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6. 06


Fic: Midnight Breed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Obs.: Esta fic é inspirada no livro do mesmo titulo, a História não me pertence,mas achei interessante, visto que é um livro pouco conhecido.


Os personagens a Seguir são invenção da Titia J.k, *mas se fossem meus o final seria outro*


Não Possui fins lucrativos!


CAPÍTULO SEIS


Gina se sentia no meio de um vendaval, sua cabeça girava. Ela sentia ódio de Mia, por ter contado a Harry que ela estava a caminho. Sentia que ainda não estava preparada para vê-lo, mesmo depois de cinco anos se preparando para este momento. Mas mesmo assim, quando o piloto perguntou se poderia mudar a rota, ela concordara. Pois bem, estava indo direto na direção de Harry.


Bem, se fosse para começar a guerra, que começasse o mais rápido possível!


Não, mas ela nem conhecia sua oponente, como ela poderia agir, se não sabia com que armas lutar? Que seu amor a ajudasse, era só o que poderia desejar.


Gómez foi buscar Linda na hora marcada. Ela chegou estonteante, em um vestido creme de um tecido leve, que a deixava quase etérea, sua pele alva e sem manchas parecia brilhar. Usava sandálias altas, também na cor creme, mostrava os pés delicados.


Enquanto a observava, Harry pensou:


Fiz uma excelente escolha, ela realmente é belíssima.


Linda aproximou-se de Harry e pegando ambas as mãos dele, deu-lhe dois beijos, um em cada face, dizendo:


- Que bom vê-lo, amor, já estava com saudades.


Enquanto Harry a encaminhava até o confortável sofá de couro marrom, pensava consigo: Como uma mulher podia dizer estar com tantas saudades de seu noivo e lhe encontrar com tamanha frieza de ações?


Quando se sentaram, Harry disse:


- Bom vê-la também, Linda. Espero que você não se importe, mas almoçaremos com minha irmã e uma amiga de infância.


- Claro que não, adoro sua irmã. E quem é essa amiga de infância? – vendo a relutância de Harry em responder, completou divertida – não, não me diga, é aquele tipo de amiga que você não vê a um bom tempo e que quando eram crianças, você puxava suas tranças, rindo de suas sardas e aparelho dental e para minha grande agonia, ela se transformou no sonho de todo homem e hoje vou perdê-lo, acertei?


Sem pensar, Harry respondeu quase ríspido:


- Gina nunca usou aparelho, ou tranças ou teve sardas, ela sempre foi... – maravilhosa, perfeita – bonita e eu nunca fui um garoto que atormentasse crianças mais novas, muito menos por sua aparência.


- Desculpe-me, amor, estava apenas brincando – disse Linda quase num sussurro – desculpe-me foi uma brincadeira de muito mau gosto, afinal nem ao menos conheço sua amiga e jamais pensei que você pudesse ter sido cruel quando menor.


Mas por dentro, Linda desconfiou da reação apaixonada de Harry, havia algo mais nessa história, teria que ficar de olhos abertos.


Harry apertou os olhos com os dedos, como era seu costume e disse o mais controlado que pôde:


- Desculpe-me também, Linda – e com um velho clichê, continuou – estou estressado com o trabalho.


- Tudo bem...


Ela iria completar a frase quando o interfone tocou e a voz de Janice soou:


- Sr. Potter, o helicóptero pousou.


Harry sentiu suas pernas bambearem, ele não tinha certeza que teria forças para ficar de pé, levantou-se mesmo sentindo todo seu corpo tremer, apertando o botão do interfone, disse:


- Obrigada, Janice, quando a Srta. Weasley chegar, pode encaminhá-la a meu escritório sem anunciá-la.


- Sim, senhor.


Oh, Deus, ele precisava lembrar que era um homem de 35 anos de idade.


Um homem criado numa fazenda. Um cowboy durão.


Um empresário de sucesso.


Noivo. E que sua noiva estava ali, a seu lado.


Harry não sabia há quanto tempo não tinha uma reação como aquela. Os joelhos bambos, uma leve náusea, um formigamento no estômago, sem saber se a esperava de pé, ou sentado, se segurava à mão de Linda, ou passava os braços sobre seus ombros.


