. Escrevam o que eu to dizendo, e esperem bem calmos, porque a tempestade vai ser braba. – disse eu depois de jogar o meu copo da água em cheio na cara da Carly. Me desvencilhei dos dois garotos musculosos que bem conheço (?) catei minha bolsa em cima da mesa e sai em passos firmes até a escada. Descia escada pulando, e cheguei até o ponto de ônibus que fica na frente perpendicular (?) do restaurante.

Finalmente eu tô me sentindo mais leve do que pluma que saiu do travesseiro eu não agüenta a cabeça de mais ninguém. Eu precisava dizer tudo aquilo que eu disse. A única coisa que realmente me assusta o que aconteceu com a Lily e se o James encontrou ela. Chegando em casa vou ligar pra ela. Eu não devia ter insistido pra gente ter ficado ali, eu sabia que toda essa cena ia se repetir.

- LENE! ESPERA! – eu ouvi uma voz dizendo do lado de fora do ônibus e batendo na lataria. Era o Sirius.

- Moço! Abre a porta, por favor? – perguntei eu enquanto via o motorista me olhar com cara de bosta pelo retrovisor. EU TÔ PAGANDO, TÁ LEGAL? Eu pago meus impostos pra ser bem servida pelos bens comuns que afligem essa cidade (?).

- Será que você pode tentar me ajudar e entender tudo isso, tomando um milkshack? – disse ele enquanto subia no ônibus e me olhava fixamente nos olhos. Isso foi golpe baixo, em todos os sentidos. Como resistir a Sirius Black e um milkshack?

- Quando vocês vão se beijar? – perguntou uma velinha idosa que estava sentada num banco na minha frente, fazendo eu e o Sirius rirmos um da cara do outro. Eu te amo, vovó (?).

- Vem, eu tenho muita coisa pra te falar. – disse eu enquanto puxava ele pro banco aonde eu estava sentada e via o motorista lançar um olhar reprovador pra mim e pra ele, afinal elea inda não tinha pago a passagem do ônibus.

- Começa, eu tenho a noite toda pra te ouvir. – disse ele enquanto senatav do meu lado e passava o braço pelas minhas costas.


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Narrado por: Lily Evans
Humor:pior, missãoimpossível.
Pensando em: calma, controle e agarramento (?).



Eu tomei uma decisão muito importante na minha vida hoje. Não, eu não vou me jogar do precipício ou então esperar um caminhão cheio de homens fendendo cerveja e suor, que passaram o dia na roça pra me prostituir. Não que eu tivesse que me prostituir pra pessoas assim, mas isso é uma coisa que causa impacto. Bom, eu não sei o que eu tô dizendo, de fato. Ou eu saiba e não saiba que eu estou dizendo (?).Eu preciso parar de forçar meu cérebro, ele não é assim tão neurótico, ou seja, com muitos neurônios.

Eu vou escrever um livro. Todo livro surge quando uma pessoa tá na pindaíba e tem vontade de se afogar num avalanche de vacas malhadas com pintas vermelhas e verdes, e o livro sempre faz sucesso, a pessoa fica cheia da grana e esquece de fazer o tratamento psicológico, já que a bufunfa sobe da carteira pra cabeça. Eu quero isso pra mim (?). Eu vou escrever um livro chamado: Como morrer usufruindo de uma besta chamada Carly. A Carly é um tipo de droga. Não droga daquelas que você fica esquizofrênico e sai dançando créu nos armários da escola, mas daquelas de, lixo, bosta, resto de comida fuçado por mendigo fedido, e o caralho à quatro, etc.

Ou talvez, eu também pare de me preocupar cada vez mais com o que os ouros pensam de mim, principalmente quem me odeia, vulgo Carly. Eu definitivamente preciso esquecer o Dan. Desce ne mim, James (?). Eu devo ser masoquista, é a única explicação pra espécie imigrada de Marte que eu represento aqui. Eu já posso me internar numa clínica de reabilitação mental, ou então daquelas que fazem experiências, o meu cérebro é algo que realmente devia ser estudado. Minha mão só pode ter tido relações com um alienígena e no meu cérebro devem ter cerca de milhões de óvnis, feito piolhos. Não que eu tenha piolhos, ou talvez eu tenha mas não estou sabendo (?). Isso coça.

Eu prometo, a partir de hoje que eu nunca mais vou chorar por homem nenhum nessa vida. A Lene já prometeu isso uma vez, e talvez isso explique o porque da determinação dela. Nunca vi ela chorar por homem. Nem mesmo quando o Tom Welling fica ferido e quase morre no Smallville. Talvez isso explique também o porque dela ser tão explosiva. Me internem, essa é a melhor opção se você não quer ver um incêndio na minha casa. Eu lanço gases tóxicos (?). So uma maria-fedida.

Nunca mais, eu juro pelas meninas que estão em algum lugar agora achando que eu estou me prostituindo, eu vou agir dessa forma. Vocês tão percebendo que eu to fazendo uma reforma interior? Tá legal, eu peguei pesado com essa coisa de reforma interior, eu nem mesmo tenho espátula. Estou me sentindo um hippie que descobriu que comeu carne de vaca, achando que eram cenouritas senhoritas. FALANDO SÉRIO AGORA! Não me interrompa se não eu juro que falo pro Papai Noel não te dar presente só porque você rói as unhas, eu tenho minhas fontes. Todo domingo eu almoço com ele, com a fada do dente e com o coelho da Páscoa.

DEIXA EU FALAR! Você não me deixa falar. Eu realmente preciso parar de discutir com meu subconsciente. Nada que uma terapia de choque elétrico à base de óleo de peixe não resolva. Isso deve acabar com a pele, mas não vem ao caso no recinto. Eu estou numa rua, que eu não sei qual é, morrendo de fome, enquanto eu coloco minhas idéias no devido lugar, no estômago. Eu não estou me sentindo necessariamente mal, e nem quero cortar meus pulsos, mas eu sinto como se eu tivesse carregando um piano de música clássica nas costas.

Ouço vozes. Ouço vozes bem tesudas (?). Ou talvez seja meu subconsciente tentando me fazer escutar emocore. Eu só sei que tem alguém me chamando, e isso não é ilusionismo, até porque eu não sei o que é ilusionismo. Gente, eu vou ganhar um MP6 que parece um iPhone, ai sempre que eu for na balada vão achar que eu sou ricassa e que tenho dinheiro pra limpar a bunda e ai vão chegar em mim. Desce ne mim [2].

- LILY! LILY PÁRA DE CORRER! – disse o James. Repito, grito, me esgoelo, disse o James Potter Gostoso da Silva enquanto vinha correndo na minha direção. Só agora eu percebi que eu tô correndo desde a hora que eu sai do Monroe’s. Talvez isso explique o porquê do meu cabelo tá grudado na cabeça e meu coração quase estar sendo transplantado. SOCORRO! EU NÃO CONSIGO DOMINAR MINHAS PERNAS!

A questão é: James Potter, namorado da Jess me chamou enquanto eu atravessa o farol correndo feito uma doida e logo depois ele quase era atropelado por um carro e pedia desculpas enquanto batia no farol. Gente, me dá um chupão que eu acho que eu perdi meus dentes no momento. Preciso procurar minha dignidade, acho que deixei ela em casa. Eu acho que ele ainda não percebeu que quase foi atropelado, e tá olhando pro cara do carro com cara de: “Quando você vai mexer essa máquina de lata?”, enquanto ele ainda está na frente.

- SAI DA FRENTE SEU DROGADO! – disse um cara com a cabeça do lado de fora do vidro do carro enquanto batia na frente. Nossa, o James deve estar com uma cara realmente bem feia pra estarem chamando ele de drogado. Ou talvez não, ou talvez sim ainda. Ninguém chama James Potter de drogado na minha frente, não enquanto eu tiver cabelos laranjas pra vender como peruca.

- DROGADO É A MÃE! – gritei eu enquanto dava uma bolsada na cara do cara (?). É tão esquisito falar a cara do cara, cara. – Sua mãe não te deu educação? É feio falar da vida alheia. – continuei eu enquanto apontava o dedo na cara do homem e ele exibia um dente de ouro. Lily Evans se fudeu, definitivamente. O homem ou é pedófilo ou tá fazendo teste pra abuso sexual, ao julgar pela cara que ele está me olhando. Eu preciso sair daqui ou afundar meus pés gastos de andar de salto nesse asfalto, feito a calçada da fama.

- Não, mas você podia ensinar. – disse ele enquanto continuava a mostrar aquele dente podre e eu sentia um leve pesado e grotesco cheiro de pinga 51 sair da boca do indivíduo. Eu estou no meio de um farol, com um bêbado devorador de criancinhas do meu lado, ou melhor na minha frente tentando me comer, James Potter parado em frente ao carro prestes a ser atropelado e, principalmente, nós estamos perdidos em algum lugar de Londres. Ela é tão pequena que em três passos eu cruzo o Rio Tamisa inteirinho [/ironia].

- Marginal! Cala a boca! Lily vem comigo. – disse o James enquanto saia da sua posição de bumbum empinado de mecânico do capô do carro e chutava o pneu e quase quebrava o dedão do pé, depois de pegar minha bolsa do chão e entrega-la pra mim. Esse menino precisa fazer aulas de treino prático de como parar de cometer suicídio despropositalmente em cinco dias. Isso me lembra aqueles anúncios: ‘ Pare de fumar em 3 horas’.
- Para de beber, isso faz mal pro sistema circulatório. – disse eu enquanto era puxada pra trás da faixa de pedestre pelo James e a gente ia pra calçada. Pra calçada e não pro matinho fazer pouca-vergonha como você deve ter pensado. Bom, pelo menos eu fiz uma boa ação hoje, livrei alguém de se embebedar e enfiar a cara no poste. Eu salvei um poste hoje, salva de palmas, por favor.

- Porque você saiu correndo daquele jeito do Monroe’s? – perguntou o James enquanto arqueava uma das sobrancelhas. AH, NÃO GOSTEI! Ele consegue arquear uma das sobrancelhas, que nem a Emy. Lily Evans nasceu com problemas reumatológicos (?). Eu sinto dores na sobrancelha de vez em quando nunca. James Potter deu de cara com o poste, é a única explicação que eu consigo pensar no momento. Um chá de água sanitária aqui por favor.

- Talvez pelo fato das coisas absurdas que a Carly me disse. Eu acho que você viu o que ela fez e isso explica o meu surto de maratonista. – disse eu enquanto sentia meus olhos queimarem e comecei a perceber que iam descer cataratas desse órgão que a gente vê. Eu não posso chorar, eu acabei de prometer que não ia mais chorar, e além de tudo, se eu chorar qualquer chance de ficar com o pouco de maquiagem que me resta desce ralo da privada comunitária abaixo.

- Não é disso que eu tô falando. Por que você não me esperou? Eu saia com você dali. – disse ele enquanto limpava uma lágrima do meu rosto que tinha escapulido do meu olho, já que elas, digo minhas lágrimas, tem necessidade patológica de criar perninhas e chamar atenção. O James passa hidratante na mão, fato. Sabe como eu sei? A mão dele é mais lisa que a minha e tá cheirando erva-doce. Que vontade de comer a mão dele. Não só a mão (?). James desce ne mim.

- Ér... eu não sei. Eu achei que você concordasse muito mais com a Carly do que comigo, e além de tudo ela é mais sua amiga do que eu. – disse eu enquanto tentava juntar cada uma das palavras que ele tinha dito na frase anterior. Só pra cristalinizar, que eu saiba e o pouco que meu subconsciente inconsciente lembra o James tem namorada e a Carly é super amiga dele, supostamente. Tá legal, eu ainda não sou um caso irrecuperável, ou talvez eu só esteja com a calcinha enfiada na bunda (?). Isso dá má-digestão.

- Eu não sou amigo desse tipo de gente. – DESCULPA AÍ, SENHOR BURGUÊS EU NÃO ME METO COM BARANGAS! Eu ainda tinha esperança com o James, mas eu acho que ele não gosta de se misturar com pessoas de cabelo laranja e sem um puto no bolso feito eu. – Digo, a Carly, que fica tentando humilhar os outros na frente de todo mundo. E quem disse que eu não sou seu amigo?

Eu já disse como James Potter é tão lindo hoje? James Potter é tão lindo hoje (?). Reparem como minha opinião mudou em cerca de três segundos. O que eu mais queria ao decorrer desse tempo era aleijar o James pra evitar dele se procriar, e agora eu quero procriar com ele (?). Ninguém disse nada, e se contar pra minha mãe vai ver o sol nascer redondo enquanto chora lágrimas azuis. Gente, ninguém disse que eu era amiga dele, por isso eu não sabia tá legal? Ou talvez ninguém precisasse me dizer, dãr.

