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8. Abyssus abyssum invocat


Fic: Éden


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Capítulo 7

Abyssus abyssum invocat


“Ginevra”, Tom sussurrou o seu nome, duas horas após deixarem a vila.

Ela não respondeu. Ainda olhava a neve cair e cobrir a paisagem, lentamente, à medida que deixava a sua vida para trás. As únicas provas de que havia fugido com o padre Gabriel estavam destruídas. Uma alma varrida, um vestido queimado, nenhuma arma, nenhum som.

“Faça de novo”, ele sussurrou em seu ouvido.

Não pôde ignorar aquelas palavras, ditas de forma tão calma, tão clara e tão perto. Virou-se para encará-lo e mergulhou na escuridão dos olhos negros de mistério e no sorriso do medo. Ambos faziam o mesmo pedido em um silêncio perturbador.

“Ele não pode vir conosco, Ginny. Você sabe disso”.

“Não posso fazer de novo”, respondeu desviando do olhar de Tom.

“Tudo bem”, ele se afastou, ainda com um sorriso estranho desenhado em seus lábios. “Apenas desejava que este pobre homem tivesse uma morte sem dor. Conviva com a culpa, minha nobre senhorita”.

Ginny mordeu os lábios e fechou os olhos quando Tom se levantou e pediu para o cocheiro parar. Escutou a porta ser aberta, deixando que o ar gelado entrasse, e logo o interior da carruagem ficou mais frio. Pôde ouvir claramente o homem perguntando se tinha algo errado, mas não houve resposta de Tom. Apenas um barulho, um grito e, em seguida, silêncio. Tom era feito de silêncio. Segundos intermináveis e frios se arrastaram até ele voltar a abrir a porta.

Ela abriu os olhos. Sangue. Havia muito. Tom estava com a frente da batina coberta dele e, por isso, começava a se despir. Ginny virou o rosto para encarar a paisagem esbranquiçada através da janela, maculada pelo rastro de sangue que havia no chão, formando um caminho de morte desde a carroça até as primeiras árvores da floresta que cercavam a estrada. Não se desesperou, não gritou, apenas sentiu pena do homem e si mesma. Em uma jornada pela imortalidade, quantas vidas ainda precisariam tirar?

Arriscou olhar para o homem que acompanhava e viu que sua expressão não denunciava que havia acabado de cometer um assassinato. Estava sereno e seus olhos não carregavam culpa. Tom apenas amarrava os cordões da camisa de algodão, sem nenhum tremor nas mãos.

“Não me olhe dessa forma”, falou sem desviar a atenção do que estava fazendo. “Ele iria morrer de qualquer jeito, você optou por deixar em minhas mãos o destino dele”.

“Ele não precisava morrer”, respondeu entre os dentes, com raiva.

Nós não precisamos morrer, Ginny. Eu decido quem vive e quem morre, por isso não dê tanto valor às vidas que não são importantes”, ele calçou os sapatos e se levantou, abrindo a porta mais uma vez. “Venha, não quero passar o resto da viagem sozinho lá fora”.

Ela o acompanhou e os dois se sentaram no lugar do cocheiro. A noite estava fria, mas havia parado de nevar e o vento dera uma trégua. Tom açoitou os cavalos e a carruagem voltou a andar. Levariam toda a madrugada e a manhã seguinte para alcançarem a cidade mais próxima, onde comeriam em alguma estalagem, falariam sobre Éden e dormiriam por uma noite, antes de partirem rumo à corte.

Ginny escondeu o rosto na capa, tentando se proteger do frio. Não havia ventos ou neve, mas o ar era tão gelado que respirar lhe causava dor. O inverno havia chegado com mais cedo e com mais força do que era comum, fazendo com que por sua mente passassem pensamentos que, há pouco mais de um mês, jamais lhe imaginaria.

“Ele está nos testando”, sussurrou.



“Eu sei”, Tom respondeu, sem desviar os olhos da estrada.

“Ainda deveríamos ter as folhas do outono. É cedo demais para nevar”.

“Eu sei”.

“Ele quer nos impedir e eu temo por isso”.

“Ele não vai nos impedir, temos o conhecimento e o poder”, argumentou.

“Mas ainda assim, poderemos morrer durante a nossa busca”.

“Ele não vai nos matar por isso, Ginevra. Deus é orgulhoso. Tirar as nossas vidas seria reconhecer que tem medo e ele jamais admitiria isso”, respondeu com firmeza.

“Você fala como se soubesse o que ele pensa”, ela deixou de encarar a estrada para fitar o perfil bonito de Tom, que tinha o rosto levemente corado pelo frio.

“Eu penso como Deus e é por isso que posso ser como Ele”.

