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2. Capítulo 2


Fic: Corações Instáveis


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione olhou ao redor. Sentia-se completamente deslocada naquele lugar.

Nem as ornamentadas vidraças das janelas, nem as portas laqueadas de madeira eram reconhecíveis, e quando ela caminhava no brilhante piso, o som era apenas de um eco distante e perturbador, vindo de algum outro momento de sua vida.

— Deixe-me mostrar nossa suíte.

— Nossa suíte?

— Sim. Eu administro Tautara Estate como uma hospedagem de alto luxo para visitantes de todos os continentes. Eles pagam bem por privacidade, e eu garanto a minha. Nossos quartos estão deste lado.

Harry a conduziu através de outra passagem em arco na direção de um amplo corredor coberto por carpetes e de elevado pé-direito.

À direita dela, uma vidraça ocupava toda a parede, oferecendo uma belíssima vista do vale, com o grande lago de superfície reluzente, devido à luz do sol, à distância.

A beleza tranquila do cenário era um contraste perfeito para os nervos inquietos e tensos de Hermione.

Ao final do corredor, Harry usou um cartão para abrir a porta. Ela quase perdeu a respiração ao contemplar o salão rebaixado que apareceu à sua frente.

Tinha o dobro do tamanho da sala de estar na enorme casa de seus pais em Auckland.

O dobro do tamanho e, ao que parecia, era duas vezes mais confortável e luxuosa.


Desceu as escadas com Harry.

Tocou as folhas das palmeiras que estavam ao lado do degrau da base, e fixou o olhar no piano colocado em um canto à sua esquerda.

— Você toca? — ela perguntou.

Os dedos de Hermione percorreram o frio marfim do teclado, lançando ao ar uma nota dissonante que se perdeu na vastidão do ambiente.

— Às vezes — Harry respondeu.

Hermione ergueu o rosto e o olhou diretamente pela primeira vez desde que haviam deixado o hospital.

— E costumava tocar para mim?

De repente, ela precisava saber.

O piano era um lindo instrumento, um instrumento da paixão, capaz de expressar os mais profundos desejos e aspirações mesmo quando as palavras estavam ausentes.

Enquanto Harry preparava sua resposta, a expressão dele se transformou, ficando mais grave, e o verde de seus olhos adquiriu o aspecto da superfície de um mar revolto pela tempestade.

A cicatriz no rosto dele empalideceu e ela notou a tensão em seu maxilar.

— Sim, eu costumava tocar para você — ele finalmente murmurou.

A luz nos olhos dele mudou novamente, refletindo um fogo inesperado que parecia alimentar-se da visão do corpo de Hermione.

Ela viu os músculos dele se contraírem, além da coloração que surgiu em ambos os lados da face, como se alguma força houvesse sido libertada de seu interior naquele momento.

Teria ele a cortejado com sua música?

Teria ela sido seduzida pelo talento daqueles dedos longilíneos enquanto eles extraíam alguma perfeita melodia do piano?

Teria ele a tocado também, como quem determina o ritmo e as modulações de uma valsa entre dois corpos ardentes?

Um lânguido estremecimento percorreu a espinha dorsal de Hermione, repercutindo também em sua circulação sanguínea.

Sua respiração se tornou ofegante, mas de um modo quase imperceptível.

Ela se obrigou a evitar o contato visual, dando um passo adiante no salão.


Apesar do valor de cada peça do mobiliário, pôde perceber que era um lugar utilizado com frequência, ou ao menos teria sido, antes da hospitalização de ambos.

— Mostrarei a você o restante da suíte. — A voz de Harry interrompeu seus pensamentos.

— Parece uma boa ideia — ela replicou antes de segui-lo, subindo as escadas do outro lado do salão até um ambiente informal de jantar e uma cozinha, pequena mas funcional. — Parece que temos tudo aqui — observou.

— Sim, nós temos.

Hermione notou a ênfase sutil que ele havia colocado na palavra "nós". Harry prosseguiu:

— As acomodações têm sua própria sala de ginástica e piscina coberta, e daqui você pode ver uma quadra de tênis. — Ele indicou uma janela. — Meu escritório também fica em um cômodo adjacente.

— Você tem algum hóspede no momento?

— Não. Não desde o acidente. Hermione franziu a testa, confusa.

— Estamos fora de temporada ou algo assim? Ou os seus funcionários não podem administrar adequadamente sem você por perto?

— Sem dúvida eles podem. Caso contrário não os teria contratado.

— E então?

— Estamos sem hóspedes por problemas pessoais.

Ela hesitou, percebendo que havia alguma tensão em suas palavras, e temendo o que viria em seguida. Mas, enfim, insistiu:

— Motivos pessoais?

