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3. Chasing Pavements


Fic: Amor escrito em música


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Teddy sentiu seu estômago se revirar por completo até finalmente sentir algo sólido debaixo de seus pés. Finalmente estava no Ministério.


Mesmo que viajasse por lareiras desde que se dera por bruxo, ele não tinha ainda se acostumado ao efeito causado no estômago que ela causava. Quase sempre saía enjoado e com uma imensa vontade de vomitar, dessa vez, entretanto, foi bem pior, porque ele tinha tomado um grande café da manhã antes de usar a imensa rede de lareiras conectadas.


Quando sua cabeça se situou, a primeira coisa, e única, que conseguiu pensar foi em como evitar o vômito ali. “Não posso dar uma dessas BEM aqui”. O enjoo era realmente forte, mas conseguiu impedir o mico, “já não basta uma imagem ruim com a Vick, não preciso de uma imagem ruim aqui, mesmo que ninguém ligue para mim.”


— Será que o mocinho vai sair da frente da lareira ou está muito complicado para o senhor compreender que queremos passar? – veio uma voz atrás dele.


Não percebera, mas ainda estava ocupando a lareira que usara como transporte, e lareiras não espaçosas para mais de uma pessoa, Teddy apenas olhou para o rosto da pessoa que estava atrás dele e assentiu, se abrisse a boca não teria um bom resultado.


Após sair de dentro da lareira e deixar o fluxo voltar a correr normalmente, Teddy procurou um lugar onde pudesse sentar e relaxar a cabeça. “Nossa, mas essas viagens não são nadas agradáveis. Pelo menos o almoço ainda está comigo.” Acabou sentando na fonte de entrada do Ministério. Não reparou muito nela. Apenas sentou e ficou calmo, esperando seu estômago voltar ao normal.


O grande garoto deve ter ficado sentado pelo menos cinco minutos, não era muito, Teddy já tivera que ficar um tempo bem maior uma outra vez que utilizara a Rede de Flu, não queria lembrar dela agora.


Estômago no lugar e capacidade de andar de volta, Teddy se levantou e apreciou a fonte onde se sentara. Era bem diferente de épocas que ouviu falar e leu em seus livros de História Moderna. Loucura, pode ser, mas Teddy adorava a história da Magia.


Atualmente, a fonte tinha um bruxo e um elfo doméstico apertando as mãos, representava, pelo que o garoto havia lido: a pouca, porém gradualmente maior, amizade entre bruxos e seres mágico não-bruxos que habitavam o mesmo mundo.


No passado, os bruxos não tinham uma boa relação com nenhum outro ser, exceto os de sua própria ‘espécie’ e esta relação não era bem tratada até que o Ministro Shacklebolt assumiu, depois da queda de Voldemort. Obviamente, sabia Teddy, que o Ministro tivera grande ajuda de certas pessoas, como, por exemplo, Hermione Weasley que melhorou a relação bruxo/elfo doméstico, Gui Weasley que melhorara a relação bruxo/duende e Luna Scamander que fizera a relação bruxo/Centauro sair da estaca zero para um número não alto, mas satisfatório.


O melhor de tudo era que Teddy conhecia todas essas pessoas, principalmente Gui Weasley, pai de Victoire, “OLHA O NOME AÍ DE NOVO!” Será que tudo tinha uma ligação com aquele nome específico? Será que nada tirava ela da cabeça dele? Será que tudo isso eram indícios de que era impossível eles ficarem juntos?


Sonhos, sonhos e mais sonhos, ao ver daquela pequena mente insana todos tão impossíveis, tão distantes, tão incompletáveis. 


A única coisa que trouxe de volta o sonhador acordado foi um esbarrão que levou de algum homem alto e magro. Percebeu, depois de um tempo, que era Gui Weasley. “Vida irônica, sim ou claro?”


— Será que não sabe on... – Gui começou a falar.


— Bom dia, Tio.


— Ah, Teddy, nem vi que era você, desculpe por esbarrar...


— Tudo bem, relaxa. Muito corrido hoje?


