Era quase de noite quando Hermione abriu os olhos e se viu envolta pelos braços de Snape. Ela olhou para ele e sentiu um aperto no coração. Ele parecia tão tranqüilo no sono.
Ela precisou tocar o rosto dele e acariciou a maçã do rosto e a linha do maxilar. Ele abriu os olhos e olhou para ela. Ele tinha o sono muito leve.
- Desculpe – sussurrou ela. – Você parecia tão calmo dormindo...
Ele deu um sorrisinho sonolento e respondeu:
- Eu estava calmo. Obrigado, Hermione.
Ela deu um beijo no rosto dele e abraçou-o outra vez.
- Cara, sabe do que acabei de lembrar?
Ele arqueou a sobrancelha para ela.
- Cara?
- Mania dos meninos...
- E o que você acabou de lembrar?
Ela sorriu.
- Você é o professor Snape! Dá pra acreditar?
Ele deu um sorrisinho contido, daqueles no canto da boca que só ele sabia.
- Mas em algum momento você se iludiu que eu fosse um príncipe encantado?
- Na verdade, príncipes encantados são loiros de olhos azuis, com aquela carinha perfeitinha. E são simpáticos e engraçados. Resumindo, nada interessante.
Snape deu uma risadinha e beijou o topo da cabeça dela.
- É só que é estranho você ser tão diferente... Sabe, você ainda veste aqueles robes pretos e ainda tem esse nariz enorme, mas não me chama mais e sabe-tudo e nem tira pontos da Grifinória.
- É que estamos longe de Hogwarts.
Ela riu.
- Você inclusive tem um senso de humor – disse ela, sentando-se.
- Aonde a senhorita pensa que vai?
- Banho – disse ela. – As minhas coxas estão pegajosas.
- Eu disse para você tomar banho antes de deitar...
- Mas eu queria sentir você em mim por tanto tempo quanto possível – sussurrou ela. – É que agora estou grudenta e isso começa a me incomodar.
Ele sentou-se também e levantou-se.
- Tenho uma banheira nesse quarto. Não é lá uma grande banheira, mas serve para um banho para dois. A menos que você não queira.
- Deixa de ser bobo, Sevie – disse ela com um sorriso radiante. – Vamos.
Ele assentiu e levou-a ao banheiro. Ela começou a encher a banheira e ele foi fazer xixi.
- Ah, tem um homem pelado fazendo xixi na minha frente! – ela deu um gritinho.
Snape deu uma risadinha contida e se aproximou dela.
- Mas como você é engraçada, srta. Granger.
- Eu sei – ela sorriu e entrou na banheira. – Hum... essa água ta quentinha...
- Era a minha intenção, uma vez que não estou precisando de banho frio no momento.
Ele moveu-se para entrar na banheira atrás dela, e abriu as pernas para ela ficar no meio. Ela encostou a cabeça no peito dele.
- Quer ajuda para lavar as coxas, srta. Granger? – perguntou ele, subindo as mãos, uma em cada coxa dela.
Hermione estremeceu, incapaz de responder. Snape subiu as mãos pela barriga dela e segurou os seios dela e começou a massageá-los. Ela gemeu e fechou os olhos, arqueando de leve.
- Eu me pergunto como alguém pode ser tão diabolicamente adorável como você – sussurrou ele ao pé do ouvido dela.
Hermione não respondeu. Snape havia apenas começado a beijar o lado do pescoço dela quando ambos ouviram um sininho. Foi quando Snape praguejou e se levantou de um salto que Hermione notou que havia algo errado.
- O que foi? – perguntou ela.
- Algum dos meus amigos está me visitando. Enrole-se numa toalha e entre por ali.
Ela olhou para a parede que ele indicava sem entender. Snape fez um floreio com sua varinha e ela pôde ver uma abertura. Ela correu para lá e olhou para trás, mas Snape fechou a passagem sem dizer nada.
A jovem se viu numa espécie de quarto. Ao contrário do que ela imaginou quando ele mencionou o esconderijo para ela, era um lugar limpo e arejado. Estava cheio de livros e pergaminho, e havia ali uma pena e um tinteiro. Parece que Snape estava considerando a possibilidade de mantê-la escondida por muito tempo. Será que eles faziam alguma daquelas festinhas na casa dele também?