- Eu pensei que você considerasse mais ela do que eu. Afinal, ela é melhor amiga da sua namorada. – disse eu enquanto olhava no fundo dos olhos dele e depois desviava o olhar porque, sinceramente, eu não quero ser engolida por olhos gordos. Não que eu James seja olho gordo, mas dá vontade de comer o olho dele. Tá, parei com meu surto comedor de olhos.

- Isso só faz dela a melhor amiga da minha namorada, não minha melhor amiga. Eu considero muito mais você do que ela. – disse ele enquanto tirava o casaco. Alguém já percebeu que ele tem uma tara por tirar casaco? Toda vez que eu encontro com ele, o dito cujo tira o casaco. Talvez ele sinta calor quando está perto de mim (?). Tá um frio da porra aqui, e eu to achando que eu vim parar no lado negro de Londres. Meu lábio tá ficando roxo, eu acho, porque eu não tenho olhos na boca e mesmo que tivesse, seria imperceptível, e eu ficaria vesga.

- Você tem uma tara por tirar casacos. – disse eu enquanto dava risada e tentava fugir do assunto Carly do lago Ness. O James começou a rir também e acho que percebeu que eu não queria falar sobre o assunto. Ele passou o ombro no meu ombro (?). Alguém chama o hospício fazendo o favor, eu não me responsabilizo por ataque ao pudor. Se bem que eu acho que aonde eu estou nunca se ouviu falar em hospício ou polícia. Principalmente aos gemidos que eu estou ouvindo de trás daquela lata de lixo.

- Digamos que sim, eles me pinicam. – disse ele enquanto piscava pra mim e a gente começava a andar até a esquina. Com a Graça de Deus nós não encontramos qualquer pessoa que ganha a vida na esquina. Talvez esse horário seja proibido pra menores de 15 anos. Não que eu entenda do assunto, mas eu tenho minhas fontes (?). – O que você acha de me contar porque vocês odeiam tanto assim a Carly?

- É uma história muito comprida que começou na 5ª série. Me dá dor de barriga só de pensar naquilo tudo. – disse eu enquanto olhava pros meus pés e percebia um furo no meu tênis e simultaneamente o James punha o casaco dele em volta de mim. Eu acho que ele percebeu que eu tô quase morrendo congelada, mas tudo bem, eu nem chamo atenção.

- O que você acha de você contar tomando um café? Bem quente de preferência. – disse ele enquanto abria a porta de um café bem esculhambado e que se eu não estivesse com muito frio eu não tomaria com medo de pegar uma infecção. Porém, ao julgar minha situação eu aceito o café, a xícara, o pires e os biscoitinhos. Isso inclui James Potter.

- Tudo bem que eu vou ficar com o olho feito de lagartixa na hora de dormir, mas cafeína faz vem pra saúde (?). – disse eu enquanto adentrava no recinto um tanto quanto não familiar, e caso minha soubesse que eu estou aqui ela mandaria a guarda civil nacional me resgatar, mas eu prefiro omitir esse fato. Eu ainda quero manter o pouco de sanidade que me resta.

- Dois expressos. – disse o James pra uma garçonete que deixava mais da metade toda a coxa de fora com o mini avental dela. Se um dia eu for presidenta essa parte da cidade vai ser a primeira a ser reformada. Aposto que o que ela ganha não cobre nem metade do plano de saúde dela. Talvez ela faça hora extra (?). – Bom...

- Antes de mais nada eu queria dizer que eu estou muito emocionada (?). E nada do que eu disser aqui é pra ofender sua namorada ou a do Sirius. – disse eu enquanto dava um gole no café que parecia mais água de batata de tão ralo que ele se encontrava na xícara. Eu acho que nunca mais saio correndo de lanchonetes.

- Tudo bem, eu não mordo. A não ser que me peçam. – disse o James enquanto encostava na cadeira e punha a mão sobre a minha. Eu acho que vou comer os biscoitinhos. Eu simplesmente não sei da onde começar. Talvez eu deva começar do começo (?).

- Bom, eu e as meninas sempre fomos muito amigas, você e o mundo todo, até os chineses sabem disso. Só que além da gente tinha uma pessoa. – disse eu enquanto soltava um suspiro e me preparava psicologicamente pra falar o nome de uma pessoa que eu já tinha prometido mais do que todos os dias que eu já vivi esquecer. Eu acho que eu tenho esquece-lo desde que eu nasci. – O Dan.

- O namorado da Carly? – perguntou ele enquanto esbugalhava os olhos e parecia que ia me comer. Os olhos deles me dão medo, em todos os sentidos. Será que o James tem visão de raaio-X e pode ver a gente só de roupas íntimas? Eu preciso sair daqui, mas antes eu vou comer meus biscoitinhos.

- Isso. Todo mundo achava que ele era gay, ao julgar que ele parecia um chiclete de pistache na gente. Aonde a gente tava, ele estava atrás. Ou melhor do lado, porque atrás é meio erótico demais pra crianças de 5 anos de idade. – disse eu enquanto fazia ele rir e girar a cabeça como se tivesse com torcicolo ou uma formiga tivesse entrado na sua intimidade (?). Eu dou torcicolo nos homens, acabei de chegar nessa conclusão.

- Bom, nós éramos melhores amigos e continuou assim até a 5ª série, quando nós mudamos de colégio e conhecemos a Carly. Instantaneamente a gente passou de crianças que eram procurados por todos pra brincarem de mamãe-filinha, para nerds e idiotas do colégio. – continuei eu enquanto fazia um esforço pra lembrar da cara cheia de caquinha da Carly no primeiro dia de aula. Foi constrangedor.

- Continua. – disse ele enquanto se endireitava na cadeira e parecia um menino com um sorvete na mão que ia pela primeira vez no circo assistir a volta do palhaço Tatá. Eu nunca pensei que um dia um garoto além das meninas seria capaz de parar pra meu ouvir reclamar e contar dos meus casos de pirralha caquenta por mais de cinco minutos. A mente masculina ainda me assusta.

- Você sabe como funciona essa idade, ninguém quer contar pra ninguém que gosta de não sei quem. Acontece que cada vez mais que o Dan começava a andar com a Carly e com a Angel eu me sentia pior. Até que chegou uma fase do insuportável e me escutaram falando pras meninas que eu era apaixonada por ele. – disse de uma vez só como se eu dependesse dessas palavras pra recuperar minha virgindade (?). Ou talvez algo menos erótico.

- Se você gosta de alguém é como se você usasse uma melancia na bunda. – disse o James enquanto fava um gole no café e fazia uma careta que faria qualquer pessoa perder a vontade de tomar qualquer coisa pro resto da vida. Esse menino precisa controlar suas caretas.

- Exatamente. Se você quer saber eu acho que esse foi o pior período da nossa vida, digo, meu e das meninas. Tudo começou quando num dia de aula, durante o intervalo a Carly e a Angel juntaram toda a escola e uma rodinha e fez eu admitir na frente de todo mundo que eu gostava do Dan, enquanto ele só ria da minha cara. – disse eu enquanto colocava a mão no rosto tentando não ver a expressão que o James apresentava. As vezes é melhor se esconder entre os dedos, nem sempre eles servem só pra cutucar catota e outras coisas mais... abusivas.

- Elas humilharam você na frente da escola. – disse o James enquanto me olhava fixamente e levantava as duas sobrancelhas. Por que todo mundo tem sinal de nervosismo, alguém me explica? O meu sinal é constrangedor, eu começo a me coçar e parece que faz cinco dias que eu não tomo banho e estou fedendo cebola frita.

- Exatamente. Na mesma época que todo mundo se afastou da gente, a Lene descobriu que tava com uma anemia braba, os pais da Emy não tavam dando conta do restaurante e os pais da Dorcas resolveram se separar. Foi bem tenso. Eu não me lembro de ter consumido tanto remédio na minha vida. – disse eu enquanto olhava pro lado de fora da janela e via uns pingos de chuva começarem a cair. Era só o que em faltava, eu já sem maquiagem, agora sem chapinha. Definitivamente James Potter não vai querer procriar com uma mocréia de cabelo laranja.

- Uau. Eu imagino o quanto deve ter sido barra pra vocês, principalmente pelo fato que vocês estavam excluídas. – disse ele enquanto mexia em um anel de meio dedo que cobria o dedo del (?). Não, que cobria o esôfago dele, Lily. Gente, eu posso ser esofóloga (?), porque eu vejo esôfagos. – Eu sei bem o que é gostar de uma pessoa e ela não dar a mínima pra você.

Ele ainda vai me fazer cometer um abuso sexual nessa lanchonete. Eu seria capaz até de tomar esse café com gosto de vômito e nicotina aqui pra melhorar a cara que ele fez agora. Das duas às quatro (?): ou ele é corno, ou ele nasceu corno. Eu não sei porque eu sou cismada com corno. Talvez eu tenha sido um alce na outra encarnação.

- Você não parece ter problemas com esse tipo de coisa. Tipo, você é bonito, inteligente e... prefiro parar por aqui. Eu sim teria que passar por isso, e acho que até hoje não fico muito bem em lembrar dessa parte negra do meu passado. O dito cujo realmente me condena. – disse eu enquanto esfregava os olhos, quase arrancando eles fora. Eu ia chamar ele de gostoso, mas eu acho que iria infringir o direito dele continuar a ter uma sanidade mental.

- Eu sempre gostei muito da Jess, o problema foi que ela nunca ligou pra mim. De uns tempos pra cá a gente começou a namorar, porque ela me deu uma oportunidade, mas parece que ela quer ficar comigo mais porque eu sou popular no grupinho dele do que por qualquer outra coisa. – disse ele enquanto ficava tirando e pondo o anel no dedo. Eu odeio tique nervoso e se ele não parar de tirar essa porra de anel que ocupa meio do comprido dedo dele eu juro que ele vai sem querer indo parar no caixa, pra caixeira (?) roubar e poder pagar o aluguel do mês.

- Não querendo falar nada dela, até porque você gosta dela James, mas ela não é o tipo de garota que te merece. Qualquer um que seja popular tem 99,9% de chance de ficar com ela um dia. Você não foi o primeiro, e nem o último. – disse eu enquanto olhava pra ele e passava as mãos na calça, alisando o tecido pra minha mãe não pensar que eu fiz coisas erradas por aí. Francamente, na nossa idade nossos pais estavam comprando a Av.Europa no Banco Imobiliário, e eu estou aqui, numa avenida obscura que eu nunca vi na minha grande e idosa vida em Londres.

- Acho que eu e você temos uma certa tara por gente que despreza o que a gente sente. – disse ele enquanto dava uma risada de canto de olho (?). Digo, de boca. Qual é a diferença entre boca e olho? EU na consigo entender, os dois ficam na cabeça, mas um não ajuda o outro em bosta nenhuma, não é uma relação muito amigável. Exemplo: quando se beija você sua a boca e não pode usar o olho, porque se não a situação se torna um tanto quanto... estranha.

- Eu sou masoquista, bem-vindo ao clube bródi. – disse eu enquanto pegava o chapéu da cabeça dele e punha na minha cabeça e fazia uma pose de mano, daqueles bem favelados e que saem a noite dando pilha em todo mundo (?). Eu preciso melhorar minhas companhias, isso é fato. Eu acabei de dizer que eu me chicotei 80 vezes por dia e gosto de cortar minha garganta porque isso faz cócegas? Obrigada, me lembra de tomar meu remédio antes de sair de casa da próxima vez.

- Palhaça. Eu vou no banheiro, isso se tiver um aqui. Eu acho que o café está começando a fazer efeito. – disse ele enquanto ia levantando e deixava o celular em cima da mesa e ia em direção ao banheiro. Eu nunca levo meu celular pro banheiro, uma vez ele caiu na privada. Não me pergunte como, eu também gostaria de saber. EU lembro que eu tava com uma cólica que parecia que se eu não usasse o sanitário naquele exato momento o mundo todo iria sentir um fedor não lá muito agradável feito Vanish poder O2.

- Beleza.- disse eu antes de ele sair correndo em direção a uma porta que parecia um tanto quanto infectada com coliformes fecais. Dá licença, eu sou uma especialista em bactérias, tanto que eu vivo com verme. Verme é normal, todo mundo tem e não é Biotônico Fontoura ou Licor de Cacau Xavier que vai resolver sua salada de verme. Quem sabe uma grande descarregada descarga abaixo.

