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13. Slytherin


Fic: Flora Riddle 2


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Harry passa em sua casa horas mais tarde, para ver como estava e a encontra sob os cuidados de Hannah, dormindo em sua cama. Vai até a loja de Felipe e conta o que havia acontecido. Felipe preocupa-se, mas diz para o amigo ficar tranquilo que a mulher era forte. No dia seguinte estaria bem melhor.


Dito e feito. Flora acorda com uma expressão serena no rosto, comenta com o marido que o coração estava despedaçado, mas que tem consciência de que não havia nada a ser feito pelo passado. O que importava era o futuro, seus filhos e netos. Estes iriam com certeza mostrar ao mundo que as pessoas podem sim ser melhores. E era isso que ela iria fazer. Estava decidida a se candidatar a vaga de professora de estudo dos trouxas. Ela ia mostrar que ser descendente de Voldemort não era uma sentença. Mas antes queria ir até o fim em suas investigações.


Pede a Felipe que passe no correio e despache uma coruja a Harry Potter com a seguinte mensagem:


Harry Potter,


Muito obrigada pelo acolhimento de ontem.


Já estou pronta para continuar minha jornada através da história de meus antepassados.


Espero que não tenha desistido de me ajudar.


Beijos para você e Ginny


Flora


À tarde, enquanto Flora toma suas aulas de feitiços com Hermione, recebe a resposta de Harry:


Flora,


Fico feliz que esteja se sentindo melhor.


Continuarei ajudando você no que precisar.


Acredite: o pior já passou.


Quando estiver pronta, entre em contato.


Um beijo para você e um abraço para o Felipe


Harry


Flora pede que Hermione os acompanhe na próxima vez que ela fosse entrar em contato com seu passado. Hermione aceita o convite, principalmente por que iriam até a câmara secreta, pois Harry já lhe havia adiantado que era isso que faria quando chegasse a vez de Slytherin. Outro motivo era que sua cunhada Ginny havia lhe pedido a mesma coisa: que acompanhasse Harry e Flora, pois sentia um quê de perigo no ar.


Passaram-se apenas dois dias e lá estavam eles novamente seguindo pelo caminho que levava à escola. Harry desta vez ia calado, ouvindo o tagarelar das duas bruxas. Hermione lhe explicava como havia conseguido transformar em lei a libertação dos elfos (e principalmente, havia conseguido que os elfos aceitassem a liberdade e o trabalho em condições dignas, principalmente em termos de carga horária não abusiva, remuneração e descanso semanal – uma vez que estavam acostumados a pensar que isso tudo seria uma desonra para eles). Flora ouvia maravilhada estas histórias, sentia orgulho em ter Hermione como amiga.


O pátio da escola estava vazio, pois a maioria das turmas estavam em provas e quem não estava fazendo provas estava estudando para elas. O silêncio era incomum.


Ao entrarem no castelo Harry começa a contar sobre Slytherin e sua predileção por sangues-puros, o que depois teria virado obsessão, para culminar com o rompimento dele com Gryffindor e consequentemente com a escola.


- O que vou te mostrar hoje é a Câmara Secreta, que foi o resultado concreto desta obsessão de Slytherin, e que nos tempos de Tom Riddle teve consequências desastrosas.


 Vão até o banheiro feminino que ainda guardava a passagem secreta para a câmara de Slytherin. Harry pede que Flora se poste em frente a uma pia em que se encontrava uma minúscula cobra desenhada na velha torneira de cobre, depois peça que fale “abra” em língua de cobra – ele mesmo poderia ter feito isso, mas quis ceder essa emoção para ela, para que sentisse a grandiosidade da magia de Slytherin, milênios após sua morte. A cobrinha parece se mexer e tudo ocorre ao mesmo tempo, mal Flora estava olhando o movimento rápido da cobra e já não havia mais vestígio sequer da pia em sua frente, mas uma abertura para uma espécie de túnel estreito e escuro. Harry sugere que entre logo atrás dele. Ela o faz sem relutar, tamanha sua confiança nele e é seguida de perto por Hermione. Escorregam por este túnel que para Flora lembra um infinito tobogã de parque aquático, com um forte cheiro de bolor e com um pouco menos de água (não chegava a ser seco, mas também não havia um fluxo de água).


