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3. Capítulo 1 - Noite...


Fic: Sete dias Naty L. Potter


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 1Noite...


Exatamente às seis horas, Harry adentrava na casa de seus pais. Sua mãe que passava pela sala nesse momento levou um susto, mas logo correu para o filho.

— Oi querido! Nossa, que pontual.

— Olá mãe. — Disse enquanto era apertado por um abraço e um beijo de sua mãe que o olhava como se fosse um bebê. — Pois é, fiquei com medo de chegar tarde ai...

— E ai filhão!? — Falou James que acabara de descer as escadas. — Entre! Apesar de tudo, a casa ainda é sua.

— Oi pai.

— Está tudo bem, Harry? — Perguntou a mãe, preocupada.

— Sim. Por quê? — Falou o mais normal possível.

— Por nada... Venha, ajude seu pai a arrumar a mesa.

Harry entrou e foi pra cozinha pegar os pratos.

— Hum.... Mãe? Quem virá hoje?

— Os Weasley, os Granger, seu padrinho, Remus, seus avós...

— Hum...

A mãe sorriu e se virou para o forno, para checar o cozimento das lasanhas.

Terminaram de arrumar a mesa no mesmo instante em que a campainha tocava, e por ela começaram a passar os primeiros convidados, que não pararam de chegar até que Harry desistisse de contar.

De repente ele notou uma presença que ele não deixaria passar despercebida. Cumprimentou todos pelo caminho até finalmente chegar até Ron.

Ambos se olharam e sorriram, estenderam as mãos um ao outro ao mesmo tempo, e então as apertaram. Em menos de um segundo estavam em um abraço apertado que, sem dúvida, só amigos como eles seriam capazes de entender.

— Cara, quanto tempo! — Disse Ron assim que se soltaram.

— Eu que o diga. Você e suas crises nervosas fazem falta, sabia?

O amigo se limitou apenas, ao ato infantil de mostrar a língua, para em seguida, rir junto com o outro.

— Mas, então? Novidades? Um ano dá tempo para acontecerem muitas coisas...

— Na verdade, não. Esse ano tem sido meio complicado, sabe?

— Sei... — Disse Ron educadamente fingindo que ela não tinha nada a ver.

— Mas então, você deve ter algumas novidades?

— Sim... Mas acho melhor conversarmos depois, quando tivermos mais tempo livre. Tem muita gente aqui, conversamos depois, certo?

Harry se limitou a assentir e seguiu para o resto do pessoal.

Após vários minutos de cumprimentos, todos finalmente se sentaram à mesa para comer. As lasanhas sem dúvida estavam incríveis, e todos pareceram apreciar. Surgiu um assunto, depois outro. Todos falaram, conversa foi, conversa veio. Todos saíram da mesa e se espalharam pela casa, alguns no sofá, outros em pé, outros na escada. Já passava das nove quando Hermione, finalmente parou de conversar com Tonks na cozinha, e puxou Harry para um canto.

— E então? Fez o que, depois de fugir da minha casa? — Perguntou Harry.

— O que você vai fazer?

— Hã?

— Com Ginny, Harry! O que você vai fazer?

— Eu... Eu não sei! Hoje à tarde fui ajeitar as coisas e acabei piorando... Tenho medo de fazer mais alguma besteira.

Hermione suspirou, murmurando algo como “homens”.

— Harry, olhe pra mim. Você gosta dela?

— Muito.

— Você a ama?

— Eu... Eu não sei! Às vezes acho que sim e tenho vontade de largar tudo pra ficar com ela, mas... não consigo! Tem vezes que eu simplesmente penso que é uma paixão boba ou...

— Você tem medo.

— Medo? Medo de que?

— De que aconteça de novo. De que vocês tornem a ficar juntos, que seja maravilhoso por um tempo, como da outra vez, mas que, assim como antes, acabe. Que assim como antes, o relacionamento mude, e que mesmo gostando dela, vocês tenham de terminar.

Harry abriu a boca para responder, mas logo a fechou. Não sabia o que dizer.

— Você... Talvez tenha razão.

— É claro que eu tenho razão.

