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8. Corpo e Alma.


Fic: A Terra dos Esquecidos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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8 – Corpo e Alma.

O dia começava a ficar alaranjado a medida que o sol caia... A linha do Horizonte ia ficando mais a mostra e revelando a aniquilação que havia acontecido ali. Corpos de todos os vampiros estirados no chão inundado de sangue. Corpos pálidos e sem vida com estacas de prata enviados no coração, corpos queimados por tochas. Mortos pelas maldições imperdoáveis proferidas por bruxos.

Sabia que seria difícil conseguir realizar tudo que em tantos anos foi planejado sozinha. Via indo embora seu sonho de reinar num mundo melhor pra sua raça. Sentiu seu sangue frio queimar em suas veias e sua face pálida se contorcer em fúria e desgosto.

Ela andou com seu longo vestido cor de vinho por entre os corpos com a pequena menina ao seu lado, observou tudo minuciosamente. Tudo jogado fora, tanto tempo, tempo precioso... Todos lá, todos que lutaram para o sonho acontecesse, mortos...

Ela sabia que isso não ficaria assim.

– Foi isso que aconteceu quando te tirei daqui, se mesmo que eu te deixasse aqui não conseguiria que isso acontecesse.

– Ouve um traidor, quero saber quem foi...

– Não sei, mas tem que ser alguém próximo, nenhum desses que morreu ontem se sacrificaria sem motivo. O que significa que aquele que nos traiu não estava aqui.

– Eu sei exatamente quem seria tão corajoso e tão idiota em fazer isso.

– O que pretende fazer? – perguntou a garotinha.

– Vingança.

– Por que ele faria isso?

– Por ela, sempre desconfiei, mas não sabia que chagaria a esse ponto. Marry e Apolium iram me pegar caro.

Andou mais um pouco por entre os corpos silenciosamente, nada conseguia tirar aquele horrível sentimento de traição dentro dela. A pequena Tayná andou logo atrás dela, sabiam exatamente o que pretendiam e precisavam fazer, Apolium ia pagar através de Marry e depois Mégara Antoniet se livraria dele. As coisas teriam que mudar.

– Gostaria de tentar, Mégara? O que poderia perder?? – perguntou a garotinha.

– O que eu poderia perder?? – repetiu aos sussurros.


*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ron pegou Eduarda nos braços com muito cuidado para não feri-la mais do que já estava, vestiu-a parcialmente. Não pode por sua calça jeans por seu pesada e apertada e isso tinha certeza que a incomodaria. Com cuidado levou-a para a cabana, sentia seu corpo cansado e ver a jovem Duda lá tão indefesa o deixou com o coração partido. Apesar de tudo ela era uma boa amiga e sempre ajudou sua Mione, aparentemente agora estaria sozinho para terminar sua missão e cuidar das duas.

Tristemente chegou na sua cabana e limpou os ferimentos da morena nos seus braços, mas algo lhe chamou a atenção, no pescoço de Eduarda tinha um ferimento intrigante, dois furos que, mas pareciam mordidas de caninos. Ele tinha medo de saber o que aquilo significava.

Tentou se lembrar de cada detalhe escrito naquele diário tão estranho, deixou Duda deitada delicadamente na cama e foi pro seu quarto onde sua querida Hermione jazia deitada quase como morta com um leve sorriso e uma expressão serena no rosto. Deitou do seu lado e ficou acariciando seus cabelos castanhos e cheios que estavam soltos encima dos travesseiros brancos.

– Eu te amo e nunca vou te deixar... – confessou mesmo sem saber se ela escutava.

Lembrou-se perfeitamente da ultima pagina do diário que fez Rony se sentir tão mal.

Acabou-se...

