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2. capítulo 2


Fic: Ah, aquelas férias de verão ..


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Capítulo 2

- Ela vem mesmo? – Era a trocentésima vez dentro de uma semana que Ron fazia aquela pergunta.
- Recebi uma coruja ontem que confirmava nosso encontro. – Disse Ginny com impaciência.
- Mas vai que ela deixou algum aluno em detenção...
- Ron, eu sei que você sente falta da Mione. Todos nós sentimos. E sei que ela também sente nossa falta... POR ISSO, ela vem hoje. – disse Harry com um sorriso nos lábios.
- Espere só mais um pouco Ronald – Luna tentava acalma-lo.

Os quatro amigos entraram no Três Vassouras e perceberam que todos os olhares se voltaram para eles. Alguns alunos cochichavam, outros pareciam maravilhados. Afinal, não é todo dia que se vê os principais componentes da famosa Armada de Dumbledore, responsável pela queda de Voldemort, juntos. Adentravam o pub, Harry Potter, o chefe do Departamento dos Aurores (e provável futuro Ministro da Magia); Ginny Wesley, a mais competente e aclamada medi-bruxa da atualidade e a diretora mais jovem da história do St Mungus; Luna Lovengood, dona e editora da mais respeitada revista do mundo bruxo, o Pasquim (N/A: não é piada, queridos leitores. Pra vocês verem que tudo pode virar do avesso depois de uma guerra!); e Ronald Wesley, ex-auror, ex-goleiro e capitão do Chuddle Cannons (responsável pela “ressurreição” do time) e alto funcionário do Departamento dos Desportos Mágicos (provável futuro chefe do mesmo). Ainda faltavam Hermione Granger, ex-auror, professora de Defesa Contra a Arte das Trevas em Hogwarts (há três anos seguidos!) e diretora de Grifinória e Neville Longbottom, professor de Herbologia e grande pesquisador de ervas e seus usos mágicos; mas esses, segundo a lógica, não tardariam a chegar.

Eles procuraram uma mesa no fundo do estabelecimento, mas não havia como ficar a salvo dos olhares dos alunos de Hogwarts. Ginny acomodou-se na cadeira e falou:

Bom, agora é só esperar um pouco. Logo, logo a Mione e o Neville chegam. Enquanto isso... não seria legal beber alguma coisa?
- Então o que vamos beber? – Luna não estava com seu costumeiro ar sonhador, mas perguntou de forma ironicamente inocente.
- CERVEJA AMANTEIGADA! – responderam todos ao mesmo tempo de forma entusiasmada.
- Ron, eu já lhe disse o quanto você é especial pra mim... sabe, meu irmão preferido... e está cada dia mais lindo, além de ser uma pessoa generosa, com o coração mais bondoso que eu já...
- Tá bom Gi, eu vou buscar as cervejas – sorriu o irmão da ruiva.
- Te amo meu gatinho escarlate!
- Eu também minha rosa púrpura – levantou-se e caminhou para o balcão.

Enquanto caminhava por entre as mesas, o homenzarrão de 1,85 m esbarrou em uma menina, que “acidentalmente” colocou-se em seu caminho, derrubando alguns pacotes da “Dedos de Mel”.

- Por favor, me desculpe... estava distraído e não vi você passar... – começou Ron abaixando-se e ajudando a garota a apanhar os pacotes.
- Imagina, a culpa foi minha – falou a garota sorrindo de modo... insinuante.
E no momento em que ele ia pegar um dos embrulhos, ela “acidentalmente” colocou sua mão embaixo da dele.

- Oh, meu Merlin! Desculpa... – a menina tentava passar a imagem de que não havia feito aquilo de propósito... e não estava conseguindo.
Sem problema – ele sorriu timidamente, com as orelhas levemente avermelhadas, levando os pacotes para a mesa onde ela estava com as amigas (que davam sorrisinhos abafados) – precisaremos ter mais cuidado da próxima vez – e tocou o ombro dela, mas logo se arrependeu quando sentiu que a garota estava prestes a ter um “treco” – se cuida, menina! – ele percebeu que ela não gostou nada de ser chamada de “menina”.