— Mas, se for isso, o que faço?

— Você tem que superar, Harry! Você não para de tentar andar de bicicleta, porque na primeira vez se desequilibrou. Você não pode dizer que uma fruta é ruim, sem saber se estava madura o bastante. Você não pode se prender a um detalhe!

— Droga Hermione, é fácil falar! Eu... Não consigo!

— Consegue. Você está aqui. Você foi até a casa dela hoje, mas esse medo te atrapalhou. Você não pode deixar que isso te controle. Você tem que controlar isso!

Ele suspirou e passou a mão pelos cabelos.

— E se eu não conseguir?

— Você vai conseguir! — Ela disse confiante, pegando suas mãos e apertando.

— Obrigada Mione.

— Amiga é pra essas coisas. — Disse sorrindo.

— Você não é uma amiga. É uma irmã.

Hermione o abraçou e disse:

— Você também é um irmão pra mim.

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


Ela estava sentada no pequeno degrau que tinha na porta dos fundos da casa dos Potter. Já fora pra lá tantas vezes. Aquele jardim ali atrás... Ela já passara muitas tardes ali com ele.

— Oi. — Disse uma voz atrás de si.

Ginny se virou assustada e se deparou com James Potter.

— Olá Sr. Potter, eu só estava...

— James, por favor. E não há problema nenhum em ficar aqui, eu mesmo adoro esse jardim.

Ela sorriu e voltou a fitar a grama.

— Dá pra ver que alguma coisa te incomoda.

— Eu... Não é nada.

— Se você diz. — Ele falou, também olhando para a grama. — Sabe... Quando eu conheci a Lily ela era... Bem... igual hoje. —Completou, sorrindo. — Eu tinha 15 anos quando a família dela se mudou para o mesmo bairro que eu. Ela tem uma irmã mais velha sabe? Petúnia. Me detestou, desde o primeiro momento em que pôs os olhos em mim. Devo de lhe confessar que foi um sentimento recíproco. — Continuou maroto, e Ginny sorriu. — Eu fui lá, dei as boas vindas à família, e convidei Lily para um passeio. Ela aceitou. Caminhamos pelo bairro todo, conversamos muito. Ela era muito engraçada. Marcamos de sair no dia seguinte. Mas na hora que tínhamos marcado, eu bati lá, e ela disse que não estava com vontade de ir. Foi assim por um mês. Ela nunca aceitava meus convites.

James parou, para buscar palavras, e Ginny perguntou:

— O senh... Você. — Consertou, ao olhar dele — Você já... Gostava dela?

— Sim. Mas eu não sabia. — Ginny ficou confusa. — Eu entendia que queria conversar com ela, mas não sabia o porquê. Então, teve um dia que eu, Sirius e Remus, saímos, e encontramos com ela por acaso. Lily não teve escapatória. Nós conversamos, e ela admitiu que a irmã, havia falado coisas de mim pra ela, que a fizeram ficar com o pé atrás. Era minha chance. Podia pedi-la em namoro, ou qualquer coisa assim, mas não o fiz. Fiquei com medo, e falei que ela era minha melhor amiga. Ela não pareceu gostar muito. Disfarçou, e disse que queria ir pra casa. Eu só percebi o que sentia, quando ela começou a namorar outro garoto. Falei com ela, pedi desculpas, disse que a amava e... Bem, estamos aqui. Nos casamos, e tivemos um filho. Um filho maravilhoso.

Ginny sorriu. Era tão bom conversar com ele assim, ouvi-lo contando-lhe tudo isso.

— Você deve estar pensando: Qual a moral da história?

Ela riu tímida, em uma confirmação.

— A moral é que... Os Potter, no geral, têm duas características que nunca somem.

— Quais?

— Todos os homens Potter são lentos. Muito. Só piora de geração em geração.

Ginny riu, mais solta, e após um tempo, perguntou:

— E a outra?

— A outra? —James se levantou e sorrindo maroto, completou antes de entrar em casa. — Todos têm um belo de um precipício por ruivas...

Ela ficou olhando para a porta, por onde ele passara, e então sorriu. De repente a noite ficara... Mais bonita!