Porra, homem, controle-se!


Decidiu por sentar-se ao lado de Linda como estavam anteriormente.


Quando o helicóptero estava pousando, o medo tomou conta de Gina. Ela não se sentia mais tão decidida, queria pedir para o piloto dar meia volta e levá-la para casa, onde estaria segura... E onde ficaria somente com seus sonhos de amor e... ficaria sem Harry.


Precisava se controlar e pensava:


"Eu sou uma mulher forte, não, não posso vomitar agora. Ah, Deus estou tendo vertigem. Não! Como disse Mia, não sou uma mulher que desmaia."


Nem ao menos notou que já estavam no alto do prédio, com o piloto já desligando a máquina. Gina grudou no assento, com as duas mãos, quando o piloto ofereceu-se para ajudá-la a descer do helicóptero. Ela reparou que sua mala já estava ao lado dele.


Terrence a olhava com curiosidade, ela estava branca, agarrada ao assento, será que ela tivera medo do pouso, mas fora tão sossegado, bem ela era sua patroa, tinha que ajudá-la a sair dali.


- Srta. Weasley, dê sua mão, venha vou ajudá-la a descer. Olha, já estamos no solo, não há mais nada a temer.


A voz calma de Terrence trouxe Gina de volta do mundo dos devaneios, ela respirou fundo várias vezes e conseguiu que o enjôo passasse, ele não podia imaginar que o que, agora, ela mais temia, era o fato de estarem no solo. Pegando a mão do piloto que estava estendida, Gina desceu e suas pernas bambearam levemente. Respirou mais uma vez e decidida, ajeitou o chapéu melhor na cabeça, empinou o queixo e encheu os pulmões de ar e soltou devagar.


Encaminharam-se para a escada que os levaria para dentro do prédio, Terrence carregando sua mala. Desceram as escadas, entraram num corredor luxuoso contendo em uma das paredes um grande espelho, Gina olhou-se e aprovou o que viu, apesar de estar um pouco pálida, estava ao mesmo tempo com um brilho radiante nos olhos.


Ela veria Harry! Deus, que saudade!


Gina nunca havia estado nos novos escritórios das empresas Pottert e sentiu-se orgulhosa por saber que parte daquilo tudo fora obra de Harry. Quando estava quase chegando ao escritório da presidência do grupo Pottert, indicado por placas em bronze no corredor, Gina dirigindo-se a Terrence disse:


- Obrigada, Terrence – pegou sua mala da mão do rapaz e tirando algum dinheiro da bolsa, continuou – coma algo num lugar decente e depois você pode voltar para o haras, certo?


- OK, senhorita e boa estada na cidade.


- Obrigada, Terrence.


Pegou também seu celular que estivera desligado durante o vôo e mal o havia ligado, ele tocou. Era o telefone de sua casa, com certeza era sua mãe. Achou melhor atender e parou:


- Olá, mamãe.


- Você me atende com um "olá, mamãe"? – Molly Weasley não era uma mulher que gostava de subterfúgios, sempre gostara de sinceridade e um pouco de disciplina, já que com Gina, não adiantaria tentar ser mais que um "pouco".


Gina então, usou de sua melhor arma, respondeu todas as perguntas da mãe, que ela ainda não formulara, mas viriam:


- Sim, mamãe, estou em Dallas. Estava com saudade de Mia e vim vê-la. Não, eu não sou irresponsável, só achei que não precisava me explicar, já que vim ver uma amiga e estarei na casa dela, protegida, sã e salva. E me desculpe por não tê-la avisado antes de sair, por não ter cumprimentado Tio James e Tia Lily. Volto em no máximo em uma semana.


- Ah, garota, você sempre foi quase insuportável, insuportável e muito inteligente, mas dessa vez, a quem você está querendo enganar a mim ou a você? Creio, que já tenho a resposta para essa pergunta também. Está tentando enganar a mim.


- Mãe...


