FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

2. Daydreamer


Fic: Amor escrito em música


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Vários gritos vindos do térreo d’A Toca acordaram Teddy no outro dia. Evidentemente eles vinham de suas primas Lílian, Rosa, Dominique e... Victoire. Gritos de terror como se algo as atacasse. Seu primeiro instinto foi olhar para o jardim, onde elas estavam dormindo noite anterior. Teve sua resposta assim que conseguiu raciocinar. Era uma infestação de gnomos de jardim. Gnomos de jardim um tanto quanto maiores e mais agressivos que o normal, Teddy concluiu.


Os meninos estavam se divertindo, agarravam os invasores pelas orelhas, giravam o máximo que conseguiam e soltavam. Era possível ver uma tempestade de grandes coisas beges, todas elas voavam de um lado para o outro do terreno que pertencia aos Weasley. A cena era engraçada de se ver, de fato, mas ela o acordara de um ótimo sonho que estava tendo:


Teddy estava na beira do lago Negro, em Hogwarts, junto com Victoire. A garota estava deitada no colo de Teddy, olhando as estrelas e ensinando um pouco de Astronomia para Teddy, matéria que ele sempre odiara. Incrivelmente, ele estava prestando toda a atenção possível no que ela falava, mesmo que às vezes se perdesse na incomensurável beleza que Victoire possuía.


— E aquela estrela é Júpiter, que mostra uma localização... – falava Victoire com toda sua voz doce e meiga – você está prestando atenção em mim, Teddy?


— Eu estava, até aquela parte que... – ele não estava e não conseguia achar nem mesmo uma desculpa para tentar sair dessa.


— Mentiroso. – Victoire parecia irritada, brava.


O rosto de Teddy ficou vermelho, seu cabelo e seus olhos acompanharam.


— Me desculpe, mas é que eu fiquei olhando uma coisa mais bonita que as estrelas que você tanto gosta.


— Ah é? E quem foi? – agora, sem dúvida, ela estava irritada.


— Você.


Victoire não sabia o que falar, fora pega completamente desprevenida de um elogio desses.


— Teddy eu... eu não sei o que falar.


— Eu não esperava que tivesse...


Eles se entreolharam por um tempo, a lua reluzia nos cabelos loiros e realçavam seus olhos mais do que o patrono beija-flor, ela estava perfeita para ele. E aquele era o momento perfeito para fazer o que ele sempre quis. Tudo estava tão bom, Victoire não o tratava mais mal, ela era legal com ele, ela queria passar mais tempo com ele. Eles estavam à beira do lago, luar mais que perfeito e uma vontade esmagadora de fazer com que seu sonho virasse realidade. Victoire parecia querer fazer isso há tempos. Teddy precisava tomar a iniciativa. Começou a se encurvar para chegar à boca de Victoire, a garota ia ao seu encontro. As bocas estavam à menor distância que podiam sem se tocar. Quando Victoire, assim, de repente, sem mais nem menos, grita!


Então Teddy acordou, com o coração disparado, com a boca úmida e aquela vontade que o sonho conseguiu deixar nele.


“MALDITAS CRIANÇAS, MALDITOS GNOMOS. FILHOS DA PUTA, VADIOS, CORNOS! QUE ÓDIO!”, pensou ao acordar.


— Ok, calma. Foi só um sonho, eles não são nada disso. Nada ia realmente acontecer mesmo, nada daquilo foi real, infelizmente. E meus primos não têm culpa, eles são legais comigo, menos a Vick...


Nem mesmo a visão daquele lindo raiar de Sol fez com que Teddy melhorasse depois que acordou daquele sonho e viu que era apenas um sonho. Começava o dia do pior jeito possível, completamente mal humorado.


Não podia deixar com que percebessem como a vida dele estava, não ia admitir sofrer por um amor quando ninguém conseguia vê-lo daquele jeito, simplesmente tinha que esconder que podia amar alguém como amava Victoire, pelo fato de que em Hogwarts ele poderia perder sua popularidade e todas as garotas. Inútil isso, ele sabia que era, mas a única garota que importava não ligava para ele, então aquilo era o que tinha.


Podiam ser falsos sentimentos, chances de se aparecer para o resto da escola, vontade de se aproveitar dos outros, ele realmente sabia que era aquilo, mas não tinha o que fazer, as pessoas nasceram daquele jeito, nasceram para pisar nas outras e se sentir superiores, “imagem” tomava conta da cabeça das pessoas.