Is to late to apologize. Digamos que esse é o celular do James, na verdade é, mas só eu tenho uma super visão e posso ver essa coisa que vibra na mesa e aparece no visor: Jess calling.. Pois é pra quem lembra esse era o toque da Jess, se bem que ele já tinha que ter tirada esse toque faz bastante tempo. Daqui a pouco o cara do One Republic morreu e já reencarnou em forma de Dercy Gonçalves e ele ainda está com esse música. Ele realmente tem muito consideração pela Jess, tem até preguiça de mudar o toque.

Alguém percebeu que eu me fudi ferrei? O Espírito Santo deve ter percebido, eu sempre soube que eu podia contar com ele, não é à toa que a gente sempre agradece ele na missa. Mas deixa o espírito rezar e voltamos ao assunto Lily Fudida Evans. Enquanto o cara do One Republic canta como se ele dependesse disso pra viver, e na verdade ele depende, o James tá cagando, falando português claro e reto, a namorada dele tá ligando pra ele e Lily Evans está ficando irritada com essa situação.

Se eu atender ela vai pensar que ele tá traindo ela com uma vadia que atendeu o telefone, no caso eu e vai contratar um serial killer pra tentar me matar, assim como na novela das oito. Se eu não atender esse cara vai continuar cantando e eu vou começar a me coçar e ai eu vou ficar parecendo um almôndega ao sugo (?) e o James vai achar que eu tenho lepra e vai em dispensar. Por que Deus me manda opinar? Eu já disse que prefiro conter meus sentidos, mas ele insiste em botar meu cérebro pra pensar. Eu não me responsabilizo por cagadas sem direito a papel higiênico.

Eu sei que eu vou gastar tubos de dinheiro pra comprar um sepultura depois, mas pelo menos o James vai me ver branquinha, como uma camiseta lavada com Ace todo branco fosse assim, e não cheia de pelotas vermelhas.

- Hum, alô? – disse eu enquanto cagava do outro lado da linha.

- James? O que você fez com a sua voz? – disse a Jess enquanto parecia lixar as unhas do outro lado da linha. Eu não lixo minhas unhas faz um bom tempo. Pra falar a verdade, eu estou pouco me lixando pra elas (?). Elas que se lixem, obrigada.

- Gargarejo, tava com dor de garganta. – disse eu enquanto tentava engrossar a voz e tudo que eu conseguia era uma grande quantidade de catarro na minha boca. Eu vou ficar constipada.e vai sair água do meu nariz.

- Onde você tá? – perguntou ela. Tô na puta-que-pariu em um lugar que eu não sei perdido com uma menina que resolveu afogar suas mágoas comigo e um café água de batata. Eu nunca pensei que eu chegaria a algum lugar, mas também nunca pensei aqui.

- Ér, eu to fazendo um serviço que ninguém pode fazer por mim (?). – disse eu e percebi que o James saia mais branco e lívido (?) de dentro do banheiro. Eu preciso desligar essa coisa antes que ele pense que eu estava tentando ganhar bônus falando no celular dele.

- A gente precisa conversar, você simplesmente saiu correndo do Monroe’s por causa da cenoura da Evans. A Carly me disse. Parece que o Sirius também saiu atrás da Lene. – disse a vadia que come bosta do outro lado da linha. Muito bom saber que me chamam de cenoura quando eu não me encontro no recinto e melhor ainda saber que a Lene pode estar se comendo com o Sirius nesse exato momento. Eu sabia que ela não sobreviveria por muito tempo, agradeça à mim. Se não fosse eu sair de lá feito um descontrolada ela não comeria ele (?) à passarinho.
- Ãhn, tá. Só pra saber, quem tá falando é a cenoura, beijos. – disse eu enquanto batia o telefone na cara da Jess. Eu me sinto como se tivesse esvaziado a bexiga depois de beber 25 garrafas pet. Eu acho que vou mandar ela comer bosta da próxima vez, eu preciso fazer isso mais vezes.

- Quem era? – disse o James enquanto se apoiava na mesa e pegando a xícara do café, minha e dele, e colocando no balcão, enquanto a garçonete mascava chiclete de boca escancarada. Esse povo precisa fazer um curso de primeiros-socorros (?).

- A Jess. Me desculpa, eu não devia ter atendido, mas o cara do One Republic tava estourando meu tímpano. – disse eu enquanto fazia uma careta. Ou ele vai em bater por falar com a namorada dele ou então nós vamos sair felizes e contentes e depois ele vai descer o cacete em mim lá fora. Eu prefiro a opção um, ela é mais rapidinha (?).

- Ele me irrita também. Tudo bem, têm coisas que são irrecuperáveis. Vamo embora? Até a gente se achar vai levar um bom tempo. – disse ele enquanto colocava uma certa quantia de dinheiro em cima do balcão pra pagar os cafés e agradecia a garçonete. Essa menina quer dar mais coisa além de café pra ele, eu tenho certeza.

- Verdade, e além de tudo a Lene já deve ter comunicado até os guardas-civis rodoviários que eu sumi. – disse eu enquanto pegava minha bolsa e saia pra fora do café. Não saia pra dentro do café, sua anta. Na verdade eu saia do recinto que serve café, e que não é um copo. Mas tudo bem, é comum a gente se esquivar por ai (?).

- Elas gostam muito de você, digo as meninas. Elas devem ter ajudado você a esquecer o Dan. Ele não te merecia, sério. – disse ele enquanto olhava pra mim enquanto a gente andava e parava em frente a uma placa toda pixada. Se um dia vocês quiserem um lugar bem romântico pra namorar, venham aqui. Nunca vi uma placa tão cheia de declarações como essa.

- Na verdade, eu nunca esqueci ele, por mais que ele tenha feito tudo isso. Eu nunca encontrei alguém pra amar depois dele. Eu acredito que a gente só deve ficar com uma pessoa se o que a gente sente por ela seja intenso o suficiente pra te ajudar a esquecer todos os seus medos e fraquezas. – disse eu enquanto virava a boca. Isso se aplica a ele também, e talvez a você que lê essa narração e que se intromete na minha vida. Eu só ficaria, digamos, teria alguma coisa séria se eu me sentisse ao lado de uma pessoa, não só porque ele beija bem.

- Você me surpreende sabia? Você tem completa razão. Eu não me encaixo na porcentagem da população amorosamente ativa. – disse ele enquanto dava risada. – Ui, vibro.

Nem te conto o que vibrou. Eu não contaria, mas como eu sou uma pessoa muito boa, em todos os sentidos eu vou contar. Foi o celular culular. Eu juro que se for a Jess eu vou fazer esse celular entrar em outro lugar, e vai ser no dela mesmo. Eu já disse, sempre tem um intrometido indecente que atrapalha tudo. Morte ao indecentes indesfrutáveis (?).

- É o Sirius. Alô? - disse o James. Essa parte vai ser muito legal, já que ninguém vai saber o que o Sirius tá falando e todo mundo vai boiar, e só ouviremos a voz do James.

- Alô, viado. Onde você se meteu? – eu ouvi o Sirius dizer, já que o James resolveu deixar a gente participar do assunto e colocou no viva-voz. James meus herói (?). Meu Tom Welling, em todos os sentidos, isso inclui gostosura. Se eu fosse o James eu escondia esse celular, se ele ainda quer ter orelha e não quer acabar numa cama aleijado e com pinos na perna.

- Eu tô com a Lily, a gente tava conversando. – disse ele enquanto fazia um careta pro Sirius e me fazia rir do outro lado da linha. Eu ouvi a voz da Lene do outro lado da linha também, falando pro Sirius que se ele não deixasse ela pegar o telefone ele iria ficar desmembrado.

- Deixa a Lene falar com ela antes que ela tenha um filho aqui. A gente tava dando uma volta aqui também, ela me esclareceu uns assuntos aqui também. – disse ele antes de começar a dar risada feito uma vaca-louca (?) e passasse o telefone pra ela.

- Some mais um vez Lily e você vai ver o que é morte prematura. – disse a Lene com um tom um tanto quanto assassino pra mim e que me deixou me cagando de medo. Ela precisa começar um tratamento, antes que toda essa voz corporal acabe com os neurônios dela.

- Vaca. Eu tô indo pra casa, a gente se fala pelo MSN. – disse eu enquanto fazia sinal pro ônibus que ia passando parar, caso eu ainda quisesse voltar pra casa. Se bem que o James não é má companhia, e ele com certeza esclareceu minhas idéias.

- Hey! Onde você tá? – disse ela enquanto eu ouvia ela rir da cara do Sirius do outro lado da linha. Tenho certeza que vergonha esses dois já perderam faz muito tempo, mas tudo bem, um dia eles superam essa nostalgia. Como se eu soubesse o que é nostalgia.

- Eu acho que estou no que se chama realmente de caralho a quatro. Agora eu preciso ir, beijos gata. – disse eu enquanto fazia o James rir mais do que galinha que botou ovo do outro lado, quer dizer do meu lado, já que eu desliguei na cara da Lene antes que ela pudesse me monitorar por GPS. Ela é maníaca.

- Eu não vou poder ir com você porque meu ônibus é outro, mas se cuida. – disse ele enquanto me dava um beijo na testa. Gente, me mata se vocês ainda me querem viva (?). O James é a coisa mais fofa que eu já vi.

Ele conseguiu. Ele pode não ser o cara mais lindo do mundo ou o mais inteligente, mas com certeza é o que eu chamaria de cara certo pra mim. No mínimo ele mudou todas as idéias minhas a respeito dele.

- Brigada por se preocupar comigo, você virou um amigo e tanto. – disse eu enquanto subia um dos degraus e quase caiu por tropeção (?). Eu sabia que aquele café tinha cafeína de menos. Tudo que eu mais quero, porém, é minha cama.

- Só amigo? – perguntou ele com uma cara safada na cara (?). Eu poderia dizer me come e desce ne mim, mas eu acho que se prostituir não e legal em primeiros encontros (?). Principalmente se você se encontra num beco escuro e abusivo da cidade.

- Bom... – disse eu e não agüentei, comecei a dar risada enquanto deslizava pelo cano (?). Eu adoro me esfregar nos móveis, eles nunca reclamam e são maciços. Nunca mais falo nada a respeito de desejo sexual. Imagina se meu irmão lê isso, eu nunca mais vou poder me esfregar, nem mesmo em panos de chão.

- Você esclareceu muita coisa pra mim. Eu acho que tomei uma decisão. – disse ele enquanto juntava os pés e me devolvia o casaco que eu tinha devolvido (?). – Amanhã você me dá, tem ensaio.

- Espero que você esteja certo, na melhor das hipóteses. – disse eu enquanto ia entrando mas parava bruscamente dando um mal jeito nas costas que provavelmente vai em deixar cega pro resto da vida (?). Prefiro não comentar esse tipo de opinião expressa pelo corpo desmilinguido (?).

- Vocês são o segundo casal a fica nesse empasse. Na minha época vocês já teriam sete filhos. – disse uma velinha dentro do ônibus que parece já ter passado da menopausa faz uns 25 anos. O nível de estrógeno dela deve estar em ebulição. Ou não.

- Bom saber. – disse o James enquanto piscava pra ela e dava risada.- Nem sempre o que a gente quer é do jeito que a gente gosta. A gente se vê amanhã.

E com isso, deixou a porta do ônbus fechar.

Concordo plenamente,


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Narrado por: Emmeline Vance
Humor: necessidade patológica de lamber (?).
Pensando em: 1.001 maneiras de acabar com a Carly.


Surtar. É isso o que acontece com você quando você passa seis horas seguidas com mais três meninas que bateram as cabeças quando eram crianças e os pais não tiveram dinheiro pra levar as coitadas pra um hospital, já que eles gastaram litros de dinheiro comprando fraldas que mais tarde federiam cocô. Eu estou começando a achar que não foi uma boa idéia ter entrado pra aquela escola no Jardim de Infância, eu preciso pedir indenizações morais. Elas atrapalham meu raciocínio. Ou talvez minhas mechas me causem um efeito entorpecente (?).