***

- E então maninho. Ídolo das garotinhas de Hogwarts! – disse Ginny enquanto ele entregava as bebidas aos amigos – como se sentiu com a demonstração de tietagem de uma aluna de Grifinória? – ela sorria.
- He, he, he... – riu de modo irônico – Não muito à vontade... eu acho. Ela me fez lembrar terrivelmente a Lilá e suas amigas... – todos ali riram da lembrança, mas Gina interrompeu e olhando fixamente para a porta disse:
- Eles chegaram – e correu para abraçar a morena e o homem que chegavam ao estabelecimento.

Todos se viraram e puderam enxergar Hermione Granger quase ser derrubada quando Ginevra Wesley se jogou em seus braços.

- Ai que saudades, minha amiga.
- Também sinto... tantas... – falou a morena correspondendo o abraço.

Enquanto isso Neville já se dirigia á mesa e cumprimentava todos os amigos. Hermione e Ginny, ainda abraçadas, caminharam para a mesa e Harry pode abraçar fortemente sua grande amiga, enquanto a ruiva envolvia Neville em seus braços.

- Ei Mione, quanto tempo né? – disse o moreno após o abraço e olhando ela nos olhos.
- Pois é, Harry... tempo demais... – ela também tinha um sorriso largo.
- Oi Hermione – Luna estendia a mão de forma amigável.
- Oi Luna, como vai? – Hermione aceitava o aperto de mão.
- Mione... – uma voz conhecida vinda de suas costas foi sussurrada ao seu ouvido
- Ron! – a professora virou-se rapidamente e se jogou nos braços do ruivo que a suspenderam em um abraço forte.
- Ah, Mione... senti tanto sua falta – ele falou enquanto a colocava no chão.
- Eu também – respondeu com a voz embargada – sinto muito a falta de todos vocês...
Nunca se tinha visto o Três Vassouras tão lotado e tão silencioso. Todos os olhos e ouvidos estavam atentos ao que acontecia na última mesa do recinto. Afinal, não é todo dia que se é testemunha do reencontro da tão aclamada Armada de Dumbledore.


***

-... E então, ele me olhou, me entregou a foto autografada, piscou e disse em tom galanteador – Ginny engrossou um pouco a voz e estufou o peito – “Não se preocupe minha querida, logo eu conseguirei uma hora vaga em minha agenda e então poderemos jantar... e ir para um lugar mais sossegado... só nós dois” – assim que terminou a frase, não pôde mais se conter e gargalhou, todos fizeram o mesmo.
- Mentira que o Lockart fez isso, Gi... – Hermione tentava conter as lágrimas de tanto rir.
- Sério, vocês pensam que ser medi-bruxa é fácil? Pois não é não... a gente agüenta cada coisa dos pacientes. E ainda tem que manter a postura séria.

Havia um bom tempo que eles estavam conversando. Já sabiam que Neville, além de conseguir transformar Herbologia em uma matéria interessante para os alunos, estava investigando as propriedades da ardilia mentopolis e sua utilização em poções curativas
- Quem diria que você ia acabar trabalhando com poções heim Neville?
- O fato de eu não me sair bem em “poções” no colégio sempre foi culpa do Snape, era por causa dele que não gostava da matéria...
Luna estava investigando, com a ajuda de Hagrid, o modo de vida dos gigantes (lógico,
os amigáveis), sua meta era aproximá-los do mundo bruxo.
- Vai ser um trabalho difícil, eu sei, mas sempre é algo possível...
Harry, estava comandando um grupo de aurores que capturavam pequenos grupos de comensais da morte ainda inconformados com a derrota de Voldemort
- Moleza, depois de ter enfrentado o próprio “cara de cobra” vai ser fácil acabar com os inúmeros comensais inconformados com a morte do mestre...

