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6. So kiss me


Fic: Anonimato...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Gina olhou no relógio, já era meio dia e meia. E seu horário de almoço começava em poucos minutos.


 Um tanto impaciente, ela entrou no carro. Lembrou-se da carta, pegou-a e ao mesmo tempo, sentiu que tinha de fazer algo. Leu novamente aquelas palavras, New York Cruise Dinner, e saiu em direção ao luxuoso barco.



 
Gina olhou para o papel, estava no lugar certo. O assassino podia ter sido apenas coincidência, então o que seria desta vez, o que aconteceria?


 Deu mais um passo, uma mulher alta com cabelos horrivelmente tingidos de vermelho, estava parada em sua frente, e a olhava como se tivesse inveja de seus fios naturalmente ruivos.


 -Como a senhorita se chama?- disse com uma voz esganiçada e infeliz.


 -Gina. - ela respondeu automaticamente.


 -Gina Weasley?


 -Sim, - ela confirmou- mas eu estava só...


 Antes de terminar a frase foi interrompida.


 -Ah, sim. Pode me acompanhar?


Gina estava confusa, mas se a mulher pedira que a acompanhasse era por que talvez seu nome estivesse na lista que ela segurava com a mão esquerda. E ela decididamente não ia negar um almoço naquele lugar.


 E Gina se sentou em uma mesa bem próxima das janelas. Um homem, na verdade um vulto, se aproximou e jogou um pedaço de papel sobre a mesa, e saíra em meio aos clientes e funcionários do restaurante. 


 Ela pegou o papel, estava dobrado. Mas ao abrir via pequenas letras suaves e pequenas.


 -sim- sussurrou ela.


 Aproveitando-se da situação, Gina comeu, lamentando profundamente o fato de estar sozinha. Levantou-se, mas de repente alguém puxou seu braço.


 


Poderia ser o homem que lhe mandara a carta, mas se fosse ele nem mesmo teria desaparecido.


 


-Espere!- ele puxou mais forte, mas Gina tentava se soltar. - Espere! Podemos... - ela parou. - Conversar?


 Ela se virou. E nada via além de um par de olhos incrivelmente e lindamente verdes. Pele branca e cabelos levemente bagunçados, um sorriso decididamente perfeito.


 Deu mais um passo em direção á porta, quando uma mulher magra e pequena falou:


 -Sua conta já foi paga senhorita.


Gina saiu meio confusa, e passou novamente pela mulher que lhe acompanhara até a mesa.


 -Obrigada, - ela disse- volte sempre!


 O homem continuava a segui-la. Gina o olhou.


 -Você está me seguindo?- foi ele quem começou.


 -Eu?! Não, é claro que não!


 Ele sorriu.


 -AH, que ótimo! Mas eu vou ser direto. Você estava na Laffayette Street, no dia do assassinato, e que hoje você veio, e recebeu uma carta.


 -Como sabe?


 -Eu também recebi. - ele estendeu a mão. - Á proposito, meu nome é Harry.


 Harry... O nome dele era Harry. E milhões de coisas passaram pela cabeça de Gina até ela responder.


 -Sou Gina.


 -Podemos tomar um café?


 “Convite tentador” pensou Gina sarcasticamente. Mas ele não parecia do tipo que bebia café. Mas não se julga as pessoas pelo que elas parentam- outra das regras de Gina, mesmo não sendo muito cumprida.


 -Café?


 -Pode ser uma cerveja também. - Ele respondeu sorrindo.


 -Não. –disse amigavelmente- eu prefiro o café.


 E saíram para o famoso Starbucks.


 Gina sentou-se na estreita cadeira acolchoada.


 -O que dizia na sua carta?- ele perguntou, mas respondeu em seguida. - Laffayette Street?- ela só confirmou com a cabeça.


 -Ah... - ele tinha olhos brilhantes, e olhava os singelos castanhos de Gina com uma admiração inacreditável. E logo a humilda simpatia de Harry se viu esvaecer em apenas alguns segundos.


