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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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12. O Pergaminho!!!


Fic: O Mistério dos portões do Tártaro _ reescrevendo os caps!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A Tina:

Gurizada!! Vocês todos lendo a minha fic, sabem que eu me baseio superficialmente nos livros da saga HP. Mudei algumas coisas a favor da fic e outras mantive como a nossa querida JK profetizou, por isso estou aqui para dizer-lhes que algumas semelhanças nesse cap. não são meras coincidências, eu não podia fugir de todo do que a JK havia planejado em algumas explicações nos livros, por isso permaneci com algumas, claro que em uma releitura, escrevendo os acontecimentos ao meu modo, ao meu ver, mas nem por isso sendo os mesmos acontecimentos. Bem achei que era o mínimo que eu podia fazer, que era avisar a vocês e para que entendam. Obrigada pela atenção e boa leitura... Ah só um detalhe, conselho de amiga, peguem garrafas de água e um ventilador, vai ser realmente necessário! FUI!!!



N/B Reji: Guris e Gurias, como diz a minha amiga ruiva, quem está postando esse cap sou eu, pois, infelizmente, nossa querida autora está passando por uma dificuldade, que logo logo será resolvida!! Portanto, não tem resposta aos comentários, mas ela prometeu responder todos e postar assim que tudo se resolver!!

Por favor, comentem bastante, para deixar a Tina feliz, certo?

Beijokas da Reji


**********


Capítulo 12 - O pergaminho!




Harry sentiu um aperto no peito, depois de respirar profundamente e organizar seus pensamentos, caminhou até a porta e ia batê-la, quando viu no rosto pálido de Malfoy um sorriso cínico e zombeteiro. O loiro não pôde segurar a língua dentro da maldita boca.

- Pare com isso, cicatriz! Você está tão ansioso para saber o que contém esse pergaminho, quanto qualquer um que espere uma resposta! Mas não se preocupe, eu não tive tempo de colocar nele qualquer feitiço que faça nascerem furúnculos na sua cara, a deixando ainda pior do que já é!

- Cala essa sua boca, doninha maldita! Antes que eu não responda por mim e deixe de lado qualquer recomendação médica que a Drª. Michele tenha dado, e enfie outra vez esse seu nariz empinado dentro do seu cérebro.

Harry virou as costas e bateu a porta com força. Começou a descer as escadas com os pensamentos em turbilhão, confuso e encarando o pergaminho que estava firme em suas mãos. Vozes alteradas o tiraram de seus devaneios, fazendo-o precipitar-se para a sala. Sentiu o café da manhã embolar em seu estômago no momento em que avistou a cabeça do senhor McAbbe na lareira. Um pressentimento nada bom percorreu suas veias...

- Bom dia, Potter. Como eu disse aos outros, precisamos de vocês agora no Ministério. – McAbbe disse um tanto exaltado, fazendo todos se entreolharem, e desapareceu na lareira.

- Bom dia para o senhor também. – Harry respondeu para a lareira vazia.


Harry olhou para Gina, Rony e Hermione, todos com caras confusas. Harry deu uma última olhada para o pergaminho que ainda não largara, e o colocou com cuidado no bolso interno de suas vestes... Infelizmente, o pergaminho teria que esperar, ou melhor, ele teria que esperar pelas respostas. Mas o que eram algumas horas, comparadas a anos de espera e de questões não resolvidas?


**********


Todos entraram na lareira e viram que o caos estava formado no Ministério. Pessoas andando de um lado para o outro, aurores empunhando suas varinhas, perscrutando todos os cantos possíveis. Imediatamente, Hermione e Gina se afastaram deles, indo de encontro a Lupin e Tonks.

Harry e Rony foram recebidos em pleno Átrio pelo chefe dos inomináveis, Senhor McAbbe, Ele estava pálido e seu rosto redondo apresentava exaustão.

- Rapazes, temos mais um problema.

- Diz uma novidade, senhor! – falou Rony irônico.

- Bem, encontramos uma cabeça na frente do Ministério. Os membros e o tronco, que completavam o corpo, estavam espalhados pela rua.

- Mas de quem era o corpo, senhor? – quis saber Harry.

- Rita Skeeter.

- Mas ela não vai fazer falta, depois de todas as merdas que ela falou... Opa... Desculpe senhor – disse Rony muito vermelho.

- Depois de todas as bobagens que ela publicou sobre a gente no Profeta diário, não é de se espantar que ela instigasse a ira de alguém – disse Harry em socorro de Rony.

- Eu entendo esse ponto de vista Weasley, só que o modo como ela foi morta e como a encontramos é que nos levam a crer que teremos problemas. Vamos ao DN, assim vocês entenderão o que eu quero dizer... E poderão dar uma olhada em mais algumas evidencias, por que a encontramos com o tal símbolo, mais uma vez.

Entrar outra vez no Departamento de Necropsia do Ministério estava virando rotina. As macas emparelhadas, tudo ladrilhado em branco. O Medibruxo Legista estava examinando uma maca em específico. Os três homens se aproximaram.

- E então, Dr. Gustav, o que você encontrou com ela?

- Olá, Tasciano – a amizade de anos permitia que se chamassem pelo primeiro nome. - Potter, Weasley. Bem, eu encontrei algumas coisas que poderão ser relevantes. Dêem uma olhada – e ele ergueu o lençol que cobria o corpo.

Harry e Rony se sobressaltaram com o que viram. Tudo bem que Rita Skeeter não era flor que se cheirasse, e que não merecia piedade, mas o que fizeram a ela era digno de crueldade. Seu olho já não estava mais atravessado pela pena, que jazia agora ao lado da cabeça decepada. Sua boca entreaberta mostrava como sua língua fora empurrada para dentro, junto com o que parecia um pergaminho. Se estivesse viva, com certeza nunca mais pronunciaria palavra.

