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3. 415 Lafayette Street


Fic: Anonimato...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Gina, que acha de irmos ao Butter. Combinei com uma galera aí- o que significava os amigos “mauricinhos” dele, umas mulheres que foram pagas pelos amigos deles para fingirem estar namorando e Dino que não havia pagado ninguém pra impressionar os amigos, queria chegar de mãos dadas com Gina, abraça-la e quem sabe dar lhe um beijo.


Gina fez uma cara de confusa.


-Butter?!


-É.



Ah meu deus! O Butter ficava na mesma rua mencionada na carta!


415 Lafayette Street.


-Você não me mandou uma carta hoje mais cedo?- ela perguntou pra Dino, mas ele definitivamente não era do tipo que mandava cartas.


-Não.


Ele se virou novamente, tentando prestar atenção na estrada, mas os cabelos de Gina chamavam a atenção dos seus olhos, e sua boca fazia o mesmo, seus seios... Suas pernas... Seus olhos... Ela o encantava por inteiro.


Agora Gina percebera que Dino nem havia chamado Draco.


Pequeno detalhe: eles não tinham muita afinidade.


E adivinha por quê? Eu te digo por que: Gina!


-Está bem- para o azar de Draco, Gina aceitou- eu vou. Mas não vá pensando que eu vou fingir ser sua namorada, amante, noiva ou a prostituta retardada não! Desta vez não.


-Gina!


-O que?- ela riu- tenho minhas condições e você não é mais criança pra ter vergonha de assumir pros seus amigos que não consegue arrumar uma namorada nem fodendo...


-Gina...


-Fala sério Dino. Até o Draco consegue uma mulher descente. - Até o Draco? Mulher descente? Estaria Gina falando dela mesma? “Nem fodendo” os três responderiam.


Gina virou-se pro lado, encostando a testa já janela fria, começou a rir baixinho.


-Com que roupa eu devo ir?


-Qualquer uma


- Sutileza não é seu ponto forte, Dino- muito menos depois e ser ofendido.


- Na verdade... Precisa mesmo de roupa?


-Eu não disse?- respondeu Draco, o que arrancou ainda mais risadas de Gina.


Já estavam na autoestrada, chegando a um posto de gasolina.


-Vai uma cerveja Draco?


-Não, valeu.


-Gina?


-Não, você também não vai beber.



Dito e feito, Dino voltou com um refrigerante diet- o que foi assunto por uma quantidade de quilômetros suficiente pra esquecer o Butter- somente encheu o tanque da sua “maquina maravilhosa” e seguiram até Nova York.


-Pela milésima vez- repetia Dino, na verdade pela 5° vez- não vou te deixar na casa da Gina! Porra, você mora lá? Não, ainda não, então eu vou te deixar na sua casa. Sua mãe vai ficar preocupada com o filhinho dela não vai?


Dino então parou em frente ao protão da mansão dos Malfoy no the Hamptons e deu um “oi” para o segurança.


-Gina- ele disse serio quando já estavam sozinhos no carro- oque eu você estava falando sobre fingir ser minha namorada...


Parecia no caminho para se desculpar ou negar tudo.


-Não vou.


-É sério? Não vai? Por favor... Por mim!


-AÍ é que eu não faço mesmo!


-Gina...


-Nada disso.


-E sua família está bem?- por que ele não gostava que as pessoas rissem dele se sempre foi tão ridículo?


-Por que eu ainda sou sua amiga?- ele continuou serio- Essa pergunta faz muito mais sentido... Você não acha?


Já estava virando a esquina quando Gina lhe perguntou. O prédio dela era o segundo, tão longe da casa de Draco...  Mas isso não os impedia de andar, dormir, jantar sempre juntos.


Dino para o carro, parecia aliviado por não ter de aguentar amis insultos.


-Tchau Gina, até mais tarde?


-Aham, te vejo mais tarde.


Gina fechou a porta, entrou no prédio. Abriu a porta do elevador, deu oi pro porteiro que estava conversando com a senhora do sétimo andar. Ela chegou a seu apartamento, jogou as malas no sofá. Que alivio! Fim de semana cansativo.


Ela foi em direção ao quarto, tirando vagarosamente as roupas do corpo, jogando-as em um canto qualquer. Ela entrou na banheira, agua quente, quente que deixava sua pele vermelha


Gina colocou seus ombros debaixo d'água. Um dia bom, cansativo, confuso.


Ela olhava fixamente para o espelho, onde via seu reflexo nu embaçado.


Pensava na carta, sobre o que ela significava, quam a mandara.


Sua cabeça totalmente vazia de idéias, não conseguia pensar em uma pessoa sequer que poderia mandar-lhe uma carta.

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