Teddy sacudiu a cabeça para parar de pensar em coisas como aquelas e tentar alegrar seu dia. Olhou-se no espelho e fez seu cabelo mudar de cor, mesmo que fosse difícil, porque metamorfomagia era basicamente controlada pelos sentimentos e muito difícil de negar a verdadeira forma que deveria assumir pelo que está sentindo, mas Teddy conseguia fazê-lo com algum esforço, já tinha uma certa prática.


Vestiu uma calça jeans escura, uma camiseta com listras horizontais vermelhas e brancas e um all-star preto, um estilo bem trouxa, poderia dizer quem o olhasse daquele jeito, mas era como ele gostava de se vestir e isso não era uma das coisas que ele ia esconder. Com certo esforço conseguiu deixar seu cabelo bem preto, perto do nanquim. Achou que estava aceitável, desceu para tomar café com seus primos e tios.


— Bom dia! – disse quando chegou ao térreo e viu que todos já tinham se acalmado depois do susto, se trocado e estavam degustando um delicioso café da manhã preparado por sua avó por consideração, Molly Weasley.


— Bom dia, Teddy querido. Imagino que tenha acordado por causa da barulheira que aquelas pestes do jardim fizeram.


— É... não foi bem pelos gnomos – brincou ele olhando para suas primas e sorrindo sarcasticamente. Nenhuma delas achou graça do ocorrido.


Tiago e Alvo não podiam perder a oportunidade de atazanar a vida de suas primas, ou irmãs, e entraram na brincadeira de Teddy.


— É, cara, eu te entendo, Teddy. – começou Tiago – Elas gritaram como se estivessem correndo risco de vida por causa de pequenos gnomos.


— Eles não eram pequenos! – interveio Lílian.


— É claro que eram – defendeu Alvo – eu já vi maiores, bem maiores. E afastá-los e bem fácil. E com certeza não é com gritos que se faz.


— Mas você já tinha que acordar causando, não é, Teddy? – começou Victoire – você vive querendo causar, por Merlim! Será que não podia acordar um dia na sua vida sem importunar todos? Mas que saco! – e largou a torrada que estava comendo e deixou no prato, subindo com passos pesados a escada.


— Mas era só brincadeira, nossa Vick, não aguenta nem isso? Me desculpe! – gritou Teddy olhando para as escadas.


— NÃO-ME-CHAME-DE-VICK-NÃO-LHE-DOU-O-DIREITO! - e bateu a porta do quarto.


— Eu fiz algo realmente errado? Vocês acham? – e olhou para Lílian, Rose e Dominique.


— Não, não acho. Tudo bem Teddy, entendemos sua brincadeira. Victoire deve estar naqueles dias. – disse Dominique calmamente, e depois recebeu confirmações de Lílian e Rose.


— Verdade, querido. Sente-se e coma, já fiz torradas para você – manifestou-se, enfim, Molly.


— Obrigado, vó. – respondeu Teddy sentando-se à mesa – onde está Louis?


— Parece que ele não acordou, mesmo com toda essa gritadeira. – respondeu Tiago todo contente. – Sabe, ele estava do meu lado na barraca e os gritos chegaram realmente altos, não sei como ele não acordou, sério mesmo. – Tiago sentou-se ao lado de Teddy - Eu e Al estávamos pensando em zoar ele ou algo assim, o que acha? – cochichou.


— Eu acho que poderia ser fantástico – respondeu.


— Nós também! Vamos pensar em algo. – respondeu mais contente ainda – AAAAAAl!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Cadê você? – gritou Tiago enquanto corria de um lado para o outro da casa. – Acho que pensei em algo.


— SERÁ QUE VOCÊS PODIAM PARAR DE GRITAR UMA VEZ NA VIDA DE VOCÊS? – surgiu a voz histérica de Victoire vinda do quarto que pertencera a Gina, seguida depois por outra forte batida de porta.


— Olha quem fala. – falou Teddy para os que tomavam café. Todos riram.


Comeram e ficaram conversando, as pequenas crianças contaram como fora divertido acampar e que Teddy devia ter ficado com eles.


— Da próxima vez eu fico, tudo bem? – defendeu-se Teddy após acusações de que ele não gostava de ficar lá com eles.


As crianças concordaram e foram brincar no imenso jardim.


— Eu te ajudo – manifestou-se Teddy quando Molly começou a lavar os pratos sujos.


— Obrigado, Teddy querido.


— Tio Harry veio aqui ontem à noite? – perguntou Teddy enquanto guardava o resto dos pães e da geléia de morango.


— Veio, sim. Fui de encontro com ele quando o feitiço Miadura disparou.


— Por que vocês ainda protegem a casa com esse tipo de feitiço, sendo que Voldemort já foi derrotado?