Tudo agora acabou, meu querido e amado noivo foi devidamente castigado, mas fiquei tão irritada ao ver sua dor pela outra que me fez acabar completamente com aquele corpo o transformando em cinzas, sem piedade matei Apolium, ele sempre soube que não poderia brincar comigo e pagou caro por sua traição e mim e todos nossos irmãos de raça. Mas infelizmente descobri que precisaria de seu corpo para meus fins, só que agora o corpo de Marry não mais existe. Rezo agora que quando acordar de meu sono profundo de mil anos a família dela ainda exista, tem que existir tenho que conseguir seguir com meus planos, matei Marry Granger e matarei-a quando reencarnar de novo. De acordo com a previsão da pequena Tayná, já sei até qual será seu nome... Sacrificarei a bruxa imunda Hermione Granger.


Ron tinha medo, muito medo pelo que poderia acontecer com sua amada. Não podia ficar lá tinha que levar Eduarda para um hospital o quanto antes, ou poderia acontecer o pior, essa hipótese o assustava.

Com o devido cuidado levou Eduarda para o hospital bruxo mais perto aparatando.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Harry e Gina chegaram no vilarejo da Irlanda cansados. Fora difícil conseguir uma chave de portal de ultima hora, mas por ser influente no ministério Harry conseguiu. Queria saber onde Ron e Mione estavam hospedados, esqueceu desse pequeno detalhe.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

“– É lá!” – pensou a jovem vampira olhando uma humilde cabana que era muito afastada do vilarejo, bem no centro do bosque. Caminhou lentamente saboreando aquilo que queria fazer... Bem lentamente... Ela estava lá, toda inocente balançando seu cabelos castanhos cacheados e cheios com sua expressão de mulher inteligente. Ela era curandeira do povoado, sempre que alguém estava doente, o levava até ela. Mas ela sabia que ela não era uma simples curandeira, ela tinha amplo conhecimentos em poções bruxas, sendo ela uma.

Estava pronta para atacar a qualquer momento. Mas algo lhe chamou a atenção. Ela estava do lado da casa colhendo verduras e ervas na horta quando um viajante ruivo chegou a abraçando por trás. Marry virou e o beijou apaixonadamente. Eles eram só sorrisos e falavam animadamente, até entrarem na cabana juntos. Aquilo lhe parecia hilário... Como será que seu doce Apolium reagiria se soubesse que sua adorável musa já era compromissada??

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Mais uma madrugada fria, o céu limpo com a lua cheia se exibindo. Na cabana, Antoniet fitava a lua pensativa e de braços cruzados, sentindo o vento gelado cortando seu rosto.

Os pensamentos dela corriam soltos, mas o que palpitava em sua mente era: Apolium em seus braços, chorando, e o corpo de Marry sem vida. Tudo será como desejei... Pensava ela, Apolium não tinha mais aquela megera, agora terá outras prioridades, como eu...

Afinal, ele já estava machucado sabendo que um dia Marry foi compromissada, será cada vez mais fácil minha vingança e... Interrompendo sua linha de pensamento, olha por cima do ombro e vê Andrômeda entrar.

– Ah é você... – Antoniet diz com pouco caso, mas não falava nem de longe o que realmente pensava

– É claro que sou eu! – disse com pouco caso – Quais são as nossas novidades de hoje antoniet? fale logo, estou com uma vontade imensa de ... Sangue!

– Pois deixe suas "necessidades" para depois, e não me interrompa!

Andrômeda resolve ouvir, não por medo, e sim por que queria ir logo "jantar".

– Apolium... – Antoniet se vira, com um sorriso escondido no rosto, transparecendo de leve, como se visse seu homem ali. - Voltou... - Ela olha para seu antigo anel de noivado construídos com o esforço e suor se reles mortais escravizados e dados como alimento posteriormente

– Eu percebi...– disse Andrômeda - mas o que tem ele realmente... Digo... Por que o trouxe???
– Apolium e eu estamos juntos novamente!

– Bom, juntos em parte não é? Por que se não se lembra, ele é ainda apaixonado pela...

