FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo



______________________________
Visualizando o capítulo:

20. Quer Se Casar Comigo?


Fic: Nove Meses Para Amar


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________






Nova pagina 1








NOVE MESES PARA AMAR
CAPITULO XX

QUER CASAR COMIGO?

 

 

- Bingo Malfoy! Não é que
você é um pouco esperto?! – Gina exclamou sarcástica.
Ele olhou-a como se
a visse a primeira vez. Como se não pudesse acreditar no que estava acontecendo.
Sua maior convicção acabara de cair por terra. Como um louco Draco começou a
rir.
- Está me tirando?
– Gina perguntou desconfiada. Mas ele continuava a rir, sem prestar a mínima
atenção – pare com isso, Draco! Não tem graça desse modo.
Ele ainda tentou
explicar, mas as gargalhadas vinham e não paravam, era incontrolável, mais forte
do que ele. 
- PARE DRACO! –
berrou Gina por fim. E ele parou também. Embora, ainda se pudesse ver vestígios
de lagrimas, nos cantos de seus olhos.
- Você... Não...
Consegue... Ver a graça? – ele perguntou arquejando. De resposta ganhou um bufo
e um levantar de sobrancelhas. – Weasleys, os perfeitos, também mentem, Gina!
Uma Weasley também engana e também se mete em confusões ilegais!
- E você acha graça
disso? – a voz dela estava estranhamente aguda.
- Não fique
nervosinha. – ele apaziguou – eu só acho interessante que você seja
perfeita... Para mim!
Ela começou a
entender o que ele queria dizer. Os Malfoy sempre foram considerados o pior tipo
de gente: que sempre mentia, traia, entrava em confusões! E os Weasley eram
exatamente o contrário.
- É... Eu posso
entender o cômico da situação – ele deu um sorriso presunçoso, que Gina deixou
passar – mas eu realmente preciso da sua ajuda.
- Para procurar os
tais pelos de Seminviso? – ele bufou – sabe como isso é difícil? Sabe que Capas
da Invisibilidade são caras, porque é difícil ver esse bicho?
- Eu sei Draco. Mas
eu preciso voltar ao meu corpo, e Carol ao dela – ela colocou a mão no peito
dele – você não pode nem mesmo tentar?
Draco olhou para a
mão e depois para Carol (Gina! Droga) e se lembrou do propósito que tinha em
mente, ao vir ali. Como um gavião ele avançou para cima de Gina.
- Draco, Não!

- Ora, e porque?
Não quer que saia caçando o bicho hoje não é? Não disse que vai ter que esperar
a época do natal, quando o futuro Potinho vai nascer?!
- É... Eu vou ter
que esperar... E você também! – ela olhou para ele e uma idéia maravilhosa lhe
ocorreu. Afinal nada melhor, que mexer com os interesses dele. – Hermione
explicou que temos que tomar cuidado, Carol e eu, porque se eu machucar o dedo,
é o corpo de Carol que vai ficar machucado.
- E daí? – ele
perguntou avançando – não é o seu corpo mesmo.
- Seu estúpido!
Daí, que se eu me machucar a verdadeira carol sentirá as dores que o corpo
sentir – Gina sem remorsos mentia para ele – ou seja, que se nós fizermos o que
está pensando...
- A verdadeira
Carol Blair vai sentir também? – ele recuou assustado.
- Exatamente!
Draco, eu me orgulho da sua inteligência! – exclamou Gina, mas estava, mesmo,
era orgulhosa de sua própria inteligência.
O que Hermione
havia recomendado, era cuidado, porque as ações sofridas no corpo não seriam
trocadas. Por isso, se Gina machucasse do dedão, era Carol quem iria ver a
cicatriz pelo resto da vida.
Mas como Draco não
é nem um pouco altruísta, Gina não vira problema em acrescentar uma pequena
mentirinha à recomendação de Hermione.
- E isso significa
– Draco perguntou amuado – que não vou poder sar nem uns beijinhos na minha
namorada?
Gina olhou para ele
espantada.


- E desde quando
somos namorados?
 
 
 - E como vocês
descobriram isso? – o homem estava cinza pálido, mas seus olhos faiscavam
perigosamente.
- Algumas
deduções, outras investigações... – Vanessa sorriu cruelmente – está pronto para
falar agora?
O homem olhou
para o advogado, mas esse simplesmente anuiu. Afinal, ele tinha mesmo algumas
explicações. E Vanessa agia dentro da lei.
- É... eu sabia
quem era meu pai adotivo. Eu vi uma das copias da adoção quando tinha quinze
anos de idade. – ele virou a cara para a parede – foi nesse momento que descobri
a vida que poderia ter tido e não tive.
- E que vida?

- De riqueza! De
luxo! De não acordar as três da manhã para pescar quilos e quilos de peixes
fedorentos – ele de vez em quando, espiava Vanessa pelo canto dos olhos – Uma
vida muito mais rica do que já havia sonhado.
- E o que fez
quando descobriu isso?
- Eu... Eu...
Bem... Eu brigava muito com meu pai. Achava que ele era o culpado pela vida
horrível que eu tinha. Eu queria ter as mesmas coisas que Malfoy tinha.

- E por isso...
Quando teve chance... Encontrou alguém que matou seu pai e a nova família dele?
– ela perguntou friamente.
- NÃO! ISSO NÃO
É VERDADE!
- Não? Então me
conte a verdade! – Vanessa chegou tanto para frente que parecia se debruçar em
cima do homem.
- A verdade é
que....
 