— Bem, querido, mesmo que o Lorde das trevas tenha sido destruído, ainda há bruxos das trevas soltos por aí. E nossa família foi uma das que mais se opôs aos Comensais da Morte e ao Lorde, então tememos que eles possam nos atacar às espreitas. E também nos previne de trouxas.


— Ah, entendi. A senhora sabe se ele foi até meu quarto?


— Isso não posso lhe dar certeza, querido.


— Tudo bem se eu for até o Ministério falar com ele hoje? – pediu Teddy evasivo.


— Ah, claro que pode. Poderia aproveitar e levar o almoço do Arthur? Ele se esqueceu de pegar, não sei onde estava com a cabeça que saiu todo apressado para o trabalho. Disse que tinha recebido uma emergência lá no departamento e tinha que correr.


— Posso sim.


— Obrigado, querido.


Teddy terminou de ajudar a limpar a mesa e foi para o jardim, queria sentir um pouco da brisa de verão que ainda passava por lá, já que dentro de uma semana já estaria de volta à Hogwarts e passaria a ser outono.


Assim que passou pela porta, sentiu os raios solares tocarem sua pele e uma boa sensação o dominou, a brisa era bem leve, mexia seus cabelos pretos bem pouco. Era uma ótima sensação estar ali, sentindo leveza e liberdade, poderia voar para o mais longe possível, só para poder se sentir mais livre, e poderia fazer isso junto de seu amor, Victoire.


“MERDA”


O maldito nome voltou para sua cabeça, e só para variar um pouco, ele já estava sonhando o que poderia fazer se a pessoa que o possuísse de fato gostasse dele. “Droga, por que é que esse nome sempre paira pela minha cabeça? Será que isso é amar alguém de verdade? E será que chorar é saber o que é ser negado pela pessoa que você ama? Eu achava que isso não existia de fato”.


Pouco tempo depois que o nome Victoire tomou conta de seu cérebro, a imagem da única garota que conhecia com esse nome tomou a dianteira e praticamente estava em frente de seus olhos. Mais sonhos tomaram conta daquela pequena mente insana. Queria poder abraçar a garota quando quisesse, andar de mão dadas com elas, dizer para as pessoas que aquela garota, aquela linda garota loira com olhos azuis, era namorada dele, a pessoa que ele ficaria até o final da vida e além. Mas aquilo era impossível, era apenas um sonho e ele não viraria realidade tão cedo. Por que será que de manhã ele pensava mais em Victoire?


A essa altura Teddy já tinha subido uma pequena, bem pequena, colina em frente à casa dos Weasley e ao lado do galinheiro. Era possível ver a janela do quarto onde Victoire dormia com Lílian. Mais pensamentos do que poderia fazer vieram à tona. Será que eles casariam um dia? Será que ele teria o leve prazer de beijá-la? Será que, se casassem, teriam filhos?


Já passara das linhas normais de pensamento de novo, era mais que normal que isso acontecesse. Percebeu que seu primo Tiago se aproximava.


— Tudo bem, Teddy? – perguntou o pequeno curioso.


— Sim – respondeu seco, tentando ao máximo esconder a mentira em sua boca. – por que a pergunta?


— Você está meio distante, meio triste...


— Não estou! – brigou o maior.


— Desculpa, eu... eu só achei que algo tinha acontecido e vim perguntar... Quer jogar Quadribol com a gente? – perguntou mais por educação do que por sonho de conseguir que o mais velho jogasse.


— Hoje não, foi mal.


— Tudo bem. – respondeu o menor, mais como um resmungo do que uma resposta, era possível perceber que sua voz tinha um tom triste, pois ficara desapontado em saber que Teddy se irritara quando ele se mostrou preocupado.


“Pronto, olha eu aí, fazendo outras ficarem tristes por causa da Vick, sou um inútil mesmo”.


Levantou e voltou para dentro de casa, torceu para não encontrar Victoire, não queria ouvir mais xingamentos vindos dela. Pegou o almoço de seu avô por consideração, Arthur, e avisou Molly que estava indo para o Ministério.


Pegou o Pó de Flu, acendeu a lareira, jogou o pó e disse claramente “Ministério da Magia”, entrou na lareira e sentiu seus pés serem puxados, seu corpo girando e viu a sala desaparecer diante de seus olhos.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 03/04/2012

Nossa a Vick é má acho que ela ama o Teddy e não quer assumir só pode porque pra ficar acabando com o pobre do garoto assi...Ahh tá muito boa  a fic e você escreve muiiiito bem *----------------*

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.