 -Nossa, eu não tinha notado como você é bonita.


 -Obrigada. - mas sua expressão não mudara.


 -É verdade... Muito bonita. - ele repetiu, e estudou brevemente os fortes traços no rosto dela e sorriu. Um lindo sorriso.



-E...?



 
Deliciosa, ele pensou.


 -Acho que devíamos nos conhecer melhor.


 -Acho que entendi o que quis dizer. - disse ele maliciosamente.


 -Que bom... - mas o telefone tocou. E diferente do que Gina pensara, ele atendeu. O que contradizia todas suas regras éticas.


 -Potter. Ãh? Até parece... Manda aquele... Ah, vá você também, porra!  Eu te pago pra que hein? Eu te pago pra que?- ele levantou a mão, como se pedisse pra Gina esperar. - Faça o que eu mandei pelo amor da sua mão e... A Potter’s employments- ele emitiu uma voz aguda, como se imitasse uma mulher- não vai cair por causa de alguns milhões! Antes que isso vire... Um processo maior! Agora eu vou desligar essa merda de telefone por que eu to muito ocupado... É eu to com uma mulher. Aham... E não me liga novamente!


 
Ele colocou o celular no bolso e sentou-se novamente.


 -Você trabalha na Potter’s employments?


 Harry riu.


 -Aham. E você... Ah, acho que não queremos falar sobre isso.


 Ele se inclinou um pouco passando a mão pelo rosto de Gina.


 -Lembra o que eu falei sobre nos conhecermos melhor?- ela perguntou. - Ainda não foi o bastante.


 Ele virou-se evitando olhar-lhe nos olhos.


 -Mas eu acho que também não quer conversar sobre a carta. Não mais.


 -Então já posso ir.


 -Tão cedo?


 -Eu preciso trabalhar.


 -Boa desculpa. Nos veremos novamente?


 Ela o olhou enquanto levantava.


 -É claro. - e lhe entregou um papel com seu telefone. - Me liga.


 Ele sorriu e esperou que ela saísse somente para ver seu corpo enquanto andava.


 Gina voltou para o hospital, era muito cedo para contar a Hermione sobre algo e ela nem mesmo sabia sobre as cartas, horas e horas se passaram dentro daquela sala abafada. Gina até ficara duas horas além de seu turno resolvendo alguns problemas com dois pacientes que se atacaram no meio do jardim. Um deles era Tom.


 Chegou em casa exausta apenas esperando algum convite, mas nada, apenas ficou m casa vendo  tempo passar.


 Uma semana depois...


 Gina saiu do carro impaciente já que nada havia além de trabalho. Ela tinha receio de que passasse o resto do mês com a mesma rotina exaustiva. Eram seis e meia da tarde de uma sexta feira.  O telefone tocara enquanto ela estava deitada cochilando devido ao tedio.


 -Weasley?


 -Alô.


 -Quem fala?


 -Se você me encontrar em uma hora no La Grenouilli você saberá.


 -Isso é uma brincadeira?


 -Só depende de você.


 -Ah, muito obrigada. Recuso.


 -Eu não teria tanta certeza.  Quer repensar sua resposta?


 Gina sorriu e desligou o telefone sem ao menos se despedir. E depois de pensamentos estranhos passarem pela sua cabeça ela decidiu que iria, o que tinha a perder?


 Vestiu algo sexy, mas não exageradamente sexy. A única lembrança que tinha ao sair com homens naquele momento era sua noite frustrada com Córmaco.


 Pegou um taxi com receio e acabar bêbada e chegou ao restaurante.




Estava parada na porta imaginando como faria para encontrar quem a ligara quando sentiu duas mãos segurarem em sua cintura. Os lábios se aproximaram do ouvido dela.



 
-Inesperado?


 Ela se virou, era Harry com os mesmos olhos, só que desta vez o cabelo estava amis arrumado e o sorriso era inigualavelmente malicioso.


 -Um pouco.