— Demais! Não sei como ainda pode ser tão corrido assim. Gringotes resolveu ficar de graça com os bruxos, os duendes se recusam a atendê-los. Por que veio aqui, a propósito?


— Vim falar com o tio Harry. E entregar o almoço do seu pai... Poderia me ajudar a achar o departamento do seu pai? Só sei onde é o do tio Harry...


— Sim, claro, eu tenho que passar por lá para chegar ao meu departamento mesmo.


“Nossa, fiquei tanto tempo pensando, quanto tempo será que passou?”


Atravessaram a multidão no sentido oposto, na verdade, muitas iam e muitas voltavam, não era exatamente oposto. Era como um emaranhado de elétrons, num condutor em linha reta que ia e voltava numa velocidade esplêndida.


Atravessaram o pátio e chegaram aos elevadores, tinha mais de quinze portas, e, em cada uma delas, havia pelo menos um elevador sempre. Na hora que saia um, já entrava outro.


— Vamos nesse. – apontou Gui para um elevador que havia praticamente acabado de estacionar na porta de número 7 – Sabe, o sistema de transporte melhorou bastante.


Teddy e Gui entraram no elevador, ele deu ré e desceu bem rápido, tão rápido que Teddy quase caiu. O elevador não estava cheio, havia mais cinco pessoas e todas elas pareciam completamente preocupadas com algo.


— Hm... Tio – iniciou Teddy.


— Diga.


— O que o senhor diria se Victoire estivesse namorando? – A vontade de Teddy de perguntar isso era muito grande, precisava saber o que seu tio acharia caso conseguisse namorar Vick, “um dia na história de minha vida, quem sabe eu não consiga...”


— Ora, isso é hora para se perguntar algo assim? – Ele parecia chocado com a curiosidade do menino. – Mas, bem, eu provavelmente sentiria ciúmes dele, porque ela é minha filha, mas se ele fosse legal, me respeitasse e a fizesse feliz, acho que eu teria que concordar, não é? – Teddy assentiu. – Mas por que a pergunta?


— Nada, eu só queria saber mesmo. – “OLHA A BRECHA QUE EU DEI AGORA, CARA, NÃO POSSO DAR UMA DESSAS DE NOVO.”


Mesmo que Teddy tivesse quase confessado que queria namorar Victoire, Gui parecia não ter percebido nada, aparentemente estava tenso, provavelmente por causa de Gringotes.


— Hm... venha, descemos aqui – exclamou Gui de repente.


Desceram do elevador e seguiram pela esquerda, o corredor parecia não acabar, mas havia vários corredores à esquerda e à direita que Teddy perdera a conta. Eles param no que parecia ser vigésimo sétimo corredor, ele ia da esquerda para direita e aparentava não ter fim.


— O escritório do meu pai é para lá – Gui apontou para esquerda – segue reto, e vai até o fim, vai ter uma porta, entre lá. Ele nunca sai de lá. Eu tenho que ir para cá – apontou para direita – depois você encontra Harry, né?


—Encontro sim. Obrigado.


—Disponha, até mais. – Gui virou-se e desapareceu no lado oposto de onde Teddy estava.


“É, parece que ele realmente ele não percebeu nada, o que é ótimo.”


Meio feliz e meio espantado com o que acontecera, Teddy seguiu o corredor, nem dois metros ele andou e já chegou, quase bateu com a cabeça na porta.


“Segue o corredor até o fim, parece que é AQUELA distância e são alguns passinhos.”


A porta era toda de madeira, não tinha nenhuma inscrição nem nada que fizesse identificar que era o local de trabalho do Sr. Weasley. Hesitante, Teddy bateu três vezes na porta. Ela se destrancou sozinha e uma voz alheia no mundo pediu para entrar. O garoto obedeceu.


Quando teve a visão de dentro da sala ficou surpreso. Aquilo não era só uma sala, para só uma pessoa. Era um departamento inteiro, atrás de uma só porta.


“Eu ainda me surpreendo com a magia, incrível!”


— Identificação, por favor. – pediu uma moça baixinha com cabelos amarrados em uma trança.


— Hm... Teddy Remo Lupin.


— O que o senhor deseja aqui, senhor Lupin? – perguntou educadamente a pequena moça.