Uma mão feminina
apontou-se para frente e apertou um botão. A imagem e o som da tv se desligaram.

- A partir desse
ponto é tudo um amontoado de bobagens... Eu olhei essa fita ontem milhões de
vezes – resumiu Vanessa – o que você acha Hermione?
Hermione escondeu
um bocejo com as mãos e se virou para a chefe.
- Que é uma hora
muito cedo de domingo, para você me tirar da cama. – resmungou – mas acho que
está certa. A partir desse ponto é só mentira o que ele disse.
- Alguma sugestão
brilhante? Por que eu estou zerada!
- Ahhh... Eu tenho
– disse Hermione com os olhos brilhantes – vamos tomar café da manhã. Completo!

- Você só pensa em
comida é? – zombou Vanessa.
- Não... Mas meu
bebê sim... Ele é vidrado nisso!
- E ainda vai por a
culpa no coitado? – Vanessa se fingiu horrorizada e trancou a porta de seu
escritório – você é mesmo muito cruel Hermione. E seu castigo, será ficar gorda
para sempre.
Quem visse daria a
Vanessa um papel de atriz de novela mexicana. Mas Hermione só riu muito.

- Não vou ficar
gorda nada! Já ouviu falar de Personal trainer??


Pela cara que
recebeu, Hermione achou melhor se concentrar no café da manha que lhe
aguardava.
 
Sentado no velho
sofá verde da sala, Rony olhava para o jardim apaticamente. Sentia uma saudade
tão grande de Carol que o peito chegava a lhe doer.
Era uma sensação
estranha, porque sentia que ainda tinham muitas coisas para acertar... Porque
ainda havia muitas explicações de que Carol havia fugido. E também, o pai dela,
o primeiro-ministro trouxa, jamais deixaria ela namorar um bruxo: e um bruxo
pobre!
- Ao que parece,
Jorge, alguém está sofrendo do coração – zombou Fred na porta da sala – “ai...
Carol... por favor, eu te amo...”
- Abaixa Fred! –
Gritou Jorge ao mesmo tempo em que uma grande almofada estampada de roxo passou
voando na direção dos gêmeos.
- E também estamos
nervosinhos, Fred. – dessa vez Jorge atacou – então é possível que não iremos
querer saber das noticias de uma certa bruxinha, uma que saiu no The Sun...
Ao mesmo tempo em
que falava, Jorge ia abrindo um jornal daquele domingo, que tinha uma grande
foto de um casal na primeira capa. Como um raio, Rony pegou o jornal.

 
 
MARCADA A DATA DO
CASAMENTO

 
Por: Anelicy Valverde

 
Marcada, ontem
em uma grande festa na Casa Real de Campo da Rainha Elisabeth II, o casamento de
William Arthur Philip Louis
Windsor e Anne Carolina Blair (filha do primeiro-ministro).
A comemoração dá
inicio aos festejos de noivado do casal. Todo o povo da Inglaterra pode esperar
grandes festejos e por um longo tempo, já que o casamento só se dará depois da
formatura da srta. Blair, no ano que vem.
Claro, que as
pessoas esperavam o nome da escola onde Carolina estuda, mas o ministro apenas
declarou “era da ultima vontade de minha mulher, que os estudos de nossa filha
fossem preservados!”
E como são! Em
mais de seis anos, ninguém nunca ouviu nada sobre essa misteriosa escola suíça.

Mas, nós da
redação do The
Sun desejamos aos pombinhos, um feliz casamento!

Se alguém houvesse lhe
contado aquilo, Rony teria rido na cara da pessoa. Simplesmente não podia
acreditar!
- Então, mano, o
que vai fazer? – perguntou Fred com a expressão mais seria que conseguiu. Rony
estava hilário de tão catatônico.
- Nada – ele
pigarreou – Nada, não é? – a voz saiu mais forte.
- Como nada? – foi
a vez de Jorge – vá tirar essa historia a limpo, cara!
- Ela está em
Hogwarts, esqueceram! – Rony elevou a voz meio alterada.
- Rá! – zombou os
dois juntos. Mas só Fred continuou – depois de anos com o Mapa do Maroto, você
ainda não memorizou sair e entrar do castelo? Pelo amor de Merlin, Rony!

Rony se espichou (o
que no caso dele é uma altura considerável) e ficou olhando para os irmãos.
Depois com um gesto decidido, segurou firme o jornal e desaparatou dali.

- Acha que fizemos
bem?
- Não – negou Jorge
com absoluta certeza – ele acabou de amassar uma semana de pesquisa e a nossa
mais genial invenção! Se não fosse para o bem dele, eu o esganaria!
- Jorge, você é
mesmo maquiavélico – Fred zombou enquanto subia a escada.
- Eu? E quem teve a
idéia de falsificar um jornal? E de fazer isso para “acordar o Roniquito, que
está triste há uma semana”?
- Qual o seu
problema? Andou tomando poção da verdade é?
- Rá... Rá... Rá...
– riu Jorge aparatando no quarto e fechando a porta.


- Como se isso me
impedisse!
 