- Não, Gina me escute. Todos estes anos eu me mantive calada, sempre fingindo que não via, ouvia, mas eu acho que agora você passou um pouco dos limites. Por favor, filha, perca as esperanças, procure outra coisa que você queira e não consegue e dirija sua obsessão para este novo alvo. Ele está noivo, Santo Deus, o que você vai fazer, raptá-lo e levá-lo para uma ilha para ver se ele nota você?


Gina estava perplexa demais para dizer ou contestar alguma coisa. Será que seu amor por Harry, era assim tão explícito, ou ela somente não conseguira esconder sua paixão das mulheres que a haviam criado? Mesmo assim tentou dar uma de desentendida:


- Mãe, eu não sei do que a senhora está falando.


- Ah, não sabe? Então, eu como sua paciente mãe, irei explicar-lhe. Essa sua obsessão por um rapaz que é quinze anos mais velho que você, que sempre a tratou com um respeito fraternal e você confundiu seus sentimentos transformando-os numa paixão absurda de adolescente, só que agora você cresceu, tem que esquecer, não me envergonhe, Srta. Gina Weasley. Ele é e sempre foi um rapaz bom e íntegro para essa família, ele nunca a desrespeitou. Não o tente, Gina, deixe-o em paz.


Gina simplesmente se descontrolou, não bastava o fato que estava a poucos metros do homem que ela amava desde sempre e que não via há mais de três anos, a mãe tinha ainda que arruinar suas esperanças:


- Não o tente? Não o tente? Que tipo de mulher a senhora pensa que sou?


A mãe interrompeu:


- Uma mulher linda e desejável, que satisfaria e seduziria qualquer homem que quisesse, mas, filha, Harry não é para você...


- Por quê? Por que ele não serve para mim? – Gina não entendia as idéias absurdas de sua mãe.


- Ele já é um homem experiente, vivido. Se não fosse essa diferença de idade e o fato de os dois terem sido criados juntos como irmãos e claro, fechar os olhos para algumas coisas que ele andou fazendo nos últimos anos, eu teria muito orgulho de tê-lo como genro, mas eu gostaria que você tivesse um relacionamento com uma pessoa de sua idade.


- Mãe, o que está acontecendo com você? São somente quinze anos, ele não é nenhum sexagenário, hoje em dia essa diferença não é nada e droga, ele não é meu irmão.


- Isso tudo pode ser a mais pura verdade para você, filha, que foi para a faculdade e viu coisas novas, diferentes, mas nós continuamos morando num haras, numa cidade louca por escândalos, nossos amigos e contatos são pessoas retrógradas, eu não sei o que as pessoas iriam pensar e o que isso refletiria nos negócios de seu pai e de seu Tio James. As pessoas por mais que escondem, ainda vivem de aparências. E eu também não queria que as pessoas pensassem que você foi somente mais uma na lista de Harry, querida. Eu amo aquele rapaz, a família dele é como se fosse a minha e ele como homem pode até se dar ao luxo de cometer esses deslizes, mas eu não queria que você fosse um desses deslizes.


- Meu Deus, jamais imaginei que a senhora fosse tão antiquada. E que negócio é esse de lista, deslizes, Mia nunca comentou nada comigo que Harry tenha feito algo que desagradasse aos pais.


- Como eu falei antes, para um homem o comportamento de Harry é totalmente aceitável. Mas não queria que minha filha estivesse na lista das conquistas dele. Gina, nos últimos cinco anos, Harry conquistou e dispensou mais mulheres do que um homem pode ter em uma vida inteira. Bom para ele, aproveitou tudo que tinha que aproveitar e agora vai se casar. O que me deu sossego todos esses anos, foi que ele sempre lhe respeitou, tenho certeza que ele jamais faria isso com você, mas se você aparecer na frente dele, se jogando em seus braços, como sei que é o que você pretende, tenho medo que ele esqueça que é seu irmão e...


- Mãe, Harry, não é meu irmão! – Gina estava cansada dessa ladainha toda e saber que todos sabiam que Harry havia virado um Casanova, não era uma coisa que a agradasse de ouvir.


- Gina, volte já para casa. Ele está noivo, deixe-o casar com essa mulher.


