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1. Justify my Love


Fic: Justify my Love - Songfic


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Era mais uma das muitas tardes em que o esperava. Já estava, de certo modo, cansada de ter de esperá-lo sempre. Mas ele disse que dessa vez seria diferente. Sempre havia um motivo para não se beijarem ao ar livre, para não passearem de mãos dadas. Mas seu amor por ele era estranho, até mesmo um tanto obsessivo. Sorriu ao lembrar do último encontro. Não lhe agradava mentir para Harry, mas o que sentia por Draco a consumia por dentro. Necessitava dele assim como os campos necessitavam de chuva, como os peixes necessitavam de água, e como ela necessitava de ar para respirar. Para falar a verdade, aquilo estava mais para paixão, uma obsessiva e louca paixão, do que amor.

I wanna kiss you in Paris
I wanna hold your hand in Rome
I wanna run naked in a rainstorm
Make love in a train cross-country
You put this in me
So now what, so now what?



Ela esperava apenas que ele lhe levasse ao êxtase que sempre a levara. Muitos a condenariam por fazer o que fazia, mas não estava nem aí para o que os outros iriam dizer. Nada justificava seu amor, só ele. Ela o esperava para justificar seu amor.

Wanting, needing, waiting
For you to justify my love



Sentiu um par de mãos abraça-la por trás. Soube, não só, pela intimidade com a qual as mãos lhe tocavam, mas também pelo repentino calor que a envolvera, assim como o cheiro que provinha dele, que era ele. Virou-se e ouviu-o dizer:
- Aqui não, vamos comigo.
Seguiu-o. Eles entraram por várias ruas da sombria Londres, até chegarem ao destino final. Entraram em um motel trouxa barato e sujo. Ele falou algo com o homem, que depois de concordar com algo em silêncio, lhe entregou uma chave. Novamente seguiu-o. Pararam em frente a uma porta banca, na qual ele abrira com a chave. O local cheirava a pecado, a desonra e a tudo e qualquer coisa pecaminosa que os envolvesse. Com a maior classe possível, ele se sentou em uma poltrona ao lado da porta e disse em um tom de voz rouco:
- O que você quer?
- É incrível a sua capacidade de percepção querido.
- Nisso temos algo em comum.
Ginny tirou algo do sobretudo bege que usava, na qual no momento pôde reparar que era um jornal. O que ela tirara provinha de um jornal. Era uma página que fora arrancada com brutalidade do jornal.
- Pansy Parkinson, futura senhora Malfoy. Decaiu não foi querido? – disse Ginny, se aproximando perigosamente dele. Ao chegar ao seu lado, colara os lábios em seu ouvido e murmurou: - O casório é para quando? Quando devo mandar meus cumprimentos aos noivos?
- Com ciúmes meu amor? – provocou Draco.
- Não se exacerba tanto. Você não merece. – disse gravemente.
Ele apenas esboçou um sorriso desdenhoso, em um rápido impulso selvagem, agarrara Ginny e a colocara sobre si, beijando-a selvagemente. Ginny apenas retribuíra o beijo com tanto empenho quanto o amante. Levara as mãos ao colarinho da blusa que ele usava, para logo em seguida soltar-se dele com um empurrão violento.
- Você não vale nada. Não vale nem o chão que pisa. E quer saber de uma coisa? Eu tenho quem me ame, eu tenho quem me queira, não somente alguém para me usar, aproveitar de minhas fraquezas. Vá ao inferno Draco. – desabafou.
Não sabia o que acontecia quando estava em sua presença, mas desde que fora designada a ajudar na segurança do novo informante do Ministério, desde que ele a beijara a força naquele dia, se sentia estranha. Não conseguia controlar seus atos, virava, pelo menos ao seu lado, uma mulher fatal que jamais imaginara existir. Deixara de ser a Ginny engraçada, descontraída e alegre de sempre. Virara uma mulher problemática e enigmática, que cada dia descobria algo que até então era inexistente em si.