Uma cicatriz em forma de raio na testa dela, indicava o que todos podiam imaginar. Queriam mandar uma mensagem a Harry Poter, mas a custa de mortes. O Legista levantou o lençol e revelou o que sobrou do corpo da bruxa. Os membros estavam dispostos nos seus lugares devidos, como em um jogo de quebra-cabeça, e no meio do seu tronco, entre os seios dilacerados, o bendito símbolo tão conhecido.

Um golfar foi ouvido, quando Dr. Gustav terminou de expor o corpo, e quando se viraram, todos encontraram Rony com as mãos nos joelhos e o corpo dobrado em uma ânsia, que logo seria um vômito.

- Ok, já vimos o bastante senhor – disse Harry.

- Claro, creio que é melhor levar o senhor Weasley daqui, Potter - disse o senhor McAbbe.

- Sim senhor, mas eu queria dar uma olhada nas evidências que encontraram, as fotografias do símbolo, o pergaminho e a pena. Também, é claro, no relatório da necropsia. – disse Harry encaminhando-se para a porta, carregando Rony empoleirado em seu ombro.

- Sim, enviarei tudo para a sala de vocês... E provavelmente terão trabalho para levar para casa – acrescentou o chefe dos inomináveis.

Harry concordou com a cabeça, ouvindo os gemidos e o reclamar do estômago do cunhado, que estava completamente verde. Tudo o que eles precisavam era levar trabalho para casa...

Harry se sentiu frustrado por não poder ler o pergaminho. Passaria o dia todo em função do assassinato da Skeeter. Seria bom por um lado, por que assim manteria a cabeça ocupada e não ficaria ansioso para saber o que continham aquelas linhas de letra inclinada, mas por outro lado, começava a se fechar o cerco, mais pessoas sendo vitimadas por um assassino frio e cruel.

Harry retirou-se dos corredores gélidos do departamento de necropsia com certa dificuldade, tendo um ruivo pendurado nele, que a todo o momento parecia não poder mais segurar o que guardava no estômago. Encaminhou-se com o amigo para o banheiro e o esperou do lado de fora, o que não o impediu de escutar Rony colocar o café da manhã todo para fora.

- E aí cara, você está melhor? – perguntou Harry com um sorriso maroto, quando o ruivo finalmente saiu do banheiro.

- Um pouco – respondeu Rony, passando uma mão pela testa suada.

- Você já devia ter se acostumado, Rony – advertiu Harry.

- Eu sei, mas é que eu comi muito no café. E, infelizmente, a pele dela me fez lembrar das salsichas com ovos.

Quando conseguiu passar pela porta da sala que dividiam, Rony se atirou em uma das cadeiras, ainda muito branco e com o semblante nauseado. Harry fez o mesmo, sentando atrás de sua escrivaninha e tirando de uma das gavetas um pergaminho, uma pena e tinta. Começaria logo a fazer algumas anotações, ainda mais por que Rita Skeeter carregava a sua cicatriz na testa. Alguém queria fazê-lo perder as estribeiras, mas isso ele não iria permitir, não mesmo.

Trinta minutos depois, entraram alguns memorandos interdepartamentais e com eles os relatórios do Dr. Gustav, algumas fotografias e os objetos deixados na cena do crime.

Perto da primeira hora da tarde, uma vasta cabeleira marrom espiou pela fresta da porta, seguida por uma cabeça vermelha.

- Viemos arrancar vocês daqui para almoçarmos - disse Hermione.

- Acho que agora não, Mi – respondeu Rony um tanto mais branco que o normal.

- O que aconteceu com você? – Hermione perguntou, olhando espantada para a cara do noivo.

- Nada demais, – informou Harry. - apenas não agüentou ver um cadáver e colocou todo o café da manhã pra fora. – Harry agora sorria abertamente.

- Obrigado! Isso por que você é meu amigo – disse Rony amarrando a cara.

- As ordens, sempre que precisar é só chamar.

- Mas Ron, depois de todo esse tempo no departamento de mistérios, você já devia ter se acostumado – disse Hermione, chegando perto do ruivo e levando uma de suas mãos à testa dele.

- Eu estou acostumado, Mione, mas como eu disse ao Harry, ela me lembrou incrivelmente o café da manhã.

- Meu Merlin santíssimo!!! – exclamou Gina.

- O que foi, meu amor? – perguntou Harry levando um leve susto, como os outros na sala.

- Você não percebeu, Harry? Nós vamos ser titios! - disse Gina sorrindo.

- Como assim? Não entendi – Respondeu o moreno.

- Ora Harry, você não percebeu os sintomas?

- Que sintomas? - Perguntaram Rony e Hermione em uníssono.

- Francamente! – disse a ruiva imitando a amiga. - Não me diga que você está grávido maninho! - Disse Gina às gargalhadas, indo em direção ao irmão. - Meus parabéns!!!


**********


Chegar em casa, depois de tudo, era a melhor coisa. Comer uma comida quente, novinha e, como sempre, deliciosamente preparada pelo Monstro. Hermione tirou a varinha das vestes e desfez os feitiços protetores da casa. Abriu a porta e deu passagem para os outros três passarem. Harry e Rony, cada qual com os braços cheios de pastas, com relatórios e evidências, entraram seguidos pela ruiva, que não parava de zoar o irmão, que por sua vez, lançava a ela olhares mortais.

- Não precisa ficar assim maninho! Vamos providenciar o enxoval e comunicarmos ao resto da família... Com certeza, a mamãe e o papai não irão te deserdar por ter um filho sem ter se casado... Vamos até fazer um jantar comemorativo! – apesar de tentar, Harry e Hermione não conseguiam segurar o riso. – Eu posso imaginar o que você está sentindo, - continuou a ruiva - afinal de contas, é o primeiro herdeiro do casal Granger Weasley. Só, por favor, não esqueça de que quero ser a madrinha!

