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5. Melt My Heart To Stone


Fic: Amor escrito em música


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Teddy acordou no outro dia deitado em uma cama e coberto por um edredom branco. Aparentemente era a casa dos Lettieri. Não se lembrava como tinha ido parar ali, mas lá era com certeza melhor que o chão da balada onde caíra.


Balada.


Sua cabeça começou a doer com a mínima menção dessa palavra. Não se lembrava de quase nada da noite anterior. Mônica. Tequila. Dançar. Cabelo ruivo. Banheiro. Sonhos acordados. Apenas vagas lembranças.


— Acordou, bela adormecida? – disse uma voz vinda provavelmente da porta.


Tentou olhar para ver quem era, mas sua cabeça latejava pesadamente. Deveria evitar se mover muito se não quisesse sentir mais dor.


— Guilherme? – perguntou Teddy, reunindo todas as forças que tinha.


— Não, não. Sua avó. – Brincou o amigo. – Vou fazer café para você, vai curar essa sua ressaca pesada. Tenta se sentar aí.


Teddy fez um leve sim com a cabeça. Ouviu barulho de passos ficando distantes, seu amigo se fora.


“Legal da parte dele fazer isso”, pensou Teddy, pelo menos isso não fazia sua cabeça doer tanto. “Ele realmente é um amigo legal.”


Seguindo a orientação de Guilherme, Teddy tentou sentar. Não tinha força alguma nos braços, a única força que conseguiu reunir foi para levantar e se sentar, depois seus braços caíram ao seu lado como fantoches fora de dedos, inanimados. Encostou a cabeça na cabeceira e esperou. Minutos voaram rápidos até que Guilherme apareceu na porta do quarto, carregando uma grande caneca de café com fumaça exalando e um cheiro muito bom vindo dela. O garoto andou até a cama, entregou para Teddy, que conseguiu segurar com muito esforço, e depois se sentou numa cadeira perto da porta.


— Cuidado que está muito quente e muito forte. Você precisa de um ânimo.


Teddy deu uma bicada no café, a temperatura realmente era elevada, mas conseguiu animar o corpo sem energia. Sua cabeça latejou pelo excesso de cafeína contido.


— Não tinha nenhuma poção, não? – reclamou Teddy.


— Cara, eu fiz café na maior boa vontade e você vem e reclama, caramba, hein?


— É, desculpe.


— Eu pensei em fazer a poção, mas estava faltando um ingrediente. E eu também estou de ressaca. Mas não exagerei igual a você.


Teddy esquecera de que tinham saído na última noite e que ambos tinham bebido o bastante para entrar em coma alcoólico.


— Foi mal, cara, sério mesmo. Mas é que eu estou todo dolorido e com uma dor de cabeça grande e me irrito quando fico assim. Desculpe.


— Relaxa – advertiu Guilherme em tom sério – eu sei como é e sei como você fica. Não é a primeira vez que isso acontece.


Teddy ficou sem o que falar e bebeu mais um pouco do café. Aos poucos, a energia ia voltando ao seu corpo e uma ótima sensação de ânimo foi apoderando-se dele.


— Você pode ir deitar, sei que precisa descansar. Pode me deixar aqui, agora que acordei sei me cuidar.


Guilherme levantou suspirando como se precisasse ouvir isso, seguiu para a porta e, pouco antes de sair, Teddy disse:


— Ah, valeu mesmo para o café – e sorriu.


— Amigos servem para isso. – Respondeu Guilherme saindo.


Teddy terminou de tomar sua xícara de café, deixou numa mesa ao lado da cama e relaxou um pouco mais na cama. O café recém terminado obviamente ajudou-o a acordar e a melhorar da ressaca. “Não vou beber tanto da próxima vez”, mentira, sabia que era, mas não seria ressaca de verdade se não houvesse essa frase tão famosa.