 -Acho melhor entrarmos.


 Caminhando pelo fabuloso restaurante. Harry e Gina evitaram se olhar, ou dizer alguma coisa. Apenas foram até uma mesa, onde havia um bilhete de reservado.


 
-Tinha tanta certeza que eu vinha?


 -Mais do que imagina. - ele sentou-se.


 -E por que resolveu ligar somente agora?


 -Parecia não se importar com homens previsíveis e educados. Acho que hoje comecei bem não?


 -Admito que nunca recebi um convite tão estranho. E acho que sou louca por aceita-lo.


 -Pode ter certeza que mais tarde se achará louca por outros motivos.


 -Ora Harry, está tentando me seduzir então?


 -É o que eu mais quero. Guardei suas palavras, e acho que dei impressões erradas quando nos conhecemos.


 -É, já vi que você é muito pior.


 -Você nem imagina o tanto. -Disse ele olhando o decote de Gina.


 Ele passou a mão por toda a coxa de Gina.


 -Não acha que está indo rápido demais?


 -Não, não acho.- ele disse mantendo as mãos firmes no local. -Confesse que está louca por um beijo meu.


 -Seria muito fácil.


 -E você gosta de coisas difíceis?


 -Gosto de homens surpreendentes.


 -Vejo nos seus olhos milhares de experiências frustradas. Uma mulher grande, com uma grandeza desproporcional ao seu próprio mundo.


 -Conclusões precipitadas.


 
-Verá que estou certo.



 Harry agarrou Gina pela cintura, seus lábios entrelaçaram-se aos dela. Uma guerra de lábios, uma mistura de desejos e sensações maravilhosas que Gina nunca experimentara. E ao deixar seus lábios bem próximos do ouvido de Gina, ele fez com que ela percebesse que dali não tinha mais volta. Harry era uma armadilha fatal. Fatal e deliciosamente perigosa.


 -Bem vinda ao meu mundo Gina. E ele é grande o suficiente pra você.


 Ele a beijou novamente, com nova intensidade, e foi como se cada beijo fosse novo e diferente, era surreal. 

Suas mãos afogaram-se nos cabelos de Gina enquanto ao mesmo tempo em que a beijava, sentia seu perfume.



 Aproximou seu rosto do dela, e palavras quentes atravessarem seus lábios rasgando os ouvidos e a sanidade de Gina. Estava novamente enfeitiçada por um homem, só que desta vez seria permanente.


 -Até o final da noite você será minha. - disse com preponderância. Como se cada palavra fosse transformada instantaneamente em um ato, ele se sentia superiormente grande, e ele era.


 -Você acha que sou tão fácil assim?- ela virou o rosto, não permitindo ser novamente beijada. Tentava escapar das palavras de Harry, mas sua lábia, seus instintos, a maneira com que a conquistava ficava cada vez mais possessiva.


 -Somente desesperada por um homem que valha a pena.


 -E o que te faz imaginar que esse homem é você?


 -Eu não imagino. Eu sei. Olhe pra mim! O sonho de qualquer mulher. – então colocou as mãos na nuca dela. -Acho que não há mais sentido em ficarmos aqui.


 -EU não vou sair daqui com você Harry!


 -Por que não?


 -Por que... Eu não quero!


 Ele a olhava com certa elegância e prepotência.


 -É melhor arrumar um bom motivo, Gina Weasley. Por que por mais dentro dele que você esteja, não tem nenhum direito sobre meu mundo. E nele estará bem longe da sua zona de conforto.


 Ele se levantou.


 -Eu posso virar o jogo.


 -Eu não estou questionando sua capacidade. Na verdade se tem duas coisas que eu aprendi foram: nunca subestime uma mulher, e não vá pra cama com uma com mais problemas que você. Acho que da ultima abrirei uma exceção. Vamos, levante-se Gina. - ele puxou-a pelo braço, uma de suas mãos percorreram toda a cintura, enlaçando-a em si. - seria melhor você desarmar, minha querida. É sempre mais difícil assim. Não vou fazer nada que não queira.Saíram do restaurante algum tempo depois. E logo quando estavam na entrada, uma limusine parou há poucos metros dali. Harry a puxou, e foi ele mesmo quem abriu a porta.