Eu realmente me surpreendi com todas as meninas ontem. Principalmente com a parte que me deixaram sozinha num restaurante com uma louca psicopata e com um menino tarado que quer me comer que não tem o mínimo senso de direção. Bom pra resumir: eu joguei mais água na cara da Carly peguei minha bolsa, puxei a Dorcas e os dois ogrolóides que ali se encontravam sem fazer nada e fomos pra casa da Lene, esperar lá enquanto ela se comia com o Sirius e o James com a Lily. Se eu disser que tive que pular na cama feito uma macaquinha e beijar os pés da Lene pra ela contar o que aconteceu, você acredita? Pois bem, acredite ne cretina.

Bom, o que eu fiquei sabendo que aconteceu, o que não significa que seja toudo totalmente verdade, porque simplesmente eu sei que tem fatos omitidos nessa história, foi que a Lene saiu pra passear no parque às 11:30 p.m de algum dia da semana que eu não sei, e ela contou toda nossa reminiscência perambulante pra aquele ser. Agora me diga se você acredita que Marlene McKinnon só gastou o salto dos seus sapatos em um parque, no escuro, sem ninguém por perto, somente com um mendigo e um arbusto para casais fazerem certo tipo de coisa? No way. Ainda tem angu nesse caroço de azeitona temperada.

E a Lily então? Ela quer que eu, euzinha, Emmeline Vance, que recebeu esse nome de uma mãe desnaturada que gostava da Emília do Sítio do Pica-Pau amarelo brasileiro, que eu não conheço, e que é da roça, roça, acredite que ela fruto do pai dela com a mãe dela só bebeu um café ralinho, sem açúcar e sem cafeína numa lanchonete com uma garçonete que se vendia por expresso e que depois o James teve caganeira e ela pegou um ônibus? No way.

Eu literalmente odeio quando as pessoas omitem fatos da minha pessoa, porque simplesmente eu conto tudo pra todo mundo. Eu até conto pras meninas que cor de calcinha eu estou todo dia, então elas tinham que no mínimo me dizer se os pegas foram bons ou não. Ou talvez eu devesse ser menos matraca e parece de contar minhas coisas pessoais e sexuais pra todo mundo.

- Sua brocoió, o folheto tem que ser verde. – defendia a Lene enquanto virava disfarçadamente chamando atenção de todo mundo do recinto pra falar pra Lily sobre o folheto da campanha de representante de sala dela. Muito bonito, eu que tive a idéia e quem rouba a minha idéia? Marlene McKinnon. Eu sabia que essa menina sabia roubar, só não pensei que isso incluísse notas mentias. Mas um dia elas ainda verão a força do meu poder sob a população miserenta e caquenta de formigas (?).

- Claro que não. Imagina se alguém joga ele no chão, na grama, vai passar desapercebido. Tem que ser laranja. – defendeu a Dorcas enquanto batia com a mão na testa. Talvez seja uma linguagem nova de sinais, aonde você bate na cara e faz um barulho oco. Algo me diz que a Dorcas ainda não entendeu o quê da questão.

- Dorcas, a intenção é que ninguém jogue no chão. – disse eu enquanto revirava os olhos de uma forma meio débil mentalistica. Sinceramente, eu não espero gastar dinheiro imprimindo folhas e desmatando árvores que cheiram eucalipto e hortelã e que dão vontade de comer, e que talvez tenham aquelas frases riscadas: ’ João e Maria, 4ever.”, pra ajuda a Lily na campanha e depois um cara que joga lixo na rua sair tendo dor na munheca e jogando tudo por ai. Se bem que eu faço isso, eu finjo que estou com dor no pulso e saio jogando por aí. Mas isso é detalhe e obstrução.

- Essa é a intenção, você disse bem, mas não significa que isso vai acontecer. – disse a Lily enquanto tirava o fone do meu IPod daquele buraco que fica do lado da cabeça e por onde entram os sons (?). Ou talvez aquele que nós penduramos brincos. Hoje em dia se pendura brinco em tantos lugares que eu já perdi a conta. A Lily precisa de aulas de auto-aceitação, esse lance de achar que ela é um grilo despercebido não rola. Ela tá mais pra borboleta em fase se recuperação de asa.

- Força na peruca Lily. Você precisa decidir a cor e o slogan. – disse a Lene enquanto virava bruscamente e quase quebrava o pescoço ao tentar falar com a Lily sem que o professor de Biologia visse o papo reto e retórico e escondido da gente. Eu odeio professores, eles são tão... pessoas? Digo, ele são um tipo de pessoa que ainda não foram estudados, porque ninguém em sã consciência gosta de falar sobre fungos ou células formadoras de epitélios ou sobre Tio Hitler pintor de rodapé. Desculpa tia mãe da Lene, eu gosto muito da sua família, mas a senhora precisa ser submetida a exames com urgência.

- Façam colorido tudo logo de uma vez. O slogan podia ser “Lily Evans no poder, você não vai se arrepender.” – disse o Duda que até então tinha se mantido ocupado demais com a cabeça entre os braços, dormindo e babando na mesa á minha frente. Eu estou sentada entre ele e a Dorcas, um perfeito sanduíche de atum com pasta de amendoim. Eu literalmente não gosto de ser posta no meio das coisas, é tão descômodo.

- Não. Fica muito Dercy Gonçalves sai na escola de samba, isso vai ofuscar a lente de muita gente e o cartucho anda caro ultimamente. – disse a Dorcas enquanto dava com a caneta na minha cabeça e me fazia gritar. Duda McKinnon também precisa de aulas de auto-aceitação, desde que eu nasci a única coisa que eu vi ele fazer decentemente foi usar o peniquinho. Qualé? Eu tinha três anos de idade, nem sabia o que era aquilo no meio das pernas. Porém isso não deixa de dizer que vi coisas que eu não devia ver.

- Além de tudo esse slogan é muito Hitler. Tipo, ninguém quer a Lily no poder, a gente só quer ela comandando (?). – disse eu enquanto dava um tapa na cabeça do Duda e fazia lê levantar a cabeça todo descabelado e com cara de quem acordou agora. Um dia eu ainda acordarei Duda McKinnon. Só espero que eles esteja vestido. Ou não.

- Além de tudo, é tão sem criatividade essa coisa de rimar as palavras. Parece aqueles caipiras que vieram dos cafundós de onde Judas perdeu as meias, as botas e as pernas. – disse a Lily enquanto rolava a cabeça pra trás e depois punha a dita cujo no lugar de origem dele (?). Eu tenho medo da cabeça da Lily, ela é meio depravada. E sabe-se lá o que essa menina anda fazendo com coitada. Não é tudo mundo que tem uma cabeça assim, feito a minha, brilhante e gostosa de apertar (?).

- Nunca mais me pronuncio verbalmente na frente de vocês. – disse um pouco absurdamente alto demais e com uma voz de água mole. Ou talvez cocô mole, já que água já é mole. Ou talvez ela seja dura, ninguém sabe a origem da água, ela pode ter nascido de um ovo de avestruz, e esses ovos são relativamente grandes. A água é fruto da minha forte e peidorrera imaginação (?). ODEIO GENTE QUE ME ESTRESSA, PORRA! Desculpa, foi um surto da autora.

- Bom, talvez vocês possam explicar o que é mitose, não é mesmo? – disse o professor enquanto arrastava sua leve bitelosa pança até a gente e vinha com um olhar sedutor de viado (?). Me lembre de agradecer ao Duda por fazer a gente ser expulsa da aula por não saber o que é uma coisa que parece com aquele furúnculo que a gente fica no meio dos dedos e coça tanto que parece que você vai desfalecer. Eu simplesmente não tenho tesão pela minha aula de Biologia. São assuntos tão gosmentos e que só vão me fazer perceber quanto líquido tem dentro de mim.

- Então, mitose é aquilo lá. – disse a Lily enquanto dava um sorriso e coçava a cabeça enquanto começava a se coçar. Daqui a pouco ela vai começar a ficar indistinguível ou então vai arrancar pedaços da carne feito uma masoquista sedenta por sangue. Ou ainda o Jason,e comece a decaptar todo mundo como aquela cena do navio fantasma que me fez ficar três dias fazendo xixi fora do vaso sanitário. Depois daquilo, minha sanidade mental nunca mais foi a mesma.

- Então, mitose é aquela coisa que dá coceira. – disse a Dorcas enquanto começava a entrelaçar os pés na cadeira e abusava sexualmente dela, como se ela fosse uma bunda bem gostosa e apalpável da qual ela pudesse tirar proveito. Eu preciso parar de alugar filmes pornôs na locadora (?). Se bem que toda vez eu entro na seção de filmes eu só vejo um bando de peitos. Que fique bem claro, isso foi para um bem da ciência, eu fui obrigada a entrar naquele antro pelas minhas amigas.

- Aquilo é micose sua pasmada. Mitose tem a ver com mito, eu acho. – disse o Duda enquanto fazia uma cara de sábio burro. Eu acho que a família dele deve ter nascido com algum problema muito sério, realmente muito sério. Eu sinto indigestão só de pensar nisso tudo, é tão broxante. A Lene vai me bater, eu sei disso, mas eu prefiro morrer falada do que morrer morrida.

- Claro, em os estamos no navio do Jack Sparrow, contando as aventuras de Benjamim Franklin, na aula de história. Realiza Duda, mitose só pode ter a ver com tosa sua besta. – disse eu enquanto cutucava ele e estralava os dedos, sentindo que eu quase rachei minhas cutículas ao meio (?). Fala aí gente, eu so uma gênia, é óbvio que mitose só pode ter a ver com tosar grama, tá tudo relativamente conectado, assim como o cabo fuleiro da sua internet que cai de cinco em cinco segundos. Isso inclui a minha. Eu sou pobre, mas sou limpinha (?).

- Mitose é aquela coisa que cria a gente. – disse a Lene enquanto dava um sorriso na cara. Não foi a resposta correta, eu tenho certeza, porque a minha é a correta, mas também foi a mais competente pro cargo de resposta de alguma coisa que esqueci de estudar. É impressão minha ou nenhum de nós sabe o que é mitose? Acho que é apenas um refluxo de inteligência.

- O que? Um orgasmo? – perguntou o Duda enquanto fazia uma cara de assustado pra Lene. HSDAIOHASDIODHASIOHDASOIHASDOIDHASIOHASIO, ele não deixa de ter razão. Eu acho, mas eu creio que esse não seja o nome popular de mitose. – Sério, até o Chaplin já disse que a gente nasceu do orgasmo entre os nossos pais.

Alguém tapa a boca dele com papel higiênico perfumado, fazendo o favor. Ele tá invocando Vinicius de Moraes daqui a pouco e se o Duda bêbado já é um chato e fedorento, eu não quero nem ver ele recitando poema em voz alta enquanto todo mundo se pergunta o que mitose. Porra, agora eu quero saber que é essa tal mitose. Ela tá ficando mais popular que a Carly e talvez ela comece virar uma sarna feito ela. Eu odeio sarna pra me coçar.

- Senhor McKinnon, nenhum de nós está interessado em saber sobre o efeito de um orgasmo. Pelo que eu vi, ou melhor ouvi, nenhum de vocês sabem o que é mitose. – disse o professor enquanto olhava pra nossa cara como se nós fossemos abutres recém-cagados. Eu não gosto de ser comparada com merdas, elas são tão fedidas, e eu sou pobre, mas sou limpinha (?).

- Beleza, então a gente senta e chora? – perguntou a Lily enquanto afogava a cabeça entre os cotovelos. Os coitados devem doer, porque ela definitivamente fala mais que eles. Isso me lembra aquela música da Perlla, e o nome dela em lembra perna. É tanta coisa fútil pra se lembrar.

- Não. Sentem as três senhoritas juntas, - disse o brocoió enquanto apontava pra Lene, Lily e Dorcas. – e o senhor e a senhorita Vance. – prosseguiu o brocóio como seu eu fosse uma formiga sendo ordenada por um gafanhoto que quer me comer só porque eu não disse o que é mitose e continuo sem saber o que é mitose. Ele vai ver aonde ele vai ficar com micose, brocoió.

- Por que eu tenho que ficar com ele? Duas cabeças ocas não funcionam. – disse eu enquanto batia na cabeça e fazia um barulho pra parecer oco. Isso é descriminação, aposto que se eu fosse morena eu sentaria com as meninas. Se bem que da última vez que eu vi a Lily ela era ruiva. Ta legal, eu vou sentar com um menino com bunda de olho azul e que assim como eu não sabe o que mitose. Ponto pra mim.

- Um ajuda a desenvolver o outro. – disse o professor enquanto dava um sorriso amarelo com tártaros e folhas de alface. Pra um professor de biologia que sabe o nome de todos os órgãos, eu acho que ele devia saber que a boca deve ser escovada de vez em quando. – AGORA!

