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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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Visualizando o capítulo:

21. Perdendo a noção do perigo


Fic: Nós... Irmãos ?


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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No capitulo anterior:


“-Meu Deus, nem pra cantar direito eu to servindo mais! – riu a ruiva desanimada, e mergulhou na banheiro, afundou a cabeça e sentiu que infelizmente tinha molhado o cabelo, coisa que ela inutilmente não tinha desejado, e sentiu a presilha escorregar por entre os fios, deixando aquela imensidão vermelha livre.

Vermelho..vermelho.. essa palavra ecoava na cabeça dela, o relógio apitou, dez pra meia noite.




Capítulo 21
Perdendo a noção do perigo.


Ela saiu da banheira, xingou-se internamente por deixar o cabelo molhar, então ligou o chuveiro e passou rapidamente uma mão de xampu e uma de condicionador, não tinha tempo pra lavar a cabeça direito então desligou o chuveiro, se secou rapidamente e colocou a primeira calcinha e sutiã que tinha visto, nem reparou na cor, então colocou uma blusa de frio que se usava caída nos ombros, mas porque já estava meia usada, ficava caindo mais do que devia, porém não tinha tempo pra isso, então colocou a calça de um pijama e puxou a blusa para cima dos ombros, realmente meia noite não era hora pra lavar a cabeça, secou rapidamente o cabelo com a toalha, pelo menos ele não ficaria pingando, então puxou novamente a blusa para cima dos ombros e agradeceu por pelo menos ter posto sutiã, seria horrível se escorregasse sem querer e seus seios aparecessem, então vestiu rapidamente um chinelo e abriu a porta, rezando pra que não desse de cara com alguém, principalmente com a sua mãe, e sentindo a deliciosa sensação de adrenalina percorrendo o seu corpo, ela caminhou silenciosamente pelo corredor, tateando as paredes encontrou a escada, ela não seria suicida ponto de descer de pé, e rezando para que James não estivesse no fim da dita cuja, ela sentou nos degraus e foi descendo de bunda, se segurando para não rir da situação a agradecendo eternamente que não tivesse vestígio de luz em lugar algum, impossibilitando alguém de ver a situação escabrosa em que ela se encontrava, e ela de ver alguma coisa, mas tudo bem, ela superaria aquilo um dia.

Suspirou aliviada ao terminar a escada. Pelo menos não tinha morrido em um acidente e rolado escada abaixo.

Mas como achar a biblioteca?

Então encontrou a parede e foi tateando até entrar em um corredor... estava com medo, morria de medo de andar no escuro, parecia que poderia ser atacada ou coisa assim, sem contar que filmes de terror só aconteciam porque as mocinhas iam em direção da coisa. E era exatamente isso o que ela estava fazendo, indo em direção da coisa, e tentou não imaginar o quão sexy ela estaria.

Por fim encontrou uma porta e entrou, se seu senso de direção estivesse correto, ali era a biblioteca, mas não tinha luz alguma acesa, porém ela sentiu que ele estava ali, aquele perfume poderia ser sentido a quilômetros, não entendia porque ele usava tanto perfume assim, não havia motivos.

-Porque de um encontro às escuras Potter? Pretende algo com essa escuridão? – Sua voz soou agourenta pelo local.

-Claro, não vejo a hora de tirar a sua roupa aqui, porque será muito bom analisar esse seu corpinho lindo nesse escuro excitante. – disse ele irônico a frente dela, mas ela não saberia dizer o quanto, porque tinha perdido a noção de espaço quando a voz dele ecoou rouca pela biblioteca.

-De um maníaco como você eu não duvido nada, e se o seu plano for me matar intoxicada, ta dando certo.

-Te matar intoxicada?

-Teria outro motivo pra usar tanto perfume assim?

-Eu não passei perfume Evans, é só que você adora o perfume natural que eu exalo.

-Não force Potter.

-É, mas você adora o meu cheiro, é o seu perfume favorito.

-Como sabe? – Ela tentou não confirmar nada com a frase.

-Eu só sei.. você é muito curiosa.

-E por falar em curiosidade, porque marcou esse encontro aqui? Quer realmente tirar a minha roupa ou vai me fazer gemer? – disse ela irônica, dando a entender que entendeu exatamente o que ele disse naquela conversa maluca.

-Posso fazer os dois se quiser... mas eu quero olhar nos seus olhos quando o fizer.

-Escuta aqui Potter.. – Lily já tinha perdido aquele tom que usava antes e com ele tinha ido embora a paciência.

-Você é muito esquentadinha Evans, tem que aprender a controlar esse seu gênio.

-Ele costuma voltar ao normal logo após eu socar quem me tirou do sério, e se eu conseguir te achar nesse breu, aposto que logo-logo ele vai estar exatamente no lugar onde deveria. – disse ela andando a esmo, tentando encontrá-lo.

