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2. Explicações


Fic: Batalha de Titãs - Aceitação


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Explicações


 


Hermione tentava reconhecer o rosto à sua frente, ele era definitivamente desconhecido, mas, ainda sim a mulher, lhe sorria. Sentou-se na cama com um pouco de dificuldade enquanto tentava associar onde estava. O lugar era uma tenda que lhe lembrava àquelas que usavam na Copa Mundial de Quadribol, nela havia uma cama hospitalar onde estava sentada e havia também alguns aparelhos em volta de si.


- Foi imprudente tomar veneno. Algo ruim podia ter acontecido, teve sorte de sair ilesa. – a mulher ao lado disse. Ela vestia uma túnica azul clara e tinha os cabelos castanhos avermelhados e presos num coque perfeito.


- Onde estou? – Hermione perguntou com voz fraca.


- Numa barraca improvisada, achamos melhor deixá-la longe do acampamento até que Aurora venha falar com você.


- Como? Quem?


- Aurora, nossa superiora, logo ela estará aqui para lhe explicar.


- Sim, com certeza vocês têm muito a me explicar. Por exemplo, como me trouxeram pra cá? Onde estou?


- Em algum lugar próximo à Atenas.


- Atenas? Na Grécia?


- Sim, conhece outra?


- E como me trouxeram pra cá?


- Aurora irá lhe explicar.


- E como me salvaram? Eu tomei veneno, eu mesma o fiz, não havia erro.


- Aurora lhe explicará, seja paciente por favor.


Antes que Hermione pudesse dizer mais alguma coisa, uma mulher entrou na barraca, ela também vestia uma túnica, mas na cor amarela e seus cabelos loiros e lisos estavam presos num rabo de cavalo.


- Ela acordou Aurora. – a mulher que estivera ao seu lado disse.


- Obrigada Amália, eu assumo daqui, volte para o acampamento.


Amália saiu e Aurora se voltou para Hermione a ajudando a levantar-se da cama.


- Olá Hermione, eu sou Aurora. – a mulher estendeu a mão, Hermione hesitou, mas acabou por apertar de volta.


- Hermione Granger, mas você já deve saber disso. – a outra riu.


- Eu treinei muito, mas não sei por onde começar. Bem... O que você sabe sobre a mitologia grega?


- Pouca coisa, algumas histórias aqui e ali.


- Exemplo...


- História de alguns deuses, alguns conflitos, alguns lugares, algumas criaturas, mas não sei muito. Porquê?


- O que sabe sobre os deuses primordiais?


- Também chamados de Protogonos, que significa nascido primeiro. Divindades que surgiram no momento da criação e constituem a estrutura básica do universo. A primeira divindade é Caos, e dele surgiram os outros. – Hermione resumiu.


- Bom” Quais outros deuses primordiais você conhece?


- Deixando um pouco de lado a aula sobre mitologia grega, eu gostaria de saber onde estou; como fui trazida e, principalmente, como me salvaram, por sinal, eu não queria que acontecesse.


- Foi necessário. Não havia chegado a sua hora de partir.


- Você é bruxa? – perguntou direta.


- Sim e não. Eu tenho magia, mas não sou uma bruxa como você.


- Você usa frases muito curtas. Para me explicar toda essa coisa estranha precisará de mais palavras. Eu estou num lugar desconhecido e não estou pretendendo ficar.


- Eu vou lhe explicar tudo o que precisa saber, mas, primeiro tenho que saber até onde você sabe e até onde acredita.


- Como não tenho nenhum compromisso por hoje... Sou ‘toda ouvidos’. – Hermione respondeu sarcástica após alguns minutos.


- Vamos para um lugar mais cômodo para nossa conversa.


Aurora a conduziu para fora da barraca. Estavam no meio de uma floresta, mas ao contrário do que pensara, a barraca demonstrava ser grande por fora tanto quando era por dentro. Hermione olhou ao redor tentando ver algo, porém só havia árvores para onde quer que olhasse, lembrava de Amália dizer algo sobre um acampamento, mas não via sinal de vida humana. O solo não era íngreme e estava coberto por uma relva verde escura, as árvores eram altas e de troncos grossos, com camadas de musgo e repletas de folhas, não apresentavam fruto algum. Andaram por poucos minutos por entre as árvores até que Aurora parou e se sentou no chão, encostada em uma árvore.


- Sente-se Hermione.