– Porem, – Ela aumenta o tom de voz, sem olhá-la. Não queria que pronunciasse o nome da mulher que tirou o coração do amado de posse dela. – se meu plano for executado com sucesso, em breve será completamente meu! - Ela da ênfase ao "completamente", fazendo Andrômeda fazer uma leve careta de desgosto

– Ele, pelo que eu sei nunca foi seu... Você foi mais um brinquedinho... – disse ela analisando a situação – E parece que continuará sendo...

– O que disse? - Antoniet fala avançando dois paços. – Invejosa, isso que você é! Só consegue se aproximar de alguém, para morder! Afinal, ninguém se apaixonaria por alguém... - Ela a mede de cima a baixo - Como você...

– Você se esquece, mas sou igualzinha a você... Por isso não me suporta...

– Você não sabe com quem se mete... Era só o que eu precisava! De uma vampira que mal consegue arranjar sua comida de qualidade, dizendo que é igual a mim! – Ela se vira, sem deixar Andrômeda falar – Mas não me aborrecerei com você... Tenho que pensar como ficarei com meu Apolium.

– Você é patética... Mulher mal amada...não vê o que acontece debaixo do seu nariz!

– Você é patética... Mulher mal amada... Não vê o que acontece debaixo do seu nariz! Por mais que tente matar Marry, pelo que você mesma me disse, ela nunca foi boba!! Muito menos fraca... Se Apolium gostou mesmo dela nunca vai apagá-la do coração dele...Ela sempre viverá... Querendo ou não... Se ele souber que você...

– Ele não ira sua vil vampira nojenta!

Andrômeda faz cara de pouco caso

- E sabe, Apolium agora esta do meu lado, e de nada mais preciso, ele ira me ajudar, tenho certeza!

- Nada mais precisa? – Andrômeda começa nervosa – È impressão minha ou você esta querendo insinuar que, não precisa mais de mim? – Ela diz incrédula e estreitando os olhos, apontando o dedo para si mesma.

- Entenda como quiser... Não me importo!

- Me obrigou a me juntar a vocês, para agora se desfazer de mim?! Como uma roupa suja de sangue da presa?!

- É... Até que você esta começando a usar a cabeça para algo! – Antoniet da as costas para Andrômeda, quando sente seu corpo esquentar e ser jogada para longe.

Por sorte, onde fora lançada, tinha um pilar em que ela se segura, girando em volta do mesmo se virando novamente a Andrômeda. A desgraçada havia atacado-a com fogo! Pois bem, ela pensa, agora a coisa vai ferver!
Sentindo os olhos queimarem como fogo e sabia que eles estavam mais vermelhos do que nunca, por um momento “invoca” sua mente contra ela. Em fração de segundos, vê o fogo sem forma sair de seu corpo, se juntar e acertar Andrômeda em cheio, fazendo-a contorcer e cair um pouco longe.
Andrômeda cai pegando fogo e logo com a mente, assim como Antoniet, invoca o fogo que estava em seu corpo, lançando-o contra Antoniet, mas ela desvia.
A partir daí, a luta passara a ser um espetáculo de luzes, quem olhasse de longe, não entenderia as luzes de fogo, acharia que era um incêndio.

Antoniet sentia a fúria lhe consumir aos poucos e Andrômeda não deixava por menos, tudo que sentiu em sofrimento na sua vida toda veio a tona, descontando tudo em Antoniet. Mas pra sua infelicidade, Antoniet era muito mais experiente.

Com os olhos vermelhos e mãos em chamas, Antoniet se elevou no ar com uma expressão maligna em si que assustou até Andrômeda. As duas Mégaras se olharam profundamente e como um relâmpago, Andrômeda foi jogada longe, desacordada e desarmada. Antoniet, vitoriosa, se aproxima em passos lentos e precisos, com o olhar arrogante se ajoelha ao lado do corpo e com uma estaca de prata que ela com um movimento rápido fez aparecer, Fincou-a no peito de Andrômeda.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

O lugar era muito familiar, mas tão diferente, a sensação era muito estranha, como se fosse uma lembrança distante, a muito esquecida... Caminhou devagar pelas árvores do bosque de Black Rose, mas diferente de antes, ela sabia exatamente como andar por lá. Sabia que plantas eram as que via e sabia que árvores eram aquelas.