Um tempo passou e Teddy já conseguia se mover, pelo menos seus braços não eram mais como seres inanimados. Com dificuldade se levantou e foi ao banheiro e lavou o rosto com água gelada, agora realmente estava acordado.


Voltou ao quarto e percebeu que vestia um pijama branco. Guilherme deve ter trocado ele, depois de um banho. “Ter um amigo bêbado é difícil, coitado do Gui, ainda reclamei do café. Não valho nada”. Meio para baixo com o que fizera para a pessoa que o trouxera bêbado da festa, Teddy arrumou a cama onde dormira e fora ver como seu amigo estava. Dormindo, constatou quando chegou ao se quarto.


“É, preciso fazer alguma coisa para ele também, coitado. Será que ele quer alguma coisa? Um café? Não, acho que não. Ele já deve ter tomado isso, ele pensa bem rápido nas coisas...”


Desceu e foi para cozinha, olhou para um relógio que tinha o emblema de Hogwarts ao fundo e os ponteiros continham a frase lema da escola “Dracos Dormien Nunquam Titillandus” ele marcava uma e meia da tarde.


“Nossa, dormi todo esse tempo? Caramba. Bem, ele provavelmente vai acordar com fome... acho que já sei o que fazer.”


A vontade de retribuir o favor ao seu amigo tomou conta da mente de Teddy, ele nunca agradecera Guilherme por fazer coisas para ele, e a maioria das vezes reclamava de como ficavam ou falava que tinham jeito de ficar melhor. Agora, entretanto, viu que fazer isso era ser muito mal-agradecido. Tinha que começar a retribuir os favores.


E o primeiro passo seria agora. Meio feliz com o fato de que a ideia surgira em sua própria cabeça sem alguma outra ajuda, Teddy procurou por panelas, ou caldeirões, o que achasse primeiro. Iria fazer uma macarronada ao molho pesto, seu prato italiano preferido. “Será que eu pego tudo daqui ou...?” Abriu a geladeira e viu que tinha quase todos os ingredientes: alho, sal, azeite e queijo. Faltavam as folhas de manjericão. “Essa a vó Molly tem! Ela não pode me ver, nem ninguém se não, não me deixam voltar mais.”


Concentrou-se n’A Toca e girou os pés, segundos depois estava no grande quintal d’A Toca, escondeu-se rápido nos arbustos para que nenhum de seus primos o visse. Arrastou-se como uma mortalha viva e conseguiu chegar à parte de folhas do jardim que Molly criava. Encontrou as folhas de manjericão e...


— Pegando coisas na casa dos outros, Senhor Teddy. – Aquela doce voz com um ar de felicidade e maldade, só uma pessoa a tinha.


— Vick? – Teddy virou-se e viu que seu amor estava ali, usava uma calça jeans, sapatinho preto com um laço no bico e uma camiseta branca com rendas feitas à mão nas mangas e na base. – Vick!


— NÃO ME CHAME DE VICK!


— Não grita, shhhhhh!


— POR QUE VOCÊ NÃO QUER QUE EU GRITE, TEDDY? ESTÁ ESCONDENDO ALGUMA COISA DE ALGUÉM? NÃO QUER QUE SAIBAMOS O QUE VOCÊ ANDA FAZENDO? COM QUEM ANDA SAINDO?


Ele fuzilou a garota, sabia que fazia aquilo de propósito, queria vê-lo se encrencar por chegar apenas àquela hora, sendo que avisara Molly que voltaria cedo. Com a maior velocidade que seu corpo ainda em recuperação da ressaca conseguiu se mover ele se ergueu e se concentrou na casa do Guilherme, segundos depois chegara ao objetivo.


Graças ao Merlin não havia estrunchado, a beleza de Victoire com certeza o distraíra e ele não conseguira focalizar exatamente onde queria ir.


Depois do pequeno susto, voltou para seu prato. Agora havia tudo que necessitava, só precisava por a mão na massa.