- Eu também quero ser o padrinho, cara. Além do mais, somos melhores amigos. Estarei do seu lado quando for contar aos seus pais... – disse Harry gargalhando abertamente, enquanto se encaminhavam para a cozinha.

- Claro! Muito obrigado. Vocês são muito solidários – disse o ruivo muito vermelho e aborrecido. – Querem saber, da solidariedade de vocês, o inferno está cheio.

- Ah Roniquinho, só estamos felizes... – mas qualquer coisa que Gina fosse dizer a mais, foi cortada por uma voz arrastada e pastosa, que parecia um tanto animada para o que era a sua normalidade.

- Era ótimo! Eu sempre implicava com eles. No segundo ano, meu pai comprou todas as Nimbus 2001 do time da Sonserina... – mas ele também parou de falar, ao olhar para o lado e ver, estático, os quatro recém chegados.

A primeira a se pronunciar foi a Drª Michele, percebendo o mal estar palpável entre todos os presentes.

- Olá, como vocês passaram o dia? – perguntou animada.

- Bem – respondeu Hermione. – Algumas coisas aconteceram, mas acho que já tiveram a informação pelo profeta diário – disse ela, apontando para o jornal largado ao lado dos dois. Estavam frente a frente, com xícaras de chá os acompanhando.

- Bom ver que está mais recuperado, Malfoy – disse Harry com uma nota de desgosto.

- Obrigada, Potter.

- Assim, você abrirá logo esse bico para o que preciso saber.

- Só se você pedir com educação, Cicatriz...

- Olha lá como você fala com o Harry, seu estrume de hipogrifo de uma figa... – disse Rony fechando a mão e se aproximando ameaçadoramente de Draco.

- Essa sua varinha não me faz nem cosquinha, Weasley. - Malfoy provocou, ignorando a fúria de Rony, se virou para Harry. - E peça sua namoradinha para abaixar essa varinha, Potter. Eu não tenho dó de machucar pobres mulheres indefesas.

- INDEFESAS! - Caçoou Gina. - EU VOU TE MOSTRAR MINHA AZARAÇÃO PRA REBATER BICHO-PAPÃO! SEU...

- JÁ CHEGA! VOCÊS QUEREM PARAR COM AS PICUINHAS, PELO AMOR DE MERLIN... ESTAMOS DO MESMO LADO AGORA! – explodiu Hermione. Não podia deixar que as coisas saíssem da ordem. - PRECISAMOS ESTAR UNIDOS, OK?

- Isso. A Mione está certa – disse Michele, se levantando para acalmar os ânimos, pois Gina já estava de varinha na mão, apontando para Malfoy. – Precisamos nos acalmar. Venham, deixem suas coisas e tomemos um chá, assim todos se aquecem. Vocês parecem exaustos – com um aceno da varinha, ela fez mais xícaras pousarem na mesa, e logo elas estavam cheias de água quente com os saquinhos de chá boiando.

Michele entregou uma xícara a cada um mas, mesmo assim, Rony, Draco e Gina ainda trocavam olhares rancorosos.

O clima não melhorou muito mas, pelo menos, as discussões pararam. Um tempo depois, Monstro serviu o jantar. Infelizmente, Harry não estava lá com aquele apetite. Revirou a comida, que comeu propriamente, dizendo:

- Com licença, mas eu preciso terminar o que comecei de manhã – disse saindo da mesa e se encaminhando para a sala, onde se sentou em sua poltrona preferida. Foi seguido por Gina, Rony e Mione.

- Nós não vamos deixar de estar com você, Harry – disse Hermione, sentando-se no sofá a sua frente.

- Não mesmo cara. Estivemos juntos sempre, não será agora que não estaremos com você - concordou Rony, indo sentar ao lado da morena.

- É meu amor, estamos com você. Acalme seu coração, não importa o que esteja escrito ai, nós estaremos com você – disse Gina, sentando no braço da poltrona ocupada por Harry.

Harry retirou o pergaminho do bolso e o observou. Seus olhos percorreram toda a extensão do papel. Seu coração falhou uma batida, quando rompeu o lacre, levantou os olhos para encontrar os de seus amigos e sentir a mão de Gina segurar forte seu ombro e lhe sacudir a cabeça, passando-lhe força para continuar. Desenrolou o pergaminho. A letra inclinada e apertada estava lá, inconfundivelmente. Seu estômago apertou quando começou a ler as primeiras linhas em voz alta...


Harry Potter,

Sei que não nos demos bem durante esses vários anos, por mais que Dumbledore tenha se esforçado para o contrário. E se você está lendo isso, é por que não fui capaz de chegar até você, antes que me encontrassem, portanto, já devem ter encontrado meu corpo em algum lugar...

A nossa animosidade vem desde os tempos de seu pai, sua irritante semelhança com ele e seu Dom para ser o centro das atenções, me faziam odiar você tanto quanto odiei seu pai. Você sabe muito bem alguns dos motivos e, muitas vezes, quase quebrei minha promessa de proteção. Uma das coisas que me fizeram continuar, foi ter dado minha apalavra ao Dumbledore, que não se cansava de me lembrar disso. A outra foram seus olhos, magnificamente iguais aos de sua mãe, que cortavam-me ao meio e me lembravam o por quê de ter me comprometido.



Sua garganta travou, não conseguia continuar a ler para os outros. Rony, Hermione e Gina entenderam que era difícil para ele continuar a ler para que ouvissem, por isso sinalizaram para que continuasse só para ele.