 -Eu não sabia que os funcionários da Potter’s Employments recebiam o bastante para isso.


 Ele sorriu.


 -Tem muita coisa que você não sabe.


 E enquanto ela se virava ele puxou um pequeno lenço preto e cobriu-lhe os olhos.  Suas mãos puxaram as dela, entrelaçando-as. Segurou suas mãos firmemente para que quando ela desse conta da situação, não conseguisse se soltar.


 
-O que é isso? Seu... Eu sabia que não deveria...


 -Fique tranquila- disse bem perto de seu pescoço, sugando lhe toda força, trazendo uma sensação estranha e deliciosa. - eu não sou um maníaco sexual!


 -Ah, estou muito aliviada- disse sarcasticamente. – Sabe o que você é? Um hipócrita nojento, desgraçado filho de uma puta! Eu não devia ter aceitado...


 -Que boca suja hein!


 -Me poupe! Agora tire isso dos meus olhos e...



 -Por que você mesma não tira? Ah, me desculpe- disse olhando para suas mãos que seguravam as dela.


 Harry então a beijou novamente. E sensação para ela era ainda melhor daquele jeito.  Sentia seu corpo frêmito, coberto por uma sensação estranha. Ela que era acostumada a dominar, sentia-se pela primeira vez em rendição á algo inimaginável.


 
Ele abriu a porta e entravam na enorme mansão de Harry enquanto a limusine saia pelas estreitas e
pouco iluminadas ruas dos condomínios. Puxou Gina para seu colo, e a carregando subia as escadas numa velocidade estranha. Seu quarto era enorme e luxuosamente decorado.


 -Você conseguiu. – disse enquanto via Gina pelo reflexo no espelho.


 -O que?


 Ele então se virou. Olhou aqueles olhos e deu um sorriso no canto dos lábios. Aquele sorriso capaz de fazer Gina despencar no chão, já que suas pernas tremiam. De desejo, uma adrenalina que a deixava completamente iludida.


 -Me deixar excitado.


 Puxou a para seus braços. Arrancou-lhe o vestido antes que ela sequer pedisse para ter cuidado com o tecido. Ela estava sem sutiã, que sem perceber havia sido tirado ao mesmo tempo que o vestido.

Ele então manuseou rapidamente seus seios enquanto imaginava a forma mais louca de fazer Gina se entregar totalmente a ele.  Passou a língua pelos lábios dela, puxou-a pela nuca. Suas mãos seguravam firmemente sua cintura como se pudesse perdê-la a qualquer instante, enquanto Gina descia suas mãos explorando todo o corpo dele.


 Ambos loucos de desejo, apenas esperando a hora certa, Gina deixou que suas pernas se entrelaçassem ao corpo dele, e sentia então o contato de seus sexos. Uma das mãos dele caminhava lentamente por uma de suas coxas enquanto outra descobria os limites entre a calcinha e o corpo sedento de Gina.


 -Seus lábios são deliciosos. Mas... – disse com os lábios bem próximos dos dela, sem que se encostassem. Ela estremeceu imaginando milhões de palavras que poderiam vir. – será que você tem esse gosto também?


 -Por que você não experimenta, seu... -ela falou de modo que Harry achasse sexy.


 Ele deitou-a em sua enorme cama e se despiu rapidamente. Caiu sobre ela sem peso algum, seus lábios desceram até seus seios, dando-lhe leves mordiscadas naquela superfície enrijecida.


 Logo seu rosto estava a poucos metros da vagina de Gina, que pulsava involuntariamente, como se pedisse que Harry a penetrasse naquele exato momento. Ele também tinha de controlar certas vontades. Dar prazer a Gina era melhor que fazer isso com mil outras mulheres.