O domingo estava
até quente, pelo menos para aquela época do ano. Por isso, Gina, Carol e Luna
estavam estudando juntas em um ponto mais afastado do jardim.
Gina e Carol, que
tinham escolhido algumas matérias diferentes, faziam o dever, uma da outra. E
Gina, estava aproveitando o isolamento para contar de Malfoy.
- E você acha que
ele pode concordar Gina? – perguntou Luna, embora estivesse concentrada em fazer
uma carta estelar.
- Bem... depois
dessa pequena mentira que eu inventei... eu acho que sim – ela corou um pouco –
ele é bem egoísta, e se eu não mexesse com o interesse dele... bom... vocês
sabem.
- É... nós
ficaríamos trocadas para sempre. Ou então teríamos que contar para nossas
famílias o que fizemos.
- Eu ainda não
decidi o que seria pior! – zombou Gina, fingindo concentração.
Elas ficaram em
silencio depois disso. Cada uma perdida em seus próprios deveres. Até que Luna,
do nada, levantou bruscamente a cabeça.
E como movimentos
assim, não eram comuns na amiga, as outras duas a olharam preocupada.

- Oh-Oh! – foi o
que deu tempo de dizer.
Porque, naquele
momento, elas viram a figura de Rony surgir.
- Então Anne
Carolina Blair – ele disse com escárnio, depois que tirou o feitiço desilusório
de si mesmo – O que tem a me dizer sobre isso?
E jogou o jornal,
todo amassado no colo de Carol, e cruzou os braços à espera de uma explicação.

- Rony... que? –
disse Carol atordoada.
- Fique fora disso
Gina! – ele rosnou – isso é particular.
Se ele esperava que
com isso, as duas deixassem a amiga ali, fracassou redondamente.
À medida que Carol
ia lendo, mais seu queixo ia caindo. Não tinha a mínima idéia do que fazer. E
entendia o motivo do irmão está tão zangado. “Isso é impossível de ter
acontecido. Carol, não podia ser noiva de ninguém!”
- Escute Rony –
começou bem calmamente – acho que isso é uma mentira deslavada, quero dizer...
Eu, com certeza, não estava lá!
De uma maneira
instintiva, Gina, sentiu que havia piorado a situação.
- Me deixe ver isso
– pediu Carol apressada e Luna chegou para frente, afim de ler também.

- Não estava lá? É?
E alguém perdeu tempo de lançar uma noticia que facilmente foi desmentida? Pelo
amor de Blair! Se não gostava de mim, era só ter dito.
- Escute Rony...
não é bem assim. Eu amo você – disse Gina e rapidamente olhou para a amiga, como
se em busca de confirmação – e não sei porque ou como, mas isso é falso!

- Rá! Falso – ele
mudou o peso da perna – falsa é você, que andou me enganando todo esse tempo. Eu
sabia que não devia ter voltado para você naquela noite.
- Noite? Que
noite!?
- Ta vendo? Você
nem ao menos se lembra do que houve. Foi ridículo, naquela boate. Eu devia ter
discutido, não te perdoado.
Gina continuou no
escuro, mas Carol sabia do que Rony estava falando, e lentamente começou a se
lembrar.
 
MINI FLASH
BACK, POR FAVOR:
 

- Vamos Rony, me perdoe vai - Carol disse no ouvindo dele, enquanto dançavam
Can’t Take My Eyes of You.

- Eu... eu... espere... - ele ainda tentou resistir, mas ficava humanamente
impossível. Carol grudou os lábios nos dele. E isso era o paraíso.

- Te perdôo claro. - disse por fim. Mas afinal ele queria aquilo mesmo.


 

FIM DO MINI – FLASH BACK.

 

-  Acho que você anda muito irritado Rony – começou Carol tentando tranqüilizar
– o que devíamos fazer...
-
FIQUE FORA DISSO GINA!!!! – berrou Rony descontrolado - Já disse, que isso é
entre nós!

Gina ficou olhando para o irmão, e jamais pensou que um dia pudesse vê-lo tão
descontrolado. Dava até um pouco de medo.
-
Acho que já sei o que fazer – disse Gina olhando firmemente para a amiga. – está
na hora de lhe contar a verdade.
-
Rá... e sai alguma coisa verdadeira de dentro de sua boca? – escarneceu Rony.

-
Qual... qual verdade, Gi-Carol? – Carol não entendia os olhares que a amiga lhe
enviava.
-
Da qual falávamos mais cedo – disse Gina, tentando fazer a amiga entender que
tinham de contar toda a trapalhada para Rony.
-
Porque não se senta Rony? – perguntou Luna de repente – acho que vai precisar.


Ele olhou para a menina e sem entender o porque se sentou. Embora sua vontade
ainda fosse ficar em pé e gritar muito. Gina também se sentou e somente Carol
ficou em pé.
-
Bom... Irmãozinho... – começou Carol, mas parou. Ainda olhou mais uma vez para
Gina e essa confirmou discretamente com a cabeça. – eu... Bem... Quero dizer...
Carol não podia estar assumindo um compromisso de noivado ontem... Bem... Porque
ela estava comigo!
-
O QUE? – gritaram Rony e Gina ao mesmo tempo. Não era isso o que Gina tinha na
mente. – Pode provar isso Gina?
-
Bem sim... Porque tinha mais uma pessoa conosco. Bem... Nós estamos fora do
castelo... E nos encontrávamos com essa pessoa.