— Sim. Nossa lua-de-mel, para ser mais preciso.

Ele expeliu as palavras como se fossem um veneno letal, e Hermione surpreendeu-se com seu tom de voz.

Mas não apenas com o tom. O que aquilo queria dizer? Nossa lua-de-mel!

— Há quanto tempo estamos casados?

— Não muito.


— Harry? Responda — Hermione falou, dando um passo atrás, encostando-se na parede.

— Os médicos disseram que você precisa ir com calma. E assimilar as coisas devagar.

— Eu lhe fiz uma pergunta simples. Há quanto tempo estamos casados? — ela prosseguiu com dificuldade, pronunciando as palavras como se tivesse que reunir novamente suas forças a cada uma delas.

— Apenas seis semanas.

— Seis semanas? Mas isso significa que... — A voz de Hermione cedeu ao espanto até extinguir-se. Suas pernas ameaçaram deixá-la cair, e ela se apoiou na fria parede.

— Eu não deveria ter-lhe dito.

Harry caminhou na direção dela, que ergueu uma das mãos em protesto contra a possibilidade de ele tocá-la.

— Não! Eu estou bem. Eu vou ficar bem. Isso foi apenas... inesperado, para dizer o mínimo.

Seis semanas? Isso significava que o acidente acontecera pouco depois do casamento.

Mas, então, por que ninguém lhe dava mais detalhes do que ocorrera? E por que ela não podia se lembrar?

Harry permaneceu em silêncio, com o olhar nela, procurando a confirmação efetiva de que Hermione estava mesmo bem.

Virou-se para abrir as portas que davam para um suntuoso cômodo.

Os olhos dela foram imediatamente atraídos por uma cama king-size entre pedestais, que dominava o quarto, perfeitamente arrumada e como que à espera do casal destinado a ocupá-la.

Apesar das grandes proporções do quarto e das vidraças que permitiam a entrada de uma suave luminosidade, ela sentiu as paredes estreitarem-se quase ao ponto de sufocar.

Mal podia tirar os olhos do mais fino e imaculado linho branco que cobria a cama.

Não havia pensado ainda no que estava previsto para acontecer entre ela e Harry após sua chegada. Teria ele pensado que dormiriam juntos?

Surgiu-lhe a imagem de seu corpo entrelaçado ao de Harry. Sua garganta secou, tornando muito difícil a pronúncia de qualquer palavra.

— Este é... o único quarto?


— Sim. Quando tivermos uma família, vamos ampliar esta parte de nossos aposentos. Já tenho planos a esse respeito.

— Eu preferia dormir em outro lugar.

— É impossível.

— O quê?

— É impossível. Você é minha esposa. Deve dormir comigo.

— Mas...

— Você está com medo de mim, Hermione?

Harry se aproximou o suficiente para ela poder sentir a leve fragrância de sua água-de-colônia, o que a deixou subitamente entorpecida.

Ele ergueu os dedos para arrumar uma mecha rebelde do cabelo de Hermione por trás de sua orelha.

Ela inclinou a cabeça levemente, interrompendo o contato tão logo ele havia começado, mas não o bastante para deixar de sentir a pulsação que passara a fluir entre seus corpos.

— Medo? É claro que não — ela disse.

E era verdade que não estava apenas com medo, estava aterrorizada!

Para ela, a relação entre ambos, física ou mental, havia começado no momento em que ele adentrara aquele quarto de hospital poucas horas antes.

— Você acha que seria algo absolutamente inédito? — ele indagou, colocando a mão espalmada por trás da cabeça de Hermione, forçando-a a olhá-lo nos olhos.

— Eu... eu não sei — ela balbuciou. — Eu não conheço você.

— É aí que você está enganada, minha linda esposa. Você me conhece. Intimamente.

Com aquilo, ela ficou sem saída.

Por um instante esteve consciente da expressão obstinada no rosto dele ao aproximar-se, até sentir os lábios capturados pela firmeza de um gesto que nem por isso era menos delicado.

Sua boca abriu-se em uma reação de surpresa, mas, apesar da determinação em não corresponder àquelas carícias, ela sentiu seu corpo reagir instintivamente.

O beijo estendeu-se, exigindo sempre mais, e como um autômato ela dava o que ele pedia.


 


Hermione cerrou os punhos, evitando com dificuldade que suas mãos o enlaçassem pelas costas e pressionassem o corpo dele contra o seu para aliviar a ânsia que queimava em seu peito.

Harry tornou o beijo mais profundo, atingindo com a língua recessos mais íntimos e proibidos da boca que dominava.