- E você Ron, por que saiu do Cannons? – Hermione voltou-se para o amigo.
- Sei lá... acho que minha missão lá já foi cumprida, voltamos para o primeiro escalão! – havia entusiasmo na sua voz – Já dei o que tinha que dar, sabe? Além do mais, tava cansado de ficar viajando pra lá e pra cá... queria ficar mais perto de casa... da minha família... dos meus amigos. Então surgiu a proposta do Ministério e eu aceitei.

Realmente gosto de trabalhar lá... por incrível que pareça, é até legal...
- E meu irmãozinho, trabalha tão bem que vai ser nomeado chefe do Departamento dos Desportos Mágicos!
- Que é isso Gi – as orelhas do ruivo estavam adquirindo uma tonalidade escarlate – Isso é algo que ninguém sabe... pode ser qualquer um que trabalhe lá. Todos exercem muito bem os seus papéis.
- Ai Ron, deixa de ser modesto! Todo mundo sabe que tão certo como 2+2=4, você será o novo chefe do Departamento dos Desportos e Harry o novo Ministro da Magia!
- Gi – o menino-que-sobreviveu interveio – eu não estou tão certo disso. Existem muitos bruxos mais preparados do que eu... eu sou muito novo pra isso, não tenho tanta experiência quanto a necessária...
- Ah Harry, por favor! Você tem mais experiência do que qualquer bruxo caquético que existe por aí, e isso é algo que ninguém contesta. Ninguém é mais bem qualificado para este ofício que você... então cala a boca e aceita o cargo! – e voltando-se para a amiga com uma voz totalmente doce para o tom que havia assumido à pouco – E você Mione, como anda em Hogwarts?
- Ah... tá tudo tão bem que nem posso acreditar. Os alunos parecem adorar as aulas. Eu mostro tudo de forma bem prática... como o Harry fazia. E recebi autorização para reorganizar a AD como um grupo de estudos extra-classe... e ela vive lotada, tem alunos até da Sonserina... – algumas alunas encaminhavam-se para o banheiro, mas “acidentalmente” desviavam o caminho para perto da mesa dando risinhos abafados - Sabe, andei pensando em fazer uma reunião diferente. Se vocês pudessem ir um dia pra fazer uma aula demonstrativa, aposto que todos os alunos iam adorar!
E as alunas também, tenho certeza que vai ser um alvoroço. Né Roniquinho? – Ginny alfinetou o irmão.
- Hein? – Hermione tentava encontrar o rumo da conversa

- Nada não Mione – interveio o ruivo – Gi anda vendo demais...
- Que isso maninho, as meninas só faltaram babar quando você foi até o balcão... e quase se jogaram em cima do Harry quando a gente chegou.
- Gi pára... – Harry tentou esboçar uma reação, mas Ron tomou-lhe a frente.
- É sério “rosinha”, você tá me deixando sem graça... além de ter a imaginação muito fértil, nem eu nem o Harry percebemos nada disso, né Harry?
- Porque são muito lerdos, viu “gatinho”? – Disse ela antes que o moreno tivesse tempo de responder.
- Rosinha? Gatinho? O que tá acontecendo aqui? – Disse Hermione sorrindo.
- É assim que eles se chamam – Respondeu Luna – “Gato Escarlate” e “Rosa Púrpura”, não é fofo?
- E onde foram parar meus amigos que viviam brigando?
- Nós amadurecemos, Mi. Então, termina de contar sua idéia.
- Ah, tá certo Ron... Tá. Eu ainda tenho que falar com a MacGonagall sobre isso, a aula com a equipe original da AD, mas tenho certeza que ela não vai se opor... só acho que não dá pra ser esse ano... as provas finais estão chegando e há muita coisa que ainda quero ensinar... talvez nem dê tempo...
- Mione... me diz, quando é que o tempo é suficiente pra você?
- Ah, Harry... eu trabalho muito pra que todos aprendam o máximo possível.
- Esse é o problema Mi, você trabalha realmente demais! Nem sai de Hogwarts nas férias de verão.
- Mas tem tanta coisa pra fazer lá nas férias de verão que vocês nem imaginam! Sabe Gi, quando se é aluno não se tem noção do tanto de coisas que se tem que arrumar durante as férias... às vezes eu me sinto cansada e saio pra visitar meus pais, mas fico com o coração na mão de deixar MacGonagall sozinha...
Você parece mesmo cansada Granger – Pontuou Luna
- Eu também acho que você precisa descansar um pouco Hermione, até eu saio mais de Hogwarts que você.

