Cap. 16 O Ultimo Gryffindor
Harry correu atrás das feras, elas saíram do jardim da casa dos Weasley entrando no bosque Harry nem chegou a pensar entrou na mata atrás das bestas e corria na direção que havia visto as feras sumindo a sua frente, elas se distanciaram muito, mas Harry estava disposto a correr ate ao inferno para fazer aquelas bestas pagarem caro pela sua perda seu ultimo parente , seu primo a sua família .
Ele estava tão cheio de raiva que não viu ao entrar em uma clareira os lobos fechavam cerco e de caçador virara a caça .
Os Weasley ainda estavam em estado de choque quando vários barulhos de aparatações fora escutados .
Vários aurores do ministério da magia foram enviados ao local, pois o “departamento uso indevido de magia “ detectou varias magias feitas por menores e como eram muitas logo se deduzia que estavam com problemas .
Quando chegaram e viram vários corpos no chão e os Weasley atônitos olhando para o bosque; Alastor Moody chefe do departamento de aurores do ministério Inglês fora na missão apenas por ser a casa de velhos amigos, Moody correu ate o Sr. Weasley o sacudindo para tirar do estado de choque que se encontrava e disse : Arthur por Merlin , o que se passa ? - Arthur muito abalado ainda fala com urgência na voz - O Harry temos que ajudá-lo ele esta na mata sozinho e tem três monstros lá ainda, vamos não da tempo de explicar nada.- disse e saindo em disparada seguido por Moody e mais quatro aurores, mas antes de entrar na mata gritou :MOLLY LEVE TODOS AO ST. MUNGUS EU TE ENCONTRO LA !!!
JORGE, AI MEU MERLIN, O MEU BEBE, O MEU BEBE!!! – Gritava a Sra. Weasley verificando as feridas do filho Jorge fora ferido no peito com uma patada –“Episkey”e varias ataduras se fez em volta do peito do garoto , Mobilicorpus – Gui pegue Gina vamos para o Hospital todos Carlinhos você pega o Rony mal terminara de falar os dois correram para a casa, a Sra. Weasley levou Jorge levitando Fred estava ainda em estado de choque seguia a mãe sem tirar os olhos de seu irmão, Percy passou o braço em volta do irmão vendo o estado dele e disse : Ele e forte Fred ele vai sair dessa eu prometo.
Gui passou por Rony na cozinha sem nem notá-lo e subiu as escadas chegando a porta do quarto de Gina ele bateu e disse – Vamos Gina temos que ir pro hospital abre essa porta – silencio, Gina estava em estado de choque tinha visto toda batalha de sua janela – Gui apreensivo bate mais forte e grita _ GINA ABRE LOGO ESSA PORTA TEMOS QUE IR! – Ele escuta soluços de dentro do quarto e uma voz chorosa – Gui o Jorge, o Jorge ele morreu ?-Gui com a resposta fica mais calmo e disse – não Gina só foi um arranhão abre essa porta vai... – Gina abre a porta e pula no pescoço de Gui chorando e disse – mas ,mas ele não se meche Gui eu to com medo e se aqueles monstros voltarem e o Harry não estiver aqui ?- Gui fica sem reação por uns estantes mas logo responde – Duvido que eles voltem, o Harry assusto eles bastante e a mim também e outra Harry ainda ta no encalço deles e pelo que eu vi se ele alcança não sobra muita coisa não ... mas vamos temos que encontrar com mamãe no hospital deve estar todos lá já apronte-se rápido .
As três bestas atacaram Harry um de cada lado, ele girou as espadas em sua volta ferindo de leve as três bestas e as afastando mas voltaram a investir as duas que estavam em sua frente pularam de uma vez em cima do garoto que cravou uma espada no coração de cada uma no momento que o lobo estava em suas costas o líder dos lobos acertou uma patada na nuca rasgando sua cabeça em três lugares os cortes eram profundos e no mesmo instante sangrou muito deixando ele inconsciente .
Mal Harry caíra no chão a besta já estava em cima dele pronto para destrocar seu inimigo, quando os aurores junto com o Sr. Weasley chegaram .
NÃOOOOO....-gritou senhor Weasley
ESTUPEFAÇA - Moody juntamente com os aurores gritaram juntos arremessando a besta de cima de Harry desacordada .
