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5. 05


Fic: Midnight Breed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Obs.: Esta fic é inspirada no livro do mesmo titulo, a História não me pertence,mas achei interessante, visto que é um livro pouco conhecido.


Os personagens a Seguir são invenção da Titia J.k, *mas se fossem meus o final seria outro*


Não Possui fins lucrativos!


CAPÍTULO CINCO


Mia percebeu o silêncio prolongado do irmão e por um instante pensou que talvez Gina não fosse tão louca como ela pensava:


- Harry? Você ainda está aí?


Harry respirou fundo e tentou manter a voz o mais natural possível:


- Então, Gina resolveu sair um pouco do haras? Bom para ela. E para que todo esse segredo, ela poderia muito bem usar o heliporto daqui, por que usar o do centro da cidade?


- Eu não sei – já tinha estragado tudo, mas não iria contar que Gin pedira segredo sobre sua vinda.


- Tudo bem – Harry tentava manter sua voz calma, controlada e sem perceber soltou – eu almoçarei com Linda hoje, gostaria muito que Gina a conhecesse, vamos almoçar juntos?


O que eu estou fazendo? – pensou Harry - Almoçar com Gina?


- É, acho que tudo bem. Mas creio que Gina já saiu de lá.


Gina vai me matar, pensou Mia.


- Não há problema, mandarei avisá-la do almoço e para o piloto pousar aqui, então passarei no ateliê para pegá-la, tudo certo, Mia?


- Acho que sim – pensou Mia, achando que não estava nada certo.


Harry pediu a Janice para entrar em contato com o helicóptero e mudar sua rota. Feito isso Harry sabia que não conseguiria voltar ao trabalho, levantou-se e foi até a janela panorâmica olhar a cidade.


O edifício de escritórios tinha sido idéia dele. O pai tinha um pequeno prédio com seus escritórios que cobria uma área boa no centro empresarial de Dallas, então Harry dera a idéia de derrubarem o antigo prédio e construírem um edifício comercial alto e moderno que abrigaria também outras empresas, que comprariam o espaço ou alugariam dando um lucro significativo a Potter. O pai concordou e hoje eles tinham esse escritório que ocupava os dois últimos andares do edifício com uma vista magnífica de toda a cidade e ainda alugavam o restante dos andares a grandes empresas que pagavam muito bem para estarem instaladas com elegância e excelente localização.


Mas Harry não estava pensando no lucro e nem ao menos enxergava a paisagem. Ele estava pensando em Gina.


Quando tudo mudara, quando Gina deixou de ser sua quase irmãzinha para virar sua obsessão proibida.


Ele lembrava-se do dia que vira Gina pela primeira vez, ela tinha cinco dias de vida, sua irmã já estava com seis meses na época. Ele considerou-se um garoto de sorte, que agora ele não tinha somente uma irmã, mas duas. E ela era linda, um bebê gorducho, todo rosado, com imensos olhos azuis, sem cabelo.


Harry cuidara dela, realmente como a um irmão mais velho, assim como ele fazia com Mia, apesar de Mia sempre reclamar que ele era mais paciente, atencioso com Gin. Harry não achava isso, sabia que tratava as duas igualmente e que Mia apenas tinha ciúmes.


E ele via suas irmãs crescendo, Mia tornando-se uma menina bonita, mas desengonçada, ela era travessa, exigente, mimada, enquanto Gina era independente, determinada, amorosa, espontânea e cada dia mais linda.


Harry não entendia na época, por que às vezes, sentia um ciúme quase incontrolável de Gina e o mesmo não acontecia com Mia. Hoje ele sabia a resposta.


Lembrou-se de quando ele estava para ir para faculdade, Gina havia ficado na casa para dormir junto com a sua irmã. Ela acordara no meio da noite aos prantos, tanto ele como os pais dispararam para o quarto para ver o que houvera. Já na época ela não quis ninguém a consolá-la a não ser ele. Naquele dia Harry havia levado a namoradinha da época para o jantar de despedida que a mãe preparara e Gin mesmo com tão pouca idade, dissera que o via indo embora com a moça que estava no jantar e não voltava mais para brincar com ela. Harry a consolara e a fizera dormir novamente. Depois desse dia, inconscientemente, Harry nunca mais levara mais nenhuma namorada para casa.


Lembrava-se da alegria da família quando ele voltava para passar as férias em casa e lembrava-se do sorriso luminoso que recebia daquela pequena menina.


Lembrou-se que mais ou menos aos doze anos, Gina mudara com ele, ficando um pouco retraída com sua presença, quase envergonhada, na época ele já terminara as duas faculdades e voltara a residir na fazenda e ajudava o pai com os negócios. E não entendia como aquela menina que sempre fora sua sombra, agora mal conseguia olhá-lo nos olhos quando se falavam e mais uma vez ele não entendeu os sinais.


Mas nada o preparou para o décimo quinto aniversário de Gina.