- Não, mãe, não volto. Eu já estou bem crescidinha, você não acha? Eu quero, sempre quis Harry. Eu o amo mais do que você possa imaginar e sei que ele também tem sentimentos por mim.


- Ah, Gina jamais imaginei que estaria viva para ver esse dia, o dia que não tive orgulho de ser sua mãe.


Sem dizer mais uma palavra, Sra. Molly desligou o telefone. Gina estava indignada, ela sempre soube que sua mãe era melodramática, mas desta vez, a mulher superou todos os limites.


As pessoas realmente não a entendiam, seu amor por Harry, era totalmente compreensivo. Ele fora a primeira figura masculina que ela tivera contato sem ser seu pai, primeiro ela se impressionara com o menino que sabia fazer tudo, que a havia tratado com carinho e atenção. Era normal uma criança se apaixonar por seu ídolo de infância, a única diferença é que enquanto crescia, o sentimento, sem que ela esperasse ou se esforçasse, modificou-se e transformou-se em amor.


Pensando com mais clareza, Gina percebeu que talvez tenha idealizado demais esse amor, deixando-o crescer demais e como Mia dissera não dera chance para outro entrar, mas se daria mais uma chance, se dessa vez ela percebesse que Harry, não sentia nada por ela, amasse mesmo sua noiva, ela faria tudo para esquecê-lo e partiria para outra sem olhar para trás.


Sabia que seria difícil, amar Harry fora mais fácil, protegeu-a de outras desilusões, talvez tenha até sido isso, ela havia se protegido, para não sentir a dor que ela sentira no dia que se beijaram e depois ele fora embora, mas se não tentasse, se não o visse mais uma vez, jamais saberia a verdade, não é mesmo?


Gina pensou:


Eu domo cavalos somente com palavras, esquecer um homem que não me quer será ainda mais fácil. E assim como eu sempre soube o que queria ser desde pequena, veterinária e encantadora de cavalos, eu sei, eu tenho certeza: Harry também me quer.


E que com toda essa disposição Gina se encaminhou para os escritórios de Harry.


Como ela havia vindo por cima, ela não passou pela recepção que ficava em frente aos elevadores, somente passou por portas fechadas, outras abertas, onde ela via gente trabalhando, recebeu algumas olhadas indiscretas de alguns como já era o usual e outros não prestaram atenção a quem passava nos corredores. Quando chegou a frente de uma imponente porta de carvalho toda trabalhada sabia que chegara a seu destino. Mas não havia secretária ali. Deu uma batida de leve e entrou:


Entendeu o porquê de não haver uma secretária no corredor, ela entrou em uma elegante recepção, toda decorada com carpete alto marrom, sofás em couro creme, plantas espalhadas estrategicamente para agradar aos olhos e na frente de uma parede totalmente de vidro temperado que filtrava a luz do sol, deixando a sala clara, havia uma mesa de puro mogno, com uma mulher sentada, compenetrada em seu trabalho. Quando ela se levantou para recebê-la, Gina percebeu que ela era elegante e sua idade impossível de calcular, não poderia saber se a mulher tinha 40, 50 ou 60 anos de idade, ela falou com voz calma e eficiente:


- Você deve ser a Srta. Weasley, o Sr. Potter a espera, dê-me sua bagagem, pedirei a Gómez que a leve para o apartamento da Srta. Potter, onde ficará hospedada, correto?


- Sim, obrigada – disse Gina, mas achou que sua voz não sairia, o fato de somente uma porta a estar impedindo de ver Harry, fez desaparecer com todas as suas certezas e quase a fez recuar.


Mas sentiu suas pernas seguindo a secretária até uma porta idêntica à outra. A secretária abriu a porta e fez sinal para que entrasse. Gina hesitou somente por alguns segundos e entrou.


Gina não reparou na decoração dessa sala, a única coisa que viu foi o homem de sua vida, vindo em sua direção, mas ela não conseguiu se mexer, somente ouviu a porta se fechando atrás de si.


Oh, minha nossa, como alguém podia ficar cada vez mais bonito, mais charmoso.


