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1. Acerto de contas


Fic: Hogwarts e o começo de tudo.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Uma brisa vacilante movimentava a copa das árvores da reserva próxima a uma área do subúrbio de Preston, uma pequena cidade localizado no sudoeste da Grã-Bretanha. Já escurecia e John Lupin andava impaciente pelo escritório da magnífica casa que comprara para começar uma nova vida com a mulher que amava e a família que buscavam formar. Sua esposa, Laura, se encontrava sentada, lívida, sobre uma poltrona de chintz, seu belo rosto escondido por entre os dedos não ocultava a presença recente de lágrimas e ela soltava um soluço abafado ocasionalmente.


O Sr. Lupin olhava com para todas aquelas estantes e livros desconsolado. Aquilo não soava verdadeiro. Não era justo. Todos aqueles anos trabalhando lealmente a favor do Ministério da Magia e por um pequeno deslize, falara uma pequena bobagem e a vida de sua família estava em risco.


Hoje ele sequer se dera ao luxo de ir trabalhar. Ia saindo pela porta da cozinha para aparatar longe da vista dos vizinhos trouxas quando se deparou com um cadáver todo estraçalhado de um lobo cinzento sobre o capacho.


Ficou em estado de choque. Sabia muito bem o que aquilo significava. Sabia que sua casa estava sendo vigiada 24 horas por dia por um dos assassinos mais procurados pelo Ministério da Magia.


Aquele cuja terrível fama se propagara por acabar com seus inimigos ou ofensores atingindo seus laços mais íntimos e ele, John Lupin, tinha trocado as palavras erradas a respeito de tal bruxo que agora ameaçava sua família.


De repente três batidas na porta despertaram o casal do estado mortificado em que se encontravam.


- Entre.


A porta se abriu lentamente e um jovem Remo Lupin entrou pela porta.


- O jantar já está servido. Vocês não vêm?


A Sra. Lupin reprimiu outro soluço, limpou a face rapidamente e se pôs de pé em um salto.


- Claro querido. Já estamos indo.


John mirou seu filho com ligeiro orgulho. Um garoto perfeitamente normal para seus 9 anos e com um talento excepcional para magia. Era sempre organizado e tinha um tom levemente pomposo que o lembrava sempre de seu pai, Palatino Lupin. Suas feições infantis refletiam os traços da mãe, os cabelos sempre bem cuidados e penteados, caprichosamente no lugar e... Os olhos do pai.


Desde o dia em que Remo nascera, John podia reconhecer o mesmo olhar que sustentara sua vida inteira. A determinação era uma característica forte dos homens da família. Um filho exemplar, sempre cortês... Mas sob a ameaça de perder tudo.


Remo olhou da mãe para o pai mas não se convenceu muito.


- Aconteceu alguma coisa, pai? Mãe?


Laura, que parecia compartilhar os mesmos pensamentos a respeito do filho que o marido deixou escapar uma lágrima e se aproximou do filho, abaixando para que pudesse mirá-lo nos olhos. Acariciou o rosto do garoto por um breve momento e segurou-lhe os ombros.


- Não há nada de errado, querido. Tudo vai ficar bem. Eu e seu pai estamos muito orgulhosos de você e só estávamos conversando sobre o seu futuro. Você vai ser um grande homem, meu filho. Um homem bom, generoso e inteligente. Nunca se esqueça disso.


E perdeu-se em pensamentos mirando-o. Até que Remo cansou-se de retribuir seu olhar e olhou para o pai, que pigarreou.


- Vá descendo com o menino, Laura. Estarei lá em alguns minutos.


Laura levantou-se meio relutante e segurou a mão do filho, conduzindo-o para o andar de baixo. A porta se fechou como um clique atrás dos dois e John abriu a gaveta da escrivaninha e tirou de lá uma caixa pesada.


"Só porque é uma prática antiga não quer dizer que seja ineficaz..." Abriu a caixa e tirou de lá um pequeno revólver que carregou com 6 balas de prata. "Sou um tolo por estar fazendo isso. Por Merlin, sou um bruxo!"


Então se lembrou do que a esposa tinha dito mais cedo naquele dia.
"Todo cuidado é pouco."


Guardou a arma carregada no bolso das vestes e desceu para jantar com a família, possivelmente o último jantar que teriam juntos. Ou em paz.


 


 


- Corra, Remo! Corra e não pare ou olhe para trás!


E sem pensar duas vezes, ele obedeceu. Pulou a grade e disparou pelo bosque em que passava tanto tempo brincando durante o dia com seus amiguinhos da vizinhança. Corria furiosamente por entre os galhos mas não deixava de pensar em seus pais e na situação em que eles se encontravam.


"Eu sabia! Sabia que tinha alguma coisa errada! Aquele lobo morto na porta de casa... Papai e mamãe conversando pelos cantos o dia todo e abatidos... Sabia que tinha alguma coisa errada. Nunca vi nenhum dos dois tão aterrorizados assim!" E Remo parou de correr instantâneamente.