Disse berrou e cuspiu na minha cara o brocoió. Ele acha o que? Que por acaso ele é o Sérgio Reis na novela o Rei do Gado e que enfia aquele trompete na boca e sai arrebanhando gado por aí? Eu posso até ser uma vaca, mas eu sou branca com pintinhas pretas. Ou preta com pitinhas brancas (?). Eu acabei de me auto chamar de vaca ou é impressão minha? Emmeline, não é vaca, é burra, porque quem e sã consciência falaria ‘ me auto’. Dãr, se já tem a montainha e o e é porque já é você. Ou meu subconsciente meio inconsciente (?).

- Batatão. – disse eu enquanto virava minha mesa de frente pro Duda e mostrava a língua pro brocoió que se encontrava virado de frente pra lousa. Sabe-se lá fazendo o quê, vai ver ele é tarado pela lousa e eles tem um caso. Seria nojento beijar giz de lousa, principalmente pra quem é alérgico, correria o risco de escarrar dentro da boca de outra pessoa. Isso não é confortável, a não ser que você beba catarro todo dia. Parei.

Eu amo chamar as pessoas de batata. Tipo, batata é tão engordativo e elas são tão molinhas. Se me chamassem de batata eu acho que me atiraria num purê de batata e depois lavaria iria até a loja mais próxima e faria um manequim 36 entrar em mim. Batatas são fofas, mas são gordas e comidas. Por isso, se te chamarem de batata bata na batata deles (?).

- Quando foi que a gente aprendeu mitose? – perguntou o Duda enquanto coçava a cabeça e fechava um dos olhos, fazendo uma cara de quem fez cagada e não tem papel higiênico. SERÁ QUE ALGUÉM SE TOCOU QUE NINGUÉM SABE O QUE É MITOSE? Se alguém souber por favor entrar em contato com a instituição Coitados de quem têm Mitose e doar trinta reais pra fins beneficiários de problemas mentias não-identificados.

Todo mundo devia nascer com problema, assim o mundo seria menos preconceituoso, principalmente no quesito chapinha. Todo mundo teria cabelo ruim e ninguém ai ligar pra isso. A chapinha foi a pior invenção, ela separou os fios de cabelo das pessoas que se entrelaçavam como uma família (?).

- Eu nunca aprendi mitose, eu nunca aprendi nada. Até hoje eu não sei desenhar uma casa. Declaro esse trabalho encerrado. – disse eu enquanto virava a cara e via as meninas rindo. Qualé? Eu tô com base demais, tem um furúnculo saindo do meu nariz, eu fiquei menstruada e ninguém em falou? Odeio quando riem de mim. Se pelo menos a Carly tivesse vindo hoje eu podia jogar toda minha raiava nela e bater com a cabeça dela no extintor e dizer que ela tava de cabeça quente, mas ela resolveu não dar as caras hoje.

- Emy, fazendo o favor. Pega seu livro de biologia e começa a procurar, eu não sou nenhum enciclopédia ambulante. – disse ele enquanto fazia cara de bosta. Talvez se ele fosse uma enciclopédia teria maior utilidade. Se bem que ele pode servir pra muitas coisas. Não é o que você está pensando, eu estou pensando nele servindo cafezinho na mesa e vestido com um vestidinho erótico. Parei com o momento fantasias sexuais.

- Você serviria bem como enciclopédia. Seu rosto tem ângulo pra isso. – disse eu enquanto fazia aquelas coisas estranhas que o povo do cinema faz só pra se acharem os gostosos e dizer que a gente não sabe fazer ângulo. Eu faço muitos ângulos e eles são muito bons, nunca fiquei de recuperação em Desenho Geométrico.

- Não só pra isso. – disse ele enquanto dava um sorriso demasiadamente safado que eu sou capaz de dizer que ofuscou todo o meu olho com rímel que eu tinha acabado de passar. ELE SABE QUANDO CUSTA ESSE RÍMEL? Eu também não, ma isso detalhe. Duda McKinnon é gostoso e isso sim é um fato. Se eu pudesse eu chamava ele de batata só pra comer ele.

- Se pára. Eu posso muito bem te denunciar por abuso sexual. – disse eu enquanto mordia a tampa da caneta pra me controlar emocionalmente. Tampas de caneta têm o maior índice de desenvolvimentos humano (?). Digo, de mordidas. Eu queria ser um tampa de caneta pra ser mordiscada por pessoas digamos que com um índice de desenvolvimento relativamente grande.

Uma vez eu fiz uma prova pra uma outra escola, com as meninas e pra variar nosso fiel carrapato aloirado, Duda. Sentou um menino tão gato, mas tão gato do lado dele que eu acho que eu só não subi na cadeira dele porque eu poderia perder a vaga. E eu perdi e ainda perdi a chance de dar uma petiscada no garoto. Eu disse pro Duda pegar o MSN dele, mas o teimoso só emprestou a caneta. O QUE SE FAZ COM UMA CANETA? Batatão. Minha histórias são tão realistas que eu acho que seu vendesse um livro ele seria colocado na parte de ilusionismo.

- Quem comete abuso sexual comigo é você, que fica me aliciando. – disse o Duda enquanto folheava o livro e começava a escrever. ISSO MESMO! Quem escrevi aqui é ele, minhas unhas são muito frágeis pra esse tipo de coisa, e além de tudo, minha religião não permite estudar. Será que alguém pode me explicar o que é aliciando? Não, que eu não saiba, mas... tá legal, eu não sei. Deve ter alguma coisa a ver com Alice, disso eu tenho certeza.

- EU? Eu não sabia que ir pra casa da minha melhor amiga e dançar Break the Ice no quarto dela era essa coisa aí que você falou. – disse eu enquanto dava um de ofendida e colocava a mão na boca feito aquelas fotos de emoxinhos. Eu já tive um período emo da minha vida, só que a Lene me encheu de tapa na cara, eu lembro bem disso.

Eu tava em casa trancada no banheiro passando lápis, aí quando eu sai a Lene tava me esperando no corredor e eu passei correndo pro meu quarto. Ela me parou no meio do corredor e me viu com um olho tão preto que parecia um buraco negro, ou então parecia que alguém tinha batido a quina da mesa no meu olho. Eu nunca fui de usar maquiagem, e o meu cabelo tava todo de lado. A Lene só olho pra minha cara e disse berrou cuspindo folhas de alface em mim: “ QUAL É SEU PROBLEMA? VOCÊ BEBEU, É REJEITADA? VAI TIRAR ISSO JÁ SUA VADIA!”, e me deu um tapa na cara antes de me jogar no banheiro. Eu nunca vi a Lene tão brava em toda minha vida. Tá legal, eu já vi, mas eu prefiro não comentar o episódio que a Lene saiu no tapa no meio do corredor com a Carly. Aquele dia todo mundo descobriu que a Carly põe aplique, beijos.

- Vocês dançam Break the Ice? Vou começar a me atentar a fechadura do quarto dela, e sim, você me alicia sim, rebolando sua bunda ou então quando fala com seu primo. – disse ele enquanto passava a perna pela minha (?). SOCORRO, DUDA MCKINNON QUER ME COMER! Não que isso seja algo ruim... eu não disse nada. Por que garoto só olha pra bunda? Em vez ficar procurando um dente podre ou então uma unha encravada na menina, não, é só a bunda. Tudo bem que eu também olho primeiramente pra bunda e depois para outros locais, mas eu posso dá licença? MENINOS NÃO PODEM!

Dicas ridículas que você nunca deve seguir de Emmeline Vance: pois bem, estamos aqui mais uma vez com o programa de jovens encalhadas que não movem os músculos bucais pra beijar há mais de uma década e que só os usa pra engordar cada vez mais e ficar longe do sonhado manequim 38, que só cabem em modelos anoréxicas que da última vez que comeram chocolate foi há 5 minutos antes de vomitar no vaso sanitário, como uma lacraia podre. Enfim, quando você cruzar com um bofe escândalo na rua, digo cruzar de encontrar, sem maiores sentidos, você por favor não atravesse a rua, porque hoje em dia homem bom não se encontra em qualquer prateleira de supermercado, muito menos planto árvore na sua casa.

Após o encontro e a troca de calor entre vocês, analise. Primeiramente olhe pra bunda dele. Se está for do seu agrado olhe para o rosto, já que não queremos comer ficar com ninguém que seja típico de substituir o Shereck no próximo filme. Se o rosto for lindo e comestível o suficiente você olha para os músculos. É óbvio que ninguém achará um Marcon Phelps por aí, já que homem bom hoje em dia já está encoleirado, embalsamado, com GPS e chip de sinalização, porém nós nunca devemos perder as esperanças, já que elas por si só já não pensam como nós. Se ele seguir suas qualificações, finja que torceu o tornozelo e aclame por ele. Tudo acaba num motel.

Minhas dicas são as melhores né? Tipo, meu sonho é ter um programa igualzinho ao do Paul O’Grady, assim um dia eu poderei agarrar os garotos do McFly. Isso daria recorde de audiência, eu tenho certeza que eu renderia muitos pontos. Ou então eu seria processada por abuso sexual e isso me lembra que eu tenho uma resposta pra dar pro Duda.

- É impressão minha ou você está com uma ponta bitelosa de ciúmes do meu primo? E quanto a minha bunda, olha pra ela mais uma vez que eu garanto que vai ser a última. – disse eu enquanto dava um soco na perna dele e colocava-a no devido lugar. As pernas ocupam muito espaço e nós devíamos comandar eles. Ou talvez a gente já comande e só eu não saiba disso, ainda. Mas tudo bem, um dia isso ainda sai no noticiário.

- Eu não vou mentir. Você sabe muito bem que nós precisamos conversar sobre a gente, essa situação já tá cansando nós dois. Você sabe o que eu sinto por você, e não é só tesão pela sua bunda. – nossa isso realmente foi tão animador. Eu fiquei sabendo que pelo menos um menino da face da terra não tem tesão pela minha bunda. Por mais que eu goste mutio do Duda eu tenho medo demais pra tentar qualquer coisa com ele, e além de tudo, seria meio estranho eu ficar me amassando com o irmão da minha melhor amiga. Alguém de dá um clone do Duda que não tenha uma irmã que seja minha melhor amiga? Aceito doações.

- Olha, o que é mitose mesmo? – disse eu enquanto tentava desvirtuar do assunto. Quando eu realmente não sei o que falar eu fico com dores de barriga e isso meio que me dá uma confusão mental. Se bem que ultimamente eu tenho andado com uma fome que eu seria bem capaz de eu atacar uma mosca e come-la em mil pedacinhos (?). Eu precisaria de uma pinça e eu acho que eles cutucam demais, então negócio fechado (?).

- Mitose é o processo pelo qual as células eucarióticas dividem seus cromossomos entre duas células filhas, trocando em partículas, é o filho que vai nascer. Porém toda essa coisa não explica o que nós sentimos e muito menos nossa história. – disse o Duda enquanto olhava pra mim e pegava na minha mão me fazendo suar feito as cataratas do Iguaçú. Essse menino me provoca produções de hormônio. Ninguém disse nada, minhas pernas assumiram o controle e ficaram meio excitadas com a aula de Biologia, obrigada.



- Então, o que você sente por mim? – disse eu enquanto olhava fixamente pra ele nos olhos e ouvia o sinal tocar. QUÊ? NÃO ERA ISSO QUE EU IMAGINAVA, EU ODEIO BIOLOGIA DUDE! Justo agora que ele ia dizer que ama e a gene ia se beiajr comer publicamente essa bosta resolve zunir na cabeça de todo mundo e dar confusão mental. Ou talvez ele só fosse dizer que gosta muito de mim, mas não quer nada sério. Se ele não quer nada sério, ele que procure uma biscate pra se amarrar.

- Vamos lá, ou a gente tá interrompendo alguma coisa? – disse a Dorcas enquanto se achegava no cafofo (?) e ia me ajudando a enfiar a apostila dentro da minha big bag. Eu sinto que essa mala derruba tudo por onde eu passo, ou ainda só tenha sido impressão minha quando eu vi o John caíndo feito um saco de batatas inglesas no corredor e ser sufocado com uma pilha de livros. Tem que ser ir inglês tá legal? A nacionalidade é muito importante, ja que o John não é nenhum indigente, se é que você me entende.