Todos os convidados a esperavam aparecer no salão de festas da casa dos Weasley, quando a porta dupla foi aberta e Gina entrou de braço dado com o pai. Foi como se Harry a visse pela primeira vez. Gina usava um vestido tomara que caia coral, com um corpete que se ajustava perfeitamente a seu corpo, a saia era como um sino, que quando andava balançava graciosamente. Havia luvas até seus cotovelos da cor do vestido. Seus cabelos estavam presos num coque elaborado e ela trazia discretos brincos de diamantes e uma pequena tiara, também de diamantes.


Ele jamais esquecera aquela imagem. Apesar dele repetir mentalmente que ela estava somente com quinze anos, o desejo que sentiu por aquela pequena mulher o apavorou e todos os momentos vividos com Gina ao longo dos quinze anos da garota passaram como um filme em sua mente naquele instante de contemplação, mostrando que ele realmente a tratara com predileção, como se a estivesse guardando, para um futuro com ele.


Ele ficara transtornado, sentia-se como um adolescente com sua primeira paixão, mas ele já era um homem de 30 anos, considerado como a um irmão para Gina, era respeitado e amado pelos pais dela.


Ele tentara, mas não conseguira. Aonde Gina ia, ele a observava.


Começara a beber. Ele nem se lembrava da última vez que havia bebido além da conta, mas ele necessitava esquecer, necessitava limpar sua mente das imagens de Gina. Começava a se sentir como um pedófilo, um homem sem moral, sem escrúpulos.


Depois de várias horas e vários copos de champagne, whisky, coquetéis e mais alguma coisa que ele nem se lembrava, Gina veio com aquele pedido absurdo para ensiná-la a beijar. Sua primeira reação foi querer procurar aquele tal de Simas e mandá-lo para casa, mas antes dar-lhe uns bons socos na cara. Ele tentou controlar-se, ele tentou negar de todas as formas, mas a bebida e talvez a sua falta de decoro, o empurrou para os braços, para os beijos de Gina.


E em seus 30 anos, ele não havia beijado boca mais doce, nem sentindo tanta necessidade de ter alguém como ele sentira naquela noite e acabou se descontrolando por completo. Ele ainda lembrava-se do cheiro dos cabelos, da pele de Gina. Deus, ela não podia ter somente quinze anos, pois já era perfeita para o amor. E quando ele acordou daquele sonho, seus pesadelos começaram.


Ele nunca se sentira tão baixo, tão sujo em toda sua vida! E ela dizia sem parar que o amava, que ela não era uma criança, que não era sua irmã.


Céus, como ele a magoara! Ele vira isso em seus olhos, ele sentira em suas palavras. Mesmo sabendo que o que fizera era mais que errado, ele não conseguia pensar em mais nada a não ser em ter mais e mais. Então, ele fugira dali, antes de cometer outro desatino. Precisava ficar longe de Gina, claro que a bebida o transformara, primeiro, num homem corajoso que corria riscos, que aceitava os desafios, depois num covarde, que deixou uma menina de quinze anos, que ele amava mais que tudo, sozinha, para enfrentar além da desilusão, os convidados, os pais, as perguntas. Mas ele tinha medo dele, não sabia mais quem era, no que se transformara, então ele fugiu e continuou fugindo por cinco anos. Longos cinco anos.


Ele tentou vê-la outras vezes, três para ser exato, mas cada vez que a via ele se lembrava do ocorrido e, ao invés, de sentir-se envergonhado, ele a desejava. Ele lembrava-se do cheiro dela em seus dedos que o acompanhou por toda aquela noite e se transformava em um animal, somente instintos e então ele corria, fugia. Mesmo por telefone, ele sentia aquele desejo e se odiava cada vez mais por isso.


Eu me sentia desprezível.


Mia tentou conversar com ele, mas ele não queria escutar, ele não precisava de sermões, sua consciência já o castigava o suficiente.


Então, ele se transformara num conquistador, saía com todas as mulheres que podia e por tantas vezes era a imagem de Gina que vinha a sua mente. Tentara encontrar em todas; a mulher de sua vida, mas parecia que nenhuma estava à altura.


Ele sabia que, se se mantivesse a distância, Gina iria esquecê-lo, então se mudou do haras e depois das tentativas frustradas de tentar estar perto dela, sem desejá-la, ele decidiu que não poderia mais vê-la, isso seria bom para ele e melhor para ela e foi o que fez.


Ele sentia que caso, no futuro, ele decidisse assumir esse desejo, pois sabia que era somente luxúria, estaria decepcionando, embaraçando pessoas que ele amava demais, seus pais, os pais de Gina, Mia e a própria Gina. E ele não poderia viver com o desapontamento, ou até o ódio que surgiria para com ele.


Agora fazia um pouco mais de três anos que não a via. Tinha poucas notícias dela, pois não queria saber e na maioria do tempo Gina não existia. Mas bastou ouvir seu nome e saber que em menos de duas horas ela estaria na sua frente, que sua mente viajou e virou um turbilhão de emoções. Mexeu com ele, mais do que gostaria. Mas tinha que se sentir protegido. Com certeza, Gina já o havia esquecido e ele estava noivo, noivo de uma mulher lindíssima, parecia seguro, agora, revê-la. E precisava de segurança, controle.

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Vocês estão com sorte
=O
2 Capitulos por vez.
Em 2 fics
Bom, Obrigado a tds q estao lendo
=) 

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