- Pai... Mãe...


E lutando contra seus instintos e a ordem de seu pai, Remo olhou para trás. Ouviu então um uivo que arrepiou os pêlos de sua nuca. Continuou correndo, algumas lágrimas brotando de seus olhos. Não queria nem pensar no que poderia ter acontecido aos seus pais. Desacelerou um pouco para respirar e ouviu um barulho de folhas sendo esmagadas logo atrás dele.


Virou-se lentamente e foi arremessado contra o chão por um corpo muito pesado. Sentiu um hálito quente e úmido sobre seu pescoço e garras afiadíssimas percorreram seu rosto. O cheiro de sangue invadia suas narinas e a dor era lacinante. Antes de desmaiar, se lembrou apenas de sentir uma parte de seu pescoço rasgar, um líquido quente escorrendo sobre sua pele e a dor percorrer todo seu corpo.


 


 


 


Remo recuperou a consciência duas semanas depois do ataque no Hospital St. Mungus para Doenças e Acidentes Mágicos. Sua mãe ficava de guarda em seu leito dia e noite. Toda a juventude que havia antes em seu rosto havia espairecido. Agora haviam círculos escuros em volta de seus olhos, seus cabelos perderam o brilho e nem seu sorriso parecia ter vida. Quando perguntou por seu pai, ela simplesmente resmungou algo sobre 'ter coisas mais importantes a serem feitas'.


Não tinha muita noção do que tinha acontecido, descobriu dias depois que havia sido atacado por um lobisomem. Sabia que lobisomens mordiam as pessoas e as amaldiçoavam, tornado quem quer que fosse mordido em um lobisomem também. Toda noite de lua cheia teria que se transformar em uma besta descontrolada que atacava, mordia e matava os outros.


Depois do incidente, as coisas foram de mal a pior para a família Lupin. John passava a maior parte do tempo no trabalho e sua Laura vivia doente. As noites de lua cheia era sempre muito dolorosas. Remo era levado para o porão da casa e era mantido ali até o nascer do Sol. Até suas esperanças de ir para a escola tinham se perdido quando recebeu uma carta de Hogwarts pelo correio coruja.


Remo jamais esquecera aquela noite. Seus pais berravam no corredor, discutindo que a possibilidade de mandá-lo para Hogwarts era arriscada demais. No dia seguinte seu pai despachou uma carta recusando a vaga de Remo na escola.


Laura Lupin, no entanto, era a favor de que o filho levasse uma vida normal, então escreveu a Dumbledore pedindo que o diretor ajudasse a levar Remo para Hogwarts. O maior temor dela era que o objetivo de Greyback se concretizasse: transformar seu filho em um monstro assassino cultivador de um ódio mortal a bruxos.


O impasse só foi resolvido após uma visita de Dumbledore a residência da família. O Sr. Lupin se enfureceu com a atitude da esposa, mas o diretor acabou convencendo o pai a deixar o filho ir para Hogwarts desde que Remo concordasse em seguir as medidas de segurança estabelecidas.


Então Remo se viu diante do dia mais feliz de sua vida. O dia em que embarcou no Expresso de Hogwarts e se sentiu novamente, apenas um garoto normal.


 


 


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N/A: Eaii, galera, o que vocês estão achando?? xD
Tive que começar com essa parte, não sei vocês, mas eu sempre quis saber como foram os primeiros anos do nosso querido Remo como lobisomem. Obviamente não foram nada fáceis tanto para ele quanto para a família. Imaginei a família Lupin como uma família de classe média que tem uma vida muito boa mas não luxuosa como a dos Malfoy. Deixei o capítulo bem curtinho para não ficar chato e perder o foco, mas pretendo deixar os capítulos maiores.
Devido ao preconceito que a comunidade bruxa tem contra os lobisomens, imaginei que mesmo sendo uma família tão boa, os Lupins provavelmente iriam perder muito, assim como Lupin perdeu. E outra situação delicada foi a recusa de John a aceitar o destino do filho. Não acho que fora por preconceito, mas pelo filho ter de arcar com tais consequências pelos erros que ele havia cometido.
O próximo capítulo já tenho algumas ideias para Lily-Túnia-Sev, podem falar o que vocês acharam, se gostaram, se odiaram, se amaram, se detestaram... Todo e qualquer comentário será bem vindo (:
Beijinhos,


May


 

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Comentários: 3

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Enviado por Lory Tonks Lupin em 20/02/2012

esta incrivel este capitulo por favor continue,simplesmente me encantei pela fic continue!!!

Nota: 5

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Enviado por Giullia Lupin Black em 22/12/2011

Muito bom, continua! Deu pra notar a claridadde dos fatos originais e ricas em detalhes, parabens! Então, posta LOOOOGO! Beijos e boa sorte! Ah sim passa na minha fic ok?

Nota: 5

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Enviado por Neuzimar de Faria em 11/11/2011

Você começou muito bem e parece que tem mais um capítulo interessante a caminho. Continue !

Nota: 5

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