Infelizmente, vou ter de confessar a você a minha maior fraqueza, e apenas Dumbledore sabia... Lilyan Evans foi o único e grande amor de minha vida, e ver nos seus olhos os olhos dela, me fazia morrer por dentro... Por eu ter sido culpado de passar a informação da profecia que escutei pela metade... Por ter permitido que o Lorde das Trevas a matasse... Por ter interpretado, a minha maneira, o que aquela profecia queria dizer... Ver nos seus olhos os dela, só aumentava a raiva que eu sentia por você, exatamente por ter uma parte tão maravilhosa dela, e por ser tão arrogantemente igual ao seu pai, que a tirou de mim. Ele me fez dizer coisas horríveis a ela, que me arrependo amargamente de ter dito.

E o ódio que eu sentia por Thiago, por ter tirado de mim a mulher que eu amava, só aumentou quando ele se intrometeu onde não devia, salvando a vida de minha mãe, que por pouco não morreu, sendo espancada pelo meu maldito pai. E pouco tempo depois salvou a minha própria vida. Eu não suportava conviver com o fato de dever tanto a ele. Eu não conseguia agradece-lo pelo que fez, me sentia melhor o culpando de querer dar uma de herói, de querer aparecer despenteando aquele cabelo ridículo, para chamar a atenção. Eu só conseguia odiá-lo ainda mais quando, por fim, a este custo, ele ganhou ainda mais a admiração e o amor de Lily.

Não ter mais a amizade de Lilian, acabou me deixando ainda mais próximo de partidários do Lorde das Trevas. Passado alguns anos, eu era mais um comensal da morte, com a marca negra tatuada a fogo no meu braço. Quando ouvi a conversa de Dumbledore com a professora Sibila no Caldeirão Furado, e fui pego antes de ouvir tudo o que ela profetizara, corri para encontrar o Lorde, mas qual não foi a minha surpresa, quando ele supôs que a família que traria o filho que seria a ameaça para ele, seria os Potter.

Fiquei desesperado e corri para Dumbledore, para lhe pedir ajuda, implorar-lhe ajuda, mas ele propôs-me um trato. Ele tentaria me ajudar, mas eu seria seu aliado, me tornaria espião para ele dentro do clã de comensais e me manteria o mais fiel dos seguidores do Lorde das trevas, passando a ele mensagens distorcidas e algumas verdadeiras, para mostrar a minha lealdade. Mas mesmo ele, com toda sua piedade e benevolência, não foi capaz de salvar Lilyan, porque Rabicho entregou o segredo ao Lorde.

Depois disso, fiz a promessa de proteger você, em memória de sua mãe, por que era o único pedaço vivo que restou da mulher que eu amei.


Harry não podia crer no que estava lendo. Sabia que era verdade, pelo encantamento poderoso que se fazia presente no pergaminho, mas Snape amar sua mãe era inacreditável... E odiar seu pai, fora pelos motivos óbvios, mas também, por ele ter ficado com ela, lhe parecia impossível. Passou uma das mãos pelos cabelos revoltos, uma angústia crescia dentro de seu estômago. Ele culpara Snape pela morte dos pais, mas agora, ver que o antigo professor de poções também o fizera, fazia com que Harry o percebesse mais humano, e isso era como levar um tapa com o rosto gelado.

Harry olhou para o lado e encontrou os olhos castanhos que tanto o confortavam... Gina segurou o seu braço, pressionando levemente, esperando que ele terminasse de ler e dissesse a ela o que estava angustiando-o. Harry voltou seus olhos para o pergaminho.

Como você muitas vezes disse, eu nunca fui um covarde, apenas um homem determinado teria vivido tantos anos da maneira que vivi, sofrendo e escondendo todos seus pensamentos e emoções, para que nunca fosse revelado o verdadeiro motivo de seus atos. E quando o Lorde me falou das sua intenções para com o Draco, e ter manipulado ele por causa do deslize do Lúcio, fui de encontro a Dumbledore e lhe avisei sobre tudo. Ele simplesmente sorriu para mim, dizendo:

“- Severo, não se preocupe comigo, já estou velho e vivi tudo o que eu podia em plenitude. E como irei morrer de qualquer jeito, por causa da maldição da horcrux que atingiu minha mão, não custa nada você poupar-me de mais sofrimento e tirar a minha vida com dignidade. Tenha piedade de um velho moribundo, e alivie seu sofrimento, quando chegar a hora. E não permita que o garoto Malfoy corrompa sua alma com minha morte.”

Não tive outra escolha, se não obedecer. Quando nos encontramos na Torre de Astronomia, ele me cobrou o cumprimento de mais uma das minhas promessas. Ele não disse “Severo, por favor” implorando por sua vida, ele pediu por favor, para que eu cumprisse com a minha palavra, e não teve outro jeito.

Agora entenda, que não fui um assassino cruel. Apenas fiz o que fiz, por amor a Lilyan... E a única coisa que posso fazer para ajudar você agora, depois de ter morrido, é dizer que escute tudo o que Draco tiver a dizer. Eu o ensinei tudo o que poderia, para que vocês pudessem enfrentar o que vem pela frente, ensinei a ele o modo de você conseguir retirar Black do véu. Confie nele, apenas isso e nada mais... Depois de tudo o que nós passamos, nos mantendo escondidos, ele realmente aprendeu a dar valor a algumas coisas, aprendeu principalmente a manter aquela língua enorme dentro da boca. E ele aprendeu uma coisa que eu não consegui, que é ter gratidão por você, por você ter se apiedado pela vida dele mais de uma vez, por mais que ele nem sempre admita isso.


Boa sorte, Potter.

Severo Snape



Harry engoliu em seco, mas não pode evitar que uma lágrima teimosa corresse por seu rosto. Olhou para todos, procurando apoio, e o encontrou nos olhos caramelo de sua amada e de sua melhor amiga e nos olhos azuis de seu melhor amigo.