Uma flamejante lança de desejo cravou-se em Hermione.

Ela lutava contra a desesperadora vontade de ser tocada por ele, de ser levada para além de sua angústia e permitir-se um esquecimento ainda mais completo de si mesma.

Mas Harry afastou-se abruptamente.

— Então, parece que não somos tão estranhos assim um ao outro. — Os olhos dele faiscavam ao fixarem-se nos dela, desafiando-a a negar a resposta de seu corpo à investida. — Mas não vou forçar nada, isso eu posso garantir.

Ele foi em direção à porta, deixando Hermione imóvel e só.

— Aonde você vai? — ela disse, por impulso. Por mais que a presença dele fosse desconcertante, assim como suas próprias reações, ficar sozinha podia ser ainda pior.

— Já está com saudade de mim? — Os lábios dele curvaram-se na insinuação de um sorriso. — Eu tenho que cuidar de alguns negócios.

— Negócios? Mas isso pode esperar. Você deve estar cansado. Parece mais fraco do que antes.

Tão logo estas palavras saíram de sua boca ela soube que havia cometido um erro.

Harry Potter não era o tipo de homem que apreciaria uma menção aos seus pontos fracos, mesmo que temporários.

— Quem diria, Hermione... você soa como uma esposa preocupada — ele disse, agora com um sorriso que não era propriamente sinal de bom humor.

— Meus negócios já esperaram muito, na verdade. Sugiro que você descanse, até a hora do jantar.


Ele girou sobre a perna mais forte e deixou o quarto, apoiando-se na bengala pela qual sentia agora um ódio nítido por trás de toda a frieza com que encarava o mundo.

Um ódio que mantivera de lado ao despertar nela um clamor de paixão e desejo, demonstrando o mais completo controle de suas faculdades físicas.

Quem era aquele homem que era seu marido? O que a havia atraído nele? E o que, afinal de contas, fizera com que ele ficasse atraído por ela?

Hermione pousou os dedos trêmulos sobre os lábios. Teria sido uma atração física, apenas?

Se a reação incendiaria que ela teve com aquele beijo fosse tomada como um indicador, ela, sem dúvida, poderia acreditar nisso.

Mas nunca fora declaradamente sensual. Suas relações sempre haviam sido... contidas, para dizer o mínimo.

E agora ela sentia que qualquer comportamento civilizado por parte de Harry seria somente uma máscara. Sob a superfície, ele era uma fera indomável.

Então era isso?

Ela teria sido atraída por aquele lado selvagem da vida, desesperada por escapar dos limites de seu mundo seguro?

Havia trabalhado duro para se tornar a companhia perfeita para seu pai nos últimos anos, enquanto a saúde da mãe declinava de modo inexorável.

Deixara em segundo plano a própria carreira de paisagista, trabalhando apenas ocasionalmente para os amigos ricos do pai, sentindo a indulgência com que eles recorriam a ela, como quem estimula os caprichos de uma sobrinha mimada.

Não importava que seus jardins tivessem sido expostos em revistas especializadas, sua família, incluindo duas irmãs mais velhas, sempre havia encarado aquilo como um hobby.

Hermione afundou em um confortável sofá de dois assentos, posicionado de modo a oferecer a vista mais fantástica do vale.

Sabia de tudo na sua vida até o momento em que conhecera Harry.

Por que não podia lembrar-se de nada depois disso?


Não podia, agora, ou não iria nunca mais se lembrar?

A questão congelou até os ossos dela.

Levantou-se, determinada a encontrar algo que avivasse sua memória. Ele tinha dito que ela estivera ali, antes, muitas vezes.

Certamente, teria deixado alguma coisa pessoal em algum lugar.

Hesitou por um instante, antes de abrir outra porta, com verdadeiro receio do que iria encontrar.

Uma coisa era querer saber o que acontecera no passado, outra, bem diferente, era descobrir de fato.

Deu um suspiro de alívio ao ver as luxuosas instalações do banheiro.

E logo localizou seus cremes e produtos Chanel, diante de um dos espelhos, reconhecendo sua loção favorita no mesmo instante.

Em seguida, agarrou o frasco, colocando sobre o braço um pouco do produto, confortando-se com o odor familiar.

Dentro de um armário encontrou a maquiagem. Inegavelmente, sua maquiagem.

Pouco a pouco a tensão começou a ceder. Por mais que Harry lhe parecesse estranho, aquela era sua casa, eram suas aquelas coisas.

Fortalecida com a descoberta, foi verificar o que havia além da outra porta no quarto.

Deparou, então, com um vasto closet, com muita roupa caprichosamente arrumada de ambos os lados, roupas para os dois: vestidos, blusas de verão, ternos e camisas esporte.