Sr. Weasley fora o primeiro a chegar em Harry e disse aos demais que estavam acorrentando a fera . – Ele esta vivo mas temo se não chegarmos ao hospital rápido...- as palavras morreram na boca dele .
Moody disse se aproximando de Harry– vamos Artur eu aparato com ele dois aurores ficaram de vigia na sua casa para ver se aparece mais um e manter os que estão desacordados amarrados e os outros vão levar Fenrir Greyback
para Azkaban e buscar reforços vamos . E dizendo isso aparatou .
Chegando no Hospital foram atendidos e levaram Harry para uma sala que e como a CTI dos trouxas pois estava entre a vida e a morte ele tinha perdido muito sangue e ainda estava com as feridas na cabeça aberta. Artur ficou do lado de fora com Moody .
-Artur eu tenho que mandar uma coruja avisando Dumbledore vá ver como esta sua família eu já volto para aqui e qualquer noticia eu te mando no mesmo instante .- Artur foi com o coração partido pois mesmo com pouco tempo que conhecia Harry já gostava muito dele e ele tinha acabado de salvar sua família uma obrigação sua, ele estava com uma divida eterna com aquela criança e ela não poderia morrer sem ele poder retribuir de alguma maneira não era justo uma criança morrer como Duda, Harry tinha que sobreviver .
Dumbledore estava em sua sala em Hogwarts olhando seus pergaminhos quando entra uma coruja da torre com uma carta em sua pata .
Para Dumbledore
Castelo de Hogwarts sala da diretoria .
Alvo, o menino dos Potter esta na ala de tratamento intensivo no St. Mungus o estado dele e muito grave já seu primo fora morto por Lobisomens que atacaram a Toca os Weasley estão aqui também um deles fora ferido no ataque todos os lobos estão presos ou mortos o líder dos lobos era Fenrir Greyback ele fora mandado para Azkaban .
Alastor Moody
Dumbledore ficou com tanta raiva que alguns vidros de sua sala estouraram quando ele lia a carta assim que terminara aparatou no saguão do Hospital onde tinha muitos jornalistas, quando o viram correram para perguntar o que ele estava fazendo ali e se tinha algo a ver o ataque; uma jornalista do profeta diário Rita Skeeter perguntou – Dumbledore, Dumbledore você veio aqui prender o descendente de Salazar Slytherin – Dumbledore parou e olho para quem lhe fez a pergunta todos que estavam ao lado de Rita como a própria deram um passo pelo olhar assassino do diretor mas ele vendo que ali não tinha ninguém que merecia algum credito voltou a seguir seu caminho sem dar uma palavra sequer .
Ele encontrou Moody na sala de espera na entrada do CTI e o perguntou com urgência na voz – como ele esta -Alastor Moody disse – ainda não vieram dar nenhuma noticia Alvo, mas ele chegou aqui muito mal ele recebeu uma patada de ferir na nuca que rasgou a cabeça dele em três pontos .- Nesse hora os Weasley chegaram todos ate Jorge que já estava curado estava ali com uma facha no peito mas estava pronto pra outra como ele mesmo disse . Todos estavam muito abalados com a morte de Duda e com a luta em si . Quando os garotos viram Dumbledore ali na sala de visitas estranharam mas não disseram nada só os Sr. E Sra. Weasley sabia que ele era amigo dos falecidos pais de Harry .
Dumbledore perguntou – Onde esta o corpo de Duda – Alastor disse -esta no necrotério do Hospital Alvo – Dumbledore respirou cansado e disse – Alastor e Arthur me conte exatamente como tudo aconteceu .
Artur e quem respondeu – Estávamos dormindo quando escutamos uivos eu abro a janela e vejo quatro dos meus filhos no jardim e saindo da mata dois lobisomens, eu e Molly corremos pra ajudar quando chegamos na cozinha deparamos com Harry lá que também tinha acordado com os uivos, Molly mandou ele ficara lá e fechou a porta. Estávamos lutando com os Lobos quando Percy chega com as varinhas dos nossos filhos que se encontravam no jardim pensamos que estávamos em vantagem alem de quando eles usassem magia o departamento ia ser avisado pois eles são menores e mandariam os aurores, só que chegariam e encontraria todos mortos pois apareceram muitos outros lobisomens no total tinha 18 lobisomens enfurecidos e um deles valia por uns três de tão grande esse era o líder que fiquei sabendo mais tarde que era Greyback.
