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Visualizando o capítulo:

1. Capitulo I


Fic: Será que é dificíl entender que te amo?


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo I : Seguindo em frente


- Ótimo - Resmungou Harry em voz alta sem perceber.


- O senhor falou comigo? - Perguntou o garçom, desviando o olhar do balcão que estava limpando para o moreno de estatura alta.


Olhou para sua frente, onde estava parado um garoto loiro de olhos castanhos, deveria no máximo ter seus anos, jovem demais.


- Não! - Respondeu Harry seco.


- O senhor esta com algum problema? - Perguntou o jovem sem tirar o sorriso simpático do rosto.


Harry deu um leve sorriso enquanto pensava na ironia por trás daquela pergunta, mesmo que o garoto em questão autor da mesma não tivesse consciência de quem ele era. Apenas balançou a cabeça de maneira negativa deixando um pequeno sorriso nos lábios petrificados.


O olhar desconfiado do jovem mostrava que não havia acreditado nele, mas nem se fosse um dos melhores adivinhadores iria descobrir quem era Harry Potter e o que ele havia passado desde muito pequeno.


Problemas... Deu um gole de sua bebida especialmente forte, esta desceu rasgando por sua garganta. Problemas? Repetiu para si mesmo mentalmente, deu um leve riso de escárnio. Problemas literalmente era o que não faltava na vida do Eleito. Na verdade não se lembrava do dia em que não teve, sempre fora rejeitado pelos tios e quando enfim pensou ter achado o seu mundo, literalmente, onde acharia pessoas como ele, fora caçado como um rato por um psicopata ditador, se eles pertencessem ao mundo trouxa seria considerado o novo Hitler. Novamente tomou mais um gole da sua bebida e olhou para suas mãos, as mesmas estavam sujas de sangue, se fechasse os olhos poderia se recordar com invejáveis detalhes cada milésimo de segundo que antecedeu a queda permanente de Voldemort.


Suas mãos tremeram como normalmente acontecia quando se deixava recordar daqueles momentos, colocou a bebida em cima do balcão e recolheu as mãos para dentro dos bolsos da jaqueta. Não se arrependia do que havia feito, não havia outra opção que não fosse a morte, morrer ou matar, o velho dilema que não mais o perturbava, hoje em dia tinha as mãos tão sujas com o sangue dos malditos adoradores das trevas como qualquer outro auror de destaque.


O que lhe perturbava era aqueles que um dia amara e perdera em frente aos seus olhos, fora tantos os mortos que seria incapaz de um dia voltar a dormir sem pesadelos, sem qualquer sentimento de remorso, remorso este insano que lhe dizia que deveria ter feito algo para impedir, mesmo que isto não tivesse sido humanamente possível.


O barulho do sino tocando da porta, lhe indicou que mais alguém havia adentrado o bar. Uma mulher por volta de seus quarenta anos adentrou o local e foi para trás do balcão beijando a face do garoto a sua frente, este corou com a demonstração de afeto, soltando um exasperado "Me solta mãe". A mulher pareceu se divertir com o constrangimento do filho e sumiu para dentro do que o moreno considerou ser a cozinha, porém nada disso lhe prendeu a atenção, mas sim os cabelos dela que eram... ruivos.


Por mais agradável que fossem não conseguia confiar em nenhuma mulher com cabelos ruivos, estas costumavam lhe dar tremores sempre que se aproximavam dele, o eleito, com segundas intenções. Um dia fora tolo o suficiente para amar uma ruiva,alguém por quem lutar, alguém que no final estaria ao seu lado e poderia construir uma família, uma família dele como a que lhe fora negada antes que pudesse aprender a falar, entretanto a única coisa que receberá em troca fora uma traição da forma mais inescrupulosa que poderia ter. No percurso também perderá a melhor amiga, Hermione Granger, a garota mais inteligente que conhecerá foi incapaz de compreender algo tão simples, e seu orgulho em conjunto com seu coração ferido não lhe permitiu qualquer outra opção além de se afastar.


- Um brinde aos problemas! –Pensou com sarcasmo.


