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18. Por essa ele não esperava!


Fic: Quando o Amor Chega!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Sarah estava bem melhor, sua vida começou a se normalizar e ela foi liberado pelo medibruxo para voltar a escola, para a alegria de dos alunos Severus não iria mais ser professor de poções, mas.... por outro lado iria ser o novo Orientador Disciplinar dos N.O.M.s e N.I.E.M.s, em outras palavras todos os alunos com boas os más notas teriam que passar por sua “garras” mãos para poder fazer os testes, não é preciso dizer da insatisfação de 99% dos alunos quando o diretor Dumbledore deu a noticia na ceia de uma sexta-feira.
-Isso é bom ou mal? - Luna perguntou para Sarah que estava sentada em sua frente.
-Se você estuda é bom, mas se você é do tipo “a sorte ajuda!” é péssimo. - Gina foi quem respondeu, ela estava sentada na mesa da Corvinal, para poder conversar com as amigas.
-Por que? - Luna não entendeu.
-Por que todos nós vamos ter que ter aulas com ele.
-De que matérias?
-Todas.
-O que? - Luna falou um pouco mais alto e chamou a atenção das pessoas para ela. Sarah sorriu e falou.
-Luna, Severus me disse que seria assim. Todos os alunos farão uma espécie de prova com ele e ele verá onde cada um estar tendo dificuldades de aprendizagem e nos encaminhara para fazer reforço. Entendeu? - Sarah explicou.
-Ate você Sarah?
-Claro! Por que não teria?
-Ora você não tinha aulas com ele para que ninguém pudesse pensar em favoritismos e agora? Isso mudou? - Luna quis saber.
-Lógico, eu também tenho que saber onde estou fraca e para poder melhorar.
-E em que matérias vocês estão fracas? - Gina perguntou.
-Eu... acho que em transfiguração, vôo, historia da magia, herbologia, runas... - Luna ficou pensando.
-Tem alguma matéria em que você estar bem Luna? - Gina perguntou.
-Sei lá!!!! - Ela respondeu fazendo uma cara engraçada, Sarah e Gina sorriram dela.
-E vocês? - Luna perguntou.
-Estou com ótimas notas em todas as matérias. - Gina falou confiante.
-E falou a grande Gina Weasley. - Sarah falou com pomposidade, todas sorriram.
-E você Sarah? - Gina virou para ela, que esmoreceu visivelmente.
-To péssima em poções. - Sarah respondeu triste, Luna e Gina lhe olharam perplexas.
-Isso é que eu chamo de eufemismo! - Gina retrucou.
-Pois é!
-Mas isso não tem lógica. - Luna estava pensativa. – Você é casada com o maior mestre de poções da Inglaterra e vai levar bomba logo na matéria dele!
-Ele não era meu professor desde o casamento e sim a professora Sibila Trelawney, que a despeito de todo resto, é uma péssima professora de poções.
-É verdade ele estava lhe dando aulas de outras coisas. - Gina provocou, Sarah ficou vermelha.
-Gina!!!
-Aulas de que? - Luna não entendeu.
-E.S.
-E.S.? Que matéria é essa? - Luna continuou a não entender.
-Educação Sexual. - Gina falou sorrindo sapeca e Luna fez um “Oh!!!” com a boca., Sarah apenas sorriu.
-Mas mudando de conversa. - Gina se endireitou para falar. - Sarah, você teve noticias daquela jacaroa? - Sarah que estava bebendo um pouco de suco se engasgou sorrindo.
-Você falou igualzinha a Vanylla.
-Eu ouvir ela chamando a Srta. Watson assim e ache que combinava bem com ela. - Gina sorriu ao falar.
-Severus me disse que ela estar mesmo na França e não muito feliz o desenrolar da historia.
-Espero que ela fica por la para sempre. - Gina falou seria. - Ela me dava nauseias. - Ficaram conversando por mais um tempo, em tão Sarah viu Severus lhe chamando para se recolherem.
-Achou que já é hora de dormir. - Sarah falou olhando para ele. - Ele disse que ainda estou convalescente e que devo descansar. - Ela foi se levantando.
-Vocês estão dormindo onde? - Luna quis saber.