“Até onde você pretende ir para se tornar um deus, Tom”?

“Até onde for preciso. E você virá comigo”.

Ginny suspirou. A resposta foi vaga, inconsistente e exatamente aquilo que ela esperava. Estava começando a pensar como Tom e não sabia se gostava disso. Suas mentes estranhamente se ligavam por um mesmo pensamento, embora tivessem pontos de vista diferente. Ele tinha um objetivo e, a cada segundo ao seu lado, este se tornava também o dela. Imortalidade, a busca pelo paraíso, o sonho do lugar perfeito. Sua fé sustentava seus pensamentos e, mesmo que não aceitasse os métodos de Tom, eles se faziam justificáveis quando pensava que isso os levaria aos portões do Éden.

“A vida é algo tão frágil”, ela sussurrou, pensando em voz alta.

“Quando nos deparamos com essa verdade nos revoltamos. O homem não está preparado para admitir que sua passagem pela terra é curta e que sua vida cessará quando Ele quiser. Alguns de desesperam, outros se rendem à fé e ao temor a Deus. Eu não me conformo, não me rendo e vou aplicar o castigo merecido a todos aqueles que são fracos. Os fracos não merecem o mundo”.

“Você não está sendo egoísta também”?

“Estou apenas pensando como Deus. Ele nos criou assim, não há nada mais complexo que o ser humano e, mesmo assim, Ele nos trata como futilidades”.

“É por isso que não se importa em tirar vidas inocentes”?

“Vidas inúteis”.

“Ainda assim, são vidas. Como a minha, como as da minha família. Não é justo”.

“A vida não é justa. Temos pensamentos diferentes sobre a humanidade, Ginny, mas você já é capaz de entender os meus pensamentos e meus objetivos. Você já conhece a verdade, vislumbrou a escuridão uma vez. Não há regresso”.

“Eu sei. Compartilho do abismo em que sua alma está e, mesmo que pense de forma diferente da sua, acredito que será mais fácil se dividirmos esse fardo que é a escuridão que se aproxima das nossas mentes”.

“Você fala coisas sobre alma, escuridão e fardo, mas para mim esse é o único modo de vida que existe”.

Ginny silenciou-se. Não havia o que dizer ou o que argumentar com aquele que jamais havia vivido na luz. A alma daquele que vivia da fé que tinha em superar o Deus dos homens era 

maior do que a esperança que uma vez teve de salvá-lo, tirá-lo do abismo e chegarem a Éden apenas para que vivessem em paz. Era um sonho, Tom não amava, nunca amaria. Apenas adorava a si e ao seu ideal, perseguindo-o com paixão e loucura. Obsessão.

“Descanse um pouco. Quando nós estivermos perto da vila eu chamarei você”.

Suspirou, encostando a cabeça no ombro de Tom. Seu corpo e a sua alma precisavam de descanso, esperança, precisava de calor. Ginny fechou os olhos e tentou relaxar, levando sua mente para um mundo de sonhos, embalada pela respiração tranqüila de Tom.


Algumas perturbações no éter fizeram Ginny despertar. Não estavam mais cercados por árvores e não estava tão frio. O sol já brilhava, tímido, entre algumas nuvens, e à sua frente podia ver uma muralha fortificada, rodeada por um descampado coberto de neve.

“Então é aqui que vamos ficar?”, perguntou sonolenta.

“Apenas por uma noite”, respondeu.

“E para onde seguiremos depois?”.

“Nizza”.

“Onde fica? Não iríamos para corte francesa? Sairemos mesmo do país?”.

“Sim e não. Nizza fica em Sardenha, que é um estado que faz parte da coroa de Aragão, mas precisaremos atravessar a França”.

“Então vamos a Paris?”, perguntou esperançosa. “Ouvi tanto sobre Paris...”

“Paris fica muito ao norte. Nosso rumo é o sul”.

“Se vamos para o sul, então veremos o mar?”.

“Inevitavelmente”.

“Eu nunca vi o mar”, pensou alto, sonhadora.

“Não se deslumbre com as obras de arte de um Deus. Logo poderemos fazer obras dignas de adoração. Não se encante com tão pouco”.

Os portões da cidade se abriram, permitindo que passassem com tranqüilidade. Havia muita expectativa em torno do que estava por vir e, para Ginny, cada som, cada visão, cada sensação, era algo completamente novo. A agitação era diferente da que costumava ver no vilarejo em que viveu e tinha a ligeira impressão de que aquilo não passava de uma amostra do que viria pela frente. O medo e o sentimento de culpa deram lugar à excitação, descobertas, uma vida cheia de possibilidades e aventuras, mas a cada vez que olhava para o rosto inflexível de Tom suas inseguranças voltavam a minar seus sonhos.