Colocou água para ferver num pequeno caldeirão, que ora era uma panela, ora um caldeirão. “Provavelmente o efeito do álcool, ainda consegue me enganar.”


Enquanto a água fervia, Teddy cortava habilidosamente o manjericão e o despejava num almofariz. Com os dois maços de manjericão picados, Teddy colocou os dentes de alho e a meia xícara de azeite, misturou bem com o pistilo até formar um líquido verde, acrescentou sal e mexeu um pouco mais.


A água ainda estava entrando em estado de ebulição quando Teddy acenou a varinha e a água ferveu. Colocou o pacote de spaghetti que em pouco tempo ficou ao dente. Despejou o macarrão cozido numa tigela de vidro que achara e jogou a mistura do molho por cima. Salpicou tudo com queijo ralado e arrumou a mesa.


Olhou no relógio e viu que era duas e meia. “Estou perdendo a prática de fazer isso”. O próprio Teddy estava com fome e não iria deixar toda a bandeja para Guilherme, então pegou um pouco do macarrão e começou a comer.


Já estava no segundo prato quando os passos de Guilherme foram ouvidos descendo a escada. O amigo foi para a cozinha, guiado por um cheiro forte de manjericão.


— Foi você que cozinhou? – Perguntou Guilherme duvidando.


— Claro que sim! Eu não sou tão bom como sua mãe, mas dá para comer, eu queria agradecer por todas as vezes que você já me trouxe bêbado para cá e eu reclamei...


— Isso tá com uma cara ótima! – comentou o amigo, alegre, enquanto se sentava na cadeira e começava a pegar uma quantia do prato. – O que é?


— Macarrão ao molho pesto.


— Italiano? – Teddy fez que sim com a cabeça. Guilherme provou a comida. Teddy estava com medo do que o amigo podia achar do que fizera. Após engolir, Guilherme abriu um sorriso.


— Véi, – Deu uma pausa dramática – não sabia que tu cozinhavas tão bem.


Degustaram da ótima refeição preparada por Teddy, lavaram a louça e subiram de volta para o quarto.


— Tá melhor? – perguntou Teddy.


— To sim, valeu.


— Como foi ontem à noite? Eu não lembro... Bebi demais e...?


— Desmaiou no chão, te encontrei no final da balada. – Guilherme parou para pensar melhor – Ah, na verdade não fui eu que encontrei, foi uma menina aí.


“Uma menina aí”, “Saber o que você anda fazendo”. “Não posso crer, será que a Vick sabe de...”


— Como era a menina? – perguntou tentando não demonstrar desespero.


— Baixinha, cabelo bem preto, usava maquiagem. Ela ainda disse: “seu amigo camaleão está caído ali, diga a ele quando acordar que tem um lindo anel.”


“FERROU TUDO”.


— Cor dos olhos, quais eram?


— Como eu vou lembrar a cor dos olhos da menina?


— Você sempre olha o olho da menina.


— Eram meio... avermelhados, eu acho. – Guilherme fitou o vazio tentando encontrar uma resposta correta.


“Olho. Vermelho.” Pensou Teddy. “Não. Creio. Só pode ser a Valerie. A amiga da Vick do sexto ano, Corvinal, sempre andam juntas. E aposto que ela deve ter visto algo mais. E deve ter contado para a Vick porque elas adoram fofocar. Se a Vick realmente souber...”


— Mas o que tem a menina que te encontrou? – Perguntou Guilherme de repente.


— Nada, só curiosidade. – Tentou desconversar, por sorte Guilherme não insistiu.


Passaram mais um tempo falando sobre como fora a noite anterior. Sobre com quem ficaram e o quanto aproveitaram. O tempo realmente voou, Teddy olhou em seu relógio de pulso e viu que era seis da tarde.


— Cara, minha vó vai me matar, preciso voltar, estou tipo, MUITO atrasado. – levantou pegando sua roupa que deixara na noite anterior antes de ir para a festa. – Até Hogwarts, se eu sobreviver. – Teddy despediu-se de Guilherme com um toque na mão e seguiu direção à porta. – Tem algum feitiço anti aparatação aqui?