Passou língua ao ledor de seu clitóris, lambendo lentamente Gina como se toda a superfície umedecida estivesse coberta por mel.


 
Ela sorriu sentindo-se estremecer, cada parte do seu corpo se arrepiava. Seus dedos substituíram a língua maliciosa de Harry que passaram pela estreita frincha. Gina moveu-se enquanto os dedos entravam e saiam de si fazendo-a soltar um longo gemido. Ela tremia enquanto aqueles dedos, instrumentos de tortura que Gina parecia amar, passavam friccionando seu clitóris.


 -É bom não é?- ele disse aproximando seus lábios cada vez mais dos dela.


 
Ela apenas sorriu, soltando murmúrios e excitação e prazer enquanto ele foi lentamente tirando seus dedos de dentro dela.


 Ela respirou, retomando todo o folego pedido, estava vermelha, suada.



- Você foi longe demais. – disse roçando seus lábios no pescoço dele. - Pervertido.


 -Você é a mulher mais gostosa que eu... Puta que pariu- dizia antes de ser interrompido por outro beijo de Gina, que percorrera toda sua boca.




 -Vai continuar falando, é garotão? Se fosse pra isso poderíamos ainda estar vestidos.


 Harry então puxou Gina, fazendo com que ela ficasse sobre ele.


 Ela apertou-lhe o pênis e ao passar a língua sobre toda a superfície do membro de Harry. Ele respirou fundo, sorriu, sentia-se prelibar por entre os lábios molhados de Gina.



-Não Harry! Não... Harry seu filho da mãe, não...


 Tarde demais, ele puxara Gina que segurava na cabeceira da cama, e a penetrou. Com uma força e firmeza que ela nunca sentira antes. Deixou que seu membro atravessasse toda a barreira intima que ela possuía e sugou-lhe os mamilos como um movimento involuntário.


 -Ah Harr... - ela soltou um longo gemido abafado enquanto Harry entrara em si com tanta força e intensidade que chegava a doer, uma dor suportável e deliciosa. Que consumia todas as energias de Gina.


 -Sua...gostosa... –ele tentava dizer, mas seus movimentos exigiam tamanha força e agilidade que ficava impossível pronunciar qualquer palavra.


 Harry estava novamente por cima, os joelhos de Gina dobraram e seus quadris empurravam mais fortes contra o pênis de Harry, enquanto imaginava como seria a próxima vez, se haveria próxima vez, e com ele, naquele momento sentia-se realmente gostosa e sedutora, aquele era com certeza o melhor orgasmo de sua vida.


 Harry sentiu-se incapaz de pensar em qualquer coisa quando sentia seus membros realmente colidindo, via o prazer no rosto de Gina, e os músculos de ambos foram contraindo, atingiram o clímax juntos, e Harry gozara dentro da mulher com que ele queria naquele momento realizar todos os seus sonhos- sexual é claro-, a mulher que mexera com seu corpo e cabeça desde o primeiro momento.


 Harry permanecera sobre Gina pro alguns minutos, o cabelo encharcado pelo suor de ambos, Gina o olhou sorrindo.


 Ela virou-se para ele, agora deitado ao seu lado com a aparência mais satisfeita do mundo.


 -Arrependida?- disse ele dando-lhe um beijo.


 -Nem tanto.


 Ele sorriu, e seu rosto era perfeito, principalmente agora que vira Harry inteiro podia dizer realmente. Se não fosse pelo caráter- talvez a parte que mais atraia Gina- ele poderia ser o homem dos sonhos de qualquer mulher.


 Gina se sentou, com o corpo ainda mole e instável.


 -Vou tomar banho.


 Ele sentou-se também, encaixando o corpo de Gina ao seu, suas mãos abraçaram-na de costas sem se esquecer de puxar levemente um dos mamilos.


 -Eu vou também. - ele sussurrou.

-Não vai não. - disse respondendo seca e autoritária.