- Nada não, vamo logo cambada. – disse eu enquanto saia da sala com as meninas e íamos para o corredor largo e fedendo a vômito com uma razão mútua de gente (?) e deixa o Duda ver navios, digo mitose. Não em pergunte o que é isso, eu li em um livro e achei bonito de falar. Eu adoro decorar frases bonitas e depos ficar dizendo elas por aí, até o dia em que eu ofender alguém e for presa, ficando numa sela cheia de presos sedentos de atividade sexual.

- Onde a gente vai ensaiar hoje? – perguntou a Lily enquanto a gente passava por um mutuera de gente que quase engoliu nossas roupas e nos deixou despidas. Esse colégio precisa de maiores seguranças ricos e gostosos, eu pressinto isso com fé e vontade.

- Lá em casa, assim a gente também faz as coisas da sua campanha. – disse a Lene enquanto apontava pra Lily e dava uma piscada. A Lene não vai desistir desse idéia, do jeito que ela é, é mais fácil o Brad Pitty declarar que é do que ela desistir disso.

- Os meninos disseram que iam passar aqui pra gente ir juntos. – disse o Duda enquanto alcançava a gente todo esbaforido, parecendo o Felipe Massa quando sai do furgão dele (?). E que furgão hein? Prefiro não comentar. Brasileiro é gostoso, vamo combinar. Segundo uma revista de fofoca aí que eu não leio, só de vez em quando, quer dizer, todo dia, o brasileiro é o cara mais satisfeito sexualmente. Abafa o caso.

- Só espero que as baranguétis não resolvam dar chilique, eu não tô a fim de descer a mão em ninguém hoje. – disse eu enquanto analisava minhas unhas. Eu fiz elas ontem, eu não quero quebrar as coitadas nem mesmo achar caroços de caspa embaixo delas (?). Meu tapa dói, eu sei disso, eu já provei o poder (?).

- Elas faltaram, não percebe que o ar tá mais fresco hoje? Nem pernilongos deu cria hoje. – disse a Lily enquanto aspirava alguma coisa. Talvez o ar (?). É TÃO BOM A LIBERDADE! Eu me sinto tão bem quando atravesso o portal mágico da Xuxa (?), ou melhor o portão do meu colégio, que é tão pequeno que nós cinco não passamos juntos.

OLHA O QUE EU VEJO! Você não pode ver, se fudeu. Como eu estou de T.P.M hoje façam o favor de não me contradizer a não ser que você queira que a autora fique mais de dois meses sem postar, o que nunca seria o caso a não ser que ela tem sido dada como desaparecida. Ao é nenhuma surpresa o que eu tô vendo. O jardim da escola. É isso o que eu vejo, o jardim com os garotos encostados na árvore que meu primo queria me comer, isso não me traz boas lembranças. Definitivamente, mas eles trazem mais do que isso (?).

- Hey! Tudo bem com vocês? – perguntou o Remie, enquanto cumprimentava a gente com o Sirius. É impressão minha ou falta alguém aqui? Pensa Emmeline, coloca esses fios loiros pra funcionar. Eu acho que quem tá faltando é o Barney, ou então o Chapolin. Mas que eu me lembre eu não nunca vi a Lily ficar com essa cara só porque o Barney não está no recinto. O JAMES! É O JAMES QUE FALTA! [ N/B: não me diga :Q ]

- Tudo. Cadê o James? – disse eu enquanto olhava pra trás dos meninos. Vai que ele virou um gnomo e ninguém percebeu? Já aconteceu isso comigo. Tudo bem que foi no Dia das Bruxas e eu tava com uma fantasia bonitinha ridícula de abóbora. Só me reconheceram pelo laranja florescente que irradiava de mim (?).

- Ele disse que era pra gente ensaiar na casa de vocês, porque ele tinha um assunto que só ele podia resolver, e aí depois ele vai pra lá. – disse o Sirius enquanto apontava pra Lene e pro Duda e se posicionava do lado da Lene. Credo, o James é tão cheio de mistérios (?). Parece até filme da Xuxa com o Luciano Zafir.

- A gente já ia pra lá mesmo, tem coisa da campanha da Lily pra fazer. – disse a Dorcas enquanto enrolava o cabelo dela, o que não surgia nenhum efeito já que ela entupiu ele de creme alisador. Dorcas má (?).

- Campanha da qual eu não aceitei, dá licença? A Marlene me obrigou.– disse a Lily enquanto ajeitava o cabelo e dava a mochila pro Remus carregar, pra amarrar o sapato, ou então de folgada que ela é mesmo. Eu acho a resposta dois mais sensata, quando a gente fala dela.

- Marlene má (?). – disse o Sirius enquanto a Lene subia nas costas dele e ia de cavalinho. Coitado vai chegar sem a coluna vertebral lá. É impressão minha ou eu sou a única nesse grupo que não tem alguém pra subir nas costas? Desde que a Lene teve aquele encontro no parque com o Sirius eles estão mais amigos, escuta o que eu digo, a Angel vai comer capim. Mas o amor é assim, é que nem capim, sempre vem uma vaca pra acabar com tudo.

- Vamo embora, eu tô com sede. Eu dou tudo por um suco de melão. – disse a Dorcas enquanto rodava os olhinhos feito mariposa (?). Eu tenho medo de borboletas, elas picam, fiquem sabendo disso. FIM AS BORBOLETAS!

- Não pensa que a nossa conversa acabou. – disse o Duda enquanto me puxava de lado e dizia isso baixinho só pra eu ouvir. Eu não me responsabilizo por arrepios na nuca.

- O jogo só acaba quando eu dou as cartas. Se eu ainda não abaixei as cartas, ele não acabou. – disse eu enquanto me virava pra ele, piscava e sai correndo pra me pendurar no Remie.

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Narrado por: Dorcas Meadowes.
Humo: apertável (?).
Pensando em: melhor lugar pra beijar o Remie.


ÁGUA, ÁGUA E MAIS ÁGUA! Alguém, por favor, me dá o Oceano Atlântico pra eu beber? De preferência bem gelado e com adoçante, porque com a sede que eu tô eu simplesmente acho que faria muito mais do que abusar sexualmente da água. CULPA DE QUEM? Da Marlene. Se não fosse ela ter tido a idéia mais legal da minha vida ridícula de apostar uma corrida da nossa escola até a casa dela e cavalinho pocotó.

Eu preciso rever meus conceitos. Se eu quero virar uma vadia louca que sai pelos faróis de Londres com a bunda empinada dependurada num cara gostoso e deixar ele morrer e defecar depois de carregar o equivalente a 900 sacos de batatas inglesas, daquela que você fica descascando e sai aquele caldo nojento, eu continuo andando com as meninas. Agora se eu quiser ser uma pessoa bem-sucedida que não tem como planos ser posta numa clínica de reabilitação, dividindo o quarto com os filhos da Britney, eu preciso começar a andar com o Max, o nerd mais nerd dos nerds que são nerds do mundo nerd da nerdice.

Mudando meio que totalmente de assunto, alguém já viu a cara dos filhos da Britney? Coitados, eles devem ter cara de cavalos, já que a mãe deles tomava aquelas drogas. Elese devem ser parentes da Emy. GENTE, A EMY É CAGADA DE RICA ENTÃO! De jeito nenhum eu deixo de andar com ela, eu nunca disse isso na verdade, eu disse meninas, e meninas inclui todas as pessoas que nasceram com um aparelho reprodutor feminino no meio das pernas e com peito, o que não é meu caso, o ou seja, eu sou uma travesti e minha mãe surta só de pensar em contar isso pra mim.

Eu acho que nós devíamos chamar a Britney de Sra.Spears. Não é só porque ela já ficou com mais de trocentos famosos, isso inclui o Justin, e sabe-se lá o que eles fizeram e ainda mais onde, ou então porque ela faz um filho com cada homem, ou ainda ela tenha uma capa de gordura muito grande espessa, gosmentas e melequenta que nós temos tanta intimidade assim. Só tem intimidade com ela quem já viu ela nua e crua, e não é nosso caso. Ou talvez seja, porque tem cada foto dela, a última foi aquela dela fazendo top less no carro. Agora me diz: DORCAS MEADOWES PODE FAZER TOP LESS? Não, porque simplesmente ela não tem peito e principalmente ela não tem um carro com aqueles tetos que você põe a cabeça pra fora e grita: “ EU AMO HOLLYWOOD E JÁ DEI PRO BRAD PITTY”.

Eu não sei porque eu gosto de falar da Sra.Spears. Eu acho que ela é meu exemplo de vida (?). Espera alguém escutar isso, eu acho que levam pra guilhotina antes mesmo de eu pedir um banana split com muito chantilly como último desejo, ou talvez um cara bem gostoso, ma soa mesmo tempo bem fruta pra cortar minha cabeça, assim ele fica com pena, a gente sai num cavalo branco com uma pata quebrada e vive feliz para sempre, assim como naqueles contos idiotas aonde uma pé-rapada que limpa chão pega o cara mais gato da festa. Faça-me o favor iludir crianças é um crime muito abusivo, afinal, elas vão crescer pensando que um dia serão bonitos e podres de ricos e que vão poder catar todo mundo que quiser. A vida não é assim, a vida é de quem põe silicone, obrigada.

Isso me lembra quando eu era pequena e colocava com as meninas as roupas das nossas mães. Eu fica tão obesa, ma são mesmo tempo me achava tão gostosa (?). Até o dia em que eu cai da escada com o salto da minha mãe e bati a cabeça. Ela começou a sangrar e eu coloquei uma fita e fui pra cozinha com as meninas lanchar. Eu só lembro da minha mãe ter dito: “DORCAS, CHUCK NÃO EXISTE MEU AMOR!” e sair correndo. Quando eu cheguei no hospital eu tinha um risco de sangue na cara, aí que eu comecei a chorar. As meninas? Bom, elas ficaram cutucando minha cabeça pra gente brincar de médico. Legal, é bom saber que seu um dia eu sofrer um acidente eu vou servir como estudo pra elas.

Sabe, eu preciso falar uma coisa que me aflige muito, então você aí escute e cale a boca. Alguém me explica como Marlene McKinnon saiu com o Sirius Black, no parque escuro e sombrio, às latas horas da madrugada e eles não fizeram nada? Se a gente tivesse falando da Maria Teresa de Calcutá tudo bem, mas não, é Marlene McKinnon, a vadia louca da pré-história (?). E pior, como a Lily saiu toda descontrolada e não encostou o James num canto qualquer? Ou elas são muito bestas ou elas são muito bestas, hum. Mas um dia eu super isso e quem sabe talvez eu supere daqui cinco minuto a minha dor na coluna.

- ADIÓS MUCHACHOS! – disse o Sirius enquanto entrava na casa da Lene mostrando a língua pra gente, depois dela ter aberto a porta para os dois entrarem correndo, como pocotó. Ele vai ver aonde essa língua vai parar daqui a pouco. Isso não é justo, o Remi teve que carregar dois sacos de batata, digo eu e a Emy, já que por algum motivo ela não quis subir nele (?) e a Lily desceu certinho no dito cujo (?). Sem trocadilhos, por favor.

- HIJO DEL PUTA (?) - gritou o Remie enquanto adentrava na casa da Lene e se jogava com todo mundo no sofá. Tá todo mundo vermelho, eu não sei porquê. Parece que eles correram maratonas, tipo aquela prova que todo mundo um bando de loucos que não tem mais o que fazer teve que nadar 10.000 metros na olimpíada, na água. [N/A: não, cimento, Dorcas .-. ].

Que coisa mais tesuda, o Remi fala espanhol. Se bem que o Sirius também fala espanhol. Imagino as coisas que eles falam, ganha de mim quem falar francês (?). Teve uma época que a Emy começou a ter aula de francês e ai ela só falava francês e ai a gene boiava. Até o dia que eu mandei ela se fuder em francês e ela ficou com medo da minha pessoa.

- Duda Lesado Lerdinho feito caramujinho. – disse a Lene enquanto se ajeitava no sofá e apontava o dedo pro irmão dela que ia entrando na sala com a Lily na garupa e dava uma tapa na bunda dela pra ela descer. Eu tesão pela bunda da Lily, e aí? QUAL É O PROBLEMA? Eu tenho tesão pela minha melhor amiga. Parei.

- Ui gostoso, desce com jeito que eu desço com gosto (?) – disse o Sirius enquanto levantava as sobrancelhas e apontava pro Duda também. HDASIOHDASIODHASIODSHIOSDAHIOSDAH, desce com jeito que eu desço com gosto é tão erótico (?). O Sirius sabe se comportar eroticamente entre quatro paredes, não que eu já tenha provado, mas estudos químicos comprovam.