— Eu desceria com você, mas estou acabado, foi mal. Não tem, não.


— Ah, tudo bem. Então posso desaparatar daqui mesmo?


— Aham.


Nem deu tempo de Guilherme terminar de falar e Teddy girou seus pés no lugar e desapareceu de vista, tendo como último vislumbre um aceno de despedida de Guilherme.


Sentiu o chão novamente nos limites de feitiço d’A Toca. Estava no meio de gramas altas, conseguia ver A Toca à distância.


“Por que eles tinham que fazer TODO esse limite? Não podia ser menor?”


Teddy não ia correr, e andaria o mais lentamente possível, precisava... pensar.


“Victoire insinuou alguma coisa sobre o que eu fiz noite passada... Provavelmente Valerie contou alguma coisa que viu. Aquelas duas, piores que a Rita. Devem saber de tudo o que acontece em Hogwarts. E devem comentar entre elas nas refeições ou nos tempos livres.


“Ah, tudo bem de espalharem que eu fiquei com uma menina na balada... Mas contar para a Vick que eu fiz coisas a mais com a menina não, principalmente para ela. Ela era a última que poderia saber.


“O legal mesmo é que agora ela não vai olhar para a minha cara mais. Quer dizer, ela já não olhava muito, depois dessa, não vai olha nunca mais. E se um dia eu falar para ela o quanto eu a amo, ela provavelmente vai me olhar com nojo e sair andando. E não, não posso aguentar isso. Seria muito ruim. Imagina o quão ruim é ser odiado pela pessoa que você ama e daria a vida por ela. Claro que eu acho que a Vick já me odeia assim. Mas eu não consigo entender por quê.”


Teddy olhou para o anel que carregava em seu dedo indicador. Era possível ver o símbolo de Hogwarts e seu lema.


“Eu sempre gostei de Hogwarts, sempre li tudo sobre ela. Meu sonho era ir para lá e poder explorar cada pedaço. Vick era, e ainda é, a única que sabe disso. Quando ela me deu esse anel, eu fiquei tão feliz, ainda me lembro da ótima sensação, quis abraçar ela e não soltar mais, mas naquela época eu não sentia a mesma coisa que agora. Será que eu tinha chances?”


Começou a rir depois que pensou isso. Duas crianças ingênuas de oito e cinco anos cada, não pensariam aquilo, já achariam demais andar de mãos dadas.


“Engraçado como crianças sempre são ingênuas, felizes e puras. Pena que elas perdem isso quando crescem, pena que o mundo consegue influenciá-las de tal maneira que mudam totalmente para sempre...”


— TED REMO LUPIN, ONDE O SENHOR ESTAVA ATÉ AGORA? ME MANDOU UMA CORUJA FALANDO QUE ESTARIA DE VOLTA ATÉ O ALMOÇO E VOLTA NO JANTAR? QUER ME MATAR DO CORAÇÃO?


Teddy saiu de seus pensamentos e percebeu que estava na estrada a caminho d’A Toca. Sua avó Molly gritava insanamente da porta. Todas as crianças pararam o que estavam fazendo apenas para ver o que estava acontecendo. Victoire sorria com um ar de missão cumprida.


Além de gritar insanamente, Molly estava muito vermelha, e seu corpo parecia ter inchado. Teddy achou muito engraçado o jeito que ela estava apenas por ele chegar mais tarde, mas achou melhor não rir.


— VICTOIRE AINDA DISSE QUE VIU VOCÊ, QUE VOCÊ BATEU NELAE A XINGOU! ORA, COMO PODE FAZER ISSO? – ela parou para respirar o mais fundo que pode e pegar todo o ar que conseguira – E PARE DE OLHAR PARA MIM COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO. VENHA ATÉ AQUI, A-GO-RA.