Ela sentiu um enjôo ao pensar nisso, mas procurou desviar os pensamentos. Ela devia ficar quieta enquanto ele lidava com o que quer que precisasse lidar.
Snape desceu para encontrar Malfoy pai e McNair sentados em seu sofá.
- Você demorou a descer, meu amigo – disse Lúcio, com uma malícia que fez Snape sentir ameaça de perigo.
- Pois é, estava tentando me convencer de que vocês iam me deixar em paz e que os sininhos eram só um pesadelo maldito – resmungou Snape sentando-se.
- Não com tanta sorte, meu amigo – disse Lúcio com o mesmo sorrisinho malicioso que Snape sabia ser sinal de algo errado.
- E o que traz vocês a esta porra caindo aos pedaços? – Snape cruzou as pernas e acomodou-se melhor no sofá.
- O mestre teve um sonho... um sonho que ele identificou ser uma lembrança do Potter – começou McNair. Snape sentiu o pulso acelerar, mas continuou com sua expressão entediada.
- E o que eu tenho a ver com isso? – perguntou Snape impaciente. – Se o mestre quisesse alguma coisa de mim ele teria me chamado.
- Pois é, mas ele teme perder a paciência e amaldiçoar você, então pediu que viéssemos – disse Lúcio.
Snape olhou para ele com a mesma cara de desagrado.
- Fale logo que merda você tem para falar. Tenho várias poções no fogo e um monte de coisas para ler. Você está perdendo meu tempo.
- No sonho, você falava ao Potter que tinha trazido a sangue-ruim para cá.
Snape já esperava por aquilo quando McNair mencionou Harry, por isso deu apenas um sorrisinho no canto da boca e disse:
- Ele continua tendo certeza de que estou ao lado do mestre. Mas é mesmo uma pena que Dumbledore não o ouça, não? Bem, se vocês acham que ela está aqui, podem ir procurar.
Lúcio e McNair se entreolharam.
- O mestre pareceu seguro de que era uma lembrança e não um sonho.
- Bem, talvez porque eu tenha mesmo dito ao maldito Potter que a menina está aqui, não, sua criatura excepcional? – perguntou Snape, cheio de ironia, impaciente ao mesmo tempo. – Daí até isso ser verdade é outra história.
- E você disse isso ao Potter a troco de que?
- Bem, se ele acreditar que estou mesmo morrendo de amores pela sangue-ruim e que a estou protegendo, ele vai continuar confiando em mim, não? Ele já está com a confiança em Dumbledore abalada desde o episódio do lobisomem. Sinto muito se estou fazendo o meu trabalho e parecendo atuar dos dois lados. Sinto se eu sou um bastardo convincente. Eu bem que gostaria que a sangue-ruim estivesse aqui. Seria melhor do que me masturbar a noite inteira.
Lúcio deu um sorrisinho.
- Não temos outra festa planejada para logo, mas posso conseguir alguém para você. McNair, você se lembra de uma comensal mais nova que disse que gostou do jeito de Severo?
- Lizzy Adams – disse McNair com um sorrisinho. – Sangue-puro, do interior da Inglaterra. Posso trazê-la aqui?
- Mas é claro que não – disse Snape. – Você acha que eu quero que uma jovem bonita veja este barraco em que vivo? Eu vou até ela.
- Minha casa é sua casa – disse Lúcio.
- Obrigado – disse Snape acenando com a cabeça. – Bem, se o Lorde das Trevas acredita mesmo que estou escondendo a sangue-ruim aqui, podem dizer a ele que não tenho nenhuma objeção a que ele venha pessoalmente verificar. Eu avisaria se estivesse com a menina.
- É, você não pareceria tão entediado se estivesse com a menina – considerou Lúcio. – Mas é tão estranho ela ter sumido do nada, para lugar nenhum... Ninguém da Ordem sabe onde ela está?
Snape fez que não com a cabeça.
- Eu mesmo fui verificar na casa dos pais dela. Não está lá. Não está na casa dos tios de Manchester e nem na casa da avó de Sussex. Ela deve ter se enterrado num buraco. Mas o que mais me irrita de verdade é que eu estava bem no caminho para seduzir a garotinha... Ela poderia ter me dito alguma coisa...