“ahhh... pronto! Estamos salvas – pensou Gina – ela vai dizer
Hermione!”
-
E quem era essa pessoa? – pelo tom de voz, via-se que Rony não estava
acreditando.
-
Humm... não quero que grite Rony... mas, bem... – ela olhou para Gina fixamente
– bem... era o meu namorado!
-
O seu o que? – Rony levantou em um pulo. E Gina também. – E quem é ele Gina?
-
Draco Malfoy
-
Gina não! – gritou Gina... Mas já era tarde demais. As palavras já haviam
escapulido da boca de Carol.


- MAS COMO É QUE É?
 

Duas semanas haviam se passado, desde a fatídica tarde de domingo e Gina não
sabia o que esperar. Primeiro, porque sua família simplesmente não dizia nada, e
nem mesmo respondiam à suas cartas. E segundo, que Draco, lhe escrevera
despreocupadamente, que quando o susto passasse, os Weasley encarariam tudo
normalmente: Coisa da qual ela duvidava!

Ainda havia as cartas de Hermione, que sempre tinham um tom histérico demais
para Gina, ameaçando catástrofes inimagináveis.

Por isso, quando em uma plena sábado, Gina viu McGonagal chegar perto de Carol,
sentiu seus cabelos da nuca eriçarem!
-
Weasley! – chamou McGonagal rispidamente – o diretor que vê-la em sua sala,
agora.

Carol e Gina trocaram olhares apertados. Haviam combinado que Gina enfrentaria a
sua família, pois ela conhecia melhor que ninguém as feras Weasley.
-
Cla-Claro professora – disse Carol em uma cara contrita – nos daria ao menos
cinco minutos? Queria despedir de minhas amigas, eu... eu acho que já sei do que
se trata.
-
Vou estar esperando lá fora – disse McGonagal contrita.
-
E como vamos fazer agora? – murmurou Carol apavorada.
-
O jeito é eu me transformar e você desaparecer com Luna – Gina olhou para as
amigas – e podemos ns encontrar depois naquele cantinho perto da Torre da
Grifinória.
-
Então vamos rápido, temos pouco tempo – ressaltou Luna ao olhar para a porta.


As três juntaram suas coisas e foram para o canto mais afastado da Biblioteca.


Luna fez um feitiço desilusório nas três, pois era muito boa nisso. E Gina
começou a murmurar o mesmo feitiço que a transformou em Carol. Para ela ainda
era fácil, pois por ter escolhido se transfigurar podia voltar a hora que
quisesse.

Depois de pronto o feitiço, Luna retirou o feitiço desilusório. Mas ainda havia
um problema:


- Mas que meleca! As roupas!
 
-
Olá! – chamou uma voz na cozinha – tem alguém em casa?

Um silêncio respondeu, mas Harry sabia que, no mínimo, Hermione estava em casa.
O carro estava parado no jardim.
-
Hermione? – gritou chegando no pé da escada.

Uma porta se abriu e uma carinha pequena e avermelhada o olhou por lá. Hermione
estava com cara de alguém que chorava há dias.
-
Mione! – ele subiu correndo os lances da escada – o que houve?

Ao chegar no quarto que ela ocupava, viu que Hermione estava sentada na cama,
chorando feito um bebe. Aturdido, ele chegou mais perto e perguntou baixinho:

-
Mione, o que foi que houve?

Uma enxurrada de palavras desconexas, entremeadas por longos espasmos de soluço.
Confundindo ainda mais as coisas para Harry.
-
Hermione! Pare de chorar e me diga o que está acontecendo.

Ela olhou para ele e só chorou ainda mais. Harry desistiu de entender e deixou
Mione chorar à vontade. Embora lagrimas o deixasse bastante nervoso. Quando ela
finalmente se acalmou, Harry não pressionou: Hermione iria lhe contar.
-
Ahhh... Harry. É que Gina se meteu em uma grande encrenca dessa vez. – ela
suspirou e se aconchegou dentro dos braços dele – e agora estou com medo do que
possa lhe acontecer.
-
Está falando do namoro com Malfoy não é? Rony me contou tudo. Tinha que ver como
estava espumando de ódio. Os Weasley foram todos à Hogwarts?
-
Foram sim... eu não quis ir. Achei que era uma coisa mais de família, e em todo
caso, Alvo vai estar lá. Mas eu tenho medo por Gina. O Sr. Weasley parecia muito
nervoso.
-
É eu imagino. Mas Hermione, desde quando chama Dumbledore pelo primeiro nome?


Ela abraçou-se mais dele. Os músculos de Harry haviam se desenvolvido nos
últimos meses, e era reconfortante ficar assim.
-
Bem... quando nós estávamos... bem... brigados. Eu ia conversar com ele quase
todas as noites. Nós jogávamos damas e ele me mostrou que nem tudo estava
perdido. Num, momento, ele me autorizou a usar o nome de batismo.

Harry, então registrou uma coisa que havia esquecido: Era com o diretor que
Hermione ia falar em todas aquelas noites!
-
Eu me lembro! – ele riu sem graça – e me lembro também de como morri de ciúmes,
achando que você tinha outro e já tinha me esquecido.

Hermione riu também.

Os dois ficaram um pouco em silencio. Só se abraçando, quando Harry se lembrou
do que viera fazer ali
-
Hey... o que você acha de dar uma volta comigo. Tem uma coisa que eu adoraria
lhe mostrar.
-
E o que é? – ela perguntou se levantando com dificuldade, por causa da barriga.

-
Uma surpresa! – ele disse, com os olhos verdes brilhantes.
-
ok... Mas já aviso que não podemos demorar. Eu quero saber o que houve com Gina!