Passou pelo os arredores do vilarejo, mas as pessoas que passavam por si pareciam não notá-la. Continuou andando sentindo-se em casa, algo que já não sentia mais desde que chegou naquele lugar. As roupas das pessoas eram muitíssimo antigas, estilo camponeses mesmo, e na verdade eram... Não sabia por que sabia, simplesmente essa informação chegou em si naturalmente.

Passos calmos e despreocupados. Tudo era tão natural, tão normal. Seguiu seu caminho adentrando a floresta. Ao longe viu a cabana das vampiras, mas não parou, continuou como se soubesse pra onde ia, ela só seguiu em frente. Hermione teve a impressão que aquilo não era apenas um sonho.

Uma cabana simples com uma horta do lado bem no meio do bosque. Algo rústico, viu uma placa escrito em runas que dizia “mantenha-se longe”. Ela entrou no local, seguiu para a porta de madeira. Abriu com a varinha dizendo um simples “alohomorra”... Mas a frente viu uma cabeleira castanha sentada próxima a lareira apagada. As luzes do sol adentrava as janelas revelando a si mesmo, com cabelos maiores e com o olhar misterioso. Sua própria imagem na sua frente. Si mesma de mil anos atrás.

– Estava lhe esperando. – disse a visão.

– Quem é você?? – disse Mione.

– Sou você, mas também não sou. Hermione, não é?

– Sim, esse é meu nome... – disse incerta.

– Sou uma parente distante, me chamo Marry. Marry Granger.

– Eu também sou uma...

– Granger... Eu sei...

– Mas como??

– Sou como você, uma feiticeira, mas um pouco diferente. Tenho clarividência as vezes.

– Você pode ver o futuro? – perguntou Mione confusa.

– É raro, mas não impossível. Sabia que viria, mesmo como espectro. Um fantasma...

– Fantasma?? Eu estou...?

– Não está morta. Mas eu a trouxe. No meu tempo meus dias estão contados, e queria lhe dizer que o mal que me ronda está atrás de ti.

– Mégara Antoniet.

– Exatamente, você será necessária nos planos dela. – levantou-se.

– Por que?

– Não tenho certeza... Mas acho que envolve um sacrifício.

– O que faço então...

– Tome um pouco de chá... Lhe direi exatamente o que fazer...


*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ron chega com Eduarda no colo correndo pelos corredores do hospital irlandês.

– Por favor! Por favor! Emergência!

Na hora que ele grita, vários médicos vêem ao seu alcança e um com uma maca. Ron a deposita cuidadosamente na maca.

– O que aconteceu com ela? – Um deles pergunta

– Eu não sei! A encontrei cheia de sangue, só a limpei e trouxe pra cá. A única coisa que identifiquei que pode ser um ferimento é isto. – Ele afasta o cabelo da moça desmaiada e mostra os pequenos furos em seu pescoço.

– Ok. Tenho uma sugestão do que pode ser isso mas, é bom examiná-la primeiro! Espere aqui por favor, e de os dados da moça na recepção, se a conhecer.

– Certo.

Ron vê os médicos sumirem com a amiga pelo corredor e fica preocupado com o que teria acontecido a ela. Vai a recepção e começa dar os dados para a mulher.
Ele senta na recepção e espera, até que trinta minutos depois o mesmo medico que entrou com ela, havia voltado.

– Então doutor, o que houve com ela?

– Bom, venha comigo.

Ele o leva até um quarto, onde Eduarda se encontrava na cama, ainda desacordada.