A luta estava desigual um de meus filhos estava no chão ferido e Molly não estava mais agüentando fazer o escudo a esperança já nos tinha abandonado e a morte batia em nossa porta, foi quando escutamos um uivo de dor de uma das ferras parando o combate por uns segundos e para meu desespero Harry tinha acabado de cravar uma faca nas contas de uma ferra, eu não podia deixá-lo morrer pois oito ferras fora ao seu encontro eu consegue derrubar sete delas mas uma me escapou quando ela pulou sobre Harry... Duda entrou na frente salvando o primo mas não teve a mesma sorte... o lobo já ia pra cima de Harry quando um fato curioso aconteceu em volta dele apareceu uma aura negra da medo só de lembrar a ferra recuou foi quando Harry viu umas espadas no chão ele pegou as espadas e outra coisa que me intriga as espadas começaram a pegar fogo , Dumbledore as espadas eram velhas não era espadas mágicas e nem afiadas estavam, mas Harry derrotou todas as bestas com elas lutando como eu nunca vi ninguém lutar com espadas as feras não tiveram nem chance de arranhá-lo –Dumbledore escutava tudo com atenção e sempre encorajando Artur a continuar com a cabeça em sinal de compreensão – os lobos começaram a nos atacar e eu perdi de vista o Harry quando eu olhei de novo tinha nove feras mortas aos seus pés e a aura negra tinha dobrado de tamanho ele veio ao nosso auxilio , você pode ate me chamar de louco mais eu mesmo participando da segunda guerra meu amigo eu nunca senti tanto medo como naquela hora fiquei paralisado a energia que saia daquela criança era indescritível era ódio e um poder muito grande eu senti os lobos também pois bateram em retirada fugindo desesperados com Harry atrás delas com as espadas ainda pegando fogo e pingando sangue, foi quando Alastor chegou e fomos atrás deles chegando lá vimos Harry cravar as espadas em duas feras ao mesmo tempo que tomava uma patada de Fenrir Greyback
na nuca nos estuporamos Fenrir Greyback
e viemos pra cá o mais rápido .
E foi isso Alvo, você tem idéia de como Harry sabia lutar com as espadas daquela maneira e sobre a aura negra e as espadas de fogo –
– Dumbledore disse apos uma pausa - Muito simples meu caro Artur... Harry e um bruxo muito poderoso e a perda de seu ultimo parente da forma que perdeu somado com o instinto de sobrevivência despertou sua magia e a aura só era negra pois ele estava tomado pela fúria pelo ódio já quanto as espadas após muitos anos sem registro de nenhum mestre das armas podemos afirmar que Harry e um.
Moly que estava junto com seus filhos na pequena sala de espera prestando atenção na conversa e sem entender direito pergunta. –mestre do que? – pergunta não entendendo nada.
Mestre das armas e uma pessoas mestre em alguma arma no caso de Harry espadas o conhecimento sobre a arte das espadas e a soma de todos os seus descendentes ou seja quanto mais habilidosos eram seus antepassados mais ele será podendo chegar a por fogo,veneno, melhorar o corte e uma infinidade de coisas na arma que domina pelo que me cotaram Harry alem de habilidade pode por fogo e melhorar o corte de sua arma e quando ele tiver um físico melhor e empunhar alguma espada mágica de sua família não vai ser nada fácil de subjugá-lo isso eu garanto .
Ficaram até de manhã na pequena sala de espera sem nenhuma notícia de Harry. Já eram sete da manhã quando o medi-bruxo responsável veio falar com eles.
- Meu nome e Hipócrates Smethwyck, sou responsável pelo paciente Harry J. Potter, quem o está acompanhando?
- Meu nome e Alvo Dumbledore, como ele esta doutor? Perguntou, saindo de um canto da pequena sala.
- Olá professor Dumbledore, não tinha o visto senhor. O estado do paciente é preocupante. As próximas horas serão decisivas. Infelizmente não há nada mais que possamos fazer, só no resta esperar e ver se ele reage só depende dele agora.