-Na ala sul, bem ao lado das masmorras, Severus adora aquele lugar. - Ela se despediu das amigas e foi para junto dele. Os dois caminharam de mãos dadas longe dos olhares dos alunos.
-Está pronta para recomeça as aulas? - Severus perguntou acariciando a mão dela.
-Na verdade estou ansiosa! O professor Slughorn é bem interessante. - Ela falou animada.
-Ele é um tolo isso sim! - Severus falou aborrecido.
-Você não gosta dele?
-Não tenho nada contra, ele foi meu professor quando estive na escola e era um bom professor!
-Mas em tão por que o chamou de tolo?
-Ele sempre deve mania de criar clubes de leituras e chá, convidando só quem ele considera s melhores.
-Eu lembro que ele fez um clube desse o meu quarto ano. Você foi convidado na sua época d estudante?
-Ele só convidava a elite e eu nunca fez parte dela, mas esse não é o motivo de achá-lo um tolo.
-E qual é?
-Foi ele que contou a Voldemort o feitiço da separação da alma, por causa do que ele ensinou o Lord criou a Horcruxes. - Sarah ficou de boca aberta, ela não sabia disso.
-Mas ele lutou contra Voldemort na guerra final.
-Sim lutou, mas se ele não tivesse começado a falar muito talvez a historia tivesse sido diferente. - Eles chegaram ao seu novo aposento, era muito parecido com o anterior a maior diferença era que neste novo havia um lareira também no quarto, mas essa só servia para aquecer o quarto, Sarah foi para o banheiro e se trocou, voltou para o quarto e foi em direção da cama, Severus entrou no banheiro, mas assim que Sarah se aproximou da cama, sentiu o mundo girar, ela se segurou no dorcel da cama, respirou fundo e logo se sentiu melhor, se sentou na cama, quando Severus saiu do banheiro a viu sentada na cama e se aproximou dela.
-Aconteceu algo Sarah?
-Não, só fiquei um pouco tonta, mas já estou melhor. - Ela sorriu para ele.
-Amanha vamos ver a Madame Pomfrey. - Ele falou acariciando seus cabelos.
-Não precisa Severus, eu estou bem, foi só a agitação de voltar para a escola! - Ela fez uma carinha fofa e Severus a puxou para um beijo carinhoso.
-Tudo bem, mas vai ter que me prometer que se sentir isso novamente vai me avisar.
-Prometo, mas agora eu só quero dormir. - Falou manhosa. Eles se deitaram, ela sobre o peito dele como todas as noites e logo o sono roubou-lhes o sentido.
Na manha seguinte Sarah sentiu novamente a tontura, quando estava se banhando, mas não contou para Severus, não queria preocupá-lo, resolveu que mais tarde tomaria uma poção fortalecedora. Foi para sua primeira aula do dia, Poções com o professor Slughorn, a aula correu bem, Sarah entendeu tudo que ele falava, preparou sua poção perfeitamente e recebeu elogios do professor e quando a aula acabou e ela ia saindo ele a chamou.
-Sra. Snape! Só um momento por favor. - Ela parou e ficou esperando. - Gostaria de lhe parabenizar.
-Por que professor? - Sarah lhe olhou intrigada.
-Sua poção estava perfeita! Mas isso não me espanta, sendo esposa de Severus! Não esperava menos da Sra.! - Ele sorria calorosamente para ela, Sarah ficou vermelha.
-Obrigada professor, mas... eu não fiz nada de mais!
-Como não? Uma poção restabelecedora não é tão simples assim! Gostaria de convidá-la para participar de um clube que estou organizando.
-Ah! Lembro quando eu estava no quarto ano e o Sr. era nosso professor, também criou esse clube.
-Sim, era uma época muito conturbada e não pude ver as pedras preciosas que tinham na escola. - Sarah ficou vermelha. - Mas agora faço questão de tê-la em meu clube.
-Ah! Mas eu tenho que falar com o meu... com o professor Snape.
-eu também falarei com ele e não aceito não como resposta. - Ele sorriu o mais amistoso possível, Sarah deu um sorriso amarelo e saiu da sala, no caminho ate a estufa onde teria sua próxima aula ela se sentiu mal, o mundo todo girou e ela teve que se segurar nas paredes para não cair, a pois alguns segundos ela voltou ao normal e seguiu para a próxima aula, Gina e Luna estavam lado a lado esperando ela e perceberam que havia algo errado com ela.