Harry estava vestido com um terno, feito com certeza sob medida, azul escuro, pois nenhum terno pronto se ajustaria tão bem em ombros tão largos e cintura estreita como a dele. A camisa era azul turquesa que deixava seus olhos dessa cor. A gravata era lisa de seda, também azul marinho.


Os cabelos estavam mais curtos do que ele costumava usar, com um corte moderno que parecia despenteados milimetricamente, para deixá-lo ainda mais sexy e não tinham mais aquelas mechas naturais feitas pelo sol e em suas têmporas já se via alguns fios prateados.


O intenso bronzeado de antes, adquirido pelo trabalho ao ar livre, não existia mais, agora que ele era um empresário da cidade, mas sua pele ainda não adquirira o tom pálido dos homens de escritório, continuava levemente dourada.


Seu rosto continuava confortavelmente o mesmo, lindo, marcante, somente algumas ruguinhas novas perto dos olhos.


Ah, os olhos...


Os olhos agora turquesa, por causa da camisa... E Gina viu naqueles olhos que o rapaz que ela amou havia mudado, havia ali amadurecimento, perspicácia, eficiência e malícia. O menino do campo, que ela vira também no homem de 30 anos, havia desaparecido. Mas Gina adorou esse novo homem, como ela adorara todas as mudanças que vira acontecendo em Harry em toda sua vida e também percebeu que esse homem, que deveria passar confiança e firmeza a seus clientes, concorrentes e empregados, tremia um pouco ao chegar perto dela, demonstrando claramente que ela o também abalava.


Ela ainda não havia se movido de perto da porta.


Harry levantou-se de um salto quando viu Gina adentrar em seu escritório e percebeu pelos anos que passara tão perto da menina e que o fez a conhecer tão bem, que Gina não caminharia até ele, ela estava paralisada, como a vira em poucas ocasiões, pois Gina dificilmente fraquejava. Caminhou lentamente até ela, para não se denunciar, pois parecia que suas pernas continham chumbo e ele não conseguiria se mexer, seu estômago estava contraído e a respiração suspensa.


Gina não mudara nada, mesmo assim mudara muito.


Deus como isso era contraditório!


Diante dele ainda via aquela menina que ele contemplara com 17 anos e a de 15 que estivera em seus braços, mas agora ela era uma mulher e que mulher! Suas curvas mais femininas do que nunca.


Ela também estava mais alta.


Suas pernas, moldadas naquele jeans justos, estavam mais torneadas do que antes. Quantas vezes Harry, não a viu cavalgando, conduzindo o cavalo somente com aquelas pernas deixando as rédeas soltas. Deus, o que aquelas pernas não fariam conduzindo um homem? Harry sentiu uma fisgada na virilha, precisava desviar os olhos daquelas pernas, mas isso não o ajudou. Parou na barriga lisa, com a cintura fina amostra e viu um pequeno diamante em seu umbigo.


O que essa mulher pretendia? Deixá-lo de quatro e fazê-lo implorar para tê-la em seus braços?


Ah, vou beijá-la, eu sei que vou, pensou Harry. Olhando a boca de Gina, aquela boca que ele sabia ser tão doce, agora mais amadurecida, talvez agora mais generosa, se isso fosse possível.


Seus olhos continuavam os mesmos, azuis como um dia claro de verão e o que ele viu ali, também o abalou, havia o amor e admiração, que ele já vira tantas vezes.


Mas ao se aproximar mais, se sentiu realmente rendido. O cheiro, o mesmo perfume, que o acompanhou durante esses cinco anos. O perfume que o levava para casa, que o arremetia para boas lembranças e também para inúmeros pesadelos, os quais, o fazia acordar suado e extremamente excitado. Que o fazia procurar desesperadamente a satisfação em outros braços, em outros corpos e parecia nunca ser o bastante.


E aquele perfume estava ali agora, não era nenhum perfume conhecido ou famoso, era simplesmente, o cheiro de Gina.


Eu estou perdido!


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Oie


Comentem.


lol


Quase não to mandando neh?


=O


Obrigado ao povo qu esta lendo

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