- Assim que o paciente der qualquer sinal eu mesmo venho avisá-los, mas deve demorar, e aconselho que façam um rodízio, porque mesmo ele reagindo bem, não sairá do hospital tão cedo.
- Tenho que ir agora, tenham um bom dia – disse o médico, saindo pela mesma porta que chegou.
Todos estavam preocupados. Depois de alguns minutos de silêncio, Dumbledore pediu a Molly que esperasse notícias em casa com os filhos, e que assim que soubesse qualquer coisa mandaria na mesma hora. Os garotos protestaram, Gina falou que tinha medo de ir pra casa sem o Harry porque se os monstros reaparecessem não teria ninguém para correr com eles, mas depois de muito custo, convenceram a todos.
Harry estava andando em um campo aberto cheio de flores e com um espaço regular. Tinha muitas árvores frutíferas, a temperatura estava amena e uma brisa suave era constante. Sentia uma sensação de liberdade muito grande, e tinha a impressão que se fechasse os olhos e abrisse os braços, conseguiria voar.
Quando Harry fez exatamente isso, ouviu uma voz de mulher chamando seu nome. Mas não era uma voz comum, ela o acalmava. Ele então abriu os olhos lentamente, como se fosse uma coisa difícil de se fazer, pois não se decepcionar ao abrir os olhos e perceber que era tudo um sonho, pois aquela sensação era boa demais pra ser verdade .
- Harry, meu filho, que saudade. Disse a mulher à sua frente, que estava ao lado de um homem com um enorme sorriso. Eram seus pais.
Harry esfregou os olhos e disse:
- Mã.. Mãe, pai são vocês mesmos?
- Somos garoto, e como você cresceu filhão – disse Tiago se aproximando do filho.
- Está enorme, mas ainda é o meu filhote - disse Lily. Não ganho um abraço? – perguntou com um enorme sorriso.
Harry correu e abraçou forte os dois. Eles ficaram assim por muito tempo, sem saber precisar. Palavras não eram necessárias .
- Tá na hora de você ir, meu filho - Disse Lily com lágrimas nos olhos
- Eu não quero acordar, mãe!- respondeu Harry firmemente.
- Mas tem que ir, meu filho, aqui ainda não é o seu lugar - disse Tiago.
- Você ainda tem muito o que fazer no mundos dos vivos, a sua missão está longe do final – disse Lily após um suspiro de cansaço.
- Não vai ser uma jornada fácil, filhão, mas eu sei que você tem fibra pra isso e que não vai nos decepcionar – disse Tiago bagunçado o cabelo de Harry.
- Lembre-se sempre, Harry, há o caminho fácil e o caminho certo. Siga sempre o certo, por mais difícil que ele seja – disse Lily fazendo carinho na testa do filho, destampando a cicatriz.
- E lembre-se que estaremos sempre com você – disse Tiago se afastando
- Nós estaremos sempre com você, e em alguns momentos de sua vida receberá ajuda nossa, filho, pois quando vivos preparamos para lhe auxiliar em sua jornada – disse Lily se aproximando de Tiago.
No Hospital
Tinha cinco medi-bruxos e um xamã em volta do leito de Harry.
- Ele parou de respirar Dr. Hipócrates - disse o xamã.
- Enervate! Enervate! – o Dr. Hipócrates, após os feitiços, conferiu se estava respirado, e nada. Colocou uma máscara de oxigênio conferindo a pulsação, que estava diminuindo rapidamente até que parou por completo.
Enervate – Enervate – Enervate- Aguardou mais uns minutos para ver se a pulsação voltava, mas nenhum sinal. Após dez minutos tentando reanimar Harry, o Dr.Hipócrates falou:
- Infelizmente o perdemos. Hora do óbito: oito e...
- NÃOOOOOOOOOOOOOO- Harry gritou .
- VOLTEM AQUI, NÃO ME DEIXEM SOZINHO - gritou novamente em desespero.
- Nunca meu filho – disse Lily.
- Nunca estará sozinho filhão -disse Tiago.
- Acorde - disseram os dois.
O doutor tomou um susto tão grande que caiu no chão após os gritos. Ficou estático por alguns instantes, branco, parecia que estava vendo uma assombração. Todos ficaram sem reação, o primeiro a falar foi o Dr. Hipócrates:
- Mas ... Mas como? Isso é impossível – disse checando a pulsação do garoto e constatou que a respiração e o pulso estavam normais.