Teddy sentiu seu coração despedaçar. Bater. Em Victoire. Nunca. Jamais. Nem no pior dos pesadelos. Mas Teddy se sentiu mal. Victoire claramente mentira para Molly, talvez para prejudicá-lo, por algum motivo Teddy sabia que Vick queria vê-lo mal. Seus cabelos saíram do tom castanho claro e foram parar no mais triste cinza.


— Mas eu não fiz nada – defendeu-se em vão.


— Você lançou um feitiço contra mim. Sorte que consegui me defender!


— Foi você que tentou me estuporar.


— TEDDY, NUNCA ACHEI QUE VOCÊ PODERIA FAZER UMA COISA DESSAS, COM VICTOIRE AINDA. ESTOU MUIITO DESGOSTOSA.


E só faltava isso para fazer a ótima tarde pós balada com o amigo ficar horrível. Apenas uma palavra de uma pessoa que ele jamais queria decepcionar. Na verdade, duas pessoas, mas Victoire é a que tinha culpa nessa história e por mais que Teddy a amasse ele não tinha como não ficar bravo com ela depois dessa.


A distância entre Molly e ele era pequena. Ele não sabia o que faria quando a encarasse. Fora ela que matara a assassina de sua mãe, fora ela que vingara a assassina de sua e de um de seus filhos. Fora aquela mulher que agora estava triste com ele.


Então o momento de encará-la chegou.


— Não sou sua avó de verdade...


— Mas eu a considero...


— Ship, nem mais uma palavra. Suba para o quarto e fique lá até o jantar. Não é meu filho ou meu neto de verdade. Mas está em minha casa. E atacar alguém nela eu não aceito. Suba!


Teddy baixou a cabeça e seguiu, com o canto do olho viu que Victoire sorria. Ao pé da escada parou e encarou-a. Molly já tinha ido para o jardim.


— Está feliz, né? – falou Teddy com desgosto na voz – Conseguiu fazer com que eu me sentisse mal. Acho que era o que você queria. Você não consegue ver os outros felizes, não é? Eu só queria saber por que você quer que eu sofra. Você acha que eu já não sofro o bastante? – Vick pareceu espantada. – Sabe esse anel – Teddy mostrou o anel que ganhara dela com oito anos. – Quando você me deu isso, eu achava que realmente seríamos amigos para sempre, mas acho que eu nunca signifiquei muito para você.


Teddy tirou o anel e deixou no pé da escada. Olhou com desprezo para Victoire, que estava com a mesma expressão que significava “eu não ligo para o que você está falando, estou aqui por respeito”.


O garoto tentou parecer forte, por fora pode ter conseguido. Mas por dentro não estava nem um pouco inteiro. Quebrado no maior sentido literal da palavra.


Entrou em seu quarto. Pegou seu “caderno para desabafo”, achou uma pena, abriu-o na página depois da última usada e começou a escrever:


Não sei por que você fez isso,


prefiro tentar esquecer.


Não vou conseguir,


porque depois que uma coisa é quebrada.


Ela não é mais é a mesma.


Mesmo que você cole pedaço por pedaço,


a aparência muda.


 


Teddy R. Lupin.


Dia que me decepcionei com Vick.


OS.: deixei de usar o anel que mais gostei na vida.


Sentia necessidade de chorar ou então tinha que desabafar com alguém. Não faria nenhum dos dois. Não queria mais chorar por Vick e não confiava muito em alguém para desabafar.


“Bem, se ela queria uma pessoa fria. Ela acabou de conseguir.”

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Comentários: 1

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Enviado por Lana Silva em 03/04/2012

Ualllllllll Ela exageou muito agora, como pode fazer isso com ele tadinho :/ ahhhhhh fiquei super triste com isso. Ahhh percebi que você gosta muito de Adele, tipo por causa dos nomes dos capitulos , curto um pouco a musica dela *-*
Amei o capitulo apesar de ter acabado triste
bjoos! 

Nota: 5

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