— Gostaria de ver o senhor Arthur Weasley, se possível.


— Ah, sim. Por aqui, por favor.


A senhora guiou-os em meio de pilhas e pilhas de cartas, Memorandos Interdepartamentais e vários objetos trouxas espalhados.


— Ele está na sala dele, aquela ali. Desculpe, mas hoje estamos uma zona...


— Tudo bem, meu quarto é mais ou menos assim. – a moça com cabelos trançados deu um sorriso.


Teddy se despediu da mulher e agradeceu. Seguiu para a sala onde ela apontara.


Bateu na porta três vezes e a voz de seu avô pediu para entrar.


— Ah, Teddy, mas que bela surpresa! – exclamou Arthur ao perceber quem entrara na sala.


— E ai, vô. – cumprimentou Teddy.


— Olá, a que deve sua ilustre presença?


— Molly pediu para trazer seu almoço, porque o senhor saiu apressado e se esqueceu de pegar o almoço. Está aqui... – Teddy mostrou um pequeno embrulho.


— Pelas barbas de Merlin, nem tinha notado a falta. Acho que só notaria quando desse a hora. Deixe aí em cima, por favor. Isso, obrigado.


— Hm... O senhor parece ocupado, o que aconteceu?


— Um grupo de bruxos arruaceiros resolveu enfeitiçar a maior loja de eletromesméticos que tem em Londres, por isso essa zona toda.


— Eletrodomésticos?


— É, isso aí.


— Bem, eu preciso falar com o tio Harry, então vou lá... Tchau e hm... boa sorte.


— Ah, obrigado, desculpe não poder te receber melhor...  


— Tudo bem. Até mais tarde, então.


Teddy virou-se e saiu. Ele realmente não queria estar no lugar que seu avô estava, devia ser muito complicado ter que juntar todos aqueles trouxas e lançar feitiços da memória que apagassem aquele estranho ocorrido e não interferisse em nada no que já aconteceu, devia ser pior ainda ter que capturar o grupo de bruxos que enfeitiçou e fazer eles confessarem o ocorrido e mais impossível ainda era fazer com que todos os aparelhos afetados voltassem ao normal. “Um simples Finite não resolverá”, pensou tristemente.


Voltou para o elevador e esperou a mulher avisar “... piso dos Aurores”. Algo que realmente demorou para Teddy. Ou foi simplesmente a necessidade de falar com seu padrinho que fez com que o tempo passasse mais lentamente.


Segundos com duração de milênios passaram e ele finalmente chegou ao piso que há tempos ansiava. Desceu dele e praticamente correu para onde era a sala de seu padrinho, seus pés seguiram tão involuntariamente para lá, que parecia que tinham vida própria e que Teddy simplesmente deixara eles tomarem o controle de todo seu corpo.


Viradas inesperadas, desvios ágeis e entradas em corredores inimagináveis definiram a pequena corrida de Teddy à sala do padrinho. A vontade de vê-lo era muito grande.


Metros antes de chegar ao destino, Teddy conseguiu identificar a porta. Esperava que seu tio estivesse sozinho, mas mesmo que não estivesse, faria o quer queria e não se importaria com o que poderia acontecer.


Quanto mais perto ficava, mais a ansiedade crescia.


— Alohomora! – lançou de onde estava. Mesmo com uma certa distância, o feitiço chegou com potência total e foi possível ouvir o barulho da fechadura se abrindo.


Agora sim, Teddy realmente corria. Com toda velocidade que unia, com toda a vontade que tinha.


Enfim, escancarou a porta.


Seu padrinho estava em pé, olhando pela janela enfeitiçada. Aparentemente, não ouvira a porta ser destrancada por um feitiço. Apesar de correr, conseguiu ver que ele estava sozinho.


Harry se virou para a porta, no início sem expressão alguma, mas quando viu seu afilhado correndo para ele apenas arregalou os olhos, pensando que ele queria fazer alguma coisa, tipo feri-lo. Viu que estava errado quando o projeto de homem feito abraçou-o com toda força que tinha.