-Cuidado ruiva, você ia bater na quina de uma mesa se eu não tivesse te segurado. – disse ele justificando o porquê de ter acabado de agarrá-la por trás.

-Como sabe que eu ia bater um uma quina? – disse ela virando-se de frente pra ele, seus olhos já estavam acostumados com o escuro e ela poderia ver as coisas mais claramente.

-Porque eu enxergo melhor no escuro do que no claro, nasci assim, e a propósito, adorei seu sutiã. – disse ele, no que a ruiva sentiu a blusa voltar delicadamente ao ombro.

-Não foi de propósito Potter. – disse ela com a voz rouca, vermelha com o sempre.

-Você fica linda quando cora.

-Como sabe que eu corei?

-Já disse, enxergo melhor a noite, pode ver que eu estou sem óculos, e só pra você se morder de raiva quando voltar pro seu quarto, eu enxergo cores perfeitamente também, e sei que a sua calça do pijama é verde e que o seu blusão é marrom e que tem um ursinho cinza na frente.

-Como faz isso?

-Vou repetir pela ultima vez, eu enxergo perfeitamente bem a noite.

-Isso não é uma resposta satisfatória.

-É a única que posso lhe dar.

-Pelo visto você não consegue me satisfazer de maneira nenhuma. –disse ela provocando, adorava esses joguinhos.

Mas ele não respondeu, ele a jogou em cima da mesa e ela sentiu vários papeis caírem no chão.

-Não fala isso, eu posso te fazer minha em cima dessa mesa, e não é muito romântico para uma primeira vez, alem de que não vai ser nada confortável.. pra você! – disse ele no ouvido dela.

Lily só pensou no que Dori tinha dito antes sobre as quatro virarem mulher na mesma noite.

-Não brinque com isso Potter.

-Oh, então você ficou tentada? – perguntou ele rindo surpreso.

Ela não respondeu, ela realmente tinha ficado tentada.

-Quem cala consente. – alfinetou ele.

-Que frase mais clichê! E fiquei quieta porque estava recitando um mantra pra me controlar e não te tirar de cima de mim e te jogar violentamente no chão.

-Ué, porque não faz isso?

-Porque isso significaria que teríamos que explicar o porquê de estarmos no escuro, a meia noite, em uma biblioteca.

-Realmente.

-E por falar nisso, explique-me o porquê de estarmos aqui.

-Bem, eu queria te pedir desculpas.

-Poderia começar saindo de cima de mim, não me sinto confortável deitada em uma mesa com um cara sobre mim, sem contar que você está entre as minhas pernas, se é que você entende. – disse ela corando, não acreditava que tinha dito aquilo, será que a Lene tinha morrido e baixado no seu corpo?

-Fica calma ruiva, eu não estou excitado se quer saber, é só que eu sou bem dotado, se é que você me entende.

Porem Lily se segurava pra não rir, ele realmente tinha achado que ela achava que ele estava excitado?

-Potter, se você estivesse animadinho encostado em mim, com certeza seu pai já estaria te perguntando o que estávamos fazendo aqui.

-Significa que se você sentisse algo, eu já estaria morto, é isso?

-A linha de raciocínio é a mesma.

-Nossa, você realmente é inocente, meninas da sua idade não ficam satisfeitas em perceber que não excitaram um cara sabia?

-Obrigada pela parte que me toca, mas saiba Potter que eu posso excitar muito bem um cara sabia? – Como ele se atrevia a dizer que ela não era excitante? A raiva cegava a ruiva, ela poderia fazer qualquer besteira no mínimo sinal dele.

-Sério? Não acho.. prove-me! – disse ele levemente irritado, tinha caído no jogo da ruiva.

Eu não estou fazendo isso, eu não estou fazendo isso, eu não coloquei a mão na bunda dele e eu não prensei contra mim, meu deus O QUE EU ACABEI DE FAZER?

E a ruiva fez exatamente o que pensou não estar fazendo, e as conseqüências aconteceram de forma rápida.

James percebendo o que a ruiva tinha feito, não conseguiu autocontrole o suficiente para barrar seus instintos, e percebendo o que viria a seguir, fechou os olhos, ele pagaria um mico e tanto.

Lily ao perceber as reações do moreno gritou, mas o grito foi sufocado pelas mãos dele, que percebeu o que ela faria, ele rapidamente saiu de cima dela.

-Caramba Evans, não era pra ter aceitado a provocação, merda, olha o meu estado!?

Lily preferiu não olhar, ele ainda segurava a boca dela, porem o corpo dele estava bem afastado.

-Eu vou te soltar, mas não grita. – E assim ele fez.

Ela respirou aliviada e percebeu que ele sentou em uma poltrona, então ela sentou-se na mesa que antes estava deitada, ele respirava de forma descompassada, e alto, era como se sufocasse gemidos, isso assustou a ruiva.

-Você não esta fazendo o que eu to pensando que ta fazendo não é? – perguntou ela com uma nota de medo na voz.