– Dei uma olhada nesses furos, ela foi mordida por um vampiro.

– O que?!

– Isso mesmo Sr. Mas não tem como saber se ela foi ou não infectada, pois varia de pessoa a pessoa. E outra, tem vampiros que mordem pra matar outros mordem com intenção de aumentar sua raça.

– Entendo... – Ron olha a moça na cama, com medo dela ter sido infectada.

– Mas... Bom... Tem outra coisa. Ela está em coma.

– O meu Merlin...

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Harry e Gina percorria o vilarejo atentamente, mas as pessoas não eram tão amigáveis com os visitantes. Andaram tanto que cansaram de procurar, Harry fez um feitiço de localização e logo soube a direção da casa de Rony e Mione.

Foram reparando em tudo ali, parecia que o lugar havia parado no tempo, sentiram extremamente deslocados, e aquelas pessoas olhando pra eles de um jeito tão estranho que fazia se sentir mal.

Logo já estavam onde seus amigos moravam temporariamente. Mas parecia que não tinha ninguém naquela casa, compreensível já que eles estavam em missão. Entraram na casa calmamente e esperaram. Gina estava um tanto cansada e então entrou num dos quartos. Viu sua amiga dormindo tranqüilamente e sorriu involuntariamente. Entrou no quarto e ficou vendo tudo ali.

Um tempo depois Harry foi atrás de sua noiva, viu-a ao lado de Mione adormecida. Foi até elas e ficou calado. Apenas sentiu sua Gina num abraço que deu nela. Decidiram que seria bom acordar Mione, tentaram, mas nada aconteceu. Gina olhou assustada pra Harry.

– Ela não vai acordar. – se viraram e viu Rony na porta os olhando. – Ela foi enfeitiçada, não acordará nem com a nossa magia.

– Mas... – começou Gina.

– Deixa que eu vou lhe explicar... – Ron se aproximou deles e contou tudo que acontecera desde que eles chegaram. Viu como eles ficaram estarrecidos e pensou o que estaria pensando nesse momento.

– É difícil de acreditar. – disse Harry.

Gina ficou em silencio por muitos minutos. Minutos preciosos. Sentia dor em seu coração. Sua amiga estava sofrendo pela maldade de outros. A dor se transformou em fúria. Ela se levantou bruscamente assustando os garotos.

– Gina... – chamou Harry quando ela se dirigiu pra porta. – O que vai fazer.

– Só o que elas merecem!

– Não faça nada Gina... – Disse Ron.

– Eu tenho que fazer...

– Não vá Gina, não sabemos com que estamos nos metendo.

– Se eu demorar demais vão atrás de mim... disse saindo pela porta vermelha de raiva.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


Gina sentia-se alterada, completamente enfurecida. Sabia o que queria e o que faria. Pretendia matá-las se preciso. Elas não podiam fazer isso com sua amiga, não tinham o direito. Se por algum motivo Hermione não sobrevivesse. Esse pensamento veio como um punhal no coração dela, não podia perder sua amiga, não era justo.

Não sabia pra onde ia, mas seus pés pareciam saber, pois andavam em passos firmes e decididos. Não voltaria enquanto não achasse as vampiras que se atreveram a se meter com a família dela.

Passou por muitas arvores mais não chegou em lugar nenhum... Quanto mais andava mais se perdia. Estava ficando desnorteada, ficando receosa. Finalmente passou pela sua cabeça que não conhecia aquele lugar, se deixou levar pelo que sentia, esqueceu completamente que aquilo pra si era o desconhecido.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ron andava de um lado pro outro e Harry ficou o tempo todo sentado, pensativo. Não devia ter deixado-a sair assim, do jeito que estava poderia fazer uma loucura. Sua noiva, sua mulher. A conhecia muito bem pra temer o que poderia vir. Mas ela disse para esperar. E ele esperaria o tempo que fosse necessário para isso. Mas sua vontade era de sair correndo, alcançá-la e trazê-la de volta, tinha que protegê-la, esse pais era totalmente diferente, ela não conhecia nada de lá.