Assim que pararam o coche e desceram diante de uma estalagem, Tom lhe orientou a colocar o capuz, para que comentários fossem evitados, visto que, mesmo em trajes masculinos, seus traços delicados denunciavam que estava vestida de forma inapropriada.

“Nós faremos apenas uma breve parada e seguiremos a viagem”, falou baixo. “Mesmo assim, não é interessante que chamemos atenção, porque ainda estamos próximos de nosso local de origem, e é certo que haverá uma busca”.

Ginny não respondeu, apenas o seguiu quando atravessou a porta da estalagem. O ambiente estava cheio e havia muito vapor. Cheirava a suor, cheirava a álcool. Havia muito barulho e confusão, o que não impediu Tom de atravessar o local, chegar ao balcão e pedir informações a uma senhora de aparência mal humorada. Sentiu alguns pares de olhos em suas costas, mas não se atreveu a encará-los de volta. Apenas se certificou que o capuz cobria bem o seu rosto e a cor incomum de seus cabelos, e seguiu Tom. Em dois minutos já subiam por uma escada que rangia a cada degrau e entravam em um quarto mal iluminado, que cheirava a mofo. Ginny não se importou.

“Pode descansar agora, se quiser”, Tom falou, indicando uma das camas.

“Quando partiremos?”.

“Hoje à noite”.

“Por que tanta pressa?”, perguntou tirando as botas.

“Porque do vilarejo até aqui levamos aproximadamente meio dia de viagem e, quando eles perceberam o ocorrido, procurarão por você nas proximidades. Como eles não encontrarão nada, virão até a cidade mais próxima”.

“Como pode ter tanta certeza disso?”.

“Não tenho certeza absoluta, mas acredito que será na seguinte ordem: primeiro seus pais notarão que não está em casa e procurarão pela vila. Encontrarão o cavalo e vão perceber que está desaparecida. Procurarão as autoridades locais, que a essa altura já sabem da morte de Miguel. Sua família saberá que foi você que o matou, mas as autoridades pensarão que quem o matou, levou você. Então haverá uma busca pela jovem desaparecida”.

“Por que procurar somente a mim? Por que não fala em seu nome também?”.

“Porque minha viagem já estava programada. Todos os sacerdotes já sabiam de minha partida para a corte, por isso havia o coche. Eles só começarão a perceber que algo está muito errado em minha viagem se encontrarem o corpo do cocheiro, o que acredito que não acontecerá. A neve que caiu pela manhã já deve ter coberto o homem”.

Tom pensava sempre em tudo. Era como se, antes mesmo de se conhecerem, ele já tivesse tudo planejado. Parecia que transformá-la parte do plano era apenas uma etapa e sentia medo por isso.

“Tom?”.

“Sim”.

“Quando a minha magia não for mais necessária, eu serei descartada?”.

Ele a encarou. Seus olhos não diziam nada, não tinham a resposta, mas em seus lábios estava desenhado um sorriso. Tom se aproximou e sentou ao seu lado na cama, tocando-lhe a face.

Seus dedos estavam frios, seus olhos eram frios e em seus lábios... O sorriso.

“O que você acha?”, perguntou em um sussurro.

“Acho que sou apenas uma peça em seu plano para se tornar deus”.

“O que te faz pensar que não está incluída em todas as fases desse plano, Ginny?”, ele a analisava, como se pudesse ler seus pensamentos.

“Seus olhos, seu sorriso, sua voz. Você. É você que me diz isso todas as vezes que olha para mim”.

“Está equivocada. Não está em meus planos deixá-la para trás, não desejo matá-la quando me tornar deus, porque sei ser grato com aqueles que estão do meu lado”.

“Então por que tudo o que vejo em você é escuridão? Por que seus olhos não dão resposta para as minhas perguntas?”.

Ginny levou a mão ao rosto de Tom, que não alterou a sua expressão ao sentir o toque. Apenas a encarava com curiosidade. Sorriu.

“Porque o que você procura em mim, Ginny, não existe. Você nunca vai encontrar essas respostas em mim”.

“Eu tinha tantas certezas, tantas certezas absolutas. Como você conseguiu acabar com todas elas?”, perguntou ainda na esperança de desvendar o significado da escuridão de seus olhos e penetrar em seus pensamentos.

“Não destruí seus pensamentos e suas convicções, apenas lhe mostrei liberdade, imortalidade, poder e conhecimento. Mostrei a verdade e o mundo. Qualquer certeza, por mais firme que fosse, cairia diante das maravilhas do Éden”.