Hermione sentou-se de frente para Aurora, dobrando os joelhos e se inclinando para frente, sem apoiar as costas.


- Como eu dizia anteriormente... De Caos surgiram Gaia, Tártaro, Eros, Erebo, Ponto, Urano, Óreas, Nix, Hemera e Éter. Sendo todos estes deuses primordiais. Alguns deles são mais conhecidos que outros.


- Sim, já ouvi falar de Gaia, Eros, Unaro e Tártaro. Alguns mais vagamente que outros.


- Por serem os primeiros deuses e serem de uma época tão passada, muitas pessoas desconhecem suas histórias, ou as ignoram por acharem que não são tão importantes.


- Acham que se fossem seriam lembrados certo?


- Certo. Uma dessas deusas, uma das menos conhecidas, chama-se Hemera.


- Confesso que nunca ouvi falar dela antes.


- Foi filha de Nix, personificação da noite e de Erebo, o deus da escuridão. Pela mitologia, Hemera foi a primeira deusa a representar o dia, o sol.


- Ela é o contrário dos pais. Entendi. É de Nix que vem a origem do nome do feitiço Nox, que significa noite em latim, o feitiço é utilizado para apagar a luz produzida pelo feitiço Lumos e similares.


- Achei que não soubesse nada sobre alguns deuses primordiais.


- Conheço a história de alguns e estudei a história dos feitiços que aprendi, mas seria bom se refrescasse minha memória.


- Interessante. Parabéns! Fez um ótimo trabalho. Continuando... Ela teve um romance com o irmão Éter e gerou Tálassa e outros seres não antropomorfizados como a Tristeza, a Cólera, a Mentira. Ela personificava a luz do dia e o ciclo da manhã, era a personificação do dia como divindade feminina. Era também guardiã das fronteiras entre o mundo aonde chegava a luz e o mundo das sombras.


Hermione ouvia atentamente, absorvendo tudo que Aurora dizia e guardando na mente automaticamente como se estivesse lendo um de seus livros. Vendo que ela permanecia em silêncio, Aurora continuou.


- Ela habita junto a mãe além do Oceano, ao extremo do Ocidente. Onde, segundo a história, há um grande muro que separa as portas do Inferno e do Mundo visível. Atrás deste muro existe o imponente palácio onde Nix e Hemera residem, no entanto, as duas nunca estão juntas. Quando Hemera sai, sua mãe espera, e quando retorna, cruza por sobre o muro e cumprimenta sua mãe que sai para lançar a noite, correndo pelo mundo.


- Só? A história dela é só isso? – Aurora assentiu. – Essas são as únicas informações que você tem? E como ela era fisicamente?


- Ela tinha pele clara, olhos castanhos e cabelos castanhos na altura da cintura, ondulados e com grandes cachos nas pontas.


- Isso é tudo?


- Não. Por ser uma deusa, ela tinha certos poderes, como a influência sobre o sol, por ser a deusa deste, a influência sobre outros elementos e a capacidade de fazer certas coisas que humanos comuns não podem.


- Bruxos também têm a capacidade de fazer certas coisas que humanos comuns não podem. – Hermione rebateu.


- Algo como isso? – Aurora perguntou erguendo a mão direita devagar, acompanhando o movimento, a relva ao redor dela se erguia conforme sua mão subia.


- Er... – Hermione percorria sua mente tentando se lembrar de algum feitiço que fizesse as plantas crescer daquele jeito. – O feitiço Herbivicus faz as plantas crescerem... Dependendo da vontade do conjurador. – Acrescentou lembrando quando Minerva lançou o feitiço sobre os gigantes fazendo tentáculos surgirem do chão puxando-os para baixo quando estes atacaram a escola ao lado de Voldemort. – O feitiço Mobiliarbus move árvores e outras plantas. – disse lembrando quando ela moveu uma árvore de natal no Cabeça de Javali para esconder Harry que estava sob a capa de invisibilidade. – Você pode ter usado um desses. – concluiu.


- Mas eu não estou com nenhuma varinha.


- Qualquer um pode executar magia sem varinha, assim como feitiços não verbais, e você pode ter utilizado de ambas as formas.


- Porque acha isso?