- Então Harry, o que foi que ele disse? – perguntou Hermione.

- Vamos cara, vamos saber o que esse seboso disse...

Harry reuniu coragem e narrou a eles tudo o que acabar de ler. Vês ou outra, era interrompido por alguma pergunta feita por Hermione ou por Gina, Rony expressava incredulidade.

- Quer dizer então, que ele apenas cumpriu uma ordem do professor Dumbledore... Poxa, quem diria – disse Gina.

- Pois é, eu gostava muito mais quando eu tinha motivos para odiar ele – disse Rony, que levou um tapinha no ombro, dado por Hermione.

- Não vê que agora tudo muda, Ron. Não importa mais que um dia nós o tenhamos odiado, por que ele era fiel ao Dumbledore e ao Harry. Por mais cruel que ele, muitas vezes, tenha sido – disse Hermione.

- Eu sei, Mi... Mas eu gostava mais dele ruim, não consigo o ver como um herói.

- Acho que nenhum de nós consegue, Rony – disse Gina. – Acho melhor nós irmos descansar, Harry. Você já teve emoção demais para um único dia. Vamos conversar melhor sobre isso amanhã, depois que você dormir bem, assim você absorverá melhor todas essas informações.

- É, você tem razão minha ruiva, vamos lá... Preciso colocar minhas idéias em ordem – concordou Harry.

- Nós também vamos, boa noite – disse Hermione.

- Boa noite para vocês – desejou Rony se encaminhando logo atrás de Hermione para a escada.

Depois de subir quatro degraus, Rony tropeçou e caiu de cara contra a escada, dando um susto em Hermione e fazendo Harry sorrir pela primeira vez depois de ter lido a carta. Gina não podia perder a oportunidade de causar um pouco mais de alegria para seu moreno.

- Óh não Rony, óh não... Por Merlin... Mione, chama a Michele! Acho que vocês perderam o bebê... Pobre do meu afilhadinhooo... – e a ruiva colocou o rosto nas mãos e fingiu chorar.

- Vai se ferrar, Gina. Me deixa em paz – disse o ruivo se levantando e subindo as escadas como se nada tivesse acontecido.

- Por que você não dá uma folga para o seu irmão? – quis saber Harry. – Tudo bem que é muito engraçado azucrinar ele, mas...

- É por que ele merece. Olha só, ele faz tudo que não é para fazer... Ele é hilário. E ele fazia questão de me infernizar quando eu era pequena, por tanto, ele só está provando de seu próprio veneno.

- Se você diz... Vamos, eu preciso de um banho e de uma boa noite de sono, por que amanhã aquela papelada me espera.


**********


Hermione suspirou cansada. O dia foi exaustivo, ela precisava de um banho e Rony estava no banheiro há muito tempo. O ruivo já tinha tomado banho e encontrava-se no momento se barbeando, com a toalha enrolada na cintura, revelando o corpo perfeito de um inominável. Havia um espelho no banheiro que refletia isso muito bem, juntamente com os cabelos escuros colados na testa e no pescoço, e seus olhos incrivelmente azuis, atentos ao barbear. Batidinhas na porta o fizeram dar um sorriso maroto, lembrando-se que, por baixo da toalha branca, não havia nada além do seu desejo.

- Rony, você vai demorar muito? Eu também quero tomar banho...

- Se você quiser, pode entrar. Estou apenas me barbeando agora – respondeu o ruivo abrindo a porta e mostrando um rosto cheio de espuma.

- Pelo menos isso, Ronald – disse Hermione passando por ele, carregando uma toalha e seu pijama.

Hermione despiu as últimas peças de suas vestes, não sem antes atrair um certo olhar azul, e entrou no Box, fechando a porta e abrindo a ducha. A água morna que caiu sobre seus ombros, foi um acalanto para os acontecimentos daquele dia. A morte da Skeeter ainda dará muito pano para a manga, pois ainda era um mistério quem a executara de maneira tão sombria e cruel, fora tudo o que descobriram sobre Snape... A cabeça de seu amigo devia estar um turbilhão, ele precisaria mais do que nunca que eles estivessem ao seu lado para poder enfrentar o que viria a seguir, com as novidades que Malfoy teria a revelar.



Depois de alguns minutos, ela já havia se banhado. Os cabelos estavam colados nas costas, a cabeça debaixo da água apenas para relaxar mais um pouco, então, uma batidinha no Box fez Hermione tirar a cabeça da água e perguntar num murmúrio “oi?”.

- Mione, quer uma ajudinha? – perguntou, safado, o ruivo. – Esfregar suas costas, quem sabe...

- Muito obrigada, gentileza sua de verdade, mas não preciso não, meu amor...

- Você quem sabe, eu estou aqui a sua disposição... Me faz um favor, olha aqui e me diz se ficou bem feita a minha barba? – ele enfiou o rosto através da porta.

Hermione levou ambas as mãos ao rosto do ruivo, sentindo a pele macia e sedosa, recém barbeada, perfeita. Ela chegou seu rosto mais perto e encostou sua bochecha na dele, sorvendo profundamente o aroma delicioso da loção. Tanto ela quanto Rony, fecharam os olhos ao contato de suas peles, com um arrepio percorrendo-lhes desde o ponto onde se tocaram, até seus dedos dos pés.

Hermione passou os lábios pelo rosto macio, dando beijinhos e, inevitavelmente, as mãos de Rony saíram dos batentes de alumínio das portas do Box, para a cintura da morena, que o enlaçou pelo pescoço, encontrando seus lábios num beijo terno e profundo.

O beijo foi se aprofundando cada vez mais, à medida que o desejo tomava conta daqueles corpos. Rony empurrou a noiva contra o Box, percorrendo suas mãos rápidas pelo corpo molhado e nu da morena que, por sua vez, agarrou-se nos cabelos vermelhos dele, sentindo o crescente desejo abaixo da toalha.