Estavam saindo de casa, quando Hermione parou e pegou na mão de Harry.
-
Harry?
-
Sim?
-
Obrigado por não me fazer sentir uma idiota – ela apontou para o quarto.

Ele sorriu e passou os dedos pelos olhos dela. Como se quisesse apagar as
lagrimas e os sofrimentos.
-
Não se preocupe – ele riu para desanuviar o ambiente – sei que grávidas, são
seres chorões e esquisitos!


- Desnaturado! – mas ela riu e os dois seguiram para o Fusion de
Hermione.
 
-
Me desculpe a demora professora – disse Gina em uma expressão compungida. –
estava despedindo das minhas amigas.

Quem a olhasse, iria pensar que ela estava indo para o cadafalso e não conversar
com os pais. O que poucas pessoas sabiam, é que Gina realmente preferia estar
indo para forca, ao invés de ter aquela conversa.
-
Caramelo Incha-Lingua. – Disse McGonagal em frente a gárgula de pedra.

Se Gina não tivesse tão nervosa, teria rido da senha de Dumbledore. Ele
simplesmente adorava os inventos doces de seus irmãos.

Mais nervosa do que se julgara possível, Gina alisou o uniforme Grifinório com a
ponta dos dedos. Pelo menos estava usando seu velho e confortável uniforme. E
não aquela coisa apertada de Carol.
-
Ah! Seja bem vinda Srta. Weasley – desejou Dumbledore por detrás de sua mesa –
acho que sabe, que seus pais estão aqui para conversar com a Srta.?
-
Eu... se-sei... sim. – Gina tossiu para se acalmar. Iria enfrentar tudo de
frente – E onde eles estão? – ela olhou para os lados, como se esperasse toda a
família sair de algum buraco estranho.
-
Ali! – disse Dumbledore, apontando para uma porta perto da lareira.


Gina olhou para o diretor e depois para a porta. Ainda mais nervosa, alisou
o uniforme, suspendeu os ombros e deu um suspiro. Era chegada a hora!
 
-
O que queria me mostrar na sua casa Harry? – perguntou hermione estranhando,
quando desciam do carro na garagem do prédio.
-
Se eu contar, não será surpresa nenhuma. – ele disse. Parecia tão animado quanto
uma criança na véspera de natal. – Agora, vamos. Pra frente. Quero tapar seus
olhos.

Hermione rolou os olhos, mas fez o que ele mandou. Deviam estar ridículos,
andando bem devagar e ele tapando seus olhos.
-
Nem mesmo no elevador você vai me deixar ver? – perguntou Hermione, de um jeito
que revelava, que ela ainda era uma adolescente.
-
Claro que não! – sussurrou Harry no ouvido dela, provocando arrepios -   deixe
de ser apresada.
O
sexto sentido, muito aguçado de Hermione, lhe pediu que simplesmente desfrutasse
da surpresa. Que não se esquentasse com detalhes.

Mas esse era um pedido fácil de se atender. Principalmente com Harry espalhando
beijos por toda a nuca e orelha...
-
Harry – ela pediu sorrindo – pare com isso... Não quer sofrer o ataque de uma
grávida, né?

Ele riu, meio debochado e sussurrou novamente, só para provocar:


- Não sabe o quanto eu gostaria.
 
-
Olá papai... mamãe... – cumprimentou Gina, depois de um longo tempo de
desconfortável silencio.
O
Sr. Weasley olhou para ela, com os olhos inconsoláveis. Como se o chão estivesse
no teto, e o teto no chão.

Fred, Jorge e Rony estavam bufando e fazendo caras ameaçadoras em um dos cantos
da sala quadrada. Seu pai e sua mãe estavam sentados no sofá enfrente ao dela,
mas poderiam estar no meio do oceano Indico, de tão distantes.

Somente, Gui, estava sentado ao seu lado. Como se pudesse, com isso, lhe passar
o apoio de que precisava.

Quando o silencio já parecia insuportável outra vez, o Sr. Weasley finalmente
resolveu falar:
-
Mas porque, Gina? – ele parecia cansado. Como se tivesse pensado tanto, que não
houvesse mais lugar para brigas.
-
nós não queríamos... Quero dizer... Não foi programado... Ele... Eu... Bem...
Nós não tínhamos intenção de nos apaixonar! – Gina havia esperado briga, mas
essa decepção conformista dos pais estava acabando com ela.
-
Apaixonados! – zombou Rony – você e aquele nojento do Malfoy apaixonados. Rá!
Essa é muito boa!
-
Não comece Rony – disse Gina de um modo bem incisivo – você não entende isso –
ela juntou o polegar e o indicador, até que sobrasse um minúsculo espaço – de
amor! Você é, como Hermione dizia, um grande legume insensível!

Ele bufou e foi chegando mais perto dos sofás.
-
Você não tem o mínimo direito de falar desse modo comigo, Virginia Weasley – ele
disse meio alterado – pelo menos eu não estou apaixonado por Malfoys!

Gina ia responder à altura do irmão, quando a Sra. Weasley se intrometeu:
-
Calem a boca, os dois! – ordenou ríspida – e você Rony, se contenha. Isso é
entre Gina e seus pais!

Gina quase aplaudiu a mãe, mas seu bom-senso impediu de fazer isso.
-
E quanto a você mocinha! – a Sra. Weasley voltou-se para ela – quero que nos
conte como essa... Essa... – ela ficou indecisa sobre que palavra escolher e
acabou optando por – essa palhaçada pode acontecer!


