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6. Sexto


Fic: Imperio


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Faltavam poucos minutos para meia noite, alguns alunos já tinham ido se recolher. Eu e Alana estávamos debruçadas na mesa do salão comunal fazendo uns testes de uma revista trouxa que ela trouxe. Não acreditava em nada, mas era bem engraçado. Alana estava sempre olhando para o lado do grupinho.



 



Scorpius, Alan, Peter, Avery e Rick. Estavam jogados no sofá de calças e a camisa branca desabotoada até a metade. Algumas meninas ficavam a volta deles espalhadas pelo chão e ate mesmo em pé. Claro que eram lindos, mas eu não faria isso.



 



— Há garotas agora vão dormir, amanha ainda tem aula. — disse Alan passando a mão nas costas, ou seria bumbum de uma morena insuportável.



— Amanha você me ensina como manejar bem a sua varinha Scorpius! — gritou Regan, uma vadia do sétimo ano.



Alana e eu arregalamos os olhos. Ouvi a risada inconfundível de Jack e alguns meninos do outro sofá.



 



— Ainda tem gente no salão comunal, gente descente! — disse Alana exasperada enquanto juntávamos nossas coisas.



 



Olhei novamente para Scorpius, deitado no sofá com a camisa aberta, um sorriso sacana no rosto, como se estivesse sido chamado, olhou para mim e fez algo que nunca imaginaria, deu língua. Numa atitude infantil ou brincalhona, mostrou sua língua e depois voltou atenção para seus amigos.



 



Subi para nosso quarto, me troquei rapidamente vestindo um pijama preto e rosa, desembrulhei a capa e aguardei sendo supervisionada por Alana.



— Tem certeza Lily?



— Toda, hoje vou e se tudo der certo, você me acompanha nas próximas vezes. — disse num sussurro para não acordar as duas meninas que dormiam.



 



Por volta de meia noite e quarenta, abri um pouco a porta para ouvir algo, exatamente como sempre, eles estavam no salão fazendo quase que som nenhum, era agora ou nunca. Vesti a capa ouvindo um som de surpresa de Alana quando viu o “efeito” real da capa e desci as escadas ate o salão, sem respirar direito.



Os cindo estavam de pijama, vestindo cada um alguma capa para o frio, saíram da masmorra em silencio. Os segui como se fosse uma sombra.



 



Os corredores de Hogwarts estavam congelantes e mal assombrados, o Barão Sangrento, fantasma de nossa casa pairava por perto, mas fingiu não ter visto os alunos fora da cama. Subimos um lance de escada e descemos por um local que eu desconhecia, três lances ate chegarmos num amplo corredor.



Eu não fazia a mínima idéia de onde estava. Nunca vi esse lugar, mas bem lá dentro um alerta avisava que estava claro, como água.



 



Tive certeza assim que ouvi a voz de Alan.



― Não sei por que ao certo, mas esse lugar me da calafrio, sempre deu.



― Deve ser as pinturas. ― disse Avery.



 



Só então parei para reparar nas “pinturas”, que mais pareciam runas antigas. O corredor ficou menor quando passamos por uma escrita no teto:



 



Você esta no Corredor Escuro do 3° andar, dê meia volta, ou arque as conseqüências”.



 



Como eu sentia, estava no terceiro andar, o local proibido na escola, ninguém sabia o que tinha por aqui, ou pelo menos quase ninguém.



As paredes pareciam diminuir, do meu lado direito uma grande bruxa estava entalhada, ao contrario das pinturas, ela não se mexia. Seus olhos estavam fechados e parecia dormir, mas tendo um pesadelo. Uma grande coroa a adornava e logo acima, saindo da extremidade de sua varinha o nome formava “Rowena Ravenclaw”.



 



― Ela devia ser bonita quando era nova. ― Avery disse.



― cê-dê-efe viajada! ― Peter disse, fazendo todos rirem.



 



Do lado direito, como já esperava a bruxa estava com olhos abertos. Lembrava um pouco vovó Molly, talvez seus olhos. Era cheia e parecia feliz, com uma mão segurava sua taça, e a outra a varinha que brilhava em um nome que parecia nunca apagar, “Helga Hufflepuff”.



 



Segui os meninos tentando se quer respirar, era difícil. Eu assustava, abismava, e ficava em choque com tudo que estava vendo. O corredor restante tinha uma iluminação acinzentada, bem no fundo tinham duas pequenas portas de madeira (pequenas provavelmente pela distancia). Que tinha uma placa acima, eu com certeza não conseguia ler.



 



Mas pouco importava.



A minha direita na parede, um bruxo com cabelos longos e alvoroçados sorria. Um chapéu que abria sua boca num rasgo ao meio também sorria e se encaixava perfeitamente a cabeça.



Ele parecia brincar com a varinha em uma mão e a outra alisava um leão gigante, não precisava se prova nenhuma para descobrir quem era, mas pendurada em sua cintura a grande espada resplandecia “Godric Grynffindor”.



 



E virei lentamente para esquerda. Obvio que sabia há muito tempo quem encontraria e onde os meninos estavam indo.



 



O bruxo sorria. Mas, não um sorriso sincero.



Vestia uma roupa de gala e seu olhar tinha um brilho ardiloso. Varias cobras talhadas na parede completavam a visão, ao seu lado Scorpius parou sendo seguido por todos.



Observei ele abrir a boca, de inicio ouvi silvos baixos, mas quando os olhos de todas as cobras desenhadas na parede brilharam, entendi perfeitamente o que ele fazia.



 



Mestre dos mestres, poderoso, astuto, ambicioso na inteligência. Seu passado é nosso futuro e o futuro do futuro”.



 



Scorpius respirou fundo, a boca apenas sibilava, mas eu podia identificar bem e com clareza suas frases.



 



“Abra, eu exijo que abra!”

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