- A menina é uma maníaca por regras, pelo que Draco disse – comentou Lúcio, algo pensativo. – Será que a idéia de transar com um ex-professor a deixou apavorada?
- Sabe, agora que você falou, é uma possibilidade que eu não havia considerado... – comentou Snape, muito convincente. – É bem possível que a idiotinha tenha achado isso antiético ou sei lá que porra ela chame... Inferno. Vou trabalhar nisso se ela voltar para a Ordem.
- Bom, Severo, não foi dessa vez que me livrei de você – disse Lúcio com um sorrisinho.
- Claro que não; eu sou um mestre – Snape devolveu o tom irônico.
A dupla logo foi embora e Snape bufou e subiu de volta para seu quarto e foi para o esconderijo de Hermione. Ela olhou para ele quando ele entrou e ele logo se amaldiçoou por ter se esquecido de lançar o feitiço silenciador de fora para dentro.
- Você fala de um jeito tão estranho quando está como comensal - sussurrou ela. – Eu já tinha ouvido uma vez, na cena do laboratório, mas eu não tinha reparado muito por causa das circunstâncias. Você parece bem mau mesmo.
- Sinto muito ter deixado você ouvir... – disse Snape, sem saber o que fazer com as mãos. – Eu... vamos começar a treinar duelos de varinhas.
Hermione abriu um sorriso radiante.
- Sabe, Severo, eu ainda estou com muita raiva de você por você ter me prendido aqui. Como você sabe que eu não vou amaldiçoar você e fugir daqui?
- Acredito que você tenha alguma inteligência. Eu posso ser um maníaco obcecado, mas não teria trazido você para cá se eu achasse que você pode se defender de vários comensais.
- Dumbledore poderia me defender se eu não conseguisse – sussurrou Hermione.
Snape sacudiu negativamente a cabeça.
- Dumbledore salvaria o Potter se tivesse de decidir entre vocês dois. Você sabe disso, Potter sabe disso e eu sei disso. Porque é Potter, não você, que matará o Lorde das Trevas no final das contas. Seria uma decisão lógica da parte de Dumbledore, mas eu não dou a mínima para a lógica quando se trata de você. Agora, vista-se e desça para a sala.
Hermione suspirou. Por mais que ela não concordasse com Snape, ela conseguia ao menos entender as razões dele. E entendia as razões de Dumbledore também. Mas, ainda assim, ela não se via obrigada a concordar. Cada um com sua loucura. Ela imaginava a pressão de estar entre os líderes de uma rebelião contra Voldemort, e a difícil posição de fazer escolhas, mas ainda assim, ela não acreditava como aqueles dois homens podiam não levar mais nada em consideração além de suas causas.
Quando ela desceu, Snape entregou-lhe sua varinha e, sem avisar imediatamente azarou-a com um feitiço não verbal. Quando ela voou longe contra a parede e caiu de quatro no chão, com uma cara de choro, Snape disse, em seu melhor tom de comensal:
- Você está esperando que um comensal avise quando vai atacar, srta. Granger?
Ela fez uma expressão incrédula, mas conseguiu bloquear a próxima azaração dele.
- Severo, espere. Em que eu tenho que me focar?
- Sobreviver, no momento – disse ele.
Depois de quase duas horas de duelo incessante e um Snape implacável, Hermione deixou-se cair no sofá com olhos fechados.
- Eu não disse que havia acabado – disse ele.
- Me mate – disse ela engolindo em seco com a respiração pesada. – Estou exausta e não agüento mais.
- Hum... – murmurou ele sentando-se ao lado dela. – Eu sou mesmo um professor muito mau.
- É sim – murmurou ela com a voz fraca. – Eu vou cortar os seus testículos para me vingar.
Ele deu uma risadinha.
- Você não faria isso, querida, você gosta deles onde eles estão e funcionando como eles funcionam. Mas é melhor você ir tomar um banho enquanto eu preparo alguma coisa para comermos. Você precisa descansar, mas não largue de sua varinha. Eu vou atacar você a qualquer momento, e não estou para brincadeiras.
Hermione mostrou a língua para ele e levantou-se, mas ele a puxou, fazendo-a sentar em seu colo e beijou-a profundamente. Depois deixou-a ir.
