Numa noite de janeiro, mas nao qualquer noite e sim a mais bela; um ceu todo estrelado, com uma lua cor de caramelo brilhando imponente sobre uma linda mansao...A mansao dos Riddle, onde naquele exato momento , uma criança acabara que nascer.
Uma menina linda , com os olhinhos travessos e espertos da cor de um azul tao escuro que parecia um ceu noturno, seus cabelos pareciam serem feitos da propia escuridao e sua pele era tao branca que os lençois de algodao pareciam cinza...Mas havia um problema , ela nao chorava
- Esta morta? - perguntou a mae da criança, uma mulher de cabelos castanhos e compridos e olhos azuis
- Nao - respondeu outra , que era o antagonito da primeira; loira , olhos claros e pele branquissima
- Entao - disse a primeira - deixe-me segura-la - disse ela , estendendo os braços em direçao a outra
A loira foi ate o berço no canto do quarto e de la tirou a recem-nascida, voltando ate a cama e entregando o bebe a sua irma
- MOSTRO!!! - berrou ela , ao se afastar da cama
Houve um estalo e uma criatura pequena e enrrugada, de grande orelhas e vestindo apenas trapos. Apos avistar suas mestras o elfo fez uma profunda e respeitosa reverencia.
- Em que Monstro poderia servir - indagou a criatura
- Chame o lorde das trevas - falou a morena , tirando os olhos de sua filha e lançando um olhar autoritario ao elfo.
Dito isso , ouviusse outro estalo e no mesmo tempo em que Monstro sumia ,a porta se abriu e um homem de cabelos e olhos castanhos-avermelhados, sua pele branca como gelo, mas ainda sim tinha sua elegancia.
- Narcisa saia - disse o homem , para a loira
- Sim, milorde - falando isso, Narcisa se retirou do comodo
- Qual vai ser o nome da criança? - perguntou Voldemort, se aproximando da cama
- Elisabeth - disse Belatrix - veja ela esta acordando
- Otimo - disse ele.
Entao , ele puxou a varinha do interior das vestes e apontou ela para o propio peito , fazendo se desprender de si , como uma alma negra e colocando na menina
- O que esta fazendo, milorde - perguntou Belatrix, assustada
- Dando a ela a maior honra de todas, Belatrix - disse Voldemort, serenamente
Naquele mesmo ano , outra criança de suma importancia nasceu. Mas de modo contrario.
#######################1 ANO DEPOIS#########################
- Severo, conte a profecia - disse Voldemort
- Um criança gerada de pais que o confrontaram tres vezes e sobreviveram, voce o marcara como um igual - disse Snape
Voldemort parou por uns instantes , avalindo o semblante de Snape, como se perguntasse se devia ou nao confiar nele. Entao prosseguio.
- So isso, Severo? - perguntou ele
- Nao, tem mais -disse Severo
- Entao conte - disse Voldemort, encarando o homem a sua frente com seus olhos de cobra
- E-eu, nao sei o resto, milorde - disse Severo
Nesse exato momento, Belatrix entrou no comodo com Elisabeth no colo, em um vestido preto muito formal para uma criaça mas mesmo assim lindo.
- Pedro Pettigrew esta aqui ,milorde - disse ela - E gostaria de ve-lo.
- Mande o entrar - rosnou Voldemort
- Sim, milorde - disse a mulher.
Dito isso, Belatrix saiu do comodo e atravessando o jardim ate o portao de prata, com uma cobra intalhada
- Milorde deseja ve-lo - disse Belatrix , a um homem baixinho , avantajado e com cabelos rareando - Va logo, ele nao gosta de esperar por seres insignificantes como voce.
Assim, os dois andaram apressadamente pelo jardim de volta ao salao, sem trocar uma palavra.