Rony a tomou nos braços como a uma criança, e a levou até a cama, sem se importar com ela ainda estar molhada, nada que um feitiço secante não resolvesse depois. Ele a deitou atravessada de costas para a cama, enquanto ela sorria para ele, vendo a sua ereção, agora bem visível e mal escondida na toalha.

Rony colocou-se sobre ela, uma perna de cada lado, e curvou seu dorso para levar seus lábios ao pescoço molhado de Hermione. O Toque a fez gemer baixinho, e colocar as mãos contra o peito dele.

Ele foi traçando beijos do pescoço à clavícula, descendo pelo ombro, passando no peito até chegar a um dos seios que ele sugou avidamente, enquanto Hermione choramingava e começava a apertar seus braços. A pele dela era macia e branquinha, seu cheiro de rosas o inebriava, o gosto de sua pele o deixava faminto.

Hermione sentia-se arrepiar ao toque de Rony. Apenas ele poderia a fazer perder as estribeiras e baixar as armas que ela erguia diante dos outros. Ele a fazia verdadeiramente mulher, uma mulher quente e desejosa, uma mulher amada. Ela precisava dele cada vez mais, precisava sentí-lo sempre perto, trazendo todas as formas de prazer possíveis. Ela o amava com todas as suas forças.

Rony descia pela barriga de Hermione, agora mantendo uma das mãos acariciando um mamilo, apertando vez ou outra e espiando, com o canto do olho, sua morena morder o lábio inferior e fechar os olhos, diante da excitação imposta por ele. Mas Rony não estava satisfeito. A pele dela era saborosa, mas ele precisava sentir o seu verdadeiro sabor, o gosto de seu âmago. Ele desceu mais um pouco, se encaminhando até a virilha dela. Ajoelhou-se no chão, a fez entre abrir as pernas e, sem pedir permissão, passou sua língua pelos lábios úmidos da intimidade da morena, sentindo-a arquear o corpo.

- Óh, Ron...

Ouvi-la gemer seu nome, só fez sua excitação aumentar e o néctar que ele provava, direto na fonte, o deixava extasiado. Começou a sugar o clitóris da morena, que agora arqueava o corpo com mais vontade e segurava as madeixas de Rony, elevando seu quadril de encontro ao rosto dele. Rony não resistiu e escorregou um de seus dedos para dentro dela, encontrando-a completamente inundada.

- Nossa, Mi!!! – sussurrou o ruivo. – Isso tudo é para mim?

- Uhum...

- Você é deliciosa...

Sugou com mais força e investiu mais um dedo, enquanto Hermione arfava e gemia. Gotas de suor escapavam por sua testa. O ruivo continuou sugando e lambendo o objeto do seu desejo, enquanto seu dedo percorria a intimidade dela. Hermione gemia cada vez mais e puxava os cabelos vermelhos de Rony com força, enquanto arqueava o corpo. Ele espiou a noiva, continuando seu ritual de tortura, vendo-a completamente entregue ao prazer. Hermione estava em transe, ela não podia agüentar mais, não podia mais... Até que seu êxtase chegou, e Rony sorriu triunfante.

- Ron... Óh Ron...

Ele deslizou para cima dela de novo e tomou os seus lábios, a fazendo sentir o próprio gosto na boca do ruivo. Ela separou-se dele e o fitou , os olhos castanhos cheios de luxúria...

- Ron, eu quero que você sinta o que eu senti... – sussurrou a morena.

- Tem certeza, Mi? – Ele perguntou , sentindo seu membro pulsante protestando contra todo esse carinho e pedindo os lábios da morena urgentemente.

- Eu quero sentir o seu gosto, eu quero provar você...

E sem poder responder, Rony já estava sendo empurrado para trás e ficando em pé, enquanto Hermione sentava na cama e tirava de sua cintura a toalha que ainda o cobria. Timidamente, Hermione encarou o membro pulsante de Rony e passou suas mãos pelas pernas torneadas do ruivo, que lhe olhava atônito, completamente sem reação, pela ousadia de sua morena, certinha e sabe-tudo.

Hermione apertou o bumbum forte de Rony e o viu fechar os olhos. Aproximou os lábios do sexo de Rony, o beijou delicadamente e o experimentou, passando sua língua pela superfície. O ruivo estremeceu e segurou um gemido entre dentes, passando as mãos pelos ombros de Hermione. Ela agora fazia carinhos com as mãos em suas coxas e sua língua brincava atrevida até que, sem premeditar, envolveu com sua boca o membro de Rony e o sugou suavemente. Rony apertou os cabelos espessos, ainda molhados, e conteve ir de encontro ao rosto dela.

Hermione percebeu a reação que causava em Rony, por isso sabia que estava fazendo a coisa certa. O sugou mais, agora arriscando ir mais fundo em sua garganta, e ele gemeu com prazer, fechando os olhos apertado. O gosto dele era estonteante e ela sugava cada vez mais e com mais vontade.

Ela lambeu, mordiscou e sugou, até que o ruivo precisou afastá-la, antes que fosse tarde demais. Arfando, ele empurrou-a contra a cama, agora foi a vez dele sentir seu gosto na língua de Hermione, num beijo completamente apaixonado e cheio de desejo. Ele se pôs de joelhos no chão junto à beirada da cama, e a trouxe mais para si...

- Você está maluca? – o ruivo perguntou a espreitando.

- Estou sim, por você!

E o puxou para si, mordendo-o no ombro e fazendo-o encostar-se em sua entrada. Rony arfou ao sentir o calor que emanava de suas intimidades juntas e aos poucos a penetrou, suave e delicadamente, até sentir o corpo de Hermione pedir por mais.