Ela fitou-o.
- A sua língua para fora me dá idéias. Quando quiser fazer alguma má-criação, invente outra coisa.
Ela deu um sorrisinho e subiu para o que era seu quarto.
Snape ainda olhou para a escada muito tempo depois que a estante de livros desceu para fechar a passagem. Ele demorou a se dar conta de que tinha que preparar alguma refeição.
Durante aquela semana inteira Snape treinou Hermione durante o dia e a oclumência de Harry desde a hora do jantar até metade da madrugada. Ele estava exausto e dormia profundamente quando chegava em casa até a hora de começar a treinar Hermione outra vez. Uma semana foi suficiente para deixá-la prevenida.
Inclusive a pequena azaração que ele ia lançar durante a única vez que fizeram sexo durante aquela semana ela defendeu sem problemas. Aquilo rendeu muitas recompensas para ela naquela noite.
No começo da semana seguinte, Snape declarou que Hermione podia voltar para a Ordem e ir em missões com Dumbledore, mas fez milhares de recomendações e repetiu dez vezes as mesmas dicas sobre o modo como os comensais atacavam, tanto em grupo como sozinhos.
Snape voltou no meio da madrugada na última noite dela em Spinner’s End e deitou-se ao lado dela, como se tornara seu hábito. Mas desta vez encontrou-a acordada.
- E Harry? – a voz dela foi o que o fez notar que ela estava acordada.
- Está muito melhor. Mas não diga isso a ele amanhã. Se ele perguntar alguma coisa, diga a ele que eu disse que ele tem muito a melhorar.
Hermione deu um sorrisinho, mas Snape notou que ela andava pensando em alguma coisa.
- O que foi, Hermione?
Ela deu um sorrisinho amarelo.
- Nada. Por quê?
- Você está pensando em alguma coisa. Eu apostaria meu braço nisso.
Ela suspirou.
- Sim, estou pensando em alguma coisa.
- No que? Posso saber?
- Lizzy Adams – respondeu ela.
Ele franziu a testa.
- Quem?
- A linda comensal jovem que adorou o seu jeito – respondeu Hermione.
Snape demorou a compreender do que ela estava falando, mas, quando se lembrou, deu um sorrisinho e perguntou:
- Você está com ciúmes?
- Responde.
- Não fomos apresentados ainda – disse ele. – Não houve reunião entre os comensais desde a festinha na Mansão Malfoy.
- Ah – disse ela simplesmente, virando-se de lado, de costas para ele.
Ele deitou-se e passou uma mão ao redor da cintura dela e beijou o lado do pescoço dela.
- Faz mais de uma semana que Malfoy e McNair vieram aqui, e você só me perguntou da moça hoje? Você passou a semana inteira pensando nisso?
- Sim – sussurrou ela.
- Mas como você é boba – sussurrou ele.
- Eu conheço a sua opinião sobre sexo – disse ela, e ele sentiu a voz dela tremulando, como em um choro contido a muito custo.
Ele deu um beijo na bochecha dela.
- E se você consegue fingir estupros não deve ser muito difícil transar com uma comensal bonita que está a fim – acrescentou ela, e ele teve certeza de que ela estava chorando.
Snape suspirou e apertou o braço em torno da cintura dela.
- Se você não quiser que eu faça sexo com ela eu não farei – disse ele.
Ela olhou para ele e ele sentiu o coração apertar ao ver os olhos marejados.
- É claro que eu não quero – ela voltou à posição de antes de acrescentou: – Mas como você inventaria uma desculpa para isso?
- Eu tenho certeza que posso pensar em alguma coisa – sussurrou ela. – Por favor, não fique assim. Eu já havia dito que não queria que você se apaixonasse.
- Tarde demais – sussurrou ela. E corou muito ao sentir o olhar dele cravado em si.
- Você não quer dizer... – começou ele.
- Eu sempre admirei você... Eu sempre me preocupei com você – sussurrou ela. – E de repente nós nos envolvemos. E eu vi quem você era sem ter que se apresentar diante de ninguém para se manter vivo... Eu... eu não pude fazer nada, Severo.
Ele puxou o rosto dela de modo a fazê-la encará-lo. Ela tremeu ao ver a intensidade daqueles olhos negros.