Voltou a entornar o restante do liquido de seu copo, voltando a enche-lo com a garrafa ao seu lado, disponível para ele. Todos aqueles sentimentos carregaria para o resto de seus dias, só assim seria capaz de não se iludir novamente, nunca mais seria tolo o suficiente de acreditar em amar alguém, era um desgraçado, amaldiçoado sem dúvida, não era bom para ninguém, nunca seria e não condenaria ninguém a um futuro infeliz ao seu lado, não seria justo.


O jovem lhe dirigiu um olhar penalizado, provavelmente havia notado sua perturbação.


- São apenas... Problemas de trabalho. – Mentiu Harry - Mas obrigado por perguntar. – Respondeu educadamente.


Por fim o jovem somente sorriu para Harry e foi em direção a uma mesa onde havia duas jovens sentadas, tinham por volta de seus vinte anos, ambas eram muito bonitas por sinal, o que suspeitou ser o motivo principal para o jovem garçom se empenhar tanto em ser cuidadoso com as moças em questão.


O moreno estava em um bar trouxa sentado em uma banqueta, no palco ao fundo do bar estava tocando uma banda que cantava uma música romântica conhecida já que eram acompanhados por algumas das mulheres que se arriscavam a cantarolar o refrão.


Cada pessoa naquele bar estavam perdidas em seus próprios mundos, alguns haviam ido ao bar na tentativa de espantar a solidão, enquanto outros tinham largos sorrisos e se divertiam ora com a música, ora com conversas animadas.


Seus olhos se perderam em sua própria figura, não se lembrava exatamente quando havia decidido deixar o cabelo mais comprido, eles estavam mais bagunçados de quando era um adolescente magricela, mas isso era de certa forma bom pois escondia sua cicatriz e parte dos olhos verdes, Rony e Vanessa costumavam lhe dizer que na maior parte do tempo seus olhos pareciam vazios e quando não eram capazes de te analisar de forma desconcertante e de certa forma irritante, provavelmente eles haviam lhe dito isso como um critica, mas para ele nada mais soara do que um observação desnecessária, afinal para que queria saber sobre seu jeito de olhar? Preferia mil vezes que as pessoas a sua volta reparassem em suas qualidades como auror ao invés de um objeto de desejos sexuais reprimidos, pelo que foi informado sua bunda era a parte favorita das bruxas, fato que havia sido constatado após uma votação com centenas de bruxas leitoras de uma revista de futilidade, o nome da enquete era "Que parte do corpo de Harry Potter você amaria por as mãos", só de lembrar a menção de determinados membros de seu corpo seu rosto já corava. Desde que aquela edição fora lançada com os resultados tinha que aceitar provocações de Rony no trabalho, que sempre fazia uma comentaria com um prazer insano, digno de Fred e Jorge Weasley.


Rony, seu melhor amigo gostava sempre de provocá-lo, dizia que fazia aquilo apenas para arrancar alguma reação humana dele, para lembrá-lo que ainda era capaz de tê-las. Bobagem, sempre era educado com todos no trabalho ou em outros ambientes, até mesmo se deixava ter breves relacionamentos com algumas mulheres interessantes. Todavia nada daquilo era suficiente para o ruivo, que dizia se tratar apenas de reações calculadas. Admitia que havia construído uma muralha em volta dele, sentimentos não eram confiáveis e por isso evitava ao máximo se envolver, e quando percebia qualquer envolvimento por parte de sua parceira se afastava de forma educada mas clara, para que a companheiras percebesse que de fato não era homem para relacionamentos duradouros.


Naquela noite se encontrava sozinho naquele bairro trouxa desconhecido e ignorado por todos para refletir, Vanessa sua namorada e amiga parecia cada dia mais envolvida, e estava sem dúvida perdido sobre o que fazer, não queria envolvimento, porém magoá-la era algo imperdoável. Era um tolo, nunca deveria ter se envolvido com ela para começar, muito menos ter pedido para voltarem quando tudo acabou na primeira vez. Um ato desesperado de um tolo que acreditara que seria capaz de reviver uma parte que a muito morrera dentro de si.