“Eu gostaria de ter algo em que me apoiar. Eu preciso de certezas”.

“Apóie-se nas minhas certezas. Torne-as suas”.

“Não sei se desejo isso. Ainda é confuso para mim, Tom. Ainda não sei se fico feliz ou triste, se sorrio para você ou se derramo mais lágrimas, se peço perdão a Deus ou se mergulho no abismo”.

Tom se aproximou e falou em seu ouvido. Voz sussurrada. Arrepio. Os olhos se fecham.

“Pense em Éden. Essa é a sua certeza agora”.

Ginny tentava. As perguntas eram importantes, mas também precisava ter respostas e certezas. Ela tentava. Mas os pensamentos de Tom não se prendiam às normas, às impossibilidades, não revelavam sentimentos. Convicções onde nem mesmo havia razão. Certezas destruídas por um sonho que agora era seu único apoio. Seu objetivo, seu desejo, sua meta, unificados em Tom.

“Não fraqueje diante do inverno”, ele falou, se afastando. “Você é forte, seus olhos sempre me disseram isso e eu preciso dessa força”.

“Eu também”, respondeu baixinho.

“Durma um pouco. O horário de nossa partida se aproxima”.

Tom se levantou e foi para a sua cama, onde se deitou sem fechar os olhos, mirando o teto, preso em seus próprios pensamentos, em seu próprio mundo, onde ela não podia entrar. Tinha medo dos momentos em que Tom ficava em silêncio. Suspirou e também se deitou, mas manteve seus olhos nele por alguns momentos, tentando analisá-lo. Bonito, misterioso. O medo de ficar perto lutava contra a necessidade de ficar e desvendá-lo, aventurar-se pelo mundo, proteger sua família. Fechou os olhos. Ele era o seu vício, seu pecado. Tom.

Não se lembrava de ter adormecido. Era como se tivesse fechado os olhos por poucos minutos, mas precisou abri-los quando sentiu os dedos frios de Tom em seu rosto, desenhando os contornos de sua face pálida. Estava sério. Apenas levou o dedo indicador aos lábios, pedindo silêncio. Logo se levantou e fez sinal para que ouvisse com atenção as movimentações no corredor. Ginny se levantou rapidamente e fechou os olhos, tentando sentir se existia alguma essência conhecida, mas não percebeu nada. Abriu os olhos e viu que Tom já estava pronto para partir.

“Mas não é nada, Tom”, sussurrou.

“De qualquer forma não quero arriscar. Percebi como algumas pessoas nos olhavam quando chegamos”.

“Mas você ainda não descansou”.

“Eu sei”.

“Não está cansado?”.

“Não”.

“Por mais que pense que é como deus, você ainda é humano”, falou, segurando em sua mão.

“Não seja tola, Ginny. Enquanto você estiver ao meu lado, estarei bem”.

Tom desvencilhou sua mão da dela e seguiu para a porta, que abriu com cautela. O corredor estava vazio. Saiu, pedindo que Ginny o acompanhasse. Desceram as escadas e retornaram ao ambiente barulhento da estalagem, cobrindo os rostos com o capuz. Acertou as contas com o responsável pelo estabelecimento, que não estranhou o pouco tempo de permanência e, em seguida, saíram para o ar frio do inverno. O sol já começava a se pôr.

“Continuaremos na cidade?”, Ginny perguntou, assim que subiram no coche.

“Não”.

“Acabamos de chegar, Tom. Ninguém teve tempo de nos alcançar”.

“Tenho certeza do que escutei. Era como se alguém procurasse por você”.

“Impossível. Eu não senti nada e você mesmo falou que não...”

“Não quero arriscar”, falou, colocando um ponto final na discussão. “Tem certeza que não sente a presença de ninguém?”.

“Sim. Não há perturbações no éter, por que insiste? Você viu alguma coisa?”.

“Estou com uma sensação estranha. Fique atenta, porque não quero ser surpreendido”.

Ele açoitou o cavalo e o coche começou a se mover, atravessando a cidade devagar, marcando a neve com suas rodas de madeira, deixando para trás a estalagem.

“E quanto tempo levaremos até Nizza?”.

“Cerca de quarenta dias”

“Tanto tempo assim?”

“O que são quarenta dias diante da eternidade? Não se lamente, até lá você terá tempo suficiente para ajustar seus pensamentos e fixar a sua fé em algo real”.




N/A:Espero que estejam apreciando a leitura e ficaria grata se me dissessem o que estão achando até o presente momento. Ficarei aguardando comentários.

Um grande abraço,

Karla Kollynew





Se quiser ler mais fics minhas, o restante está postado no fanfiction.net: www.fanfiction.net/~karlakollynew

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