Alguns minutos após os gritos Harry abriu os olhos e perguntou:
- Onde estou?
- Não tente se levantar – disse o médico, prevendo sua intenção.
- Você está muito machucado ainda, Harry, você está no Hospital St. Mungus e seus amigos estão lá fora esperando você ficar bom para receber a visita deles – disse o Dr. Hipócrates, ainda pálido pelo susto.
Agora vou aplicar um sedativo para você dormir tranqüilamente. Quando acordar poderá receber visitas. O senhor deu um grande susto na gente, mas estamos feliz que está bem. Agora descanse.
- Vou lá fora dar as boas novas qualquer coisa me chamem - disse o Dr. Hipócrates saindo.
Na sala de visitas os Weasley estavam se despedindo de Dumbledore, Alastor e Artur, quando escutaram os gritos de Harry.
- Meu Merlin, o que foi isso? – perguntou a Sr. Weasley
- Foi o Harry – disse Rony.
- Foi sim, foi o Harry! – exclamou Gina chorando.
- O que diabos... – disse Fred
Está acontecendo? – completou Jorge
- Acalmem-se, não adianta entrar em pânico. Daqui a pouco virá um medi-bruxo para nos explicar o que está acontecendo, senão eu mesmo entro e arranco um de lá – disse Dumbledore, que mesmo pedindo calma estava tentando ele próprio se controlar para não invadir o CTI .
Quase quinze minutos após os gritos Dumbledore avançava para a porta do CTI para saber notícias do garoto, nem que fosse a força, quando esta se abriu, saindo lá de dentro o Dr. Hipócrates.
Dumbledore falou angustiado:
– Que gritos foram aquele? Como Harry está?
O médico narrou o que aconteceu, e por fim disse que ele estava fora de perigo, e que em alguns dias teria alta.
Estavam todos felizes por Harry ter praticamente voltado dos mortos, quando Percy leu em voz alta a reportagem de capa do Profeta Diário:
Herdeiro de Salazar Slytherin mata vários Lobisomens
Nessa madrugada, Harry Potter(10) atacou vários lobisomens matado 11 e deixando mais 7 inconscientes. Fontes seguras disseram que ele não usou magia, apenas espadas. Como todos sabem, os Potter são os últimos descendentes de Salazar Slytherin, um dos quatro fundadores de Hogwarts que, após a fundação, virou um dos maiores bruxos das trevas de todos os tempos, perdendo apenas para Aquele-que-não-deve-ser-nomeado, que também era seu descendente. Logo após a luta, ele foi enviado ao St. Mungus. Alvo Dumbledore foi visto entrando apressado. Perguntamos a ele se tinha vindo prender o garoto antes de que ele virasse um bruxo das trevas, mas este não quis prestar nenhum depoimento. No entanto, sua expressão fácil era nitidamente de preocupação, pois o último mestre das armas que se tem notícia são: Aquele-que-não-deve-ser-nomeado, Alvo Dumbledore(143), Grindewald, Salazar Slytherin, Godric Gryffindor, Nosferatu e Merlin, e em nenhum deles se tem registros ter despertado tal poder tão jovem. A pergunta que não quer calar: quando Harry Potter crescer e aprender magia e se seguir os passos de seus antepassados, Dumbledore não estará velho demais para vencê-lo, como fez com aquele-que-não-deve-ser-nomeado e Grindewald ?
Rita Skeeter
Todos ficaram atônitos, e por fim Alastor disse:
- Como deixam essa mulher dizer essas sandices? Essas é a pior injustiça que eu vejo em muitos anos. Se eles soubessem que foi o menino ...
- Alastor - interrompeu Dumbledore, vendo onde o amigo ia parar. Olho-Tonto percebeu a burrice que já ia fazer.
- Infelizmente, esse jornal não tem nenhum escrúpulo, e se fôssemos desmentir, só daríamos mais assunto e crédito nas mentiras desses calhordas, que só querem saber de vender jornais. disse Dumbledore pesaroso.