- HIOASDHIODASHIO, viado. – disse o Remie enquanto jogava uma almofada na cara do Sirius e fazia ele engolir pena. Se eles continuarem com esse comportamento eu acho que vou preferir instalar uma babá eletrônica na minha casa antes deles adentrarem o recinto. Eu ainda quero minha estátua de argila que eu fiz na primeira série no lugar aonde ela está. Eu era tão inteligente que eu fiz um fezes com a argila. Minha mãe sempre disse que eu era uma criança prodígio. Talvez minha primeira palavra tenha sido bunda, não sei ao certo.

- Tô cansada. – disse a Emy enquanto escorregava feito uma coisa gosmenta do sofá pro tapete da casa Lene. O tapete da casa da Lene é sedutor, toda vez que eu olho pra ele eu tenho vontade de fazer várias coisas, que eu prefiro não comentar, se não essa fic terá que ser baixada pra maiores de 18 anos. Ou aumentada. AH, VOCÊ ENTENDEU!

- De fazer nada, sua loira dementuosa. – disse a Lily enquanto se jogava encima da Emy e ela soltava um barulho estranho (?). Tá um tal de se jogar aqui. UI SE JOGA GOSTOSO! Tá legal, eu prometo começar a pensar nas minhas palavras antes de sair cuspindo elas com alface por aí.

- Dementuosa vem da onde? – perguntou o Remie enquanto fazia uma cara de assustado. Prefiro não comentar da onde vem sabe, se eu contar a história do dementuosa ela é muito contagiante e todo mundo vai virar demente, e o mundo é dos NETS (?).

- Da puta que pariu. Do francês olevoá. – disse a Emy enquanto chutava a perna do Duda de cima da mesa de centro que fica no centro (?). Eu preciso beber água antes que eu faça xixi nas calças. Minha bexiga implora por água, ou será xixi? Eu só sei que eu preciso beber, cair e levantar –q.

- Eu preciso beber antes que a água ganhe o inquérito de abuso sexual. – disse eu enquanto ia pra cozinha e abria o armário. A geladeira da Lene é uma Brastemp gente, olha que coisa mais de rico. A minha não é Brastemp, eu acho que ela é Eletrolux. O WORD É PRECONCEITUOSO! Brastemp ele não dá como erro de português agora, só porque a minha geladeira é Eletrolux aí ele chuta o pau da barraca. Mas ele vai ver, eu vou ter uma conversinha com o Bill Gates e vou mandar ele sair um pouquinho de circulação.

- Ãhn? Dorcas, eu já disse que é pra você beber leite e não margarina de manhã (?). – disse o Sirius, meio que berrando e fazendo a vizinhança inteira escutar que eu bebo manteiga. Isso me lembra que eu tenho um trabalho de espanhol pra fazer em espanhol, mas eu não fiz ainda.

- Desce ne mim Sirius. – disse eu enquanto bebia um pouco da água e simultaneamente abusava sexualmente dela, com muito gosto. Hoje a água tá mais gostosa que ontem (?). Ela andou passando hidratante nas pernas e está com um sabor muito comestível. Eu acho que deveria sair suco dos bebedouros da nossa escola, assim todos ficaríamos com bigode de suco depois que a gene tomasse e não íamos mais precisar de depilação pro busso (?).

- Skol, desce redondo (?)- disse eu enquanto bebia mais um gole de água e me afogava nele, já que é muita água pra uma única faringe. Odeio me engasgar, principalmente com aqueles comprimidos que parecem mais supositórios do que qualquer outra coisa. Ou eles sejam outra coisa e ninguém me avisou. Preciso ter conversas sérias com a minha mãe.

Eu estou ficando reamente muito revoltada com essas Olimpíadas. Aposto que você pensava que eu sou tão burra que não sabia nem que tava tendo Olimpíadas. Acontece que eu sou uma menina muit bem informada (?) e que graças a um salário gordo de mamãe tem um TV com transmissão dos jogos. E que jogos, ou melhor jogadores. BRASILEIRO É GOSTOSO! Olha para aquele Cielo, aquilo ali não é um homem, aquilo ali é um deus importado do país das fantasias sexuais. E os homens da seleção brasileira de vôlei? A Stephanie Brito que me desculpe mais aquele Pato é de comer em pé, sentada e de costas (?). O que me irrita é que aquele bando de chinês falando enrolado. ELES NEM SABEM O QUE É GOSTOSURA!

Eu acho que posso ser considerada chinesa, tanto porque eu tenho 6% de bunda tanto que eu sou tão esperta que eu disse pra minha mãe que os japoneses fizeram uma puta abertura. Eles se acham só porque colocaram um bando de gente pra tocar tambor, isso até índio faz. ELES GOLPEARAM A GENTE! Eles disseram que aquela menina cantava e ela não cantava porra de caralho coisa nenhuma. Eles pensaram que essa mentira ia durar até quando?

- SEUS BANDO DE DESNATURADO! EU TENHO CARA DE ACORDEÃO DO CHITÃOZIHO E XORORÓ (?) – eu ouvi a Lene gritando lá da sala enquanto o grito agudo dela de Hayley Williams penetrava meus ouvidos. Se a Lene não cantasse na BgBand ela podia substituir a Mulher Gorda naquele filme do menino bruxo que tem um bagulho na testa, hihi. Credo, a Lene deve ter sido estrupada ou algo do gênero. Fala arbusto, você enrola a língua. É meio que completamente estranho.

- É O HOLOCAUSTO! CUBRAM SUAS CABEÇAS (?). – disse eu enquanto me atirava no sofá e jogava uma almofada na minha cabeça. Sem querer eu cai em cima do Remie. Ui Remie, desce comigo desce (6). Pode-se dizer que eu literalmente me jogue de verdade. Eu queria saber o que tá acontecendo, porque eu não sou do estilo merda pra ficar boiando.

- Quê? – perguntou o Sirius com cara de eu fiz suruba não lembro com quem. Quando a Lene surta é melhor todo mundo se esconder, sabe-se lá o que ela é capaz de fazer. Ela demora pra surtar, mas quando surta ela dá com a cabeça na privada (?). Eu ainda terei um carro corno, se Deus quiser. Alguém já percebeu que a maioria dos signos tem um chifre na cabeça? Coitados, nem mesmo os animais são respeitados.

- Marlene assassina McKinnon. – disse o Duda enquanto jogava uma almofada no Remie e ele caia pelo tapete, feito água decente da nascente (?). Remie é como água, mata a sede de todo mundo (?).

- Bando de abacaxis azedos. Eu tenho cara de César Cielo, só pode ser. Se bem que isso não é ruim, ele é bem gostoso. – disse a Lene enquanto fazia uma cara de pensativa e levantava as sobrancelhas juntas como se ninguém ali tivesse percebendo a tara dela. Hello, Sirius Black tripegável está na sua frente.

- Eu sou mais gostoso que ele, come on. – disse o Sirius enquanto levantava e fingia começar a fazer um strip. Esse capítulo tá ficando muito erótico. É óbvio que ninguém vai fazer strip aqui, porque todos nós somos santos demais pra esse tipo de coisa, e eu tenho um GPS embutido feito armário pela minha mãe.

- Sirius livre-nos do seu tesão, por favor. Sua bunda não é bipegável, não tri. – disse a Emy enquanto dava um chute na bunda dele e ele caia no chão feito criança que fez merda e quer esconder, típico episódio do laço da cabeça. Mas um dia eu supero isso, um dia, quando eu substituir a Oprah.

- O que aconteceu aqui, falando irlandês agora. – disse eu enquanto sentava do lado do Sirius no chão. Eu já disse o tapete da Lene me seduz. Sabe, eu concordo que bunda do Sirius é bipegável, não é feito a do Remie. Aquilo ali é bunda de macaco-prego (?).

- Aconteceu que essa criatura me fez gastar meu tanquinho até aqui pra ensaiar, sendo que todo o nosso equipamento tá na casa do Jay. – disse a Lene enquanto sentava em cima do Sirius. Digo paralelamente no sofá, não em cima de em cima. Eu preciso analisar. Então o Remie carregou dois sacos de batata até aqui por nada, já que não tem material. Problema é dele (?), já que eu não sinto minhas pernas.

- Fui eu que te carreguei, detalhe. – disse o Sirius enquanto fazia nada. Eu já disse que tem uma hora que todo mundo não tem mais o que fazer na fic, então todo mundo só diz a coisa e pá, acabou a fala do personagem. O Sirius tá falando demais.

- Eu carreguei duas. – disse o Remie enquanto apontava o número três com as mãos. Coitado, a professora não deve ter ensinado ele a mexer na caixa de areia. Remie, vem aqui que eu te ajudo a mexe na caixa (?). DÁ LICENÇA, EU TÔ TENTANDO AJUDAR? Sem maiores trocadilhos, eu só quero ajudar ele a superar um trauma.

- Duda se você me chamar de obesa eu juro que o elefante vai te soterrar. – disse a Lily enquanto dava tapas no ombro do Duda. A Lily precisa controlar a raiva dela, não é batendo no irmão da melhor amiga e deixando o menino quase morrer que grandes coisas vão acontecer. Só hematomas.

- Beleza, eu carreguei um urubu pra ficar com dor nas costas. O que a gente faz agora? – sua besta, que pergunta mais imbecil. Aonde já se viu perguntar uma coisa dessas, assim. ISSO É UM PROBLEMA FAMILIAR! Vamos nos reunir e rezar em nome de Deus (?). A pergunta é tão besta que eu não sei a resposta.

- Bom, vamos eu, a Lene, a Emy e a Lily buscar as coisas, afinal elas são as únicas que sabem pegar as coisas lá. – disse o Sirius enquanto levantava e ia se ajeitando, digo puxando as calças pra baixo da bunda (?). Prefiro não comentar esse tipo de coisa, eu sou muito nova pra ver isso.

- Por que você sempre enfia minha irmã no meio? E por que você, não o Remie? – disse o Duda. Não, minha avó Dorcas. REALIZA, QUEM É O ÚNICO COM IRMÃ AQUI? Eu preciso começar a medir minhas palavras, sabe. Eu não tenho culpas que elas são grandes o bastante pra ficarem saindo daqui pra lá. Sabe, o Duda não deixa de ter razão, assim como o lance da mitose. O Sirius sempre acha um jeito de enfiar a Lene nas coisas (?).

- Isso é um problema sexual dele (?). E fica tranqüilo, ele não vai abusar de mim. – disse a Lene enquanto fingia dar um chute na bunda da frente do Sirius (?). Eu prefiro confiar na hipótese que é mais fácil a Lene abusar do Sirius, mas como eu sou uma boa amiga eu prefiro não garantir chantagens com a menina.

- Eu não quero invadir a casa do Jamie. Ela é muito gostosa pra ser invadida. – disse a Lily enquanto deitava no sofá por cima do Remie e do Duda. Eu vou bater nela, escuta o que eu digo. Essa menina tá perdendo o senso do gostoso. EU preciso de um árvore, com licença estou indo ao orelhão encomendar uma. Do jeito que as coisas andam daqui a pouco a gente vai se alimentar de alpiste ou então a água vai virar enlatada.

- Do jeito que o Sirius vive lá, é mais fácil o cachorro correr atrás de vocês do que dele. – disse o Remie enquanto tirava meleca do nariz (?). IASDOHDIOASHODSIHOSDIAHOIDAS, mentira. Eu tive um surto aqui, é que eu fiquei realmente imaginando a cena do Remie tirando caca do nariz, iria ser hilário gente. Sirius mau (?).

- Beleza então. Vocês ficam ai, enquanto a gente vai lá. UM, DOIS TRÊS E JÁ! – disse a Lene enquanto pulava no Sirius e os dois saiam pela porta correndo, de pocotó de novo. Essa coisa de pocotó tá ficando muito obscena pro meu gosto. Tudo quanto é hora é gente pulando e metendo as pernas nas costas do outro. Agora a Lily e a Emy tão olhando pra gente com cara de WTF?

- É melhor concordar. IRRAAAAAAAAAA! – disse a Emy enquanto pulava em cima da Lily e batia na bunda dela pra ela sair correndo. Legal, agora só resta eu , o Remie e o Duda. Isso é tão cheio de tesão (?). Eu adoro quando me excluem das coisas, eu me sinto tão excluída (?).

- Eu vou tomar banho. Qualquer coisa berra incêndio. – disse o Duda enquanto tirava a camisa e ia subindo a escada. Ui, delícia (?). Mentira, ele é pegável, mas eu prefiro outros tipos físicos e além de tudo, eu não sei mais o que dizer pra me defender.