Hermione percorreu com os dedos tecidos e estampas, em busca de outro flash de lembrança, uma imagem à qual se apegar.

Sentiu leve tremor ao chegar a uma peça ainda envolvida pelo plástico da lavanderia, separada do restante.

Mesmo sob a proteção, uma miríade de pérolas brilhava como luminosas gotas entretecidas à cintura de um vestido de noiva.

Ela retirou o plástico.

Era seu vestido de noiva. Então, deveria sentir algo, qualquer coisa, tudo menos aquele vazio.

Pôs o vestido à sua frente e lentamente se colocou diante do espelho.

Tentou se imaginar caminhando na direção de Harry, pronta para prometer seu amor e sua vida a ele.


Nada.

Uma sensação de estranhamento a tomou e ela começou a sentir o início de uma dor de cabeça. Frustrada, recolocou o vestido na proteção para devolvê-lo ao lugar.

Então, percebeu o tíquete da lavanderia preso ao plástico.

Puxou-o e teve um leve espasmo ao ver a observação de que a peça fora lavada com atenção especial para remover manchas, manchas de sangue!

O atendente garantia que todas tinham sido retiradas.

Sangue! Dela ou de Harry?

Esfregou a testa e tentou ajudar a memória, e tudo o que conseguiu foi intensificar a dor.

O que quer que estivesse encerrado em seu passado obstinadamente permanecia lá.

Até que, após mexer em algumas gavetas, encontrou jeans e várias camisetas que, mesmo lavadas, continuavam com manchas de terra.

Hermione ajoelhou-se e estendeu-as no chão no mesmo instante.

Suas roupas de jardinagem! Finalmente ela reconhecia algo.

Suas mãos tremiam enquanto ela tirava os sapatos e as roupas que usara desde a saída do hospital, roupas que os pais lhe haviam levado, para em seguida vestir o jeans.

E ele ajustou-se quase perfeitamente ao seu corpo, a não ser por uma pequena folga que podia ser creditada às consequências de seu tratamento.

Um sorriso surgiu em seus lábios quando ela vestiu uma das camisetas.

Sentiu-se bem, e se tivesse agora um jardim certamente ficaria ainda mais satisfeita.

Deixando as roupas descartadas no chão, Hermione calçou sandálias de borracha e cruzou o quarto em direção à porta que dava para a varanda.

Ao abri-la, sentiu o ar fresco com seus odores florais, e ficou revigorada.

Uma escada ia da varanda aos jardins impecavelmente bem cuidados.

Hermione olhou ao redor em busca de outro detalhe de reconhecimento, mas não o conseguiu de imediato.


O sol já se punha quando ela encontrou um caminho que levava a um canteiro de ervas, de tijolos antigos, formando um desenho celta, e tendo ao redor uma profusão de folhas que exalavam seus perfumes, enriquecendo o ar da tarde.

No centro, havia um relógio de sol, fazendo sombra sobre os alecrins.

Alecrins, para a memória. Ela teria sorrido com a ironia se não fosse tão dolorosa.

Ainda assim, de todos os lugares que ela explorara no exterior da casa, era naquele que se sentia mais confortável.

Hermione pegou um broto de alecrim entre os dedos e, esfregando-o diante do rosto, inalou seu cheiro profundamente.

E de repente ela soube: aquele era seu jardim. Com esforço e planejamento, determinara a posição de cada planta naquele lugar.

Fora ela própria quem plantara a salsa, chegou a recordar este detalhe, com sua irmã rindo ao lado, dizendo que sempre que uma mulher plantava salsa ela ficava grávida.

A esperança de que a antiga crença popular se tornasse verdade foi então bem nítida, como ela recordava agora, e Hermione sentou-se em um banco para receber os últimos raios de sol.

Do jardim ela se lembrava. E como! Levara meses para deixá-lo como estava, mas e quanto ao resto?

E quanto ao tempo que teria passado ali com Harry; e quanto à relação dos dois e seus planos para um futuro juntos, e quanto ao amor?

Os olhos de Hermione começaram a se fechar lentamente. Ela percebia que a dor não havia diminuído com o reconhecimento do jardim.

E, muito pelo contrário, voltava, agora com mais força.

Talvez fosse apenas a dor que acompanha toda lembrança, ela pensou.

Ou, então, ela agora tinha que admitir esta possibilidade, era a dor do arrependimento.


Fim do Capítulo 2


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Espero que gostem desse capitulo, demorei demais para postar mais estou com uita coisa para fazer, juro que logo postarei denovo.


Bjs Nadine

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