Colocou novamente as mãos no bolso da jaqueta e acabou encontrando dois pergaminhos, tinha sido escalado para uma nova missão por Kingsley Shacklebolt, dessa vez seu chefe havia sido extremamente misterioso não fornecendo qualquer detalhe, mas nada daquilo importava, seria apenas mais uma missão onde iria cumprir com exatidão.


Com gestos lentos e exaustos olhou para fora e observou o frio que fazia do lado de fora, arrumou-se dentro de seu casaco ajeitando por cima o cachecol, bebeu o último gole de sua bebida. Tirando da carteira uma quantia mais alta do que a necessária a largou no balcão vazio, sabia que o jovem garçom logo viria buscar.


Saiu pensando na carta que havia sido enviado horas antes por seu amigo Ronald.



Harry, acabei de receber a sua carta e apesar de estar muito puto com você agora, tanto que estou realmente tentando buscar minha "paz interior" para não ir ai e enfiar um belo foco nesse seu olho míope.


Guarde suas desculpas para qualquer outro idiota, pois eu não quero saber de mais desculpas, você é meu amigo e vai ao meu casamento, com ou sem missão.


Lembre-se de que sou um Weasley e nada do que diga me fará mudar de idéia.


Hermione como sempre não disse nada quando lhe contei sobre sua carta, mas eu a conheço Harry, ela ficou decepcionada e antes que me manda mais uma carta dizendo que não são mais amigos, eu já lhe aviso que estou de saco cheio desse papo furado dos dois.


Pois é, Ronald Weasley acha que Hermione Granger - que ela não saiba - e Harry Potter são dois grandes idiotas por não perceberem que o que ficou no passado deve permanecer lá.


Para sua informação, cuidarei especialmente que não faça nenhuma besteira por aí, mesmo que para isto seja necessário convencer o Carlinhos a me emprestar um daqueles dragões, eu juro por Merlin que irei botar fogo nesse seu traseiro!


Mamãe esta mandando um beijo e o convidando a vir nos visitar quando puder.


Pense nisso.


Ass: Rony Weasley


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(Algumas horas antes...)


Todos haviam sido convocados para uma reunião de emergência, estava ainda extremamente cedo, portanto muitos se encontravam jogados dormindo na anti-sala da diretoria, alguns estavam apenas encostado na parede olhando para o relógio esperando que desse logo à hora combinada, enquanto outros cochilavam na fileira de bancos que havia. Porém a atenção de todos os acordados foi chamada por uma ruiva que acabará de descer do elevador, essa mesma ruiva com passos largos e decididos caminhou por todo o corredor até alcançar o último banco ao qual pertencia a uma loira que dormia tranquilamente. Todos os acordados a observavam curiosos, curvando-se sobre a "vitima" puxou o ar com toda a força e emitiu o berro mais alto que pode, automaticamente sobressaltando todos que dormiam e principalmente a loira que a fuzilou com um profundo ódio.


-O que foi isso sua ruiva louca? -Perguntou à loira, indignada. -Perdeu o resto de juízo que lhe restava?


Enquanto a loira falava a ruiva mantinha em seu semblante o sorriso mais inocente que podia fazer. Internamente seu desejo era de explodir em gargalhadas, afinal enfim dera o troco do susto que levará no mês passado pela amiga.


-Jéssica querida se eu sou louca como eu irei perderia algum juízo? Não sou MediBruxa, mas diria que a loucura seria exatamente uma perca de juízo, ou seja, os loucos não podem perdê-los pois já não possuem... Mas você é loira então... Bom... deixa para lá! –Falou levantando os ombros como se desistisse de explicar algo para um criança com dificuldade de aprender.


A loira abriu a boca pronta para soltar uma enorme quantidade de impróprios, entretanto antes que o fizesse a porta da sala da diretoria tinha sido aberta dando a passagem para todos entrarem, alguns ainda resmungavam coisas inteligíveis para a ruiva que apenas sorria, sem o menor constrangimento pelo que havia feito. A sala era enorme e tinha uma longa mesa em um retângulo onde haviam duas pessoas sentadas.