-Sarah? Você está pálida! - Gina se aproximou dela.
-Acho que fiquei muito tempo nos vapores da sala de poções. -Ela falou se recuperando. - Já estou melhor. - Elas foram para a bancada.
-Hoje vamos aprender sobre “Erva Sonhadora do Egito” Uma erva muito poderosa e as vezes perigosa. - A professora Sprout começou a explicação. - É um erva rara e que só nasce em circunstancias especiais, seu uso é muito utilizado no preparo de poções alucinógenas, mas também tem um grande uso em poções curativas. - Em quanto a professora Sprout dava as explicações Sarah segurava a borda da bancada tentando fazer o mundo parar de girar.
-Professora? - Sarah falava baixo.
-As poções curativa que em o uso das Ervas Sonhadora do Egito, são...
-Professora?... - Sarah se levantou da cadeira, mas não teve tempo de nada pois caiu no chão desmaiada. Todos os alunos que estavam na estufa correram para ajudá-la.
Severus estava na sua nova sala lendo alguns relatórios, não era exatamente a tarefa que ele gostava de exercer, mas como tinha perdido seu cargo de Mestre de poções ele não tinha muitas opção, mas não falaria nada para não deixar Sarah triste, em tão resolveu apenas seguir em frente, analisava os testes passados de alguns alunos e teve uma constatação. Inteligência dos alunos de Hogwarts era uma lastima, sacudiu a cabeça decepcionado, quando a lareira crispou anunciado que alguém queria lhe falar e logo o rosto do diretor apareceu.
-Albus? Aconteceu algo? - Severus perguntou preocupado.
-É melhor você ir a enfermaria, Sarah passou mal na aula de Herbologia. - Severus nem esperou ele terminar de falar e já foi saindo em direção a enfermaria, chegando lá viu Sarah deitada em uma cama, Gina e Luna estavam ao seu lado.
-Sarah? O que ouve? - Ele foi para o seu lado.
-Não sei! Estava na estufa e quando dei conta de mim já estava aqui. - Ela falou fraca.
-Ela desmaiou no meio da aula. - Luna foi quem informou.
-Srtas. Weasley e Lovegood. As Srtas. Pode ir agora, preciso dar a medicação dela.
-Mas queremos saber o que ela tem! - Gina protestou.
-Depois, agora vão por favor. - A Matrona não esperou elas falarem mais nada e as tangeu para fora da enfermaria.
-o que você sentiu? - Severus perguntou preocupado.
-Só uma tontura, nada mais.
-Eu sabia que você ainda não estava bem para voltar para a escola.
-Na verdade Severus ela está ótima! Uma saúde perfeita!- Madame Pomfrey falou voltando para junto deles.
-Como perfeita? Ela desmaiou no meio da estufa e você vem me dizer que ela está ótima?! - Severus estava zangado.
-Ela não desmaiou por estar doente Severus, mas sim por um outro motivo.
-E qual outro motivo seria esse?
-Ela está grávida! - Um silencio assustador caio sobre a enfermaria, Sarah levou a mão sobre o ventre e Severus ficou calado olhando para a enfermeira.
-O que você disse? - A voz de Severus era sombria.
-Ela está grávida! É por isso que está tendo essas vertigens. - A Matrona falou calma, pegou uma folha de pergaminho e entregou a Severus. - Esta é a lista de poções que ela vai precisar no momento. Acredito que você mesmo vai quer prepará-la Severus. - Ela ficou com o papel estendido, mas Severus nem se mexeu. - Ou devo pedir a Slughorn para prepará-las? - Severus pareceu acordar e pegou o pedaço de papel. - São poções revigorativas, fortalecedoras e para enjoou caso ela venha a tê-los.
-Tive essa manha, mas foi só um pouco. - Sarah lembrou acariciando o ventre. Severus lhe olhou, mas continuava calado.
-Ela já pode ir, deve ficar em repouso por hoje, mas amanha já pode voltar as atividade normal. - Ela se virou e saiu. Severus continuava com o olhar atônico e calado, mas Sarah estava feliz, ela sempre quis uma família e agora esse bebê iria coroar sua união com Severus, mas tarde ela retornou para seu quarto, Gina e Luna foram visitá-la e ficaram felizes com a noticia.