— Tio – disse Teddy no ouvido de Harry – Eu também te amo! E nunca vou te decepcionar, nunca! Eu juro!


— Teddy... nossa, que surpresa. Eu também te amo e pretendo nunca te decepcionar também. – respondeu Harry retribuindo o abraço.


— Desculpe entrar assim, mas é que eu realmente precisava falar isso para o senhor e... – Teddy não conseguiu terminar, começara a chorar de emoção.


— Vou deixá-los sozinhos, nesse hm... momento – disse uma voz, que Teddy reconheceu ser de seu tio Rony.


— Eu pensei que o senhor estivesse sozinho... – começou a se desculpar Teddy.


— Tudo bem, Teddy, tudo bem. Era só o Rony mesmo. Fique calmo. Relaxa. Por que você está chorando?


— Desculpe... mas é que o senhor foi ao meu quarto ontem à noite e disse que me amava e... bem... só quem me fala isso é minha vó... aí o senhor chega lá e fala, eu achei que devia retribuir o quanto antes... – terminar, novamente, foi impossível o choro foi incontrolável.


Teddy sabia que aquele choro era mais do que apenas emoção, era um jeito de aliviar o que sentia por não ter Victoire para ele, sentia a necessidade de aliviar junto de alguma pessoa e não um livro, ou caderno. Não precisava contar a verdade, só precisava de seu padrinho ali.


— Teddy, eu sei como é. Eu sempre vou estar aqui, tudo bem?


— Obrigado, tio.


Passaram um tempo conversando assuntos vagos e rindo. Depois de 2 horas, Teddy teve noção do tempo que já havia passado. Precisava voltar para A Toca ou Molly era capaz de matá-lo por não almoçar com ela e provavelmente o acusaria de não gostar dela.


— Tio, hm, eu preciso voltar para A Toca, Molly já deve estar preocupada de eu não ter voltado ainda...


— Tudo bem, eu tenho que por o trabalho em ordem mesmo.


— Desculpe, eu atrapalhei o trabalho do senhor...


— Você já parou para pensar que pede muitas desculpas?


Teddy apenas encarou seu tio. Realmente, ele sabia como era não ter pais e todo o sofrimento que se passa, ele sabia o que era ficar sozinho e não ter família para consolá-lo, Teddy achava que a vida dele era horrível, mas a de Harry com certeza fora pior.


— Bem, tchau – despediu-se sem jeito. Virou-se para a porta, abriu-a e quando estava prestes a fechá-la ao sair, Harry disse.


— Não precisa me chamar de senhor, Teddy. – e sorriu.


Teddy apenas sorriu em resposta.


Saiu da sala e voltou para a entrada do Ministério, o caminho de volta pareceu muito menor do que o de ida, mesmo que Teddy não tenha corrido. A sensação se “missão cumprida” era ótima.


Entrou numa lareira aleatória e disse “A Toca” e sentiu novamente seu estômago revirar até literalmente cair no chão d’A Toca.


O enjoo que sentiu na volta não foi igual ao que sentiu na ida, pelo fato de que o estômago estava vazio. Entretanto, a sensação de mau estar e tontura era a mesma. Sentou-se no sofá para esperar ela passar.


Poucos minutos depois já estava melhor.


— Está tudo meio quieto aqui.


Levantou e olhou no jardim, vazio. Foi para a cozinha na esperança de ver ou sua vó Molly ou Luis fazendo uma boquinha, não encontrou nenhum deles. Mas havia um bilhete sobre a mesa.


Querido Teddy,


A carta de Hogwarts de todos vocês chegou hoje, tomei a liberdade de pegar a sua e comprar todos os seus materiais. Depois acerto com sua avó.


Todos vieram comigo, exceto Victoire, disse que não estava se sentindo bem.


Chegou também uma carta do seu amigo Guilherme, deixei-a ao lado desta.


Amor,


Molly.


 “Ah, então as cartas finalmente chegaram.”


— Estava torcendo para você possivelmente morrer usando a Rede de Flu, mas acho que não tive tanta sorte. – era a doce voz de Victoire, com um leve tom de ódio.


— Vick! – respondeu Teddy animado.