- Eu tenho certeza. Li diversos de livros que falam sobre o uso de magia sem varinha, além da minha experiência própria. Quando era pequena não tinha varinha e mesmo assim fiz todos os balões da minha festa de aniversário estourarem quando minha prima derrubou meu bolo no chão. Todos os nascidos trouxas realizam magia sem varinha quando a magia passa a se manifestar em seus corpos. – Hermione disse com sua pose de sabe-tudo.


- Então pra quê usam a varinha afinal?


- As varinhas são feitas de madeira e de algum ingrediente mágico contido em seu núcleo, como pena de fênix, por exemplo. É mais fácil para um bruxo desenvolver a magia através do manejo da varinha do que sem ela, porém, se praticássemos, seríamos bem mais eficazes, uma vez que se a varinha estamos indefesos por não saber usar nossa magia natural.


- E você gostaria de aprender a usar magia sem o uso da varinha?


- Você disse que não é bruxa.


- Mas disse que possuo outro tipo de magia.


- E o que pretende me ensinar? – Hermione perguntou sem poder conter a sede pelo conhecimento.


Aurora sorriu.


 


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Draco olhava fixamente para o homem à sua frente, que o encarava também. Ficaram assim por alguns minutos até que o loiro desistiu e começou a olhar ao redor. Estava em uma espécie de quarto, muito simples para o gosto de dele, também parecia menor que o seu quarto na mansão. Tinha poucos móveis, apenas a cama onde estava deitado, alguns aparelhos grandes com muitas luzes em volta e uma cadeira de madeira próxima. Dentre todas as perguntas que rondavam a cabeça do loiro no momento, a que se sobressaía era o porquê dele estar com uma camisola hospitalar sem nada por baixo e quem o havia despido.


- Porque estou nu? – perguntou voltando a encarar o homem.


- Do que você se lembra? – o homem perguntou.


- Lembro de ter ido dormir vestido.


- Fora isso.


- É só isso. A não ser que você queira que eu narre minha vida pra você.


- Não estou interessado.


Draco reparou melhor, o homem não era exatamente um homem, estava mais pra um adolescente a julgar pelas roupas que vestia; um pouco mais velho que ele talvez. Era loiro de olhos castanhos e tinha uma expressão divertida. Vestia calças jeans azuis e um casaco de malha cinza por cima de uma camiseta preta.


- Quem tirou minhas roupas?


- Eu.


- E porque tirou minhas roupas?


- Precisava conectar os aparelhos em você para monitorar seus batimentos cardíacos e coisas do tipo.


- Não precisava tirar a minha cueca pra isso.


- Caso não saiba, em áreas hospitalares não se permitem o uso de peças que vieram de fora, ou seja, que tiveram contato com bactérias e coisas do tipo.


- Você é o quê? Médico?


- Não... Era estudante de enfermagem até vir para cá.


- E onde é “cá”? E porque você ainda não me deu roupas?


- “Cá” é a Grécia. Sabe o que é isso? A Grécia?


- Não sou burro. Sei onde é a Grécia.


- Ótimo! Já sabe onde está. – o outro sorria.


- Você está se divertindo com minha situação não é?


- Porque acha isso? – perguntou sarcástico. – Vamos, se vista, pois temos que ir.


- Ir para onde? – perguntou enquanto pegava as roupas que o jovem jogava para ele.


- Para o acampamento.


- Mas eu nem sei quem é você. Não vou para canto algum senão para minha casa.


- Félix Drummond. Sou dos dragões.


- É deles? Então vá para eles. – Draco debochou.


- Eu podia fazer algo agora que o faria morrer de susto, mas Bradley com certeza me mataria.


- Não sou do tipo que se assusta fácil.


- Que bom! Vai ter muito com o que se assustar. Agora se vista que estarei lhe esperando do lado de fora.


Félix se retirou e Draco levantou-se da cama para se trocar. Pensava nas coisas sem sentido que o outro havia lhe dito enquanto se vestia. Uma calça jeans preta e uma camiseta branca. Saiu do quarto hesitante, mas só havia um corredor com algumas portas e o tal Félix escorado na parede de braços cruzados. Seguiram em silêncio para o que Draco achava que era o lado de fora.


Ao constatar que estava certo, o loiro pôde ver que fazia um belo dia de sol, parecia ser ainda o início da manhã e havia pessoas transitando. Estavam numa espécie de aldeia, com algumas casas pelos arredores, todas de tamanho médio e feitas de tijolo, havia um tipo de plantação mais à frente para onde se dirigiam a maioria das pessoas, quase todos vestiam túnicas de diversas cores, outros roupas como as que ele e Félix vestiam e outros com roupas de tecidos mais leves e cores suaves.