- Ele é longo assim mesmo ou é minha ansiedade que o faz ainda maior? (Flora pergunta rindo, para os amigos que agora para ela eram só som na escuridão).


- É longo, mas pelas minhas contas já está acabando. (Responde-lhe Hermione, com carinho).


A descida termina e chegam um local igualmente escuro, os três bruxos falam juntos “Lumous” e a fraca luz das varinhas somadas consegue clarear o caminho como a luz do dia. Não havia mais nada que lembrasse o monstro que um dia por ali viveu. Apenas os túneis circulares feito labirinto para todos os lados. Do basilisco, nem pó.  Caminham em silêncio por um grande túnel sinuoso até uma parede de pedra em que estavam esculpidas duas cobras entrelaçadas. Seus olhos foram feitos com esmeraldas e quando Harry apontou a varinha para eles o ambiente todo ficou esverdeado. Ele dá passagem para Flora.


Ela olha as cobras por alguns instantes, pareciam reais. Acaricia-as, fecha os olhos e sente um arrepio lhe invadir a espinha, o peito enche de ar e ela sabe o que fazer e sibila:


- Abram.


 As cobras se afastam e as paredes dão lugar para uma passagem para uma câmara longa, de teto alto. Uma luz difusa verde que não parecia vir de ponto algum iluminava o local, conferindo uma atmosfera estranhamente confortável para Flora. Continuam em silêncio em direção ao fundo da câmara. Flora tira os sapatos no meio do caminho, Harry e Hermione olham com curiosidade, mas não comentam. O chão frio e as colunas altas que ladeavam o caminho davam a impressão de caminhar por dentro de uma grande serpente. Flora guardava estas sensações para si, pois ela mesma não conseguia compreender o que significavam. Seu coração batia forte e ela sentia como se cada passo fosse uma entrega. Seus olhos estavam úmidos, sua pele também. Suava frio, mas sentia-se extremamente bem.


Chegam ao final: a gigantesca estátua de Slytherin estava lá. Olhando para ela, Harry lhe conta, sussurrando, a história de quando entrou ali a primeira vez, a imagem de Tom Riddle tomando força enquanto Ginny perecia no chão. A voz sussurrada dele reverberava na imensidão do local, imediatamente Flora tem a impressão de estar em uma espécie de templo. Flora fixa seu olhar na face de Slytherin, seus olhos de pupilas vazadas parecem olhá-la com severidade. Ela sente-se pequena e imediatamente sente um impulso de combater este sentimento, mostrar para seu antepassado sua superioridade. Chacoalha a cabeça e tenta prestar atenção no relato de Harry, que falava de uma espada que havia dentro do chapéu seletor, de uma cobra gigante que ele matara e um diário que destruiu. Não faz idéia de como a história tinha chegado a este ponto, mas sente vergonha de pedir maiores explicações. Harry toma o cuidado de não mencionar nada sobre a verdadeira natureza do diário de Tom Riddle, a primeira Horcrux encontrada. Apenas conta que tanto o diário, quanto o medalhão de Salazar Slytherin e o anel de Cadmus Perverell (objetos que estiveram em poder de Voldemort), todos estes objetos haviam sido destruídos por conterem magia negra.


Flora consegue ouvir tudo aquilo sem passar mal, incluindo a história de como Hagrid havia perdido o direito de posse de uma varinha – erro que, após setentaanos, havia sido reparado. De certa forma já esperava ouvir histórias horrendas sobre seu pai, de modo que não se surpreende. Da excursão pelas profundezas do castelo, traz consigo a certeza de que era mesmo descendente daquele homem de pedra e feições rudes. 

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