De frente a todos que estavam entrando se encontrava um homem de cabelos grisalhos, por volta de seus 60 anos, de olhos castanhos, sua face pálida chegava a aparentar ser uma pessoa doente, entretanto isto ainda não lhe tirava o olhar de superioridade que carregava.


Do lado oposto se encontrava um jovem de cabelos castanhos cuidadosamente arrumados em um corte discreto, seus olhos ao contrário do outro homem mostrava cansaço e simpatia, seu semblante era bem mais corado e tinha traços suaves.


As duas amigas sentaram juntas trocando um olhar cheio de preocupação, ao perceber o a tensão entre os dois homens, estes demonstravam estar profundamente exaltados, após perceberem que todos permaneciam em seus lugares na espera da abertura da reunião. O jovem encarou o outro homem que assentiu com um aceno de cabeça, autorizando que fosse dado o seu início.


-Sinto tê-los obrigados a acordarem tão cedo para esta reunião, porém, me vi obrigado a fazer isso diante de alguns imprevistos a mim imposto nesta manhã. –Falou o mais novo. -Antes de começar a falar sobre as novas missões gostaríamos... -Falou lançando um olhar irritado ao Ministro sentado do lado oposto. -... de discutir sobre os relatórios das missões anteriores.


Geralmente os relatórios eram entregues diretamente a Adrian, onde cada um relatava seus feitos e as dificuldades encontradas de forma individual, porém naquela manhã após insistência do Ministro se viu obrigado a mudar não só toda a sua rotina como a de sua equipe, e este fato o irritava profundamente.


Adrian que era o mais novo chefe de aurores do EUA, havia conseguido o cargo após trabalhar quatro anos como auror e prender um grupo grande de bruxos das trevas do país que estavam arriscando botar o segredo do mundo bruxo em risco, mesmo após seu grande feito ainda existiam aqueles que faziam da sua vida a missão de dificultar a vida dele.


Passada uma hora e meia, ainda falavam sobre os relatórios, a amiga de cabelos louros ao seu lado suspirou desanimado enquanto trocava olhar com a ruiva de profundo tédio, gestos estes que infelizmente não tinham passados despercebidos pelo ministro que deixou escapar um sorriso para o canto dos lábios.


-... Ao percebemos o esconderijo agimos com...


-Vejo que as senhoritas estão dando um profundo descaso a essa reunião. –Comentou o Ministro de forma venenosa, interrompendo bruscamente o relato de um dos aurores.


Todos se viraram confusos para o Ministro que fitava com superioridade as duas aurores, Adrian suspirou cansado já prevendo o que iria acontecer a seguir se não se intrometesse, porém antes mesmo de abrir a boca e pudesse interrompê-los a auror loira começou a falar:


-Desculpe, mas o que o senhor está querendo dizer com isso?


A pergunta da loira fez com que o sorriso já existente na face do Ministro se alarga-se consideravelmente.


- Quis dizer exatamente o que você entendeu menina, as senhoritas ficam sentadas ai trocando olhares de tédio dando total descaso ao trabalho de seus colegas de trabalho que todo o dia arriscam suas vidas. Deveriam se envergonhar disto! –Falou o homem com um sorriso provocativo.


Todos se encontravam no mais profundo silêncio, esperando o que viria a seguir, porém antes que tudo ficasse fora do controle Adrian tomou uma atitude.


-Vamos parar com isso agora! Não estamos aqui para discutir e sim para decidirmos coisas importantes. - Falou sério, se virou para o ministro e lançou um olhar raivoso enquanto dizia: -Por mais que o senhor seja o ministro não posso deixar que ajude a fazer tumulto, se isto voltar a se repetir vou ter que pedir que se retire com todo o respeito por vossa excelência. Agora se nos permite podemos continuar a lhe informar sobre nossos relatórios...


Ninguém disse mais nada fora o que lhe era pedido, quando finalmente chegaram à parte onde as missões eram distribuídas as duas amigas voltaram a trocar olhares, só que dessa vez continha tristeza em suas íris já prevendo o que viria a seguir.


