A cada passo que ele dava o coração de Hermione batia cada vez mais forte, ela estava se preparando para abraçá-lo, mas ele simplesmente estendeu sua mão para cumprimentá-la.
-Bom trabalho, Granger. – As palavras da boca de Severus saíram empurradas, cuspidas.
-Obrigada – o sorriso do rosto de Hermione havia desaparecido e as lagrimas relutavam para sair, mas com muita força ela segurava para não chorar na frente dele.
Ele largou a mão de Hermione rapidamente e estava se retirando da festa que estava se iniciando.
-Não se preocupe Hermione, vou falar com ele, foi só um mal entendido, vá curtir sua festa. –Disse Dumbledore se retirando em seguida.
Mas Hermione não conseguia curtir nada, estava muito feliz por ser a campeã, mas depois do jeito que Severus a tratou, nada mais importava.
-Hermione, Hermione! – Harry Rony e Gina gritavam correndo em sua direção, e dando um abraço coletivo na amiga.
-Parabéns Mione eu sabia que ia ser você.
-Obrigada Harry.
-Er... parabéns Mione.
-Ah! É você Ronald Weasley, pensei que não estava falando comigo.
-Eu? Claro que não Mione. Bem... é que...
-Rony, não precisa ficar constrangido por aquele dia, eu já sabia antes.
-Sabia? Bem e...eu ... tenho chances?
-Rony, você e o Harry são meus melhores amigos, eu não quero que você deixe de ser meu amigo pra ser meu namorado.
-Eu posso ser os dois!
-Não Rony, somente amigo!
-Esta bem, mas fico feliz por voltarmos a nos falar. – disse Rony entristecido.
-Mi! Você é de mais sabia?
-Ah Gina... –Hermione não conseguiu dizer mais nada, quando abraçou Gina lagrimas começaram a escorrer em seu rosto.
-Meninos eu e a Mione vamos ao banheiro e já voltamos.
Gina e Hermione estavam se dirigindo ao salão comunal da Grifinória, chegando la Gina deu mais um abraço em Hermione.
-Mione, sorte que os meninos não viram você chorar, agora me conta o que houve?
-Gina, você sabe, Severus ainda tem raiva de mim.
-Não acredito, já se passou tanto tempo, que cabeça dura aquele homem.
Faz o seguinte Mi, pare de chorar, tome um banho e volte pra sua festa, que ela vai ser até de noite.
Depois vamos resolver isso ok?
-Tudo bem.
Severus estava se dirigindo aos seus aposentos quando alguém Gritou seu nome.
-Preciso falar com você Severus, vamos ao meu escritório.
-Agora não Alvo.
-Agora sim, Severus. - Snape nunca havia visto Dumbledore com tanta raiva, então achou melhor o acompanhar.
Chegando ao escritório Dumbledore começa andar de um lado para o outro como se estivesse pensando.
-O que houve Alvo?
-Severus, primeiramente devo lhe dar os parabéns pela Srta Granger, pois além dela ser inteligente, você a incentivou.
-É só isso?
-Não. Agora gostaria de saber porque vocês estão brigados.
-O que? Alvo, não somos namoradinhos para estarmos brigados. Se é só isso tenho que ir...
-Ainda não terminei Severus. Suponho que seja por causa do Sr. Weasley que você esteja assim.
-Alvo, não quero falar sobre isso.
-Mas você já deu alguma chance de Hermione se explicar.
-Você não tem o direito de falar sobre minha vida particular.
-Severus, pense, o Sr.Weasley gosta da Srta. Granger, a Srta. Beaumon tem uma paixonite por você, mas quem realmente Hermione ama é você, e quem você realmente ama é Hermione.
-Alvo, eu estou muito cansado, me desculpe mas conversaremos outra hora.
-Não Severus, você conversará com ela que chegará em
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...
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...
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...
(toc toc toc)
-Pode entrar Hermione.
-Olá diretor o senhor me chamou com urgência e ... e...
-Entre Srta.
-Desculpe, senhor, não sabia que estava ocupado, volto mais tarde.
-Não Srta. Granger, aqui nessa sala quem está sobrando sou eu. Fiquem a vontade, terei que sair, daqui a pouco estou de volta.
Dumbledore se retirou da sala deixando os dois sozinhos, e sem que percebessem trancou a porta ao sair.
-Com licença, Srta. Granger – Snape estava saindo da sala, mas ao chegar à porta a encontrou trancada.
-Não pode ser. Está trancada!
Hermione correu até a porta para averiguar.
-Alohomora!- Ela tentou abrir, mas continuava trancada.
-Era só o que me faltava. Perdeu sua inteligência Granger? As magias de Alvo Dumbledore não são desfeitas com um simples Alohomora.
- Isso quer dizer então que...
-Estamos presos aqui!