- Até você Neville? Francamente, eu acho que meu modo de vida não deveria ser a pauta desta reunião!
- Mas a gente só quer o seu bem minha amiga... talvez você devesse descansar mais, se divertir um pouco...
- Tá certo Ginevra... e como é suposto que eu deva fazer isso
- Passe as férias de verão comigo – Pronunciou-se o ruivo
- O quê? – assustou-se a morena.
- Passe as férias de verão comigo.
- Heim?
- Que parte de “passe as férias de verão comigo” você não entendeu.
- Como assim passar as férias de verão com você?
- Francamente Granger, eu pensei que a sua escolha para aluna laureada do nosso ano tivesse sido justa, mas agora posso ver que não. Menos 50 pontos para Grifinória... eu ainda posso fazer isso? – disse o ruivo em tom zombeteiro, mas voltou a falar seriamente quando sentiu o olhar nada amigável da morena ao seu lado – Sério Mione, tô te convidando pra se hospedar na minha casa durante as férias de verão.
- Eu, sua hóspede?
- Exatamente, durante as férias, você mora lá em casa e eu me encarrego de fazer você descansar, e se divertir um pouco.

Nessa altura da conversa, os dois já haviam esquecido de que não estavam sozinhos ali. Não aumentavam o tom de voz, afinal ainda tinham a noção de que estavam em um lugar lotado de estudantes. Mas a presença dos amigos agora era totalmente despercebida. Os quatro, ignorados pelo casal, assistiam atentamente à discussão.

- Eu aposto no Ronald – falou Luna baixinho, mas com um sorriso lânguido no rosto.
- Eu aposto na Hermione – retrucou Neville.
- Eu aposto nos dois – Ginny disse confiante.
- E eu aposto no destino – Sorriu Harry.

Enquanto isso a conversa ainda estava longe de terminar. A proposta estava sendo analisada por todos os ângulos.

- Ron, eu simplesmente não posso!
- Claro que pode Hermione, você precisa se dar férias.
- Não posso. MacGonagall precisa de ajuda... Além do mais, eu sempre descanso. Passo fins de semana com meus pais, encontro vocês de vez em quando...
- Exatamente... Acontece que às vezes estão ficando beeeeeeem raras.
- Ron, eu tenho responsabilidades...
- Todos nós temos minha estrela. - disse o ruivo como se estivesses explicando algo muito importante para uma criança cabeça-dura – Mas ninguém é tão mecânico que viva realmente bem somente com deveres... sem que precise descansar um pouco.
- E morando na sua casa, eu conseguirei descansar? – Perguntou a morena incrédula.
- Você acha que eu não consigo fazer com que você desencane um pouco de suas obrigações? – havia indignação na voz do homem.
- Meu querido amigo definitivamente... – ela tentou argumentar.
- Pois, sabe o que eu acho? – interrompeu ele com a voz irritada – Eu acho que você não é capaz de se permitir viver sem tanto peso nas costas.
- Como é?
- Você simplesmente não consegue passar uns meros dias sem suas maravilhosas obrigações em Hogwarts.
- Como assim? Você está dizendo que eu não sou capaz?
- Se você não sabe, não sou eu que vou lhe dizer...
- É isso então, você acha que existe alguma coisa que eu não consiga fazer?
- Que parte de “você não consegue passar uns meros dias sem suas maravilhosas obrigações” você não entendeu? E eu que admirava sua inteligência! Definitivamente você não merecia aquela placa!
- Ronald Billius Wesley, você está me desafiando? – Hermione já estava estreitando os olhos de forma ameaçadora.
- Entenda como quiser Hermione Jane Granger – Ron, agora falava de modo despreocupado.
- Pois eu aceito o desafio. Passarei as férias de verão na sua casa.
- Sem nenhum tipo de trabalho.
- Sem trabalho.
- Apenas descansando e se divertindo.
- Descansando e me divertindo.
- E se você desistir fará qualquer coisa que eu pedir, ou melhor, ordenar.