- Essa é sua casa? – Draco perguntou apontando para a construção atrás dele.


- Sim. A divido com minha prima e as gêmeas Watson.


- E quando irei para a minha casa?


- Depois. Se você ainda quiser voltar. – Draco ficou em silêncio analisando a possibilidade. – Vamos, temos que achar Altair ou Bradley. – Félix indagou começando a andar.


- Quem são eles? E porque vamos procurá-los?


- Bradley é Morfeu, um deus grego, um dos últimos sobreviventes, tem o poder de assumir qualquer forma humana e aparecer nos sonhos das pessoas...


- Então foi ele quem eu vi nos meus sonhos? – Draco interrompeu.


- Como eu vou saber? – Félix riu. – Pode ter sido como pode não ter sido, só ele pode lhe dizer a resposta.


- Porque você o chama de Bradley?


- Porque ele se deu esse nome. Com o passar dos séculos, ele acabou cansando do seu nome e também acho que isso não traz boas lembranças.


- Achei que deuses fossem imortais. Você disse que ele é um dos últimos sobreviventes. Como isso é possível?


- Bem, é complicado explicar, nem eu entendo direito. Digamos que eles não estavam exatamente vivos, a teoria de vida é que o ser humano nasce, cresce, reproduz e morre, não necessariamente nessa ordem. Se o corpo não evolui, então eles não estão crescendo, se não crescem é porque não são humanos, e como não são humanos, não morrem da mesma forma que os humanos.


- Não são humanos. Então tem sua própria forma de morrer?


- É por aí. Não há o desgaste físico do envelhecimento, mas pelo que eu entendi, as almas se rompem por algum motivo que às vezes não fica bem claro. Ou, podem simplesmente se perder, uma vez que, alguns deuses transformavam outros em algo material como fontes, árvores, animais, plantas e outras coisas.


- Como assim as almas se rompem? – Draco perguntou se lembrando do que seu pai havia lhe explicado a respeito de Voldemort, ele repartira a alma para ter uma forma de sempre voltar à vida.


- Elas se quebram... Despedaçam, não sei explicar bem. Um deles poderá lhe explicar melhor.


Draco não fez mais perguntas e seguiram em silêncio. O caminho era tortuoso e a vegetação em volta era rasteira, mas, alta o suficiente para incomodar seus pés descalços e seus tornozelos, existiam poucas árvores e já estavam a uma distância significante da casa da qual saíram.


- Ainda vamos andar muito?


Félix apenas apontou para frente, Draco apertou os olhos e conseguiu distinguir um tipo de cabana por entre as árvores mais à frente, o caminho tortuoso levava para lá. Ao se aproximarem, ele pôde observar melhor, plantas rasteiras tomavam conta das paredes dando a impressão de um muro verde, o telhado era de telhas vermelhas levemente curvadas formando um ângulo de 45 graus, e ao ver de Draco não devia ser maior que sua sala de estar.


- Ele não é muito amistoso, por isso, ajudaria se você não falasse algo grosseiro a ele.


- Eu sou a gentileza em pessoa. – ironizou.


Chegaram à frente da construção e Félix bateu na porta três vezes, alguns minutos depois ela se abriu revelando um homem de pele clara, média estatura, corpo robusto e calvo, seu rosto era rechonchudo e cheio de rugas, os cabelos pretos e os olhos castanhos escuros e fundos.


- Ele apresentou alguma resistência? – o homem perguntou apontando com o queixo para Draco.


- Não, se tivesse, estaria amarrado.


- Vamos entrando. – o homem abriu mais a porta e sumiu na escuridão da cabana.


Draco permaneceu parado e Félix segurou seu braço o arrastando para dentro. As paredes eram feitas de blocos de pedras maciças alinhados perfeitamente, os poucos móveis eram de madeira grossa e pareciam ser do século passado, havia uma estante com livros, uma mesa de centro baixa, dois sofás de dois lugares com almofadas floridas, duas cadeiras de balanço e duas portas levando a outros cômodos. O homem estava sentado em uma das cadeiras de balanço e um conjunto de chá repousava sobre a mesa de centro.


- Sentem-se logo que eu não tenho o dia todo.


- Ahh, minha agenda está bem vaga, posso voltar outro dia se preferir. – Draco ironizou.