Ele ergueu o tronco e a olhou se contorcer. A segurou pelas pernas, para que se cruzassem as suas costas.

- Ron, eu quero mais... – pediu Hermione.

- Claro, amor...

Ele apertou as coxas dela e investiu uma vez com mais força. Hermione respondeu, apertando forte os lençóis ao seu lado. Ele sentia um calor o invadindo cada vez mais, sentia com gosto, o quanto era maravilhoso estar dentro dela, um momento em que eles eram um só, ligados pelos seus corpos e pelos seus corações. E como ele amava aquela mulher quente e sensual, tanto quanto ele amava a sabe-tudo, recatada e brigona.

Seus corpos se embalavam em sintonia. Rony investia num ritmo constante, fazendo Hermione deslizar pelos lençóis, enquanto mantinhas as coxas da morena presas em suas grandes mãos, marcando a pele branca com a impressão de seus dedos.

Rony não podia se controlar por muito mais tempo, antes que chegasse ao ápice, mas não podia deixar de esperar por sua morena, que se embalava completamente suada, como ele. Riscos de suor escapavam pelas costas do ruivo descendo sinuosos, enquanto ele gemia e arfava... Sentiu quando Hermione começou a esquentar mais, por isso investiu com mais velocidade, mais rápido, mais forte.

Hermione resmungava e apertava ainda mais os lençóis ao seu lado, a cada investida de Rony, sentia seu ventre formigar, até que esse formigamento se espalhou pelos seus membros e ela sentiu que não podia mais agüentar. Iria explodir de prazer... Levantou-se e se agarrou ao tronco de Rony, tremendo de prazer, enquanto espasmos percorriam seu corpo.

Rony, apertou-a em seus braços e juntou seu gozo ao dela, sentindo suas pernas fraquejarem e que a inundava completamente, pulsando em seu interior. Ambos, respirando descompassadamente, foram se deitando, Rony sobre Hermione, com suas respirações se acalmando, entrando em um ritmo semelhante.

- Eu amo você, Mione...

- Eu amo você mais, Ron...

- Eu quero você pra sempre! – Ele falou, fitando-a.

- Você sempre me terá, Ron – ela respondeu, encarando os olhos azuis que a tiravam do controle. – Para sempre...


O beijo que se seguiu foi calmo e apaixonado, selando para sempre o amor daqueles dois bruxos, porém o desejo falou mais alto e logo Rony já estava em cima da noiva, fazendo carícias ousadas.

- Sabe, eu acho que estou ouvindo o barulho do chuveiro... – Rony disse com um sorriso torto, cheio de segundas intenções.

- Não sei por que, mas não me lembrei de desligá-lo – disse Hermione sorrindo e passando os dedos pelos cabelos do ruivo.

Rony saiu de cima dela e se deitou aos seu lado, fazendo círculos na barriga lisinha, mas Hermione empurrou a sua mão e se levantou, caminhando para o banheiro. Quando a morena ultrapassou a porta, gritou lá de dentro:

- Ron, agora eu acho que quero aquela sua ajuda!

- Imediatamente, Senhorita – respondeu o ruivo correndo para o banheiro, sem pensar duas vezes, batendo a porta ao passar.


**********


No outro quarto, Harry esperava Gina sair do banho, recostado na cabeceira da cama, pensando e pensando... Ficou assim, tão dentro de seus pensamentos, que não percebeu quando a ruiva saiu do banheiro e se deitou ao seu lado.

- Harry, amor... Hey, deite aqui, você precisa descansar... E de carinho também – disse a ruiva passando um braço por de trás da nuca do moreno, o fazendo deitar em seu ombro.

- Sabe Gina, eu não poderia dizer, quando em minha vida eu fui tão feliz, antes de ficar assim, nos seus braços.

- Eu também não, Harry.

- Eu amo você, Gina, - disse ele passando seus braços pela cintura da ruiva - e quero passar o resto da minha vida sendo consolado por você.

- Eu também amo você, Harry, e quero passar o resto da minha vida fazendo por você tudo o que estiver ao meu alcance.

- Eu também quero poder fazer o mesmo... – não pôde dizer mais nada, seus olhos estavam pesando por causa do perfume floral da ruiva e pelo carinho que ela fazia em seus cabelos. A exaustão estava tomando conta de seu corpo e, antes que pudesse fazer o contrário, estava dormindo, ressonando profundamente. E se via sonhando com cabelos vermelhos...



*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

*Lumus*

Gente, sei que o niver do nosso querido HARRY foi ontem, e claro, da nossa querida JK, que nos proporcionou esse maravilhoso mundo mágico, então vamos cantar os parabéns, porque eles merecem!!

HAPPY BIRTHDAY TO YOU!!
HAPPY BIRTHDAY TO YOU!
HAPPY BIRTHDAY TO YOU
HAPPY BIRTHDAY TO YOU....

É ISSO AÊ!!!


*Nox*


N/B Reji:

PUTA QUE PARIU A MILÉSIMA SEPTUAGÉSIMA NONA POTÊNCIA!!! JESUS, APAGA A LUZ... TRAGAM-ME O SWAT!!! ME AMARROTEM E ME COLORAM... O QUE FOI ESSA NC??? PELAS CIROULAS RASGADAS DO SNAPE!!!

Tina, minha amiga ruiva pervertida ao extremo... você se superou nessa NC (e com minha ajuda uhu)!!! O que foi o rony SÓ DE TOALHA fazendo a barba?? POR MERLIN! Você é mesmo a ruiva-que-não-deve-se-nomeada que não está nem aí para suas pobres leitoras que poderão sofrer um ataque cardíaco... valha-me Merlin! Amei a NC miga, amei mesmo... mas como não vivemos só de NC's (kkk) devo te parabenizar pelo cap TODO.