-Meu Merlin! Você vai ser mãe! - Luna esta radiante.
-E como vai ser o nome do bebê? - Gina quis saber.
-Na verdade ainda não pensei nisso.
-Se for menino pode ter o nome do pai e se for menina o da mãe. - Luna falou e Sarah sorriu.
-Acho que veremos isso mais tarde. - Sarah falou. - Agora eu só quero curtir a novidade. - Elas ficaram conversando. Severus estava no outro ambiente do dormitório pensativo.
”Um filho! Nessa altura do campeonato? O que eu devo fazer? Com vou resolver essa situação?” Ele bebia uma doa dose de whiskey fire, ficou lá ate as amigas de Sarah irem embora, eles fizeram sua refeição no quarto, na verdade só Sarah comeu, pois Severus não tinha estomago para nada!, Sarah esta radiante com a novidade.
-Com qual de nós ele vai parecer? - Ela perguntou animada. - Eu acho que é um menino e você?
-Ainda é sedo para sabermos disso. - Ele falou serio.
-Eu sei, mas estou tão animada com o nosso filhote! - Ela se abraçou a ele sorrindo feliz e não conseguia ver a feição dele.

Os dias passaram mais ou menos normal, os feriados natalinos estavam chegando e os Snapes resolveram passá-los em casa, todos já sabiam da novidade e muito olhavam estranho para Sarah, não acreditavam que ela tivesse realmente coragem de ter um Snaipinho, mas os Sonserino pareciam orgulhosos com a novidade.
-Vou ao Beco Diagonal comprar algumas coisas para ele. - Sarah falava animada para as amigas.
-Eu adoraria ir com você. Adoro fazer compras. - Gina falou..
-Talvez possamos ir juntas.
-Não vai dar. Harry pediu para mim ir com ele ver uma casa, que ele vai comprar. - Gina disse triste.
-E você Luna? - Sarah olhou para ela.
-Não vai dar também, Draco me convidou para passar os feriados na França com ele. - Luna falou vermelha como um tomate.
-Será que quando voltar não vai trazer um Malfoyzinho com ela? - Gina perguntou maliciosa e Luna engasgou com o nada.
-Gina!!!!!! - Sarah gargalhou da atitude dela.
-Tudo bem Vanylla já se ofereceu para ir comigo, ela disse que tem uma lojinha super legal na Londres trouxa, que em lindos artigos para bebê. - Sarah sempre ficava sonhadora quando falava do bebê. Uma coruja entrou trazendo uma carta e desceu em frente a Sarah, Severus olhou para ela e se aproximou e pegou a carta antes que Sarah a pegasse.
-Esta carta é pra mim! - Sarah falou emburrada, mas Severus não ligou e abriu a carta, leu e se virou saindo sem falar nada para Sarah, que lhe olhava atônica.
-O que será que tinha na carta? - Luna perguntou.
-Não sei, mas vou saber. - Sarah se levantou e foi atrás dele, quando entrou no quarto ela o viu queimando a carta.
-O que estava escrito na carta? E por que não me deixou lê-la? - Ela perguntou .zangada.
-Nada de mais. - Foi a resposta dele.
-Como nada? Você praticamente a tomou de minha mão e a queimou.
-Já disse que não era nada de especial e isso é o suficiente.
-Não pra mim. O que está me escondendo Severus?
-E exatamente o que você acha que estou escondendo?
-Era de Miranda não era?
-Por que sempre acha que tudo tem a ver com ela?
-Por favor, Severus me fale a verdade! - Ele viu a tristeza no olhar dela, estendeu sua mão e a conduziu para a poltrona, não sabia como dizer a ela.
-Na verdade são cartas anonimas, fazendo ameaças a você. - Achou melhor falar de uma vez, Sarah ficou espanada.
-Como assim ameaças?
-Ha dias vem chegando cartas dizendo coisas horríveis, eu e diretor estamos conseguindo interceptá-las antes de chegar a você, mas hoje uma dela chegou ate você. - Sarah mordeu o lábio inferior. - Não precisa se preocupar Sarah, isso é coisa de algum desocupado, você não deve fica pensando nisso.- ele se sentou ao lado dela e a abraçou.