- Corrigindo Weasley, quando as férias acabarem você ficará em detenção por um mês, fazendo o que eu quiser.
- Então te pego em King’s Cross daqui a 1 mês – Ron estendia a mão para a garota.
- Estarei lá.

Quando as mãos dos dois se tocaram, houve um pequeno clarão, mas que logo se apagou.

- O que foi isso? – Perguntou Hermione assustada fitando o sorriso vitorioso do amigo.
- É pra garantir que você não vai desistir até lá. Um mês de espera é muito tempo... – e vendo o olhar intrigado dos amigos ao seu redor, explicou – se um de nós desistirmos do trato ficará com os cabelos roxos.
- Há, ganhei! – Murmurou Luna para os amigos.
- Eu acho que ainda teremos que esperar até o fim das férias para confirmar isto – cochichou Harry.
- Vocês sabiam disso? – Falou Hermione virando-se de repente para o quarteto que estava ali meio que esquecido.
- Não! – disseram eles em uníssono.
- Definitivamente não sabíamos de nada – se defendeu Harry.
- Você tinha planejado tudo isso? – ela perguntou voltando-se para o amigo... o sorriso de Ron havia se alargado – EU TE MATO WESLEY! – e começou a dar tapas nos braços fortes do amigo, mas ele em um movimento rápido a trouxe para seu colo, segurando de modo firme, mas delicado, seus braços e impedindo que ela continuasse se debatendo. Abraçou-a depositando um suave beijo no topo de sua cabeça e disse:
- Vai ser bom pra você, eu te prometo... vamos nos divertir como antes.

A professora olhou ao redor e viu seus alunos testemunhando a cena, alguns nem piscavam, outros davam risinhos contidos. Ela se livrou dos braços dele se pôs de pé, tentando se recompor. Seus cabelos deviam estar totalmente desgrenhados...

- Tomara que seja mesmo. Não posso me dar ao luxo de perder meu tempo. – e saiu batendo os pés em direção ao banheiro.
- Eu vou atrás dela – e dizendo isso Ginny saiu correndo atrás da amiga.

Ron ainda estava com um sorriso largo nos lábios quando reparou nos olhares dos amigos ao seu redor. Luna sorria de um modo contido, não condizente com seu comportamento natural. Já Neville, lhe lançava um sorriso aberto e Harry o examinava com uma sobrancelha levantada.
- Que foi? – disse o ruivo.
- Como você fez aquilo?

Ron levantou a mão e mostrou o anel, no qual estava escrito “Armada de Dumbledore”, em baixo relevo dado de presente a cada um dos seis que estava ali naquela mesa pela diretora Macgnagal.

- Estava enfeitiçado – respondeu Ron dando de ombros, mas sorrindo sempre. – Esperando o toque de alguém que aceitasse um desafio.

Agora Harry tocava o anel em seu dedo com um sorriso suspeito nos lábios.

- Que foi? – Perguntou novamente Ron.
- Nada. É que por um momento eu pensei estar de volta ao salão comunal de Grifinória, de volta à Hogwarts – falou Harry de modo saudoso.
- Eu também. – respondeu seu melhor amigo.
- Todos nós – completou Neville abraçando Luna que deixava uma lágrima solitária percorrer seu rosto.

O grupo de quatro antigos alunos que ficaram na mesa pôde ouvir um dos muitos alunos que estavam ali dizer baixinho “bem que disseram que eles viviam brigando”.

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