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5. Hermione e Hogwarts


Fic: Flora Riddle 2


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os dias passam e a família Ferreira já estava completamente adaptada a nova rotina. Flora descobrira que para Yan continuar estudando precisava fazer uma pequena viagem de uma hora de carro diariamente até a cidadezinha trouxa mais próxima, pois em Hogsmeade não haviam crianças suficientes para que montassem uma escola. Flora e Yan cedo descobriram onde moravam as outras crianças e combinou com as outras mães um esquema de caronas para que não tivessem que ir e vir duas vezes por dia para a outra cidade, que era pobre de atrativos.


Com o convite de Flora, Hermione sentiu-se mais à vontade para encontrá-la na semana seguinte. Flora estava em seu dia de folga de “mãetorista”, quando Hermione bate a sua porta.


- Olá, Flora. Posso entrar?


- Hermione! Você veio, que surpresa boa! Entre.


- Acabo de chegar. Você viu Hannah? A casa está fechada...


- Ah, sim. Ela saiu logo cedo, foi a uma consulta de pré-natal. Deve estar de volta para o almoço, hoje almoça com a gente. Você também fica?


- Se não for incomodar...


- Claro que não, por favor, sente-se.


Flora indica uma confortável cadeira de balanço próxima da janela, ao mesmo tempo em que precisa desviar de uma coruja das torres que invade a casa, deixando cair uma carta.


Flora pega a carta, lê e comunica a Hermione:


- É da McGonagall. Eu havia pedido a ela a permissão para ir à escola uma vez por semana, para pesquisar na biblioteca... Me sinto um tanto inútil, pois não estou acostumada a ficar o tempo todo em casa, também não me sinto confortável em saber que qualquer criança com mais de onze anos sabe mais sobre magia e nosso mundo que eu.


Tal comentário não soa bem aos ouvidos atentos de Hermione, ela imediatamente pisca os olhos e pensa que deve contar isso para Harry, tão logo fosse possível. E se oferece para acompanhá-la até a biblioteca, explicando que talvez conheça mais sobre os livros que estavam nas prateleiras do que a própria bibliotecária.


Felipe também aproveita e as acompanha, apesar de não ser muito dado à leitura, a biblioteca era um dos locais que não havia explorado na visita anterior e estava muito curioso.


Também havia o fato de que tanto Felipe quanto Flora nutriam uma esperança de encontrar os filhos e saber deles suas impressões sobre a escola. Sabiam que os filhos talvez não gostassem de encontrá-los lá, seriam discretos, tão discretos quanto pais corujas conseguem ser...


- Flora, não vá constranger os garotos com demonstrações exageradas de carinho...


- Olha quem fala!!! Felipe! Nós vamos constranger os garotos, só não faríamos se fôssemos invisíveis. Mas vou tentar disfarçar um pouco, para não chamar muita atenção.


- Será difícil não chamar atenção, os pais não costumam circular pela escola, salvo casos extremos. Também tenho vontade de encontrar com Rose e Hugo, mas os garotos, nesta idade, costumam não gostar muito de demonstrações de carinho em público... (Hermione ri).


- Como bons pais que somos, o nosso papel é também dar motivos para que eles possam reclamar, não é mesmo? (Flora ri abertamente, sabe que mesmo que só acenasse discretamente com a cabeça, Ricardo iria reclamar com os amigos – na mesma medida em que ficaria intimamente contente com o carinho da mãe).


Chegam à escola durante o período de aulas e os filhos estão todos em classe, o que Flora lamenta, queria mesmo encontrar algum, se preparou muito para isso.


A escola fascinava facilmente que entrasse lá. Flora tinha certeza que sempre sentiria aquele misto de fascínio e opressão, por olhar para as paredes gigantescas e antigas e imaginá-las totalmente impregnadas com magia e história. Comenta isso com Hermione, que imediatamente recomenda que ela leia, então, como primeiro livro:


- “Hogwarts, Uma História”. Foi meu livro de cabeceira nos meses que antecederam as aulas do primeiro ano, é realmente fascinante, emocionante! Nunca imaginaria que alguém, algum dia, sentiria esta escola como eu!


Flora sorri:


- Vou aceitar sua sugestão, acho que é uma ótima idéia começar pelas origens para compreender a atualidade. Fazemos isso muitas vezes na minha profissão, conhecer a história da pessoa para poder compreender o presente em que vamos trabalhar.


- Deve ser muito empolgante sua profissão... Não tive contato com psicólogos...


- Realmente, é a oportunidade de ver a vida sob mil óticas diferentes... Mas no momento estou me dando umas férias, o direito de conhecer a mim mesma, explorando a magia que antes era secundária na minha vida... Pois agora é a minha vida! Nossa! Que forte! Acho que me empolguei um pouco...


- Nada mais natural... É a sua vida, Flora. E não podemos esquecer que seu antepassado foi um dos fundadores desta escola. Se as paredes estão impregnadas de magia, isso ocorre desde os tempos de Slytherin. Concordo com a Sra. Weasley, você deve começar pela história.


A dona deste comentário estava em pé, às costas de Flora, que vira-se, surpresa:


- Profa. McGonagall, que prazer em revê-la. Não supunha que a senhora viesse nos encontrar, visto que é tão ocupada. Muito obrigada por permitir nossa entrada na escola.


Flora, Felipe e Hermione cumprimentam profa Minerva McGonagall. Flora empolga-se e a abraça, um gesto tão espontâneo e seu que a velha professora retribui carinhosamente.


- Não teria sentido eu privar vocês deste direito. Vim só recebê-los, deixo vocês na companhia agradável de Hermione, que foi uma das minhas mais brilhantes alunas.


Hermione agradece o elogio, corando. Vão até a biblioteca e passam algumas horas distraindo-se entre milhares de livros. Ao final do período, vão encontrar os filhos.