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


Harry andava apressado pela casa perguntado para todos que via a sua frente se alguém havia visto Gina.

Perguntou para uma pessoa que nem ao menos havia reparado em quem era e quando procurou ver, encontrou a cara de séria de Ron a sua frente. Sem saber o que fazer, repetiu a pergunta.

— Você er... Viu a Ginny? — Perguntou encabulado.

— Não — respondeu Ron, rapidamente.

— Eu vi! — Disse Sirius, se intrometendo na conversa. — Lá fora, com o seu pai, se não me engano.

Harry olhou o padrinho meio espantado, mas agradeceu. Virou-se para Ron, e com um leve meneio de cabeça, indicou que iria procurá-la.

Chegou à cozinha, que no momento já não abrigava mais ninguém, e olhou pelo meio da porta de tela que dava para o quintal. Sim, seu pai estava realmente ali. Achou melhor não interromper, e seguiu para a cadeira mais próxima da pequena mesa de mármore que ficava ao centro da cozinha. Ao se sentar, seu braço foi mais para o lado do que deveria, resultando na quebra de seu relógio. Suspirou cansado, e levantou-se, aguardando a entrada de algum dos dois. Não demorou muito para que seu pai, passasse pela porta e olhasse pra ele.

— Filho, pense bem no que vai fazer. Eu sei o que um erro pode ocasionar. Cuidado pra não cometê-los. — Disse o pai diretamente, assim que entrou.

“Depois de tantos que eu já cometi, não sei se dá pra fazer mais.” — Pensou Harry, amargurado.

— Ok, pai.

— E não se esqueça: Pense três vezes antes de falar. Duas, às vezes, é pouco.

Harry assentiu com a cabeça . Viu o pai se afastar e enlaçar sua mãe pela cintura, que sorriu para o marido. Um dia, ainda seria ele, a estar nessa situação.

Olhou para fora, onde Ginny estava olhando a lua, e respirou fundo. Dessa vez ele não iria estragar tudo. Ele não podia estragar tudo.

Saiu para a noite fria, e sentou ao lado dela, que lhe olhou um pouco surpresa, como se tivesse sido tirada abruptamente de seus pensamentos.

— Desculpe.

— Não tem problema.

— Não falava do susto.

— Nem eu.

— Ginny eu...

— Harry, olha, já chega. Não posso nem contar quantas vezes você já me pediu desculpas. Não resolve. Eu já disse, eu desculpo! Mas isso não muda as coisas. Eu te perdôo por tudo o que fez, mas perdoar não quer dizer que... Está tudo bem!

— Eu sei que não Ginny. É só que... Eu preciso que você entenda. Eu não sei o que aconteceu. Eu apenas... Fiz bobagem.

— Quando alguém comete um homicídio culposo, Harry, ele não planejou aquilo, mas acabou com a vida de alguém, de qualquer forma. Um doente não planeja ficar doente, mas mesmo assim ele sente dores. Alguém que está andando distraído pode não ver o pé de uma pessoa e pisar. O fato de não querer fazer isso, não vai fazer o ferimento doer menos.

— Não, não vai. Você tem razão. O melhor é...

— Deixar pra trás, eu já sei.

— Não. O melhor é fazer aquilo que você quer fazer.

— E o que você quer fazer?

— Ficar com você.

— Por quê?

— Porque eu... — Parou no meio da frase, sem saber ao certo o que dizer.

Ela suspirou e se levantou.

— Por que você gosta de mim, é isso?

— Sim.

— Eu aprecio. Realmente aprecio. Mas eu quero alguém que corresponda os meus sentimentos. E garanto que a palavra gostar, não chega nem aos pés da verdadeira.

— Não acha que devemos... Nos dar uma chance?

— Eu dei uma chance. Dei duas. Acho que, na realidade, já dei milhares. VOCÊ as desperdiçou. Minhas energias se esgotaram Harry, não dá mais. — E com isso entrou em casa.

Dessa vez ele a seguiu, abriu a porta, e saiu esbarrando em todos até alcançá-la, porém, ela já havia saído pela porta da frente.