Harry dormiu por dias, por causa das poções que lhe aplicavam na veia, e quando recebeu permissão para receber visitas era da 2 de janeiro dia de seu aniversário (N\A- o aniversário de alguns dos personagens serão alterados nessa fic, bem como o dia de início das aulas, que será 10 de março. A profecia também foi alterada para nascido início do primeiro mês). Foram visitá-lo todos os Weasley, que não paravam de falar como ele havia sido corajoso, e que deviam a vida ele. Harry sentiu a falta de Gina, mas fez de conta que não percebeu, e pensou realmente que ela não gostava dele. Também recebeu visita dos amigos de seus pais: Minerva McGonagall, Alvo Dumbledore, Rubeo Hagrid e Alastor Moody. Lupin não saiu do lado da cama, e alguns até brincavam com ele que sua cara estava pior que a de Harry.
Harry estava muito abatido com a perda do primo, e nada conseguia mudar o humor do garoto, nem os vários presentes de aniversário e de natal conseguiram animá-lo. Na verdade, o presente de natal que Duda tinha comprado só deixou o garoto mais triste. Era um porta retrato do aniversário de dez anos de Harry, com todos os Dursley e ele mesmo rindo muito, e com uma dedicatória do primo em cima da foto “lembre-se do que eles disseram - nós nuca estaremos sozinhos, primo’.
Lupin estava cada vez mais preocupado, não conseguia nem dormir. Ficava na cadeira velando o sono de Harry e só saia de lá pra ir no banheiro, que inclusive era dentro do quarto. Ele estava morrendo de medo da reação do garoto quando soubesse que ele era um lobisomem, e que os monstros que ele pensou serem pessoas amaldiçoadas, que ele matara em defesa dos amigos, eram na verdade bruxos como eles. Mas já tinha chegado a hora da verdade. Ele já tinha decidido que contaria a verdade, mas sozinho não teria coragem. Então, chamou Dumbledore para ajudá-lo.
Harry acordou com Dumbledore e Lupin dentro do quarto. O silêncio era quase que religioso. Quando ele levantou um pouco, disse aos dois:
Bom dia Remo, bom dia Sr. Dumbledore.
– Bom dia Harry – disseram em conjunto.
Dumbledore, vendo que ia sobrar pra ele, adiantou-se:
– Sabe Harry, você sempre pergunta sobre seus pais, e hoje, se for do seu interesse, vamos esclarecer o máximo que pudermos sem criar problemas, pra ninguém principalmente para você. O que você me diz? Harry deu o maior sorriso que tinha.
- Claro! Tudo o que tem a ver com meus pais me interessa - disse ainda sorrindo.
- Vamos lá. A família do seu pai era uma das mais antigas famílias puro-sangue bruxa. Eram Slytherins. Um antepassado chamado Salazar Slytherin foi um dos maiores bruxos das trevas de todo o tempo. Ele defendia a purificação da raça bruxa através da morte de todos os trouxas e todos os bruxos nascidos de pais trouxas, como chamamos os não bruxos. Isso é uma tolice, mas conquistou vários seguidores na época, e ainda hoje muitos de seus descendestes seguiram seus passos. Teve um, inclusive, que conseguiu até superá-lo. Seu nome é Voldemort. Hoje em dia poucos têm coragem de pronunciar este nome, referindo-se a ele como Aquele-que-não-deve-ser-nomeado, ou Você-sabe-quem. Quem escuta esse nome treme até hoje mesmo ele tendo desaparecido há mais de dez anos.
- Voldemort queria ser o único descendente de Slytherin vivo. Sendo assim, perseguiu todos os Potter, matando muitos. Sobraram apenas você e seu pai com o sangue de Salazar. Foi quando uma profecia chegou ao seu conhecimento, felizmente pela metade. Essa profecia falava de você, Harry, e de Voldemort. Falava quando você nasceria e que seria muito poderoso, e era o que bastava para ele. Então, se empenhou mais ainda na caça aos Potter.
- Seus pais foram avisados e se esconderam para proteger o maior tesouro deles, que e você Harry. Nesse meio tempo Voldemort fora derrotado, só que não tinha como eles saberem. Eles ficaram um ano escondidos, pois usaram um feitiço que apenas quem sabia como localizá-los estava na cama de um hospital desacordado, após uma batalha que aconteceu um dia após eles se esconderem. Nessa batalha Voldemort morreu. O guardião do segredo era uns dos melhores amigos de seus pais, infelizmente um traidor, que fomos descobrir mais tarde, quando acordou e entregou a localização dos Potter aos comensais, assim denominados os seguidores de Voldemort. Seus pais morreram lutando para te proteger, o que conseguiram, mas não tiveram a mesma sorte. O nome do traidor é Sirius Black, e está mofando na cadeia.