Ele riu irônico

-Não Evans, eu não estou fazendo isso, só estou tentando me recuperar, sabe, minha sanidade vacila quando coisas assim acontecem. – A voz dele estava diferente, estava mais homem, e ele estava tentando assustar a ruiva, tentando dar uma lição nela por fazer algo desse tipo.

Ela não disse nada, ficou assustada com a voz dele, um arrepio percorreu-a inteira.

-Pronto Evans, já estou bem melhor, só não chegue muito perto. – disse ele com a voz normal.

-Como se eu quisesse.

-Pareceu querer quando fez aquilo. – rebateu ele um pouco ofendido.

-Você não é tão gostoso como imagina sabia? – Ela se impressionou que aquilo tinha soado verdadeiro, realmente ela mentia muito bem.

-Se não fosse você não teria gritado só porque eu dei sinal de vida. – disse ele irônico, controlando-se pra não rir da cor da ruiva, ela estava vermelha.

Estava gostando da brincadeira, ajudava a ‘voltar ao normal’, então ele continuou:

-Primeira vez que sente um homem? – perguntou ele esperando ouvir algo como “Já chega Potter”, mas não foi isso que ela disse:

-Desse jeito... sim! – E dessa vez quem corou foi ele, não era possível que ela tinha respondido a pergunta sinceramente.

-Sério?

-Eu não costumo me esfregar nos caras Potter.

-Hum.. mas nem em um amasso?

-Eu não dou amassos Potter.

-Não? – perguntou ele incrédulo, estava se sentindo um crápula de submeter a ruiva as brincadeiras de antes.

-Não, eu nunca namorei tempo suficiente pra fazer isso.

-Você já namorou?

-Não..

-Porque não?

-Porque eu estava preocupada demais perdendo o meu tempo pensando no Rafael, agora se me der licença, eu vou subir pro meu quarto já que não tem nada pra falar. – Ele ficou assustado com a declaração, e principalmente pelo fato de que parecia que a vida dela girava em torno do Rafael.

-Espera..

-Por que?

-Quero te pedir desculpas pela conversa de hoje cedo, não queria te ofender.

-Me chamou aqui só pra isso?

-Basicamente.

-Poderia ter me dito isso enquanto jantávamos..

-É que com a empolgação da brincadeira eu marquei esse encontro, não tinha real intenção nele, e como eu precisava dizer alguma coisa e queria pedir desculpas, eu decidi fazer isso aqui.

-Ok, desculpas aceitas, agora eu vou.. – Mas ela não terminou a frase, ele tinha agarrado-a e levado-a para trás de uma cortina enorme, ela já ia perguntar o porquê disso, mas ouviu passos e alguém entrando na biblioteca.

Ela viu que quem quer que esteja ali, não estava se importando de ser visto, porque trazia com ele uma lanterna ligada, fazendo com que, pela primeira vez, Lily reparasse no tom esverdeado dos olhos de James Potter, ele agora forçava as vistas para enxergar algo, a ruiva colocou a mão no bolso do maroto e tirou os óculos dele, o entregando:

-Obrigado,tinha me esquecido dele! – sussurrou ele baixinho no ouvido dela.

E ela disse algo que lembrava um “por nada”.

James olhou rapidamente e viu que era seu pai que estava ali, ficou branco, com certeza ele tinha percebido algo na conversa.

-É meu pai que está ali, a gente tá ferrado – cochichou ele, e até ela teve dificuldade de ouvir.

-Será que ele entendeu a nossa conversa? – disse ela no ouvido dele, essa conversa baixinha já estava deixando o maroto doido, e ele pensou onde estava com a cabeça em pensar besteira quando estava prestes a ser trucidado pelo pai.

-Provavelmente, mais ele sempre vem a biblioteca de noite. – disse ele no ouvido dela, colocando desnecessariamente a mão na cintura dela, ela que também estava a ponto de delirar com a proximidade e os arrepios.

Ele então, sem mais nem menos, colocou a mão no cabelo dela por trás e começou a fazer uma massagem na cabeça da ruiva:

-Seu cabelo está molhado. – Ele disse, sentindo o cheiro do xampu dela.

-Potter, você enlouqueceu por um acaso, o que pensa que está fazendo? – sussurrou ela baixinho.

-Se eu soubesse, eu parava.. – E dizendo isso ele tirou a mão do cabelo dela, porém deixou as mãos na cintura da ruiva, e começou a olhá-la nos olhos.

Ela não entendia o porquê dele a olhar daquele jeito, mas se sentia incomodada com aquele olhar penetrante, então baixou a cabeça, mas ele abaixou a dele junto, de modo com que não perdesse contato com os olhos verdes da ruiva.

-Seus olhos são as coisas mais lindas que eu já vi! – disse ele sem pensar em sussurrar, e percebeu que o pai dele ouviu algo, porque o homem parecia procurar de onde vinha o ruído.