 -Lembra-se do que eu falei sobre seus direitos? Nenhum.


 -Lembra-se do que você também disse sobre não fazer nada que eu não queira?


 -Ah Gina. Por favor!


 -Harry, não. Do jeito que estamos vamos acabar fazendo outro tipo de coisa e...


 -Muito melhor que um simples banho!


 -Não haveria necessidade nem de sairmos daqui então... - disse virando-se pra ele e dando-lhe um beijo


 Ele deixou que ela tomasse conta da situação. Ele caiu pra trás enquanto ela cuidadosamente passava as mãos pelo tórax dele. Descendo lentamente seus movimentos até se membro novamente ereto.


 -Vê como você me deixa? Sem chão, sem ar...


 Gina se virou, seus joelhos dobrados sobre Harry, um de cada lado de seu corpo, ele poderia penetrá-la ali mesmo naquela posição, mas queria esperar e ver o que ela planejava.



 Ela se inclinou, sua língua desceu até seu abdômen definido, percorreu toda a linha do corpo dele até chegar ao pescoço os sexos se encostavam sem barreira alguma já que ela tinha uma perna de cada lado encaixando perfeitamente nele. Mordiscou lhe lentamente o pescoço, ele abriu a boca, sem ao menos saber se sorriria o diria algo, mas ela logo foi preenchida pela língua ágil de Gina. Mas ela logo distanciou a poucos centímetros dos lábios de Harry.


 -Esperava isso de mim? Ou o rei da cocada preta pensava que só ele sabia fazer as coisas hein?


 Ele sorriu, encarando a como se já esperasse esse tipo de reação.


 Gina apertou seu membro com força, e logo começara a massagear com movimentos de vai e vem. Ele sorriu, mas não conseguir evitar soltar curtos gemidos, Gina adorava a sensação de dar prazer á alguém.  


 - Mais... Gina.. Mais...


 Os movimentos tornaram-se mais rápidos e firmes, ele arqueou as costas enquanto ela sentia sua mão umedecer por algumas poucas gotas que escaparam se seu pênis. Ele tremia, o pênis pulsante.


 Gina então soltou rapidamente antes que ele atingisse o orgasmo e se levantou deixando ele deitado com uma aparência não muito agradável.


 -Desgraçada!- ele disse olhando apenas sue rosto e esquecendo-se do resto.


 -Vá para o inferno Harry.


 Ela entrou no banheiro e logo se ouvia o barulho do chuveiro. Sem perceber, Harry a olhava, enquanto Gina molhava cada parte de seu corpo, passando a mão pelos seios e virilha.


 -Harry! O que foi que eu falei!


 Ele foi caminhando até ela, mas se desequilibrou com um pouco de sabão espalhado pelo chão e se segurou em Gina, imprensando a na parede.


 -Você é uma filha da puta!


 -Eu posso ser má também, acho que você percebeu.


 
-É, eu também posso. - disse firmando suas mãos na parede, beijando Gina e apertando seu corpo deixando marcas intensas.



 -Harry isso...


 -Isso é pra nenhum outro cara encostar em você. Não sou do tipo que gosta de dividir uma mulher com outros caras.


 Ele apertou-lhe fortemente as nádegas enquanto seu corpo era molhado pela agua exageradamente quente.


 
-Eu vou dormir.- disse ele beijando-a uma ultima vez.- espero que venha também. Tem um robe sobre a poltrona, se quiser vesti-lo... Fique á vontade. E ao menos que precise de mim pra coisas uteis, sabe do que estou falando, é melhor não me acordar.


 Ele saiu e Gina também, poucos minutos depois. Vestiu o robe e sentou-se na poltrona, vendo Harry adormecer rapidamente. Ela preferiu continuar onde estava, naquele momento, deitar-se ao lado de Harry seria como demonstrar fraqueza e dormir com um homem e poderia exigir certo sentimento, que ela estava evitando ao máximo criar.


 Estava clara, uma ponta de luz atravessava as cortinas. Gina levantou-se, devia ser sete e pouco da manhã. E Harry ainda dormia.


