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9. Um dia depois do outro(part.1)


Fic: Mudanças - Atualizada!


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Harry andava de um lado para o outro em seu quarto. Os passos do garoto eram tão firmes e incansáveis, que se o mesmo não parasse, acabaria por abrir um buraco em meio ao aposento.
Os olhos verdes do garoto olhavam impacientes para a janela, e ao constatar que não havia nada ali, voltava a andar impaciente pelo quarto.
O suspense o estava matando, mandara uma carta a Gina e sabia que não receberia a resposta tão cedo. Estava aflito, confuso, nervoso, impaciente, inseguro, assustado, e todos os outros sentimentos que se assemelhassem a esses, fazendo sua cabeça querer explodir.
- O que te preocupa?
Uma voz veio da direção da porta, atingindo a cabeça de Harry como um balde de água gelada que o tirava do devaneio de suas próprias preocupações e o trazia de volta a realidade, onde seus temores não eram assim tão horríveis.
Um sorriso simples dominava os lábios daquele que encarava Harry, um sorriso que lhe passava segurança, e o lembrava que mesmo que fizesse besteiras e tomasse decisões erradas, sempre haveria alguém para ajudá-lo a concertar.
- Muitas coisas, e ao mesmo tempo, coisa nenhuma – respondeu cessando os passos e sentando-se em uma das poltronas do seu quarto.
- Um verdadeiro paradoxo, como o seu pai – disse Sirius sentando-se numa poltrona idêntica, em frente ao afilhado – olha Harry, eu sei que aconteceu muita coisa, e eu devo te pedir perdão por deixar você acreditar por tanto tempo que tinha morrido, mas eu realmente não podia entrar em contato, era arriscado.
- Tudo bem Sirius, não precisa se preocupar com isso – disse Harry encarando o nada – não é realmente isso que me preocupa, são muitas outras coisas – mentiu Harry.
O garoto mexia as mãos nervosamente, fazendo Sirius logo perceber que o afilhado ainda não desejava realmente ter aquela conversa.
Harry não estava realmente chateado, estava feliz com a volta de Sirius, mas era muito para ele assimilar em tão pouco tempo, precisava descansar e esquecer um pouco tudo aquilo.
-Esta bem então, esta tarde, vou te deixar dormir, amanhã teremos um longo dia – disse Sirius levantando-se e seguindo para a porta.
-Sirius... – chamou Harry antes que ele saísse. O maroto parou voltando-se para ele – por que Bellatrix te ajudou? O que ela tinha a ganhar?
Sirius olhou para Harry por um tempo sem saber o que responder, respirou fundo e forçou um sorriso simples para ele.
-Não faço a menor idéia, acredito que deva perguntar a ela – disse dando a historia por encerrada e saindo do quarto do garoto, batendo a porta ao passar.
Harry olhou a porta por algum tempo antes de levantar-se e se trocar para dormir.
Uma noite de sono, uma noite de sono e provavelmente se sentiria melhor.

///***///

Gina acordou um tanto preguiçosa. Embora o sol já lhe impedisse de dormir, a ruiva não fazia qualquer esforço para se levantar.
-Vamos Gina!!
Uma voz gritou puxando as cobertas da ruiva.
Gina se encolheu na cama mas não levantou, apesar dos chamados da colega de quarto. Uma sombra passou rapidamente pela brecha que deixava sol entrar e bater diretamente no rosto alvo da ruiva, e em seguida, a mesma sentiu picadinhas carinhosas em sua orelha. Preguiçosamente, Gina abriu os olhos e olhou atônita para a coruja.
- Para mim?
Perguntou a garota sentando-se na cama, recebendo em resposta, a carta caída em seu colo.
- Obrigado.
Disse acariciando a cabeça do animal e se pondo a abrir o envelope já reconhecendo o garrancho em que havia o endereço.
A ruiva sorriu enquanto retirava a carta do envelope, os olhos castanhos percorriam as linhas em tinta verde com calma, suspirando em algumas frases, sorrindo em outras e enrugando a testa em outras. Por fim, as mãos pequenas da garota, fecharam o papel e o guardaram dentro de um livro, levantando-se e olhando o mesmo, um tanto preocupada.
A ruiva sentia o amado um tanto perturbado naquela carta, Harry lhe parecia confuso e preocupado, já devia saber de Sirius e por isso estava assim. Sentia-se culpada por não ter dito a ele, esperava que o garoto não ficasse sentido com ela por aquilo, não fizera por mal.
- Gina!!
Ouviu o grito de uma das colegas que a tirou violentamente do próprio devaneio, fazendo a mesma virar-se e encarar a menina.
-Você vem ou não?!
A ruiva assentiu com a cabeça e correu para o banheiro.

