Harry havia acabado de acordar, estava com uma dor de cabeça enorme e teve vagas lembranças das noites passadas... mulheres, bebidas, cigarros, drogas e tudo que um solteiro tinha direito, porém ele não era solteiro. Sua mulher entrou no quarto, a barriga de 3 mêses começa a apontar ela tinha um rosto cansado que comoveria qualquer um, mas isso não causou nenhuma emoção em Harry.
- Emma arrumou o café. – disse ela sem emoção. – está feliz com a noite que passou me traindo ontem? – perguntou ela irônica, Harry fingiu não ouvir e foi para o banheiro, entrou de baixo do chuveiro e se sentiu relaxado por alguns momentos, prendeu a toalha na cintura e saiu, Hermione estava sentada na cama e olhava uma foto, estava chorando em silêncio, sabia muito bem o que aconteceria se Harry a visse chorando.
- O que está acontencendo? – perguntou ele frio.
- Nada. – disse ela limpando as lágrimas. – só estou me lembrando de quando eu era feliz. – Harry a puxou pelo braço fazendo ela se levantar e deu um tapa em sua face.
- E você não é feliz em sua puta? – disse ele nervoso a jogando contra a parede, Hermione chorava. – eu te dou tudo, tudo e você não faz porra nenhuma, nem sexo você serve pra fazer e ainda carrega essa coisa que você diz ser meu filho. – ele pisou na mão de Hermione que abafou um grito, deixou a mulher jogada no canto do quarto, se vestiu e saiu.
- Eu jurei ficar com você... mas não aguento mais isso. - disse ela chorando passando a mão por onde o moreno havia batido, se levantou com dificuldade e se sentou na beirada da cama e sentiu toda a dor de mais uma briga, Emma entrou no quarto e foi correndo em direção a Hermione.
- Tudo bem Sra. Potter? – perguntou ela (n/a: Hermione era casada com Harry, então se tornou Hermione Potter.)
- Não Emma, não está nada bem. – disse ela chorando e abraçando a velha senhora.
- Ele fez aquilo de novo? – Hermione assentiu e Emma pegou alguns remedios na gaveta e começou a cuidar dos ferimentos de Hermione que chorava de dor, raiva e medo. Poderia a qualquer momento perder tudo e só não tinha desestido de toda aquela historia por causa de sua filha, ou filho, logo depois que Emma saiu ela se deitou e dormiu, tentando esquecer toda aquela briga e toda a sua vida, sonhou com uma cena que a fazia sorrir.
--- FB ---
Venha aqui pequena. – disse Harry rindo segurando a bolsa de Hermione no alto, aqueles eram eles a alguns anos atrás.
- Por Deus Harry, eu estou atrazada para a aula do Snape, me entrega a bolsa. – dizia ela com a cara fechada.
- Ah, aquele velho que espere. – disse ele puxando a morena para mais perto. – tenho coisas melhores para fazer. – disse sedutor em seu ouvido.
- Tipo? – disse a morena provocativa.
- Tipo isso. – disse ele a beijando, o beijo deu inicio calmo e romântico mas foi se intensificando, Harry havia deitado a morena na cama quando alguém os interrompe.
- Sabia que estamos no colégio? – disse Ron, um amigo do casal. Eles se separaram incrivelmente vermelho, bom Hermione estava vermelha, Harry e Ron riam de toda a situação e Hermione logo depois começou a rir também.
--- FIM DE FB ---
Hermione acordou chorando, tinha tanta falta de Ron, não podia mais conversar com o amigo por conta do ciumes fora do normal de Harry, não tinha sequer contato com seus pais, Harry tirou tudo que ela havia de melhor, desde a inocencia até suas amizades... ela não conhecia mais Harry.
- Eu não aguento mais. – disse ela pra si mesma.
- Não aguenta o que? – disse Harry seco entrando no quarto.
- Você, seus vicios, suas amantes, seu ciumes fora do normal, eu não te suporto mais. – gritou ela.
- Isso tudo é o que me mantem calmo, já que você não ajuda. – gritou ele.
- Eu não te ajudo, quer saber cansei, sai dessa casa agora. - disse ela com lágrimas nos olhos.
- A casa é minha imbecil, esqueceu disso? – perguntou ele irônico.
- Se você não sai eu saio, e não se preocupe, faço questão de não levar nada daqui a não ser minha ou meu filho. – disse ela nervosa saindo do quarto.
- VOCÊ VAI SE ARREPENDER. – gritou ele.
- FODA-SE – gritou ela em resposta. Hermione saiu batendo a porta, sem se dispedir de ninguém, não fazia ideia de onde iria, pensou em uma única possibilidade e seguiu até a casa de alguém que não via a muito tempo.
- Mione? – disse a pessoa surpresa atendendo a porta.
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n/a: o capítulo ficou pequeno e não está revisado, espero que gostem e comentem.