- Qual vai ser o nome do seu filho? – perguntei eu pro Remie enquanto dava risada da cara dele. Ah cara, eu tenho vontade de perguntar esse tipo de coisa, sabe. Se eu tiver uma menina ela vai se chamar Pocahontas (?), digo Melina, é que uma mistura do nomes das meninas. Se for menino vai ser chamar Suricate (?), digo Danilo. Agora se for hermafrodita ele vai se chamar Shehe, entendeu? She e He. Dãr, pra quem na sabe é ele e ela em inglês; DESCULPA,MAS EU TENHO NÍVEL SUPERIOR COMPLETO (?).

- Tandercats. – disse ele enquanto dava risada e se arrumava no sofá e começava a cagar de rir. HDIASHDOASIHASDIOHDASIODHASOIHASDIOHASDIOHASD, eu assistia Tandercats. A irmã da autora de 30 anos assistia Tandercats quando tinha oito, pra você ver como aquela espaço-nave já devia ter enguiçado há muito tempo.Tandercats for you (?). – E você?

- Eu não sei se eu vou ter filhos, mas se ele for hermafrodita ele vai se chamar Shehe. – disse eu enquanto esperava um surto aleatório de risada e ele começou logo depois do fim da frase ridícula. QUALÉ, É PRA RIR! Tá vendo? Só o Remus me entende, por isso que eu vou casar com ele e ter vários filinhos hermafroditas.

- HASDHIODASHIOASDHIOASD, não teve graça. – disse ele enquanto dava risada (?). Eu realmente queria entender qual é o problema dos garotos. ELES SÃO REJEITADOS POR ACASO? Às vezes é bom levar um fora, só não é bom quando você começa a virar uma Dorcas encalhada da vida, aí o bagulho fica sério. Por favor, não deixem seus filhos serem criados numa selva (?). Alguém já percebeu que o Tarzan mora no meio do NADA, repito NADA, só no meio de folhas e ele sempre tá com a barba feita? Se alguém souber resposta me avisa por favor, eu tenho pesadelos com isso.

- Palhaço, ridículo, estúpido. Credo, pareço até meu pai falando quando tá com raiava q (?). – disse eu enquanto dava chutes na canela do Remito. Remito me lembra palmito que lembra uma coisa que eu prefiro não comentar. Eu não sei porque eu disse isso, eu realmente odeio falar do meu pai, eu preferia ter nascido filha de chocadeira do que filha do meu pai (?). Eu não odeio ele, mas eu prefiro manter o máximo de distância possível dele.

- Você mora com seus pais? – perguntou ele enquanto fazia uma cara de anjinho. Ui Remus, venha me fazer de anjinha (?). Tá bom, parei. Eu to ficando cansada de escrever o que eu penso. A autora não tem o direito de fazer esse tipo de coisa, isso é a minha intimidade, eu quero ver quando ela expuser os desejos sexuais dela (?).

- Não eles são separados, completamente. Isso inclui eu do meu pai também. Ele não era o tipo de cara que eu tinha orgulho de dizer que era meu pai, machista ao extremo. – disse eu enquanto olhava pra ele. Sinceramente, o Remus me trás uma segurança que eu só consigo sentir com as meninas, e talvez com a minha mãe. Eu não sei explicar isso, talvez Froid saiba (?).

- Meu pai sumiu de casa quando eu nasci, só vive eu e minha mãe. Pra mim é como se eu não tivesse pai. – disse ele enquanto olhava pra mim. TADINHO DO REMUS! Eu vou adotar ele gente, ai a gente pode fazer uma família feliz (?). Nossa, falando sério agora. Que tipo de pai largaria o filho e deixaria ele por aí? Tipo, tudo bem que em alguns países isso é digamos que comum, se bem que largar uma pessoa feito um bebê não é nada comum, é uma coisa que merecia uma prisão ou algo desse tipo, mas aqui isso não é nada normal.

- Quando eu nasci meus pais viviam brigando, eles esperaram eu “crescer” pra se separar, alegando que não queriam me magoar quando pequena. Aconteceu exatamente ao contrário, eu vivi numa infância cheia de briga, discussão e pá. – disse eu enquanto rodava os olhos. Eu to ficando com fome sabe? Eu vou atacar o primeiro boi que aparecer aqui.

- Meus pêsames (?). Eu não sei o que dizer quando alguém passou a infância assim. Eu não tive esse problema, quando eu nasci meus pais já eram separados. Eu nunca vi a cara do meu pai, nem sei ao menos se eu me pareço com ele. – disse o Remus enquanto dava. Que tipo de pessoa ri quando alguém fala isso? ELE TÁ RINDO DE MIM! Remus eu vou te prensar na parede e você vai ver minha veracidade (?).

- Relaxa, meus pêsames (?). – disse eu enquanto aplicava um sotaque carioca na frase e cuspia pra todo lado. Eu sempre quis nascer carioca, assim eu seria, peituda, bunduda, teria uma praia ao meu dispor aonde eu comeria do bom e do melhor, isso inclui e atores e atoras (?). Não, eu não sou lésbica.

- A gente tem algumas coisas em comum, oi. – disse o Remus enquanto dava um sorriso. Meu Deus, porque tu não me fizeste nascida filha de pasta de dente? Meu sonho de consumo sempre foi ter uma daquelas escovas de dentes giratórias, mas eu nunca tive, porque é muito cara e mamãe de Dorcas não caga dinheiro todos os dias, só de vez em quando (?).

- Ér, é. – disse eu enquanto sorria tímida (?). Eu sou tímida quando se trata desse tipo de coisa tá legal? Não é porque eu cato 8 na balada quando eu vou que eu tenho que sair catando todo mundo que aparecer. Eu tenho trauma de baladas.

- Deixa eu te mostrar uma coisa.- O QUE ELE VAI ME MOSTRAR? Remie to ficando com medo de ti, cunhaque (?). Deus, eu ainda sou muito jovem pra esse tipo de coisa. São Longuinho, São Longuinho se o Remie não mostrar esse bagulho eu dou 90 pulinhos (?). – Cadê o violão da Madonna?

- Vou pegar. – disse eu enquanto ia até o armário que se posiciona atrás da sala e abria a porta (?). Desde quando armários se posicionam, e ainda mais, atrás da porta? Eu preciso rever meus conceitos. Eu acho que o Remie vai me dar uma violãozada na cabeça, eu vou morrer e todo mundo vai chorar por mim e deixarem escorrer catarro no meu defunto.

Quando eu voltei ao recinto o Remie tava com as pernas cruzadas em cima do sofá, feito de índio, quando a gente vai cantar adoleta na alfabetização. Não gostei da minha alfabetização também, eu sempre caia na hora de correr atrás da pessoa que punhas as coisas nas minhas costas. Se a mãe da Lene ver o Remie com os pés em cima do sofá ela surta e manda o Remie ir pra puta que pariu catar coquinho. Você se pergunta sobre os nossos pais, o que eles disseram sobre a BgBand? Nada, eles disseram que eles deixam a gente fazer, mas que eles acham que as coisas não são assim tão fáceis. Bando de incompetente (?).

- Eu fiz uma música faz um tempo. – disse ele enquanto tirava uma papel amassado e fedido do bolso (?). Amassado sim, fedido nunca. DSIOHASDIOHD. – Ela era pra uma menina, mas aí a gente se desentendeu e eu esqueci ela. Eu tinha prometido que só ia cantar ela de novo quando encontrasse alguém que me entendesse.

- Que foda. (r). – disse eu enquanto dava um sorriso de trinta e dois dentes. Gente que coisa linda, o Remi disse que eu entendo ele. Também, mamãe investiu muito na minha carreira sabe? Ela me pôs na escolinha aos 3 anos de idade, se eu não soubesse falar inglês eu acho que podia me afogar numa cova negra (?).

- Eu não sei cantar muito bem, já que os galãs são o Six e o Jamie, mas eu vou tentar. Tu canta comigo essas partes. – disse ele enquanto apontava umas coisas, eu acho que seriam letras no papel. Não, desenhos paleozóicos. Remie você é meu galã, o meu Gianechinni, o meu Bruno filho do Bernardinho, o meu Giba levantador. O meu Brasil que perdeu as Olimpíadas, mas que ainda é meu (?).

[N/A: só pra constar Dorcas, você mora na Inglaterra. WTF (?) ._.
Isso é desrespeito, não é porque eu nasci nesse fim de mundo que eu não posso gostar do Brasil.
[N/A: continua assim que eu faço uma lipoaspiração na sua bunda :’D]
Tá, parei. Mas você nunca vai me calar. MUHUA.

Depois dessa pausa irritante e besta voltemos à história.

- You can't see, but everything you do I'm closer you. When you fall I help you get up. But you don't can see. I'm shy bu t that’s. Wont make me give up. – cantou ele enquanto fechava os olhos e toacava o violão rosa-choque da Madonna. Gente esse violão tem mais história do que livro da segunda série que mandam a gente comprar pra fazer fixa literária.

- Give me your hand.Together we all. Why do I know that our love is greater than the world. Then only come with me. – cantei eu tentando dar uma de Britney, mas que não deu muito certo e tive que enfiar o rabo entre as pernas (?). Prefiro não comentar.

- [Chorus]
You are in my dreams (Oho! In my dreams). In my life. (Oho! In my life). In everything I do. (Oho! Everything I dooo). Why when I close my eyes only see you. (Only Youu.)
– cantou ele enquanto avançava o ritmo.

- Stay calm now. If we are together in nothing shakes.Our love is stronger than everything. Together we will conquer the world. – cantei eu enquanto desfinava um pouco muito.

- I cant believe this happen right now if this is not love I do not know what is. I only know that with you is that I want to stay.Its more than a song, its loud like a lion roar. – cantou ele.

- Oh, with our love now we're complets. – cantamos nós em únissono (?) enquanto sorríamos e dávamos risadas. Essa parte fico retardada, mas é assim que as pessoas apaixonadas retardadas se comportam.

- I can see when you look me and I'm waiting for a chance to make every dream I have with you come true. – continuamos cantando em uníssono (?).

- You are in my dreams (Oho! In my dreams)
In my life. (Oho! In my life)
In everything I do. (Oho! Everything I dooo)
Why when I close my eyes only see you. (Only Youu.


- You are in my dreams (Oho! In my dreams)
In my life. (Oho! In my life)
In everything I do. (Oho! Everything I dooo)
Why when I close my eyes only see you. (Only Youu.)
– terminamos nós dois.

Quando a gente acabou a gente olhou uma pra cara do outro e começamos a dar risada. Que tosco, a gente acabou de cantar juntos uma música mó romântica e a gente dá risada. Eu realmente devo ter algum tipo de problema. Eu só sei que essa música diz muito mais do que pensei que ela dizia.

- IAAAAAAAAAAAAAAAHU! – eu ouvi alguém guinchar ao entrar na casa da Lene (?). SOCORRO, ESTAMOS SENDO ABDUZIDOS POR ALIENS! Remie me salva. Smepre tem uma vaca pra acabar com os momentos bons da nossa vida, já percebeu? Justo agora que eu senti que algo bom ia rolar (?).

- Viado Potter. – berrou o Remie quanto viu o James adentrando com a Lily na garupa. Tô tão feliz, a Lily arranjou alguém pra se agarrar (?). O JAMES TÁ VIVO! Eu pensei que ele tinha sido abduzido pelos aliens que aqui adentraram. Falando nisso, cadê eles? Eu sou doida pra beijar um alien (?).

- Pó que no te callas? – disse o James. POR QUE TODO MUNDO TEM FORMAÇÃO EM ESPANHOL? Eu sou a única que não falo essa língua enrolada por aqui? Preciso lembrar a mamãe que estou sendo excluída só porque não sei falar enrolado. Desculpem, mas eu preciso rever meus conceitos (?). Eu falei isso o capítulo todo.

- INCÊNDIO! – gritei eu e instantaneamente ouvi passos na escada. Eu sou má. O Duda saia correndo e desceu só de toalha até o patamar da escada. Dorcas Meadowes é o que há. Garotas, em agradeçam mais tarde.

- HASDIOHASDIOHI, peladão. – disse o Sirius enquanto descia a Lene (?). Não descia nela, descia ela tá legal? POR QUE VOCÊS SÃO ASSIM? – Conta pra eles o que você foi fazer.

- Eu terminei com a Jess. – disse ele com uma cara séria.

Isso explica muita coisa.

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