- Belatrix, saia - disse Voldemort, assim que os dois botarao os pes no salao
- Sim, milorde - disse ela , se retirando
- Fale, Pettigrew, antes que eu me arrependa de nao ter te matado antes - disse Voldemort
- E-eu sei a localizaçao dos P-Potter, milorde - gaguejou Pettigrew
- E vai trai-los a troco de que? -perguntou o Lorde das Trevas
- Em troca de me tornar um Comensal da Morte - disse Pettigrew
Voldemort avaliou o sujeito com quem estava falando.Apos um momento de silencio ele disse
- Goderic Hollow's - choramingou Pettigrew
- Estique o braço - ordenou Volemort
Dito isso, ele foi ate a lareira e pegou um jarro cheio de metal derretido e derramou em sua mao, o metal estava vivo pois formou um braselete de metal fervente que exatamente no meio uma parte do metal afundou, tinha a forma definida. A forma de uma caveira com uma cobra saindo da boca. A Marca Negra.
Ouviusse gritos de dor, e quando o braselete foi tirado do antebraço de Pettigrew havia uma marca sem cor. Logo depois , Voldemort pegou outra jarra, mas dessa vez dentro desta havia piche fervente, que ele derramou algumas gotas ,que fez o contorno da marca
Houve mais gritos de dor , Pettigrew se curvou de dor, enquanto seu antebraço latejava. Levantou sua cabeça e perguntou.
- Ja esta feito, milorde? - perguntou ele , choramingando
- Sim - disse o Lorde, friamente -Agora saia
Falando isso , Pettigrew saiu do comodo, e assim que ele fechou a porta Voldemort berrou.
- Belatrix!!!
- Sim, milorde - respondeu a mulher
- Prepare nossa filha - disse ele - Ela tera um papel muito importante em nossas vidas
PROFETA DIARIO
O Menino que Sobreviveu
Noite passada, 18 de dezembro, as 00:00 Aquele-Que-Nao-Deve-Ser-Nomeado foi morto na residencia dos Potter , em Goderic Hollow's. Porem, Lilian e Tiago Potter forao assasinados , deixando para tras seu filho Harry Potter, O Menino que Sobreviveu, pois com apenas um ano de idade o menino e o unico sobrevivente da Maldiçao Avada Kedavra.
Guardem esse nome leitores ,Harry Potter, esse nome ficara para sempre na historia bruxa.
- IMPOSSIVEL!!!!!! - berrou Bela , atirando o jornal longe - Milorde nao esta morto, ele nao pode, nao e possivel . Nao , nao pode.NAO PODE!!!
- Ninguem sabe ao certo, Belatrix - disse Severo, em tom frio, ignorando o olhar paranoico e cheio de lagrimas da mulher que estava na sua frente - Agora, o nosso maior problema e criança, a proposito qual o nome?
- ELA NAO E UM PROBLEMA! - berrou Belatrix
- Nao, nao, nada disso ela pode ser a salvaao do nosso lorde - falou Severo, levantando as maos em gesto de desistencia - Mas voce nao pretende cria-la, nao quando voce e o novo alvo dos aurores.
Belatrix parou por um minutos e pensou. Isso nao havia passado por sua cabeça, como iria conseguir criar a menina sendo o mais novo petisco dos dementadores e dado seu mestre como morto?
- Eu...eu...eu nao pensei nisso - admitiu Bela, envergonhada
- Voce poderia deixar eu criar...Qual e o nome dela?
- Elisabeth , e eu nao vou deixar voce cria-la. EU VOU CRIA-LA!!!
E nesse exato momento a porta foi escancarada e dois aurores entraram na casa.
- Jogem as varinhas no chao - falou um deles - e nos deem a criança!
- NUNCA!!! -berrou Belatrix
Dito isso ela pegou a criança e aparatou, deixando Severo para tras. Ela seguiu ate a primeira rua trouxa que conseguiu se lembra onde havia uma bela mnsao e deixou Elisabeth no batente da porta. Tirou de suas vestes um pedaço de pergaminho e uma pena , e escreveu
'' Cuidem bem da minha preciosa Elisabeth, eu nao posso cria-la , seria muito perigoso''
- Eu nao posso te criar minha preciosa - disse Bela em meio aos soluços , antes de ir embora ela tirou um medalhao com uma cobra entalhada e deu a criaça .Logo depois ela saiu da porta e desaparatou para bem longe da rua ... dos Alfeneiros, numero seis.
