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4. 04


Fic: Midnight Breed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Obs.: Esta fic é inspirada no livro do mesmo titulo, a História não me pertence,mas achei interessante, visto que é um livro pouco conhecido.


Os personagens a Seguir são invenção da Titia J.k, *mas se fossem meus o final seria outro*


Não Possui fins lucrativos!


CAPÍTULO QUATRO


- Minha nossa, Janice, eu não posso ficar fora um dia que tudo vira um caos? Perguntou Harry, apertando os olhos em um sinal de cansaço. Esse era um gesto que acompanhava Harry desde criança, quem o conhecia bem, sabia que quando ele fazia esse gesto algo o preocupava.


- Parece que sim, Sr. Potter – respondeu Janice Smith, secretária anteriormente de pai de Harry e agora dele.


- Pode ir, Janice, termine de enviar os e-mails e, por favor, não quero ser incomodado por ninguém, anote os recados que entrarei em contato após o almoço, sim?


- Pois não.


Janice levantou-se e saiu do escritório deixando Harry concentrado no trabalho, havia ficado fora apenas três dias, mas parecia um século. Estava lendo um esboço de um contrato, quando o telefone tocou. Ele tentou ignorar, mas quem consegue ignorar um telefone tocando?


Ele não falara para Janice que não queria ser interrompido, que droga! – pensou antes de atender nervoso:


- Janice, eu não...


- Me desculpe, senhor, mas é... sua noiva, como não sei se sua ordem a incluía decide perguntar-lhe.


Repetindo seu gesto costumeiro, apertou os olhos, pensando:


"Deus, o que será que ela quer! Onde estava com a cabeça pedindo-a em casamento e trazendo-a para cá?"


- Pode passar, Janice.


Depois de um click característico, a voz melodiosa, com aquele sotaque inglês que a princípio fascinara Harry, soou:


- Olá, querido, me desculpe, não queria incomodá-lo, somente gostaria de saber se você poderá almoçar comigo?


- Olá, Linda. Desculpe-me, mas almoçarei aqui mesmo no escritório – Harry estava se controlando e manter a voz doce, quando na verdade, sua vontade era simplesmente responder um sonoro não, mas tinha que se lembrar a todo instante que ela fora escolha dele, ela não tinha culpa se era somente mais um negócio para Harry.


- Então, tudo bem, eu arrumo algo para fazer, bom trabalho querido.


- Linda, eu... – ah, nossa como ela era compreensiva, compreensiva demais para seu gosto, pensou Harry – vamos fazer o seguinte, mandarei Gómez buscá-la para almoçarmos juntos, OK?


- Ah, amor, obrigada, tem certeza que não atrapalharei?


Ah, Deus essa mulher era um tédio, pensou Harry. A vida inteira ele vivera com mulheres fortes, de repente escolhera para esposa uma meiga e dependente.


- Não, querida, não atrapalhará.


- Então, estamos combinados. Sinto tanto sua falta querido, desculpe-me se insisto em estar com você.


Ah, eu acho que vou vomitar.


- Também sinto sua falta – disse Harry automaticamente. – Gómez passará para pegá-la daqui mais ou menos duas horas e meia, tudo bem?


- Estarei esperando. Um beijo, até daqui a pouco.


- Outro, Linda.


Desligando o telefone Harry sentiu-se mal, apesar de já ter mentindo muitas vezes para outras mulheres, fingir esse sentimento que não existia para Linda era a pior das tarefas, mas era preciso.


Estava com 35 anos, quase trinta e seis, precisava constituir uma família. Uma de suas paixões eram as crianças, queria filhos, muitos, de preferência e sua família tradicionalista, ficaria chocada com a idéia de Harry ter filhos e não ter uma esposa.


Quando ele fora apresentado a Linda por sua irmã, ele viu nela uma boa candidata. Ela era linda, elegante, refinada, discreta, educada, daria uma ótima esposa para alguém na posição dele e tinha certeza que seria uma excelente mãe. Apesar de ela ser dependente, sem vigor e melosa demais.