Harry não pensou em nada, correu até a porta, e saiu também. Contudo o
que ele viu, o chocou mais do que qualquer outra coisa que já havia presenciado. Ginny tinha aberto o portãozinho que havia na cerca de sua casa, quando um caminhão desgovernado subiu pela calçada, e a alcançou. Só conseguiu ver os cabelos ruivos voando pelos ares, e ela caindo a quase seis metros adiante, no meio da rua.

Talvez ele tivesse gritado seu nome, ou talvez só o tivesse pensado. Tudo que tinha consciência, era de seus pés estarem se colocando, um na frente do outro, numa velocidade incrível, e de logo, já estar abaixado ao lado dela.

— Gin! Gin, acorda! Pelo amor de Deus abra o olho, fale alguma coisa!

Mas ela não se mexia. Harry estava muito nervoso para fazer qualquer coisa coerente. Tentou se acalmar, mas só depois de algum tempo, é que se lembrou de algo útil que podia fazer. Pegou o celular, ligou para um hospital e pediu uma ambulância. Em seguida mediu a pulsação dela: Fraca. Muito fraca. Sentiu sua respiração: Rala, quase inexistente. Olhou para trás, e viu o caminhão parado na cerca de sua casa, não tinha feito quase nenhum estrago ali. Olhou para o banco do motorista, e viu um homem aparentemente adormecido.

Sentiu seu sangue ferver, junto com as lágrimas que saiam de seus olhos. Não podia ser. Ela não... Ela não... Como ele viveria sem ela? Como?

Virou-se para sua casa e gritou:

— MÃE! PAI! ALGUÉM! CORRAM AQUI!

Foram necessários apenas alguns instantes para que todos saíssem da casa e olhassem, primeiramente, para o caminhão que estragara um pouco a cerca.

— AQUI! — Gritou novamente, chamando a atenção de todos. — Ela... Ela... Está quase sem pulso e... — Sua voz foi diminuindo, não conseguiria terminar.

A Senhora Weasley desmaiou nos braços do marido. Os irmãos de Ginny correram em sua direção, e os outros apenas ficaram lá, parados, totalmente em choque.

No mesmo instante em que os irmãos os alcançaram, uma grande ambulância com a sirene tocando, dobrou a esquina. Todos pararam para olhá-la e de lá sairam dois médicos que rapidamente se aproximaram.

— O que houve?

— Aquele caminhão. O motorista perdeu o controle, acho,... bateu nela e... — Harry se sentiu incapaz de continuar.

— Ok, cuidamos dela.

A médica voltou à ambulância e trouxe consigo mais dois auxiliares e uma maca. Eles a colocaram ao lado de Ginny, e em seguida, a colocaram ali.

— Alguém vai com ela?

— Eu vou! — Disse Harry, exasperado.

— Harry, acho melhor ir um de nós, nós... — Começou Charles, um dos irmãos dela.

— Não! Eu vou. Eu vi tudo. Quem sabe pode ajudar.

Apesar de relutantes, eles concordaram. Não podiam se dar ao luxo de uma discussão, em um momento como aquele.

Harry subiu na ambulância e olhou para ela.

Estava pálida, ligada a vários aparelhos. A médica terminou com os cuidados básicos e saiu de lá, deixando Harry e Ginny sozinhos.

A dor o abateu, como uma rajada de vento muito forte. A culpa era dele. Era única e exclusivamente dele. Se não tivesse feito tanta besteira de tarde... Se não tivesse dito a coisa errada de manhã! Se não tivesse estragado tudo há três anos trás...

PI. PI. PI. PI. PI. PI. PI. PI.

Ele levou um susto, ao ouvir tal barulho, e quando olhou para o aparelho que fazia isso, sentiu o chão sumir. O coração. O coração parara de bater. O carro parou abruptamente, e a médica imediatamente surgiu na parte traseira da ambulância. Ligou rapidamente o desfibrilador (1) e deu um choque no coração dela. Foram uma, duas, três, quatro, cinco vezes. Nada acontecia.