Sempre ocorria a mesma coisa nas reuniões, elas eram obrigadas a ficarem caladas escutando como as outras pessoas tinham sido escolhidas para missões importantes enquanto eram tratadas como duas veterinárias ao invés do cargo que possuíam. Por diversas vezes eram convocadas a irem para vários lugares do país atrás de animais mágicos tentando descobrir o que havia de errado ou se eram um risco para sociedade, não diriam que o trabalho em si não era importante. Todavia não era metade da emoção que esperavam ter enquanto existisse sangue correndo em suas veias. Afinal de contas, para que servia a existência de uma sessão para animais mágicos se não fazer isso?


Adrian puxou o ar para o pulmão e o soltou lentamente, estava totalmente tenso com aquela reunião graças a visita inesperada do ministro horas antes, onde havia "pedido" ou melhor exigido mais uma vez que expulsa-se duas de suas aurores, porém ele não iria ceder as exigências dele.


-Hoje me foi passado uma missão especial do ministério da Inglaterra, me pedindo para que se destaque uma de minhas aurores, devidamente qualificada, para uma missão em Cambridge onde encontrariam um dos melhores aurores deles. -Fez se uma pausa onde todas as aurores mulheres se entreolhavam sorridentes. –Após uma profunda análise sobre tudo que me foi passado, sobre as características necessárias, eu estou dando esta missão para a senhorita Weasley.


-Você não pode fazer isso! -Gritou o Ministro, furioso.


Com intensidade na voz, Adrian respondeu:


-Não só posso como já fiz, Ginevra Molly Weasley vai a esta missão nem que para isso eu tenha que entregar meu cargo em troca!


Furioso o velho homem se levantou jogando a cadeira para longe dele e saiu da sala batendo a porta em um estrondo. Incrédulo por ter sido desafiado em frente a todos aqueles aurores, mas confiante de que eles um dia se arrependeriam de tê-lo desafiado.


Depois da partida do ministro o clima se tornou mais leve, o que permitiu que várias brincadeiras fossem feitas à custa deste. Muitos cumprimentaram Gina por sua mais nova missão, essa mal podia esconder o quanto feliz estava por finalmente ser reconhecida ao invés de reprimida para mais uma missão sem a mínima importância para a sociedade bruxa. Porém não podia negar que o olhar triste de Adrian lhe preocupava e muito, há muitos anos atrás tinha visto aquele mesmo olhar em um moreno que passou por sua vida...


Acordando do transe viu que todos se retiravam menos Adrian e Jéssica que permaneciam calados em seus devidos lugares, alguns aurores que se retiravam tinham caras desanimadas provavelmente por terem que trabalhar, os que estavam de folga saíam sorridentes fazendo piadas dos colegas.


Quando o último auror passou pela porta Jéssica se levantou e foi até o namorado, parando em suas costas passou a lhe fazer uma leve massagem em seus ombros. Ainda com os pensamentos distantes ouviu ao longe Adrian dizer algo em aprovação ao gesto da namorada, que lhe sorriu.


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N/A: Olá, essa fic é de minha autoria, a primeira versão dela foi escrita em 2005, ou seja, a muitoooooooo tempo! Tenho atualmente 17 capítulos prontos, estou relendo a fic para corrigir possíveis erros antes de encerra-la como ela merece.


O fato de posta-la novamente se deve há algumas pessoas que nunca desistiram dela, como, por exemplo, a Andressa também conhecida como Dressa Potter, por isso dedico a fic para ela, Carol e Anny por me aturarem no MSN pedindo socorro ou lendo cenas e dando palpites. =D


Infelizmente até que termine os capítulos, serão no máximo 21, irei postar um por mês. Todavia, estou terminando uma Song Rony/Hermione que fiz praticamente toda no trabalho, irei postar novamente "Apenas Uma Segunda Chance" corrigida, entre outras que tenho postadas como a "St. Mungus, Muito além que um Hospital" que será devidamente corrigida (erros de gramática, ortografia).


Obrigado a todos que não desistiram, e se em minhas adaptações fico feliz com comentários imaginem fic de autoria própria, falto dar saltos de alegria! =D


Ass: *Lily Van Phailaxies* ou *Darklokura*


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