- Outro amigo de seu pai se chamava Pedro Pettigrew, e também foi morto por Sirius. E, por fim, Remo John Lupin que mora hoje com você. Sua mãe também era grande amiga dele, e queria que ele fosse o fiel do segredo, mas Remo tem uma maldição.
Enquanto Dumbledore falava, Remo estava num canto acuado, muito assustado. Ele não agüentaria ser rejeitado pelo filho de seu melhor amigo .
Harry escutava tudo muito emocionado. Quando Dumbledore falou que Remo era amaldiçoado, olhou em seus olhos e viu que ele tinha medo, pavor daquela história, mas estava ali pronto pra o que desse. Harry sentiu orgulho do amigo de seus pais.
- Harry, Remo fora amaldiçoado. Quando ele tinha a sua idade, ele foi mordido pelo Lobisomem que te feriu. Ele se chama Fenrir Greyback, é um comensal da morte seguidor de Voldemort.
- Eu não compreendi, Sr. Dumbledore, o que é lobisomem?
- Lobisomem, Harry, é um homem que uma vez no mês, na noite de lua cheia, se transforma num lobo e perde todo o senso da realidade, não reconhecendo nem mesmo a família e os amigos, não distinguindo o bem do mal. Só quer matar, ver sangue. Alguns Lobisomens, como Fenrir, conseguem ter consciência do que fazem e ainda ficam perto de seus alvos até a lua cheia chegar e ocorrer sua transformação.
- Você está dizendo que os lobos que eu matei eram ...eram ..eram bruxos? - indagou Harry pálido de susto.
- Infelizmente, Harry, só que eram bruxos das trevas. Todos eram comensais procurados, e estavam ali para matar os Weasley, pois dois irmãos da Sra. Weasley me ajudaram a matar Voldemort. Falou calmamente Dumbledore, olhando firmemente o garoto .
- Eu ... eu sou um assassino !!! – disse Harry desesperado.
- Calma Harry - disse Remo, chegando perto – Você é um herói. Imagina se você não lutasse, os Weasley, que são pessoas do bem, estariam todos mortos agora, e você também, e eles estariam preparando outro ataque a pessoas inocentes - disse Remo, a uma distancia segura de Harry.
- Remo, é por isso que você fica fora todo o mês? - indagou Harry, entendendo o desespero do amigo de seus pais.
- E sim Harry, eu não quero machucar ninguém, então eu me exilo de tudo e todos para me transformar. Disse, enquanto olhava para a parede.
- E dói?
- Muito. Sabendo disso, seu pai aprendeu animagia e se transformava para me fazer companhia, junto com Pedro e o outro que eu não quero nem falar o nome. As transformações eram menos dolorosas. Com companhia eu não me machucava, nos éramos os marotos, uma turma de baderneiros do colégio. Eu era o mais certinho, tendo sido até nomeado monitor. Eles falavam que eu era a vergonha dos marotos por causa disso. Tempo bons aqueles, não tinha guerras.- disse um saudoso Aluado.
- O que é um animago?- pergunta Harry interessado.
- Um bruxo que se transforma em seu animal interior. É muito difícil, e tem muito poucos no mundo bruxo. – disse Remo, já ao lado da cama.
- Se você me ensinar a virar um eu passo as Luas cheias com você, para não sofrer tanto. – disse sinceramente Harry.
- Obrigado, Harry obrigado por não ter medo de mim e por ser tão bom - disse Remo abraçando-o. Tinha lágrimas nos olhos. Quanto a se tornar animago, o que você acha Dumbledore?
- Um bruxo como o Sr. Potter não só pode ser um animago como deve .-respondeu Dumbledore sorrindo.
- Remo, eu posso te fazer uma pergunta?- disse Harry um pouco nervoso.
-Uma você já fez, mas deixo fazer outra – responde Remo sorrindo, aliviado por Harry esta levando numa boa.
- Como eu consegui lutar daquela forma se eu nunca tinha pegado em uma espada?