-Você é doido? – sibilou ela.

-Provavelmente sim. – sibilou ele de volta, olhando para o lado.

Então, Alex pareceu sentar na poltrona que minutos antes James estava, e folheava um livro, fazendo anotações pelo farfalhar de uma caneta. James virou-se para olhar desesperado para a ruiva, mas seu olhar mudou quando ele percebeu que o blusão tinha escorregado por um dos lados do ombro da ruiva e que a alça de seu sutiã estava a mostra, sorriu ao perceber a cor... vermelho.

Lily estranhou a mudança na feição de James e olhou para baixo, viu que sua alça do sutiã estava vista, e se desesperou ao constatar a cor.. era vermelho.

Ela já ia levantar a blusa quando a mão dele segurou a dela e ele inclinou-se e beijou o ombro da ruiva, então fazendo uma trilha até o ouvido dela ele disse:

-Vermelho!

-Não foi de propósito! – sussurrou ela de volta.

-Eu sei que não! – disse ele beijando o pescoço da ruiva, ela arrepiou ao sentir a língua do maroto, e soube que ele tinha feito aquilo de propósito, se fosse em outra ocasião ela teria achado nojento, mas agora, nada poderia deixá-la tão arrepiada quanto isso, então ele foi descendo os beijos para o ombro dela, ela sentiu ele apertar a sua cintura e aproximá-la dele, ela não fazia nada, sentiu-se uma boneca de pano daquele jeito, então colocou as mãos no ombro dele.

Ele parou por um momento, esperando alguma reação da ruiva, mas ela não fez nada, então ele começou a beijar o colo dela, subiu para o pescoço e deu uma mordidinha suave no queixo dela, antes de voltar a beijar o outro lado do pescoço dela, indo em direção ao ombro, mas como aquela parte ainda estava coberta, ele tocou levemente no blusão e ele escorregou, deixando os dois ombros da ruiva a mostra, e as duas alças vermelhas cortando a pele branca da ruiva.

Para evitar ficar apenas de sutiã a ruiva segurou a blusa no peito, ele estranhou a mão dela ali, mas percebeu que era porque ela não queria ficar praticamente pelada, então continuou os beijos sem se importar com a mão dela.

Ele estava beijando o colo dela quando sentiu a mão gelada da ruiva percorrer seu pescoço, então, sem poder agüentar, ele marcou a ruiva, ela pareceu não percebeu o vermelhão que aparecia em seu colo, ele sorriu ao pensar no que ela faria amanhã, quando visse aquilo, mas seus sentidos vacilaram quando ele sentiu a mão dela mexer com seu cabelo, então encostou-a na janela de vidro, tomando o maior cuidado para não fazer barulho, ela se impressionou com aquilo, e murmurou no ouvido dele de uma forma desesperada:

-Você é completamente louco.

Ele não respondeu, ele desceu a mão que antes estava na cintura para a coxa dela, e apertou levemente, sentiu a ruiva arfar, então ergueu uma das pernas dela e a pressionou mais forte na fria janela de vidro, sem deixar de beijar o pescoço dela.

-Eu juro que te mato se seu pai pegar a gente assim! – sussurrou ela.

-Esquece meu pai. – disse ele beijando a sobrancelha dela de uma forma carinhosa.

-Fica meio difícil quando ele está do outro lado da cortina. – disse ela sem se alterar, como se só informasse a ele.

Ele novamente não disse nada, ele colocou a mão na bunda dela, a ruiva ficou vermelha, mas ele não viu porque estava com os olhos fechados, mais sentiu o calor do rosto dela, que também estava com os olhos fechados, ela sentiu ele sorrir no meio de um beijo no ombro ao perceber a vermelhidão dela.

-Deve ser engraçado pra você não é Potter. – sussurrou ela baixinho, beijando pela primeira vez o pescoço dele, que travou quando ela fez isso, porém, para não se deixar abalar, apertou forte a bunda dela como se dissesse “Eu também sei provocar ruiva”

A ruiva agradeceu Sirius internamente pela dica, ela aproveitaria esse seu trunfo, já que ele parecia ter muitos outros.

O tecido do pijama dela era tão fino que parecia que a mão dele percorria a pele nua da ruiva.

Ela beijou de leve o pescoço dele mais uma vez, e sentiu a outra mão dele escorregar da cintura para a sua coxa, realmente Sirius estava certo ao dizer que o amigo gostava daquilo, porque James parecia não querer soltar, e com a sanidade vacilando um pouco, Lily colocou as duas mãos em volta do pescoço do maroto e prensou seu peito contra o dele para que a blusa não caísse, era a vez dela de brincar um pouco.

Ela então mordiscou de leve a parte de baixo da orelha dele, sentiu o maroto segurar um gemido, sorriu ao pensar no quão irresponsável estava sendo em fazer aquilo, gostou da idéia, tinha dito mais cedo para Lene que estava cansada de ser a certinha do grupo.