Gina achou prudente esconder o quanto ficou aborrecida com aquela palhaçada!

 
-
Calma, falta pouco agora – disse Harry enquanto murmurava “Alorromora” –
agora, eu vou desvendar seus olhos, mas só abra quando eu disser já! Concorda?

-
Tudo bem Harry – disse Hermione, já contagiada com o espírito dele.

Bem devagar ele retirou a mão da frente dos olhos dela e se afastou um pouco do
corpo de Hermione.
-
Certo. Pode olhar agora.

Hermione abriu os olhos e teve que piscar um pouco, para se acostumar com a
claridade. Mas o que viu a deixou sem fôlego de tão chocada.

Um horrível apartamento, no mesmo modelo de Sirius e Lupin, todo pintado de
verde-kiwi e laranja-abobora.
-
Por merlin Harry! – Hermione até sufocou um gritinho de espanto – O que seria
isso?

Ele sorriu para ela. Como se entende o que ela estava sentindo.
-
Não está bom... mas depois de umas tintas, com o nosso gosto, acho que ficaria
perfeito.

Ela olhou para ele.
-
Perfeito para que?

Harry chegou o mais perto que a barriga enorme de Hermione permitia, deu uma
tossida e olhando no fundo dos olhos dela, tentando passar todo o amor que
queria, perguntou baixinho:


- Quer se casar comigo, meu amor?
 
A
confusão havia tomado conta da pequena sala de Dumbledore. Todos os Weasley
falavam irados e ao mesmo tempo. Isso tudo porque Gina dissera que amava Draco
mais do que a si própria. Porque ela abrira seu coração.

Até mesmo Gui, que embora não falasse nada, estava com uma cara estranha para
ela. Como se não conhecesse a irmã que tinha.
-
CHEGA!!! – gritou Gina desesperada. – EU SEI QUE VOCÊS ODEIAM ESSA HISTORIA, MAS
EU NÃO VOU DESISTIR DO DRACO!

 Ela acabou gritando, e por conseqüência, ganhou gritos de reposta.
-
VAI COISA NENHUMA! – disse o Sr. Weasley raivoso – QUERO ESTAR MORTO, ANTES DE
VER UM MALFOY COM A MINHA MENINA!

Como Gina jamais vira o pai gritar daquele modo, ficou calada. Ele parecia estar
fora de controle.
-
NÃO QUERO SABER SE AMA ESSE CRETINO OU NÃO VIRGINIA WEASLEY, MAS ESSE NAMORO É
COMPLETAMENTE ABSURDO.
-
Ora, mas porque Sr. Weasley? – disse uma voz arrastada, perto da porta.


Gina quase deslocou o pescoço para olhar, e ainda não podia acreditar. Era
Draco quem estava ali. E disposto a enfrentar sua família!
 
-
Ahhh Harry – disse Hermione feliz – você tem certeza disso?
-
Como jamais tive outra certeza em minha vida Hermione. Eu amo você, e amo também
o nosso filho. E quero fazer parte da vida de vocês!

Ela sabia que era verdade. Podia ler isso nos olhos verdes dele.
-
Eu aceito Harry – ela sorriu – eu também amo você.

Exultante, Harry abraçou e a beijou. Era um beijo diferente de todos os outros
que eles já haviam tido. Era paixão misturada com saudade, voracidade misturada
com ternura, carinho misturado com desejo: era amor.

Mas não era o mesmo amor de antes. Este, agora estava amadurecido, sólido e
voraz. Como eles jamais haviam sido.
-
Venha comigo... – disse Harry, arquejando, enquanto tentava buscar um pouco de
ar.

Hermione olhou dentro dos olhos deles e com carinho tirou os óculos, fazendo seu
rosto praticamente colar no de Harry.
-
Até o fim, Harry... Até o fim.

Ele sorriu e juntando toda a sua força, pegou-a no colo. Hermione soltou um
gritinho, entre extasiado e apavorado.


- Ainda tenho mais, futura Sra. Potter. – eles riram e Harry a carregou para
o quarto que seria deles no futuro.
 

Se Gina, por um segundo delirante, pensou que a chegada de Draco ajudaria em
alguma coisa, provou para si mesmo que era péssima em prever o futuro.

Com a chegada do ex-sonserino, o ambiente que já estava tenso, simplesmente
explodiu!

Fred, Jorge e Rony avançaram para bater nele, e se Gui não tivesse impedido com
belíssimas azarações do corpo-preso, Draco estaria em pedacinhos.
E
seus pais, que até então estavam parcialmente descontrolados, ficaram em fúria
total. Os dois começaram a berrar e enfurecer-se com a cara de deboche de Draco.
Que prontamente foi destruída, quando os pais do garoto foram metidos na
conversa.

Desse momento em diante, Draco perdeu a linha e gritara tanto ou mais que os
patriarcas da família Weasley. E então, Gina viu a pequena luzinha que se
acendera na escuridão murchar na mesma velocidade que os gritos aumentavam.
-
... UM CAFAJESTE DE SUA MARCA, UM ESNOBE SANGUE-PODRE...
-
SOMOS UMA LINHAGEM DE NOBRES! E OS WEASLEY SEMPRE SE RESSENTIRAM DISSO...
-
VOCÊ SEDUZIU NOSSA GINA! ESTÁ OBRIGANDO A POBRE A FAZER COISAS QUE NÃO QUER!
E
as coisas continuavam em um ritmo que iria acabar dando em duelo, Gina previu
desalentada. Perdera a conta de quanto tentara acabar com aquilo, mas nenhum dos
lados sequer a ouvia.