Hoping, praying
For you to justify my love




- O que foi Gin, nervosa? Não fique. Pansy é só uma conveniência, assim como nossa união. É você quem eu quero. É você quem eu amo. Não se exaspere à toa.
Aproximou-se de Ginny, que estava e pé. Ao roçar seus lábios nos dela, sentiu uma enorme contentação. A desejava tanto... Queria apenas... Apenas ela. Não importava que não pudesse tê-la sempre, desde que tivesse. O que mais o fascinava nela não eram os brilhantes olhos castanhos, ou a pele macia e quente com cheiro de lavanda. Era sua atitude. Ele sabia que mudara Ginny para sempre, a levara para um caminho sem volta. Observou-a ir até a janela do quarto, e observar a rua. O sol laranja-avermelhado deixava os cabelos dela parecendo fogo vivo. Ele adorava seus cabelos, e talvez fosse sentir mais falta deles do que de sua dona. Sabia que quando colocasse uma aliança no dedo anelar de Pansy, Ginny nunca mais olharia para sua cara.
- Nós somos só uma conveniência Draco. Ela não, sabe por quê? Por que ela vai se tornar sua esposa. E eu acho que você, melhor do que ninguém sabe o que isso quer dizer.
- Sei sim, mas quero ouvir da sua boca.
Era realmente muita crueldade da parte dele fazer isso. Sabia o que Ginny iria dizer, mas queria ouvir essas palavras proferidas da boca dela.
- Nunca mais te verei... – nesse momento ela tirou o sobretudo – Nunca mais irei te tocar... – retirou seus sapatos, e aproximou-se dele - Nunca mais poderei te sentir... – e ao proferir estas palavras, roçou seus lábios nas bochechas de Draco.
- Poderemos nos ver sim... – sussurrou.
- Eu não quero te ver e agir como se fosse sua irmã Draco! Você é meu, independente de qualquer coisa...
E com um ímpeto recém-nascido, empurrou-o até ele cair de costas na cama. Ginny se ajoelhou de frente para Draco, desabotoando sua blusa lentamente. Ele apenas a olhava. Não queria que aquela fosse a última vez, mas não tinha muita opção. Assistiu, com uma excitação cada vez maior, Ginny lentamente retirar seu sutiã, e depois atira-lo longe.
- Se esta for nossa última vez meu amor, quero que seja inesquecível - sussurrou Ginny.
Draco permaneceu calado. Ela olhou em seus olhos, no fundo dos olhos cinzentos dele e disse:
- Fale comigo meu amor, eu estou pronta para fazer o que você pedir...
- Eu quero você.
Ginny sorriu. Em rápidos movimentos, despiu-o, logo depois, retirou o que restava de suas roupas e deitou sobe o corpo nu dele.
- E agora meu amor, beije-me. Eu só quero ser seu amor.
Draco rolou nos lençóis brancos e baratos, invertendo as posições. Não iria falar nada com ela, não necessitava. Levou seus lábios até o pescoço de Ginny, no intuito de satisfazer sua sede dela. Beijou-a ali bruscamente, deixando marcas na pele clara. Ouviu com prazer os suspiros de Ginny.
- O que você vai fazer? O que voce vai fazer agora, hum?
- Vou faze-la se sentir uma mulher.
- Só de estar com voce eu já sou uma, Malfoy...

want to know you
Not like that
I don't wanna be your mother
I don't wanna be your sister either
I just wanna be your lover
I wanna be your love
Kiss me, that's right, kiss me



Os movimentos eram ágeis, de acordo com os gemidos provindos da boca dela. Depois de algum tempo, depois de atingirem o máximo de prazer desfrutado da companhia do outro, ambos se olharam. Depois de um tempo, Draco se levantou, recolheu suas roupas e foi em direção ao banheiro do quarto. Ao ouvi-lo bater a porta com agressividade, ela suspirou. Sentia-se tão completa em sua companhia. Não queria deixá-lo, mas isto era adiar o inevitável, segurar água com as mãos. Esboçou um leve sorriso, e levantou-se também, colocou suas roupas o mais depressa possível e saiu dali. Ela estava queimando por ele, anelando. Mas não iria adiantar nada ficar ali. Já era quase noite.

Wanting, needing, waiting
For you to justify my love
Yearning, burning
For you to justify my love


O casamento dos dois era hoje. Ele a convidara para a palhaçada toda, mas era meio óbvio que não iria aparecer. Poderia ir lá, inebria-lo como sabia que o fazia, deixa-lo em duvida, mas não era desse tipo. Harry a chamara para sair. Mas não iria conseguir. Toda vez que estava em sua presença, se sentia suja, suja por traí-lo. Ele era um bom homem, despertava sentimentos bons e claros nela, mas não era ele. Subiu até o quarto, pegando uma pena e um pedaço de pergaminho. Pensou um pouco no que escrever.

O que você vai fazer?
Fale comigo ,me conte os seus sonhos
Eu estou neles?
Me conte seus medos
Você está assustado?
Me conte suas histórias
Não tenho medo de quem você é
Podemos voar!
Pobre é o homem
Cujo prazer depende da permissão de outros
Sempre sua,
G.W



É, estava boa. Sabia que nunca mais iria vê-lo. Mas não importava. Olhou para sua mão direita, onde se encontrava um belo solitario de diamante. Solitario, com a vida era irônica. Seu anel de noivado ea exatamente como se sentia,solitária. Colocou o bilhete na perna da coruja e saiu do recinto. Só queria justificar seu amor.

I'm open and ready
For you to justify my love
To justify my love
Wanting, to justify
Waiting, to justify my love
Praying, to justify
To justify my love
I'm open, to justify my love
.




Oiiiiieee leitores!!!! Espero que tenham gostado, é pequena, mas foi o que minha inspiração me permitiu.
Espero que comentem. É a minha primeira D/G com cena D/G ( eu sei que é estranho). Acontece que as outras sempre são ships mistos, de modo que eu ainda não coloquei nenhuma cena deles.
A musica é Justify my Love-Madonna . COMENTEMM E VOTEM!!!!
Bjaum,
Lori Black
OBS: Procuro desesperadamente um beta.
para contato: lori.black@hotmail.com


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