Então a ruiva beijou o pescoço do maroto exatamente como ele tinha feito, e ele sentiu a língua quente da ruiva, então, levantou as duas pernas dela e colocou-as em volta de sua cintura e a prensou na parede de vidro, era a primeira vez que alguém fazia aquilo com Lily, e ela não queria parar.

Colocou a mão na barriga do maroto, e foi percorrendo todo o peito dele, mesmo que ele estivesse de blusa, a sua mão estava por dentro dela.

Então decidiu saciar um desejo que tinha antes e apertou as costas do maroto, tentou ficar mais próxima dele o possível e percorreu as costas do moreno por completo, sentindo-se maravilhada ao sentir ele arrepiar com a mão gelada dela na pele quente dele.

Então afastou-se levemente dele e sentiu sua blusa escorregar e ir parar na barriga, ele a olhou nos olhos e percebeu a timidez estampada nos olhos dela, então percebendo o que ele ia fazer, ela enlaçou forte as pernas em volta dele para que não tivesse perigo de cair e sentiu a mão quente dele levantar a blusa dela até um lado do ombro, deixando apenas o lado direito a mostra, pra ele poder beijar quando a vez dele chegasse.

E pensando em agradecer, ela firmou as pernas mais uma vez em volta dele e levantou-se dando um beijo na testa dele, que ficou impressionado com a força da ruiva e com o cheiro bom dela, e após beijar a testa dele, ela foi escorregando o corpo pelo rosto dele, sorrindo ao perceber que ele tinha adorado o agradecimento, principalmente quando os seios dela roçaram levemente no rosto dele.

Então ela decidiu descer do colo dele e escorregou as pernas até chegar no chão, percebeu que ele preferia a posição anterior, mas que não iria reclamar daquela.

-Quando eu beijar a sua boca... você poderá dizer que já teve ao menos um leve amasso. – sussurrou ele no ouvido dela, mas ele não iria beijá-la agora, ele queria brincar.

Então voltando com o joguinho de beijos no ombro, pescoço e colo, eles ficaram ali por mais meia hora, ate ela se lembrar de Lene.

-Ta quente demais aqui, preciso ir embora.. a Lene.. – lembrou ela.

-Você não a deixou dormindo? - perguntou ele beijando a orelha da ruiva.

-Na verdade ela foi pro quarto do Sirius, bem.. ela quer sabe.. fazer..com ele.

-Sério? – sussurrou ele de volta.

-Sim, mas o Sirius não estava muito seguro sobre isso.

-Você falou pra ela que iria me encontrar aqui? – disse ele parando de beijá-la e a olhando, no que ela balançou a cabeça em negação.

-Bem, se eles forem realmente dormir juntos a gente tem tempo ,muito tempo, porem meu pai costuma amanhecer o dia na biblioteca, não sei como fazer pra sair daqui sem ele ver.

-Até o amanhecer?

E ele afirmou com a cabeça, eles poderiam ouvir o barulho da caneta e das paginas dos livros sendo viradas.

Então ele olhou para a janela de vidro e viu que não estava trancada, então eles poderiam sair por ali, mas a ruiva teria que pular.

-Tem um jeito de sair daqui, mas é arriscado.

-O que é?

-Sair pela janela.

-Mas a gente vai ter que pular.

-Estamos no primeiro andar, se for um metro e meio é muito, mas a gente pode ficar aqui se quiser.

-Certeza que não vai fazer barulho quando abrir?

-Isso já é mais um risco que teremos que correr.

-Ok, tudo pra sair daqui. – cochichou ela de volta, no que ele, fechando os olhos, puxou a alavanca da janela para o lado e viu que não tinha feito nenhum barulho.

Ela sorriu para ele, que fez sinal para ela ir na frente, então ela foi e caiu na grama levemente molhada, porem fofa, o que abafou o barulho, então logo ele estava do seu lado, ela ia dizer algo, quando, ele a puxou para longe dali e a levou para trás da casa.

Lily viu que ele olhava para a janela onde era o quarto de Sirius e entrou em desespero ao ver que ele jogava uma pequena pedra na janela.

-Meu deus você enlouqueceu. – disse ela pela milésima vez na noite.

-Não, é só que se ele estivesse sozinho, ele teria aberto a janela, mas ele e a Lene estão lá dentro, provavelmente no maior love. – disse James sorrindo pelo amigo.

-Tem lógica. – disse ela, mas ele a puxou para junto de si e a abraçou.

-Já viu o que tem detrás da casa? – perguntou ele sugestivo, e ela pensou até em dizer que amanhã ela poderia dar uma olhada só que hoje preferiria ir para cama dormir, mas ela ainda estava envolvida pelo que tinha acontecido segundos atrás.

-Não.. – sorriu ela.

Então ele a puxou pela mão e eles saíram correndo pra trás da casa.