BAM! BUM! CATAPUM! BAM! BUM! CATAPUM!

 Na mesma hora houve um silencio grande na sala. Porque parado na porta, estava
Dumbledore, apontando a varinha para o teto e pela expressão de seu rosto, ele
não estava gostando da gritaria em seu escritório!


- Agora chega! – ele disse em um tom de voz normal. Nenhuma oitava mais
alta.
 
-
Tem certeza de que podemos Hermione? – Harry perguntou com receio. Mesmo estando
em posições perfeitas, ele pararia  na mesma hora, se ela pedisse.
-
está tudo bem. A medica disse que se tivéssemos cuidado não poderia acontecer
nada de ruim.

Ele sorriu aliviado e a beijou de novo. Parecia que nunca cansaria do gosto
dela, do cheiro da textura da pele. Ficar sem Hermione foi uma tortura horrível
para si.

Hermione retribuiu o beijo com igual ardor. Seus lábios se abriram para receber
os deles, os braços enlaçaram seu pescoço e com muito jeito eles ficaram de lado
no colchão macio que Harry havia providenciado.

Como asas de borboletas as mãos de Harry passearam pelo corpo de Hermione, indo
pousar no ventre protuberante. Com infinita paciência ele tirou a camisa simples
que ela usava, somente para ter o prazer de tocar a pele distendida, para
acariciar as duas coisas que haviam se tornado, no mundo, mais importante para
ele.

Largando a boca sôfrega por algum tempo, Harry passou a dispensar pequenos
beijos por todo o pescoço de Hermione. As mãos, ainda no ventre, passeavam
levemente, fazendo sensações que Hermione jurava ter esquecido se reacender
dentro dela.

Quando ele tocou um dos fartos seios, ainda aprisionados pelos sutien, os dois
soltaram gemidos de prazer. Era incrível às muitas mudanças que a gravidez
operara em Hermione. A sensibilidade dela jamais havia sido tão aflorada quanto
naquele momento. Era como se tudo que estavam fazendo fossem multiplicado por
mil.

Ele tirou a delicada peça de seda, e pode sentir os mamilos de Hermione na palma
de sua mão. Estavam mais cheios, redondos e pesados, mas, ainda sim,
simplesmente magüinificos.

Hermione jogou a cabeça para trás, em puro deleite de sensações e enfiou as mãos
nos cabelos rebeldes. Era maravilhoso ter novamente essa liberdade com ele.
Lentamente desceu as mãos dos cabelos, escorregando elas por todo o corpo dele.

O
bebê escolheu justamente aquele momento para se manifestar. Harry e Hermione se
olharam assustados.
-
Harry... talvez... Talvez essa não seja uma boa idéia.

Harry a olhou de uma forma pouco insegura, como se pensando bem no que estava
para dizer:
-
Existem outras maneiras.
-
Que maneiras?
-
Pode-se ter prazer, sem... bem... sem consumar o ato.
-
E qual a sua especialidade nesse assunto? – Hermione perguntou meio brincalhona,
mas um pergunta surgiu em sua mente. Quantas mulheres, Harry tivera depois que
haviam se separado?
-
Quase nula – disse ruborizando na base do pescoço – mas existem boas publicações
sobre o assunto.

Ao vê-lo tão constrangido Hermione acreditou. Afinal, ela era a experiência de
que aprender na teoria também era válido.
-
E que maneiras são essas? – ela perguntou sedutora no ouvido dele.

Ele sorriu e terminou de se despir. Assim, seminu, ele se ajoelhou aos pés de
Hermione e beijo os dedos de levinho.
E
a medida que ia despindo a calça, ele ia beijando cada vez mais, acariciando as
pernas torneadas, passando a língua na dobrinha do joelho.

Hermione não podia deixar de se sentir privilegiada. Ele estava abrindo mão de
seu prazer para pensar nela.

Os beijos e mãos foram se sucedendo, e ela tomou participação ativa na
brincadeira. Do mesmo modo que ele a tocava, ela retribuía. Como se fossem
sincronizados, pensavam juntos e sentiam juntos também.

Foi assim até Harry ousar mais e colar os lábios no sexo dela. Como louca
Hermione se arqueou para cima, simplesmente arrebatada por aquelas sensações
enlouquecedoras.

Com a língua Harry estimulava, explorava e mostrava um novo mundo para a mulher
que amava. Um mundo de cores, e sensações completamente novas.

No momento em que ele a explorava mais profundamente, agora com os dedos,
Hermione tencionou os músculos, olhou para ele e relaxou.

Milhões de estrelas coloridas e espirais de fogo passaram por seu corpo no
espaço de uns segundo, elevando seu espírito a um lugar completamente novo e ao
mesmo tempo conhecido.

Era uma sensação simplesmente avassaladora.


Eles haviam, finalmente, chegado em casa.
 
-
Agora – disse Dumbledore, enquanto calmamente se sentava em um sofá – eu quero
que todos respirem fundo, se sentem e tirem as azarações desses garotos.

Como macacos de circo bem treinados, todos na sala fizeram o ordenado. O tom de
voz de Dumbledore não deixava espaço para negativas.