 Vestiu o mesmo vestido da noite anterior- já que era o único que tinha ali- calçou os sapatos e saiu do quarto com muito cuidado para não fazer barulho. Iria viajar mesmo depois de uma noite tão boa, combinara de se encontrar com Hermione na casa da amiga. Puxou um casaco de Harry que estava sobre o sofá na sala de estar, estava frio e ela precisava de algo para tampar as marcas que ele lhe deixara.


 -Até logo Harry. - disse ela sussurrando para si mesma. Saiu, fechando a porta com o máximo de cuidado. Chamara um taxi que aparecera poucos minutos depois.


Entrou no carro, e não passava das oito, mas resolvera ligar para Hermione.


 -Oi Gina. —disse ainda meio sonolenta- É sobre a viagem?


 -É...


 -Victor adoeceu e pediu que eu ficasse com ele...


 -Você não vai.


 -É, mas se você quiser...


 -Pode deixar, eu fico, e mais tarde eu passo na sua casa. Está bem?


 -Sim, até logo.


 -Até mais tarde Mione.


 Gina estava no quarto. Perpetuando sua noite com Harry em uma longa viagem através das lembranças.


 
Mas o momento foi cortado, como uma navalha, quando Draco entrou sem ao menos bater. Deu-lhe um carinhoso beijo no rosto e sentou-se. Gina o olhava, seus olhos sorriam lindamente: era a saudade.


 -Quanto tempo, hein Draquinho?! Encontrou uma mulher que presta me trocou por ela foi?


 -Quem me dera... É que a senhorita desmarcou todos os nossos compromissos, sem falar na guerra da empresa com A Potter’s.


 Gina logo lembrou-se de Harry.


 -O grande Lucius ta reconhecendo o valor do filhinho dele?

 -Não, ta tentando contratar o Creevey pra ocupar meu lugar.

 -Mas você veio falar sobre isso?-disse enquanto ligava a TV.


 -Ainda é fã disso? -disse sem responder.


 -MMA? Ãh... Dos homens, mas eles não são muito bons de cama.


 -Já experimentou todos, foi?


 -Não... Mas os melhores. - disse rindo.

 -E onde eu entro nessa historia hein?


 -Você é o amigo legal e compreensivo da doidona aqui.


 -Ah, papel fundamental, esse meu.


 Draco puxou-a, Gina passou a mão naqueles cabelos loiros.


 -Você ta namorando, Gina?


 -Eu não gosto...


 -Ta com algum homem, não é?- ele passou a mão na nuca dela, ainda marcada pelas mãos de Harry.

- O que aconteceu?


-Nada.


 -Esse nada devia estar muito bom hein Gina. Pelo jeito...


 -Pelo jeito você anda se intrometendo novamente na vida dos outros.


-Eu só me preocupo!


 -Com quem eu me envolvo ou não é da minha conta, exclusivamente, Ok? E quando eu quiser que alguém se preocupe eu ligo pra minha mãe. Você não serve pra isso.


 -Já tava com saudade desse seu temperamento explosivo.


 -Vá pro inferno Draco.


 Ele sorriu, colocando com certo desconforto, o cabelo da amiga sobre a nuca novamente.


 -Vamos fazer alguma coisa esta noite?


 -Eu acho que devíamos ficar aqui, aposto que você tem cerveja na geladeira e deve ter alguns filmes. Eu sobrevivo. - disse ele encarando-a.


 -Ok, mas você vai passar a noite aqui?


 -Algum problema?


 -Não. O máximo que podemos fazer é... Ah Draco, eu posso acabar nua, mas isso é o de menos. - disse ela rindo.


 -Infelizmente até eu sei que isso não é possível.

O capitulo acabou!!! Não são muitas pessoas mas eu agradeço á quem gosta da minha fic, principalmente ao Tiago, á Lulu e  á Bia Weasley Potter!!!
Logo posto mais.

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