-Tem uma horta no fundo – disse ele correndo, porém quando ele virou e ela foi ver o que era, ele já estava a empurrando contra a parede dizendo:

-Na-na-ni-na-não mocinha, agora eu quero outra coisa, depois você vê a horta. – E dizendo isso ele a beijou.

Lily sentiu seu estomago gelar quando ele a beijou, então decidiu que nessa noite ela não pensaria em conseqüência ou responsabilidade alguma.

James beijava a ruiva com todo o desejo ‘reprimido’ por assim dizer, que tinha, puxando-a pelas pernas pra mais perto de si, e sentiu a mão dela, mais gelada que antes, no seu pescoço, então ele começou a apertar a coxa dela, ele adorava aquilo.

Ele afastou com a própria perna, as pernas da ruiva, deixando-as mais abertas e apertando-a mais contra si.

-Isso é indecente sabia? – riu ela, ao sentir que ele tentava afastar as pernas dela.

-Por isso mesmo que estou fazendo.. mas se quiser eu paro.

-Por favor, não pare! – disse ela rindo da cara do maroto.

-É perigoso dizer isso sabia?

-Talvez. – disse ela com a voz vacilante.

-Eu não vou fazer nada que você não queira.

-Eu sei. – disse ela ao sentir os lábios do moreno no seu ombro e a mão dele entrar por debaixo da sua blusa.

-Tem medo de mim? – perguntou ele ao sentir que ela apertou levemente os braços contra o corpo, de modo que evitasse que as mãos dele chegassem a seu seio.

-Eu tenho medo é de mim - disse ela capturando os lábios dele para um beijo e subindo novamente no colo dele, que percebeu que essa era uma forma de manter as mãos dele longe dos seus seios mas também de dizer que ele tem acesso livre a outras partes, menos nessa.

-Eu também tenho medo de você. – disse ele quando o beijo terminou, fazendo ela rir.

-De mim?

-É, de você mesmo.

-Porque? Acha que eu vou te estuprar? – perguntou ela irônica antes de rir alto, ninguém os ouviria ali.

-Você não seria tão boazinha e cometeria essa caridade comigo.-brincou ele de volta.

-Ta achando que eu não posso te estuprar?

-É.. eu to..

-Sabe, você tem um buraco onde eu posso enfiar muita coisa. – disse ela, no que ele a soltou e olhou assustado, fazendo ela rir mais ainda.

-Que horror, deus me livre, você me assustou agora.

-Oh tadinho dele! Eu consegui apagar o fogo do Potter. – disse ela rindo loucamente.

-É, você me assustou de verdade.

-Oh, então quer dizer que eu vou ter que te fazer pegar fogo de novo? – disse ela atrevida, fazendo nascer um sorriso no rosto de James.

-Exatamente isso!

-Oh, me parece uma coisa muito difícil, não sei se consigo. – brincou ela, apesar de que não via a hora de sentir o corpo do maroto perto do seu.

-Eu acho que não, você é capaz de muito mais.. – disse ele piscando para a ruiva e esperando ela tomar alguma atitude.

E percebendo que o maroto esperava ela fazer algo, ela simplesmente sentou em um banco grande de madeira e esperou que ele entendesse o recado.

E sorrindo, vendo o que ela queria com aquilo, ele sentou-se de frente pra ela no mesmo banco, então ela puxou ele pela camisa e o beijou, porém seus corpos estavam afastados, e ele estava incomodado com aquilo.

Então Lily, tomando uma atitude que não tinha muito a ver com ela, sentou no colo de James, fazendo ele sorrir enquanto se beijavam.

-É bem melhor assim sabia? – disse ele sorrindo.

-Descobri agora. – disse ela segurando os cabelos dele e fazendo uma espécie de caricia, era relaxante sentir as mãos frias da ruiva em sua cabeça.

Então ele continuou beijando-a, as mãos estavam na cintura da ruiva, então ele subiu e percebeu ela se mexer incomodada.

-Calma! – silencio breve – Eu não vou fazer nada que você não queira! – E após dizer isso ele sentiu os braços da ruiva relaxar e darem espaço para ele fazer o que quiser, então ele subiu as mãos, porém sabia que ela não queria que ele colocasse as mãos ali, então desviou as mãos para as costas dela e começou a brincar com uma alcinha de seu sutiã.

-Obrigada. – disse ela entre beijos.

-Não agradeça! – disse ele, para depois completar – Não assim! – E ela sorriu ao ouvir isso, então ela começou a fazer cafuné nele enquanto se beijavam.

-Como sabia que era isso que eu queria? – perguntou ele sorrindo para a ruiva, depois de se beijarem.

-Eu sei muita coisa sobre você. – Ela estava tentando evitar chamá-lo de Potter.

Então ela olhou para baixo e se viu sentada no colo dele, tinha esquecido de como tinha vindo parar ali, não... decididamente era ali que queria ficar, então ela olhou para a horta.