O encontro com os filhos é breve, porém intenso. Ao contrário do que imaginavam, os filhos os procuraram, Lia vem junto com sua nova amiga Lily Potter:


- Mãe, esta é a Lily, filha de Harry e Ginny Potter... Fomos selecionadas para a mesma casa, então não nos desgrudamos desde a estação do trem... Estamos nos divertindo tanto! Já o Ricardo só apronta, mãe. Já está cumprindo detenção em três matérias diferentes...


- Fica quieta, Lia!


- É verdade, mãe, o professor Longbotton disse que ele está desvirtuando o Scorpius, mas disse que isso era até bom, porque agora ele está fazendo mais amigos, o pessoal não tem coragem de zombar do nome dele na frente do Ricardo, que tem sempre uma piada pior para responder para quem tenta... Só estou sentindo falta de duas coisas: da internet pra falar com as amigas do Brasil e de vocês para dar beijo de boa noite...


- Nós também estamos sentindo falta de vocês, mas parece que está valendo a pena. E você, Ricardo, o que nos conta?


- Nada, a Lia já contou tudo... Bem... Mãe, pai, vou nessa.


- Espere um pouco, menino. (Fala Felipe em um tom de voz que o filho já reconhece como bronca, então vira-se para o pai fingindo inocência). Você quer mesmo ser expulso da escola antes do final primeiro ano? Não é por ser descendente de Slytherin que sua vaga é eternamente garantida, não. Não me decepcione.


O filho abaixa a cabeça e responde:


- Não vou te decepcionar, pai. Estou estudando pra valer, só não agüento cara folgado querendo tirar uma da minha cara... Se pensam que podem me passar pra trás só porque entrei atrasado na escola, estão enganados.


Neste momento Rose, filha de Hermione se aproxima:


- Você é mesmo herdeiro de Slytherin? Pensei que Scorpius estivesse inventando coisas pra impressionar... E o que tá fazendo na minha casa, então? Seu lugar deve ser nas masmorras...


- Rose! (Hermione a repreende, os olhos ainda mais fuzilantes que as palavras). Isso são modos?


- Mas mãe, ele me perturba tanto! Vou proibir o papai de vender kit de traquinagem pra ele...


- Eu não sei por que a Rose estuda tanto... Ela está brava só porque tomei conta do seu cantinho iluminado da biblioteca, diz que os outros não são tão bons pra estudar... E também acha que só porque está aqui há mais tempo pode escolher a melhor poltrona da sala comunal e tomar conta...


- Eu não acredito que estou ouvindo isso!!! (Falam Flora e Hermione juntas).


- Ricardo, eu lhe ensinei a ser gentil com as mulheres?


Pergunta Felipe, num tom de voz entre o riso e a repreensão. Flora emenda:


- Pois é, filho. Eu deixei de falar isso com você há uns seis anos: compartilhar, compartilhar... Se querem o mesmo espaço, compartilhe. Não é possível que numa escola tão grande o melhor lugar para se estudar seja do tamanho de um ovo. E tem mais, desde quando você faz questão de poltrona para sentar?


Então Flora tem um insight: talvez a questão fosse outra, mas mesmo assim, ameaça:


- Se continuar pegando detenções vou lhe mandar um berrador. Hannah me contou sobre eles e garanto, você não vai gostar de receber um com o salão principal repleto de colegas e professores...


- O mesmo serve para você, Rose. Não quero ter reclamações.


Ricardo abaixa a cabeça e responde:


- Tá bom, mãe. Vou me comportar.... Hei, Rose, o que é isso aqui na sua orelha?


Fala isso rindo, enquanto tira uma moeda de um nuque da orelha da amiga e sai correndo, Rose furiosa em seu encalço.


Lia e Lily se despedem enquanto os adultos não conseguem conter o riso. Felipe comenta:


- Aí tem...


As mulheres concordam, mas Flora observa, indicando Scorpius escorado na parede, observando insatisfeito:


- Porém parece que tem um primo que não está gostando nada disso...


Felipe comenta:


- Ok, melhor deixar este assunto para “as crianças” resolverem. Vamos embora, então. Antes que a Flora resolva que precisa voltar para biblioteca e pegue mais uma dúzia de livros...


Os três seguem pelo gramado que leva até os portões da entrada da escola onde encontram, aguardando por eles, um Sr Filch, completamente careca e curvado pela idade avançada:


- Pensei que não fossem mais sair da escola, estou esperando aqui há mais de meia hora.


- Nos desculpe. Atrasamos por pura empolgação de mãe. Não vai mais ocorrer. Muito gentil de sua parte ter nos esperado. Nos desculpe, mais uma vez.


Após saírem, Hermione explica:


- Ele acabou de chegar aqui na saída, mas depois de tantos anos cultivando o mau humor, chega a ser um vício reclamar. Já era assim nos meus tempos de escola.


- Eu percebi, mas acho que nesses casos é melhor não contrariar. Ele é um senhor de idade, merece respeito... E não fiz nada, senão me desculpar e você viu o quanto ele já se alegrou e voltou sorrindo? A vida pode melhorar muito, com pequenos gestos.


- Com certeza, pode. (Responde Hermione).


- Mas com quem eu acho que estou falando? Você não precisa ouvir nada disso, me desculpe. Hannah me contou sobre o movimento que fez em favor da libertação dos elfos. Achei fantástico. Precisamos conversar um dia sobre isso. Mas agora é melhor nos apressarmos, logo Yan chega da escola trouxa.


Se despedem e Hermione aparata ali mesmo, com um suave sorriso no rosto. Flora e Felipe seguem o caminho de volta para Hogsmeade à pé, mãos dadas. Flora suspirando a cada passo. Sentia-se muito feliz.

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