As pessoas começaram a se acomodar, sendo que Gina e Draco sentaram diretamente
opostos ao resto dos Weasley.
-
Como nesse momento, estamos mais calmos e, se não tranqüilos, poderemos
conversar como pessoas civilizadas que somos.

Se fosse possível rir, os mais jovens teriam rido do Sr. e Sra. Weasley. Eles
estavam sentados, com expressões de colegiais pego em flagrantes.
-
Eu entendo que esse é um assunto de família – começou Dumbledore – e que eu não
tenho nada com isso... não, Molly, eu sei que não tenho nada com isso... mas
simplesmente não posso ver meus amigos e sua filha se magoando desse jeito. Mas,
vocês podem, me dizer o que provocou tamanha ira em todos?
-
Gina diz estar apaixonada por esse... esse... – Arthur parecia tentar encontrar
uma palavra, mas como todas deviam ser por demais ofensivas, ficou com - ...
Moleque!

Gina e Draco abriram à boca, ao mesmo tempo, para retrucar, mas Dumbledore,
ainda serenamente impediu.
-
Proponho duas coisas – disse ele, enquanto cruzava as pontas dos dedos, embaixo
do queixo. – a primeira, que vocês me escutem em silencio (varias cabeças
acenaram afirmativamente). E a segunda, que haja um desafio!
-
De que tipo? – Draco perguntou, antes que pudesse se conter. Todos olharam feio
para ele.
-
Como esse impasse só gerará magoas e feridas, na família de vocês, eu proponho
ao Sr. e Sra. Weasley que dêem uma chance ao Sr. Malfoy.
O
choque foi tamanho, que ninguém falou nada. Ficou um silencio estranho na sala.
E talvez, se aquele não fosse Dumbledore, a coisa tivesse descambado para uma
verdadeira briga!
-
Mas antes que essa chance seja concedida aos dois jovens, acho justo que o Sr.
Malfoy prove a imensidão de seus sentimentos. Já que a Srta. Weasley está, até
mesmo, disposta a brigar com a família por ele.

Mesmo que os irmãos não estivesse interessados, via-se que os pais de Gina
estavam, dispostos à ao menos, ouvir a proposta de Dumbledore.
-
Deveríamos dar um desafio complicado, para somente aquele que tiver o verdadeiro
amor no coração, conseguir cumprir.
-
Acho que seria sensato – disse o Sr. Weasley medindo as palavras – que você nos
desse um tempo para pensar. Porque ainda não estou certo de que quero Virginia
namorando ele!
-
Mas, mesmo que o Sr. Malfoy cumpra a tarefa, isso não quer dizer que vocês tem
que liberar o namoro. – ao ver a cara ofendida de Draco, Dumbledore correu a
explicar – o que vocês teriam que fazer é dar uma chance, ou seja, deixar
as coisas correrem naturalmente!

Os pais de Gina trocaram um longo olhar entre si, como se pudessem se comunicar
por ali.
-
E qual seria a tarefa, Dumbledore? – Draco finalmente perguntou.
-
Eu estou ajudando uma amiga a fazer uma poção importante, por isso pensei em
unir o útil ao agradável – Dumbledore olhou penetrantemente para Gina – Eu
preciso de sete pelos da cabeça de um Seminviso!


A Sra Weasley acenou afirmativamente com a cabeça. Sabia o quanto aquilo
seria difícil. E Gina, apenas engoliu em seco, sabia que Hermione havia
contado tudo para Dumbledore!
 

N/A1:  Finalmente em galera??? Consegui terminar mais esse!!!! Me mandem
reviews, coments, e emails do cap!!! Principalmente o pessoal do 3V!!!! deixa
lah na caixinha gente!!!  Eu gosto de saber a opinião de vcs!  Alguém me
perguntou qual era o carro da mione, então eu corri atrás da resposta e axei um
site que tem figurinha dele :D hehehehe
 http://www2.uol.com.br/bestcars/prep-inter/155.htm
à
se acessarem o site vão ver que carro que eu pensei xD

N/A2:
Gostaram a NC/17???? Eu espero que sim... pk essas são as partes mais
complicadas para eu escrever... nessa gora eu usei o livro A Noviça DeBurgh para
me ajudar! E na D/G eu usei o Anel de Noivado... mas foi mera inspiração... sabe
que nessas horas nunca eh de menos neh galera???

N/A3:
Agradecimentos para :

 Tamie
Honda: Olha eu sempre disse isso! A fic só akba quando chega ao fim
:D eu posso demorar e talz, mas não deixaria ela incompleta naum viu? E ainda
bem que todo mundo é uma metamorfose ambulante neh? Seria péssimo se nunca
mudássemos nossa opinião xD

KatieRadcliffe: Garota! Eu sou brasileira e não desisto nunca!!!
Hehehehehe :D

Srta.
Granger Potter: Isso ai girl!!! Vamos fazer propaganda!!!! Eu tb, tanto enchi a
minha irmã até que ela viciou em HP e depois fic... hauahuahauah

Heath: morrer???
Tah louco??? Essa coisa de morte é muito cansativa, vamo deixar
isso pra amanha neh?
Hauahauhauahuha
beijos querido!


Lilian Black:  Sabe que eu soh moh
furona neh??? Eu agora em 2005 prometi não prometer mais nada !!! hauahauhau...
eu nunca cumpro!!! E ainda bem que vc gosta o bastante da minha fic, pra
escrever uma enorme N/A!!! eu fico mais que feliz!!!! ;)


Maira Grangerr

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.