Era uma horta bonita, tinha flores em meio às plantas e ela percebeu que o quintal deles era enorme, grande demais até.

-Quer dar um volta? – perguntou ele ao vê-la dirigir o olhar pela horta.

-Aham. – disse ela saindo de cima dele e se arrumando.

-Dá pra entender porque chamam de amasso! – disse ela vendo que a roupa dele estava toda amarrotada, assim como a dela.

-Então, partindo do pressuposto que sou o primeiro, como foi o seu primeiro amasso? – perguntou ele pegando na mão dela e andando pela horta.

-Foi indecente, muito indecente, e também foi excitante, o cara com quem eu tive quase me deixou louca, na verdade, ele me deixa louca. – disse ela em tom de brincadeira.

-Hum, sei.. e foi bom? – perguntou ele como se não impostasse muito.

-Sabe.. eu estava esperando mais, nem me deu vontade de tirar a roupa se quer saber. – disse ela brincando, no que o moreno a olhou indignado e disse:

-Verdade? Então faremos você tirar a roupa.. por vontade própria mocinha! – disse ele a agarrando e prensando contra um pé de manga enorme que tinha no meio do quintal.

Ele abriu levemente as pernas dela e posicionou-se entre ela, olhou maroto nos olhos da ruiva, que olhava levemente impressionada para ele, mas queria ver o que ele ia fazer, então ele movimentou-se sem tirar os olhos do dela, em um vai-e-vem que fez a ruiva gelar.

Quando ela sentiu o que ele estava fazendo, corou muito e percebeu que ele gostou disso, então mais um vez ele repetiu o movimento e Lily não pode disfarçar a expressão de prazer.

-Pare com isso! – implorou ela.

-Tsc tsc mocinha, eu peguei leve com você, mas você foi mau, muito mau então eu vou parar só quando você tirar a roupa. – disse ele repetindo o movimento e olhando para ela, que estava com os olhos fechados.

-Por favor! – pediu ela fechando os olhos e segurando as mãos dele.

-Não.. quero saber primeiro do que tem medo, se me disser eu paro, tem duas formas de você me parar, uma é tirando a roupa e a outra é me dizendo a verdade, você que escolhe, eu estou adorando isso aqui. – disse ele divertido para a ruiva, ele via que ela estava gostando daquilo, só que também estava assustada.

-Do.. do que.. eu tenho medo? – repetiu ela apertando os olhos e mordendo o dedo para impedir um gemido.

-Exatamente isso. – disse ele maldoso, beijando o pescoço da ruiva e deixando mais um vermelhão ali.

-Eu tenho...


-Você tem.. – Tentou ajudar ela, porem ele aumentou o ritmo, queria ver até onde a ruiva agüentaria.

-Eu tenho medo de.. gostar.. – disse ela por fim, respirando forte.

-Gostar.. porque de gostar? – perguntou ele afastando-se dela.

-Viu ó! Eu gostei. – disse ela se sentindo esquisita quando o corpo dele se afastou do dela.

-AH, então o medo é de gostar disso? Então eu posso te ajudar... – disse ele segurando a mão da ruiva e voltando a caminhar com ela.

-Ajudar como?

-Prometo não fazer mais isso. – disse ele com um brilho perverso nos olhos.

-Sério?

-Aham, você tem medo disso, eu não vou nunca mais fazer isso.

- E se eu disser que eu gostei?

-Ah, daí eu diria que você pode contar comigo quando quiser.

-Hum.. então te digo que eu gostei, apesar que isso é mais indecente do que eu poderia imaginar.

-Verdade? – perguntou ele enlaçando-a pela cintura.

-Sim, mais ta escuro e ninguém ta vendo. – sussurrou ela no ouvido dele, fazendo-o arrepiar-se.

-Você sabe o que faz comigo quando diz coisas assim? – perguntou ele rouco.

-Não faço a mínima idéia. – disse ela fazendo cara pensativa.

-Vou te mostrar então. – falou ele beijando-a de forma selvagem.

Ele então parou de beijá-la e disse:

-Você... – Então voltou a beijá-la e a empurrou contra o muro que dividia o quintal deles com o do visinho.

-Me faz.. – E dizendo isso levantou uma perna dela, sem deixar de beijá-la.

-Perder... – Levantou a outra perna, beijando-a e sorrindo enquanto a beijava.

-O juízo. – E dizendo isso ele fez o mesmo que tinha feito minutos atrás, e sentiu o corpo dela tremer.

Então ele amenizou o ritmo, foi se movimentando devagar, não queria assustar a ruiva, então, para aliviar um pouco as coisas, começou a beijá-la de forma mais carinhosa, como se não estivesse a prensando na parede e passando a mão pelo seu corpo.