Alguns minutos depois a porta se abriu, revelando uma mulher elegante , de cabelos escuros e lisos.
- James , querido, venha ver! - disse a mulher , para dentro da casa
- O que foi Mary? - perguntou James , um homem loiro ,magro e de olhos claros - Se for outro gato de rua...
- Nao , nao e. E uma criança
- Como assim?
- Nao e linda? - disse Mary , tirando Elisabeth do chao - Por que nao levamos ela para dentro?
- Tudo bem, veja , tem um bilhete - James pegou e leu em voz alta.
- Vamos adotala, entao? - disse Mary, apos a leitura
- OK, mas antes temos de avisar o Lucas - disse James a sua mulher
Nisso os dois entrarao com Elisabeth no colo. Caminharao ate onde havia um garoto loiro, de 12 anos , sentado de frente para uma TV de 50 polegadas.
- Filho? - disse James
- O que pai? - perguntou o garoto
- Voce tem uma irmanzinha agora! - disse Mary
- O que ! Voce ta gravida? - indagou Lucas
- Nao filho - disse Mary - nos a achamos na porta
Mary estendeu os braços , mostrando a pequena Elisabeth para Lucas. O menino no começo estranhou , mas logo depois abriu um sorriso.
- Como alguem tem coragem de abandona-la? - questionou o garoto - Ela deve ter no maximo um ano... Onde ela vai dormir?
- Poderiamos montar seu antigo berço por enquanto - sugeriu Mary
- E uma boa ideia - disse James, subindo as escadas em direçao ao antigo quarto do filho
- E melhor montar logo - disse Lucas ao pai - Ja se passa da meia-noite
O pai fez sinal de que havia compreendido e subiu as escadas bem cautelosamente, para nao acordar os vizinhos ou a bebe.
- Lucas , desligue a TV voce vai acabar acordando ela - repreendeu Mary
- Mas mae!
-Sem mas!
O garoto foi emburrado em direçao a televisao e desligou-a. Voltou para perto da mae e perguntou.
- Qual o nome dela?
- Elisabeth, lindo nome nao? - disse Mary sorridente
- Querida, ja montei o berço. Vamos bota-la para dormir? - disse James , ao pe d escada
- OK, estou indo -respondeu Mary , subindo as escadas - E voce Lucas, cama!
- Ja to indo - disse o menino aborrecido.
Enquanto Lucas subia as escadas, no andar de cima, em seu antigo quarto, sua mae colocava Elisabeth Sowier para dormir.
- Boa noite ,meu anjo
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- AAAAAAAAHHHHHHH!!!!! UMA COBRA!!! - disse Mary entrando em panico, pois uma cobra dormia ao redor de sua filha. Pouco tempo depois a porta foi escancarada , revelando um Lucas suado e ofegante
- Mae , o que foi? - perguntou o garoto
- Cobra , no berço - choramingou a mulher
O garoto se aproximou do berço e viu a cena; sua irmanzinha de um ano dormindo tranquilamente , enquanto era envolvida por um cobra vermelha.
- Relaxa , mae - disse o menino - E so uma cobra coral. Nao e venenosa - terminou ele , tirando a cobra do berço e jogando pela janela.]
- CALMA! - rugiu a mulher - Uma cobra aparece no berço do meu bebe, e voce, Lucas Sowier , me pede CALMA?
- Calma mae - disse o menino tentando tranquilizar a mae - Eu ja te disse , nao era venenosa.
- Ok, nao era venenosa - disse a mulher encarando o filho - Mas como esse bicho chegou aqui?
- Isso eu ja nao sei - disse o menino, pensando
9 anos depois