A médica olhou em um relógio, e após um suspiro cansado e triste, pegou um papel e escreveu algo para então, colocá-lo ao lado de Ginny. Harry não conseguiu agüentar, e leu. Não pôde acreditar:

Nome: _______________________________________________

Data de nascimento: ___/___/______

Data e hora da morte: 17 / 12 / 2007, 10:29 p.m.

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Tudo o que teve consciência de fazer, depois de sair do hospital, deixando para trás uma família nitidamente abalada, foi entrar em casa e se largar no chão frio da sala.

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(1)- Desfibrilador é aquele aparelho que os médicos usam para fazer o coração voltar a bater, com pequenos choques. Se você assisti(assistiu) “Hose M.D.” “E.R” ou “Grey’s anathomy” provavelmente já viu.


N/B: Naty, uma coisa que não se pode dizer desse capítulo, é que ele não é surpreendente. Como você mata a Ginny logo no primeiro dia da fic??? o.O Só peço à todos, calma. Não azarem a Naty, pois senão como iremos saber o que irá acontecer agora???? Querida. Beijos mil. Parabéns pelo capítulo. Te amo.

N/A: *Sorriso sem graça* e então... O que acharam? Sei que foi meio... chocante! E tbm sei que vocês provavelmente devem estar assim: meio espantados, chocados, passados, bejes, rosas e bem, meio tristes, confusos e... Bravos comigo? Mas tudo o q digo é: Muitas águas ainda vão rolar, por isso, stay calm, ok? Ouçam o conselho da minha adorada e sábia beta! ;)

Gostaria de pedir desculpas por uma coisa que ñ eh a morte da Gi, se eh isso q pensam, mas sim a atitude da Mione. Muitas pessoas ficaram curiosas com o q ela poderia fazer ou armar e sei que o q escrevi deve ter decepcionado vc’s, mas não estava nos meus planos tornar isso um mistério, apenas aconteceu e.... Ñ tinha como fugir do q escrevi, se ñ a ela ajeitaria td como sempre e esse final INEVITÁVEL (Levando em conta a idéia base da fic) ñ aconteceria, então, perdõem minha pobre alma.

Sinto dizer q demorarei mais agora para atualizar, pq pretendo fazer a mesma coisa q fiz com esse capitulo um, soh postá-lo depois q jah tiver as TRÊS partes escritas, e no momento, ñ tenho nem a primeira toda ainda. Espero q ñ me abandonem e vou deixar algo bem claro: Podem mandar coments pedindo atualização A VONTADE!!! Eu adoro esses comentários, acreditem, e ñ me incomodo nem um pouco de vê-los na minha fic. (;

Gostaria também de pedir dois favores. Quem assim, sabe, sem nenhuma intenção puder indicar a minha fic para alguém ler, eu realmente ñ me incomodo! xD Se aparecer algum leitor novo garantindo q foi um de vc’s q indicou, essa pessoa ganha uma surpresa. Podem fazer isso viu? Eh uma promoção que será válida!! =D

O outro pedido é: Por favor, pessoal da FeB, quando forem comentar, poderiam por favor, se ñ for incomodar, assinalar a caixinha ao lado do local para escrever o comentário? Aquela caixinha q diz,
"enviar comentário para o autor"? Pq tirando o PC de casa TODOS os outros computadores q uso demoram uma eternidade para a FeB, ñ me perguntem pq, e se eu ñ receber aviso q recebi comentário e for na sorte na minha fic para ver eu perco um tempo enorme, E eu, apesar de salvar todos os comentários em arquivo de word, posso perder algum, o q me deixaria muito chateada, entendem? Então, por favor, façam esse favor ok?

Agradeço a todos q comentaram, eles são muito, muito, muito, muito importantes pra mim. Eh lendo-os q tenho inspiração então, obrigada mesmo!

Um beijo em especial pra Pri, q praticamente rê-fez esse capitulo ^^ Ela me ajudou muito q o capitulo ficou mil vezes melhor do q estava. Dei um trabalho pra ela q vc's ñ tem noção. Um beijo enorme Pri! Amo-te!


Eh isso então. Até o próximo capitulo.

by

Naty L. Potter

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