- Dumbledore é a pessoa mais indicada para te responder esta. – falou, sentando-se na cadeira ao lado da cama de Harry.
- Você, Harry, é um mestre das armas. Isso significa que tem o conhecimento acumulado de todos os seus descendentes de como manusear uma determinada arma, no seu caso, as espadas. - disse Dumbledore enquanto analisava a reação do garoto.
- Wow, isso explica tudo.
- O quê você sabe sobre magos, Harry?- perguntou o velho sábio.
- Nada – respondeu sem entender o porquê da pergunta.
- Magos são sempre muito poderosos, podem fazer muitas coisas que um bruxo nunca poderia fazer, mesmo ele sendo o mais esforçado. E você, Harry, é um mago assim como eu.
- Woww ... o senhor tem certeza que não está enganado, pois eu nem sei fazer magia - disse o garoto abobado.
- Tenho certeza absoluta. Agora vou te contar uma pequena história sobre sua família por parte de mãe.
- Gryffindor e Slytherin nunca se deram muito bem, e nutriam uma certa antipatia, em razão dos ideais diferentes que defendiam nessa época. Slytherin não era ainda um Mago das trevas. A rixa se agravou por causa de um amor em comum: Rowena Ravenclaw. Tudo começou em uma reunião, quando os quatros fundadores de Hogwarts ainda eram vivos. Era uma das raras oportunidade em que estavam reunidos, após a fundação da Escola de Magia. Rowena era uma poderosa vidente, com poderes únicos, e no meio desta reunião, fez a uma profecia falando que no futuro, o sangue dos dois inimigos se tornaria um só. Tanto Slytherin como Gryffindor ficaram transtornados, pois jamais admitiriam a mistura de seus sangues. Salazar Slytherin, como que para se proteger, lançou uma maldição, segundo a qual todos os descendentes de Godric Gryffindor nasceriam trouxas até o final dos tempos, de modo que nunca, jamais, misturariam o sangue com um Slytherin.
Rowena e Godric tentaram de toda forma desfazer a maldição, mas Salazar era muito esperto e poderoso, e na própria maldição ele contou quais eram as duas únicas formas de quebrá-la: uma era o nascimento de uma Gryffindor tão boa que o próprio Slytherin concordasse com a união, coisa que ele, particularmente, achava impossível, a outra era que Godric Gryffindor teria que aceitar de todo o seu coração que seu sangue se misturasse ao de Slytherin, outra coisa que, inimigos jurados que eram, provavelmente nunca aconteceria.
Rowena quase se separou do marido pelo orgulho dele, em não aceitar a mistura dos sangues. Seus descendentes foram amaldiçoados, e isso era mais uma tentativa de Slytherin separar os dois, mas no fim o amor falou mais alto. Rowena percebeu que o marido sofria, pois tentava de todas as maneiras aceitar a mistura, mas seu coração, no fundo, não admitia. Assim, por conta do enorme sofrimento do amado, não tocou mais no assunto, e todos os seus descendentes nasceram trouxas, até nascer Lily, a menina com um coração tão bom que fez até o espírito de Salazar Slytherin quebrar a maldição.
- Sua mãe, Harry, quebrou essa maldição, e tanto você como seu primo receberam uma carga mágica muito grande, pois fora acumulado por mais de mil anos, sendo que a sua é ainda maior, pois além de ser descendente de Gryffindor e Rowena, também é de Salazar Slytherin três dos maiores magos da História da Magia, as três linhagens das quais você é descende, têm como origem o maior mago que existiu: Merlin.
Não só Harry estava atônito, mas também Lupin, que não sabia dessa história toda.
Seu pai era auror, combatia os bruxos das trevas, e sua mãe era uma inominável. É uma outra forma de combate às trevas. Se você seguir os passos deles, com certeza escreverá seu nome na História. Agora eu vou indo, você tem muitas informações para absorver. Mas qualquer coisa me chame, falaremos mais sobre o que quiser no futuro Harry – disse Dumbledore se levantado e saindo. Os dois demoraram um pouco para perceber que ele não estava mais ali, pois estavam em choque, e não conseguiram nem se despedir.
- Eu acho que preciso descansar – fala Harry abobado, ainda tentando absorver as informações .
- Sabe, Harry, eu também – disse Remo, tão passado quanto o garoto. .
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