– Dá pra parar de andar pra lá e pra cá, está me deixando tonto já... – Reclamou Harry.

– Não dá... A mione está desacordada, A Eduarda ta em coma, minha irmã nem sei onde está... – disse Ron.

– Eu também não estou bem, mas tente se manter calma. Eu dou mais meia hora pra ela voltar, caso contrario vou atrás dela.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Tudo corria plenamente bem. Sorriu por sua constatação. Andou tranqüilamente por sua cabana extremamente confortável e bem iluminada. A lua brilhava intensamente e sua luz deixava ainda mais pálida a branca pele de Mégara Antoniet, seus lábios eram convidativos e pintados de vermelho ficavam ainda mais. Vestia e longo e fascinante vestido cor de vinho e preto. Muito elegante e sensual.

Ela esperou. Esperou por longos minutos que pareceram eternidade, mas ele chegou. Abriu a porta e entrou. Apolium fingia que nada acontecia e isso irritava profundamente Antoniet, fingiu que não. Ele entrou devagar e se aproximou dela e beijou-a profundamente.

– Pensei que não viesse. – Disse calmamente.

– Não te deixaria sozinha minha querida. – disse Apolium sossegado. – O que queria me mostrar?? – perguntou malicioso enquanto sorria.

– Isso! – com uma massa de ar que passou por eles e uma nebulosa que se formou no meio da sala, se materializou Marry Granger completamente amarrada.

– Mas o que...?! – Apolium não tinha palavras para o que via.

– Sabe... Descobri que essa insolente foi a culpada por nosso fracasso no eclipse. De algum modo ela soube o que aconteceria... Sabe de alguma coisa Apolium?

– N-Não... – ele suava frio e temia por sua amada.

– Pensei que responderia isso. Sabe, foi um horrível comportamento esse o dela, denunciar a gente... Pensei que talvez fosse quere se vingar dela.

– Eu?! – ele não sabia o que fazer...

– Sim... Você... Alguma objeção?

– Não posso fazer isso! – disse firmemente.

– Por que? – indagou ela.

– Não posso fazer e pronto.

– Se não fará, eu mesmo faço! – com um movimento Rápido, ela se virou para Marry e materializou fogo nas suas mãos e jogou na morena. Ela se contorcia de dor, o fogo queimando sua pele. Apolium foi ajudá-la, mas Antoniet fez uma barreira entre eles.

Depois de muito tempo, de Marry, só sobrou as cinzas. Apolium estava desconsolado, acabado, havia visto seu bem mais precioso ser morto.

– Isso é por sua Traição. Não pode se meter comigo e achar que ficará impune. Não se preocupe, matei também o noivo dela. Agora, meu querido, É a sua vez...

Ele nem soube o que o atingiu.



*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Gina corria descontrolada pelo bosque sem saber como voltar, foi quando viu um corpo jogado ali. Uma morena bonita, mas envolta numa poça de sangue. Seu coração gelou. Só que algo estranho aconteceu, quando ela se aproximou o sangue da moça começou a voltar pra corpo, entrando pelo ferimento que tinha no pescoço. Ela abriu os olhos e Gina viu que tinha um brilho de fúria. A morena se levantou.

– Eu acabo com Antoniet. – gritou ela.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Oi pessoal,

Esse cap tava demorando pra sair... Mas graças a ajuda da minha grande amiga Duda, ele ta ai, prontinho...


♥ Duda Pirini ♥: Duda, nem sei como agradecer, vc me ajudou muito nesse cap, estou encantada por ele estar pronto. Muito obrigada mesmo...


jessica nascimento: Leitora nova....Q legal... Concordo com tudo que disse sobre Historias Vampirescas, são maravilhosas, perfeitas.... Espero que continue lendo, a guerra está próxima...hehehe

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