- Hermione, eu não tenho futuro. Você entende que eu vou morrer no meio dessa guerra? Não exista chance de eu me livrar. Qualquer dos lados que descubra a minha traição, ou desconfie dela, e estarei morto no meio de uma batalha, ou no meio de uma reunião de comensais...
Lágrimas escorreram pelo lado do rosto dela até atingir os cabelos enrolados. Ele olhou para ela.
- A culpa é toda minha... Como eu fui deixar isso acontecer?
Ele fez menção de tirar a mão da cintura dela, mas ela a segurou.
- Sevie, não se culpe. Se você ficasse muito tempo na Ordem e nós nos encontrássemos uma hora eu ia descobrir você. E ia me apaixonar do mesmo jeito. Você é o homem mais... mais maravilhoso que eu já consegui.
Ele deu uma risadinha de descrédito.
- Você não está falando sério.
Ela o beijou. O ângulo estava meio estranho, ele atrás dela, ela de costas para ele, com o pescoço meio virado e ele a beijando. Ela sentir a mão dele que estava em sua cintura descer para seu baixo ventre e então para o meio de suas coxas. Ela deu um sorrisinho ante a surpresa dele no fato de ela estar sem calcinha.
- Eu estou tão exausto que eu vou dormir logo depois de um orgasmo, então se você tem mais alguma coisa a falar, é melhor falar agora – sussurrou ele com a voz rouca.
- Me fode, Sevie – sussurrou ela com um sorriso diabólico.
- Você sabe a hora de dizer as coisas certas – disse ele com um sorriso, afundando dois dedos dentro dela.
Ela gemeu e fez menção de se virar para ele para facilitar o acesso, mas ele a segurou firme do jeito que ela estava.
- Vamos de quatro hoje – disse ele.
- Ta bom.
Ela fechou os olhos e se concentrou no movimento dos dedos dele. Quando ela começou a arquear e a gemer mais alto, ele a colocou de quatro e se pôs de quatro atrás e em cima dela.
- Estou com pressa, amor, eu tava quase lá – disse ela.
- Seu pedido é uma ordem – ele entrou inteiro nela e gemeu alto, de fundo da garganta. – Você é tão gostosa...
- Você é tão grande... Você me preenche... – ela gemeu com ele.
Eles alcançaram um ritmo lento, mas forte e profundo. Snape acariciou os seios dela e beijou o pescoço e as costas dela enquanto fazia os movimentos de vai e volta.
- Sevie, não pára...
- Está difícil segurar... você está chegando?
- Quase...
Fazendo todo o esforço que podia, com um controle sobre-humano, ele continuou com o mesmo ritmo. Uma de suas mãos desceu para provocar o clitóris dela, numa tentativa bem sucedida de fazê-la gozar mais rápido.
- Vai, Mione... Eu não estou mais agüentando...
Ela gemeu alto. Ele mordeu de leve a junção entre o ombro e o pescoço dela.
- Severo, você é tão gostoso... – ela gritou e arqueou um pouco. Snape acelerou o ritmo e meteu mais forte.
Ela gritou mais um monte de obscenidades, e os dois atingiram o ápice juntos.
Snape desabou na cama respirando pesadamente e engolindo em seco várias vezes. Hermione deitou-se ao lado dele e passou uma perna por cima das dele. Ela pousou uma das mãos nas costas dela, e ela acariciou seus cabelos, observando-o piscar lentamente.
- Você fica cada vez mais gostosa... Está um vício, meu amor – sussurrou ele com os olhos fechados.
Ela deu um beijo nos lábios dele. Ele achou que estava sonhando quando ouviu a voz embargada dela murmurar:
- E você fica cada vez mais um príncipe, Severo Snape...
AI, GENTE
EU NUNCA FUI DE PEDIR COMENTS, MAS FICA DIFÍCIL, SABE, A GENTE PERDE O TESÃO DE ESCREVER SE AS LEITORAS NÃO DEMONSTRAM MUITA EMPOLGAÇÃO, SABEM
ENTÃO, TENHO MAIS DOIS CAPS PRONTO, COM SEXO E TUDO, MAS AÍ COMO EU VOU LIBERAR SE VCS NUM ME AMAM MAIS :( |