Nem Félix nem Bradley responderam, e o primeiro empurrou Draco para um dos sofás se sentando ao lado dele.


- Comece logo Bradley, tenho treinamento ainda hoje.


- Com os dragões? – Draco perguntou falsamente interessado.


- Não com eles. – Félix sorriu dando ênfase ao “com”.


- Chega de graçinhas. Bradley mandou. – Mandei que o levassem para o acampamento porque pensei que seria menos chato.


- Ele até que não deu tanto trabalho.


- Podem me explicar o que está acontecendo aqui?


- Uma conversa. É isso que está acontecendo aqui. – Félix se acomodou melhor no sofá.


- Então posso ir embora e vocês podem continuar a conversar. – Draco se levantou indo em direção à porta, mas quando faltavam três passos para estar livre, a mesma se fechou abruptamente.


- Como vai sair daqui sem varinha e sem guia? – a voz de Bradley soou às suas costas.


- Onde está minha varinha?


- Você não vai precisar dela.


- Acho que vou sim dragãozinho. – Draco se voltou para os dois, mas permaneceu de pé perto da porta.


- O que você sabe sobre a história dos trouxas? – Bradley perguntou.


- Nada.


- Não é possível. – Félix exclamou. – Você não pode ser tão burro assim.


- Eu sou um Malfoy, um puro-sangue, porque iria querer saber algo sobre a história inútil dos trouxas?


- Acho que teremos mais problemas com ele. – Constatou Félix.


- Concordo. Ele reagiu bem ao se deparar com um local desconhecido, como eu achei que seria, mas será mais difícil explicar para ele do que será para a castanha.


- Já que tocaram no assunto... Como invadiram minha casa e me trouxeram pra cá? Vocês são bruxos?


- Não. – Félix respondeu sorrindo. – Somos melhores que isso.


- Ah é? Eu não acho. Não vejo nada de mais em vocês.


- Então nos acha inofensivos? – o mais velho perguntou.


- Na verdade sim. Se forem trouxas, vocês também são inúteis que deveriam servir aos seus superiores. – Draco retrucou amargo se esquecendo da conversa que teve com Félix no caminho até ali.


- Então, por que você ainda não nos fez nos curvar diante de você?


- Estou sem minha varinha pra castigá-los por sua insolência para com o seu superior.


- Você se acha muito importante por ser bruxo não é? Se acha superior aos trouxas não é? – Bradley perguntou enquanto levantava e pegava algo na estante e em seguida passava para Félix.


- Mas eu sou! Eu tenho um poder que eles não possuem, o que me torna melhor.


- Claro, os trouxas não tem defesa para sua magia, mas você também não tem defesa contra a tecnologia deles.


- O quê?


Félix levantou o cano prateado que Bradley havia lhe passado na direção de Draco, o loiro não entendera, mas antes que pudesse perguntar algo, ouviu um forte estampido e fagulhas saírem da ponta do cano que Félix segurava antes de tudo ficar preto.


 


 


 


 


 


N/A: Eaê, oq acharam? Eu sei que demorou pacas, mas pelo menos chegou neh rsrs. Agradecimentos à minha beta linda Vênnice Ranive \o/ rsrs. Mas sério, oq vcs acharam? Eu gostaria MUUUITO de saber sabs, digam oq acharam do capítulo, o que acham q vai acontecer, vocês devem ter suposições gente. Eu vou entrar d greve desse jeito viu rsrs. Vamos fazer assim, se houver pelo menos 3 comentários eu posto o próximo, não q três pessoas comentem hoje e amanhã eu poste, caaalma q eu ñ sou deflash rsrs, mas se houver 3 comentários o capítulo seguinte já chega mais rápido, além de ser a garantia de que ele chegue. Se vocês forem bonzinhos e comentarem nos próximos capítulos eu passo a fazer outras promoções mais leves que aposto que vocês vão gostar. Leiam, comentem e votem, digam oq acharam, oq esperam, tudo. Bêjuxs =* e até a próxima.

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Comentários: 2

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Enviado por Maris em 23/04/2012

A minha cara: o.0 quando acabou o capítulo...ansiosa pelos outros...

Nota: 5

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Enviado por Bruna Bullock em 01/03/2012

Amei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Posta logo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Beijosssssssssssssssssssssssssssssssssssssss 

Nota: 5

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