Mais o destino não estava contribuindo muito, pois mais uma vez o blusão dela caiu por completo, mostrando o sutiã vermelho, ele então, parou e a olhou, ela olhava normal, como se esperasse ele fazer o primeiro movimento, então ele desceu o olhar para os seios dela, e sentiu que a pele dela estava corando, então ele curvou-se e beijou a parte do seio dela que estava a mostra e disse:

-Eu adoro vermelho. – E levantou a blusa dela, tapou-lhe os ombros e voltou a beijá-la de forma carinhosa, então mais uma vez na noite, as pernas dela foram escorregando em volta dele até chegar no chão.

-Acho que ta na hora de ir pra dentro. –E dizendo isso ela foi se lembrar que as portas estavam trancadas.

Vendo a expressão da ruiva ele disse:

-Calma, eu tenho a chave.

Ela sorriu aliviada pra ele.

-Eu tenho ela em algum lugar do meu bolso. – disse ele procurando pelas chaves.

-Certeza? – perguntou ela divertida.

-Sim, ela sempre fica no meu bolso, mas acho que caiu pelo quintal.

-Vamos procurar então. – disse ela calma.

-Sim.. mas que tal um joguinho?

-Você e seus joginhos Senhor Potter. – disse ela divertida.

-Quem achar a chave pode pedir o que quiser para a outra pessoa.

-Ok, desafio aceito.. mas pode ser o que quiser?

-Sim, o que quiser. – disse ele maroto.

-Tudo tudo? – perguntou ela novamente com um brilho maroto nos olhos.

-Tudo tudo, eu até posso pedir pra você deixar eu por a mão nos seus seios se eu quiser. – disse ele tentando intimidá-la.

-E eu posso pedir pra você correr pelado pelo quarteirão. – rebateu ela de volta.

-Você quer me ver correr pelado? – perguntou ele interessado.

-Adoraria, seria meu presente de natal antecipado.

-Ah, então prepare-se pra correr pelada senhorita Evans, porque você me deu uma ótima idéia.

-Só se eu deixar você achar a chave.. – disse ela se empenhando mais ainda em achar a bendita chave.

E mais uns minutos procurando, James chegou com um molho de chaves balançando para ruiva, que fez cara desanimada e já começava a tirar a blusa.

-Eita, espere ai, você não vai fazer isso.. não agora! – E dizendo isso ele a beijou e completou – Quer entrar?

-Acho melhor sim, Lene morreria se não me visse no meu quarto quando chegasse.

-Ok, então vamos. – Eles entraram em casa pelos fundos e subiram as escadas devagar, em silencio, rezando para não esbarrar nada, então Lily abriu a porta do seu quarto e viu que Lene não estava lá.

-Ela não chegou ainda.

-Já são duas horas, ela deve ter adormecido no quarto do Sirius, eles devem estar dormindo, vamos lá ver? – perguntou James maroto.

-E se eles estiverem fazendo? – perguntou ela assustada.

-A gente fecha a porta e finge que nunca viu nada.

-Ok – E após dizer isso, James e Lily foram em direção ao quarto de Sirius e abriram a porta silenciosamente, era possível ouvir a respiração dos dois, eles estavam dormindo.

Eles então fecharam a porta e voltaram para frente de seus quartos.

-Eles só acordarão daqui uma hora e meia. – disse James olhando pro relógio.

-Verdade. – disse Lily, pois sabia que amiga estava em sono profundo. – Será que eles.. você sabe.. eles..

-Transaram? – perguntou James desviando o olhar do relógio para ruiva, que corou a menção da palavra.

-É. – disse ele vermelha.

- Com certeza, as costas dela estavam peladas lembra?

-Oh, então você ficou olhando pra ver se via ela pelada? – perguntou a ruiva ciumenta.

-Claro que não... sua boba. – disse ele carinhoso.

-Bom mesmo.. mas agora e vou dormir.. boa noite.. – Porem ele a puxou e a beijou, ela já ia se soltar quando ele disse:

-Fica comigo essa noite! – Não era um pedido, e ela poderia jurar que ouviu o barulho das chaves dentro do bolso dele.

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Nª Espero que curtam o cap. desculpem não ter respondido os coments, EU LITODOS EEEEEELEEEES! mais agora naum dá tempo de responder pq to indo comemorar a passagem da minha amiga no vestiba, desculmpe a demora e beeeijos! ;D

N/b-Oiehh Galerinhaaa...
Aiii meu deus como o James eh mau em????
Cara ele vai fazer a Lily passar por essa provação??????
Aiaiaiai...aki tah quente neh???o.O...
Genteee esse cap foi kente em??? cara essas cenas da Lily o do James me deu ate calor....rsrsrssrrsrsrsrsrsrsrsrsrs...
Mas foi ate legal ver eles dois não brigando pelo menos por algumas horas..rsrsrrsrsrsrsrsrs...
AMEI o cap...ele tah excelenteeee...
Então plixxx COMENTEM muitoo pq como eu jah disse a Vanessa merece e o cap tah perfeito...
Beijãoo!!
Lethicya Black






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