Como de costume, apesar de já vislumbrá-la como uma possível candidata a esposa, conseguira levá-la para cama, sem muito esforço. Ele tinha esse dom, aprimorado com eficácia nos últimos 5 anos de caça. Sabia apertar os botões certos, no momento certo e as mulheres achavam que a idéia de fazerem amor, amor não, sexo, era delas. Claro, que sua aparência e seu status de solteiro milionário ajudavam muito, mas não podia descartar suas habilidades de conquista.


E o que mais o atraíra em Linda, foi sua falta completa de habilidades na cama e seu quase desinteresse pelo assunto. Todas as vezes que eles haviam transado e foram poucas e mais do que suficientes para Harry, ele havia dado o primeiro passo, como se ela esperasse pacientemente a vontade dele se manifestar, não tendo assim necessidades próprias.


Não que ela fosse de todo mal, mas parecia estar o tempo todo se controlando, sem se soltar e quando ele pedira para ela relaxar, se deixar levar, ela dissera que nunca havia estado tão relaxada em toda sua vida, que não conhecera um amante mais fabuloso ou habilidoso. Por sua experiência com mulheres e ele já tivera muitas, ela realmente alcançava o clímax, mas era de uma forma tão discreta, silenciosa e calma que ele chegara a ficar frustrado e toda aquela imobilidade, quase, bem, quase o fizera falhar. E por mais incrível que possa parecer, esse foi o ponto alto para pedi-la em casamento, sabia que daí não nasceria uma grande paixão, apesar de ela ter outras qualidades para fazer um homem se apaixonar, Harry sabia que ele não seria fisgado, então poderia sair do relacionamento intacto, sem se machucar, caso fosse necessário, no futuro, um divórcio. Para ele esse casamento não passava de mais um contrato a ser assinado.


Deixando os pensamentos de lado, ele pediu para Janice ligar para Gómez para buscar Linda na hora combinada. Passado alguns minutos, Janice ligou de volta dizendo que Gómez já tinha um compromisso com a irmã dele para o almoço. E perguntou se poderia mandar outro motorista no lugar. Harry concordou e voltou ao trabalho, mas o pensamento que tinha algo mais, no simples pedido da irmã o estava incomodando. Passado mais de uma hora, Harry mesmo trabalhando com afinco para por as coisas em ordem, sentia como se algo o estivesse oprimindo, mas o que poderia haver de errado em a irmã usar o motorista para o almoço: nada! Mas ele sabia que tinha algo errado, e quando seu cérebro lhe dava esse tipo de aviso era melhor não ignorar e resolveu ligar para a irmã e perguntar.


Discou o número de Mia e ficou esperando alguém atender.


- Maison Potter, bom dia?


- Olá, Marcy, gostaria de falar com minha irmã, por favor.


- Bom dia, Sr. Potter, ela está atendendo uma cliente, mas acho que poderá falar com o senhor.


- Obrigado.


Harry ficou aguardando e ouviu a voz da irmã.


- Estou ocupadíssima, Harry, tenho apenas um minuto.


Harry e Mia tinham um relacionamento excelente que os permitia ser sinceros e sem rodeios um com o outro, Harry foi direto ao assunto:


- Para que você precisa dos serviços de Gómez na hora do almoço? O que você está aprontando, querendo impressionar alguém?


Mia normalmente usava sua posição, ou as mordomias que disponha quando queria impressionar um novo namorado, que era quase sempre. Apesar que nos últimos meses, Harry não a havia visto com ninguém.


Sem nem ao menos pensar o que estava falando, pois não tinha o habito de mentir, principalmente para o irmão, disse sorrindo:


- Não, não tenho ninguém novo para impressionar, Gómez irá buscar uma amiga no heli... – ah, droga, pensou Mia, agora já falei.


- Mia você não mente muito bem – isso era estranho, não era? Ele sabia que tinha algo mais e jogou – se tem uma amiga sua vindo para a cidade de helicóptero e você precisa dos serviços de Gómez, por que não usar o heliporto daqui do prédio? Facilitaria muito a vida de meus empregados.


Que adiantaria tentar inventar uma mentira agora. Gin me perdoe:


- Harry, Gina está vindo para Dallas. E ficará comigo por uns dias.


Harry sentiu como se tivesse levado um soco no estômago, tal a contração no músculo.


Gina, Gin, Giny.

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