///***///

Os olhos negros e frios, que mais lembravam águas negras e sombrias, miravam o nada daquele quarto apertado com uma atenção curiosa. Estava desperto há horas, e ainda assim não fizera qualquer movimento que demonstrasse isso. Severus Snape, nunca teve exatamente um ritual para despertar. Nunca lhe passou como a maioria, o estado de sonolência, meio acordado meio desperto, o esticar dos braços afim de acabar com a próprio preguiça, o bocejo, olhos caídos. Para ele não havia esse meio termo, apenas o acordado, e o desperto, e talvez isso não fosse apenas a um aspecto da sua vida.
-Severus? – chamou uma voz as costas do mesmo, provavelmente vinda da porta.
-Sim? – respondeu de imediato sem se mover.
-Queria saber se o senhor já estava acordado – disse Hermione ainda da porta, olhando para o topo da cabeça do ex professor – vai me acompanhar ao ministério, ou prefere ir depois?
Severus permaneceu um tempo em silencio como se pensasse.
-Vou depois, peço que não se preocupe comigo – disse com a voz baixa e rouca, fazendo Hermione arrepiar-se.
-Se o senhor insiste – a voz dela saiu vacilante e ate um pouco falha.
O homem fez um aceno leve com a cabeça, indicando que sim.
-Bom, então, o esperarei por lá – de repente Hermione desejou sair dali o mais rápido possível afim de poder retomar o controle de sua própria respiração.
A morena suspirou calmamente e respirou fundo ao sair do quarto. O ex professor definitivamente a deixava muito nervosa.
Ela vestiu-se rápido, e prendeu os cabelos sem qualquer vaidade. As mãos delicadas moviam-se agilmente pela cozinha, com pressa, acabou por sair dali com vários papeis nas mãos e uma maçã presa à boca.
No quarto, os olhos negros de Severus ainda miravam à porta por onde ela havia saído há algum tempo, o olhar ainda pensativo e distante. Aquela sabe tudo petulante lhe lembrava alguém que ele mesmo, enganado achava que sabia de quem se tratava, pobre tolo, enganado pelos olhos limitados do ser humano.

///***///

O quarto escuro e mal iluminado recebia agora a visita de poucos e quase insignificantes raios de sol que ousados, adentravam o ambiente através de vacilantes cortinas que moviam-se com o vento, dando brecha para aquela pouca luz.
Os olhos azuis do homem abria-se aos poucos ainda sonolento, seus cabelos negros estavam incrivelmente bagunçados e seu rosto um tanto amassador por dormir a noite inteira com o rosto no travesseiro.
Sirius estava um tanto cansado, fora dormir muito tarde pensando em varias coisas ao mesmo tempo, mas ainda despertava cedo, no mesmo horário de sempre, com os mesmos fracos raios de sol que entravam pela sua janela. Quantos anos não havia acordado daquela maneira.
A mente do homem vagou pelo passado tendo um flash rápido de diversas memórias, fatos ocorridos naquela casa, a maioria que desejava esquecer.
-Bom dia primo querido...
Uma voz um tanto sóbria lhe disse, fazendo-o virar-se de imediato e sentar-se na cama.
Pernas pálidas se cruzavam a sua frente, meio cobertas meio expostas por um curto vestido preto, um olhar maldoso e um sorriso sarcástico desenhavam-se naquele rosto cruel. Olhos azuis similares aos de Sirius, só que agora contrastados com longos cabelos loiros.
-Narcisa, o que diabos esta fazendo no meu quarto? – Sirius perguntou enquanto ainda coberto pelo lençol, vestia uma calça a fim de ficar um pouco mais composto aos olhos da mulher.
-Vim lhe fazer uma visitinha Six... – a loira sorriu levantando-se e indo ate o homem.
A unha longa e caprichosamente feita de Narcisa deslizou pelo peito nu de Sirius, ate o homem segurar seu pulso com força para faze-lá parar.
-Saia do meu quarto e da minha casa agora! – ele disse serio e um tanto ameaçador.
-Uhh priminho, é a primeira vez que o vejo dizer com tanta firmeza que esta casa é sua, o que aconteceu? – perguntou com a voz debochada que sempre utilizava.
-Nunca tive nada contra essa casa Narcisa, só contra os que moravam nela, mas como felizmente quase todos morreram...
-Bella continua viva, e graças a você – ela lembrou ignorando a mão forte dele que ainda segurava seu pulso e avançou mais no homem – Como se sente sabendo que salvou a vida da mulher que a cada dia de esforçava para fazer tentar da sua vida um inferno?
-Menos culpado do que me sentiria se tivesse salvo a sua – respondeu com frieza empurrando-a levemente enquanto arrumava a calça e colocava a camisa – Agora saia daqui, agora! Não vai querer acompanhar seu amado Lucius na cadeia não é? Invasão de propriedade ainda é crime.
-E quanto a assassinato? – perguntou massageando o pulso levemente – Ou você não sabia que estava abrigando uma assassina na sua casa?
Sirius virou-se para ela perguntando-se onde Narcisa queria chegar. Obviamente ele tinha noção de cada uma das atrocidades que Bellatrix cometera em seus anos aos serviços de Voldemort.
-Se fala de Bellatrix, me diga uma coisa que eu não saiba, Narcisa. Tenho consciência de quem abrigo em minha casa – disse com frieza passando os dedos afim de arrumar parcialmente os cabelos – Mas na minha opinião o desprezo por laços familiares, tão fortes como o fraterno é tão ruim quanto.
O rosto de Narcisa iluminou-se e seu sorriso tornou-se maléfico e ate um pouco amedrontador quando ouviu as palavras de Sirius.
-E quanto a laços maternos? – perguntou dando as costas a ele na direção da porta – Temos tanto o que conversar Six...
Ela completou saindo do quarto, deixando o moreno ali com uma expressão um tanto confusa. Seja lá qual fosse o novo joguinho que Narcisa estava tentando mete-lo, ele não iria participar. Ou será que iria?



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Depois de um sumiço ENORME, eu voltei. Me perdoem eu ja tinha desistido da fic, não tinha mais inspiraçao.
Obrigado aqueles que continuaram lendo, e realmente desculpem ter parado de escrever.
Espero que gostem... Em breve virá uma songfic B², aguardem!

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