-O que dizem as carta?
-Isso não importa.
-Por favor, Severus. Eu quero saber a verdade! - Sarah tinha a voz suplicante, Severus lhe olhou e suspirou fundo.
-Elas falavam que você tinha traído seu pai, que nunca vai ser feliz ao meu lado e coisa tolas.
-O que mais?
-Nada.
-Severus?
-Sarah, você não deve se aborrecer com essas bobagens.
-E quem tem escrito essa cartas?
-Não sabemos, mas logo que descobrimos eu pessoalmente irei ter uma conversa com ele. - Sarah sorriu triste, sabia que Severus faria qualquer coisa para protegê-la.
Com o passar dos dias Sarah soube através de Severus que outras cartas e que ainda não haviam descoberto quem era o autor dessas carta, Sarah continuava achando que era coisa de Miranda. Na semana de Natal eles foram para Mansão Snape e Sarah esqueceu das cartas e se preparava para as festas e também queria comprar as coisas para seu bebê, Vanylla foi com ela as compras, foram a varias lojas compraram varias coisas, fraldas, roupinhas, colchinhas de berços, brinquedinhos de bebê, etc..., chegaram em casa com milhares e milhares de sacolas, Severus ficou imaginado que trouxeram todas as lojas de Londres nas sacolas, mas achou melhor não dizer nada. Sarah chamou Severus para ver as compras, mas ele deu uma desculpa e não foi, Vanylla percebeu que havia algo errado, quando Sarah subiu para guardar as coisa ela foi falar com ele.
-O que está acontecendo?
-Do que está falando?
-De você! Do que não está falando, mas sei que está sentindo.
-Poderia ser mais clara Dona Louca.
-O que está sentindo em relação a essa criança? - Severus ficou calado, Vanylla o conhecia há muito tempo, não adiantaria mentir para ela.
-Não sei. - Severus se sentou na poltrona e passou as mãos pelos cabelos, Sarah desceu e foi procurar por eles. - Não vou lhe mentir Van, não sei o que sinto em relação a essa criança. - Sarah parou na porta e começou a ouvir a conversa.
-Como assim Sev? É seu filho! - Vanylla falou atônica.
-Sei disso, mas... Não esperava por isso agora.
-E queria para quando? Quando estiver com cem anos?
-Não é isso! - Ele se levantou e começou a andar pela sala, Sarah se escondeu quando ele se aproximou. - Antes estava tudo muito bom, mas agora...
-Severus! Você só está um pouco atônico com a novidade, mas assim que a ficha cair, vai ficar diferente.
-Esse é o problema Van, tudo vai ficar diferente.- Sarah sentiu um nó na garganta ao ouvir isso, ela voltou para o quarto, triste, Severus estava triste com a chegado do filho que ela muito queria, sentiu os olhos se encherem de água, passou a mão no ventre.
-Tudo bem filho! - Ela falava com o seu bebê. - Nós vamos ficar bem! Com ou sem ele vamos ficar bem! - Ela ficou no quarto, não tinha mas clima para nada, seu Natal tinha acabado!
Mas tarde Severus subiu para dormir, ele e Vanylla ficaram conversado sobre o bebê, ele confessou a ela do seu medo e ela tranquilizou, ficaram esperando Sarah descer, mas ela não desceu em tão Vanylla resolveu ir embora e Severus foi ver como Sarah estava, quando entrou no quarto viu Sarah deitada na cama virada para o outro lado.
-Sarah? Está sentindo algo? - Ele perguntou preocupado.
-Estou bem. - Ela falou sem se virá para ele. Severus foi se arrumar para dormir e logo veio para cama, se deitou, esperou ela vim se deitar perto dele, mas ela sequer se moveu.
-Sarah? Tem certeza que está tudo bem?
-Estou. - Foi a resposta dela, Severus sentiu que havia algo errado, mas achou melhor esperar ela falar, se acomodou na cama, mas não conseguiu dormir a noite toda, olhava para ela deitada, distante dele, sentiu falta do calor do corpo dela. Foi uma longa noite para essas duais pessoas atormentadas.


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