— NÃO ME CHAMA DE VICK, ANIMAL! NÃO TE DOU ESSE DIREITO! VOCÊ NÃO PERCEBE QUE EU NÃO GOSTO DE FALAR COM VOCÊ? NÃO PERCEBE QUE EU NÃO SUPORTO SEU OLHAR AO MEU ROSTO?


— Mas... Victoire... o que foi que eu fiz? – perguntou Teddy. Sua voz não estava tão animada quanto antes, na verdade, estava prestes a desabar


— VOCÊ NASCEU! E AINDA FILHO DE UM LOBISOMEM!


— NÃO FALE DE MEU PAI, ELE MORREU LUTANDO! – Teddy perdeu o foco, já tinha sacado a varinha e a apontava para Victoire. Sua respiração estava pesada, poderia lançar uma Maldição da Morte naquele momento que com certeza obteria sucesso – NÃO OUSE FALAR DO MEU PAI COMO FALOU OUTRA VEZ, NÃO SE REALMENTE DER VALOR À SUA VIDA.


Victoire foi tomada por uma sensação de medo. Medo do que Teddy era capaz de fazer. Não viu outra defesa, exceto sacar sua varinha. E foi o que fez.


— ESTUPEFAÇA! – ordenou apontando para o peito do garoto.


O feitiço tinha tudo para fazer com que Teddy caísse no chão e ficasse desacordado por no mínimo duas horas, mas ela errou o feitiço.


Mesmo que as habilidades de Victoire fossem boas, Teddy estava prestes a se formar e pretendia seguir carreira de Auror, um simples feitiço estuporante não acabaria com ele.


— EU TE O-D-E-I-O ENTENDEU? SOME DA MINHA VIDA, GAROTO. DESAPARECE, NÃO VOLTE NUNCA MAIS.


— É isso que você quer, não é? Então tá! – apontou para a carta que pertencia a ele e fez com que ela viesse até ele.


Virou-se e saiu pelo jardim, saiu do limite de feitiço de defesa e desaparatou para qualquer rua que foi à sua mente.


Quando sentiu o chão de novo, leu a carta que recebera. Era de Guilherme, chamando-o para uma festa trouxa que teria e que deveriam ir como despedida de último ano, pediu para que fosse para a casa dele caso aceitasse o convite.


Teddy iria, mas não iria para a casa de seu amigo agora, não depois de brigar com Victoire. Antes, ele iria andar pelas ruas e pensar, necessitava pensar no que acontecera.


Brigar com Vick, de certo isso não era a melhor coisa a se fazer quando queria namorar uma pessoa. Mas ela insultara seu pai, uma das pessoas que ele realmente tinha como exemplo de vida, não poderia deixar barato.


Vagou pelas ruas de Londres um longo tempo, sempre pensando na briga que tivera com Vick, queria também se lembrar o que fizera para a garota para ela o odiar tanto, simplesmente não se lembrava.


Quando não sentia mais suas pernas de tanto andar e seu cérebro se sobrecarregar de pensar, Teddy desaparatou para a casa de seu amigo Guilherme.


Bateu à porta três vezes e esperou ser atendido.


Quando ela abriu, foi possível ver um garoto bonito, com barba desenhada, cabelo castanho meio arrepiado, alto, corpo definido, olhos pretos, usava calça jeans, uma camiseta branca lisa e um tênis completamente preto. Podiam pensar que ele era uma pessoa comum, um trouxa qualquer vivendo em Londres, numa rua qualquer. Mas era Guilherme Lettieri, seu amigo desde o primeiro ano, que estava na mesma casa que ele em Hogwarts, Grifinória.


— Que horas é a festa mesmo? – disse Teddy sorrindo como se nada tivesse acontecido.

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Comentários: 1

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Enviado por Lana Silva em 03/04/2012

FESTAAAA kkkk serio estou viciada nesa historias e olha que eu já deveria estar dormindo. Tô amandooo. Nossa agora sim eu tenho plena certeza que Vic é louca por ele, quando uma menina procura briga por nada pode ter certeza que ela gosta muito do garoto!
bjoos! 

Nota: 5

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