Muito bom mesmo miga, principalmente a carta do Snape. Ficou muito bem explicada, apesar dos motivos já conhecidos por nós! E agora, espero que o Malafoy abra a boca logo e nos presenteie com o cachorrão, finalmente fora daquele véu!! UUUUuuuuu

Mas assim... RONY GRÁVIDOOOO foi muito hilário!!! Rachei de rir e depois ainda leva um tombo na escada kkkkk Só vc mesmo viu ruiva, com essa mente super, hiper, mega, blaster, giga criativa!!! A Gina também é a melhor nas tiradas!! hehe coitado do Roniquinho kkkkkk Gente, acho que devemos fazer uma vaquinha e um chá de fraldas para ajudar nosso ruivinho, o que vocês acham?? huahauhah

Bom galera, vou ficando por aqui!!! O capítulo treze PROMETE, palavra de BETA... então vocês não perdem por comentar muitooooo!!! Comentar faz bem e alegra nossa querida autora!

Beijokas estaladas a todos!

Ps. Miga, força na peruca!! Já sabe que pode contar comigo SEMPRE. Beijão!


*~*~*~*


N/A Tina Weasley Potter!: Guris e gurias, demorei, mas postei e está ai um cap. enorme e cheio de respostas, e um tanto calorento, vocês não acham? Kkkk

Bem mas hoje minha nota vai ser dedicada para uma pessoa em especial, não que todos vocês não sejam, mas essa pessoa me tem um carinho enorme. Me desculpem, mas não vou citar nomes. Tu sabes que é para ti pequena por tanto é isso que importa, eu sei que você não gostaria que eu disse-se quem é você.
Bom pequena, esse capítulo foi inteiramente dedicado a ti, principalmente a N/C.

Você sabe o porquê desse cap. ser dedicado a ti? Não! Pois bem vou te explicar...

Como você, eu jamais poderia imaginar que uma amizade como a nossa podia-se ter iniciado pela internet, por que somos Pottermaniacas, por causa desses personagens que nos encantam que a JK criou e também por um empurrãozinho da mão de Deus, que fez você pular da Before para a Mistérios, e quando vimos bhãm, já era tarde, formava-se ai o trio mais tenebroso da face da Terra.

O que mais me encanta e alegra é que esse empurrão de deus e esse amor por HP, me fizeram encontrar a pessoa mais centrada, com o coração maior que o peito, bondosa, sem preconceitos, mas o que mais me enterneceu e impressionou foi a coragem. Caralho, como tu és corajosa Pequena, não vacilou nem um instante no teu desejo, na tua luta, se mantendo firme até que Deus mostrou o quão incrível ele é e te deu a oportunidade de continuar ao nosso lado. Eu sei que a tua vontade não era o que aconteceu, mas como todos têm a sua missão, a qual a tua foi de ser incrivelmente corajosa, e de amar incondicionalmente um ser, amá-lo tão intensamente que até o último momento se sacrificaria por ele.

Mas sabe esse ser essa criaturinha também teve uma missão, a missão de te tornar menos racional, extravasar seus sentimentos e emoções te deixando ainda mais humana e tocável. Ela foi responsável pela nossa união se tornar mais solida, deixando nossa amizade mais real, mais concreta, fazendo-nos completarmos uma a outra em nossas diferenças... Construindo algo maior que tudo, uma amizade imensurável, cheia de confiança e amor. E agora ela é um anjo que olha por nós, por que cumpriu sua meta, e pode retornar ao plano superior.

Não quero te deixar triste escrevendo essas palavras, apenas quero que veja e saiba o quanto te admiro.

Tu com toda a certeza fazes esses pensamentos mais reais do que eu podia imaginar:

“A coragem não é a ausência do medo; mas sim a certeza da existência de algo maior que o medo!”
“O corajoso pode não viver para sempre; mas o cauteloso não vive plenamente!”


Guria, minha AMIGA, com letras maiúsculas, te admiro como pessoa, como profissional, como mulher e principalmente como mãe.

Amo você, eu já te disse isso, e esse sentimento de amizade verdadeira é tão intenso que eu jamais poderia mensurar.

Você sabe que pode contar comigo, como pode contar com a Loira de Sampa também. Nós estamos juntas e não serão quilômetros entre nós, que nos impedirão e diminuíram a vontade e a força de nossas orações e pensamentos positivos de chegar aos corações de cada uma de nós.

Eu sei, eu sou maluca e totalmente fora da casinha, por estar publicando aqui na Floreios uma coisa dessas, mas essa foi a maneira que encontrei para dizer como me sinto em relação a ti.
Obrigada por sua amizade e carinho. E principalmente agradeço a Deus por ter cruzado os nossos caminhos e destinos...
Sabe, tem uma frase do filme Hich que para mim é super significativa...

“A vida não é medida pelo numero de vezes que você respirou. Mas sim pelo numero de vezes que perdeu o fôlego!”

Posso te garantir que uma das vezes que perdi o fôlego, foi quando encontrei amigas como você e a Loira, especial e incrivelmente maravilhosas em suas essências.

Ok, já escrevi demais, eu sei!!! Por isso me despeço por aqui, deixando bem claro que estamos aqui para o que der e vier... Somos o Trio de virginianas, pervertidas, chantagistas, puro-mal e sarcásticas.. UHUUUUUUUUUUUUU Não resisti e acabei ferrando tudo no final, e estava tão bonito! Mas não seria eu se não tivesse uma bobagem para fazê-la rir!!! Te amo amiga, mais do que posso dizer! Beijos!

“ Nada fica bem terminado, enquanto não termina certo!”(Kipling)

E aos meus leitores, obrigada pelo carinho...

Continuem acompanhando

Vocês não perdem por comentar!!!

Vamos aos cap. 13

Beijos!!!

Tina Weasley Potter!

*NOX*

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