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7. Sétimo


Fic: Imperio


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Então, a parede ao lado de “Salazar Slytherin” se abriu imitando o processo da parede de pedra de nossa masmorra.


Estava em choque não pelo que acabou de acontecer, pois já esperava algo assim.


 


Mas, ouvi o que o Malfoy disse, tremendo percebi que o que tinha acontecido quando estava com sete anos não foi um feitiço ou coisa “de momento”. Ouvi Scorpius falar com uma parede, o ouvi falar com Salazar, ouvi ele falar claramente com as cobras que pareciam obedecê-lo.


E o pior, eu entendi tudo que ele disse. A língua que ele usou. Agora tinha certeza, era mesmo uma ofidioglota...


 


Era aniversario de tio Rony, a toca estava cheia, obvio. Levando em conta que meus avôs: Arthur e Molly tinham seis filhos, uma vez que tio Fred morreu.


Gui e Fleur com a Victoire, Dominique e Louis. Tio Carlinhos. Percy e Audrey com Molly e Luce, ok eu não gosto muito delas. Enfim, tio Jorge e a Angelina e o Fred e Rox. Tio Ron, o aniversariante, com tia Hermione, Rosa e Hugo. E meu pai, minha mãe, eu, Tiago e Alvo.


Claro que isso além dos convidados, o Ted que é afilhado do meu pai e namora a Vic, a família Longbottom, e tal.


O sol estava a pico e uma grande piscina havia sido instalada no campo. Cada grupo se espalhou em amizades conforme a intimidade e idade. Estava sozinha, mas nem tanto. Uma cobra mediana e com cores vivas chamou minha atenção.


Senti um medo, mas quando a língua da cobra apareceu, ouvi a voz assoviada dela “não vou te fazer mal”, “posso acreditar em você?”, perguntei. Ela apenas se enroscou em minha mão, era fria e estranha, mas o medo havia passado.


Comecei a perguntá-la de onde era e se tinha família, o que fazia por aqui, mas não obtive todas as respostas. Ouvi um gritinho de minha mãe, e percebi que todos estavam a minha volta.


― Ela estava fazendo uns sons estranhos! ― disse Luce, mais um motivo para não gostar dela.


― Ela conversava com a cobra. ― Explicou Ted meio tenso.


 


Expulsaram a cobra como se ela fosse algo impuro. Meu pai ficou preocupado e começaram a dizer que eu estava enfeitiçada, ou que era coisa da idade. Esse assunto nunca mais foi comentado”.


 


Mas, agora sabia que não era coisa da idade, eu podia sim ouvir as cobras, tanto que entendi o Scorpius.


 


Entrei rapidamente atrás dos meninos, pois tinha em perdido em devaneios e a entrada estava se fechando. A sala era luxuosa como nosso salão comunal, mas bem menor.


 


Era praticamente um quarto.


 


Paredes de pedras e em alguns lugares carpete de alta qualidade. Acima da lareira central tinha uma tapeçaria de Salazar Slytherin, logo abaixo seu nome sendo acompanhado de um par de nomes, o ultimo deles era bem conhecido: Scorpius Hyperion Malfoy.


 


A sala tinha dois grandes sofás de veludo na cor preta, uma estante toda desenhada em prata e na parede lateral o esboço de uma janela ― que eu não duvidava ser de fato uma janela.


Para finalizar, um grande tapete verde escuro deitava entre os dois sofás, parecia ser confortável e tinha pelo menos quinze centímetros de altura.


 


― Oi Morgana é claro que senti sua falta também... ― Scorpius falava com uma voz doce e irreconhecível para mim.


 


Ele estava sentado em um dos sofás e uma gata grande, gorda, peluda e preta estava se enroscando nele.  Os olhos eram enormes e verdes, uma coleira de prata pendia seu pescoço com um M entalhado delicadamente, era a gata do Malfoy, Morgana.


 Irônico, uma vez que Morgana foi à única bruxa que conseguiu enganar ― mesmo que por pouco tempo ― o grande Merlin.


 


Como se tivesse sido chamada por mim, a gata saltou de seu colo e veio no sentido da parede onde me encostava. Ela rosnava e se arrepiava, as pupilas tinham se transformado do preto para um vermelho vivo, perceptível claramente na íris verde.


 


― Morgana esta agitada. ― disse Rick.


― Não podemos passar a noite aqui, vamos, agilidade! ― disse Scorpius tirando sua capa e ficando apenas de pijama.


― Eu faço! ― Avery disse tirando não só sua capa, mas também a camisa do pijama.


Seu corpo era definido e ele tremia, obviamente pelo frio.


Incendio. ― Scorpius agitou a varinha ascendendo à lareira.


Tudo ficou mais claro e bem caloroso.


 


Assustei-me quando Peter conjurou um feitiço que fez o grande tapete se enrolar, deixando o chão lustroso a mostra entre os sofás. Mas, a verdade é que no chão tinha um e desenho enorme de um pentagrama.


Avery pegou uma taça de cristal que estava enfumaçada sob a lareira e colocou ao centro do desenho no chão. Scorpius esticou o braço para entregar um pequeno aparelho que percebi ser uma faca de prata.


Com ela, Avery cortou seu dedo deixando algumas gotas de sangue pingar no copo.


Estremeci.


 


Não precisava ser inteligente para identificar uma magia negra. A verdade é que existem três tipos da chamada mágica.


 


Primeiro: O ilusionismo, muito usado no mundo trouxa para enganar aos “trouxas”. Não tem absolutamente nada mágico nele, só uma jogada de efeitos visuais e rapidez.


Segundo: A magia que aprendemos, é geralmente passada de pai para filho, abrindo exceções a mestiços e ate mesmo trouxas. O manejo, as horas certas ― geralmente sempre ― de se usar, tudo sobre os costumes, são aprendidas para conseguirmos viver com o mundo de hoje.


E terceiro: A magia negra ou magia branca, tanto faz. Geralmente quando “nomeiam” o tipo de magia, coisa boa não é. Aquela magia usada na arte das trevas, magia que utiliza invocação maligna, ou instrumentos maldosos. Mesmo nos pequenos feitiços ela pode ser contatada, como por exemplo, o uso de sangue animal ou humano é um sinal claro de magia das trevas.


 


Era o que eles estavam fazendo aqui.


 


As gotas do sangue de Avery pingaram no copo, de repente, começou a borbulhar e encher com alguma substancia grossa e escura. Os meninos estavam em volta do pentagrama, Scorpius segurava a gata no colo, os olhos antes verdes dela estavam ainda vermelhos e me fitando.


 


A fumaça que saia do copo foi ficando mais densa e criando um tipo de aura, ou seria um portal? Dessa fumaça foi formando uma imagem. Era um homem...


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