Angelina arrumava a cama do quarto de casal. Pegou a toalha jogada em cima do travesseiro. Ele sempre insistia em jogá-la em cima da cama. Por mais que falasse, ou reclamasse ele nunca a obedecia.
Escutando ele cantar do banheiro da suíte do quarto, Angelina sorriu ao lembrar-se das loucuras de Jorge pela casa.
Que pessoa em sã consciência andava apenas de toalha e sua antiga gravata com as cores da Grifinória pela casa, enquanto cantava ao som de I’m too sexy em cima da mesinha de centro da sala.
Sentou-se na cama e esticou seu corpo. Sentiu o cheiro de chocolate do shampoo trouxa que ele usava. Levantou-se e andou em direção ao banheiro.
Abriu a porta vagarosamente e não conteve em dar uma gargalhada a cena que presenciou.
Jorge estava segurando a escova de dente como microfone, enquanto rebolava embaixo do chuveiro.
- Angie? – Jorge a chamou, enquanto essa se apoiava na porta e ria bastante.
- Isso... foi... hilário! – Ela falava entre uma risada ou outra.
- Eu sei, eu sei. – Ele falou como quem se gaba que um grande ato. – Eu nasci para ser comediante...
- Convencido, não?- Perguntou Angelina que colocava o creme dental na escova.
- Apenas realista querida. – Ele sorriu fechando o chuveiro e esticando-se para pegar a toalha. – Algum problema? – Comentou ao ver o rosto da mulher não tão amigável.
- Dor nas costas.
- Hum... Sabe, eu posso fazer o café hoje. – Jorge argumentou, terminando de secar o cabelo.
- Maravilha. Mas por favor, - Ela virou-se e fitou e marido que sorria calmamente em sua direção. – faça um café de verdade. Com muita cafeína de preferência.
- Okay. – Ele gritou enquanto saia do banheiro. – E... Angie? – Ela o olhou enquanto enxaguava a escova. – Eu posso comer cereal? – Ele perguntou como um garoto de cinco anos.
- Sim. – Ela sorriu e ele a beijou rapidamente, deixando a essência floral do sabonete entrar em suas narinas.
Tirou a roupa e tomou um rápido banho. Colocando um vestido solto e descendo para verificar o grande banquete de Jorge.
Desceu as escadas e viu ele sentado no sofá assistindo a um jogo de Quadribol. Com uma tigela de leite e cereal em sua mão.
- Manda logo para o aro esquerdo sua idiota! – Jorge xingou uma das jogadoras dos Holyhead Harpies.
“A goles escapa da Perkin, e Smith a pega, ele desvia dos balaços, dribla os três artilheiros dos Tutshill Tornados e joga a goles e É POOONTO PARA OS HOLYHEAD HARPIES!”
- ISSO! YEAH! – Jorge gritou enquanto pulava em cima do sofá branco da sala de estar. – Amor? – Ele perguntou, dando uma colherada na tigela com cereal ao notar a presença da mulher no cômodo.
Jorge a olhou por toda a extensão de seu corpo. Ele realmente havia se casado com uma mulher linda. Sua pele morena e sedosa, grandes coxas proporcionais ao corpo e o traseiro maravilhoso em sua visão. Ah! E o vestido creme com flores desenhadas delicadamente de preto, fazia um belo contraste em sua pele.
- Seu café está na bancada da cozinha. – Era totalmente incrível, como ela tirava toda a sua atenção. E aquele vestido só dificultava as coisas.
Angelina dirigiu-se a bancada da cozinha, pegando a xícara de café fumegante. Levou o café que estava excessivamente carregado e fechou sentindo a cafeína agir por todo seu corpo, fazendo-a ficar mais ativa, como se uma corrente elétrica percorresse todo o seu corpo. Desde a nuca, até o dedinho mindinho do pé.
Deu o último gole no café e sentiu as mãos masculinas de Jorge em sua cintura. Ainda sem abrir os olhos, sentiu seus lábios gelados pelo leite, percorrerem toda a extensão do seu pescoço.
- Você estava tomando café, ou me torturando Angelina Weasley? – Ele sussurrou roucamente em seu ouvido, causando uma onda de arrepios na esposa.
Angelina riu. Ela adorava escutar seu nome saindo daquela boca vermelha e sedutora do seu marido. Ela era completamente apaixonada pelo seu jeito maroto de chamá-la. Seja calmamente ou não.
Suas mãos passavam pelo corpo dela, pelas curvas, acariciando loucamente a sua pele.
Logo Jorge procurou a boca da esposa. Beijando-a ardentemente. Angelina correspondeu fervorosamente, perdendo seus dedos entre os fios ruivos de Jorge.
Ainda por cima do vestido, Jorge delineava os seios de Angelina, fazendo-a arfar.
Jorge pressionou o corpo da esposa contra a bancada da cozinha e segurou uma de suas coxas. Passando a mão por toda a sua extensão, e logo após suspendendo Angelina nos braços e levando-a para o sofá.
Deitou-a, e subiu a barra do vestido.
Angelina sentia dos dedos de Jorge lutarem contra os botões finos do seu vestido.Com um puxão nada delicado, Jorge abriu o vestido, vislumbrando a lingerie branca da esposa.
Rapidamente tirando o sutiã, Jorge beijou a esposa e foi descendo até chegar ao vale dos seios.
Entre beijos, carícias, Jorge entrou na esposa, movimentando-se freneticamente, e beijando Angelina. Depois de várias estocadas e os altos gemidos de Angelina, eles chegaram lá juntos.
Deitada sobre Jorge, que acariciava seus cabelos, Angelina olhou para o vestido no canto da sala.
- Querido, você rasgou meu vestido?
- Ahn...Sim...?
- Aquele era meu vestido favorito Jorge!
- Olha, depois compramos outro. Um em que você fique bem gostosa. –Ele falou voltando a beijar Angelina. – Além do mais, existem várias coisas que se fazem sem vestido.
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